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  • Alex Poatan mostra habilidade com a bola em visita ao Bayern de Munique

    Alex Poatan mostra habilidade com a bola em visita ao Bayern de Munique

    Após a derrota e a perda do cinturão dos meio-pesados (93 kg) para Magomed Ankalaev no UFC 313, Alex ‘Poatan’ segue envolvido em compromissos fora do octógono e voltou a chamar a atenção dos fãs — desta vez, com a bola nos pés. Durante visita à sede do Bayern de Munique, na Alemanha, o brasileiro participou de uma ação promocional com o clube alemão e mostrou que, apesar da carreira nas lutas, também tem certa intimidade com o futebol.

    Acompanhado de Zé Roberto, ex-meia da Seleção Brasileira e ídolo do clube alemão, o atleta participou de atividades recreativas no centro de treinamentos. Em vídeos divulgados nos stories do Instagram, ele aparece trocando passes com o ex-jogador e se desafiando em testes de controle e precisão — incluindo acertos em alvos com toques de calcanhar (clique aqui para ver). Com bom humor, o ex-campeão em duas divisões no UFC admitiu que a tarefa não foi das mais simples.

    “Fazia muito tempo que eu não fazia isso. É difícil. Com 18 anos, eu tentei jogar e briguei”, comentou, arrancando risos de Zé Roberto.

    Mesmo após o revés no octógono, o lutador segue como um dos nomes mais populares e respeitados do esporte. Enquanto aguarda os próximos passos em sua trajetória no MMA, aproveita o momento para viver experiências diferentes — inclusive nos gramados.

    Volta ao octógono

    Apesar de ainda não haver confirmação oficial, a tendência é que o retorno de Poatan ao cage seja em uma revanche contra Magomed Ankalaev. Desde a vitória no UFC 313, o russo tem provocado o ex-campeão com frequência nas redes sociais, alimentando ainda mais a expectativa por um segundo capítulo dessa rivalidade.

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  • Da favela para o mundo! Conheça Rodrigo Sezinando, o ‘brasileiro canadense’ do TUF 33

    Da favela para o mundo! Conheça Rodrigo Sezinando, o ‘brasileiro canadense’ do TUF 33

    Na noite da última terça-feira (27), a 33ª edição do ‘The Ultimate Fighter’ teve início com a estreia de seu primeiro capítulo mundo afora. E para chegar entre os 16 participantes do reality show e sonhar com uma vaga no UFC, principal liga de MMA do mundo, Rodrigo Sezinando precisou percorrer um longo caminho. Mais precisamente cerca de 11.220 km, distância média de onde nasceu até onde o esporte o levou atualmente. Cria do Rio de Janeiro e radicado em Vancouver, conheça o ‘brasileiro canadense’ que promete roubar a cena no ‘TUF 33’.

    Nascido na ‘Cidade Maravilhosa’, Rodrigo teve seu primeiro contato com as artes marciais aos 14 anos de idade, quando o jiu-jitsu entrou em sua vida. Após chegar à faixa-preta da arte suave e se tornar campeão brasileiro com e sem quimono, o atleta optou por migrar para o MMA, onde descobriu uma nova paixão. Hoje, aos 27, Sezinando é dono de um cartel de oito vitórias e apenas um revés – retrospecto que o fez despertar o interesse do Ultimate e ser um dos contemplados com uma vaga na atual edição do TUF. Ainda não conhecido do grande público, o carioca apresentou suas credenciais como lutador.

    Me considero um lutador ‘mais para frente’. Estou sempre buscando a finalização ou o nocaute. Podem ver no meu cartel, não tenho muitas lutas por decisão. Busco sempre ou o nocaute ou finalização. Sou bem versátil, definitivamente um lutador de MMA. Não me importo de fazer trocação ou luta agarrada. Vou colocar meu nome no show, estar ali até o último homem estar de pé. Podem esperar um cara para frente nessa categoria e com o coração e mente aberta para aprender muito para, um dia, ser o campeão da categoria. Meu objetivo é o cinturão (do UFC)”, destacou o brasileiro, em entrevista exclusiva à Ag Fight.

