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  • Ex-campeão do UFC, Charles Do Bronxs recebe grau preto de muay thai

    Ex-campeão do UFC, Charles Do Bronxs recebe grau preto de muay thai

    Ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC, faixa-preta de jiu-jitsu e agora grau preto de muay thai. Este é o currículo atualizado de Charles ‘Do Bronxs’ Oliveira, que recebeu a nova graduação em recente encontro nacional da equipe ‘Chute Boxe’, que tem suas origens na arte marcial tailandesa.

    A nova graduação, como não poderia ser diferente, foi celebrada por Do Bronxs nas suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). O lutador, oriundo do jiu-jitsu e recordista de finalizações na história do UFC, vem demonstrando constante evolução na luta em pé desde sua chegada na academia Chute Boxe São Paulo e hoje pode ser considerado um atleta de MMA completo.

    “Hoje foi um dia muito especial, dia de encontro nacional da Chute Boxe. E depois de um trabalho árduo, me tornei nível preta de muay thai. Só gratidão a todos que acreditaram no meu trabalho”, escreveu Charles na legenda da publicação no Instagram.

    À distância

    O evento não contou com a presença de Diego Lima, treinador principal de Charles e responsável por afiar sua trocação. O profissional estava nos Estados Unidos para acompanhar o irlandês Ian Machado Garry, que lutaria no UFC 296 no sábado, mas teve sua luta cancelada por problemas de saúde. Mesmo assim o mestre acompanhou por ligação de vídeo a cerimônia, que foi comandada pelo Mestre Rudimar Fedrigo, fundador da tradicional academia Chute Boxe, em Curitiba (PR).

    “Eu não pude estar pois estava para a luta do Ian (Machado Garry), mas fiquei por call junto com o Mestrão Rudimar (Fedrigo) para não deixarmos passar esse ano”, contou Diego Lima, líder da Chute Boxe São Paulo e treinador de Do Bronxs.

    Enquanto celebra a promoção no muay thai, Charles Do Bronxs aguarda a definição de seu próximo compromisso no octógono mais famoso do mundo. O brasileiro estava escalado para uma revanche contra o russo Islam Makhachev, válida pelo cinturão peso-leve, no UFC 294, em outubro, mas precisou se retirar da disputa faltando poucos dias por conta de uma lesão.

  • Pedido de Natal! Alexandre Pantoja mira defesa de título do UFC no Brasil

    Pedido de Natal! Alexandre Pantoja mira defesa de título do UFC no Brasil

    Alexandre Pantoja tem um pedido de Natal a fazer. Depois de vencer Brandon Royval e manter seu cinturão peso-mosca (57 kg) no UFC 296, disputado no sábado (16), o campeão mira uma defesa de título no seu país, de preferência na sua cidade natal, o Rio de Janeiro (RJ).

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Pantoja manifestou o desejo de, em sua próxima defesa de título, atuar diante de seus conterrâneos. Ciente da intenção do UFC de promover uma nova edição no Rio de Janeiro em maio de 2024, como apontam os rumores, o carioca radicado nos Estados Unidos deixou claro que pretende pleitear uma vaga no card diretamente com Dana White, o presidente da companhia.

    “Eu tenho um pedido de Natal. Eu quero ir para o Brasil defender esse cinturão. Quero ir para o Rio de Janeiro, para a minha cidade. Eu quero dar esse gosto para o povo brasileiro, quero pisar na arena com a arena toda (torcendo) para mim, quero lutar na minha cidade. Eu nunca lutei no Brasil pelo UFC. Quero ir para o Rio de Janeiro, levar meu mestre Helbert Reis, o cara que me formou, de Arraial do Cabo, quero levá-lo na arena comigo. Vou pedir para o Dana White essa luta no Rio de Janeiro. Se eu puder ter algum poder, alguma carta na manga, eu quero ser atendido”, afirmou Pantoja.

    Recado de campeão

    O desejo de atuar no Brasil vai muito além de um mero capricho de um lutador, e tem a ver com um dos objetivos de Alexandre para aproveitar ao máximo o seu reinado na divisão dos moscas do UFC: se tornar um ídolo no seu país. Com seu estilo próprio, o carioca se afasta do modelo apelativo que busca declarações bombásticas ou polêmicas, e aposta em um discurso sereno de exaltação aos bons exemplos – sem deixar que isso afete sua competitividade dentro do octógono.

