Blog

  • Jon Jones responde provocação de Adesanya: “Vou fazer você me chamar de papai”

    Jon Jones é apontado por muitos como o melhor lutador da história – Diego Ribas

    Recentemente, como diz o ditador popular, Israel Adesanya ‘cutucou a onça com vara curta’. E, poucos dias depois, a onça, ou melhor, Jon Jones retrucou a provocação. Após ser alfinetado pelo nigeriano, ‘Bones’ respondeu à altura. Direto ao ponto, o campeão meio-pesado (93 kg) do UFC usou suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui) para colocar a sensação dos pesos-médios (84 kg) em seu devido lugar.

    ‘The StyleBender’, como é conhecido, usou sua vitória sobre Anderson Silva para tentar de alguma forma alfinetar ‘Bones’. Afinal de contas, assim como Jones é apontado hoje como ‘GOAT (melhor de todos os tempos em inglês), o brasileiro também foi da mesma forma quando estava em seu auge técnico e físico.

    “Se você acha que matou o Anderson de 44 anos, está enganado. Não sei bem que luta que você anda assistindo por aí. Você venceu o GOAT lendário, agora venha tentar a sorte com o rei da selva. Vou fazer você me chamar de papai por volta do terceiro (round)”, ironizou Jon, em declaração em sua conta no Twitter.

    Apesar de trocarem farpas, ambos atletas já possuem compromissos marcados contra outros adversários. Israel disputa o cinturão interino dos médios contra Kelvin Gastelum neste sábado (13), enquanto Jones defende seu reinado na divisão até 93 kg contra o brasileiro Thiago ‘Marreta’, no dia 6 de julho.

  • Integrante do ‘Hall da Fama’ do UFC critica Dillashaw: “Trapaceiro desgraçado”

    Integrante do ‘Hall da Fama’ do UFC critica Dillashaw: “Trapaceiro desgraçado”

    Matt Serra foi introduzido no ‘Hall da Fama’ do Ultimate em julho de 2018 – Diego Ribas

    Matt Serra criticou duramente TJ Dillashaw após o ex-campeão dos pesos-galos (61 kg) do UFC ter sido condenado a dois anos de suspensão por falhar em exame antidoping. De acordo com o integrante do ‘Hall da Fama’ do Ultimate, o uso de substâncias proibidas pode ter influenciado nas vitórias do californiano. Deste modo, o agora treinador apontou que as consequências disso nas carreiras dos atletas superados por TJ podem ser irreversíveis.

    Em entrevista ao podcast ‘UFC Unfiltered’, Serra utilizou Cody Garbrandt – que estava invicto na carreira profissional no MMA antes de enfrentar Dillashaw – como exemplo. Em 2017, TJ tomou o cinturão do rival que, desde então, não conseguiu reencontrar o caminho das vitórias. Com três derrotas consecutivas, o atleta da ‘Team Alpha Male’ saiu do topo do ranking para a modesta sexta posição na lista. E, segundo Matt, caso o californiano estivesse ‘limpo’, a história poderia ter sido diferente.

    “Eu realmente sinto por Cody. Eu sinto – porque naquela primeira luta, na primeira, ele machucou (Dillashaw) também. Ele quase acabou com ele. Talvez essa ligeira vantagem fosse porque ele é um trapaceiro desgraçado. (…) Cody Garbrandt – quem sabe das consequências disso para o resto de sua carreira? O que fazer sobre isso, T.J.? Quais as consequências para a carreira deste garoto de ter sido derrotado duas vezes por um trapaceiro desgraçado?”, questionou, antes de continuar o desabafo contra o ex-campeão dos galos.

    “Ele (Garbrandt) pode não ter mais tanto tempo de carreira, então ele pode não ter mais tantas opções para conseguir o dinheiro que ele teria ganho. Isso soa dramático, mas essa é a m**** da verdade. Então, vai se f****, T.J. Isso é uma m****. Isso é nojento. Nada do que eu disser será suficiente. Todo mundo que já foi derrotado por ele deve estar furioso e, ao mesmo tempo, olhando para si mesmo e dizendo: ‘Tudo bem. Agora faz sentido”, completou.

