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  • Esposa de Holloway supera marido e Zumbi Coreano em máquina de soco; veja

    Esposa de Holloway supera marido e Zumbi Coreano em máquina de soco; veja

    Dois dos principais nomes do peso-pena (66 kg) na história recente do MMA, Max Holloway e Chan Sung Jung provaram dentro do cage que possuíam poder de nocaute nas mãos. O que ninguém sabia, no entanto, era que a esposa do lutador havaiano do UFC, a surfista profissional Alessa Quizon, também é dona de um potente soco.

    Durante uma viagem à Coreia do Sul, Max Holloway se juntou com o antigo rival e ídolo local Chan Sung Jung para conhecer melhor o país asiático. Em um dos passeios, registrado e compartilhado pelo canal do ex-campeão peso-pena do UFC no ‘Youtube’, os ex-rivais foram para um ‘arcade’ se divertir.

    No local, Holloway e o ‘Zumbi Coreano’ decidiram disputar quem tinha o soco mais forte em uma máquina que mede a potência dos golpes. E depois de levar a melhor em duas tentativas diante de Sung Jung, o havaiano viu sua esposa tentar a sorte no brinquedo e, surpreendentemente, registrar uma pontuação mais alta que os dois lutadores – 9872, contra 9865 do seu marido e 9532 do asiático.

    Holloway vs Zumbi Coreano

    Esta não foi a primeira vez que Chan Sung Jung teve contato com o poder dos golpes da família Holloway. Em agosto de 2023, no UFC Singapura, o ‘Zumbi Coreano’ foi nocauteado pelo havaiano, em um combate que ficaria marcado como sua despedida do MMA profissional, do qual se aposentou com um cartel de 17 vitórias e oito derrotas.

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  • Vinicius Lok Dog provoca rivais e promete: “Até o final de 2026 estou com o cinturão”

    Vinicius Lok Dog provoca rivais e promete: “Até o final de 2026 estou com o cinturão”

    Confirmado no card do UFC 318, marcado para o dia 19 de julho, em New Orleans (EUA), o brasileiro Vinícius ‘Lok Dog’ já traça metas ambiciosas para sua trajetória na divisão dos pesos-galos (61 kg). Com um estilo irreverente e confiança elevada, o atleta encara Kyler Phillips de olho em voos ainda mais altos — e garante que a vitória virá de forma contundente. Segundo ele, o cinturão da categoria estará em suas mãos até o fim de 2026.

    Conhecido pelo jeito marrento e pelas declarações sem filtro, o lutador vem ganhando notoriedade não só pelas performances dentro do octógono, mas também por sua personalidade provocadora. Sempre direto nas palavras, não hesita em projetar o próprio futuro como campeão e em minimizar os desafios pela frente — uma postura que divide opiniões, mas que certamente o mantém em evidência.

    “A minha previsão é de que eu preciso de mais três lutas para estar lutando pelo o cinturão. Então essas três lutas que vão definir o meu caminho. Eu vou vencer o Kyler Phillips com certeza. No máximo, no segundo round. E aí eu já vou estar pegando um top 7, um top 8. Isso jogando bem alto, a gente espera menos. E aí na minha terceira luta já vou pegar alguém do top 5 já, seja quem for. A próxima já vai ser pelo cinturão, minha previsão é que, até o final do ano que vem, no máximo, eu vou estar disputando o cinturão e não só disputando, como vencendo e trazendo um cinturão para o Brasil. Então até o final de 2026 Lok Dog com cinturão da categoria 61 kg”, declarou o atleta em entrevista exclusiva à Ag Fight.

    Confiança sem limite

    O discurso destemido de Vinícius vai além dos planos de chegar ao topo. Quando o assunto são os principais nomes da divisão, o brasileiro não mede palavras e mantém a postura provocadora que já virou sua marca registrada. Sem demonstrar qualquer temor, ele comentou sobre os possíveis desafios que pode encontrar pelo caminho — mas deixou claro que, para ele, nenhum deles representa uma ameaça real.