    Brasil e Canadá no coração

    Rodrigo iniciou sua carreira no MMA no cenário nacional, representando a filial de Niterói (RJ) da ‘Nova União’. Após um início promissor na modalidade, veio o convite para se testar internacionalmente no evento ‘Battlefield Fight League’. De olho em ampliar a própria carreira, Sezinando aceitou a oferta e causou uma ótima primeira impressão, ao ponto de ser convidado pelo show canadense a ficar no país em definitivo.

    “Migrei para um evento internacional, no Canadá. E acabei me mudando para lá logo após. Pedi uma oportunidade e eles me deram. Me abraçaram logo após a luta, que eu nocauteei. Eles gostaram muito de mim e perguntaram se eu queria ficar. Obviamente falei que sim, não tinha muita opção no Brasil. Venho de uma família muito simples e humilde e tinha que fazer as coisas acontecerem”, relembrou.

    Foi na virada de 2022 para 2023 que Rodrigo fez sua primeira viagem internacional para o país que acabaria se tornando seu novo lar. Radicado em Vancouver (CAN), o brasileiro se mantém ativo na academia ‘Lion MMA’ – apesar de manter o vínculo com a ‘Nova União’ aceso, sempre que possível. Abraçado como um local, Sezinando aumentou sua bagagem, aprendeu novos idiomas e viu o Canadá conquistar um espaço inesperado em seu coração. Não à toa, o atleta leva uma bandeira dividida para seus combates (veja abaixo ou clique aqui).

    “A galera de lá me abraçou muito. Me sinto tão em casa lá quanto no Brasil. Hoje, no TUF, vou estar defendendo Canadá e Brasil. Até por uma forma de gratidão por como eles (canadenses) me abraçaram lá. Eles me fizeram sentir em casa. Para mim, é uma coisa muito especial. É minha primeira família e agora tenho a minha segunda casa, meu segundo time. Quando fui, só falava português. Hoje consigo falar inglês e também espanhol. Foi uma bagagem imensa que tive lá. Consigo conversar hoje em três idiomas diferentes”, exaltou Sezinando.

    Origem humilde

    A vida de Rodrigo sempre foi repleta de desafios. Até pela origem humilde, o brasileiro mergulhou de cabeça quando lhe foi oferecida a chance de competir internacionalmente. Mas correr atrás do sonho de ser um lutador profissional bem-sucedido não veio sem abdicações. Uma delas foi se afastar da mãe, dona Vânia, um de seus pilares e principais incentivadoras. Ela é uma, dentre tantas outras, razões pelas quais Sezinando segue firme na meta de ‘vingar’ e eventualmente chegar até o UFC.

    “Não tem como tirar isso de mim. Vou ser sempre o cara que veio da favela, preto, de família humilde. E cheguei ao mais alto nível, que é o TUF. Para mim, isso diz muito. Mostrei que é possível irmos para outros países e fazer as raízes lá também, ser respeitado. É algo diferenciado. Foi bem difícil ter que deixar ela (mãe) aqui (no Brasil). Conversei com ela, sabia que seria o melhor para a gente. Falei para ela: ‘Só volto para cá quando puder te dar uma qualidade de vida melhor’. Continuo trabalhando e na correria. Quero alcançar o mais alto nível no UFC. Quero assinar com o UFC um dia e lutar pelo cinturão, fazer o meu nome”, resumiu.

    Relação com projetos sociais

    Quando ainda era jovem, Rodrigo passou por projetos sociais que o auxiliaram no processo de evolução como atleta e, sobretudo, cidadão. Ciente da importância dessas instituições, hoje o lutador de 27 anos se envolve em diversos projetos para retribuir o que lhe foi oferecido e, acima de tudo, apresentar uma nova perspectiva de vida para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. ‘Projeto Acolher’, ‘Casa Reviver’ e ‘Sempre Criança’ são alguns dos projetos no qual o brasileiro está envolvido como colaborador.

