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  • Cejudo promete nunca mais enfrentar Dillashaw: “Ele tem más intenções”

    Cejudo foi o responsável por destronar Demetrious Johnson, em 2018 – Dan Wainer/Ag Fight

    TJ Dillashaw é ‘persona non grata’ para Henry Cejudo. O ex-campeão peso-galo (61 kg), que foi flagrado sob uso de substâncias proibidas, está suspenso do UFC por dois anos, mas nem quando voltar poderá enfrentar o atual detentor do cinturão peso-mosca (57 kg) – e quem diz isso é o próprio Cejudo.

    Em março, Dillashaw anunciou que estava renunciando ao título por ter sido pego no doping. A informação foi logo confirmada pela USADA, que, na semana passada, revelou a substância encontrada no corpo do lutador: eritropoetina. A EPO, como é conhecida, é responsável por estimular a produção de glóbulos vermelhos, o que melhora substancialmente a capacidade cardiorrespiratória de seu usuário. A situação incomodou muito Cejudo, que, em entrevista coletiva durante o fim de semana do UFC 236, negou desde já uma revanche a TJ.

    “Eu nunca mais vou lutar com ele, cara. E não, não estou com medo ou algo assim. Apertei a mão dele, isso é um esporte. Isso não é beisebol: você não está acertando uma bola, há outro ser humano. Não quero nada com ele. Não importa o que eles possam me oferecer, o que eles me deem. Nos meus olhos, TJ tem más intenções, literalmente. Não há nenhum desejo meu por essa luta. Nunca usei drogas”, falou.

    “Ele supostamente fazia uso antes da USADA, e mesmo Cody estava tipo: ‘Cara, cuidado, ele trapaceia’. As pessoas vinham até mim, e eu nunca levei a sério porque achei que essa parte do MMA havia acabado, mas uma vez que você descobre que ele fazia uso de doping, é tipo: esse cara não está sendo justo. É um pouco sujo, cara. Isso não é bom para o nosso esporte. Ele poderia me machucar”, argumentou.

    Dillashaw enfrentou Cejudo em janeiro, mas sucumbiu por nocaute em menos de um minuto. A vitória de Henry na superluta deu força à categoria dos moscas, que, naquele momento, já era alvo de especulações sobre seu fim. O campeão da divisão agora vai subir para os galos, a fim de enfrentar Marlon Moraes no UFC 238, em 8 de junho, em luta que vale cinturão deixado vago por TJ.

  • Paulo ‘Borrachinha’ projeta retorno ao UFC para o mês de maio

    Paulo ‘Borrachinha’ esteve próximo de voltar ao UFC em abril, mas, com pouco tempo disponível para se preparar, abriu mão de enfrentar Ronaldo ‘Jacaré’ no dia 27 deste mês, em Miami (EUA). E a expectativa agora é que o atleta mineiro retorne ao octógono em maio, conforme ele relatou em suas redes sociais.

    Por meio de publicação no Instagram (veja abaixo ou clique aqui), ‘Borrachinha’ ressaltou que teve problemas com lesões no período em que ficou sem competir. Sem lutar desde julho de 2018, quando nocauteou Uriah Hall, o peso-médio (84 kg) brasileiro, que está invicto na carreira profissional no MMA, projetou retornar ainda melhor.

    “Depois de duas lesões consecutivas, tive tempo para me cuidar e estou melhor do que antes. Minha próxima apresentação pode ser em maio, chegarei em grande forma para fazer o show que o público merece, como sempre”, projetou.

    Aos 27 anos, ‘Borrachinha’ soma, até o momento, um cartel profissional de 12 vitórias como atleta de artes marciais mistas. Natural de Belo Horizonte, o lutador atualmente ocupa a sétima colocação no ranking dos médios do UFC.