    Aos 27 anos, Cody conquistou o cinturão do UFC em 2016, após bater Dominick Cruz. Entretanto, ele perdeu o título em sua primeira defesa do título, contra Dillashaw. Depois disso, teve uma nova chance de reaver o posto, mas sucumbiu novamente diante de TJ. Ao longo da carreira profissional como atleta de MMA, Garbrandt somou 11 triunfos e três derrotas – a última delas para Pedro Munhoz, em março.

  • Só com nomes ‘novos’, disputas de cinturões interinos agitam UFC 236

    Só com nomes ‘novos’, disputas de cinturões interinos agitam UFC 236

    Kelvin Gastelum não entrou em ação no card da Austrália – Jon Roberts/ Ag Fight

    O UFC 236, que será realizado neste sábado (13), terá duas disputas de títulos interinos: uma nos leves (70 kg) e outra nos médios (84 kg). Mas o fato de não se tratarem de cinturões ‘de primeira linha’ não faz do evento menor. Isso porque as duas lutas principais colocam frente a frente novos nomes das suas categorias, o que garante o surgimento de desafiantes inéditos.

    Campeão dos pesos-penas (66 kg), Max Holloway vai em busca de seu segundo cinturão, agora na categoria de cima. Ele enfrenta Dustin Poirier, que assegurou vaga no combate após vencer três adversários duros em sequência: Anthony Pettis, Justin Gaethje e Eddie Alvarez. Os dois prometem fazer um duelo majoritariamente disputado em pé, no qual vão se opor a técnica de Max e a potência dos golpes de ‘Diamond’. Quem triunfar no confronto vai ganhar, além do título, a primazia de enfrentar Khabib Nurmagomedov, campeão linear.

    Nos médios, também haverá sangue novo na futura disputa com o campeão Robert Whittaker. No UFC 236, medem forças Israel Adesanya e Kelvin Gastelum. Este último alcança ao ápice da carreira até o momento, tendo emendado vitórias sobre Michael Bisping e Ronaldo ‘Jacaré’. O nigeriano, por sua vez, chega invicto para o confronto, com 16 vitórias em 16 lutas.

    No Ultimate, ‘The Last Stylebender’ tem cinco triunfos, o mais recente deles contra Anderson Silva, em fevereiro. E todas essas cinco lutas aconteceram no espaço de um ano – o que, na hipótese de Israel ganhar o título, pode animar os fãs sedentos por lutas. Afinal, o atual campeão linear, Robert Whittaker, só fez um combate depois de conquistar o cinturão em 2017.

    Há três brasileiros no card, e dois deles se enfrentam. Em um confronto importante para o futuro de ambos no peso-mosca (57 kg), Wilson Reis mede forças contra Alexandre Pantoja. Na atual conjuntura da divisão, em que atletas são cortados do UFC quase inexplicavelmente, uma derrota pode ser fatal até mesmo para Pantoja, que venceu seus dois últimos duelos.

    Também no card preliminar, Poliana Botelho estreia no peso-mosca (57 kg) contra Lauren Mueller. A brasileira, que contou à Ag. Fight estar se sentindo muito mais saudável na categoria de cima, tentará voltar às vitórias em Atlanta (EUA). Em sua última luta como peso-palha (52 kg), ela foi finalizada por Cynthia Calvillo.

    O UFC 236 vai começar às 20h30 de Brasília, com transmissão do canal ‘Combate’. O card principal, com cinco lutas, está previsto para começar à meia-noite.

    Confira o card completo do UFC 236:

    Card principal
    Leve (70 kg) | Max Holloway vs. Dustin Poirier
    Médio (84 kg) | Kelvin Gastelum vs. Israel Adesanya
    Meio-pesado (93 kg) | Eryk Anders vs. Khalil Rountree
    Meio-médio (77 kg) | Alan Jouban vs. Dwight Grant
    Meio-pesado (93 kg) | Ovince Saint Preux vs. Nikita Krylov

    Card preliminar
    Leve (70 kg) | Jalin Turner vs. Matt Frevola
    Mosca (57 kg) | Wilson Reis vs. Alexandre Pantoja
    Meio-médio (77 kg) | Max Griffin vs. Zelim Imadaev
    Galo (61 kg) | Boston Salmon vs. Khalid Taha
    Meio-médio (77 kg) | Curtis Millender vs. Belal Muhammad
    Galo (61 kg) | Montel Jackson vs. Andre Soukhamthath
    Mosca feminino (57 kg) | Lauren Mueller vs. Poliana Botelho
    Galo (61 kg) | Brandon Davis vs. Randy Costa