    “Fui aluno de projeto social. Tento dar o meu melhor como exemplo, pessoa e atleta. Trazer esperança para essa galera da comunidade, que tem família simples, que vem da onde eu venho. ‘Gente da gente’, como a gente fala. Quero ser inspiração para essa molecada. Uma coisa diferente que eles possam ver, não só o caminho errado na vida deles, que pode levar à morte ou à cadeia, que é a realidade hoje. Quero trazer esperança para essas famílias. Abrir mais projetos sociais, já tenho um projeto social que faço parte. Estava sempre ajudando, mesmo quando eu precisava de ajuda. Esse é um dos meus maiores objetivos”, frisou o brasileiro.

    Edição especial do TUF

    Na atual temporada, o programa ‘The Ultimate Fighter’ completa 20 anos de existência. Até por isso, foram escolhidos participantes de renome – todos em posse de algum cinturão ao redor do mundo. Os treinadores da 33ª edição são Daniel Cormier e Chael Sonnen. A dupla terá a responsabilidade de conduzir 16 atletas de duas categorias de peso diferentes: peso-mosca (57 kg) e meio-médio (77 kg). Em ação na divisão até 77 kg, Rodrigo projetou que os fãs de MMA terão bastante entretenimento acompanhando o reality show do UFC.

    “Tudo que posso dizer é que foi uma experiência bizarra. Tive uma das melhores experiências da minha vida, como pessoa e também como atleta. A casa faz você ficar meio louco. Porque você fica longe da família, amigos, redes sociais, de tudo. Vocês podem esperar muito desta temporada, muito drama, discussão. Vai ter muita coisa acontecendo nessa casa (risos). Vocês não podem piscar. Muito drama, coisa boa e ruim. Mas para (saber) isso vocês vão precisar assistir o TUF 33. Vou deixar esse suspense no ar. Mas foi a melhor experiência da minha vida, sem dúvida nenhuma”, concluiu Sezinando.

    A trajetória de Rodrigo no The Ultimate Fighter 33 pode ser acompanhada semanalmente através do UFC Fight Pass – plataforma que transmite o programa no Brasil. Ao lado de outros três atletas tupiniquins também envolvidos no reality, Sezinando busca seu lugar na grande decisão para, então, sonhar com a possibilidade de reforçar o plantel do UFC no futuro.

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  • Ícone do boxe oferece ajuda a Ilia Topuria para duelo contra Charles do Bronx

    Ícone do boxe oferece ajuda a Ilia Topuria para duelo contra Charles do Bronx

    A preparação de Ilia Topuria para a disputa do cinturão dos pesos-leves (70 kg) no UFC 317 ganhou um ingrediente inesperado. Após romper com os irmãos Jorge e Agustin Climent — treinadores que o acompanharam desde o início da carreira —, o georgiano radicado na Espanha recebeu uma proposta vinda de uma das maiores lendas do boxe: Roy Jones Jr.

    Ex-campeão mundial em quatro categorias e considerado um dos maiores nomes da história da nobre arte, Jones Jr. afirmou, em entrevista ao portal ‘Prime Cassino’, que poderia ter papel decisivo na preparação do desafiante para o confronto contra o brasileiro Charles ‘do Bronx’, marcado para 28 de junho, em Las Vegas (EUA), na luta principal da ‘Semana Internacional da Luta’.

    “Eu faria muita diferença no camp de Ilia Topuria contra Charles Oliveira, porque ensino como tirar o máximo da trocação, como permanecer firme enquanto está trocando. No MMA, você precisa sempre manter o equilíbrio, porque os caras podem atacar suas pernas. O que eu ensino seria vantajoso para qualquer um que se dedique a absorver o conteúdo de verdade”, explicou o ex-pugilista

    Atualmente com 56 anos, Jones tem se dedicado ao treinamento de novos talentos no boxe e acredita que seus conhecimentos podem ser bem aproveitados no MMA. Segundo ele, sua expertise vai além dos fundamentos da modalidade que o consagrou.

