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  • Strickland alerta Alex Poatan sobre revanche com Ankalaev e cobra foco total

    Strickland alerta Alex Poatan sobre revanche com Ankalaev e cobra foco total

    Mesmo sem o cinturão dos meio-pesados (93 kg), Alex Pereira continua sendo uma das maiores estrelas do UFC, tanto pelo impacto que causa dentro do octógono quanto por sua presença fora dele. No entanto, para o ex-rival e companheiro de profissão Sean Strickland, é hora do brasileiro desacelerar. Em entrevista ao canal ‘Red Corner MMA’, o norte-americano fez um alerta sincero ao paulista, sugerindo que ele redirecione o foco para a possível revanche contra Magomed Ankalaev.

    O ex-campeão dos pesos-médios (84 kg) reconheceu o talento de ‘Poatan’, mas demonstrou preocupação com a rotina intensa de compromissos e viagens que, segundo ele, podem comprometer o desempenho do lutador. Para Strickland, o excesso de exposição tem potencial para desviar a atenção necessária diante de um adversário tão estratégico como o russo.

    “O Alex se sacrificou demais. Quantas defesas ele fez mudando de categorias? O Ankalaev só descansou por um tempo. O Alex ainda é uma estrela, não pode sair de casa. Ninguém sabe quem é o Ankalaev. Isso cobra um preço na mente”, afirmou o norte-americano.

    Crítica construtiva

    A declaração surge em um momento de expectativa em torno da revanche entre os dois meio-pesados, marcada pela vitória de Ankalaev no UFC 313 por decisão unânime, resultado que lhe garantiu o título da divisão até 93 kg. Desde então, o russo tem provocado o brasileiro nas redes sociais, alegando estar focado nos treinos, enquanto o ex-campeão estaria mais preocupado com compromissos promocionais.

    Na visão de Strickland, uma mudança na rotina pode ser decisiva. Ele acredita que o comprometimento total com a preparação é essencial para que o paulista volte ao topo da categoria.

    Se o Alex der um passo atrás, limpar o cérebro e parar de viajar pela p*** do mundo todo, acho que ele tem uma chance legítima de vencer”, completou.

    A revanche ainda não tem data confirmada, mas é aguardada para ocorrer após setembro. Até lá, a expectativa é que o brasileiro retome o foco nos treinamentos e corrija os pontos que fizeram a diferença no primeiro confronto.

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  • Poirier vs Holloway: Charles do Bronx aponta favorito em duelo pelo cinturão BMF

    Poirier vs Holloway: Charles do Bronx aponta favorito em duelo pelo cinturão BMF

    Com o aguardado duelo entre Dustin Poirier e Max Holloway marcado para o UFC 318, no dia 19 de julho, pelo cinturão BMF (Baddest Motherf*** ou, traduzindo, “lutador mais durão”), o ex-campeão peso-leve (70 kg) Charles ‘do Bronx’ compartilhou sua análise sobre o confronto. Em entrevista recente ao canal ‘Full Violence’, o brasileiro — que já encarou ambos dentro do octógono — destacou pontos fortes dos dois lados, mas apontou um leve favoritismo para o ‘Diamante’.

    Segundo o paulista, o estilo técnico e a bagagem de Poirier podem ser trunfos decisivos, especialmente em uma noite marcada por despedida. Aos 36 anos, o veterano anunciou que a luta contra o havaiano será a última de sua trajetória no MMA, independentemente do desfecho.

    “O Holloway é um cara que se movimenta muito, tem boa esquiva. Mas o Dustin Poirier merece todo o respeito. Para mim, de todos os que enfrentei, ele é quem tem o boxe mais afiado. Luta com consciência, tem mãos muito pesadas. Ele sabe jogar o jogo. E vai lutar praticamente em casa, então acredito que ele leva a melhor”, afirmou Charles.

    Trilogia

    Esta será a terceira vez que os dois se encontram no cage. No primeiro embate, em 2012, o então novato Holloway foi finalizado com um triângulo de braço. Sete anos depois, em 2019, os dois protagonizaram uma batalha eletrizante de cinco rounds, com vitória de Poirier por decisão unânime. Agora, com o cinturão simbólico em disputa e o anúncio de aposentadoria no ar, o duelo promete fortes emoções. O vencedor sai com o título BMF — atualmente nas mãos do havaiano.

