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  • Chandler diz que luta contra Gaethje corre risco por não ter se vacinado contra COVID-19

    Chandler diz que luta contra Gaethje corre risco por não ter se vacinado contra COVID-19

    O duelo entre Michael Chandler e Justin Gaethje, planejado para ser uma das principais atrações do UFC 268, no dia 6 de novembro, corre risco de não acontecer na data prevista, especialmente se as especulações sobre o evento ser sediado no ginásio ‘Madison Square Garden’ forem confirmadas. O motivo, de acordo com o ex-campeão do Bellator, seria uma recente norma adotada pelo estado de Nova York em relação ao combate da pandemia de COVID-19.

    Através de uma transmissão ao vivo no ‘Instagram’, Chandler revelou que, caso o Madison Square Garden seja confirmado oficialmente como sede do UFC 268, não estará apto a competir, tendo em vista que não pretende se vacinar contra COVID-19 até a data do show e a nova lei prevê a obrigatoriedade de comprovação da vacinação dos indivíduos que pretendem jantar, se exercitar ou participar de eventos de entretenimento, como seria o caso do Ultimate, em locais fechados dentro do território do estado de Nova York.

    Apesar de se negar a tomar a vacina contra COVID-19 neste momento, o ex-campeão peso-leve (70 kg) do Bellator descartou fazer parte da turma que não acredita na eficácia das vacinas. De acordo com Chandler, no entanto, ele só aceitará ser vacinado quando a ‘FDA’ (agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos) der sua aprovação total aos imunizantes que estão sendo aplicados na população norte-americana.

    “Eu acabei de ver que (o estado de) Nova York está soltando mandatos pesados na cidade de Nova York. Basicamente, eles estão exigindo que você esteja vacinado e mostre prova da sua vacinação para jantar em ambientes fechados, atividades físicas em locais fechados, e entretenimento e performance em locais fechados. Obviamente, um card do UFC sendo promovido no Madison Square Garden é considerado um entretenimento e performance em local fechado. Eu não vou estar vacinado nesse momento. Eu não sei quantos lutadores estarão, se eu for lutar nesse card do dia 6 de novembro, ou quem quer que lute no dia 6 de novembro no Madison Square Garden. Eu não sei quantos lutadores estarão vacinados. Eu não tenho um registro em quem foi ou não foi”, declarou Chandler, antes de completar.

    “Não é que eu seja anti-vacina. Não é que eu não acredite na vacina, necessariamente. Eu apenas não vou me vacinar até que ela esteja 100% aprovada pela FDA. Até que nós tivermos centenas de testes clínicos, assim como tivemos nas vacinas que meu filho já tomou – sarampo e catapora e todas as vacinas que já estão circulando por 100 anos que já foram provadas. Vamos ver. Eu não sei o que vai acontecer. Acima de tudo, as chances do UFC ser capaz de vender todos os ingressos no Madison Square Garden só com pessoas vacinadas diminuem. Eu acho que põe em xeque se o (card) vai acontecer mesmo no Madison Square Garden, para ser honesto. O UFC é brilhante e genial ao fazer as coisas e promover suas lutas. Mas, como eu disse, eu não sou anti-vacina. Eu acho que vacinas são eficazes. Acho que é a escolha de cada um se eles querem se vacinar. Eu não vou estar vacinado no dia 6 de novembro, então eu não vou ser capaz de atuar ou entreter no Madison Square Garden. Vamos ver”, explicou Chandler, de acordo com a transcrição do site ‘MMA Junkie’.

    Desde que se transferiu do Bellator para o UFC, Michael Chandler tem sido apontado como um dos principais nomes da divisão dos leves. Após estrear com uma vitória por nocaute sobre Dan Hooker, o americano foi escalado para disputar o cinturão da categoria, que estava vago após a aposentadoria de Khabib Nurmagomedov, contra o brasileiro Charles ‘Do Bronx’.

