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  • Polyana Viana revela que se puniu sem rever a família após derrota no UFC

    Polyana Viana irá em busca da 11ª vitória da carreira profisional no MMA – Diego Ribas

    Polyana Viana saiu da pequena cidade paraense de São Geraldo do Araguaia para correr atrás do sonho de conquistar o cinturão do UFC, a maior liga de MMA do planeta. No entanto, ao ir em busca do seu objetivo, ela teve que deixar para trás o pequeno Deivid, seu filho de oito anos. Deste modo, sempre que tem uma folga na agenda, a atleta procura visitar a família. No entanto, após a sua última derrota, em agosto de 2018, a lutadora decidiu não rever seus familiares como uma forma de se punir.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Polyana explicou que, após o último revés, para JJ Aldrich, ela decidiu focar nos treinos no Rio de Janeiro e nos Estados Unidos, até que aparecesse uma nova oportunidade no Ultimate. E, agendada para voltar ao octógono neste sábado (2), contra Hannah Cifers, em Las Vegas (EUA), a lutadora pode conquistar, junto com a vitória, a sua credencial para rever a família.

    “Ele (o filho) mora no Pará com a minha mãe, em São Geraldo do Araguaia. Esse ano ainda não consegui ver ele. Vi ano passado, no aniversário dele. Isso porque, consegui ir no aniversário, pois já tinha perdido uns cinco aniversários dele. E aí, eu vou quando eu posso e dessa vez eu quis me dar um castigo por ter perdido a luta, então pensei: ‘Vou treinar, treinar e treinar. depois vejo a minha família’ . Assim, até castiguei eles também, mas a gente se fala todo dia, por aplicativo de mensagem, telefone…”, explicou.

    Polyana, entretanto, busca amenizar a dificuldade de se encontrar com o filho por meio do uso da tecnologia. Além dos habituais aplicativos de mensagem e das ligações telefônicas, a lutadora revelou que também faz uso de um jogo para celular para estreitar os laços com o pequeno Deivid. E, apesar de no início não ter se adaptado muito bem à novidade, hoje precisa se controlar para não passar tempo demais com o passatempo.

    “Instalei um jogo por causa dele e a gente conversa muito, porque o jogo é online. E a gente conversa muito por lá. Ele se abre mais no jogo do que por ligação. Por ligação ele fica meio tímido de ficar falando… No jogo ele se abre mais, conversa mais, puxa assunto… ‘Free Fire’ (o nome do jogo). Eu já estou viciada no jogo. O pessoal vive brigando comigo. No começo eu falava: ‘Que jogo ruim’. E ele dizia que ia me proteger, eu ia atrás dele, morria, ficava só assistindo ele jogar”, contou.

    “Mas agora aprendi. É um jogo muito bom. Pode jogar sozinho, em dupla ou em equipe. Mas quando jogo com ele, jogo só em dupla para a galera não ficar ouvindo a gente conversar. Uma vez jogamos em time e tinham duas meninas que começaram a falar com ele e perguntaram se eu era a namorada do Deivid. Aí respondi que era a mãe e as meninas saíram do jogo. Acho que ficaram com vergonha porque estavam dando em cima dele”, completou.

    Aos 26 anos, Polyana estreou no UFC em fevereiro de 2018, com vitória sobre Maia Kahaunaele-Stevenson. Apesar do bom começo, a paraense não conseguiu repetir o retrospecto positivo e sucumbiu no confronto que realizou seis meses depois. E agora, contra Cifers, a brasileira terá a oportunidade de alcançar a 11ª vitória em seu cartel profissional no MMA, que também conta com dois reveses.

    Confira a entrevista completa:

     

  • Discreto, ex-campeão do UFC ignora provocações de adversário falastrão

    Discreto, ex-campeão do UFC ignora provocações de adversário falastrão

    Robbie Lawler é profissional de MMA há quase duas décadas – Diego Ribas

    Aos 36 anos, Robbie Lawler nunca precisou polemizar fora dos octógonos para atingir um nível de notoriedade no MMA. Ex-campeão meio-médio (77 kg) do UFC, o atleta é costumeiramente discreto em suas declarações e sempre deixou com que suas performances falassem por si sós, diferentemente do seu próximo rival. Ben Askren é o típico falastrão, mas, aparentemente, não é nada que ‘Ruthless’ já não tenha encarado — ao menos é o que afirma o americano em suas falas.

