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  • Ex-campeão do UFC pede para o ONE reverter desqualificação: “Venci a luta”

    Ex-campeão do UFC pede para o ONE reverter desqualificação: “Venci a luta”

    Eddie Alvarez se encontra no centro de uma polêmica no ONE Championship. Na última quarta-feira (7), em show realizado em Kallang (SIN), o ex-campeão do peso-leve (70 kg) do UFC sofreu uma derrota por desqualificação para Iuri Lapicus e o resultado gerou discussão na comunidade do MMA. Ao tomar conhecimento da repercussão do desfecho da luta, o veterano informou que vai apelar contra a decisão do árbitro.

    Na coletiva de imprensa pós-‘ONE Championship on TNT’, Alvarez indicou que o profissional se precipitou ao aplicar o cartão vermelho, que simboliza a desqualificação. Na luta, o ex-campeão do peso-leve do UFC quedou Lapicus e, uma vez que ficou por cima do adversário, atacou com uma sequência de socos. Imediatamente, o romeno acusou que os golpes do oponente acertaram sua nuca, o árbitro interrompeu o confronto e decretou a vitória de Lapicus. Insatisfeito com a decisão, o veterano se defendeu.

    De acordo com Alvarez, seus ataques foram legais, uma vez que acertaram a orelha do adversário. O ex-campeão do UFC admitiu que, como os protagonistas de uma luta precisam tomar decisões rapidamente, uma parcela dos resultados acaba sendo prejudicada, mas citou a reação de parte da imprensa e dos fãs de MMA como prova de que não cometeu erros contra Lapicus. Dessa forma, ‘The Underground King’ se proclamou vitorioso no duelo.

    “Voltei para o meu quarto e pude assistir a luta. Foi uma decisão ruim do árbitro. A imprensa americana está em alvoroço agora, assim como os fãs americanos. Vou respeitosamente pedir para o ONE reverter o resultado. Tudo que importa é a segurança de Lapicus. No cage, as emoções ficam à flor da pele. O árbitro e os lutadores tomam decisões ruins. Acho que foi uma má decisão. Só quero ter certeza de que o ONE vai corrigir isso”, declarou Alvarez, antes de completar.

    “O que aconteceu não está certo. Não vejo como não pode ser revertido. Você tem que tomar decisões em uma fração de segundo e o replay mostra que tudo foi feito corretamente. Ganhei de forma justa. Eu venci. Só espero que o ONE olhe para isso e reverta a decisão. A imprensa americana e outras mídias sabem o que eu fiz e estão irritados com o resultado. Estou no ONE para fazer história. Não quero brigar ou ficar com raiva. Só quero a verdade”, concluiu.

    Contratado a peso de ouro pelo ONE Championship, Eddie Alvarez, de 37 anos, ainda não convenceu na organização asiática, tanto que segue fora do top-5 do peso-leve. O americano estreou em 2019 pela franquia, disputou três lutas e perdeu duas, sendo a mais recente de forma controversa.

  • Jon Jones mostra confiança de que vai enfrentar Ngannou: “O UFC fará a coisa certa”

    Jon Jones mostra confiança de que vai enfrentar Ngannou: “O UFC fará a coisa certa”

    A novela sobre a estreia de Jon Jones no peso-pesado parece estar longe do fim, mas se depender da torcida do lutador, ela vai ter um desfecho positivo para todos os lados. Embora indique que não vai mudar de ideia em baixar sua pedida salarial para enfrentar Francis Ngannou, pela disputa do cinturão da divisão, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) mostrou confiança de que vai conseguir fazer sua mudança de divisão com sucesso.

    Em entrevista ao site ‘Fight Hype’, Jon Jones destacou a importância e o tamanho que a possível luta entre ele e Ngannou teria para a comunidade do MMA. Por isso, o atleta adiantou ter a certeza de que, no fim das contas, a liga vai tomar a atitude correta.

    “Acho que vai acontecer e o UFC eventualmente fará a coisa certa. Acho que essa é uma das maiores lutas da nossa geração e seria muito triste se não acontecesse. Seria uma verdadeira tragédia (se não acontecesse). Isso vai acontecer. (…) Só temos que ficar focados, treinar e ver o que o UFC vai fazer da parte deles”, afirmou ‘Bones’.