    “Não importa contra quem. Vai ser o Brasil todo contra o cara. Deixar um pedido de Natal para todo mundo: continue com sua família, olhe pela sua família. A coisa mais importante da vida é a gente cuidar dos nossos filhos, das nossas crianças. Beije seus filhos, beije seus pais, suas mães. Vamos olhar para dentro de casa, que é a coisa mais importante que a gente tem na nossa vida está dentro da nossa casa”, concluiu o campeão.

    Aos 33 anos de idade, Alexandre Pantoja vive seu melhor momento da carreira. O brasileiro – dono de um cartel com 27 vitórias e cinco derrotas – conquistou o cinturão peso-mosca do UFC em julho deste ano, ao superar o então campeão Brandon Moreno, no que marcou sua terceira vitória sobre o mexicano. No sábado, foi a vez do americano Brandon Royval sofrer sua segunda derrota para o carioca, que defendeu seu título pela primeira vez.

  • Dana White assume a culpa por briga entre Strickland e Du Plessis no UFC 296

    Dana White assume a culpa por briga entre Strickland e Du Plessis no UFC 296

    A briga entre Sean Strickland e Dricus du Plessis na área VIP do UFC 296, realizado no sábado (16), em Las Vegas (EUA), deu o que falar, com muitas críticas direcionadas à organização. Presidente do Ultimate, Dana White assumiu toda a culpa por não ter prevenido a confusão, deixando os desafetos separados por uma distância maior no local.

    Na coletiva de imprensa pós-show, Dana assumiu a responsabilidade no posicionamento dos atletas em fileiras próximas na área VIP da ‘T-Mobile Arena’, que sediou o UFC 296 no sábado. O dirigente reconheceu que cometeu um erro ao não se atentar para a possibilidade de uma altercação entre os rivais – muito por conta do clima hostil que envolve os protagonistas da próxima disputa de título no peso-médio (84 kg) – ao designar seus assentos na parte destinada aos atletas e celebridades no ginásio.

    “Que tipo de imbecil coloca Strickland sentado próximo a Du Plessis? Esse imbecil (apontando para si próprio). Esse aqui. Eu faço todas as alocações de assentos todas as semanas. Sim. (Quão) burro é isso? Sério. Bem, eu não sei quais seres humanos você pode colocar Strickland sentado próximo, mas definitivamente não Du Plessis. Eu não sei como eu deixei isso passar. Escute, esse é o negócio que estamos, eu digo isso o tempo todo. Nós entramos no meio, dissemos a Strickland para relaxar, ir para os bastidores. Ele decidiu ir embora. Então, ele deixou a arena. Du Plessis está bem”, reconheceu Dana White.

    A confusão

    O clima entre Sean Strickland e Dricus du Plessis começou a esquentar ainda na sexta-feira (15), quando ao participarem de uma coletiva de imprensa promocional para a disputa de cinturão marcada para o UFC 297, em janeiro, o campeão se incomodou com uma provocação feita pelo desafiante. Na ocasião, o sul-africano citou o relacionamento abusivo do americano com o pai, que marcou a infância e adolescência de Strickland, como o próprio já revelou.

    Já no evento de sábado, os dois – separados apenas por uma fileira – foram filmados pela transmissão oficial do UFC 296 em determinado momento. Assim que sua imagem foi exibida no telão, Strickland, atual campeão peso-médio do UFC, olhou para trás e fez um gesto de arma com as mãos, simulando atirar na direção do rival. Momentos depois, quando já não estavam mais sendo exibidos pelas câmeras do show, o americano partiu para cima de Du Plessis e o atacou com socos na cabeça, antes do sul-africano conseguir derrubá-lo e da segurança do evento – com o apoio de policiais – colocar um ponto final na briga.

  • Gilbert Durinho encara promessa australiana no UFC 299

    Gilbert Durinho encara promessa australiana no UFC 299

    Dana White iniciou a coletiva de imprensa pós-UFC 296, no sábado (16), com vários anúncios de lutas, entre elas o próximo compromisso do brasileiro Gilbert Burns. De acordo com o mandatário do Ultimate, ‘Durinho’ enfrentará Jack Della Maddalena no card da edição de número 299, agendada para o dia 9 de março, com sede em Miami (EUA).