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  • Hall da Fama do UFC, BJ Penn é preso no Havaí por agressão contra familiar; veja

    Hall da Fama do UFC, BJ Penn é preso no Havaí por agressão contra familiar; veja

    O ex-campeão do UFC BJ Penn foi preso no último domingo (25), no Havaí, após um incidente doméstico que resultou em acusações de contato físico ofensivo contra um membro da família. Segundo registros oficiais, o lutador de 46 anos foi detido em casa por agentes da polícia e liberado após o pagamento de uma fiança de 2 mil dólares (cerca de R$ 11 mil). A audiência judicial está marcada para esta terça-feira (27).

    A detenção ocorre em meio a um período turbulento na vida pessoal do ex-atleta, marcado por publicações nas redes sociais em que ele acusa parentes e até figuras públicas de serem “impostores” enviados por agentes do governo com o objetivo de tomar posse de sua herança. Em um vídeo divulgado antes da prisão, o havaiano aparece deitado em uma cama, cercado por policiais, questionando o motivo da ação e alegando ser vítima de uma conspiração (veja o vídeo abaixo ou clique aqui).

    Aposentadoria conturbada

    Lenda do MMA, Penn fez história ao conquistar cinturões em duas categorias distintas no UFC — peso-leve (70 kg) e meio-médio (77 kg). Oficialmente aposentado desde 2019, o ex-lutador, no entanto, tem sido protagonista de uma série de polêmicas fora do octógono, incluindo brigas em bares – que culminaram com sua demissão do Ultimate – e outras ocorrências envolvendo a polícia.

    As declarações recentes e o comportamento errático do ex-campeão reacenderam debates sobre os efeitos de traumas cerebrais e os desafios enfrentados por atletas de elite após o fim da carreira. De acordo com o portal ‘MMA UK’, especialistas apontam que os sintomas apresentados podem indicar um quadro psiquiátrico grave, como a Síndrome de Capgras — embora não haja confirmação médica até o momento.

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  • E o Borralho? UFC encaminha Hernandez vs Dolidze e aumenta drama do brasileiro

    E o Borralho? UFC encaminha Hernandez vs Dolidze e aumenta drama do brasileiro

    A cada dia que passa, a situação de Caio Borralho na divisão dos pesos-médios (84 kg) do UFC vai ficando mais dramática. Com um longo período inativo e reclamando publicamente de falta de adversários, o atleta da ‘Fighting Nerds’ havia sugerido, inclusive, um duelo contra Anthony Hernandez – rival abaixo no ranking –, apenas para se manter ativo. Mas nem mesmo tal possibilidade está mais disponível. Isso porque o Ultimate encaminhou ‘Fluffy’, como o americano é conhecido, vs Roman Dolidze para o dia 9 de agosto.

    O combate que reúne membros do top 10 da categoria servirá como luta principal do UFC Vegas 109, no ‘Apex’. O duelo foi dado em primeira mão pela página ‘KrazyKevMMA’ e confirmado posteriormente pelo site ‘MMA Junkie’. Número 8 do ranking, Dolidze chega embalado por três vitórias consecutivas. Do outro lado, porém, está Hernandez, que defende uma série ainda mais promissora – são sete triunfos em sequência para o nono colocado da divisão.

    Borralho sem par?

    Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev lutarão pelo título. Outros confrontos como Marvin Vettori vs Brendan Allen, Robert Whittaker vs Reinier De Ridder, Paulo ‘Borrachinha’ vs Roman Kopylov e Gregory ‘Robocop’ vs Jack Hermansson também estão encaminhados. Desta forma, sobram poucas opções no ranking disponíveis para Caio. Uma delas seria Sean Strickland. Mas por conta da relação de amizade entre os dois, o ex-campeão revelou recentemente que recusou encarar Borralho.

    Além disso, rumores apontam que Strickland tende e medir forças contra Israel Adesanya em uma revanche, na próxima rodada. Dada a atual conjuntura, Nassourdine Imavov seria a única solução viável. Mas o russo naturalizado francês, que foi confirmado como reserva da disputa de cinturão, já rechaçou um confronto com Borralho no momento, visto que é o número 1 do ranking.

    Hiato inédito

    Enquanto ainda não possui um novo compromisso marcado, Caio Borralho vê uma indesejada marca ser ampliada a cada dia. Desde sua estreia no UFC, em abril de 2022, o peso-médio brasileiro nunca havia ficado mais de sete meses sem competir – período este que já foi superado na atual conjuntura, tendo em vista que a última apresentação do atleta da Fighting Nerds ocorreu em agosto do ano passado, quando venceu Jared Cannonier por pontos.