    Na disputa, realizada em maio deste ano, Chandler acabou nocauteado pelo lutador brasileiro e perdeu a oportunidade de conquistar o título da organização. O provável duelo contra Justin Gaethje – número dois no ranking dos leves -, caso realmente aconteça, pode aproximar o ex-campeão do Bellator de uma nova oportunidade de lutar pelo cinturão da categoria.

  • Aldo admite ter se apressado ao disputar título nos galos e cita nova mentalidade

    Aldo admite ter se apressado ao disputar título nos galos e cita nova mentalidade

    Neste sábado (7), José Aldo vai ter a chance de conseguir pela primeira vez uma sequência de vitórias no peso-galo (61 kg). O brasileiro vai medir forças com o compatriota Pedro Munhoz na co-luta principal do UFC 265, que será realizado em Houston (EUA). Com essa possibilidade, o ‘Campeão do Povo’ pretende corrigir um erro e, dessa maneira, se colocar pronto para ser um dos postulantes ao título da divisão.

    Desde que decidiu descer de categoria e se apresentar nos galos, em dezembro de 2019, Aldo sempre carregou a expectativa de também ser campeão na nova classe de peso. Portanto, pelo grande nome que o brasileiro possui no Ultimate, por ser ex-campeão do peso-pena (66 kg), pulou algumas etapas e já lutou pelo título com apenas uma apresentação na divisão e acabou derrotado por Petr Yan, em julho de 2020.

    Ao recordar este episódio na carreira, Aldo admitiu que se equivocou. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), o atleta da equipe ‘Nova União’ analisou sua próxima apresentação, quando também encara um rival do top-10 e revelou que se apressou ao tentar lutar pelo cinturão da categoria sem ter tanta experiência nos galos. Com a lição aprendida, o atleta prometeu fazer diferente daqui em diante.

    “(Essa luta) Não é nem questão de dar um salto no ranking. Eu estou mais bem ranqueado que ele. Eu já passei por um grande teste. Eu fui, fiz uma luta pelo título da categoria, e posso dizer que não foi bem um erro, mas eu fui com muita sede ao pote, sem me testar bastante na categoria. Agora, quero dar um passo de cada vez até o título”, afirmou o brasileiro, atual número cinco do ranking, antes de completar.

    “Não foi um erro. A gente sempre quer lutar, quer ser o campeão, mas pensando agora, friamente, a gente pode ter ido com muita sede ao pote, sem uma adaptação boa em relação a explosão, velocidade, física e tudo mais. Agora, sim, a gente está tentando dar um passo de cada vez, degrau por degrau rumo ao titulo”, concluiu o lutador.

    Um duelo que foi fundamental para Aldo sonhar com uma nova luta pelo título foi sua última aparição no octógono. Em dezembro de 2020, o lutador superou Marlon Vera, por decisão unânime dos jurados e conseguiu seu primeiro triunfo na categoria. Um fato que chamou a atenção neste combate foi a maneira que o brasileiro se apresentou. O lutador explicou o motivo de ter sido mais cauteloso e abusado da luta agarrada. Mas quem espera que o brasileiro repita essa postura, ele já mandou um alerta para Munhoz.

    “Tive que lutar estrategicamente para vencer. Não tinha vencido na categoria, mesmo achando que eu venci a luta com o Marlon (Moraes). Eu precisava da vitória para me estabilizar e no futuro ser agressivo, me abrir mais para fazer grandes lutas. Contra o Vera mostrei que ainda estou na ativa. (Agora) quero mostrar agressividade e impor meu jogo porque eu sei que assim que ninguém segura e posso ser campeão de novo”, disse.

    José Aldo, de 34 anos, estreou pelo UFC em 2011, disputou 17 lutas, venceu 11 e perdeu seis vezes. Atualmente, o atleta se encontra em quinto lugar no ranking do peso-galo. Seus triunfos de maior destaque na organização foram diante de Chad Mendes (duas vezes), Frankie Edgar (duas vezes), Kenny Florian, Urijah Faber e ‘Zumbi Coreano’.

