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  • Pedro Munhoz prega respeito por Aldo e admite expectativa por duelo explosivo

    Pedro Munhoz prega respeito por Aldo e admite expectativa por duelo explosivo

    No próximo dia 7 de agosto, Pedro Munhoz vai ter mais um ex-campeão do Ultimate pela frente. O atleta que já encarou Cody Garbrandt e Frankie Edgar, desta vez vai medir forças diante de José Aldo no UFC 265, em duelo válido pelo peso-galo (61 kg). O brasileiro, que na sua última apresentação superou Jimmie Rivera e voltou a vencer pela franquia, destacou a empolgação de encarar o compatriota e valorizou o confronto.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o oitavo colocado do ranking dos galos exaltou a importância histórica o seu rival no Ultimate, que por anos reinou na divisão peso-pena (66 kg). Além disso, Munhoz admitiu que sempre se inspirou na maneira de atuar do oponente e, por isso, revelou que espera que a luta seja empolgante.

    “Vai ser uma honra compartilhar o octógono com o Aldo. Admiro muito o seu estilo, sempre assisti suas lutas e sei o quanto ele fez para a comunidade e sempre foi uma referência para mim no esporte. Então lutar com ele é uma gratidão muito grande”, afirmou Pedro, antes de revelar o que espera do confronto.

    “Nós dois temos estilos parecidos de lutar, vamos para frente, então acho que vai ser uma luta bem atrativa, explosiva. Com certeza vai ser uma luta de atletas de alto nível técnico. Todos sabem o que esperar de mim, sempre agressivo, tentando terminar o combate e vai agregar ao estilo do Aldo”, completou o lutador da ‘American Top Team’.

    A importância do adversário é algo que Pedro Munhoz admitiu que pretende capitalizar a seu favor. A ideia do paulista é e explorar o nome de José Aldo para subir colocações na classificação e se aproximar de uma chance pelo cinturão da divisão.

    “Acho que com uma vitória impressionante me coloque mais perto de uma disputa de cinturão. Rob Font e o (Cody) Garbrandt estão mais a frente no ranking, mas são dois caras que venci, então uma vitória me aproxima de uma disputa de título sim”, contou.

    Pedro Munhoz voltou a vencer pelo Ultimate em sua última apresentação. Após duas derrotas seguidas, para Aljamain Sterling e Frankie Edgar, o brasileiro superou Jimmie Rivera, em fevereiro deste ano, por decisão dos jurados. No MMA profissional desde 2009, o lutador soma 19 triunfos e cinco reveses em sua trajetória no esporte.

  • Khabib reflete sobre a perda do pai um ano depois de sua morte: “Tudo que temos é temporário”

    Khabib reflete sobre a perda do pai um ano depois de sua morte: “Tudo que temos é temporário”

    No dia 3 de julho de 2020, Abdulmanap Nurmagomedov – pai e treinador de Khabib – falecia na Rússia, em decorrência de complicações de saúde causadas pela COVID-19, aos 57 anos de idade. Neste sábado (3), exatamente um ano depois do ocorrido, o ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC usou sua conta oficial no ‘Instagram’ para refletir sobre a morte de seu mentor, deixando uma mensagem aos seus seguidores (veja abaixo ou clique aqui).

    No texto, de teor bastante religioso, Khabib ressalta a necessidade do ser humano se desprender do sentimento de posse e se dedicar mais aos atos feitos em vida. É inegável que a morte precoce de Abdulmanap teve um peso muito grande sobre Khabib, sua família, amigos e, até mesmo, na comunidade das lutas, já que o patriarca contava com o respeito de grande parte do meio, provando sua competência como treinador de artes marciais.

    “Faz um ano hoje desde que Pai foi embora. Este evento aumentou minha crença que nesse mundo nós não somos donos de nada, nem das nossas crianças, nem dos nossos pais, nem da nossa propriedade. Tudo que nós temos é temporário. Todas as coisas pertencem a Allah apenas e a Ele nós devemos retornar, amarrem seus corações a Allah, fiquem mais sozinhos com Ele, porque vai chegar a hora quando todos nós vamos ser colocados em uma cova onde nós vamos estar sozinhos, onde nossos amigos, parentes, propriedades e conexões não vão estar lá, apenas nossas ações e relatório”, escreveu Khabib.