    “Todos os caras são iguais aí, cada um com suas vantagens. Mas, pelo analisar da galera de fora, o cara mais difícil pra mim da categoria seria o Petr Yan. Isso na visão da galera de fora. Na minha visão é tudo igual. O Sean O’Malley é fácil e o Merab é fácil também. O Petr Yan também é fácil, mas pela visão da galera, pelos estudos que eles fizeram, talvez o Petr Yan me dê um pouco mais de dificuldade. Não que ele vá vencer, porque também não tem chance de vencer”, afirmou o atual 15º colocado no ranking da categoria.

    Lok Dog no UFC

    A trajetória de Lok Dog no Ultimate começou com um nocaute fulminante sobre Victor Madrigal no ‘Contender Series’, que lhe garantiu contrato com a organização. Desde então, construiu uma sequência de três vitórias: estreou com um nocaute técnico contra Bernardo Sopai, superou Ricky Simon por decisão unânime e, mesmo lidando com uma fratura na costela, derrotou Said Nurmagomedov em sua luta mais recente.

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  • Bisping deixa rixa de lado e defende indução de Vitor Belfort ao Hall da Fama do UFC

    Bisping deixa rixa de lado e defende indução de Vitor Belfort ao Hall da Fama do UFC

    Há cerca de duas semanas, Vitor Belfort teve sua carreira reconhecida e foi induzido ao Hall da Fama do UFC. Com uma trajetória vitoriosa dentro e fora da organização, o veterano conta com a aprovação até mesmo de um famoso ‘hater’ pessoal: Michael Bisping. Ex-campeão peso-médio (84 kg) do Ultimate e desafeto declarado do ‘Fenômeno’, o agora comentarista britânico deixou a rixa com o brasileiro de lado e defendeu seu posto no seleto grupo da entidade.

    A postura surpreendeu os fãs, visto que Bisping classifica Belfort constantemente como “o maior trapaceiro da história do esporte”. Apesar das rusgas que possui com o brasileiro, Michael destacou as credenciais de Vitor e seus feitos dentro do UFC. Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o ex-lutador e também membro do Hall da Fama mostrou jogo de cintura para conter o ‘conflito de interesses’ atrelado a si sobre o assunto.

    “Quando analiso isso sem emoções, o cara foi campeão peso-pesado do UFC com 19 anos. Aí depois foi campeão meio-pesado e quase se tornou campeão peso-médio. Ele é o mais perto que já tivemos de um campeão triplo. Ele era um grande trapaceiro? Com certeza. Usava muitos esteroides? Sim, claro. Eu perdi um olho por causa desse cara. Ele pode enfiar o Hall da Fama dele no traseiro. Mas ele merece isso. Não podemos negar o que ele fez no octógono. Se isso não é uma carreira de Hall da Fama, eu não sei o que é. Gostando dele ou não, ele merece”, opinou o inglês, sem papas na língua.

    Rixa antiga

    A relação entre Michael Bisping e Vitor Belfort sempre foi marcada por polêmicas e desentendimentos, especialmente após o confronto entre ambos no UFC São Paulo, em janeiro de 2013. Na ocasião, o brasileiro aplicou um chute na cabeça do inglês que resultou em um nocaute no segundo round. Posteriormente, o atleta britânico culpou o carioca pela perda permanente da visão do olho direito, devido a um descolamento de retina.

    Michael Bisping ficou com o famoso “olho de vidro” após sua derrota para o brasileiro. O impacto foi tão severo que causou danos irreparáveis, e, após uma série de cirurgias, o lutador teve que substituir o olho danificado por uma prótese. Apesar da situação, ele continuou lutando no UFC.

    Relembre os títulos de Belfort no UFC

    Prodígio do esporte, Vitor Belfort conquistou seu primeiro título no UFC logo aos 19 anos de idade. Em 1997, ainda no início de sua carreira como profissional, o ‘Fenômeno’ – como ficou conhecido – venceu o torneio peso-pesado da 12ª edição do Ultimate, com duas vitórias por nocaute técnico na mesma noite, sobre Tra Telligman e Scott Ferrozo.