    Em entrevista coletiva direto de Las Vegas (EUA), que contou com a presença da equipe da Ag Fight, Lawler comentou que as provocações de Askren não o afetam. Durante a encarada realizada nessa quarta-feira (27), o especialista em wrestling chegou a dar tapinhas no bumbum de Robbie – que se manteve calmo, apesar de visivelmente incomodado.

    “Esse esporte já percorreu um grande caminho, continuo sendo a mesma pessoa que eu era antes, só que com mais pessoas de olho. Não vou mudar quem eu sou por causa de algumas câmeras apontadas para a minha direção”, analisou Lawler, antes de se referir especificamente a seu próximo adversário.

    “Não lembro o que ele (Askren) disse para mim. Não, isso não me afeta. Apenas vivo a minha vida, as pessoas dizem o que querem, e você reage ou não. (…) No sábado nós lutaremos, então não importa o que dizem, sabe? Porque vou poder colocar minhas mãos nele, ele vai poder tentar fazer o mesmo. Então para que me importar com o que dizem?”, completou o ex-campeão do Ultimate.

    Ben Askren construiu boa parte de sua carreira no ONE – liga asiática de MMA –, onde se sagrou campeão meio-médio. No entanto, ‘Funky’, como é conhecido, ficou famoso após ser protagonista de uma troca inédita entre atletas feita por duas organizações distintas: Demetrious Johnson, ex-campeão peso-mosca (57 kg), deixou o Ultimate e deu lugar para o wrestler falastrão.

    Invicto em 19 combate profissionais, Askren já chega no UFC sendo alvo dos holofotes, até por conta de sua desavença com o presidente da liga, Dana White. No entanto, o debute do ex-campeão do ONE não será nada fácil. Afinal de contas, Lawler é um dos maiores nocauteadores do Ultimate entres os meio-médios.

  • Belfort assina com ONE Championship, desafia Roy Jones Jr. e provoca Wanderlei Silva

    Belfort assina com ONE Championship, desafia Roy Jones Jr. e provoca Wanderlei Silva

    Vitor Belfort ainda não tem data para estrear no ONE Championship – Diego Ribas

    Após anunciar aposentadoria do UFC em 2018, Vitor Belfort resolveu voltar à atividade este ano, desta vez em outra companhia de MMA, o ONE Championship. A novidade foi revelada nesta quinta-feira (28), em Las Vegas (EUA), durante coletiva de imprensa da organização asiática de artes marciais mistas que contou com a presença do ex-campeão do Ultimate.

    A entrevista coletiva foi transmitida pelo canal do YouTube da organização, e contou com a presença de antigos nomes de destaque do UFC, como Demetrious Johnson e Eddie Alvarez, hoje atletas do ONE. Os ex-campeões dos pesos-moscas (57 kg) e leves (70 kg) do Ultimate, respectivamente, estão agendados para estrear na organização asiática no dia 31 de março, no Japão.

    Durante a coletiva de seu anúncio, Vitor se empolgou e mencionou três possíveis nomes que cruzariam seu caminho. A começar pot Roy Jones Jr., ex-boxeador com quem gostaria de travar um duelo com regras alteradas, onde golpes no clinche seriam permitidos. Além dele, Wanderlei e Anderson Silva foram mencionados para confrontos que, de acordo com o ‘Fenômeno’, garantiria atenção dos fãs.

    “Eu sou maluco. Enfrentaria Roy Jones Jr. e uma luta de boxe, mas com uma condição, se eu puder fazer ‘dirty boxing’. Seria uma luta boa. (…) (Wanderlei) Seria uma boa luta, mas ele teria que agir diferente, no ONE nós temos um código de honra. Ele teria que olhar sua boca um pouco mais (risos) E o Anderson Silva, trazer ele para lutar no ONE? Porque não? Tudo é possível”, se empolgou, diante dos risos dos fãs presentes na academia Xtreme Couture.

    Em seu último desafio no UFC, no último mês de maio, Vitor foi nocauteado por Lyoto Machida no segundo round e resolveu dar uma pausa na carreira. No entanto, a partir do segundo semestre de 2018, ele começou a dar indícios de que voltaria a lutar em outra organização de MMA e chegou a ser cogitado no Bellator. Em dezembro, ele causou euforia nos fãs redes ao confirmar nas redes sociais que retornaria à atividade em 2019.

