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  • Darren Till pede ‘title shot’ em caso de vitória sobre Robert Whittaker

    Darren Till pede ‘title shot’ em caso de vitória sobre Robert Whittaker

    Darren Till é o atual quinto colocado no ranking peso-médio do UFC – Scott Garfitt

    No próximo sábado (25), Darren Till encara Robert Whittaker na luta principal do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). E, ainda que seja apenas a sua segunda peleja desde que subiu para o peso-médio (84 kg), o ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios (77 kg) já cogita uma nova disputa por título no Ultimate em caso de vitória sobre o australiano.

    Em conversa com a imprensa durante o media day, Till citou o nível de seus oponentes para justificar sua crença de que, vencendo Whittaker, passaria a ser o primeiro da fila por uma disputa de título contra o campeão Israel Adesanya. Apesar do otimismo do inglês, ‘The Last StyleBender’, como é conhecido, deve defender seu título contra Paulo ‘Borrachinha’ no UFC 253, marcado para o dia 19 de setembro. Mesmo assim, o lutador europeu promete se manter preparado para ser chamado de última hora em razão de uma eventualidade, tendo em vista que ele não parece confiante de que o duelo entre o nigeriano e o brasileiro se materialize.

    “Se eu vencer Robert Whittaker na noite de sábado, o único caminho a seguir é para o título. Muitas pessoas dizem: ‘Bem, ele só tem duas lutas’. Mas olhe para minhas duas lutas. É por isso que eu digo para todos os jovens lutadores, ou todo lutador do UFC, você não deve recusar lutas. Você tem que aceitar esses grandes riscos porque eles compensam. Se eu vencer Robert Whittaker no sábado, o que é uma grande pergunta e uma grande montanha para subir, a única luta para mim é (Israel) Adesanya, mas ele e (Paulo) Costa estão escalados para lutar. A única luta para mim é a luta pelo título”, ponderou Darren Till, antes de completar.

    “A maior luta, e a luta que todo mundo quer ver depois dessa, se eu vencer contra Whittaker, é Adesanya. Eu já disse que acredito que Adesanya vs Costa (Borrachinha) é 50-50. Eu estou ligeiramente inclinado para Adesanya porque eu acho que ele tem um pouco mais de habilidade técnica. Mas a razão para eu dizer que é 50-50 é porque é uma luta de cachorro – técnica vs força bruta. Costa pode fazer cinco rounds. Ele tem as mãos para fazer isso, ele consegue levar um soco, então para mim está 50-50. Mas até eu ver ambos na balança, eu não acredito que essa luta vá acontecer em setembro. Vou me manter preparado para setembro. Eu acho que vai ter uma saída”, declarou o inglês.

    Após perder para Tyron Woodley, em combate válido pelo cinturão dos meio-médios, e para Jorge Masvidal na sequência, em suas duas primeiras derrotas da carreira, Darren Till subiu para a divisão dos médios. Em sua estreia na nova categoria, o inglês superou Kelvin Gastelum por decisão dividida dos juízes, no UFC 244, realizado em novembro do ano passado.

  • Combate Americas adia retorno após novo surto de COVID-19 na Flórida

    Combate Americas adia retorno após novo surto de COVID-19 na Flórida

    Depois de anunciar o retorno de suas atividades para o dia 28 de agosto, o Combate Americas se viu obrigado a adiar a volta dos seus shows ao vivo, atualmente interrompidos pela pandemia do novo coronavírus. Com o novo aumento no número de casos na Flórida (EUA), onde o evento aconteceria, Campbell McLaren – CEO da franquia – optou por dar um passo atrás e aguardar pela melhora da situação.

    Marcado originalmente para o dia 28 de agosto, o primeiro dos três shows programados pelo Combate Americas aconteceria sem a presença de público, em estúdio de televisão em Miami, na Flórida. Em comunicado, McLaren admitiu que chegou a pensar em transferir o evento para outra cidade norte-americana, no caso Los Angeles, mas, com o número de infectados pelo coronavírus também em alta na cidade californiana, o dirigente preferiu abortar os planos de retorno da entidade momentaneamente, visando a segurança de todos os envolvidos.