    A perda também teve grande influência na decisão de Khabib ao se aposentar. Alguns meses após a morte de seu pai, o russo defendeu o cinturão peso-leve do Ultimate pela última vez, contra Justin Gaethje, em outubro do ano passado, saindo vitorioso e anunciando sua aposentadoria do MMA, ainda dentro do octógono do UFC 254.

    Emocionado, Khabib alegou que não conseguiria dar prosseguimento à carreira sem a presença de Abdulmanap, seu principal incentivador, e que havia prometido à sua mãe que aquela seria sua última luta. O lutador deixou o esporte com um irretocável cartel de 29 vitórias e nenhuma derrota.

  • Woodley se solidariza com atleta ameaçada de não ir à Olimpíada por fumar maconha

    Woodley se solidariza com atleta ameaçada de não ir à Olimpíada por fumar maconha

    A polêmica envolvendo a velocista Sha’Carri Richardson, da seleção de atletismo dos Estados Unidos, que foi suspensa e teve seus resultados na seletiva olímpica norte-americana anulados, colocando, assim, sua participação na Olimpíada de Tóquio em risco, teve enorme repercussão dentro do mundo dos esportes. Nos últimos dias, diversos atletas -das mais diferentes modalidades – saíram em defesa da corredora, se mostrando inconformados com a punição. Entre eles, o ex-campeão do UFC Tyron Woodley.

    Através de sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), Woodley se solidarizou com a situação vivida pela corredora e declarou apoio à ela. Principal destaque da seletiva olímpica de atletismo norte-americana, Richardson foi flagrada no exame antidoping pelo uso de maconha durante a competição, o que fez com que, após as punições impostas pelas entidades responsáveis, sua participação na Olimpíada de Tóquio, que terá início no próximo dia 23 de julho, esteja sob risco.

    A velocista assumiu o consumo de maconha, mas alegou ter usado a erva como um a espécie de remédio, para lidar com a morte de sua mãe biológica, que havia morrido uma semana antes da competição. O fato da maconha não ser considerada uma droga de aumento de performance e do seu consumo já ser liberado em diversos estados norte-americanos, mas, mesmo assim, ainda constar entre as substâncias banidas pelo código da agência mundial antidoping, foi o ponto de origem do apoio público de atletas à Sha’Carri Richardson.

    “Eu sou um atleta profissional. Eu também me medico e eu apoio totalmente Sha’Carri Richardson”, publicou Tyron Woodley, campeão meio-médio do UFC entre 2016 e 2019, em seu ‘Instagram’.

    A suspensão de um mês termina antes da realização das provas nas quais Sha’Carri Richardson competiria em Tóquio, porém a velocista já sabe que, pelas regras, não poderá competir na corrida de 100 metros rasos. A corredora, no entanto, ainda pode ser convocada para integrar a equipe do revezamento 4 x 100m dos Estados Unidos.

    Por sua vez, Woodley se prepara para sua primeira experiência no boxe. Após ter seu contrato com o UFC encerrado, o veterano assinou para enfrentar o youtuber Jake Paul no ringue da nobre arte, em duelo que está marcado para o dia 28 de agosto.

  • Brasileiro conquista título do Titan FC; campeã de jiu-jitsu vence na estreia no MMA

    Brasileiro conquista título do Titan FC; campeã de jiu-jitsu vence na estreia no MMA

    Na última sexta-feira (2), o Titan FC promoveu a edição número 70 do evento, em Miami (EUA), e dois brasileiros foram os grandes destaques da noite. Pela luta principal do show, o peso-médio (84 kg) Bruno Assis derrotou Shane O’Shea e conquistou o cinturão da categoria. Já a faixa-preta Talita Alencar, multicampeã no jiu-jitsu, estreou com o pé direito no MMA profissional ao finalizar a americana Stacy Vega.

