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  • Empolgado com volta do público, Edson Barboza prevê ‘roubar’ torcida de rival

    Empolgado com volta do público, Edson Barboza prevê ‘roubar’ torcida de rival

    Nos mais de dez anos de serviços prestados ao UFC, Edson Barboza se notabilizou por entregar grandes momentos de entretenimento para os fãs, seja através de verdadeiras ‘guerras’ dentro do octógono, ou com nocautes plasticamente incríveis, como no histórico chute rodado que levou Terry Etim à lona em 2012. E neste sábado (15), depois de experimentar a ausência de público em suas últimas duas lutas, por conta da pandemia de COVID-19, o brasileiro sentirá novamente o calor da torcida presente no ginásio.

    Agendado para acontecer no ‘Toyota Center’, em Houston (EUA), o UFC 262 será o segundo evento promovido pela organização com presença irrestrita de público desde o início da pandemia, em março do ano passado. Com duelo contra o americano Shane Burgos marcado para o card principal do show, Edson Barboza – em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight – se mostrou empolgado com a oportunidade de reencontrar os fãs.

    Ainda que aposte no apoio inicial dos fãs americanos para o lutador da casa, Edson confia que pode virar o jogo e ganhar a torcida do público presente durante o combate, especialmente por causa de seu estilo de luta. E baseado no histórico de grandes apresentações do brasileiro no octógono do Ultimate, é difícil descartar essa possibilidade.

    “É bem diferente. (Sem o público) parece que você está em um treino. É muito diferente. Não é melhor, mas também não é pior. Tive que me preparar de novo psicologicamente para isso. Mas eu estou muito empolgado para que chegue o dia logo e eu possa reencontrar o público. Principalmente pelo meu estilo de luta, toda vez que eu acerto o cara, a torcida faz: ‘Ohhh’. Então, é diferente. Mal posso esperar para chegar sábado”, destacou Barboza, ante de comentar sobre o apoio da torcida.

    “Acho que (a torcida) vai estar do lado dele, ele é americano. Mas, com certeza, a torcida pode virar para mim. Quando eu começar a acertar, eles vão começar a falar: ‘Wow, não vai ter como torcer contra esse cara’. Vamos ver como vai ser”, ponderou o lutador natural de Nova Friburgo (RJ).

    Se a coleção de grandes momentos protagonizados dentro do octógono do UFC já está garantida em seu legado, um importante detalhe ainda move o lutador fluminense. Apesar de se manter durante anos entre os principais atletas de sua categoria – anteriormente no peso-leve (70 kg) e atualmente entre os penas (66 kg) -, Edson ainda não foi contemplado com uma disputa de cinturão na principal organização de MMA do planeta.

    Ainda que reconheça que a conquista de um título seria a “cereja do bolo” na trajetória que vem construindo no UFC, Barboza evita que o objetivo de carreira se torne uma obsessão, e prega focar suas atenções na subida de um degrau por vez. Afinal, como o próprio ressalta, os feitos atingidos por ele dentro do octógono já lhe garantem um lugar de destaque na história da organização.

    “Acho que o meu legado, se eu parasse de lutar hoje, já estaria escrito. Eu tenho certeza que os anos vão passar e as pessoas vão falar: ‘Tinha um maluco aí… um cara que lutava em pé, que nocauteou assim, nocauteou assado, que nocauteava de tudo quanto é jeito’. Acho que o meu legado já está aí, eu estou construindo ele ainda. Mas sem dúvida nenhuma, seria a cereja do bolo eu conquistar o cinturão do UFC. Meu legado está em construção, mas eu já fiz muito. Tenho certeza que eu já fiz muito. A história que eu vou deixar é muito bonita”, destacou Barboza, antes de pregar paciência em uma possível corrida pelo ‘title shot’.

    “Uma luta por vez. Até porque eu acredito muito no agora, não penso muito lá na frente. O lá na frente não existe. Então, meu objetivo principal, no qual eu estou focado, é essa próxima luta, e depois a gente vê mais na frente”, finalizou o brasileiro.