    Embora tenha a fé que o Ultimate vai concluir esse negócio para seu combate diante de Ngannou, Jon Jones informou que não tem pressa para sua estreia nos pesados. De acordo com o americano, a intenção é debutar na categoria da melhor maneira possível, sem se importar com o adversário. Nos últimos dias, a imprensa especializada especulou que o camaronês poderia encarar Derrick Lewis em sua primeira defesa de cinturão.

    “Não existe um plano alternativo. Se vou lutar com Francis pelo título, se vou lutar com Derrick Lewis pelo título, se sou a terceira, quarta defesa de título de Francis, isso realmente não importa para mim. Meu objetivo é ser campeão dos pesos-pesados ​​e o adversário não importa. O mês não importa. Estou apenas me preparando e acreditando que o bem vai prevalecer”, completou o americano de 33 anos.

    Ex-campeão dos meio-pesados do UFC, Jon Jones vagou o cinturão da categoria em 2020 e anunciou que mudaria de divisão. Desde então, o atleta trabalha para aumentar sua massa muscular e adequar sua performance à de um peso-pesado. Ao mesmo tempo, ‘Bones’ deixou claro que seu esforço só valeria mediante uma compensação financeira – justamente o ponto central de toda a polêmica.

  • Alex ‘Cowboy’ promete nocautear Randy Brown para desafiar Robbie Lawler

    Alex ‘Cowboy’ promete nocautear Randy Brown para desafiar Robbie Lawler

    Alex Oliveira não foi feliz em seu último compromisso pelo UFC. ‘Cowboy’ estava escalado para atuar em fevereiro, em Las Vegas (EUA), porém seu adversário original e o substituto tiveram problemas e saíram de cena. Sem lutar desde outubro de 2020, o brasileiro volta à ação diante de Randy Brown no dia 24 de abril, na edição de número 261, que acontece na Florida (EUA), e o atleta já mira o futuro em busca do tempo perdido.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, ‘Cowboy’ confessou que foi difícil lidar com as trocas de adversário e com o cancelamento de sua luta no dia da pesagem. Originalmente, Alex enfrentaria Brown, porém o atleta saiu do combate por razões desconhecidas. Na sequência, a companhia definiu o estreante Ramazan Kuramagomedov como oponente do brasileiro, mas o russo ficou doente na véspera do evento. Impedido de atuar, o lutador revelou que a vontade de estar no octógono é grande.

    Inclusive, o brasileiro foi breve ao analisar o embate contra ‘Rude Boy’ e adiantou que o rival não lhe impressiona. A confiança de Alex é tanta, que o lutador prometeu nocautear. Apesar do encontro entre ‘Cowboy’ e Brown colocar frente a frente dois atletas fora do top-15 dos meio-médios (77 kg), a expectativa de parte da comunidade do MMA é de que o duelo seja divertido e aproxime o vencedor da elite da categoria. De acordo com Alex, seu objetivo é passar por Brown para, justamente, encarar os grandes nomes da divisão.

    “Eu fiquei abalado sim. Infelizmente, ele não estava bem, passou mal, o outro adversário também não lutou e a luta caiu. Agora, é bater de frente. A gente estuda o adversário para botar em prática lá. Não posso citar o que vou fazer na hora, mas ele tem uns pontos fracos que vou explorar. Vou ser um pouco showman, um pouco estratégico e vou nocautear, é certo”, declarou Alex.

    Em caso de vitória sobre Brown no UFC 261, ‘Cowboy’ abriu o jogo e revelou que gostaria de enfrentar Robbie Lawler na sequência dos eventos. Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que o brasileiro citou o ex-campeão dos meio-médios como adversário ideal. Atualmente, o veterano ocupa o 15º lugar no ranking da categoria, mesmo com quatro derrotas seguidas. Contudo, Alex ignorou o momento delicado vivido pelo alvo e explicou que vai pedir a luta pelo espetáculo que podem proporcionar aos fãs no octógono.

    “Estou caçando adversários ranqueados, adversários mais duros. Quero enfrentar o Lawler. Essa luta é nossa também. Ganhando, vou pedir para lutar com ele. Espero que ele aceite, porque será uma grande luta. A galera vai ter show”, concluiu.