    Depois de uma passagem pelo PRIDE, Vitor voltou ao Ultimate no começo dos anos 2000 e, em meio a um momento conturbado de sua vida pessoal, que envolvia o desaparecimento de sua irmã, Priscila. Mesmo assim, o brasileiro se superou e, dentro do octógono, conquistou o cinturão meio-pesado (93 kg) da organização, ao superar o então campeão Randy Couture por nocaute técnico, graças a uma interrupção médica, no UFC 46, em janeiro de 2004. Sete meses depois, porém, o americano levou a melhor na revanche e encerrou o reinado do carioca.

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  • Destaque do UFC alega faturamento mensal de mais de R$ 10 milhões no OnlyFans

    Destaque do UFC alega faturamento mensal de mais de R$ 10 milhões no OnlyFans

    Top 4 dos pesos-galos (61 kg) do UFC, Cory Sandhagen figura há anos como um dos mais talentosos do mundo em sua categoria. Até por conta disso, é possível assumir que o lutador americano receba pagamentos consideráveis, visto que já enfrentou astros da modalidade nos últimos anos, como Frankie Edgar, T.J. Dillashaw, Deiveson Figueiredo, Petr Yan, dentre outros. Mas foi longe dos octógonos e de uma forma, no mínimo, curiosa, que ‘Sandman’, como é conhecido, atingiu rendimentos inimagináveis.

    Em recente participação no ‘Overdogs Podcast’, Sandhagen alegou que faturou 2 milhões de dólares (R$ 11,3 milhões) em apenas um mês de uso no ‘OnlyFans’. O peso-galo do UFC explicou que boa parte dessa quantia era oriunda do compartilhamento de fotos íntimas na plataforma. Apesar do relato, os valores exorbitantes citados por Cory levantaram suspeitas sobre a veracidade dos dados apresentados pelo atleta do Ultimate.

    Eram literalmente só as minhas bolas (risos). Era só um monte de fotos das minhas bolas (foi como faturei 2 milhões de dólares em um mês). Sim (eu fiz isso). Eu tirava meu pênis (da frente) e tirava fotos das minhas bolas”, relatou o peso-galo americano, em meio a risos (veja abaixo ou clique aqui).

    OnlyFans no mundo das lutas

    Se a experiência bem-sucedida do ponto de vista financeiro de Sandhagen no OnlyFans é 100% factível, é difícil cravar. Entretanto, a plataforma especializada em conteúdo adulto tem adentrado de vez no universo dos esportes de combate. Algumas lutadoras que se destacaram no UFC ou ainda figuram no plantel da empresa já declararam publicamente que embolsaram cifras milionárias compartilhando registros sensuais no site pago: Paige VanZant, Felice Herrig, Kay Hansen, e Aílin Pérez são alguns exemplos.

    Por outro lado, a maioria dos lutadores profissionais que embarcam na onda e criam contas no ‘OnlyFans’ não, necessariamente, divulgam fotos ou vídeos sensuais. Muito pelo contrário. A plataforma tem sido utilizada para que alguns astros do UFC como Charles Do Bronx, Valentina Shevchenko, Paulo Borrachinha e Amanda Ribas, dentre outros, compartilhem a rotina de treinos e conteúdos exclusivos, a fim de se aproximarem ainda mais da base de fãs já estabelecida.

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  • Ex-Contender Series sofre lesão grotesca na orelha em evento nos EUA; veja

    Ex-Contender Series sofre lesão grotesca na orelha em evento nos EUA; veja

    Uma imagem de uma lesão grotesca chocou a comunidade do MMA no último final de semana (veja abaixo ou clique aqui e aqui). Com passagem pelo ‘Contender Series’, o lutador americano Zach Borrego foi quem sofreu a contusão, no evento ‘Fury FC 104’, realizado em Houston, no Texas (EUA), no domingo (25).