    “Essa não foi uma decisão que nós tomamos facilmente, e é baseada inteiramente no nosso foco de priorizar a segurança de nossos empregados, parceiros de transmissão, lutadores e a comunidade do MMA. Nós exploramos várias alternativas para evitar essa medida, incluindo a possibilidade de mudar nossas lutas para Los Angeles. Infelizmente, o estado da Califórnia está em uma situação similarmente precária com o surto do COVID-19, e parece indefensável prosseguir sem que tomemos em consideração a saúde daqueles que amamos”, declarou Campbell McLaren.

    O Combate Americas foi uma das primeiras grandes organizações de MMA a interromper suas atividades devido à pandemia do novo coronavírus. O último evento promovido pela entidade ocorreu no dia 28 de fevereiro deste ano.

  • Deiveson promete melhorar estrutura de academia e revelar novos talentos no Pará

    Deiveson promete melhorar estrutura de academia e revelar novos talentos no Pará

    Deiveson Figueiredo é o novo detentor do cinturão peso-mosca do UFC – Natassia del Fischer

    Em uma era onde, cada vez mais, grandes academias abrigam os principais talentos do MMA, alguns raros exemplos ainda conseguem chegar ao topo mesmo sem possuir a estrutura de uma equipe estabelecida, como é o caso de Deiveson Figueiredo. Coroado recentemente como novo campeão peso-mosca (57 kg) do UFC, o paraense conquistou o título da principal liga do mundo ainda que tenha feito toda a sua preparação em instalações, em suas próprias palavras, de “fundo de quintal”, contando basicamente apenas com seu talento e o bom trabalho de seus treinadores.

    Porém, apesar de satisfeito por provar que não precisava das facilidades que uma equipe renomada provém, Deiveson tem consciência de que para se manter no topo provavelmente terá que fazer mais investimentos em sua academia, localizada no Pará, seu estado de origem e celeiro de outros nomes importantes do MMA nacional. Por isso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja abaixo ou clique aqui), o campeão revelou que pretendo montar uma grande estrutura, tanto para manter a sua constante evolução, como para potencializar os jovens talentos da região.

    “Eu usei a expressão ‘fundo de quintal’. Claro que a minha academia não é de fundo de quintal, mas, perto das academias que existem nos Estados Unidos, a minha academia é muito pequena. A gente não tem uma estrutura que um campeão merece, um octógono, um ringue dentro. A gente não tem isso. Nós temos apenas um quadrado com sacos pendurados para bater. E, mesmo assim, eu já fui lá, fiz quatro lutas e as quatro eu nocauteei, finalizei, treinando nessa academia. Agora eu quero colocar uma mega estrutura em Belém, do Pará. Eu mostrei ao mundo que eu não preciso sair (do Brasil) para ser campeão do UFC. Eu me tornei campeão do UFC treinando na minha academia”, ressaltou Deiveson, antes de comentar sobre o plano de ajudar na revelação de novos atletas.

    “Esse é o foco. É o nosso foco. Eu converso muito com meu irmão e a gente sempre fala sobre isso. A gente quer usar o nosso nome, a academia, para promover atletas. A gente tem muito talento. Belém é composta por talentos, Marajó então. E a gente quer mostrar isso ao mundo. Tem muitos paraenses dentro do UFC, outros que já fizeram parte, e a gente pode encontrar talentos nessa galera nova que está chegando. Só precisam de uma oportunidade, de alguém de nome para ajudá-los a realizar seus sonhos”, concluiu.

    No último sábado (18), Deiveson Figueiredo atropelou Joseph Benavidez e, com a vitória por finalização ainda no primeiro round, conquistou o cinturão peso-mosca do UFC. Além de se tornar o primeiro lutador brasileiro campeão nesta divisão de peso, o paraense quebrou o jejum de três anos sem que o Brasil tivesse um título masculino do Ultimate.