    Natural de Três Rios, no Rio de Janeiro, Alex ‘Cowboy’ ficou conhecido na comunidade do MMA por conta de seu estilo de luta agressivo e por se colocar à disposição do UFC para substituir atletas impossibilitados de atuar. O brasileiro estreou pela organização em 2015, disputou 19 combates, venceu 11, perdeu sete e um terminou em no-contest. Seus triunfos de maior destaque no esporte foram diante de Carlos Condit, Tim Means e Will Brooks. Em sua última aparição, Alex sucumbiu para Shavkat Rakhmonov, em outubro de 2020.

  • Jorge Masvidal provoca Leon Edwards e impõe condição para enfrentar desafeto

    Escalado pelo UFC para a maior luta de sua carreira, Jorge Masvidal não esqueceu dos rivais que conquistou ao longo de sua trajetória no MMA. No dia 24 abril, o americano vai realizar a revanche contra Kamaru Usman válida pelo título dos meio-médios (77 kg) na edição de número 261, que acontece na Florida (EUA), e, ao mesmo tempo que o lutador se prepara para o duro desafio, também começa a listar possíveis adversários.

    Ao participar de uma sessão de perguntas e respostas na ‘ESPN’ americana, o atual desafiante dos meio-médios foi questionado por um fã sobre a possibilidade de lutar contra Leon Edwards, já que ambos ocupam um lugar de destaque na categoria. Contudo, Masvidal zombou do rival em seu posicionamento. Primeiro, ‘Gamebred’ mostrou desconhecer o inglês para depois lembrar que, quando se cruzaram, o encontro não foi agradável para ‘Rocky’. De fato, o clima entre Edwards e Masvidal é hostil, após um polêmico episódio.

    O relacionamento da dupla se deteriorou em 2019. Quando o UFC visitou Londres (ING), o americano nocauteou Darren Till na luta principal e o atleta da casa levou a melhor sobre Gunnar Nelson por decisão dividida no ‘co-main event’, mas o pior aconteceu nos bastidores. Na ocasião, ‘Gamebred’ interrompeu sua entrevista ao escutar o ‘trash talk’ de ‘Rocky’ e o atacou com uma sequência de socos. Desde então, Edwards costuma desafiar o rival para o acerto de contas, porém, ao que parece, Masvidal só vai aceitar o duelo, caso o inglês volte a vencer no octógono.

    “Quem é aquele? Oh, espere, esse é o cara que interrompeu nossa entrevista. Já lidei com aquele indivíduo. Em suas lutas, ele atingiu os olhos dos adversários na última vez que ouvi. Então é isso. Ganhe uma luta e eu estarei aqui, cara”, declarou Masvidal.

    Atualmente, Jorge Masvidal e Leon Edwards ocupam o quarto e o terceiro lugar no ranking dos meio-médios, respectivamente, e vão protagonizar duelos importantes pela categoria. O americano encara Kamaru Usman pela segunda vez no UFC 261, em combate que vale o título da divisão, enquanto o inglês vai medir forças com Nate Diaz na edição de número 262, que acontece no dia 15 de maio, em Houston (EUA), no primeiro ‘co-main event’ de cinco rounds na história da organização.

  • Mackenzie aponta luta com Nina como teste de fogo para definir rumo no UFC

    Mackenzie aponta luta com Nina como teste de fogo para definir rumo no UFC

    Com praticamente oito anos dedicados ao MMA profissional, Mackenzie Dern vai ter pela frente sua prova de fogo na modalidade, justamente quando vive seu melhor momento dentro do Ultimate. Neste sábado (10), a americana, que representa o Brasil por ter dupla nacionalidade, vai encarar Nina Ansaroff, atual quinta colocada do ranking peso-palha (52 kg), no UFC Las Vegas 23. Embalada com três vitórias seguidas na liga, a faixa-preta de jiu-jitsu mira manter a fase para se aproximar da parte de cima da tabela de sua categoria.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, a lutadora destacou a importância do duelo para definir o rumo que sua carreira vai tomar na organização. No entanto, ela rechaçou a possibilidade de adicionar pressão ao seu treinamento. Atualmente na 11ª colocação do ranking da divisão, a atleta, caso derrote a rival, pode se aproximar do top 5.