    Quarto colocado no ranking dos meio-médios (77 kg), Gilbert Durinho subirá no octógono do UFC 299 em busca de recuperação, após ter sido derrotado em sua última luta por Belal Muhammad, em maio deste ano. Para isso, o brasileiro terá que frear o ímpeto do australiano Della Maddalena, que vive grande fase na entidade.

    Oriundo do Contender Series, Jack Della Maddalena estreou no UFC em janeiro de 2022 e, desde então, venceu todas as seis lutas que disputou no octógono mais famoso do mundo – quatro delas pela via rápida. O desempenho destacado levou o australiano ao ranking da divisão até 77 kg do Ultimate, onde ocupa atualmente a 11ª posição, sete abaixo de Gilbert Burns.

    Novas adições ao card do UFC 299

    Além do confronto entre Gilbert Durinho e Jack Della Maddalena, o UFC 299 recebeu novas e importantes adições ao seu card. Na mesma coletiva de imprensa, Dana White anunciou os duelos Ian Machado Garry vs Geoff Neal, Michael Page vs Kevin Holland e Song Yadong vs Petr Yan. Vale lembrar que o evento, marcado para março, já contava com algumas lutas anunciadas, como a disputa pelo título dos galos (61 kg) entre o campeão Sean O’Malley e Marlon ‘Chito’ Vera e o combate de pesos-pesados entre Jailton Malhadinho e Curtis Blaydes.

  • E o Vicente Luque? UFC escala Geoff Neal como novo rival de Ian Garry; Dana explica

    E o Vicente Luque? UFC escala Geoff Neal como novo rival de Ian Garry; Dana explica

    Ao que tudo indica, Vicente Luque ficou sem um ‘parceiro de dança’ no Ultimate. Originalmente escalado para encarar Ian Machado Garry no card do UFC 296, no sábado (16), o brasileiro viu seu combate ser cancelado de última hora após o oponente sofrer com problemas de saúde. Curiosamente, entretanto, o irlandês já possui nova data para lutar, mas um novo adversário foi apontado pela organização – situação que foi explicada pelo mandatário da liga Dana White.

    Na coletiva de imprensa pós-UFC 296, o presidente da entidade anunciou que Garry entrará em ação novamente na edição de número 299, programada para acontecer no dia 9 de março do ano que vem, em Miami (EUA). A surpresa ficou por conta do adversário escalado para enfrentar a jovem promessa da Irlanda: o americano Geoff Neal – número 8 no ranking dos meio-médios (77 kg). Ao ser questionado sobre o motivo pelo combate entre Ian e Vicente não ter sido remarcado, Dana foi curto e grosso.

    Nós oferecemos para Luque um monte de lutas. Ele recusou todas elas“, afirmou Dana White.

    Futuro do brasileiro

    Atual 9º colocado no ranking dos meio-médios, Vicente Luque tem seu futuro ainda indefinido. A luta contra Ian Machado Garry poderia recolocá-lo na corrida rumo ao topo da categoria, ao engatar nova sequência de vitórias após sofrer duas derrotas consecutivas no ano passado. Agora, resta saber como ficará a situação do brasileiro dentro da organização, uma vez que Dana White parecia irritado ao comentar a decisão de recusar as ofertas feitas pela liga.

    Oportunidade para o irlandês

    Por sua vez, Ian Machado Garry se vê em uma boa oportunidade de subir ainda mais no ranking da categoria, já que Geoff Neal ocupa uma posição acima do brasileiro. O irlandês, visto por muitos como um possível sucessor do compatriota Conor McGregor no UFC, segue invicto na carreira e em ascensão desde que estreou no Ultimate, em 2021.

  • Ex-astro do Bellator assina com o UFC e estreia contra Kevin Holland em março

    Ex-astro do Bellator assina com o UFC e estreia contra Kevin Holland em março

    Uma das estrelas do Bellator, onde construiu a maior parte de sua carreira como profissional, Michael ‘Venom’ Page assinou com o UFC e já tem sua estreia na companhia agendada. O anúncio foi feito por Dana White, presidente do Ultimate, na coletiva de imprensa após a edição de número 296, realizada no sábado (16), em Las Vegas (EUA).