  • Após provocações, Dana White afirma que “adoraria” ver luta entre Jones e Adesanya

    Após provocações, Dana White afirma que “adoraria” ver luta entre Jones e Adesanya

    Dana White enxerga um grande futuro no jovem atleta nigeriano – Diego Ribas

    Dias antes da realização do UFC 236, uma inesperada rivalidade foi criada entre Israel Adesanya e Jon Jones. Tudo começou com o peso-médio (84 kg) usando a vitória sobre Anderson Silva para mandar um recado para o campeão meio-pesado (93 kg) – que não deixou barato e retrucou à altura. E, após a troca de farpas, Dana White revelou que tem interesse no possível confronto entre ‘Bones’ e ‘The Last StyleBender’.

    Após o evento sediado em Atlanta (EUA), Israel minimizou o assunto ao dizer que agora o momento é dele, e não de outros rivais. Já o chefão do Ultimate se mostrou empolgado para a realização dessa superluta no futuro. No entanto, Dana não deixou de ressaltar que o nigeriano precisa focar em sua categoria de peso por enquanto.

    “Sei que ele e Jon Jones têm se provocado, e olha, se ele ganhar, tornar-se o campeão peso-médio linear, obviamente que eu adoraria ver ele e Jones lutando. Mas veremos como as coisas se desenrolam. Porque mesmo que o Israel lute contra o Whittaker e vença, há outros caras que estão na fila pelo cinturão. Se o ‘Jacaré’ continuar vencendo e não ganhar uma chance pelo título, é capaz de ele me matar. Mas essa (possibilidade) de uma luta contra o Jon Jones estará sempre ali para Israel, não importa o que aconteça”, revelou White, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’. “(Adesanya) tem o Whittaker para se preocupar agora. Whittaker é um cara duro, maior que Kelvin e que bate mais forte. Ele (Israel) precisa focar nele agora”, enfatizou o presidente do Ultimate.

    Com a vitória sobre Kelvin Gastelum, Adesanya deve encarar Robert Whittaker pela unificação da divisão até 84 kg. O duelo provavelmente sairá do papel apenas no segundo semestre, já que o australiano se recupera de lesão e Israel travou uma batalha sangrenta de cinco rounds no último sábado (13). Já Jones tem compromisso oficializado no UFC. O americano defende seu cinturão no dia 6 de julho contra o brasileiro Thiago ‘Marreta’.

  • Respeito! Max Holloway parabeniza Dustin Poirier pela vitória no UFC 236

    Max Holloway é o atual campeão dos pesos-penas (66 kg) do UFC – Reprodução/Youtube

    Max Holloway sucumbiu diante de Dustin Poirier no último sábado (13), em Atlanta (EUA), durante a disputa pelo cinturão interino dos pesos-leves (70 kg) do UFC. E, apesar da frustração com a derrota, o havaiano utilizou as redes sociais para parabenizar o rival pela conquista.

    Por meio de publicação no Twitter (veja abaixo ou clique aqui), Holloway lamentou não ter conquistado o seu segundo cinturão do UFC, mas ressaltou que a derrota faz parte do esporte. Além disso, Max congratulou não só Dustin, como também Jolie Poirier, esposa do novo campeão interino dos leves.

    “Na vida temos altos e baixos. Às vezes temos que cair para dar o próximo grande passo. As coisas são assim. Seguimos no jogo. Continuamos lutando. Parabéns a Dustin e Jolie. Eles já deveriam ter conquistado o cinturão. Os diamantes são para sempre”, escreveu Max.

    Conhecido como ‘The Diamond’, Poirier alcançou quatro vitórias consecutivas antes de enfrentar Holloway. Além de Max, ele derrotou Anthony Pettis, Justin Gaethje e Eddie Alvarez para se credenciar à disputa do cinturão interino dos leves. Aos 30 anos, o americano possui um retrospecto de 25 triunfos, cinco reveses e uma luta sem resultado como atleta profissional de MMA.

    Já Holloway, três anos mais jovem, conquistou o cinturão dos pesos-penas (66 kg) do UFC em 2017, ao bater José Aldo. Depois de defender com sucesso o título, ele resolveu se aventurar nos leves, mas agora deve retornar à categoria de origem. Ao longo da carreira profissional no MMA, Max somou 20 resultados positivos e quatro negativos.