  • Poirier lista opções para próxima luta no UFC: rival de renome ou disputa de cinturão

    Poirier lista opções para próxima luta no UFC: rival de renome ou disputa de cinturão

    Dustin Poirier venceu Dan Hooker em sua última luta no octógono – Diego Ribas / PxImages

    Em junho deste ano, Dustin Poirier somou mais uma grande apresentação seu currículo, quando bateu Dan Hooker, por decisão unânime dos jurados após cinco rounds. Dessa maneira, o americano, que atualmente é o número dois do ranking do peso-leve (70 kg), mira um desafio maior em sua próxima luta pela liga.

    Em declaração ao programa ‘Jim Rome Show’, o ex-campeão interino da divisão pediu uma maior valorização do Ultimate para seu novo compromisso dentro do octógono. O americano justificou essa solicitação pelo tempo de serviços prestados à organização e grandes atuações dentro do octógono. Desta forma, o lutador deu duas opções para a franquia: um rival de renome ou novamente a disputa de cinturão.

    “Não sei ao certo quais serão as opções quando o UFC sentar à mesa para negociar as próximas lutas. Ela (nova luta) só precisa ser contra um nome muito grande ou uma luta pelo título. Faço isso há dez anos no UFC e ainda amo lutar, mas quero que essas lutas signifiquem mais do que apenas uma luta. Eu não quero que seja apenas um show e ganhe uma bolsa. Quero que realmente signifique alguma coisa”, disse, emendando,

    “Tenho 40 lutas e quero que esses últimos quatro ou cinco anos realmente signifiquem algo toda vez que entro no octógono. Não apenas para mim e minha família, mas para os objetivos que estou tentando conscientizar e arrecadar dinheiro para e para minha carreira. Eu realmente quero deixar um legado”, finalizou.

    Após derrotar Dan Hooker por decisão unânime dos juízes no UFC Las Vegas, realizado no último sábado (27), Dustin Poirier agora ocupa a segunda posição no ranking peso-leve, atrás somente de Justin Gaethje e do campeão Khabib Nurmagomedov, que ainda não tem data oficial de quando vão se enfrentar.

  • Ainda engasgado com derrota, Robert Whittaker pede por revanche com Adesanya

    Ainda engasgado com derrota, Robert Whittaker pede por revanche com Adesanya

    O australiano Robert Whittaker é ex-campeão peso-médio do UFC – Pranay Dutt

    Em seu retorno aos octógonos depois de perder o cinturão peso-médio (84 kg) para Israel Adesanya, em outubro de 2019, Robert Whittaker encara Darren Till na luta principal do quarto evento do UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). Mesmo focado no desafio que terá pela frente no próximo sábado (25), o australiano não esconde o desejo de reencontrar o algoz no futuro para tentar devolver a derrota.

    Em conversa com a imprensa durante o media day virtual, Robert admitiu que ainda sente o sabor amargo pela derrota por nocaute para o nigeriano, que decretou o fim do seu reinado na divisão até 84 kg, e, por isso, gostaria de ter a oportunidade de enfrentá-lo novamente, ainda que exista a possibilidade do cinturão dos médios não estar mais sob poder de Adesanya. O atual campeão deve enfrentar Paulo ‘Borrachinha’ em setembro, na aguardada disputa entre os dois principais nomes da categoria no momento. Apesar de exaltar as qualidades técnicas do lutador africano, Whittaker destacou o perigo apresentado pelo desafiante, conhecido por sua potência nos golpes.

    “Eu não sei o que vai acontecer na luta dele (com Borrachinha), ou no futuro próximo, mas em algum momento eu adoraria lutar com ele novamente. Apenas como um competidor, como um lutador. Eu não gosto de saber que eu perdi para alguém em um combate. Para mim, isso é terrível. Então, eu adoraria lutar com ele novamente algum dia, seja pelo cinturão ou não”, ressaltou Robert Whittaker, antes de comentar sobre o duelo entre Adesanya e Borrachinha.