    Aos 35 anos, Edson Barboza soma 21 vitórias e nove derrotas em seu cartel no MMA profissional. Com grande parte de sua carreira construída no UFC, o brasileiro ficou conhecido como um dos melhores strikers do mundo e seu estilo de luta rendeu múltiplos bônus de performance na organização. Atualmente ocupando a 13ª posição no ranking do peso-pena, o veterano pode chegar ao top 10 da categoria caso vença Shane Burgos neste sábado, no card principal da edição de número 262 do Ultimate.

  • ‘Do Bronx’ relembra jornada até o topo do UFC: “Sabia que minha hora chegaria”

    ‘Do Bronx’ relembra jornada até o topo do UFC: “Sabia que minha hora chegaria”

    Charles Oliveira está prestes a fazer história no UFC. Neste sábado (15), ‘Do Bronx’ vai disputar o título vago do peso-leve (70 kg) na edição de número 262, que acontece em Houston (EUA), e pode se tornar o segundo atleta brasileiro a alcançar tal status na categoria. No entanto, a carreira do paulista não é composta apenas por momentos gloriosos e o próprio lutador faz questão de lembrar ocasiões delicadas.

    Na coletiva de imprensa pré-UFC 262, realizada na última quinta-feira (13), Charles, que estreou no UFC em 2010, analisou sua jornada até o ponto de disputar o cinturão do peso-leve da organização. Ao longo de sua caminhada, o brasileiro, assim como todo lutador, alternou vitórias e derrotas na carreira, porém, em certo momento, parte dos fãs exagerou nas críticas e se mostrou desacreditada no desenvolvimento do paulista no MMA.

    Entretanto, o faixa-preta de jiu-jitsu não desistiu, conseguiu se reerguer e se transformou em um dos principais representantes do Brasil no esporte. De acordo com Charles, o sucesso no UFC era apenas uma questão de tempo para ser alcançado. Hoje, ‘Do Bronx’ ostenta recordes impressionantes na maior organização de MMA do mundo e o lutador está confiante de que vai ampliar seus feitos na modalidade.

    “São 11 anos de história no UFC. Acertei, errei, aprendi e estou muito feliz com a oportunidade que tenho hoje. Entrei para fazer história no UFC. Sabia que minha oportunidade iria chegar. A luta é assim e você tem que aprender. Eu aprendi com a derrota, procurei evoluir. Queria lutar contra os primeiros e aconteceu. Estou muito feliz. É um legado. Na primeira entrevista, lembro que falei que queria fazer história. Estou fazendo história”, declarou Charles, antes de completar.

    “Sou o maior finalizador, o segundo recordista de bônus e quero ampliar meu legado. Quero mostrar que posso lutar contra esses campeões, com os grandes nomes. Quero que meu nome entre no Brasil como os grandes campeões, Anderson Silva, José Aldo, entre outros, do jeito que sou humilde, respeitador. Estou aproveitando o momento. Lutei com grandes nomes, são oito vitorias seguidas. Estou tranquilo e será perfeito”, concluiu.

    Charles Oliveira vive um momento mágico no UFC. Atualmente, ‘Do Bronx’, de 31 anos, se encontra na terceira posição no ranking do peso-leve e possui oito vitórias seguidas, sendo cinco por finalização e duas por nocaute. Além disso, o brasileiro é o recordista de finalizações na história da organização (14 vezes), também é o atleta mais vitorioso pela via rápida (16) e o segundo com mais bônus (16 contra 18 de Donald Cerrone). Seus triunfos de maior destaque no MMA foram diante de Clay Guida, Jeremy Stephens, Jim Miller, Kevin Lee, Tony Ferguson

  • Tony Ferguson rouba a cena em coletiva de imprensa do UFC 262 e ataca rivais

    Tony Ferguson rouba a cena em coletiva de imprensa do UFC 262 e ataca rivais

    Realizada nesta quinta-feira (13), em Houston (EUA), a coletiva de imprensa pré-UFC 262 teve como principal destaque Tony Ferguson. O veterano, que dividiu a bancada com Beneil Dariush, Charles ‘Do Bronx’ e Michael Chandler, levou o público presente ao delírio com suas declarações ousadas e não poupou seus rivais.