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  • Kai Kara-France acredita em vitória contra Alexandre Pantoja: “É o meu momento”

    Kai Kara-France acredita em vitória contra Alexandre Pantoja: “É o meu momento”

    A poucos dias de encarar a luta mais importante de sua carreira, Kai Kara-France demonstra estar tranquilo e confiante no que pode entregar dentro do octógono. O neozelandês terá pela frente o campeão dos pesos-moscas (57 kg), Alexandre Pantoja, no coevento principal do UFC 317, marcado para 28 de junho em Las Vegas (EUA).

    Aos 32 anos, Kara-France acredita viver a melhor fase da carreira — tanto física quanto mentalmente. Com 15 anos de experiência no MMA profissional, ele afirma ter aprendido a lidar com a pressão e garante estar preparado para aproveitar a nova chance de conquistar o cinturão, dois anos após ser superado por Brandon Moreno em disputa pelo título interino.

    “Agora estou fazendo isso com mais propósito e mais fogo. Sei que esse é o meu momento — com idade, maturidade e experiência. Já lutei pelo cinturão antes. Sei como é a pressão. Sei quais são as expectativas. Estou aceitando isso tudo, e desta vez estou pronto. Desta vez, não estou lutando contra coisas que não estão sob meu controle — estou apenas deixando fluir. É aí que estou agora. Estou em um ótimo lugar e pronto para trazer mais um cinturão para a (City Kickboxing)”, declarou ao canal ‘Combat TV’.

    A preparação para o duelo teve seus obstáculos. Inicialmente, a luta contra Pantoja chegou a ser cogitada para abril, o que exigiu ajustes no planejamento do atleta da City Kickboxing, equipe que também abriga o campeão peso-pena (66 kg) Alexander Volkanovski. Apesar da mudança, o neozelandês manteve o foco e seguiu treinando intensamente enquanto aguardava a confirmação da nova data.

    Vitória na primeira luta

    Esse não será o primeiro duelo entre Pantoja e Kara-France. Em 2016, pelas quartas-de-final do TUF 24, os lutadores tiveram um embate. Na ocasião, o brasileiro, que vinha de vitória sobre o mexicano Brandon Moreno, precisou ser bastante estratégico para superar o neozelandês na decisão unânime dos juízes e avançar na competição. Em recente entrevista à reportagem da Ag Fight, o campeão fez uma análise sobre o novo duelo.

    Momento dos lutadores

    Do outro lado, Pantoja, de 35 anos, chega embalado por três defesas bem-sucedidas desde que conquistou o título em 2023, ao superar Brandon Moreno no UFC 290. Na sequência, o brasileiro passou por Brandon Royval, Steve Erceg e Kai Asakura, consolidando seu domínio na divisão.

    Já Kara-France tenta embalar novamente após um nocaute no primeiro round sobre Erceg no UFC 305. Antes disso, vinha de duas derrotas equilibradas: a já mencionada contra Moreno e uma decisão dividida diante de Amir Albazi.

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  • Nate Diaz perde a paciência com novatos do UFC: “Otários, vão se f***”

    Nate Diaz perde a paciência com novatos do UFC: “Otários, vão se f***”

    O veterano do UFC Nate Diaz voltou aos holofotes recentemente após criticar abertamente a postura de lutadores mais jovens da organização. Conhecido por seu estilo combativo tanto dentro quanto fora do octógono, o californiano demonstrou insatisfação com o que considera uma crescente falta de respeito por parte da nova geração do MMA.

    Durante participação no podcast ‘HJR’, do ex-lutador Quinton ‘Rampage’ Jackson, Diaz abordou o comportamento de atletas mais novos que, segundo ele, utilizam seu nome como forma de ganhar visibilidade. Para o ex-desafiante ao cinturão ‘BMF’, a nova safra de competidores tem apostado em provocações gratuitas como estratégia de autopromoção.

    “Esses idiotas que são tipo 10 ou 12 anos mais novos que eu no UFC tão aí falando ‘Nate Diaz, você é um otário’. E eu fico tipo: por que está falando comigo assim, seu filho da p***? Todos esses idiotas”, disparou.