    “Com certeza essa vai ser a maior luta da minha carreira até agora. É a primeira menina mais ranqueada que estou lutando e estou muito feliz com isso. Estava pedindo muito por isso. Até minha última luta com a Virna, ela era uma das únicas que estavam com condição de lutar durante a pandemia, então a gente aceitou de boa, mas ela era 13ª e eu queria mais alguém que estivesse na frente. Então quando me ofereceram a Nina, que é a quinta colocada, isso vai dizer muita coisa sobre a categoria, sobre meu futuro e estou preparada para isso”, explicou a filha do lendário lutador de jiu-jitsu ‘Megaton’ Dias.

    Mackenzie é praticante condecorada de jiu-jitsu e tem como carro-chefe a luta agarrada, enquanto Nina tem na troca de golpes me pé a sua especialidade. Depois de enfrentar Virna Jandiroba, também especialista na arte suave, em dezembro de 2020, Dern comemorou ter pela frente alguém que não tem tanta desenvoltura na parte de solo e demonstrou confiança de que pode levar vantagem nessa área.

    “Prefiro lutar com uma menina assim do que com a Virna, que por exemplo, mesmo que eu seja confiante no chão com ela, sei que se ela tem uma noção e já complica mais, a finalização vai sair tão fácil. Com uma trocadora ela fica muito peixe fora da água quando cai no chão. Mas a Nina tem uma boa defesa de queda, quando cai é pedalada para cima, se movimenta bem”, disse a ex-campeã mundial de jiu-jitsu, antes de concluir.

    “Mas eu vi a derrota dela para a Tatiana Suarez, que quedou ela, fez um ground and pound. Esparza ganhou com wrestling e isso me dá um pouco de confiança. Quando vi que as meninas derrubaram e ficaram no ground and pound, eu já gostei. Não sou do ground and pound, mas se conseguir levar para o chão, preciso de uns segundos no chão para achar uma finalização. A luta é bem casada, gostei do estilo. A experiência dela pode me atrapalhar, mas estou preparada para tudo”, completou a competidora.

    Embora aprove o casamento de estilos, Mackenzie tem uma grande oportunidade de comprovar seu crescimento na parte em pé contra uma especialista. Para suas últimas lutas, a lutadora tem treinado com Jason Parillo, que afiou o boxe nomes como com ex-campeões do UFC como Michael Bisping, Rafael dos Anjos e Cris Cyborg. Ciente disso, Dern valorizou essa parceria e comemorou sua evolução como atleta.

    “O (Jason) Parillo tem a ideia da campeã ele quer que eu seja. Confio nele de olhos fechados. Sinto que em pouco tempo já vejo soco, desfio, bloqueio, acho a minha distância. Vejo que a trocação tem sua estratégia, é que nem jiu-jitsu. Entendo como se fosse jiu-jitsu. Me sinto mais completa. Me sinto confortável de usar a mão e ir para o chão, de fintar, confundir a adversária. Estou com fome, mas quando chegar (a chance de lutar pelo cinturão) quero estar preparada para trocadora, jiu-jiteira. Sou representante do jiu-jitsu que está se tornando uma atleta completa de MMA. Vamos ver o que 2021 tem para mim. Acho que vai ser só coisa boa”, celebrou.

    Mackenzie Dern vive seu melhor momento no UFC. Em 2020 a faixa-preta de jiu-jitsu venceu três lutas seguidas, duas por finalização no primeiro round e a última, diante de Virna Jandiroba, por pontos. Atualmente, ocupa a 11ª posição no ranking do peso-palha. No MMA, a atleta disputou dez lutas e foi derrotada apenas uma vez, por Amanda Ribas.

  • Lyoto Machida e Ryan Bader batem o peso e confirmam estreia do GP do Bellator

    Lyoto Machida e Ryan Bader batem o peso e confirmam estreia do GP do Bellator

    Está tudo certo para o início do GP dos meio-pesados (93 kg) do Bellator. Na luta de abertura da atração, Lyoto Machida e Ryan Bader medem forças nas quartas de final. Nesta quinta-feira (8), a pesagem oficial da edição de número 256, foi realizada em Connecticut (EUA), e a dupla não teve problema ao passar pela balança. Agora, os ex-UFC aproveitam os últimos momentos antes de realizarem a revanche, nesta sexta-feira (9), na Mohegan Sun Arena.