    Após começar o combate levando a pior na trocação, Bruno conseguiu se recuperar e, depois de levar seu rival para o solo com uma queda de judô, encaixar um ajustado triângulo, que obrigou O’Shea a dar os três tapinhas em sinal de desistência (veja abaixo ou clique aqui). Com a conquista, o brasileiro chega à segunda vitória consecutiva pela organização, sua primeira sequência positiva desde 2018.

    Assim como o compatriota, Talita Alencar também resolveu as coisas no primeiro round de sua peleja. A campeã mundial de jiu-jitsu mostrou toda sua qualidade na luta de chão e finalizou a adversária com um mata-leão, restando pouco menos de um minuto para o fim da etapa inicial (veja abaixo ou clique aqui). A peso-palha (52 kg) conta agora com uma vitória e nenhuma derrota em seu cartel no MMA profissional.

  • Ex-desafiante ao título do UFC, Dominick Reyes passa por cirurgia no joelho

    Ex-desafiante ao título do UFC, Dominick Reyes passa por cirurgia no joelho

    Vindo de três derrotas consecutivas, Dominick Reyes terá que esperar mais um pouco para voltar ao octógono do Ultimate e tentar retomar o caminho das vitórias. Através dos ‘stories’ do seu ‘Instagram’, o ex-desafiante ao cinturão dos meio-pesados (93 kg) revelou que passou por uma cirurgia.

    O procedimento cirúrgico, realizado na quinta-feira (1), serviu para reparar danos no menisco do joelho esquerdo do lutador. A recuperação pode levar, em média, de um a dois meses.

    Depois de iniciar sua carreira de forma invicta, com 12 vitórias consecutivas, Reyes ganhou a oportunidade de lutar pelo cinturão até 93 kg do UFC, diante do então campeão Jon Jones. Em uma equilibrada peleja, o desafiante acabou derrotado na decisão unânime dos juízes, resultado bastante contestado à época.

    Desde então, o meio-pesado não se encontrou mais com a vitória, sendo nocauteado em sequência por Jan Blachowicz e Jiri Prochazka. Contra o primeiro, Reyes disputava o cinturão vago dos meio-pesados, após Jones abrir mão do título para subir para os pesos-pesados.

  • Bruce Buffer aponta melhores lutadores que já viu no UFC e elogia Amanda Nunes

    Bruce Buffer aponta melhores lutadores que já viu no UFC e elogia Amanda Nunes

    Com a experiência de 25 anos como announcer do Ultimate, Bruce Buffer já pôde ver de perto diversas estrelas da modalidade em ação. Por essa vivência na principal organização de MMA do mundo, o americano foi questionado sobre quem é o ‘GOAT’ (sigla em inglês para maior de todos os tempos) no UFC.

    Este é um tema bastante debatido pelos fãs e parte da imprensa especializada do esporte. Então, a opinião da ‘Voz do Octógono’ tem um peso a mais neste assunto. No entanto, em entrevista ao site ‘Maxim.com’, Buffer ficou em cima do muro elencou seus lutadores preferidos. E tem atleta brasileira na lista.

    “É uma longa lista. Jon Jones, sem dúvida, apesar de ainda não ter parado. Definitivamente Georges St-Pierre. Acho que você também pode colocar Chuck Liddell nessa lista, o que ele fez para solidificar o UFC. Randy Couture também. Israel Adesanya está nesse caminho e, sem dúvidas, Amanda Nunes provou ser a maior de todos os tempos no MMA feminino. Ela é incrível”, disse.

    Mas também com a bagagem de ter visto de perto o nascimento de muitas dessas estrelas que mencionou acima, Buffer também palpitou quem da nova geração de lutadores pode alcançar um novo patamar dentro do Ultimate. Brandon Moreno, algoz do brasileiro Deiveson Figueiredo e atual campeão do peso-mosca (57 kg) tem atraído uma atenção especial do announcer.

    “Acho que a próxima grande super estrela que vocês verão será Brandon Moreno. Ele vai conquistar os fãs e ter uma longa carreira de sucesso. Estou muito animado com ele e quero ver sua evolução. Isral Adesanya também, com certeza. E vamos ver como Francis Ngannou evolui. Todos amam os pesos-pesados”, completou.