  • Pegadinha! ‘Borrachinha’ revela assinatura de contrato ‘fake’, mas confirma luta com Vettori

    Depois de compartilhar no ‘Instagram’ uma foto do momento em que teria assinado o contrato para enfrentar Marvin Vettori no dia 23 de outubro, Paulo ‘Borrachinha’ voltou às redes sociais nesta quarta-feira (4), para revelar que tudo não passou de uma ‘pegadinha’. Mas os fãs do lutador podem ficar tranquilos. Apesar da cena da assinatura contratual ter sido falsa, a luta do peso-médio (84 kg) brasileiro contra o italiano segue de pé.

    Em uma nova publicação em sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), ‘Borrachinha’ mostrou os bastidores da foto original publicada por ele, revelando que o ‘contrato’ assinado por ele, na verdade, se tratava do seu plano alimentar e a ‘caneta’ que possuía nas mãos também era falsa. Apesar disso, o mineiro tranquilizou seus seguidores ao confirmar que a assinatura do contrato para a luta contra Vettori foi feita digitalmente e o combate está marcado.

    Vale lembrar que, recentemente, o brasileiro esteve em meio a um imbróglio justamente relacionado a assinatura ou não de um contrato de luta. Apontado como rival de Jared Cannonier para o evento do UFC marcado para o dia 21 de agosto, ‘Borrachinha’ foi retirado do combate e depois alegou nunca ter assinado o contrato para enfrentar o americano, alegando que sua recusa teria sido motivada por um impasse financeiro nas negociações.

    “Meu ‘gabinete do ódio’ produzindo fake news. Mais falso que a CPI da pandemia”, escreveu ‘Borrachinha’, abertamente apoiador do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, na legenda da publicação.

    O confronto entre Paulo ‘Borrachinha’ e Marvin Vettori, agendado para o dia 23 de outubro, em evento do UFC ainda sem sede definida oficialmente, marcará o retorno do brasileiro ao octógono após um longo hiato. A última apresentação do mineiro ocorreu em setembro do ano passado, quando foi derrotado por Israel Adesanya, em disputa pelo cinturão peso-médio da entidade, na luta principal da edição 253, realizada em Abu Dhabi (EAU).

  • Dez lutadores recebem seis meses de suspensão médica após UFC Vegas 33

    Dez lutadores recebem seis meses de suspensão médica após UFC Vegas 33

    Metade dos lutadores presentes no card do UFC Vegas 33, realizado no último sábado (31), receberam a suspensão médica máxima de 180 dias pela Comissão Atlética de Nevada. Entre os dez atletas afetados pelo gancho preventivo estão os dois protagonistas da luta principal do show: Sean Strickland e Uriah Hall.

    Vencedor do main event, na decisão unânime dos juízes, Sean Strickland deixou o combate contra Uriah Hall com suspeita de lesão na coxa e no joelho da perna esquerda. O peso-médio (84 kg) também precisará de avaliação odontológica antes de ser liberado para voltar a lutar.

    Já o Hall terá que passar pela avaliação médica por conta de uma suspeita de fratura no assoalho orbital do olho direito. Caso seja confirmada a lesão e não haja liberação do especialista, o jamaicano pode enfrentar um longo período de seis meses de gancho médico.

    Única brasileira no card do UFC Vegas 33, Glória de Paula – que foi nocauteada por Cheyanne Buys no co-main event da noite – recebeu 45 dias de suspensão médica. As informações foram divulgadas através do site ‘MixedMartialArts.com’.

    Confira a lista completa das suspensões médicas do UFC Vegas 33:

    Sean Strickland: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Uriah Hall: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Cheyanne Buys: sem suspensão;
    Glória de Paula: suspensa por 45 dias;
    Niklas Stolze: suspenso por 45 dias;
    Jared Gooden: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Collin Anglin: suspenso por 45 dias;
    Melsik Baghdasaryan: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Bryan Barberena: suspenso por 30 dias;
    Jason Witt: suspenso por 45 dias;
    Chris Gruetzemacher: suspenso por 30 dias;
    Rafa Garcia: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Kai Kamaka: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Danny Chavez: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Jinh Yu Frey: suspensa por 30 dias;
    Ashley Yoder: suspensa por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Ryan Benoit: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica;
    Zarrukh Adashev: suspenso por 60 dias;
    Phil Rowe: suspenso por 30 dias;
    Orion Cosce: suspenso por 180 dias ou até receber a liberação médica.