    Para a cerimônia, Lyoto, ex-campeão dos meio-pesados do UFC, se apresentou com 92,8 kg, enquanto Bader, ex-número um da categoria do Bellator, pesou 92,9 kg. Na encarada, os atletas fizeram postura de luta e o clima era de rivalidade, apesar do respeito cultivado ao longo dos anos. Como o duelo faz parte do GP do Bellator, terá duração de cinco rounds (25 minutos). Essa será a segunda vez que Bader e Lyoto se enfrentam. Em 2012, quando atuavam pelo Ultimate, o brasileiro nocauteou o adversário no segundo round.

    O Bellator 256 também marca a estreia de Vanessa Porto na organização. A brasileira, ex-campeã do Invicta FC, vai enfrentar a veterana Liz Carmouche pelo peso-mosca (57 kg), conhecida por sua passagem no UFC. As atletas bateram o peso da categoria, ao se apresentarem com 57,1 kg e 56,8 kg, respectivamente. O duelo entre as lutadoras é importante para a divisão e a imprensa especializada especula que o a vencedora possa desafiar a campeã Juliana Velasquez, na sequência.

    Goiti Yamauchi e Talita Nogueira também representam o Brasil no evento. O primeiro vai enfrentar Dan Moret pelo peso-leve (70 kg) e a segunda vai duelar contra Jessica Borga no peso-pena (66 kg). Os quatro lutadores mostraram profissionalismo e também ficaram dentro do limite de suas respectivas categorias. Dos 26 atletas que passaram pela balança, apenas Jeffrey Glossner, integrante do card preliminar, não bateu o peso dos galos (61 kg) e teve sua bolsa reduzida. Sendo assim, o duelo contra Jaylon Bates vai acontecer em peso casado.

    Confira os resultados da pesagem oficial do Bellator 256:

    Ryan Bader (92,9 kg) vs Lyoto Machida (92,8 kg)

    Liz Carmouche (56,8 kg) vs Vanessa Porto (57,1 kg)

    Adam Borics (66,1 kg) vs Jeremy Kennedy (66 kg)

    Cat Zingano (65,8 kg) vs Olivia Parker (65,9 kg)

    Goiti Yamauchi (70,6 kg) vs Dan Moret (70,5 kg)

    Dalton Rosta (84,1 kg) vs Tony Johnson (84 kg)

    Talita Nogueira (66,2 kg) vs Jessica Borga (65,8 kg)

    Cass Bell (61,5 kg) vs Jornel Lugo (61,2 kg)

    Cody Law (65,8 kg) vs Nathan Ghareeb (65,2 kg)

    Jaylon Bates (61,6 kg) vs Jeffrey Glossner (62,5 kg)

    Nainoa Dung (70,7 kg) vs Izzy William (70,7 kg)

    Diana Avsaragova (57 kg) vs Tara Graff (56,7 kg)

    John Douma (61,4 kg) vs Will Smith (61 kg)

  • ‘Massaranduba’ promete show em nova categoria e prevê Masvidal campeão do UFC

    ‘Massaranduba’ promete show em nova categoria e prevê Masvidal campeão do UFC

    Após oito anos de trajetória como peso-leve (70 kg) no UFC, Francisco ‘Massaranduba’ decidiu dar um novo caminho à sua caminhada no evento. No próximo dia 5 de junho deste ano, o brasileiro fará sua estreia na categoria dos meio-médios (77 kg) em duelo contra Muslim Salikhov, na cidade de Las Vegas (EUA). Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui) o atleta deu detalhes sobre os impactos da mudança em sua vida.

    A ideia de subir de categoria ganhou força após sua mais recente apresentação, em julho de 2020. Um dia antes de entrar no octógono para encarar Jai Herbert, o brasileiro falhou no corte de peso pela primeira vez na organização. E para não ter o risco de cometer o mesmo erro, e também por prezar pela sua saúde, ‘Massara’ optou pela mudança.

    “Gosto de comer saudável e agora estou comendo mais ainda. Como mais vezes e agora estou com 86 kg, então para bater 77 kg eu consigo em uma semana. Me preocupo mais nos treinos do que no peso. Se fosse para bater o peso daqui a oito dias, fazia tranquilo. Não pretendo estar mais forte, pretendo estar bem na luta, rápido, com disposição e fazer meu trabalho. Quero estar cheio de energia”, afirmou o brasileiro.