  • Ex-campeão do UFC, TJ Dillashaw assume erro por doping e isenta equipe

    TJ Dillashaw foi campeão dos pesos-galos do UFC em duas oportunidades – Dan Wainer

    Ex-campeão dos pesos-galos (61 kg) do UFC, TJ Dillashaw finalmente se manifestou publicamente nesta sexta-feira (12) sobre o flagra no exame antidoping que lhe custou o cinturão. E, sem rodeios, o atleta assumiu ter cometido um erro e pediu desculpas aos familiares, fãs e parceiros de treinos por sua conduta que o deixará afastado dos octógonos por dois anos.

    No relato, publicado em vídeo em suas contas nas redes sociais (confira abaixo ou clique aqui), TJ aparece cabisbaixo e emotivo, fazendo questão de isentar de culpa qualquer pessoa que tenha participado de seu treinamento para o duelo contra Henry Cejudo, realizado em janeiro deste ano.

    “Eu estraguei tudo, e estou atravessando um momento difícil para me perdoar. E eu devo ter esse tempo difícil. Aceito as críticas que estou recebendo. O que me faz me sentir mal é sobre meus treinadores, parceiros de equipe e minha família. Eles não tiveram envolvimento nenhum nisso e sinto muito por eles”, narrou, no início do vídeo, com o ombro direito imobilizado devido a uma recente cirurgia.

    “Tenho um filho de 15 meses. Quero ser um grande exemplo para ele. Tenho que ter responsabilidade pelo que fiz., aceitar as penalidades por isso. Vou sentar pelos próximos dois anos”, analisou.

    Impossibilitado de competir até janeiro de 2021, Dillashaw foi flagrado pelo uso de EPO, uma droga que ficou famosa por ter sido utilizada pelo ciclista americano Lance Armstrong e que garante ao competidor aumento de sua resistência e capacidade física.

     

    View this post on Instagram

     

    A post shared by tjdillashaw (@tjdillashaw) on

  • Rafael dos Anjos revela que tentou negociar luta com Nick Diaz no UFC

    Rafael dos Anjos tenta se recuperar após sofrer duas derrotas consecutivas no UFC – Diego Ribas

    Rafael Dos Anjos terá Kevin Lee como próximo desafio dentro do Ultimate, mas ‘The Motown Phenom’, como é conhecido, não era a primeira opção do brasileiro como adversário. Durante a entrevista coletiva neta sexta-feira (12) do UFC 236, em Atlanta (EUA), o ex-campeão peso-leve (70 kg) revelou que tentou negociar com outros rivais, e um deles foi o polêmico Nick Diaz.

    O brasileiro, inclusive, já venceu o irmão de Nick, Nate Diaz, em 2014, quando ainda atuava como peso-leve. Agora nos meio-médios (77 kg), Dos Anjos dará as boas-vindas à Kevin Lee, que subiu de divisão e fará sua estreia na categoria. O duelo pode marcar o retorno de Rafael à coluna das vitórias na maior organização de MMA do planeta.

    “Estávamos tentando conseguir opções diferentes, lutas diferentes para meu próximo combate, mas nenhuma delas foi para frente. Estávamos negociando com Nick Diaz, Masvidal… O Masvidal vai lutar com o Ben (Askren) agora, e a luta com o Nick Diaz não deu certo”, afirmou, antes de enaltecer o potencial de seu próximo adversário.

    “Kevin Lee é um cara que estava no top 5 dos pesos-leves. O Sean (Shelby, matchmaker do UFC) me disse que precisaria escalar uma luta que fizesse sentido para mim. Venho de duas derrotas seguidas, mas só tive duas derrotas nessa divisão, para o campeão e para o campeão interino. Kevin Lee está subindo, ele é um cara duro, tenho certeza que ele vai vir com tudo, vai ser uma luta boa”, revelou o carioca.