    “Eu entendo as mecânicas de todas as lutas, não apenas do boxe. Compreendo perfeitamente o MMA e sei o que é — e o que não é — necessário para tornar alguém um lutador mais completo”, acrescentou.

    Outro cinturão?

    Topuria chega ao UFC 317 em busca de seu segundo título na organização, após nocautear Alexander Volkanovski e conquistar o cinturão dos pesos-penas (66 kg). O duelo com Charles do Bronx marcará sua estreia na divisão dos leves, diante de um dos nomes mais experientes da categoria.

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  • Henry Cejudo supera ex-campeão do ONE Championship em luta de grappling

    Henry Cejudo supera ex-campeão do ONE Championship em luta de grappling

    Ex-campeão peso-mosca (57 kg) e peso-galo (61 kg) do UFC, Henry Cejudo vive um jejum de vitórias incômodo na sua carreira. Sem ter o braço erguido desde 2020, antes mesmo de abdicar do cinturão até 61 kg do Ultimate para se retirar do esporte, ‘Triple C’ – como o americano é conhecido – viu seu sonho de reconquistar o título após voltar da aposentadoria se afastar. Mas, na última terça-feira (27), o veterano conseguiu amenizar um pouco a má fase, ainda que parcialmente.

    Isso porque, ainda que não tenha sido no MMA, Cejudo voltou a vencer. Em ação pelo evento ‘Alash Pride 108’, sediado no Cazaquistão, o lutador do UFC derrotou o ex-campeão peso-mosca do ONE Championship Kairat Akhmetov, em um combate de grappling. O triunfo veio na decisão dos juízes após os cinco minutos regulamentares da disputa se encerrarem.

    Última dança?

    Depois de abandonar a aposentadoria e voltar à ativa, Henry Cejudo sofreu três derrotas consecutivas, para Aljamain Sterling, Merab Dvalishvili e Song Yadong. Com o retrospecto negativo, o veterano ocupa atualmente apenas a 9ª colocação no ranking dos galos, distante de uma possível disputa pelo título da categoria. Ainda sem novo compromisso no UFC agendado, a dúvida que fica é se o ex-campeão vai subir novamente no octógono mais famoso do mundo para uma última dança ou se, desta vez, vai pendurar as luvas de forma definitiva.


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  • Hall da Fama do UFC exalta Alex Poatan e critica nova geração do MMA

    Hall da Fama do UFC exalta Alex Poatan e critica nova geração do MMA

    Em meio às transformações que o MMA sofreu nas últimas décadas, uma das maiores lendas da história do esporte acredita que ainda existem atletas que carregam o espírito combativo da “velha guarda”. Em entrevista recente ao site ‘MMA Fighting’, o ex-campeão meio-pesado (93 kg) do UFC Chuck Liddell elogiou o brasileiro Alex Pereira, destacando-o como um dos poucos representantes do que considera um “lutador de verdade” nos tempos atuais.

    Apesar das críticas ao cenário moderno, Liddell reconhece que ainda há nomes que preservam a essência do lutador raiz — e entre eles está ‘Poatan’. O paulista, que já conquistou os cinturões dos pesos-médios (84 kg) e dos meio-pesados no UFC, foi citado como um exemplo desse perfil mais combativo.

    “Poatan é um dos meus favoritos, mas, claro, ele é pupilo do Glover (Teixeira). Eu gosto da forma como ele encara a luta. Ele é uma fera. Se eu tivesse que apontar um lutador de verdade hoje, acho que é o Pereira”, declarou.

    Novos perfis

    Conhecido pelo estilo agressivo e por rivalidades marcantes com nomes como Tito Ortiz e Randy Couture, Liddell ajudou a popularizar o UFC nos anos 2000 e foi incluído no Hall da Fama da organização em 2009. Segundo o veterano, o perfil dos competidores mudou com o crescimento financeiro do esporte, o que atraiu uma nova geração ao octógono.