    Além dele, outros antigos donos do cinturão do Ultimate deram as caras durante seu anúncio na nova organização. Foram Rich Franklin e Miesha Tate, hoje vice-presidentes do show sediado em Cingapura, e que tem como mandatário o tailandês Chatri Sityodtong.

    Aos 41 anos, Belfort acumulou, até então, 26 triunfos, 14 derrotas e uma luta sem resultado em sua trajetória como lutador profissional de MMA. O lutador carioca conquistou o título dos meio-pesados (93 kg) do UFC em 2004, após nocautear Randy Couture em menos de um minuto do primeiro round.

  • Jon Jones promete consciência tranquila após novo doping positivo

    Jon Jones encara Anthony Smith neste sábado, em Las Vegas – Diego Ribas

    Jon Jones é, de fato, um caso a ser estudado. Conforme relatou a Comissão Atlética de Nevada na última quinta-feira (28), o atleta voltou a ser flagrado em dois exames antidoping, o que não o fará ser punido uma vez que sua situação junto à entidade é tão única que o impede de ser penalizado novamente pelo mesmo erro: a ingestão da substância turinabol, realizada em 2017. E ao que parece, até mesmo o campeão dos meio-pesados (93 kg) parece disposto a se acostumar e ter seu nome atrelado com tamanha polêmica.

    Durante conversa com jornalistas durante o treino aberto realizado no Hotel Cassino MGM, ‘Bones’ garantiu que está confortável em saber que pessoas ao redor do mundo irão relacionar o seu sucesso no octógono com as substâncias encontradas nos exames. Para isso, ele precisou de livrar de qualquer sentimento de culpa ou vergonha pelo ocorrido.

    “Eu gostaria apenas que os fãs não lessem apenas os títulos e clicassem nos links e aprendessem sobre o que realmente aconteceu. Mas cheguei à uma posição livre completamente de qualquer vergonha. Não tenho vergonha. Eu disse muitas vezes que nunca fiz nada para ter qualquer tipo de vantagem esportiva”, afirmou, em tom sério e compenetrado.

    Como foi punido pelo flagra no exame antidoping em 2017, e de acordo com a USADA (Agência Antidoping Americana) é inocente quando acusado de ter feito qualquer outra ingestão de substância proibida, Jones pode lutar, embora seja monitorado intensamente não apenas pela USADA, mas também pela WADA e VADA.

    “Estou confortável com a ideia de que será algo que fará parte da minha carreira, e eu não sei por quanto tempo isso irá restar (no meu organismo)”, declarou, fazendo coro a Jeff Novitzky, vice presidente da saúde e performance do atleta que momentos antes havia falado com os jornalistas presentes em Las Vegas para defender a inocência do veterano.

    “O que me faz dormir bem de noite é saber que me submeti a todos os testes antidoping. Estou sendo testado por três  das maiores agências do mundo. Nunca evitei um exame, e agora eu sinto como … Quanto mais database (conhecimento) eles tiverem acessíveis, mas eles terão em isso ti4”, finalizou.

  • Colby Covington tenta roubar a cena em treino do UFC 235; veja

    Covington já é famoso por seus atos e declarações polêmicas – Diego Ribas

    Nesta quinta-feira (28), uma cena para lá de inusitada chamou a atenção durante os tradicionais treinos abertos dos atletas do Ultimate. Tudo ia como manda o figurino, até que Colby Covington tentou roubar a cena. O falastrão surgiu de forma repentina nas dependência do Hotel ‘Cassino MGM’ em Las Vegas (EUA). Com o cinturão do UFC no ombro e um megafone na mão, o meio-médio (77 kg) fez de tudo para ser notado, mas sem muito sucesso.

    O atleta surgiu no meio da legião de torcedores presentes no hotel e tentou provocar Kamaru Usman – que se aquecia para o treino – com xingamentos. Além disso, com a língua mais afiada do que nunca, Colby se declarou o campeão real da categoria até 77 kg do Ultimate. As declarações arrancaram risos da torcida e algumas palmas de fãs mais entusiasmados, mas nada que surtisse um grande efeito.

    Ao perceber que os gritos não garantiram a comoção esperada nos fãs e muito menos em Usman – que o ignorou -, Covington deixou o ambiente com a habitual marra de sempre. O atleta chegou a integrar o posto de campeão interino da divisão, mas teve seu cinturão destituído pela organização após um longo período de inatividade.