    O confronto contra Kevin será a luta principal do UFC Rochester, agendado para o dia 18 de maio. Rafael e Lee tentam se recuperar dos resultados negativos de seus últimos compromissos contra Kamaru Usman e Al Iaquinta, respectivamente.

  • Árbitro do UFC se defende de possível intervenção precipitada em duelo

    Árbitro do UFC se defende de possível intervenção precipitada em duelo

    Herb Dean é um dos árbitros mais condecorados do universo do MMA – Leandro Bernardes

    Após Herb Dean ter sido acusado por Dana White, presidente do UFC, de ter se equivocado no duelo que culminou com a vitória de Ben Askren sobre Robbie Lawler , ele resolveu se justificar. Em entrevista ao podcast ‘The Joe Rogan Experience’ nessa quarta-feira (10), o árbitro ressaltou que a sua intervenção ocorreu para proteger a integridade física do lutador e que não vê o que poderia ter feito de diferente.

    De acordo com transcrição do site ‘MMA Fighting’, Dean argumentou que durante o duelo do dia 2 de março, em Las Vegas (EUA), Lawler perdeu as forças ao ser estrangulado por Askren e, por isso, ele deixou de se defender. Deste modo, o árbitro tomou a rápida decisão de intervir ainda no primeiro round. No entanto, assim que Herb separou os atletas, Robbie levantou rapidamente e questionou sua atitude – que foi, inclusive, vaiada pelo público presente na ‘T-Mobile Arena’.

    “Qualquer situação em que há um estrangulamento no qual há pressão no pescoço e estão torcendo a coluna cervical para trás daquela maneira, é uma situação difícil para mim. Então, eu vejo alguém amolecer e sei que em cima dele já não está colocando tensão em seu pescoço, e seu pescoço está apenas sendo torcido. Não consigo enxergar o que eu deveria ter feito algo diferente daquilo. (…) Ele (Lawler) não se movia, estava atormentado, eu não sei o que estava acontecendo. Ele não podia se mover, estava apavorado, eu estava apavorado e, em seguida, ele meio que voltou”, ressaltou o juiz.

    Herb é um dos árbitros mais condecorados das artes marciais mistas. Só no ‘MMA Awards’, premiação apelidada de Oscar do MMA, ele já ganhou cinco vezes o prêmio de melhor do ano. E, apesar de Dean tentar justificar o contrário, a rápida reação de Lawler leva a crer que a intervenção foi realmente equivocada, o que demonstra que até mesmo os mais renomados profissionais estão sujeitos a erros.

  • Comunicado contesta acusações contra BJ Penn: “Enganosas, dolorosas e falsas”

    Comunicado contesta acusações contra BJ Penn: “Enganosas, dolorosas e falsas”

    BJ Penn foi campeão do UFC em duas categorias de peso diferentes – Diego Ribas

    O ex-campeão do UFC, BJ Penn resolveu se manifestar após ser acusado de violência doméstica pela ex-mulher, Shealen Uaiwa. Por meio de comunicado divulgado nessa quinta-feira (11), a assessoria do antigo detentor dos títulos dos pesos-leves (70 kg) e dos meio-médios (77 kg) do Ultimate denominou o processo ao qual o atleta responde como “altamente contestável”. Além disso, a nota descreveu as acusações da mãe dos filhos do lutador como “enganosas, dolorosas e falsas”.

    No comunicado divulgado por meio do site ‘BJPenn.com’, a equipe do lutador também pede que os fãs e a imprensa respeitem a privacidade da família. Em outubro do ano passado, Shealen obteve uma ordem de restrição e outra de proteção – que, após efetivadas, expiram apenas em outubro de 2021 – ao denunciar abusos físicos e verbais do ex-campeão do UFC para o Tribunal do Havaí. Com isso, o veterano do MMA foi obrigado a se manter a pelo menos 30 metros de distância de Uaiwa e evitar contato com a vítima.

    “BJ está em um caso altamente contestável de custódia de crianças envolvendo as suas duas filhas pequenas. Na ordem de proteção foram feitas acusações graves contra BJ. As alegações são tão enganosas, dolorosas e falsas que qualquer outro comentário feito por BJ ou sobre BJ iria causar ainda mais danos para o bem-estar de seus filhos e potencialmente inflamariam ainda mais os processos de custódia pendentes. BJ e sua família pedem que respeitem a privacidade deles neste momento tão difícil”, relatou o comunicado.