    Além da troca de categoria, ‘Massaranduba’ também fez uma outra alteração na carreira. O brasileiro se mudou para os Estados Unidos e atualmente integra a equipe American Top Team, com sede na Flórida. O lutador destacou sua empolgação com os treinos no novo time e adiantou que o público pode esperar uma grande atuação contra Salikhov.

    “No dia 5 vocês podem esperar um Massaranduba totalmente diferente, bem mais agressivo e pronto para qualquer coisa. Tudo que ele pensar, eu estou preparado. Vou fazer uma das melhores lutas. Não vou decepcionar ninguém. O pau vai cantar”, disse.

    Um dos principais motivos para a confiança do veterano de 42 anos em sua performance nos meio-médios é o recente histórico de atletas que mudaram de divisão e atingiram o ápice em suas carreiras. O atleta natural de Amarante (PI) citou inspirações para sua nova fase e também fez palpite ousado para a disputa do título da divisão, que acontece no dia 24 de abril, entre o campeão Kamaru Usman e Jorge Masvidal.

    “Os caras de 70 kg quando sobem sempre fazem boas lutas. O ‘Durinho’ era 70 kg e fez boas lutas quando subiu. Usman sempre foi de 77kg, mas o Masvidal era de 70 kg. Masvidal vai vai ser campeão. Acredito que vai ser calo no sapato do ‘negão’ aí”, analisou.

    Aos 42 anos, Francisco ‘Massaranduba’ chegou ao UFC em 2012, após sua participação na primeira edição do The Ultimate Fighter Brasil onde fez sucesso. No MMA profissional desde 2006, o brasileiro acumula 26 vitórias e sete derrotas em seu cartel. Em sua última apresentação, o lutador superou Jai Herbert, em julho de 2020, por nocaute.

  • Empresário de Usman rebate provocação e ataca Conor McGregor; entenda

    Empresário de Usman rebate provocação e ataca Conor McGregor; entenda

    Desafeto declarado de Conor McGregor, Ali Abdelaziz, empresário de diversos lutadores de MMA, voltou a disparar duras provocações ao ex-campeão do UFC. O novo capítulo dessa rivalidade começou com uma recente declaração de Kamaru Usman, um dos seus agenciados, que adaptou uma frase dita pelo irlandês há praticamente seis anos.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Usman provocou Jorge Masvidal, seu próximo rival no UFC 261 com a seguinte frase: “É uma noite verde quando você luta contra mim”. Esta menção lembra a fala de McGregor, quando em 2015, o irlandês, em coletiva de imprensa, falou para Rafael Dos Anjos que o tornaria rico com o duelo entre eles e o brasileiro comemoraria com sua esposa em uma espécie de “noite das calcinhas vermelhas”.

    De olho nas palavras de Usman, McGregor, através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), provocou o campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC por ter ‘copiado’ seu discurso.

    “Estou viajando ou esse idiota está sempre nisso? Tudo o que eu digo”, disse.

    A alfinetada de McGregor em Usman causou a ira de Abdelaziz. Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, o empresário atacou o europeu e o chamou de ‘medroso’ por se esquivar de um possível encontro diante do nigeriano. Além disso, o agente reforçou o pensamento de que o africano não teria problemas em superar o ‘Notorious’ caso se enfrentassem.

    “Kamaru Usman é um ótimo pai, ótimo marido, ele não é um idiota. Se você tem um problema com ele, o enfrente. Mas sabemos que Conor não tem coragem. Ele não é homem o suficiente para lutar contra o Kamaru. Ele não é homem o suficiente para sequer olhar em seu rosto”, afirmou o agente, antes de completar.

    “A internet cria muitos heróis. Todo mundo pode falar m****. Mas, realisticamente, se você colocar esses dois caras em um cage, em uma briga de rua, no porta-malas de um carro, em uma cela de prisão… Você sabe quem vai ser o pai de quem. Kamaru Usman será o pai de Conor McGregor todos os dias da semana”, finalizou.

    O clima hostil entre Conor McGregor e Ali Abdelaziz é de longa data. Ele ganhou mais força quando o irlandês foi enfrentar Khabib Nurmagomedov, outro atleta agenciado pelo profissional, em 2018, na disputa de cinturão do peso-leve (70 kg). Este combate foi marcado por intensas e violentas provocações, que culminou em uma briga generalizada dentro do octógono entre as duas equipes após o triunfo do russo.