    “Quando comecei a lutar, o teto era 150 mil por ano. Isso se você fizesse três lutas. Não era grande coisa. Você tinha caras que gostavam de lutar, era um trabalho no qual precisava continuar lutando. Você tinha lutadores puros, lutadores de verdade. Hoje ainda existem os dois, mas há mais atletas que sabem lutar. É uma mentalidade diferente. Tem caras que se dão bem, mas não considero lutadores de verdade”, avaliou o ex-campeão.

    Futuro

    Por enquanto, o atual ex-campeão meio-pesado ainda não tem data definida para retornar ao octógono. No entanto, a tendência é que sua próxima apresentação seja uma revanche contra Magomed Ankalaev, valendo novamente o cinturão da categoria até 93 kg.

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  • Jogo mental? Jon Jones inclui Tom Aspinall em “time dos sonhos” do MMA

    Jogo mental? Jon Jones inclui Tom Aspinall em “time dos sonhos” do MMA

    Assim como Anthony Smith já havia sugerido, Jon Jones pode estar fazendo uma espécie de ‘jogo mental’ com Tom Aspinall. Essa, talvez, seja a única explicação para que, depois de muitas declarações minimizando a importância de um combate entre eles para o seu legado, o campeão peso-pesado do UFC tenha decidido incluir o rival inglês no seu ‘time dos sonhos’ do MMA.

    Tudo começou com uma publicação no ‘Instagram’ do perfil oficial do evento ‘Dirty Boxing Championship’ – que tem como um dos sócios o próprio ‘Bones’ (veja abaixo ou clique aqui). Nela, os fãs são convidados a participarem de uma brincadeira na qual, com 10 dólares, você precisa montar um ‘time dos sonhos’, ao escolher entre nove lutadores elencados na arte, que estão separados por faixa de preço – 2, 3 e 5 dólares.

    Na sessão de comentários da postagem, Jones respondeu com uma equipe formada por Yoel Romero (5 dólares), Alex Poatan (3 dólares) e Tom Aspinall (2 dólares). Além da escolha pelo rival inglês, o campeão também surpreendeu ao se deixar de fora da escalação, uma vez que ele estava entre as opções na coluna horizontal dos lutadores mais caros.

    Jon Jones vs Tom Aspinall

    O aguardado duelo entre Jon Jones e Tom Aspinall, pela unificação do título peso-pesado do UFC, se tornou uma das maiores ‘novelas’ do MMA mundial nos últimos tempos. Campeão linear da categoria, ‘Bones’, ao que tudo indica, tem dificultado as negociações para a realização do combate, citando sua falta de interesse no confronto contra o inglês e uma possível aposentadoria. Por outro lado, o dono do cinturão interino da divisão tem tentado de tudo para convencer seu rival a mudar de ideia, mas já parece estar perdendo a paciência com a demora.


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  • Chael Sonnen questiona interesse de superluta Jon Jones vs Tom Aspinall: “Ficou menor”

    Chael Sonnen questiona interesse de superluta Jon Jones vs Tom Aspinall: “Ficou menor”

    No âmbito esportivo, grandes clássicos ou confrontos tendem a ganhar em expectativa e apelo do público com o passar do tempo. Mas este não é o caso da eventual superluta entre Jon Jones e Tom Aspinall no UFC. Ao menos não na visão de Chael Sonnen. E para o ex-lutador e atual comentarista existe um fator preponderante para explicar a queda de interesse dos fãs na que seria a luta de unificação de títulos entre os pesos-pesados: a indefinição.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Sonnen opinou que a forma que o duelo tem sido promovido não tem rendido frutos positivos justamente porque os fãs desconfiam se, um dia, a luta entre Jones e Aspinall de fato sairá do papel. Essa grande incógnita, na visão do veterano, joga contra a própria empresa. Chael, inclusive, não foi o primeiro grande nome do ramo a abordar o assunto. Ex-campeão peso-médio (84 kg) do UFC, Robert Whittaker recentemente questionou a atual relevância de ‘Bones’ na modalidade.