    As ordens de restrição e proteção também dificultaram que BJ Penn tivesse contato com os filhos. No entanto, de acordo com o site ‘MMA Junkie’, passadas algumas semanas da imposição das medidas, foi permitido que o lutador fizesse visitas supervisionadas às crianças e que tivesse contato com sua ex-companheira com o intermédio de advogados.

    Aos 40 anos, BJ Penn está escalado para enfrentar Clay Guida no UFC Rio, agendado para o dia 11 de maio. O veterano conquistou o cinturão dos meio-médios em 2004 e o dos leves em 2008 e, com isso, entrou para o seleto rol de atletas que conquistaram títulos em mais de uma categoria do Ultimate.

  • Estrelas do UFC 236 vencem a balança e garantem disputas de cinturão em Atlanta

    A pesagem oficial do UFC 236 correu como manda o figurino e, apesar da demora de um ou outro atleta que precisaram usar quase a totalidade das duas horas reservadas para a conferência dos quilos, todos venceram a balança nesta sexta-feira (12) e avançaram para card programado para este sábado na cidade de Atlanta (EUA).

    E o destaque ficou por conta de Max Holloway, campeão dos pesos-penas (66 kg) que estreia na divisão dos leves (70 kg) disputando o cinturão interino contra Dustin Poirier. Aparentemente tranquilo com os quilos extras que não precisou cortar, o havaiano ainda mandou um recado aos críticos e pediu silêncio com o dedo junto á boca.

    Postura diferente dos brasileiros Wilson Reis, Alexandre Pantoja e Poliana Botelho, que subiram na balança sorridentes para confirmarem suas marcas. A atleta da Nova União, por sinal, fará sua primeira apresentação como peso-mosca (57 kg) no UFC, o que deve ser a grande razão de seu sorriso. Afinal, depois de anos sofrendo para bater os 52 kg dos palhas, a atleta finalmente resolveu dar um descanso ou seu corpo.

    Demais estrelas principais do evento, Dustin Poirier, com 70,1 kg, e Kelvin Gastelum e Israel Adesanya, com 83,5 kg e 83 kg, garantiram a realização das duas disputas de título interino que comandarão o card no ginásio ‘State Farm Arena’.

    Confira o resultado da pesagem do UFC 236:

    Peso-pena (66 kg): Max Holloway (70,3 kg) vs. Dustin Poirier (70,1 kg)

    Peso-médio (84 kg): Kelvin Gastelum (83,5 kg) vs. Israel Adesanya (83 kg)

    Meio-pesado (93 kg): Eryk Anders (93 kg) vs. Khalil Rountree (93.6 kg)

    Meio-médio (77 kg): Dwight Grant (77, 6 kg) vs. Alan Jouban (77,6 kg)

    Meio-pesado (93 kg): Nikita Krylov (93 kg) vs. Ovince Saint Preux (93.6 kg)

    Peso-leve (70 kg): Matt Frevola (70,8 kg) vs. Jalin Turner (70,8 kg)

    Peso-mosca (57 kg): Alexandre Pantoja (56,9 kg) vs. Wilson Reis (57,2 kg)

    Meio-médio (77 kg): Max Griffin (77,3 kg) vs. Zelim Imadaev (77, 6 kg)

    Peso-galo (61 kg): Boston Salmon (61,5 kg) vs. Khalid Taha (61,8 kg)

    Meio-médio (77 kg): Curtis Millender (77,3 kg) vs. Belal Muhammad (77,6 kg)

    Peso-galo (61 kg): Montel Jackson (61,7 kg) vs. Andre Soukhamthath (61,7 kg)

    Peso-mosca (57 kg): Poliana Botelho (56,7 kg) vs. Lauren Mueller (57.2 kg)

    Peso-galo (61 kg): Randy Costa (61,2 kg) vs. Brandon Davis (61,7 kg)

  • Holloway projeta enfrentar Khabib em busca do topo do ranking peso-por-peso

    Max Holloway é o atual campeão dos pesos-penas (66 kg) do Ultimate – Reprodução/Youtube