    Entre os principais alvos da irritação do ex-pupilo dos irmãos Gracie estão Justin Gaethje e Bo Nickal, citados como exemplos de lutadores que teriam feito comentários depreciativos sem qualquer provocação prévia. O veterano também questionou a autenticidade desses ataques, classificando-os como puramente midiáticos — posturas que, segundo ele, não se sustentam no contato pessoal.

    “Tipo o Justin Gaethje, quando ele apareceu, ele falou: ‘Ele é um f** isso, aquilo’. E eu fiquei tipo: mano, não é que eu esteja exigindo respeito, mas por que eu deveria dar atenção pra isso? Era pra eu te encher de porrada quando te visse. São os wrestlers, é isso. Aquele Bo Nickal tava falando de mim pra alguém, desmerecendo, e eu fiquei tipo: otário, vai se f***. Por que você tá pondo meu nome na sua boca, seu bosta? Um moleque desses”, relatou.

    Marketing vs desrespeito

    Aos 40 anos e com uma carreira marcada por duelos memoráveis e uma base fiel de fãs, Diaz reforça que, ao contrário de muitos colegas de profissão, leva esse tipo de provocação para o lado pessoal. Suas declarações reacendem o debate sobre a linha tênue entre promoção e afronta no MMA contemporâneo. Com a ascensão das redes sociais e a busca incessante por visibilidade, o choque de gerações dentro do UFC ganha novos capítulos — e o veterano de Stockton deixa claro que ainda está pronto para responder à altura.

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  • Ex-rival de Do Bronx, Dariush alerta Topuria antes do UFC 317: “Ele é muito perigoso”

    Ex-rival de Do Bronx, Dariush alerta Topuria antes do UFC 317: “Ele é muito perigoso”

    Daqui a um mês, Charles Oliveira e Ilia Topuria entrarão em rota de colisão no octógono mais famoso do mundo. E quanto mais o combate que irá liderar o UFC 317 se aproxima, mais vozes influentes do meio palpitam sobre o confronto que colocará em jogo o cinturão vago dos pesos-leves (70 kg). Número 9 do ranking da categoria e ex-adversário de ‘Do Bronx’, Beneil Dariush discorda do posto de franco azarão do brasileiro e projeta um duelo parelho no dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA).

    Em recente entrevista ao canal ‘Submission Radio’, o americano fez um alerta para Topuria antes do combate que lidera a tradicional ‘Semana Internacional da Luta’. Com a bagagem de já ter medido forças com Charles em 2023, quando acabou nocauteado, Dariush destacou que o estilo do faixa-preta de jiu-jitsu pode complicar o ‘modus operandi’ do georgiano radicado na Espanha – reconhecidamente um pugilista de alto nível para o MMA.

    Acho que (essa luta) é muito mais equilibrada do que as pessoas pensam. Acho o Charles muito duro. Ele tem um bom queixo, bom jiu-jitsu e ótima trocação. E o que será difícil para o Ilia será a trocação do Charles que é, ao meu ver, muito perigosa contra bons boxeadores. A forma como ele desfere joelhadas e usa o clinch – são coisas que você pode fazer para desacelerar o Ilia. Porque, por exemplo, um bom pugilista vai se abaixar para fintar e se aproximar e é exatamente nessa hora que o Charles ergue o joelho e ferra o seu ‘timing’ ou desfere um chute – coisas do tipo. Então vejo essa luta mais parelha (do que imaginam)”, analisou Beneil.

    Odds indicam o contrário

    Apesar de ter feito uma análise técnica condizente com a capacidade de ambos atletas, o palpite de Dariush para a luta principal do UFC 317 é minoria. Afinal de contas, Topuria desponta como franco favorito para a disputa do cinturão até 70 kg. Mesmo prestes a estrear na divisão dos leves, ‘El Matador’ fez com que Do Bronx, já adaptado à categoria, se tornasse o azarão da disputa, em um proporção média de 4 para 1.

    Co-main event

    O card da Semana Internacional da Luta promete tirar o fôlego dos fãs brasileiros. Afinal de contas, além do duelo entre Charles e Topuria, o evento contará com outra disputa de título envolvendo um atleta tupiniquim. No ‘co-main event’ da noite, Alexandre Pantoja coloca seu cinturão peso-mosca (57 kg) em jogo contra o desafiante neozelandês Kai Kara-France. Único campeão do Brasil no momento dentro do UFC, o atleta da Arraial do Cabo (RJ) vai em busca do que seria sua quarta defesa de título bem-sucedida.