  • Ex-lutador de MMA é morto a tiros após briga doméstica nos Estados Unidos

    Ex-lutador de MMA é morto a tiros após briga doméstica nos Estados Unidos

    O mundo do MMA foi pego com mais uma triste notícia nesta semana. Na última segunda-feira (5), o veterano Tyler East, irmão do ex-UFC Cody East, foi morto a tiros no estado do Novo México (EUA). A informação foi divulgada pelo canal de TV ‘KOB4’ com base nos registros policiais locais.

    De acordo com os documentos, Tyler foi encontrado morto após a polícia receber uma ligação denunciando uma briga doméstica com sua namorada. Os policiais informaram que o ex-lutador atirou em sua parceira, a arrastou para fora da casa e acabou baleado por um homem, também presente na residência. Quando os oficiais chegaram ao local, encontraram o corpo no chão e uma mulher baleada, que foi levada ao hospital. Atualmente, seu estado de saúde é estável. Já o indivíduo que atirou em Tyler fugiu da cena do crime. A investigação do caso segue em andamento.

    Nos últimos anos, Tyler, constantemente, se envolveu em problemas com a lei. Em 2009, o ex-lutador foi acusado de bater em um colega na aula de ginástica. Como o americano não contestou a acusação de agressão agravada de terceiro grau, foi condenado a três anos de liberdade condicional, que violou ao usar uma identidade falsa. Em 2012, Tyler foi preso novamente por acusações de violência doméstica. Sua ex-namorada da época alegou que o mesmo estava sob efeito de cocaína e a agrediu. Ele foi indiciado sob acusações de sequestro, roubo, agressão e suborno de uma testemunha.

    A carreira de Tyler East no MMA se iniciou em 2009 e terminou em 2016. O ex-lutador disputou 22 combates, venceu 15, perdeu seis e um terminou em no-contest. Ao longo de sua trajetória na modalidade, ‘The Beast’ treinou na renomada academia ‘Jackson Wink MMA Academy’, localizada no Novo México (EUA) e integrou organizações conhecida como o Bellator e Legacy.

  • ‘Pitbull’ elogia Adriano Moraes e destaca a existência de grandes atletas fora do UFC

    ‘Pitbull’ elogia Adriano Moraes e destaca a existência de grandes atletas fora do UFC

    Adriano Moraes chocou o mundo na última quarta-feira (7). No ONE on TNT 1, show realizado em Kallang (SIN), o brasileiro defendeu o cinturão do peso-mosca (61,2 kg) ao desbancar o favorito Demetrious Johnson e se tornou o primeiro lutador a nocautear o ex-campeão do UFC. Após o feito, ‘Mikinho’ foi enaltecido por parte da comunidade do MMA e Patrício ‘Pitbull’ elogiou o compatriota.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) do Bellator aproveitou a vitória de Adriano para defender a ideia de que os melhores lutadores de MMA não integram apenas o UFC. De acordo com ‘Pitbull’, toda organização da modalidade é composta por atletas de alto nível, que aguardam o momento certo para provar seu devido valor.

    Vale destacar que, constantemente, ‘Pitbull’ sinaliza que o status da organização não indica a qualidade de um lutador. Sempre que pode, o brasileiro faz questão de lembrar de sua vitória sobre Michael Chandler, atualmente no UFC. Em 2019, Patrício nocauteou o americano com pouco mais de um minuto de luta e se tornou campeão do peso-leve. Para provar sua tese, o atleta também desafia Alexander Volkanovski, número um do peso-pena do Ultimate, de forma frequente e aposta em um triunfo fácil sobre o alvo.

    “O MMA continua nos mostrando que existem grandes lutadores em todos os lugares. Não é sobre qual organização você está lutando, é sobre o conjunto de habilidades e qualidade você tem”, escreveu o ícone do Bellator em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Patrício ‘Pitbull’ é apenas um dos lutadores do Bellator que mostram interesse na realização de um ‘crossover’ de organizações com o UFC. Além do ícone da companhia, Cris ‘Cyborg’, Douglas Lima, Lyoto Machida, Patricky ‘Pitbull’, entre outros também pediram para enfrentar os atletas da companhia rival. Scott Coker, presidente da empresa, já deu o aval, porém Dana White ignora a realização de tal evento.