  • Tito Ortiz recorda histórica vitória sobre Wanderlei Silva no UFC

    Tito Ortiz recorda histórica vitória sobre Wanderlei Silva no UFC

    Tito Ortiz fez história em abril de 2000, ao derrotar Wanderlei Silva na disputa pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC. Nesse domingo (14), se completaram 19 anos desde a conquista de ‘The Huntington Beach Bad Boy’. E ele não poderia deixar a data passar em branco.

    Por meio de publicação no Instagram (veja abaixo ou clique aqui), o veterano comemorou o feito. “Meu sonho se tornou realidade no dia 14 de abril de 2000. 19 anos hoje. Derrotei Wanderlei Silva para me tornar campeão meio-pesado do UFC. Em seguida, tive cinco defesas bem sucedidas de título”, escreveu Ortiz.

    Após a conquista, Tito deteve o cinturão por mais de três anos. Depois de bater Wanderlei, ele emendou sequência de vitórias sobre Yuki Kondo, Evan Tanner, Elvis Sinosic, Vladimir Matyushenko e Ken Shamrock, antes de sucumbir diante de Randy Couture, em setembro de 2003.

    Aos 44 anos, Tito voltou da aposentadoria do MMA para enfrentar o antigo rival Chuck Liddell em novembro do ano passado. Com a vitória por nocaute no primeiro round do evento da ‘Golden Boy Promotions’, o californiano alcançou o 20º triunfo como lutador profissional, em cartel que também conta com 12 derrotas e um empate. Embora tenha voltado à inatividade depois deste duelo, Ortiz já afirmou que pretende voltar aos cages no segundo semestre deste ano.

     

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    My dream came true on Apr14.2000 19 years ago today, @TitoOrtiz1999 def. @Wandfc to become the @UFC Light Heavyweight Champion. went on to having five title defenses. #MMA

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  • Dana White muda de ideia e mira retorno de Holloway para os pesos-penas

    Dana White muda de ideia e mira retorno de Holloway para os pesos-penas

    Dana White é o presidente do UFC, a maior organização de MMA do planeta – Diego Ribas

    Após Max Holloway defender com sucesso o cinturão dos pesos-penas (66 kg) do UFC contra Brian Ortega em dezembro do ano passado, Dana White, presidente da organização, declarou que gostaria que o havaiano migrasse para a divisão dos leves (70 kg). No entanto, depois que ‘The Blessed’ sucumbiu diante de Dustin Poirier nesse sábado (13), o dirigente voltou atrás e projetou que o campeão volte à sua categoria de origem.

    Isso porque, durante a disputa pelo cinturão interino dos leves, Holloway não conseguiu ter a mesma efetividade que possuía nos golpes aplicados contra os pesos-penas. Deste modo, ele foi castigado por Poirier e perdeu quatro dos cinco rounds da luta principal do evento em Atlanta (EUA) – o que fez com que Dana White mudasse de opinião.

    “Eu sempre quis ver como ele (Max Holloway) lutaria nos leves, (…) mas o que eu não esperava é que ele pareceria tão pequeno na divisão. Então, estou ansioso para ele voltar para os penas. (…) Ele é durão, é incrível, mas eu gostaria de vê-lo nos penas novamente. Na minha opinião, Poirier parecia muito maior do que ele”, ressaltou o presidente do UFC, em entrevista coletiva após o UFC 236.

    Antes de sucumbir diante de Poirier, Max emendou 13 vitórias consecutivas no UFC. O havaiano conquistou o cinturão dos penas em 2017, ao bater José Aldo. Ao longo da carreira profissional no MMA, Holloway soma, até o momento, 20 triunfos e quatro derrotas no cartel.

  • ‘Cigano’ afasta mudança de estratégia e aposta em velocidade para bater Ngannou em pé

    Júnior ‘Cigano’ busca reconquistar o cinturão dos pesos-pesados do UFC – Evelyn Rodrigues

    Junior ‘Cigano’ volta ao octógono do UFC no proximo dia 6 de julho, contra Francis Ngannou, em Las Vegas (EUA). Embalado por três vitórias consecutivas, o catarinense poderá se credenciar à disputa do título dos pesos-pesados, caso derrote o rival. E, para seguir na busca pelo cinturão, ele garantiu que manterá a estratégia dos triunfos anteriores no duelo contra o temido camaronês.