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  • Jean Silva nega recusa e projeta possível duelo com Diego Lopes no UFC: “Vou quebrar ele”

    Jean Silva nega recusa e projeta possível duelo com Diego Lopes no UFC: “Vou quebrar ele”

    Na última semana, Jean Silva veio a público desmentir os rumores sobre uma eventual luta contra Diego Lopes no UFC. Apesar de salientar que tal oferta não chegou a ele ou sua equipe, o representante da ‘Fighting Nerds’ identificou o cenário como uma oportunidade perfeita para sua carreira. Com o tema em alta, ‘Lord’ foi, inclusive, questionado se havia recusado o confronto diante do compatriota. Contrariado, o peso-pena (66 kg) catarinense rechaçou tal possibilidade e fez uma projeção ousada para o hipotético embate.

    Através de um vídeo compartilhado em seu canal no Youtube (veja abaixo ou clique aqui), Jean esbanjou confiança para uma possível disputa contra Lopes. Vale ressaltar que Lord é o atual número 11 do ranking até 66 kg, enquanto Diego surge na segunda colocação. Mas a considerável diferença na listagem não parece intimidar o prospecto da Fighting Nerds, muito pelo contrário.

    Eu neguei luta? Que p*** é essa? Não, tá maluco? (não recusei nada) Essa luta (contra o Diego Lopes) nem chegou no meu ouvido. Vou procurar essa informação e ligar para o Diego: ‘Ô, irmão, tá sabendo disso aqui? A gente vai sair na mão? Qual que é a pira?’ Porque eu não nego p*** nenhuma. Vou quebrar ele se essa luta acontecer. Sobrou pra ele ser mastigado e (vai ser) daquele jeito”, concluiu ‘Lord’.

    Rivalidade e atrito nos bastidores

    Em agosto de 2024, quando ambos estavam em momentos distintos de suas respectivas carreiras, Jean Silva relatou um desentendimento com Diego Lopes nos bastidores de um evento. De acordo com ‘Lord’, seu agora concorrente, à época, entrou no ambiente em que ele estava e cumprimentou todos os presentes, menos ele, o ignorando completamente. Posteriormente, ‘Franja’ chegou a questionar a versão do representante da Fighting Nerds, mas já havia virado um alvo do compatriota.

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  • Tom Aspinall faz piada com impasse para encarar Jon Jones: “Vou lutar por um novo cinturão”

    Tom Aspinall faz piada com impasse para encarar Jon Jones: “Vou lutar por um novo cinturão”

    O imbróglio para confirmar a unificação do título peso-pesado do UFC contra Jon Jones pode já ter tirado a paciência de Tom Aspinall, mas não abalou o bom humor do lutador inglês. Prova disso é que, nesta segunda-feira (26), o campeão interino do Ultimate utilizou suas redes sociais para brincar com a situação que vive na organização.

    Em uma publicação no seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), Aspinall, em tom sarcástico, sugeriu que teria novidades sobre o futuro da divisão dos pesados do UFC em breve, citando um cinturão fictício que seria criado para solucionar a falta da unificação entre os títulos linear e interino da categoria. O atleta britânico ainda aproveitou a oportunidade para cutucar Jon Jones, que tem demonstrado mais interesse em ‘aproveitar a vida’ do que em subir no octógono novamente para uma disputa contra ele.

    “Notícias do peso-pesado chegando em breve. Desculpe, galera, eu vou lutar por um novo cinturão. Título peso-pesado do UFC, BMF, interino do interino. Aproveitando a vida”, brincou Aspinall.

    Opinião pública ao lado do inglês

    Apesar de se encontrar em uma espécie de limbo na carreira, devido à falta de um acordo para unificar o título dos pesos-pesados do UFC, Tom Aspinall parece estar levando a melhor na batalha da opinião pública. Enquanto continua sendo ignorado por Jon Jones, que parece irredutível na sua posição, o inglês vê seu desafeto virar o vilão da ‘novela’. Prova disso é que, recentemente, um grupo de fãs tomou a iniciativa de demonstrar seu descontentamento com a postura de ‘Bones’ e pedir sua destituição do trono de campeão linear dos pesados no Ultimate, através de um abaixo-assinado online que já conta com mais de 50 mil assinaturas.