    “Eu acho que Adesanya tem o conjunto de habilidades necessário para vencê-lo, mas Paulo Costa (Borrachinha) é perigoso. Ele é muito perigoso, em diferentes aspectos. Vamos esperar para ver”, declarou.

    Aos 29 anos, Robert Whittaker soma 20 vitórias e cinco derrotas em seu cartel no MMA profissional. Seu adversário no próximo sábado, o inglês Darren Till, acumula 18 triunfos, dois reveses e um empate na carreira.

  • Carla Esparza abre as portas para duelo contra Amanda Ribas

    Carla Esparza abre as portas para duelo contra Amanda Ribas

    Carla Esparza encara Marina Rodriguez no card deste sábado – Rigel Salazar

    Se por um lado, Marina Rodriguez não parece disposta a aceitar o desafio feito por Amanda Ribas, por outro, Carla Esparza – sua adversária no quarto evento promovido pelo Ultimate na ‘Ilha da Luta’ – respondeu positivamente sobre um possível duelo futuro contra a mineira, tida como uma potencial futura estrela da companhia. Em conversa com a imprensa durante o media day, a ex-campeã peso-palha (52 kg) do UFC relembrou que primeiro precisa superar a rival do próximo sábado (25), mas adiantou que estaria disposta a medir forças com a jovem promessa na sequência.

    Com quatro vitórias consecutivas desde sua estreia pelo Ultimate, Amanda Ribas tem chamado a atenção por suas apresentações e pelo carisma natural demonstrado fora do octógono. Após finalizar Paige VanZant no UFC 251, realizado no último dia 11 de julho, a mineira pediu para enfrentar a vencedora do combate entre Rodriguez e Esparza em sua próxima luta. Apesar de ter sido pega de surpresa, a americana se mostrou disposta a aceitar o desafio.

    “Eu definitivamente aceito lutar com ela. Uma coisa de cada vez, eu tenho que vencer aqui na ‘Ilha da Luta’, mas claro. Eu estou aberta para lutar com qualquer uma. Sempre estive e isso é novidade para mim. Não sabia que ela tinha desafiado a vencedora dessa luta. Mas sim, estou dentro. Ela tem muita propaganda agora, ela teve uma grande vitória e eu acho que essa seria uma luta muito boa”, declarou Carla Esparza.

    Ex-campeã peso-palha do UFC, Carla Esparza enfrenta Marina Rodriguez no card principal do quarto show promovido pela entidade na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi. Vindo de três vitórias seguidas, a americana ocupa atualmente a sétima posição no ranking da categoria. Já a gaúcha, ainda invicta em sua carreira após 12 pelejas, é a nona colocada na classificação.

  • Treinador aprova teste de Gustafsson no peso-pesado e elogia Werdum: “Uma lenda”

    Em junho de 2019, Alexander Gustafsson anunciou sua aposentadoria do MMA após ser derrotado por Anthony Smith. Na ocasião, o comunicado pegou muitos de surpresa principalmente pela idade do atleta que, aos 33 anos, ainda teria muito a mostrar no octógono. No entanto, após pouco mais de um ano, o sueco mudou de ideia e voltou ao UFC, só que desta vez para se apresentar na categoria peso-pesado. O atleta encara Fabrício Werdum, no quarto evento da ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), neste sábado (25).

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, Alan ‘Finfou’ Nasciment, treinador de jiu-jitsu do ex-desafiante ao título do meio-pesado (93 kg), revelou o motivo do europeu ter decidido retornar às competições. O brasileiro afirmou que Gustafsson estava saturado de tantas lutas em sequência e que precisava de um tempo afastado para readquirir a motivação para competir. Como o resultado deste período sabático foi proveitoso, o atleta decidiu se desafiar contra lutadores mais pesados.

    “Ele estava passando por problemas pessoais e precisava de um tempo para cuidar. Depois que organizou tudo, se sentiu bem para poder voltar. Na verdade, a decisão de lutar no peso-pesado é simplesmente para não sofrer tanto estresse com o corte de peso. Gustafsson sempre fica entre 110 e 112 kg mesmo lutando na categoria de baixo. Acredito que ele quer se testar com os grandões”, disse ‘Finfou’, antes de completar.