    Colby é o atual número 1 do ranking entre os meio-médios e possível próximo desafiante ao cinturão – que hoje pertence a Tyron Woodley. Além do confronto entre o atual campeão e Kamaru Usman, o UFC 235 traz outra disputa de título. Jon Jones defende seu reinado nos meio-pesados (93 kg) contra Anthony Smith.

  • Jon Jones reprova em novo antidoping, mas é liberado para competir no UFC 235; entenda

    Jon Jones teve, de novo, dois testes positivos para substâncias proibidas- Diego Ribas

    Mais uma vez, exames no corpo de Jon Jones revelaram a presença de substâncias proibidas pela USADA (agência antidoping americana). Assim como aconteceu antes do UFC 232, evento no qual retornou ao MMA depois de uma suspensão por doping, e em um teste posterior ao show, foram encontrados metabólitos de turinabol. A nova detecção, entretanto, não impedirá ‘Bones’ de lutar neste sábado (2) contra Anthony Smith.

    A manutenção de Jones no card se dá pelo mesmo motivo que no UFC 232: segundo a USADA, a Comissão Atlética do Estado de Nevada e o UFC, tratam-se de resquícios da substância usada pelo campeão dos meio-pesados (93 kg) na ocasião de sua suspensão em 2017. Deste modo, usando uma conhecida analogia jurídica, ele não poderia ser punido duas vezes pelo mesmo fato.

    A NSAC divulgou um relatório no qual detalha o processo de testes ao qual Jon foi submetido neste mês. Segundo o documento, avalizado pelo Laboratório de Medicina Esportiva e Pesquisa (SMRTL), foram seis exames: o primeiro, da USADA, em 1º de fevereiro, não detectou substâncias proibidas. O mesmo aconteceu na coleta seguinte, realizada pela VADA (Agência Voluntária Antidoping), no dia 9.

    Os dois testes que encontraram picogramas do metabólito M3 no corpo de Jones foram feitos nos dias 14 e 15 deste mês, ambos pela NSAC. Jeff Novitzky, vice-presidente de Saúde e Performance do UFC, concedeu entrevista coletiva da qual a Ag. Fight participou nesta quinta-feira (28), em Las Vegas (EUA), e comentou o caso.

    “Aqui estamos de novo. Novamente tivemos níveis baixos do metabólito M3 no Jon Jones. Isso não vai afetar a luta no sábado. Estava falando no telefone com Andy Foster, diretores da (Comissão Atlética) do Estado da Califórnia, seus advogados, conversei com o UFC. Todos nós concordamos que não é interessante que essa substância apareça toda vez que Jones lute. No entanto, baseado na quantidade de testes antidoping a que ele foi submetido nos últimos dois meses, esses recentes resultados positivos de níveis baixos são a melhor evidência do que os especialistas tentam nos explicar. Que, na verdade, não há reutilização dessas substâncias, assim como não há ganho de performance”, afirmou.

    “Agora temos dois testes com baixíssimos níveis de picograma positivo, e também dois testes que deram negativo em cerca de uma semana e meia. Se houvesse reutilização dessa substância proibida, seria notado, porque haveriam metabólitos de curto e médio prazo”, explicou o dirigente.

    Questionado pelos jornalistas presentes, Novitzky declarou que não sabe até quando o metabólito da substância proibida será encontrado nos testes antidoping realizados em Jones. Segundo ele, apesar da convicção de que Jon não fez novos usos do turinabol, ainda não há uma explicação cabal do porquê de os exames ainda darem positivo.

    “Essa é a pergunta de 1 milhão de dólares. Acho que nem a ciência sabe projetar atualmente. Mas, novamente, Jones não é o único atleta que já passou por essa situação, nem mesmo o primeiro no UFC”, encerrou.

    Jon enfrenta Anthony Smith na luta principal do UFC 235, que acontece em Las Vegas (EUA), neste sábado. No ‘co-main event’, Tyron Woodley defende seu cinturão meio-médio (77 kg) diante de Kamaru Usman. O evento, que terá transmissão do canal ‘Combate’, tem início às 20h30, no horário de Brasília. O card principal está previsto para começar à meia-noite.

  • Matt Hughes nega agressão: “Estão tentando se livrar de mim”

    Matt Hughes nega agressão: “Estão tentando se livrar de mim”

    Acusado de agredir a esposa e ameaçar seu irmão gêmeo, Matt Hughes, ex-campeão do UFC, tornou-se assunto nas páginas policiais nos últimos dias. Até que o caso seja investigado e uma conclusão seja decretada, o veterano do octógono não pode chegar a uma distância menor do que 150 metros das supostas vítimas, o que parece ter incomodado o atleta.