  • Chiesa mostra respeito e elogia Vicente Luque: “Meu adversário mais perigoso”

    Chiesa mostra respeito e elogia Vicente Luque: “Meu adversário mais perigoso”

    O UFC 265 será realizado no dia 7 de agosto, em Houston (EUA), conta com duas disputas de título, mas um embate entre meio-médios também se destaca no card principal. Na atração, Michael Chiesa e Vicente Luque, integrantes do top-10 da categoria, vão medir forças e o vencedor ficará próximo da posição de desafiante da divisão. Apesar da importância do embate, o clima entre os lutadores é de respeito. Tanto que o americano enalteceu o adversário.

    Ao participar do podcast ‘Believe You Me’, de Michael Bisping, Chiesa, que além de atleta é analista de lutas, abriu o jogo e opinou sobre seu próximo combate. De acordo com ‘Maverick’, Vicente é o adversário mais difícil de sua carreira. Vale destacar que, ao longo de sua trajetória no MMA, o americano enfrentou nomes como Anthony Pettis, Beneil Dariush, Carlos Condit, Jorge Masvidal, Rafael dos Anjos, entre outros profissionais.

    Chiesa frisou que o que torna Vicente tão perigoso é sua capacidade de realizar o simples com eficiência. A curiosidade é que, assim como ‘Maverick’ elogiou o adversário, o próprio Vicente também fez questão de enaltecer as qualidades do americano em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight. Apesar de acompanhar de perto a carreira de ‘The Silent Assassin’, o vencedor do TUF 15 garantiu estar preparado para justificar sua posição entre os melhores meio-médios do UFC e adiantou que gosta de combates deste nível.

    “Acho que Vicente, sem exceção, é o adversário mais perigoso que já enfrentei. Ele ganhou nove das últimas dez lutas, oito pela via rápida. Ele pega um dos bônus de performance o tempo todo, é muito perigoso. Ele tem poder nas mãos, grande disciplina e não comete muitos erros. Ele é fundamentalmente sólido. Ele permanece dentro do básico e isso ganha lutas. Ele tem um poder devastador e finalizações no arsenal. É o cara mais perigoso que já enfrentei”, elogiou Chiesa, antes de completar.

    “Não posso cometer um único erro tático na luta se quiser vencer. Eu tenho que estar no ponto. Não posso errar. Quando cometem um erro com ele, isso muda a luta. Ele faz parte de um grande time. Ele é um cara duro, bom competidor, um homem de família e muito perigoso, mas estou animado com a oportunidade. Me sinto bem contra caras que representam esse tipo de ameaça. Isso traz à tona o melhor de mim, porque meus sentidos ficam muito mais aguçados”, concluiu.

    Atualmente, Michael Chiesa, de 32 anos, é o número seis no ranking dos meio-médios e vive seu melhor momento na carreira. Desde que trocou o peso-leve (70 kg) pela atual categoria, ‘Maverick’ disputou quatro combates e venceu todos. Seus principais triunfos no MMA foram diante de Al Iaquinta, Beneil Dariush, Carlos Condit, Francisco ‘Massaranduba’, Jim Miller, Neil Magny e Rafael dos Anjos.

  • ‘GSP’ fecha as portas para hipotética superluta com Khabib: “Nunca vamos ver isso”

    ‘GSP’ fecha as portas para hipotética superluta com Khabib: “Nunca vamos ver isso”

    Em sua história, o UFC teve diversos campeões, mas poucos atletas foram tão dominantes quanto Georges St-Pierre e Khabib Nurmagomedov. Tanto que parte da comunidade do MMA expressava o interesse em assistir a uma possível superluta entre os ex-campeões da organização, porém isso nunca aconteceu. Como os ícones do MMA se encontram aposentados, ‘GSP’ negou qualquer chance do encontro com ‘The Eagle’ virar realidade.