    “As características dos atletas de uma categoria e outra são muito diferentes. No peso-pesado existem outros tipos de coisas que podem dificultar, mas se o Alexander conseguir imprimir seu jogo e se sentir bem, eu acredito que ele possa fazer muito boas lutas nessa categoria”, finalizou o faixa-preta de jiu-jitsu.

    Para essa luta de Gustafsson, ‘Finfou’ vai ter uma importância extra. Como é o responsável por afiar o jogo de chão do sueco, o treinador adiantou que sabe que precisa estar atento a todos os detalhes, pois Fabricio Werdum é um especialidade na luta agarrada. Para o brasileiro, o gaúcho é o melhor do mundo nessa área.

    “Werdum é uma lenda e para mim não existe peso-pesado melhor que ele no chão. Trocamos muitas coisas na preparação e também trouxemos diferentes parceiros de treino. Os treinos estão indo muito bem. De acordo com tudo que precisa ser trabalhado eu posso dizer que o Gustafsson está indo muito bem nos treinos de chão. As estratégias estão sendo montadas e a gente tem fé que as coisas correram ao nosso favor”, contou.

    Aos 33 anos, Alexander Gustafsson soma 18 triunfos e seis reveses em sua trajetória como profissional de MMA. Durante sua passagem pelo Ultimate, o sueco disputou o cinturão dos meio-pesados da organização em três oportunidades, derrotado duas vezes por Jon Jones e uma por Daniel Cormier.

  • Irmão de Deiveson revela inspiração no novo campeão para ter oportunidade no UFC

    Irmão de Deiveson revela inspiração no novo campeão para ter oportunidade no UFC

    Após três anos o Brasil voltou a ter um campeão masculino no UFC – o autor desse feito foi Deiveson Figueiredo, que no último sábado (18) finalizou Joseph Benavidez no primeiro assalto e faturou o título dos pesos-moscas (57 kg). E uma das pessoas ao seu lado no histórico momento era Francisco Nazareno, atual campeão interino do peso-galo (61 kg) do Jungle Fight e irmão mais novo do ‘Deus da Guerra’. Passada a conquista, ‘Junior’ destacou a inspiração em ‘Daico’ para seguir seus passos no MMA.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, ‘Junior’ revelou que também pode lutar na categoria até 57 kg, a mesma do seu irmão, e que treina diariamente com o campeão, de onde tira constantes lições que podem ajudar no seu crescimento no esporte. E por isso, o lutador valorizou essa convivência.

    “Ele é o ponto de referência para mim. Chegou no topo onde todos sonham. Treino todo dia, vejo a garra, força de vontade que ele tem. De poder estar ao lado dele, ver de onde veio e chegou e é um sonho para mim também. É o campeão do mundo. É como se eu tivesse realizado só de vê-lo lá. Fico até sem palavras”, disse.

    Como atualmente é campeão do principal evento de MMA do Brasil, mas sem previsão de quando voltará a atuar, ‘Junior’ admitiu que começa a sonhar com uma oportunidade de ingressar no UFC em um futuro próximo. Embora atue no Jungle Fight no peso-galo, a ideia dele seria lutar no peso-mosca caso assine com Ultimate, contando então com uma possível mudança de categoria de Deiveson Figueiredo.

    “Luto de 61 kg, mas chegando no UFC tenho prazer de baixar para 57 kg e ele subir para eu poder dominar o peso-mosca. Eu iria lutar em março desse ano, mas a pandemia atrasou. Estamos esperando mais essa luta. Ganhando essa luta, já vou para fora, com certeza. Ou até antes, porque o ‘Daico’ é o campeão da categoria”, revelou o lutador, que adiantou sua confiança de que possa aproveitar um pouco do sucesso do irmão durante futuras negociações com eventos do exterior, com o Ultimate como seu principal alvo.