  • Ele voltou! Chad Mendes deixa aposentadoria e acerta com Bare Knuckle FC

    Ele voltou! Chad Mendes deixa aposentadoria e acerta com Bare Knuckle FC

    Recentemente, Chad Mendes já flertava com o fim de sua aposentadoria no esporte o e retorno às competições após cerca de três anos. Com isso, a comunidade do MMA já se animou com a possibilidade em ver o americano novamente nos cages pelo planeta. Nesta quarta-feira (4) houve a confirmação que o ex-lutador do Ultimate vai se apresentar novamente, mas não nas artes marciais mistas, e sim no boxe sem luvas.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o Bare Knucke FC anunciou a contratação do ex-desafiante ao cinturão do peso-pena (66 kg) do UFC. A data e o adversário para a estreia de Mendes na organização ainda não foram confirmados.

    A última vez que Chad Mendes atuou profissionalmente aconteceu em dezembro de 2018. Na ocasião, o americano acabou derrotado por Alexander Volkanovski, atual campeão do peso-pena do UFC, por nocaute no segundo round de disputa.

    Vale destacar que Mendes não é o único ex-UFC que atua na franquia. Thiago ‘Pitbull’ e Hector Lombard são campeões da companhia. Além deles, a americana Paige VanZant também é uma estrela do BKFC, mas ainda não venceu na liga após dois duelos.

    Ativo no MMA profissional entre 2008 e 2018, Chad Mendes se retirou da modalidade com 18 vitórias e cinco derrotas. O americano teve a oportunidade de lutar pelo cinturão peso-pena (66 kg) do UFC em três ocasiões. Em duas delas, pelo título linear, acabou superado pelo então campeão José Aldo. Na terceira tentativa, com a cinta interina em jogo, o atleta da ‘Team Alpha Male’ acabou derrotado por Conor McGregor.

  • Khabib revela o que o UFC deve propor para Cejudo sair da aposentadoria

    Khabib revela o que o UFC deve propor para Cejudo sair da aposentadoria

    A temporada 2020 foi de despedida para alguns ícones do MMA. Nela, Daniel Cormier, Henry Cejudo e Khabib Nurmagomedov anunciaram suas respectivas aposentadorias, porém ‘Triple C’ é o único que, constantemente, flerta com um possível retorno ao esporte. Dessa forma, o russo, ex-campeão do peso-leve (70 kg) do UFC mencionou o que a organização deveria oferecer para contar com o ex-número um do peso-mosca (57 kg) e do peso-galo (61 kg) de volta.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘ESNews’, Khabib indicou que Cejudo, seu amigo e também agenciado por Ali Abdelaziz, voltaria a atuar no MMA, caso o UFC lhe oferecesse uma superluta. De acordo com a lenda russa, o americano se encontra em um patamar diferenciado em relação aos demais atletas e que, por isso, deve escolher bem seu próximo passo.

    Vale lembrar que, quando estava em atividade e até mesmo fora do UFC, Cejudo expressou, mais de uma vez, o interesse em enfrentar Alexander Volkanovski, número um do peso-pena (66 kg) da organização, pois seu objetivo sempre foi se tornar campeão de três categorias diferentes. Além do australiano, ‘Triple C’ também se mostrou aberto a encarar Brandon Moreno, por conta do que ambos representam para a comunidade latina.

    “Cejudo pode trazer tanto para a mesa, mas não acho que alguém nos galos e nos moscas possa trazer tanto quanto ele. Quando ele sobe no cage, traz uma medalha de ouro olímpica e os cinturões dos moscas e galos. O que eles vão trazer? Eles têm que trazer algo. Este show se baseia nos números. Você tem que trazer alguns números. Isto é o que eu penso. Os campeões olímpicos são atletas de níveis diferentes”, explicou o russo.