    Em sua primeira aparição no octógono mais famoso do mundo, ‘MVP’, como o atleta de 36 anos é conhecido, medirá foras com Kevin Holland. O confronto entre os strikers será disputado no UFC 299, marcado para o dia 9 de março, em Miami (EUA).

    Despedida do Bellator e flerte com o UFC

    Considerado por muitos como um dos strikers mais habilidosos de sua geração, Michael Page fez sua última luta pelo Bellator em março deste ano, quando derrotou o brasileiro Goiti Yamauchi. Livre no mercado após o fim de seu contrato com a companhia na qual competiu por uma década, o inglês despertou interesse do UFC e chegou a admitir recentemente que havia um ‘flerte’ com a organização liderada por Dana White.

    Cartel de Michael Page no MMA

    O ex-astro do Bellator chega ao UFC com um cartel de 21 vitórias – 13 delas por nocaute – e apenas duas derrotas. Seu primeiro revés veio pelas mãos do brasileiro Douglas Lima, em maio de 2019. Três anos depois, MVP lutou pelo cinturão interino dos meio-médios da liga, mas foi derrotado, na decisão dividida dos juízes, por Logan Storley.

  • Dana White abre as portas para Tom Aspinall defender título interino do UFC

    Dana White abre as portas para Tom Aspinall defender título interino do UFC

    A alta cúpula do Ultimate está realmente irredutível quanto a ideia de remarcar o duelo entre Jon Jones e Stipe Miocic, pelo título linear dos pesados, assim que ‘Bones’ se recuperar da lesão que obrigou a organização a cancelar a disputa que estava originalmente agendada para o UFC 295, em novembro. Com isso, a carreira do inglês Tom Aspinall, campeão interino da categoria, fica em uma espécie de limbo. Mas Dana White, presidente da liga, parece disposto a encontrar uma solução.

    Depois de conquistar o cinturão interino dos pesados em novembro, ao nocautear Sergei Pavlovich, Aspinall parece impaciente com a atual situação em que o topo da divisão se encontra, especialmente pelo combate entre Jones e Miocic ainda não ter previsão para acontecer. Diante deste cenário, o inglês já pediu publicamente para que ‘Bones’ fosse destituído do posto de campeão linear e, até mesmo, cogitou se aventurar no boxe. Atento, Dana White abre as portas para uma outra possibilidade do inglês se manter ativo: defender seu título provisório.

    “Aspinall poderia lutar novamente. Eu não sei. Vamos ver como isso se desenrola para o próximo ano, mas Jones e Stipe, a luta, ambos merecem isso. Jon Jones se machucou. Não há nada que ele possa fazer sobre isso. Vamos ver o que acontece em 2024. Se Aspinall quiser lutar antes dessa luta acontecer, por que não? Por que não deixá-lo defender (o cinturão interino)? Enquanto Jon Jones está machucado, se ele quiser defender o título, nós com certeza faríamos”, afirmou Dana White, em entrevista à ‘TNT Sports’.

    Situação do peso-pesado do UFC

    Atual campeão linear peso-pesado do UFC, Jon Jones estava escalado para enfrentar o ex-detentor do título Stipe Miocic, na luta principal do UFC 295, em novembro. Porém, uma lesão no ombro obrigou ‘Bones’ a se retirar da disputa e a organização optou por promover um duelo entre Tom Aspinall e Sergei Pavlovich, vencido pelo inglês, pelo cinturão interino da categoria.

    Agora, o UFC planeja a unificação do título dos pesados apenas após a realização do aguardado duelo entre Jones e Miocic. Resta saber se Aspinall terá paciência para esperar ou se aceitará colocar em risco seu status de campeão interino para evitar o provável longo período de inatividade.

  • Dana White promete card ‘estelar’ para o UFC 300

    Dana White promete card ‘estelar’ para o UFC 300

    Não são apenas os fãs de MMA que já estão na expectativa quanto ao UFC 300. Dana White, líder da companhia, também pensa no evento, que deve ser realizado em abril, principalmente em sua montagem. Inclusive, o cartola adianta que, se a edição de número 296 da empresa, que acontece neste sábado (16), em Las Vegas (EUA), é classificada por muitos como grandiosa, nem se compara com o show em questão.