    Conhecido pelo boxe afiado, ‘Cigano’ aposta na sua agilidade para derrotar o atual segundo colocado do ranking dos pesados. Afinal, foi desta forma que ele anotou sequência de três triunfos ao superar Blagoy Ivanov, Tai Tuivasa e Derrick Lewis. E apesar de Ngannou seguir com o poder de nocaute que lhe rendeu duas recentes vitórias no primeiro round, o brasileiro garantiu em entrevista à Ag. Fight que está disposto a travar um duelo de trocação com o oponente.

    “Nos pesos-pesados, quem conectar o soco primeiro normalmente leva uma vantagem, mas não vou treinar diferente para ele não. É claro que tenho que tomar muito cuidado para manter a movimentação, porque é aquele negócio né? Você não consegue me bater se não conseguir me encontrar (risos). Sou muito mais veloz, minha movimentação é superior também. Então, esse é um aspecto que a gente vai explorar”, destacou, antes de explicar como funciona a sua estratégia de luta.

    “Sou um cara agressivo, eu busco a luta. Mas não me exponho, tento não me expor a momentos perigosos, digamos assim. Tento evitar eles ao máximo, para o meu melhor proveito. Sou um cara que vem do boxe. E o boxe é bater e sair, bater sem ser atingido – é um pouco diferente. O boxe é movimentação, eu bato e saio. Tem vezes que dá certo e tem vezes que não. O lance é trabalhar duro para que essa estratégia dê sempre certo”, projetou.

    O ex-campeão dos pesados garantiu que está confiante em sua habilidade em pé, mas e se Ngannou quiser levar o combate para o chão? Apesar de ressaltar que sua especialidade é o boxe, ‘Cigano’ não descartou a possibilidade de tentar uma finalização, ainda que tenha vencido por este meio em apenas um de seus 21 triunfos nas artes marciais mistas.

    “Na verdade, essa é sempre uma opção (levar para baixo). Sou um lutador de MMA. O carro chefe é o boxe, mas, uma vez que eu veja a oportunidade de derrubar… Não que eu não tenha tido nas últimas lutas, normalmente eu opto por manter a luta em pé, porque é onde me sinto confortável, confiante. E, para mim, é sempre muito importante terminar uma luta com nocaute, é uma forma que me faz sentir bem”, concluiu.

  • Marca histórica! Poirier e Holloway trocam mais de 350 golpes no UFC 236

    Max Holloway é o atual campeão dos pesos-penas (66 kg) do Ultimate – Reprodução/Youtube

    Como era esperado, o duelo principal do UFC 236, entre Max Holloway e Dustin Poirier, entrou para a história da maior organização de MMA do planeta. Isso porque, além de consagrar ‘The Diamond’ como o campeão interino dos pesos-leves (70 kg), o confronto desse sábado (13), em Atlanta (EUA), passou a figurar em segundo lugar no ranking de lutas com o maior número de golpes desferidos no octógono.

    De acordo com um dos perfis oficiais do UFC no Twitter (veja abaixo ou clique aqui), foram conectados 359 ataques significativos durante os cinco rounds disputados na luta principal da noite. O número é inferior apenas ao penúltimo confronto de Holloway – contra Brian Ortega, em dezembro de 2018 -, quando 400 golpes foram trocados entre os lutadores.

    “Dustin Poirier (178) e Max Holloway (181) combinaram 359 golpes significativos, o segundo maior registro na história do UFC, atrás apenas dos 400 (golpes) de Holloway vs. Ortega, no UFC 231”, relatou a página.

    Atual campeão dos pesos-penas (66 kg), Holloway se aventurou na categoria de cima em busca do segundo cinturão no UFC, mas, entre os leves, não conseguiu obter a mesma efetividade que tinha em sua divisão de origem. Aos 27 anos, o havaiano soma 20 triunfos e quatro reveses em seu retrospecto como lutador profissional de MMA.