    Enquanto Charles, Chandler e Dariush foram cautelosos e respeitosos, Ferguson incendiou a coletiva de imprensa com seu ‘trash talk’. Logo em sua primeira participação, ‘El Cucuy’ ignorou o fato de Khabib Nurmagomedov estar aposentado e disparou contra o desafeto. A rivalidade entre o ex-campeão interino do peso-leve (70 kg) e o antigo número um da categoria segue viva após o duelo cair cinco vezes. Ainda inconformado por não enfrentar ‘The Eagle’, o americano deixou a diplomacia de lado e partiu para as ofensas.

    “Khabib é uma grande v****, uma grande marica. Persiga o cheque, nunca vá atrás de uma p***. Isso é para Khabib”, atacou Ferguson.

    Em outro momento, Ferguson acusou Chandler de recusar enfrentá-lo. Vale lembrar que a imprensa especializada chegou a especular o veterano como adversário de estreia do ex-campeão do Bellator no UFC, porém o encontro não foi oficializado pela companhia. Como estava sentado próximo de ‘Do Bronx’ na coletiva de imprensa, ‘El Cucuy’ aproveitou para provocar ‘Iron’ e Dariush, seu adversário na atração deste sábado (15), que estavam no lado oposto da bancada.

    “Você me evitou Chandler. Você é uma p***! Todos aqui são, exceto esse cara sentado perto de mim. Serei franco, do outro lado, estão os derrotados. Esse lado é o lado vitorioso. Você disse não, foi privilegiado por Dana”, declarou ‘El Cucuy’.

    Nas encaradas, Ferguson e Dariush se cumprimentaram, ficaram distantes e não polemizaram. Enquanto ‘El Cucuy’ estava agitado, o pupilo de Rafael Cordeiro permaneceu concentrado e sem se mexer. Protagonistas da luta principal, ‘Do Bronx’ e Chandler também mostraram respeito, porém o brasileiro esquentou o clima do confronto ao tirar seus óculos escuros para encarar o americano olho no olho. A participação do paulista na coletiva de imprensa do UFC 262 se encerrou ao abraçar Dana e a de ‘Iron’ enaltecendo os Estados Unidos.

  • Hall da Fama do UFC vai arbitrar luta de boxe entre celebridades nos Estados Unidos

    Hall da Fama do UFC vai arbitrar luta de boxe entre celebridades nos Estados Unidos

    Ao que parece, Chuck Liddell, de 51 anos, vai se aventurar no boxe. Recentemente, o veterano, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC e integrante do Hall da Fama da organização, criticou Jake Paul e se colocou à disposição para enfrentar o youtuber nos ringues. De fato, ‘The Ice Man’ vai atuar na modalidade, mas como árbitro da luta entre Lamar Odom, ex-jogador da NBA, e o cantor Aaron Carter, promovida pela ‘Celebrity Boxing Entertainment’, no dia 11 de junho, em New Jersey (EUA).

    A ‘Fite TV’, rede de streamming para esportes e entretenimento, e que vai transmitir o evento, informou por meio de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui) que, além de Chuck Liddell como árbitro, a atração será apresentada pela lenda do hip-hop Tracy Lauren, conhecido como ‘Ice T’, e pela sua mulher Nicole ‘Coco’ Austin, estrela de reality shows. Além da luta entre Lamar Odom e Aaron Carter, o card da atração é composto pelo duelo entre o rapper Peter Gunz e o produtor Cisco Rosado.

    Atualmente, o boxe está em destaque por lutas inusitadas. Em novembro de 2020, a ‘Thriller Fight Club’ realizou um evento liderado pelo retorno das lendas Mike Tyson e Roy Jones Jr. aos ringues. O show também ficou marcado pelo nocaute aplicado pelo youtuber Jake Paul em Nate Robindon, ex-jogador da NBA. Em abril, a celebridade também nocauteou Ben Askren, ex-lutador de MMA. Agora, além do embate entre Lamar Odom e Aaron Cartel, a nobre arte também vai oferecer aos fãs o confronto entre Floyd Mayweather, um dos principais pugilistas da história, e Logan Paul, astro da internet, no dia 6 de junho.

  • Amanda Ribas relata sintomas e pede orações para sua recuperação da COVID-19

    Amanda Ribas relata sintomas e pede orações para sua recuperação da COVID-19

    Escalada para enfrentar Angela Hill no UFC Vegas 26, Amanda Ribas viu sua participação no evento do último sábado (8) ser cancelada a poucas horas do início do show, após testar positivo para COVID-19. Isolada em um quarto de hotel na cidade de Las Vegas (EUA), a lutadora mineira ainda sente os efeitos do vírus no seu organismo.