    Em entrevista ao canal ‘TNT Sports’ no ‘YouTube’, Dana garante que o UFC 300 será um evento histórico e que contará com uma elevada quantidade de lutadores renomados e populares em ação. Tanto que o cartola ressalta que até o card preliminar vai apresentar atletas de alto nível. É bem verdade que o líder da companhia ainda não divulgou mais detalhes sobre o show, mas já acenou com a possibilidade do veterano Jim Miller integrá-lo, já que o mesmo esteve presente no UFC 100 e 200.

    “A diferença do UFC 300 é, se você olhar o evento deste fim de semana, este card é incrível. Você quer construir esses shows incríveis que fazem as pessoas perderem a cabeça, mas também há muito mais no UFC 300. Existe toda essa sensação do que o evento vai ser. O que você pode esperar é que a primeira luta preliminar da noite, você diga, ‘P*** m***, esta é a primeira luta da noite? Isso é uma loucura. Isso não está certo. Esses dois não deveriam estar na primeira luta da noite’. É assim que o UFC 300 será bom”, declarou o cartola.

    Quais foram as lutas principais do UFC 100 e 200?

    Realizado em 2009, o UFC 100 foi liderado por Brock Lesnar e Frank Mir. Na ocasião, o gigante nocauteou o especialista em jiu-jitsu na revanche. Já o UFC 200 aconteceu em 2016. No ‘main event’, Amanda Nunes finalizou Miesha Tate.

  • Brasileiras levam bônus de R$ 250 mil por performances no UFC 296

    Brasileiras levam bônus de R$ 250 mil por performances no UFC 296

    Duas brasileiras embolsaram um bônus de 50 mil dólares (cerca de R$ 247 mil) por suas performances no UFC 296. Ariane Lipski e Karol Rosa se destacaram no último card do Ultimate na temporada 2023, realizado neste sábado (16), e receberam a quantia extra como recompensa por suas atuações no octógono montado na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA) – outros três atletas também foram premiados.

    Ariane Lipski venceu Casey O’Neill, por finalização, no segundo round do confronto disputado no card preliminar do UFC 296. A peso-mosca (57 kg), que agora sonha com uma vaga no ranking da categoria, foi superior à adversária na luta em pé e no grappling, sendo escolhida como uma das atletas premiadas com o bônus de ‘Performance da Noite’, assim como Josh Emmett e Shamil Gaziev – ambos também receberam 50 mil dólares extras.

    Por sua vez, Karol Rosa deixou o octógono derrotada nas papeletas dos juízes do UFC 296. Porém, o desempenho da peso-galo (61 kg) capixaba, que travou uma intensa e sangrenta batalha de três rounds contra a mexicana Irene Aldana, fez com ambas levassem para casa o prêmio de ‘Luta da Noite’.

    Confira os resultados do UFC 296:

    Leon Edwards venceu Colby Covington por decisão unânime dos juízes;
    Alexandre Pantoja venceu Brandon Royval por decisão unânime dos juízes;
    Shavkat Rakhmonov venceu Stephen Thompson por finalização;
    Paddy Pimblett venceu Tony Ferguson por decisão unânime dos juízes;
    Josh Emmett venceu Bryce Mitchell por nocaute;
    Alonzo Menifield venceu Dustin Jacoby por decisão unânime dos juízes;
    Irene Aldana venceu Karol Rosa por decisão unânime dos juízes;
    Cody Garbrandt venceu Brian Kelleher por nocaute;
    Ariane Lipski venceu Casey O’Neill por finalização;
    Tagir Ulanbekov venceu Cody Durden por finalização;
    Andre Fili venceu Lucas Almeida por nocaute técnico;
    Shamil Gaziev venceu Martin Buday por nocaute técnico.

  • UFC 296: Edwards defende título e se vinga de Covington por polêmica com seu pai

    UFC 296: Edwards defende título e se vinga de Covington por polêmica com seu pai

    A segunda defesa de título bem-sucedida de Leon Edwards teve um sabor especial para o campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC. Neste sábado (16), na luta principal da edição de número 296, a última do ano, realizada em Las Vegas (EUA), o inglês venceu Colby Covington com facilidade e, além de manter o cinturão, pôde, de certa forma, vingar seu pai pelos polêmicos comentários feitos pelo lutador norte-americano na semana que antecedeu o evento.