    “Adoro o lado comercial do esporte, sou fascinado. Já tive grandes lutas que tive que esperar, foram negociadas e renegociadas. Mas em 100% delas, ansiamos mais por elas, serviu como promoção. Esse não é o caso (de Jones vs Aspinall). Essa luta está indo na direção oposta. As pessoas não estão se importando com essa luta. Tenho diferentes palpites sobre o porquê. Minha hipótese é que o público não quer apoiar tanto algo que não tem confiança de que pode conseguir. Enquanto essa luta se estende, ao contrário de outras lutas, não está crescendo. Ficou menor. As pessoas estão se importando menos e menos. Não sei se tem como reverter isso”, salientou Chael.

    Novela com indícios distintos

    Aparentemente o grande impeditivo de tirar o combate do papel é a falta de acordo entre as três partes envolvidas: Jones, Aspinall e Dana White – o intermediário. Enquanto o presidente do UFC esbanja confiança e garante que irá realizar a superluta ainda em 2025, ‘Bones’ dá indícios na direção contrária. De férias na Tailândia, o campeão linear dos pesados já deu pistas de que sua carreira no MMA pode ter chegado ao fim. Em meio ao impasse, Tom – dono do cinturão interino – alterna declarações otimistas e pessimistas sobre o eventual confronto enquanto aguarda a definição de seu futuro.

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  • Card numerado! Ultimate encaminha Karine Killer vs JJ Aldrich para o UFC 319, em agosto

    Card numerado! Ultimate encaminha Karine Killer vs JJ Aldrich para o UFC 319, em agosto

    Um duelo envolvendo duas atletas ranqueadas do peso-mosca (57 kg) feminino foi encaminhado ao card numerado do UFC 319. Número 11 do mundo, Karine Silva medirá forças contra a americana JJ Aldrich, atual 15ª colocada da categoria. A volta de ‘Killer’ ao octógono está programada para o dia 16 de agosto, quando o Ultimate desembarca em Chicago (EUA). A informação do confronto foi apurada em primeira mão pela equipe de reportagem da Ag Fight, em contato com fontes próximas à situação.

    Revelada via ‘Contender Series’ em outubro de 2022, Karine despontou como uma grande promessa no UFC. E seu início de trajetória fez jus às expectativas – com quatro vitórias nas quatros primeiras lutas dentro da liga presidida por Dana White. Tal retrospecto a levou até o ranking da divisão dos moscas, de olho no pelotão de elite da categoria.

    Mas a ascensão de ‘Killer’ foi freada na última rodada, em novembro de 2024. Diante da compatriota Viviane Araújo, Silva conheceu seu primeiro revés na organização – via decisão dos juízes. Disposta a voltar à coluna das vitórias, a atleta do Mato Grosso do Sul terá pela frente a americana JJ Aldrich, que chega embalada por um recente triunfo conquistado diante de Andrea Lee, em março desta temporada.

    Luta principal

    Além da disputa feminina entre Karine e Aldrich, o evento do UFC 319 já conta com sua atração principal definida. No ‘main event’ da noite, o campeão peso-médio (84 kg) Dricus du Plessis coloca seu cinturão em jogo contra o Khamzat Chimaev. Mesmo no posto de desafiante, o ‘Lobo’ – invicto no MMA profissional com 14-0 -, surge como favorito para o confronto diante do sul-africano pelo título até 84 kg.

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  • Mãe de BJ Penn pede ordem de restrição e acusa ex-lutador de abuso psicológico

    Mãe de BJ Penn pede ordem de restrição e acusa ex-lutador de abuso psicológico

    Lorraine Shin, mãe do ex-campeão do UFC BJ Penn, entrou com um pedido de ordem de restrição contra o filho, alegando sofrer abuso psicológico extremo. A solicitação foi feita em meio a um período turbulento na vida do ex-lutador, que foi preso no último domingo (25), no Havaí, após um incidente doméstico envolvendo contato físico ofensivo contra um familiar. Detido em casa, o havaiano de 46 anos foi liberado após o pagamento de uma fiança. A audiência está marcada para esta terça-feira (27).