    “O foco está nele agora e é o único (lutador masculino do Brasil) que está com o cinturão. Tem cara que nem tem muita luta e vai. Meu cartel está feito e tenho experiência para enfrentar qualquer um. É questão de tempo e de oportunidade”, completou o atleta que possui 11 vitórias e três derrotas na carreira.

  • Gustafsson relembra sparring contra Werdum no passado: “Bati bastante nele”

    Gustafsson relembra sparring contra Werdum no passado: “Bati bastante nele”

    Alexander Gustafsson fará sua estreia nos pesos-pesados – Leandro Bernardez/ PXImages

    De volta aos octógonos após breve aposentadoria, Alexander Gustafsson encara Fabrício Werdum neste sábado (25), pelo card principal do quarto evento promovido pelo UFC na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU). O duelo, que marcará a estreia do sueco entre os pesos-pesados, já teve uma prévia há alguns anos, como relembra o lutador europeu.

    Em conversa com a imprensa nesta terça-feira (21) no media day, Gustafsson relembrou uma sessão de sparring feita com o brasileiro quando ambos se preparavam para seus respectivos compromissos em 2012. Questionado sobre a versão de Werdum, que alega ter levado a melhor sobre o ex-desafiante ao cinturão dos meio-pesados (93 kg), o sueco rebateu e garantiu ter saído vitorioso do treinamento, a ponto do gaúcho ter evitado novos embates no restante da preparação.

    “Não, ele não quebrou o meu nariz. Eu quebrei o nariz dele (risos). Nós tivemos um bom sparring. Fui com tudo, eu e ele, e foi um bom sparring. Eu não me lembro contra quem eu iria lutar, mas eu estava em camp, e ele estava em camp para uma luta. Mas encurtando a história, eu o venci naquela sessão de sparring. Eu bati bastante nele. Depois ele não quis fazer sparring comigo novamente”, contou Gustafsson, antes de minimizar a influência dessa experiência do passado na luta de sábado.

    “Era um mundo diferente, uma época diferente. Eu vejo Werdum em sua melhor forma agora. Eu acabei de vê-lo e disse olá para ele, mas ele parece estar em forma. Ele parece estar pronto para lutar, então eu estou muito animado para isso”, finalizou.

    Apesar de ter se consolidado como um dos melhores meio-pesados do plantel do Ultimate, Alexander Gustafsson não conseguiu ser coroado como campeão da divisão. Em três oportunidades, o sueco acabou derrotado em todas, duas vezes por Jon Jones e uma por Daniel Cormier.

  • Yana Kunitskaya questiona metódo adotado em exames antidoping da USADA

    Yana Kunitskaya questiona metódo adotado em exames antidoping da USADA

    Peso-galo (61 kg) do UFC com duelo marcado para o dia 8 de agosto, Yana Kunitskaya chamou a atenção em suas redes sociais nesta terça-feira (21). Através de sua conta no Twitter, a atleta russa questionou o método de exames antidoping feitos pela USADA (agência antidoping americana) e revelou não ter feito nenhum teste por mais de um semestre.

    De acordo com Yana, nem ela e nem seu namorado, o brasileiro Thiago ‘Marreta’, foram testados uma vez sequer nos dois meses em que estiveram na Rússia ou nos seis meses que permaneceram treinando no Brasil. No entanto, ao chegar aos EUA para treinar na America Top Team, na Florida, a lutadora russa foi testada rapidamente.

    “Thiago Marreta e eu ficamos dois meses na Rússia e depois seis meses no Brasil. A USADA não nos testou uma vez sequer. Minha primeira semana nos EUA e eu já fui testada. Isso me faz pensar se todos os atletas que treinam fora dos EUA estão sendo testados regularmente”, postou Yana Kunitskaya (veja abaixo ou clique aqui).

    Apesar do questionamento, Yana deve manter o foco em seu próximo compromisso. No dia 8 de agosto, provavelmente em Las Vegas (EUA), a atleta russa mede forças contra a brasileira Ketlen Vieira. Ambas perderam suas próximas lutas e precisam vencer para se manterem no top 10 da divisão.