    Derrotado por Brandon Holmes, Zach viu sua ‘orelha de couve-flor’ – como ficou conhecida a deformação apresentada principalmente por atletas de jiu-jitsu e grappling – praticamente explodir e deixar o cage completamente ensanguentado. Aparentemente, o momento responsável pelo grave corte sofrido por Borrego ocorreu nos segundos finais da luta.

    Em uma espécie de ‘blitz’ final, Holmes foi para cima do ex-Contender Series e disparou vários golpes na lateral da cabeça de Borrego, até que a árbitra central interrompesse a luta e decretasse sua vitória por nocaute técnico. Logo após o término do combate, uma tomada de câmera bem próxima do local afetado chocou os profissionais responsáveis pela transmissão, assim como os fãs que acompanhavam o evento.

    Vaga perdida no UFC

    Em agosto de 2022, pouco mais de um ano após iniciar sua trajetória no MMA profissional, Zach Borrego teve uma oportunidade de ouro. Escalado para competir no programa ‘Contender Series’, especializado em revelar novos talentos para o UFC, o americano acabou derrotado pelo prodígio do wrestling Bo Nickal, por finalização, e viu sua chance de conquistar uma vaga no principal evento do mundo ser perdida.

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  • Tom Aspinall muda o tom e anima fãs sobre possível superluta com Jon Jones no UFC

    Tom Aspinall muda o tom e anima fãs sobre possível superluta com Jon Jones no UFC

    Nos últimos meses, Tom Aspinall vinha dando fortes indícios de que estava cansado da indefinição que paira sobre uma eventual superluta contra Jon Jones. O inglês, inclusive, desabafou sobre a batalha mental que travava e comparou o atual período com a época em que lesionou gravemente o joelho. Mas as evidências negativas recentes deram lugar a uma rara e otimista projeção do campeão interino dos pesos-pesados sobre uma eventual unificação de títulos contra ‘Bones’ – dono do cinturão linear.

    Outro sinal positivo para os fãs de Aspinall é que o inglês segue ativo nos treinos e buscando evolução. Atualmente, inclusive, o campeão interino do UFC está na Holanda para afiar suas habilidades na trocação com o astro do kickboxing Rico Verhoeven. E foi exatamente entre um sparring e outro com o campeão do GLORY que Tom compartilhou as boas novas sobre seu futuro no Ultimate e um possível embate com Jones.

    Esperamos que sim, esse seria o melhor (cenário). Você está tendo uma exclusiva agora. Acho que sim, vamos enfrentar ele (Jon Jones). Ele é um cara imprevisível. Todo mundo tem uma ideia diferente do que você deveria fazer. Alguns dizem: ‘Ah, você deve esquecer ele e aí ele vai lutar com você’. Outros falam: ‘Quanto mais m*** você falar, menos ele vai querer te enfrentar’. E eu fico tipo: ‘O que é isso?’. Nós deveríamos ser lutadores profissionais e lutar uns contra os outros, é isso que fazemos. Ao menos era isso que eu achava”, declarou o inglês, ao canal de Rico Verhoeven, no Youtube.

    Dana e Jones divergem

    Atual dono do título interino até 120 kg, Aspinall aguarda por uma superluta contra Jon Jones, campeão linear dos pesos-pesados. Mas, enquanto Dana White esbanja confiança e garante a realização do confronto sempre que questionado, o americano dá sinais opostos. ‘Bones’ recentemente rebateu críticas dos fãs alegando que já comunicou à alta cúpula do UFC seus planos. Posteriormente, o ‘GOAT’ do MMA foi flagrado em uma filmagem em que supostamente admitia ter encerrado sua carreira. Desta forma, seu futuro como lutador segue como uma grande incógnita.

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  • Conor McGregor troca o octógono pelos gramados e conquista título no futebol

    Conor McGregor troca o octógono pelos gramados e conquista título no futebol

    Em meio ao longo período de inatividade no MMA, Conor McGregor encontrou uma nova arena para competir: os campos de futebol. O ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC se sagrou campeão da United Churches Football League (UCFL), liga amadora da Irlanda, atuando pelo Black Forge FC, onde veste a camisa 10.