    Em um vídeo enviado à Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Amanda revelou que começou a sentir os sintomas da doença dois dias antes da pesagem oficial do UFC Vegas 26, ainda de forma leve, e que, desde a confirmação de sua infecção pelo vírus, a situação piorou. Vale lembrar que a lutadora chegou a subir na balança e bater o peso na véspera do evento, antes de ser retirada do card.

    Visivelmente abatida, a mineira ainda pediu por orações aos fãs para que tanto ela, como seu pai, que também testou positivo para COVID-19, se recuperem e possam ser liberados da quarentena forçada. Esta foi a segunda vez que Amanda foi infectada pelo coronavírus.

    “Fala ‘galeritcha’, eu estou meio sumida porque estou aqui de quarentena. Então, eu estava sentindo os sintomas desde quarta-feira – e eu pensava que era o ar-condicionado, tossindo e tudo -, daí bati o peso sexta-feira normal, já sentindo alguns sintomas. Quando saiu positivo, de lá para cá só foi piorar. Estou sem olfato, sem paladar, quando eu ando um pouquinho já canso, tossindo, com catarro, aquela coisa toda. E meu pai também. Então, eu venho pedir a todo mundo que fique em oração para que a gente possa melhorar e sair dessa quarentena logo, porque ficar no quarto só hidratando não é muito legal (risos)”, brincou Amanda.

    No MMA profissional desde 2014, Amanda Ribas soma dez vitórias e duas derrotas em seu cartel. Pelo UFC, a mineira, ex-campeã peso-palha do Jungle Fight e do Max Fight, venceu seus quatro primeiros compromissos, até ver sua sequência positiva ser interrompida pela compatriota Marina Rodriguez, em janeiro deste ano, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU).

  • Incrível! Chris Weidman volta a andar 20 dias após fratura na perna; veja

    Incrível! Chris Weidman volta a andar 20 dias após fratura na perna; veja

    Ao sofrer uma grave lesão na perna durante o UFC 261, evento realizado em abril, na Flórida (EUA), parte da comunidade do MMA temeu pelo futuro de Chris Weidman no esporte. Contudo, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) deu sentido a palavra ‘lutador’ e, na última quarta-feira (12), surpreendeu os fãs ao atualizar o status de sua recuperação.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Weidman comemorou por voltar a andar, indicando que as sessões de fisioterapia têm dado certo. Contudo, se engana quem pensa que foi fácil para o ex-campeão do UFC lidar com o processo de recuperação. Nos registros postados na plataforma digital, o americano surge com o semblante de sofrimento. Após divulgar o material, o veterano recebeu o apoio de personalidades do MMA, como Cody Garbrandt, Frankie Edgar, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Renzo Gracie e Santiago Ponzinibbio.

    “Grande dia, consigo colocar meu pé de volta no chão e andar em uma esteira anti-gravidade. Esta esteira compensa meu peso e me permite tentar andar normalmente. Este é o primeiro passo para alinhar a canela e o joelho normalmente. Estamos tentando reiniciar a conversa entre meu cérebro e meu pé, aumentar o fluxo sanguíneo e acelerar a recuperação. Isso leva meu corpo a pensar que estou fazendo séries de peso máximo, sem carga excessiva na perna em recuperação. Eu também suei pela primeira vez desde minha luta na parte superior do corpo e cardio”, celebrou Weidman, em sua conta oficial no ‘Instagram’.

    Curiosamente, Chris Weidman sofreu a mesma lesão de Anderson Silva. Depois que nocauteou e encerrou o reinado do brasileiro no peso-médio do UFC, em 2013, o americano levou a melhor na revanche, realizada no mesmo ano, e viu ‘Spider’ fraturar a perna ao aplicar um chute baixo. Oito anos depois, o veterano, conhecido pelo wrestling, também foi infeliz ao aplicar o golpe em Uriah Hall e caiu em 17 segundos.