    Em entrevista ao site ‘Bleacher Report’, o ex-campeão dos meio-médios (77kg) do UFC lamentou o fato da superluta contra o antigo número um do peso-leve (70 kg) não sair do papel quando estavam em atividade. Apesar de rechaçar qualquer possibilidade de enfrentar ‘The Eagle’, ‘GSP’ analisou o que poderia ter acontecido entre eles no octógono.

    Vale destacar que Khabib revelou que a luta de seus sonhos seria contra Georges St-Pierre e que Abdulmanap Nurmagomedov, seu falecido pai, tinha o desejo que seu combate de despedida do MMA também fosse com a lenda canadense. Sendo assim, Dana White se mostrou interessado no duelo, entrou em cena e abordou ‘GSP’, que repensou sua aposentadoria, mas a negociação não avançou. De qualquer forma, ‘Rush’ apontou um ponto positivo com a não realização da superluta com o russo.

    “Eu acredito que se você fizer essa luta dez vezes, podem ser dez resultados diferentes, mas nunca vamos ver isso, infelizmente. O tempo foi um problema para o UFC. É lamentável, mas pode ser visto como positivo, já que ambos terminamos nossas carreiras com um grande legado e nada foi manchado por uma perda. Foi bom”, sentenciou a lenda canadense.

    Para parte dos fãs, Georges St-Pierre, de 40 anos, é o melhor lutador da história do MMA, já que é dono de uma das carreiras de maior sucesso no esporte. Em sua trajetória na modalidade, o canadense disputou 28 lutas, venceu 26, perdeu duas e conquistou o cinturão dos meio-médios do UFC e também do peso-médio (84 kg). A última aparição de ‘GSP’ no octógono aconteceu em 2017 e seus principais triunfos foram diante de BJ Penn (duas vezes), Carlos Condit, Jake Shields, Johny Hendricks, Jon Fitch, Josh Koscheck (duas vezes), Matt Hughes (duas vezes), Michael Bisping, Nick Diaz e Thiago ‘Pitbull’.

    Khabib Nurmagomedov, de 32 anos, se aposentou sendo considerado por parte dos fãs um dos lutadores mais dominantes da história do esporte. Em sua carreira, o russo disputou 29 lutas, venceu todas e defendeu o título do peso-leve do UFC em três oportunidades. Os triunfos de maior destaque do ex-campeão da companhia foram sobre Conor McGregor, Dustin Poirier, Edson Barboza, Justin Gaethje e Rafael dos Anjos. Mesmo afastado do octógono, ‘The Eagle’ informou que vai permanecer na modalidade, seja como treinador ou como homem de negócios, já que é presidente do EFC, sua própria organização de MMA.

  • Khabib Nurmagomedov critica a forma pela qual Sterling se tornou campeão do UFC

    Khabib Nurmagomedov critica a forma pela qual Sterling se tornou campeão do UFC

    Realizada em março, em Las Vegas (EUA), a luta entre Aljamain Sterling e Petr Yan ainda repercute na comunidade do MMA. Na ocasião, o americano superou o russo de forma polêmica, consequentemente, se tornou campeão do peso-galo (61 kg) do UFC, mas foi bastante criticado por parte dos fãs devido ao seu comportamento após a batalha. Tanto que Khabib Nurmagomedov também opinou a respeito do ocorrido.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ do UFC Rússia, o ex-campeão do peso-leve (70 kg) condenou a forma como Sterling conquistou o título do peso-galo e informou que não gostaria de chegar ao lugar mais alto da categoria de forma controversa.

    O momento decisivo da luta entre o americano e Yan aconteceu no quarto round. Nele, o russo aplicou uma joelhada ilegal no rival que, imediatamente, foi ao chão e não teve condição de permanecer no combate. Sendo assim, o europeu perdeu o confronto por desqualificação e também o título da divisão para Sterling.

    “Bem, eu não gostaria de me tornar campeão da maneira que Sterling conseguiu. Acho que ele e seu pessoal entendem, mas eles tentam apoiá-lo e eu os entendo. Não gostaria de ser o campeão que quase perdeu e conquistou o cinturão só porque o adversário quebrou as regras. Não quero julgar ninguém, mas não quero que as coisas sejam assim”, opinou Khabib.