    A conquista foi selada na última sexta-feira (23), em Dublin, com a vitória por 4 a 3 sobre o Mountview CFC, na final da primeira divisão do campeonato. O próprio irlandês compartilhou vídeos da comemoração nas redes sociais e celebrou o título com entusiasmo, exaltando o desempenho coletivo ao longo da temporada.

    “Eufórico e exausto! Ganhei uma liga muito difícil. Ganhar a liga é sempre a grande afirmação para uma equipe fazer! Muito impressionado e orgulhoso! Pra frente e pra cima vamos nós!”, escreveu o lutador em seu ‘Instagram’, visivelmente empolgado com o feito.

    Apesar da fama no octógono, o esporte bretão não é novidade na vida do atleta. Desde a infância, ele demonstrava interesse pelo futebol e, na juventude, chegou a tentar seguir carreira profissional, antes de optar pelas artes marciais, onde conquistaria reconhecimento global.

    Nada de luta

    Fora de ação no UFC desde 2021, quando sofreu uma grave lesão na perna durante a trilogia contra Dustin Poirier, o astro chegou a anunciar um retorno contra Michael Chandler. No entanto, o confronto foi cancelado devido a uma nova contusão. Aos 36 anos, acumula 22 vitórias e seis derrotas no cartel profissional.

    Recentemente, Dana White, presidente do UFC, afirmou que não acredita em um retorno próximo do irlandês ao cage. Enquanto isso, ele segue chamando atenção fora do octógono — desta vez, levantando taça nos gramados.

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  • Renato Moicano abre o jogo e revela única luta que abalou sua confiança

    Renato Moicano abre o jogo e revela única luta que abalou sua confiança

    Renato ‘Moicano’ sempre se destacou pela confiança com que encara qualquer desafio no octógono. No entanto, em entrevista recente ao canal ‘Sexto Round’, o brasileiro fez uma confissão incomum: após enfrentar Rafael Fiziev, pela primeira vez em sua carreira, sentiu que talvez não tivesse as ferramentas necessárias para sair vitorioso.

    Durante o embate, o atleta da American Top Team vivenciou uma sensação rara — algo que normalmente não o acompanha em suas lutas. Enquanto buscava impor seu ritmo, surgiu uma percepção desconfortável, como se estivesse diante de um obstáculo além do habitual. O duelo aconteceu em 2020, durante o card do UFC 256.

    O único cara que eu achei que não poderia vencer, depois da luta, foi o Fiziev. Eu achei ele muito bom. Tive essa sensação lá na hora da luta: bateu de frente, eu tentei uma queda, e quando vi o soco pensei: ‘O que eu tô fazendo aqui, véi?’. Mas fora isso, eu apanhei muito mais pro Rafael dos Anjos… A luta com o Fiziev foi a única em que eu bati e senti que o striking dele era muito melhor do que o meu. Mas eu não acho que perderia pra ele de novo”, revelou o brasiliense.

    Moicano no UFC

    Renato Carneiro, nome de batismo do lutador, estreou no Ultimate em dezembro de 2014, com uma finalização sobre Tom Niinimaki. Após passagem bem-sucedida pelos pesos-penas (66 kg), o atleta migrou para os pesos-leves (70 kg). Na categoria até 70 kg encontrou estabilidade e acumulou vitórias expressivas. Atualmente ocupa a 10ª posição no ranking da divisão.

    O ano de 2024 foi particularmente positivo para o brasileiro, que saiu invicto em três apresentações. No entanto, sua sequência foi interrompida em janeiro de 2025, ao encarar Islam Makhachev em disputa de cinturão no UFC 311. O combate terminou ainda no primeiro round, com vitória do russo por finalização. Mesmo com o revés, Moicano segue como um nome relevante na elite dos leves, somando 20 triunfos, seis derrotas e um empate no cartel profissional.