  • Dariush destaca empolgação para encarar Ferguson e adianta: “Vai ser uma guerra”

    Dariush destaca empolgação para encarar Ferguson e adianta: “Vai ser uma guerra”

    Atual número nove do ranking do peso-leve (70 kg), Beneil Dariush tem, neste sábado (15), uma grande oportunidade de se aproximar do topo da categoria. O iraniano vai medir forças contra Tony Ferguson, ex-campeão interino da divisão, no UFC 262, evento que acontece em Houston (EUA). Pela importância do adversário na história da categoria, o lutador não escondeu a empolgação para entrar logo no octógono.

    O entusiasmo de Dariush também vai em direção ao seu momento na franquia, totalmente oposto ao de Ferguson. O lutador possui seis vitórias seguidas, enquanto o americano vem de duas derrotas. Entretanto, apesar do rival não vencer desde junho de 2019, Beneil fez questão de valorizar seu histórico no Ultimate.

    “Vou lutar contra um dos lutadores mais assustadores do UFC, um dos maiores pesos-leves de todos os tempos e estou muito feliz com isso. Mal posso esperar. Só de pensar na luta me faz sorrir. Vai ser uma guerra. Acho que vamos ver o melhor Tony. Estou super empolgado com esse combate”, adiantou o lutador.

    Mas caso mantenha sua boa fase e engate o sétimo triunfo seguido, Dariush mantém os pés no chão sobre uma possível disputa de cinturão da categoria. O iraniano adiantou que vê outros competidores em sua frente nessa corrida. Vale destacar que no mesmo evento, em sua luta principal, Charles ‘Do Bronx’ e Michael Chandler duelam para saber quem será o novo campeão dos leves.

    “Não acho que isso (derrotar Tony) me torna o desafiante número um. Eu sei que é estranho porque tenho uma grande sequência vitórias, mas não acho que isso vai me fazer disputar o cinturão. Se Dustin ganhar, acho que ele disputa o título. Mesmo que Conor perca, ele ainda estará na minha frente. Ainda estou atrás de Justin Gaethje também”, concluiu o atleta da Kings MMA, equipe liderada pelo brasileiro Rafael Cordeiro.

    No UFC desde 2014, Beneil Dariush vive sua melhor fase na organização, tendo vencido seus últimos seis compromissos no octógono mais famoso do mundo. A sequência positiva levou o peso-leve à 9ª posição no ranking da categoria e o colocou no caminho do americano Tony Ferguson, um dos principais nomes da divisão nos últimos anos.

  • Bicampeã olímpica de judô afirma que pediu para o PFL contratar Cris ‘Cyborg’

    Bicampeã olímpica de judô afirma que pediu para o PFL contratar Cris ‘Cyborg’

    Kayla Harrison ainda está no início de sua trajetória no MMA, mas já impressiona parte dos fãs do esporte em suas aparições no PFL. A bicampeã olímpica de judô estreou nas artes marciais mistas em 2018 e, rapidamente, se transformou em uma das principais estrelas da organização. Invicta e dominante diante das adversárias, a atleta busca enfrentar profissionais de alto nível para elevar seu nome na modalidade.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Kayla revelou que pediu para o PFL contratar Cris ‘Cyborg’. Vale lembrar que o cenário quase se tornou realidade em 2019, quando a brasileira se tornou agente livre após não entrar em acordo com o UFC. Para a infelicidade da bicampeã olímpica de judô, a curitibana assinou com o Bellator na sequência. De qualquer forma, tanto Kayla, quanto ‘Cyborg’ já expressaram interesse em um possível duelo. Para se tornar a melhor lutadora da história do MMA, a ex-judoca indicou que vai perseguir os grandes nomes do esporte.

    “Meu trabalho é ser considerada a maior lutadora de todos os tempos. Esse é o meu objetivo. Eu implorei para o PFL assinar com ‘Cyborg’. Quero que essas lutadoras de alto nível, que estão livres, lutem no PFL, mas não estou no controle disso. É função do PFL trazer as melhores concorrentes. Se eles não puderem trazer a competição de ponta, não sei o que vai acontecer. Todos sabem do meu objetivo. Há alguma lutadora no top-10 do PFL? Eu acredito em mim e vou ser a maior lutadora de todos os tempos”, declarou a profissional.