    Após o ocorrido, Sterling e Yan ainda não possuem compromissos marcados no UFC. Inclusive, o campeão do peso-galo ficará afastado por tempo indeterminado por conta de uma lesão no pescoço. Caso a revanche entre os rivais seja oficializada pela companhia no futuro, Khabib apontou o russo como favorito para recuperar o título da divisão e aconselhou seu compatriota. Mas, apesar de Yan pedir um acerto de contas imediato com Sterling, Dana White está incerto quanto a realização do no novo encontro.

    “Falando em Yan, sim, ele cometeu um grande erro que lhe custou o cinturão. De qualquer forma, se Yan fizer o dever de casa corretamente, ele se beneficiará muito com isso. Em primeiro lugar, ele precisa continuar seu processo de treinamento, permanecer com fome e focado”, declarou Khabib, antes de completar.

    “Acho que ele vai ter uma luta este ano ou até uma revanche. Ele merece. De qualquer forma, acho que ele precisa e vai ajudá-lo muito. Espero que ele encontre uma maneira de usar isso em seu benefício. Veremos quando ele disputar a revanche e levar o cinturão. Acho que é assim que vai ser. Sempre há um final feliz”, concluiu.

  • Stephen Thompson questiona ‘title shot’ dado a Colby Covington no UFC

    Stephen Thompson questiona ‘title shot’ dado a Colby Covington no UFC

    Recentemente, diversos atletas do UFC reclamaram de forma pública seja porque não concordaram com os salários recebidos ou por conta de certos casamentos de luta. Um dos profissionais insatisfeitos com o atual cenário na organização é Stephen Thompson, que considerou injusta a escolha de Dana White por privilegiar Colby Covington em uma possível disputa de título dos meio-médios (77 kg) contra o campeão Kamaru Usman.

    Em seu próprio podcast ‘What’s Up Everybody?’, Thompson não titubeou e expôs sua visão sobre o presente momento dos meio-médios. De acordo com ‘Wonderboy’, outros tops da categoria são mais merecedores da oportunidade de disputar o título do que Covington. Vale destacar que a divisão vai abrigar duelos importantes e que, fatalmente, vão mexer com a parte de cima do ranking.

    No UFC 264, evento que acontece no dia 10 de julho, em Las Vegas (EUA), Thompson vai encarar Gilbert ‘Durinho’. Já no show de número 265, que será realizado no dia 7 de agosto, em Houston (EUA), Vicente Luque e Michael Chiesa medem forças. Além dos quatro tops em ação, a categoria possui Leon Edwards em grande fase e invicto desde 2016. O cenário já seria suficiente para justificar o posicionamento de ‘Wonderboy’ contra Covington, mas o veterano fez questão de lembrar que o rival foi derrotado de forma convincente por Usman.

    “Usman estava acabando com ele. Covington estava balançando e errando. Ele tinha muito volume, mas não acertava nada. Eu não acho que ele merece (disputar o título). Sua última luta foi contra Woodley. Não acho que ele merece, nem Edwards ou eu”, decretou o renomado striker.

    Apesar da clara preferência de Dana White por Colby Covington como próximo desafiante ao título de Kamaru Usman nos meio-médios, a revanche entre os rivais ainda não está oficializada. Sendo assim, quem vencer de forma mais convincente nos combates entre Gilbert ‘Durinho’ e Stephen Thompson e Michael Chiesa e Vicente Luque deverá ganhar pontos preciosos na corrida pelo cinturão da categoria.

    Stephen Thompson, de 37 anos, vive boa fase no UFC após vencer Geoff Neal e Vicente Luque, ocupa a quarta posição no ranking dos meio-médios e está motivado para buscar uma nova disputa pelo título da categoria. No MMA, o cartel do veterano é composto por 16 vitórias, quatro derrotas e um empate. Seus triunfos de maior destaque foram sobre Johny Hendricks, Jorge Masvidal, Robert Whittaker, Rory MacDonald e Vicente Luque.