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  • McGregor e mais! Nate Diaz elege três alvos para possível retorno ao UFC

    McGregor e mais! Nate Diaz elege três alvos para possível retorno ao UFC

    No início da temporada, Nate Diaz alegou que não havia retornado ao UFC pela, em sua visão, falta de adversários interessantes o suficiente. Agora, o ‘bad boy’ parece ter mudado de ideia – ao menos parcialmente. Afinal de contas, aos 40 anos, o americano sinalizou novamente seu interesse de voltar a competir no octógono mais famoso do mundo, indicando, inclusive, três alvos que considera ideais para um eventual retorno à liga presidida por Dana White.

    Em recente participação no ‘HJR Podcast’, Nate citou a possibilidade de uma eventual trilogia contra Conor McGregor, com quem construiu uma das rivalidades mais acaloradas da história do Ultimate. Além do irlandês, que segue inativo há quase quatro anos, o veterano voltou suas atenções para outros dois grandes nomes em atividade do atual plantel do Ultimate: Max Holloway e Ilia Topuria.

    “Eu pretendo voltar para o UFC. Se eles me aceitarem, eu gostaria de voltar e dar uma surra em alguém lá. Mas não vou lutar nos pesos-leves. Não tenho um nome em mente do UFC, é por isso que não estou lá ainda. Assim que ele (McGregor) estiver de volta, tenho certeza que vamos lutar. Eu e ele temos assuntos inacabados. Isso precisa acontecer. Esses (os ‘BMF’) são caras que eu gostaria de enfrentar. Como o Max Holloway. Queria lutar contra aquele outro cara também, o Topuria. Ele é muito bom, mas é menor do que eu”, declarou Diaz.

    Rivalidade Diaz vs McGregor

    Dois dos mais populares lutadores do UFC em todos os tempos, Nate Diaz e Conor McGregor construíram uma grande rivalidade no auge de suas carreiras na organização. No primeiro embate entre eles, em março de 2016, o americano levou a melhor por finalização. Já na revanche, cinco meses depois, o irlandês deu o troco e venceu o confronto na decisão majoritária dos juízes.

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  • Alex Poatan lamenta ato de vandalismo em sede de seu projeto social: “Me desanima”

    Alex Poatan lamenta ato de vandalismo em sede de seu projeto social: “Me desanima”

    No início de abril, Alex Pereira iniciou uma obra importante para o seu legado. Disposto a ajudar a sua comunidade em São Bernardo do Campo (SP), ‘Poatan’ reformou um espaço para servir como um projeto social voltado para crianças e jovens da região do bairro do Batistini. Com a reformulação recém-concluída, o ex-campeão peso-médio (84 kg) e meio-pesado (93 kg) do UFC sofreu um baque ao se deparar com as paredes do instituto pichadas.

    Através da ferramenta ‘story’ do Instagram (veja abaixo ou clique aqui), Poatan não escondeu sua frustração com o ato de vandalismo. Aparentemente desanimado com a notícia, o astro do Ultimate questionou seu investimento milionário na região. Mesmo com uma causa nobre em pauta – oferecer aulas de inglês, treinos de lutas e outras atividades educacionais para jovens -, Alex parece desmotivado a seguir adiante com a ideia.

    “Estou fazendo um projeto social no bairro onde nasci, onde já gastei mais de R$ 3 milhões para ajudar a comunidade. A obra foi finalizada ontem e hoje me deparo com o muro pichado. É esse tipo de atitude que me desanima! O que dá vontade é de investir meu dinheiro para ter um retorno e garantir o futuro dos meus filhos”, lamentou o striker paulista em suas redes sociais.

    Retorno ao UFC indefinido

    Em março desta temporada, Poatan perdeu o posto de campeão até 93 kg para Magomed Ankalaev, ao ser superado pelo russo na decisão dos juízes. Desde então, uma revanche entre os dois foi garantida por Dana White e parecia questão de tempo para ser anunciada. Meses após o combate, entretanto, não há sequer indícios de quando e onde o striker e o wrestler entrarão em rota de colisão novamente. Enquanto seu futuro segue em aberto, Alex se torna alvo de provocações constantes de seu mais recente algoz do Daguestão nas redes sociais.

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