    Na quinta-feira (14), durante a coletiva de imprensa pré-UFC 296, Covington – conhecido por usar e abusar do ‘trash talk’ para promover suas lutas – citou o pai de Edwards, assassinado quando o lutador inglês tinha 12 anos, ao prometer que o levaria para o inferno no combate deste sábado. A provocação de gosto duvidoso feita por ‘Chaos’ dividiu opiniões, mas encontrou muitos críticos na comunidade do MMA.

    Após a disputa do UFC 296, ainda no octógono, Leon admitiu – em entrevista ao comentarista Joe Rogan – que os comentários feitos pelo rival o afetaram psicologicamente, mas que utilizou isso como motivação extra para vencê-lo neste sábado. Apesar disso, o campeão mostrou inteligência emocional para não se afobar durante o embate e manter-se concentrado na estratégia traçada em conjunto com seu time, que resultou em uma vitória segura nas papeletas dos juízes.

    Por outro lado, Covington culpou os quase dois anos afastado dos octógonos por sua derrota. Ao final do duelo, o falastrão norte-americano foi vaiado pela torcida presente na ‘T-Mobile Arena’, a mesma que o apoiou durante o combate, mas manteve a pose e pediu apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump – presente no local – nas próximas eleições presidenciais do país.

    A luta

    Com enorme tensão no ar, o primeiro round foi de muito estudo e pouca ação por parte dos dois lutadores. Ligeira vantagem para Edwards, mais confortável na luta em pé, onde a etapa foi disputada em sua totalidade.

    O segundo assalto começou de forma mais promissora, principalmente por conta do desafiante, que pareceu mais disposto a atacar. No entanto, o ritmo voltou a cair no decorrer do round. De forma inteligente, Edwards seguiu minando as pernas e o corpo de Covington, sem se expor demasiadamente.

    No intervalo, Covington levou uma chamada de seu corner. Porém, sem encontrar a distância ou impor seu ritmo de luta, o desafiante continuou tendo dificuldade no princípio do terceiro round. Aos dois minutos, no entanto, o americano contabilizou sua primeira queda, mas não manteve o campeão no chão. Surpreendentemente, na sequência, foi Edwards quem derrubou o wrestler. Com os dois em pé novamente, o inglês manteve o domínio, ainda que de forma controlada.

    O campeão manteve o controle absoluto do combate no quarto assalto. Nas duas primeiras tentativas de queda do desafiante, Edwards ameaçou Covington com possíveis finalizações que obrigaram o americano a desistir da posição. Colby ainda teve uma boa oportunidade nos segundos finais, mas ‘Rocky’ mostrou que está com o grappling em dia.

    Com sendo de urgência, Colby buscou e aplicou uma queda logo no começo do último round. O campeão, no entanto, levantou e mais uma vez levou o wrestler para o solo. O britânico chegou a ameaçar encaixar um triângulo, mas perdeu a posição e terminou a luta por baixo. Nada que pudesse impedir sua vitória.

    Confira os resultados do UFC 296:

    Leon Edwards venceu Colby Covington por decisão unânime dos juízes;
    Alexandre Pantoja venceu Brandon Royval por decisão unânime dos juízes;
    Shavkat Rakhmonov venceu Stephen Thompson por finalização;
    Paddy Pimblett venceu Tony Ferguson por decisão unânime dos juízes;
    Josh Emmett venceu Bryce Mitchell por nocaute;
    Alonzo Menifield venceu Dustin Jacoby por decisão unânime dos juízes;
    Irene Aldana venceu Karol Rosa por decisão unânime dos juízes;
    Cody Garbrandt venceu Brian Kelleher por nocaute;
    Ariane Lipski venceu Casey O’Neill por finalização;
    Tagir Ulanbekov venceu Cody Durden por finalização;
    Andre Fili venceu Lucas Almeida por nocaute técnico;
    Shamil Gaziev venceu Martin Buday por nocaute técnico.