    Já Poirier, três anos mais velho, deve enfrentar o campeão dos leves, Khabib Nurmagomedov, em seu próximo desafio. De acordo com Dana White, presidente do UFC, a luta pela unificação do cinturão está programada para ocorrer em setembro. Com o triunfo sobre Holloway, Poirier alcançou a marca de 25 vitórias, em cartel profissional que também conta com cinco derrotas e um embate sem resultado.

  • Paulo ‘Borrachinha’ provoca novo campeão do UFC: “Não sou o Gastelum”

    Sem luta marcada e de olho nos principais nomes de sua categoria, Paulo ‘Borrachinha’ acompanhou cada detalhe do co-main event do UFC 236, evento realizado no último sábado (13), em Atlanta (EUA). Afinal, ao bater Kelvin Gastelum por decisão unânime dos jurados, Israel Adesanya garantiu o cinturão interino dos pesos-médios (84 kg) e se tornou um dos alvos do brasileiro, que fez questão de minimizar seus feitos no octógono.

    Através de duas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Borrachinha provocou o nigeriano contestando seu status de campeão, assim como projetando um duelo entre eles no futuro. Para este embate, no entanto, a mensagem foi clara: o nível de dificuldade seria maior do que o encontrado diante do pupilo de Rafael Cordeiro no UFC 236.

    “Sério que esse é o campeão interino (falso)? (risos). Sem dúvida que essa divisão já esteve melhor do que essa m***. Aproveite enquanto você pode, cara. Espero que você consiga o cinturão de verdade para o dia em que nos conhecermos. Detalhe: Não sou o Gastelum”, ironizou.

    Através da mesma rede social, Borrachinha, durante o combate, afirmou que venceria tanto Gastelum quanto Adesanya na mesma noite, em claro sinal de confiança que acompanha sua até então invicta carreira no MMA profissional. Nocauteador nato, o brasileiro passa temporada no estado americano do Arizona onde aprimora seu wrestling com o time do campeão peso-mosca (57 kg) Henry Cejudo.

  • Conor McGregor parabeniza Poirier, mas alfineta: “Agora enfrentará Nate Diaz”

    McGregor é ex-campeão dos pesos-penas (66 kg) e dos leves (70 kg) do UFC – Diego Ribas

    Conor McGregor parabenizou Dustin Poirier pela vitória sobre Max Holloway nesse sábado (13), no UFC 236. Com o feito, o americano conquistou o cinturão interino dos pesos-leves (70 kg) e o mais provável é que ele agora unifique o título contra o campeão da categoria, Khabib Nurmagomedov, em seu próximo duelo. No entanto, como o irlandês ainda vislumbra uma revanche contra o russo, ele projetou um outro adversário para cruzar o caminho de ‘The Diamond’.

    Por meio de publicação no Twitter (veja abaixo ou clique aqui), McGregor exaltou os combates de Israel Adesanya vs. Kelvin Gastelum e de Poirier vs. Holloway. Além disso, o irlandês recordou que Dustin esteve próximo de enfrentar Nate Diaz em novembro, mas o duelo foi cancelado após ‘The Diamond’ se lesionar. Deste modo, Conor estimou que o californiano será o próximo oponente do novo campeão interino dos leves.

    “Duelos incríveis nas lutas principais do evento. Como as lutas devem ser! Max, você é insanamente durão! Por favor, agora descanse, meu jovem, você é um guerreiro da cabeça aos pés! Um campeão eterno. Parabéns, Dustin, pela conquista do título do UFC que é mais do que merecido pela sua carreira. Agora enfrentará Nate (Diaz), como estava anteriormente previsto”, provocou o ex-campeão dos pesos-penas (66 kg) e dos leves do UFC.

    Liberado da suspensão que recebeu pela participação na briga generalizada no UFC 229, Conor deve voltar ao octógono no segundo semestre deste ano. No entanto, dificilmente seu próximo oponente será Khabib, já que tanto o campeão russo quanto Dana White – presidente do Ultimate – ressaltaram que a expectativa é a de que o duelo pela unificação do cinturão dos leves ocorra em setembro.