    Com um dano cerebral permanente desde que seu carro colidiu com um trem, em junho de 2017, Hughes sofre com limitações físicas que, de acordo com seu mais recente relato (veja abaixo ou clique aqui), fazem com que se sinta um fardo para a família. O desabafo do membro do Hall da Fama do UFC foi feito por meio de suas contas em redes sociais.

    “Desde o meu acidente de trem, em junho de 2017, minha vida vem mudando bastante. Alguns dias têm sido um verdadeiro inferno. (…) Eu não sou a mesma pessoa desde o acidente, mas todo dia eu tento ser normal conforme uma pessoa com dano cerebral pode ser”, afirmou, antes de “perdoar” a quem o teria feito mal.

    “Infelizmente, meu casamento não estava perfeito fazia muito tempo antes do acidente. Mas NUNCA, NUNCA e NUNCA teria eu agredido fisicamente esses que eu mais quero bem. Não guardo mágoas daqueles que estão tentando me machucar e me pintar para ser um monstro através dessas falsas acusações. Entendo que eles estão apenas fazendo o que precisam para me tirar de suas vidas para sempre”, lamentou em carta compartilhada e curtida por seus fãs.

    https://www.instagram.com/p/BuZxasSBjQ8/

  • Confiante! Kamaru Usman revela como deve conquistar cinturão do UFC

    Kamaru Usman está invicto no UFC, com nove vitórias – Diego Ribas

    Kamaru Usman voltará ao octógono do UFC no próximo sábado (2), quando terá a luta mais importante da sua carreira. Em Las Vegas (EUA), o nigeriano disputará o cinturão dos meio-médios (77 kg) contra Tyron Woodley, lutador conhecido como um dos melhores wrestlers da organização. Apesar disso, ‘The Nigerian Nightmare” garante que não só é melhor que T-Wood na modalidade conhecida como ‘luta olímpica’, como também se considera o atleta de MMA mais completo da organização.

    Em conversa com jornalistas durante o media day dessa quarta-feira (27) – que contou com a presença da Ag. Fight –, Usman apontou a si mesmo como o lutador que melhor consegue conciliar as diversas modalidades de combate presentes no MMA. Deste modo, ele prevê que o seu jogo equilibrado será o principal trunfo contra Woodley, que não sabe o que é uma derrota no UFC há mais de quatro anos.

    “Sei que não sou o melhor striker do mundo, que não sou o melhor grappler, nem wrestler. Mas, misturando tudo isso, atualmente, eu sou melhor do que ele (Woodley), com certeza. Então, veremos sábado à noite. (…) Isso não é uma luta de taekwondo, ou de wrestling”, explicou.

    “Até mesmo no wrestling, provavelmente, eu daria uma surra nele. Mas isso é MMA. Por isso que eu escolhi esse esporte: você tem que ter a habilidade de misturar tudo, usar todas as armas que você tem para sair vitorioso. E isso eu faço melhor do que qualquer um hoje em dia”, completou.

    Durante a entrevista, Kamaru recordou do último revés de Woodley, contra Rory McDonald, em junho de 2014. Na ocasião, o lutador canadense derrotou T-Wood por decisão unânime dos jurados presentes em Vancouver (CAN). E, de acordo com Usman, o algoz do atual campeão meio-médio conquistou a vitória por ter características similares às suas.

    “Bem, todos os outros caras que tinham algo especificamente bom, venceram ele? Absolutamente não. Você consegue dizer algo que o Rory McDonald faz especificamente bem? Ele faz tudo muito bem, e deu uma surra nele (Woodley)”, recordou.

    “Então, não tenho com o que me preocupar. Não vou virar e dizer: ‘Sou o melhor wrestler do mundo’. Não, sou honesto comigo mesmo, e acho que é assim que você deve agir para se tornar campeão”, concluiu.

    Aos 31 anos, Usman está invicto no UFC, com nove vitórias. Já ao longo da carreira profissional no MMA, ‘The Nigerian Nightmare’ somou, até então, 14 triunfos e apenas uma derrota. Já Woodley, acumula um cartel de 19 vitórias, três reveses e um empate.