    Além de mostrar interesse em enfrentar Cris ‘Cyborg’, Kayla Harrison também é apontada por parte dos fãs como uma atleta com capacidade de dar uma luta de verdade para Amanda Nunes, campeã do peso-galo (61 kg) e do peso-pena (66 kg) do UFC. No MMA, a americana disputou nove combates, venceu todos, sendo sete deles pela via rápida, e conquistou o GP do peso-leve (70 kg) do PFL.

    Como Kayla é agenciada por Ali Abdelaziz, um dos maiores empresários do esporte, e, por mais que possua uma boa relação com o PFL, a atleta é, constantemente, apontada pela imprensa especializada como reforço do UFC para o peso-pena (66 kg). Inclusive, o contrato da bicampeã olímpica de judô com sua atual organização se encerra no final da atual temporada.

  • Thiago Moisés enfrenta parceiro de treino de Khabib no UFC em julho

    Thiago Moisés enfrenta parceiro de treino de Khabib no UFC em julho

    Thiago Moisés deu um grande passo em sua busca por um lugar no top-15 do peso-leve (70 kg) do UFC. Embalado por três vitórias seguidas, o brasileiro está próximo de integrar a elite da categoria e agora tem duelo marcado contra Islam Makhachev, amigo e parceiro de treino de Khabib Nurmagomedov, no evento que a organização vai realizar no dia 17 de julho, ainda sem local definido. A informação foi divulgada pela ‘ESPN’ americana e confirmada pelo brasileiro em suas redes sociais.

    Thiago Moisés, de 25 anos, é uma promessa do MMA. O integrante da ‘American Top Team’ é especialista em jiu-jitsu, porém mostra potencial na troca de golpes em pé. No UFC desde 2018, o brasileiro disputou seis combates, venceu quatro e perdeu em duas ocasiões. Os principais triunfos do atleta no esporte foram diante de Alexander Hernandez, Bobby Green e Michael Johnson. Agora, o paulista tem pela frente a maior luta de sua carreira.

  • Rockhold acusa atletas do top 10 do peso-médio de recusarem enfrentá-lo

    Rockhold acusa atletas do top 10 do peso-médio de recusarem enfrentá-lo

    Sem lutar desde junho de 2019, Luke Rockhold parece estar disposto a matar a saudade de entrar no octógono e retomar sua carreira no UFC. Depois de decidir tirar um tempo afastado para cuidar da saúde e renovar suas energias, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) adiantou que pretende lutar ainda este ano, mas tem esbarrado em uma questão.

    Por ser um lutador midiático e já ter sido campeão no Ultimate, o americano afirmou que acredita ter um poder maior de negociação para seu próximo compromisso. Por isso, em entrevista ao podcast ‘Real Quick With Mike Swick’, Rockhold revelou que pretende só enfrentar adversários que lhe deem alguma motivação, mas afirmou que tem recebido muitas negativas de integrantes do top 10 da divisão para enfrentá-lo.

    “Preciso encontrar um cara entre os dez primeiros que esteja pronto para lutar. Existem várias pessoas no top 10 dando desculpas para não lutarem comigo. Quem é você para recusar a luta? Que direito você acha que tem? Minha última luta (no peso-médio) foi contra o Yoel Romero, que perdeu o título mundial em Perth (AUS) há dois anos. Então, eu saí do ranking, mas não realmente saí do ranking. Eu ainda estou lá tanto quanto quero. E todo mundo sabe quem eu sou e o que posso fazer, e acho que todo mundo está apenas dando desculpas para não lutar comigo agora”, disse, emendando.

    “Temos procurado algo confiável, algo divertido, algo emocionante. Eu não vou lutar apenas com qualquer um, eu quero algo que me deixe animado, deixe os fãs animados, algo que faça algum sentido. Então, eu quero voltar e fazer isso direito”, completou.

    Após conquistar o título do peso-médio, em dezembro de 2015, quando derrotou Chris Weidman, Luke Rockhold acumulou três derrotas nas suas últimas quatro lutas no Ultimate. O americano perdeu o cinturão para Michael Bisping, depois foi derrotado por Yoel Romero e Jan Blachowicz, este último já pela sua estreia na categoria dos meio-pesados (93 kg). Seu último triunfo foi sobre David Branch, em setembro de 2017.