    Max Holloway volta ao octógono neste sábado (13) em busca do seu segundo cinturão do UFC. Atual campeão dos pesos-penas (66 kg), o americano disputará o título interino dos leves (70 kg) contra Dustin Poirier em Atlanta (EUA). E, caso obtenha êxito, o americano vislumbra enfrentar Khabib Nurmagomedov a seguir, em busca do topo do ranking peso-por-peso do Ultimate.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’ nessa quinta-feira (11), Holloway colocou o campeão dos pesos-leves como o atleta a ser batido. Invicto na carreira profissional no MMA, o russo atualmente ocupa o terceiro lugar no ranking peso-por-peso do UFC, abaixo apenas de Daniel Cormier e Jon Jones. Deste modo, Max projeta tomar o cinturão de Khabib para provar que merece figurar no topo da lista dos melhores lutadores de todas as categorias do Ultimate.

    “Esse cara (Poirier) não é igual a mim. Não estou indo lá para lutar com alguém igual a mim. Estou indo lá para fazer vocês coçarem a cabeça. (…) Quando eu penso em ser o cara em primeiro lugar no ranking peso-por-peso, penso em dominância. (…) Todo mundo continua dizendo que (Khabib) é o cara, o cara em primeiro lugar no ranking peso-por-peso. No ranking, ele aparece bem na minha frente, mas o mundo inteiro parece pensar que ele é o mais dominante. Quando se fala de peso-por-peso, para mim, é o cara mais dominante. Ele mal perde um round, e isso é o peso-por-peso. Se ele é o cara, me escalem (para enfrentá-lo)”, destacou.

    Com cartel de 27 vitórias consecutivas como atleta profissional de MMA, Khabib atualmente cumpre suspensão por ter iniciado a briga generalizada no UFC 229, em outubro de 2018. Na ocasião, após finalizar Conor McGregor, ele pulou a grade de proteção do octógono e partiu para cima dos companheiros de equipe do irlandês. Com a punição, ele só poderá voltar a competir pelo Ultimate em julho deste ano.

    Já Holloway, não sabe o que é uma derrota no UFC desde 2013, quando sucumbiu diante de McGregor. Desde então, o americano emendou 13 vitórias consecutivas no Ultimate, e alcançou um cartel profissional de 20 triunfos e três reveses como lutador de artes marciais mistas.

  • Israel Adesanya usa vitória sobre Spider para provocar Jon Jones; entenda

    Adesanya se mantém invicto no MMA após 16 combates realizados – Jon Roberts/ Ag Fight

    Israel Adesanya está prestes a disputar o cinturão interino dos pesos-médios (84 kg) mas, por incrível que pareça, a sensação do Ultimate já está de olho em objetivos mais ousados para sua carreira. Na última quinta-feira (11), o nigeriano invicto no MMA alfinetou nada menos do que o atual campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC: Jon Jones.

    E, para atingir ‘Bones’, Israel usou o resultado de seu último combate como profissional – quando venceu Anderson Silva por decisão unânime. O brasileiro, em seu auge, era apontado como o melhor lutador de todos os tempos, assim como Jones é visto atualmente. E na opinião de ‘The Last StyleBender’, ele pode conseguir alcançar a façanha de derrotar dois ‘GOAT’s’ (melhor de todos os tempos, em inglês) diferentes.

    “É uma luta (contra Jones) que me entusiasma, me faz sentir algo diferente. Eu gosto de desafios, ele é o GOAT agora, certo? Eu já matei um GOAT, e agora vou para pegar o próximo. Mas vou focar nesse fim de semana, nos peso-médios, sobre isso falamos mais para frente”, provocou o jovem atleta de 29 anos em entrevista ao site ‘TMZ Sports’.

    Em declaração ao mesmo portal, Jones também já projetou um duelo contra Adesanya no futuro. Portanto, parece ser questão de tempo para esse combate que promete ser bastante movimentado sair do papel. No entanto, Israel tem de focar no presente, já que neste sábado ele enfrenta Kelvin Gastelum no ‘co-main event’ do UFC 236. Os pesos-médios medem forças na cidade de Atlanta (EUA) uma disputa antes de Max Holloway e Dustin Poirier disputarem o título interino dos leves (70 kg).