     

  • Nova oponente! Poliana Botelho enfrenta Lauren Mueller no UFC 236

    Nova oponente! Poliana Botelho enfrenta Lauren Mueller no UFC 236

    Poliana Botelho não ficou muito tempo sem adversária para sua próxima luta. Depois de Paige VanZant ser retirada do combate, a brasileira anunciou, nesta quinta-feira (28), que vai enfrentar Lauren Mueller no UFC 236, dia 13 de abril.

    A Ag Fight revelou, na última terça-feira (26), que o UFC desistiu de colocar Paige contra Botelho e agendou a americana para um novo duelo, contra Montana de la Rosa. A mineira, entretanto, logo ganhou uma nova oponente e avisou isso por meio do Instagram (veja abaixo ou clique aqui). “Se inicia mais um ciclo na minha carreira: fechamos a primeira luta na minha categoria real, peso mosca, voltarei mais forte para representar nosso país”, escreveu.

    Mueller chegou ao UFC após vencer Kelly McGill-Velasco em um episódio do ‘Contender Series’, programa do UFC que revela novos atletas para seu plantel. Em abril de 2018, a lutadora de 27 anos derrotou Shana Dobson por decisão, mas, sete meses depois, sofreu a primeira derrota em seis confrontos na carreira. Yanan Wu, sua adversária em novembro do ano passado, finalizou Lauren ainda no round inicial do combate.

    Poliana, por sua vez, vai tentar voltar à coluna das vitórias após ser finalizada por Cynthia Calvillo no UFC Argentina, três meses atrás. Antes, ela havia estreado com vitória sobre Pearl Gonzalez e conseguiu um nocaute avassalador sobre Syuri Kondo. Botelho tem sete triunfos e dois reveses como profissional.

    https://www.instagram.com/p/BubecZmn-CN/

  • Desafeto de Dana White afirma que dirigente só tem a ganhar com sua estreia; entenda

    Ben Askren é ex-campeão dos meio-médios do ONE e do Bellator – Diego Ribas

    Ben Askren chegou ao UFC no final de 2018, após uma troca histórica entre organizações, que também levou Demetrious Johnson ao ONE. Apesar de ter assinado contrato há aproximadamente quatro meses, o americano só vai estrear no show do próximo sábado (2), quando enfrentará Robbie Lawler, em Las Vegas (EUA). E, independentemente do resultado do confronto, ‘Funky’ apontou que Dana White – presidente do Ultimate e antigo desafeto do lutador – só terá a ganhar com o duelo, tanto se ele ganhar, quanto se perder.

    Em entrevista coletiva durante o media day dessa quarta-feira (27), que contou com a presença da Ag Fight, o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do Bellator e do ONE projetou que figurará entre os principais atletas da organização em caso de vitória. Isso porque Lawler é o antigo detentor do cinturão da categoria e atualmente ocupa o sexto lugar no ranking. Deste modo, um triunfo de Ben provavelmente colocaria o lutador no top 10 da divisão.

    “Acho que é um ótimo negócio para ele (Dana White). Se eu for espancado, ele terá um sorriso no rosto porque eu levei uma surra. Se eu ganhar, eu viro uma grande estrela imediatamente, o que não é ruim para ele também. Então, essa luta é garantia de algo bom para ele, foi inteligente da parte dele escalar”, explicou.

    Robbie conquistou o cinturão do UFC em 2014, após bater Johny Hendricks. Depois disso, defendeu o título com sucesso em duas oportunidades, antes de sucumbir diante do atual campeão, Tyron Woodley. Por esse feito, Askren elegeu o americano como um bom adversário e já previu quem pretende enfrentar em seu próximo desafio.

    “Lawler é um grande lutador, as pessoas amam ele, é um grande negócio. Se teriam lutas que me agradariam mais? Se essa é a pergunta, sim, teriam. Mas do ponto de vista técnico e de popularidade, ele está no topo, fica cada vez melhor, tem uma grande história e é bem popular. Então acho que posso usar isso a meu favor. (…) Vou lutar contra Jorge Masvidal ou Darren Till. O vencedor desse combate”, projetou.

    Aos 34 anos, Askren chegou ao UFC em outubro de 2018, após ficar mais de um ano afastado dos combates. Na ocasião, o ex-campeão dos pesos-moscas (57 kg) Demetrious Johnson deixou o Ultimate rumo ao ONE Championship, para que ‘Funky’ fizesse o caminho inverso. Ao longo da carreira profissional no MMA, Ben somou, até o momento, um cartel invicto com 18 vitórias e uma luta sem resultado.