    De acordo com documentos obtidos pelo portal ‘MMA Fighting’, Lorraine afirma que o filho tem apresentado comportamento paranoico e agressivo nos últimos meses — chegando a alegar que ela seria uma impostora que matou sua verdadeira mãe para assumir sua identidade. A denúncia levanta suspeitas sobre um possível quadro psiquiátrico, como a Síndrome de Capgras — embora não haja diagnóstico médico confirmado até o momento.

    O relato da mãe detalha uma série de incidentes perturbadores: desde o desaparecimento de objetos pessoais, sabotagem em fechaduras e destruição de câmeras de segurança, até um episódio recente no qual, segundo ela, o ex-lutador teria impedido que ela chamasse a polícia, usando uma lanterna para ofuscar sua visão. O filho Reagan teria sido quem interveio e ajudou a encerrar a situação.

    Mesmo após ter sido instruído a manter distância por 48 horas, o ex-atleta teria retornado à residência da mãe no dia seguinte — o que levou a uma nova prisão. Lorraine solicita que a medida protetiva tenha validade de seis meses e pede que o filho seja encaminhado para tratamento médico ou acompanhamento terapêutico.

    Paralelamente, o ex-campeão vem publicando vídeos nas redes sociais em que acusa familiares e figuras públicas de serem impostores enviados por agentes do governo com o objetivo de tomar controle de sua herança. Em uma das gravações, ele aparece cercado por policiais, afirmando ser alvo de uma conspiração.

    Trajetória consagrada e pós-carreira conturbado

    Ícone do MMA, Penn fez história ao conquistar cinturões em duas categorias distintas no UFC — peso-leve (70 kg) e meio-médio (77 kg). Aposentado desde 2019, no entanto, sua trajetória fora do octógono tem sido marcada por polêmicas, incluindo brigas em locais públicos, processos judiciais e um padrão de comportamento que preocupa fãs e especialistas.

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  • Merab Dvalishvili minimiza impacto de lesão às vésperas do UFC 316: “Não me incomoda”

    Merab Dvalishvili minimiza impacto de lesão às vésperas do UFC 316: “Não me incomoda”

    Em menos de duas semanas, Merab Dvalishvili está escalado para liderar o UFC 316, em Newark (EUA). Às vésperas de sua revanche contra Sean O’Malley, entretanto, o campeão peso-galo (61 kg) preocupou os fãs de MMA ao compartilhar uma lesão sofrida no dedo do pé, durante seus treinos. Apesar do ‘susto’, ‘The Machine’, como o georgiano é conhecido, fez questão de tranquilizar a todos e minimizou o impacto da contusão na que será sua segunda tentativa de defesa de cinturão no Ultimate.

    No registro compartilhado, em que aparecia com o dedo extremamente roxo, Merab se tornou alvo de preocupação de seus próprios parceiros de equipe, que levantavam a hipótese do campeão ter fraturado a região. A lesão, inclusive, se assemelha bastante com a que retirou Conor McGregor do UFC 303. Questionado sobre o tema em recente participação no podcast ‘Believe You Me’, Dvalishvili evitou julgar o astro irlandês pela conduta na época.

    “Meu dedo está bom. Como eu disse, se necessário, eu posso cortá-lo fora. Mas não vou precisar cortar ele (risos). Está ok. Não me incomoda. Eu não quero comentar sobre o dedo do Conor McGregor porque eu não sei a exata dor (que ele sentiu) ou a situação (em que estava). Mas eu ainda tenho outros nove dedos, está tudo bem”, declarou o wrestler de 34 anos.

    Campeão ativo

    Apontado como franco favorito para a luta contra O’Malley e fazendo pouco caso até mesmo de uma lesão, Merab já faz planos a longo prazo. Caso tenha o braço erguido no UFC 316, o campeão dos pesos-galos já revelou que pretende se manter ocupado nesta temporada. Em um mundo ideal, Dvalishvili destacou que gostaria de colocar seu cinturão em jogo mais duas vezes no segundo semestre – uma no México, em setembro, e outra nos EUA, provavelmente entre novembro e dezembro.

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