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  • Analistas questionam decisão de Topuria de romper com treinador às vésperas do UFC 317

    Analistas questionam decisão de Topuria de romper com treinador às vésperas do UFC 317

    O rompimento entre Ilia Topuria e seus treinadores – Jorge e Agustín Climent – às vésperas de sua disputa contra Charles Do Bronx, pelo título dos leves (70 kg), no UFC 317, continua sendo um dos assuntos mais comentados na comunidade do MMA. O tema, como era de se esperar, divide opiniões. Se por um lado, parte dos fãs do georgiano se preocupa com o possível impacto que a mudança trará no seu desempenho dentro do octógono, do outro, há quem acredite que o ex-campeão peso-pena (66 kg) não será afetado pela troca no comando técnico.

    Mas não são só os fãs que têm discutido as ramificações da decisão do georgiano radicado na Espanha em sua carreira. Os principais analistas do esporte também já deram seus pitacos sobre a troca de treinador feita por Topuria, restando pouco mais de um mês para o duelo contra o ex-campeão peso-leve Charles Do Bronx, que está marcado para liderar o card do Ultimate no dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA).

    Separação amigável

    Após a notícia pegar a muitos de surpresa, Jorge Climent – um dos agora ex-treinadores de Topuria – veio a público explicar a situação e afirmar que a separação aconteceu de forma amigável. De acordo com o profissional, o fim da parceria se deu por conta da mudança do ex-campeão do UFC de Alicante para Madrid, o que dificultou o trabalho entre eles.

    Daniel Cormier

    Ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do UFC, o comentarista Daniel Cormier se mostrou confuso sobre o ‘timing’ da mudança, levando em conta o quanto isso pode afetar sua performance na próxima luta. O veterano também não pareceu estar convencido que o rompimento ocorreu de maneira totalmente amigável.

    “Realmente não sei. Um mês antes do que vai ser sua oportunidade de ganhar um segundo título, quanto isso vai ter de efeito no Team Topuria. Então, tem algo na ideia de que nós crescemos tanto que não podemos nos unir e colaborar no que vai ser um dos maiores momentos de sua carreira nas lutas, especialmente sabendo que aqueles caras o treinaram desde que ele tinha uns 15 anos. Para mim, isso é um pouco estranho, mas é assim mesmo”, opinou Cormier, em vídeo publicado no seu canal do ‘Youtube’.

    Chael Sonnen

    Quem também se mostrou reticente quanto à mudança promovida pelo georgiano foi Chael Sonnen. Além da questão emocional de encerrar uma relação tão longeva com seus antigos treinadores, o ex-lutador e comentarista do UFC levantou dúvidas sobre os problemas que Topuria pode encontrar com a sua nova logística do camp de preparação – uma vez que o ex-campeão passou a realizar seus treinos na academia construída na sua própria casa.

    “Por alguma razão, isso não me cai bem. Estou tentando prever e antecipar, e estou pensando sobre essas pessoas chegando na casa dele todos os dias, e depois eles vão embora da casa e depois alguém tem que ir limpar o local, e isso se torna irritante. Vamos ver quanto tempo isso dura. Vamos ver por quanto tempo isso vai funcionar”, ponderou Sonnen, no seu canal do ‘Youtube’.

    Ray Longo

    O renomado treinador Ray Longo também questionou a troca de comando neste momento da carreira de ‘El Matador’. Para o profissional, que tem no currículo títulos do UFC com Matt Serra, Aljamain Sterling, Merab Dvalishvili e Chris Weidman, Topuria e os irmãos Climent poderiam seguir trabalhando juntos, ainda que por períodos de tempo mais curtos, para que o haja manutenção na filosofia de trabalho.

    “Aquele treinador pode vir por uma ou duas semanas e, não estou dizendo que faz uma grande diferença, mas pode manter o que eles estavam fazendo. Todo mundo toma essa decisão depois que eles já estão no topo por um tempo. Ele teria tomado essa decisão se ele estivesse subindo, quando ele realmente precisava do cara? É aí que eu fico um pouco chateado com isso. Tipo, se você vai fazer isso, faça no começo”, comentou o expert, ao podcast ‘Anik & Florian’.

    Em meio às dúvidas e questionamentos sobre sua decisão, Ilia Topuria volta ao octógono no próximo dia 28 de junho, no UFC 317, em Las Vegas, para disputar o cinturão até 70 kg da liga, contra o brasileiro Charles Do Bronx. Caso saia vitorioso do combate, o georgiano radicado na Espanha conquistará seu segundo título em categorias diferentes na organização, já que antes de subir para os leves, ‘El Matador’ reinava na divisão dos penas.

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