    Henry Cejudo, de 34 anos, marcou época no UFC. O americano foi um dos poucos lutadores que conseguiu alcançar o status de campeão duplo (peso-mosca e peso-galo) da maior organização de MMA do mundo. ‘Triple C’ estreou no esporte em 2013 e saiu dele em 2020. Seu cartel profissional é composto por 16 vitórias, sendo oito por nocaute, e duas derrotas. Além disso, o ex-número um da companhia possui triunfos marcantes sobre Demetrious Johnson, Dominick Cruz, Marlon Moraes, Sergio Pettis e TJ Dillashaw.

  • Rockhold admite chance de aceitar luta com Strickland, mas faz exigência ao UFC

    Rockhold admite chance de aceitar luta com Strickland, mas faz exigência ao UFC

    Após anunciar que estava apto para competir novamente, depois de um tempo afastado dos cages para cuidar de problemas pessoais, Luke Rockhold não encontra a facilidade que esperava para conseguir um adversário. Entretanto, o americano também não pretende facilitar a vida do UFC. Recentemente, Dana White, presidente da liga, revelou, em entrevista à ‘TSN’, que foi oferecida uma luta contra Sean Strickland para o ex-campeão do peso-médio (84 kg). Ciente dessa declaração, o lutador explicou a recusa inicial.

    Em entrevista à ‘Submission Radio’, Rockhold voltou a repetir o discurso que tem adotado: só quer enfrentar atletas relevantes. Dessa maneira, o lutador admitiu que na época em que o Ultimate lhe propôs essa luta, Strickland ainda não estava entre os principais nomes do peso-médio, fato que mudou. No último sábado (31), o atleta superou Uriah Hall e ocupa agora o oitavo posto no ranking da categoria.

    “Na verdade, eles me ofereceram Sean há algum tempo. E eu simplesmente não estava interessado, não era a luta que eu queria. Não fazia sentido. Ninguém sabia dele, e eu não dei a mínima para ele. E agora é como se Dana estivesse tentando me irritar com isso. Agora ele (Strickland) derrotou Uriah Hall, parecia decente e conseguiu um ranking. Portanto, acho que agora há algo com que trabalhar”, afirmou o americano.

    Com a franquia sem dar as opções de oponentes que Rockhold deseja, o lutador abriu as portas para a chance de encarar Strickland. Porém impôs uma condição. O ex-campeão admitiu o interesse em fazer parte de um grande show da organização, com um alvo definido. É especulado que o Ultimate retorne a Nova York no dia 6 de novembro, com o UFC 268 e o lutador adiantou seu desejo em integrar esse evento.

    “Talvez não seja a luta que eu queria exatamente. Mas você me dá o card certo. Ainda há coisas que precisam ser resolvidas. Não é um negócio fechado. Então me coloque no ‘MSG’ (Madison Square Garden). Coloque-me em algo grande. Coloque-me em algo divertido. Coloque-me em algo que me faça levantar para isso, porque eu não vou voltar sem motivo”, completou Luke, que não atua desde julho de 2019.

    Luke Rockhold, de 36 anos, marcou época no peso-médio do MMA ao ser campeão da categoria no Strikeforce e também no UFC. O americano iniciou sua trajetória no esporte em 2007, disputou 21 lutas, venceu 16, sendo 14 pela via rápida, e perdeu cinco vezes, todas por nocaute. Seus triunfos de maior destaque na modalidade foram sobre Chris Weidman, Lyoto Machida, Michael Bisping e Ronaldo ‘Jacaré’ e Tim Kennedy.

  • Presidente do ‘Bare Knuckle’ mostra interesse em realizar luta entre Lombard e Woodley

    Presidente do ‘Bare Knuckle’ mostra interesse em realizar luta entre Lombard e Woodley

    Ao que parece, o ‘Bare Knuckle Fighting Championship’, principal organização de boxe sem luva, pode abrigar um confronto inusitado entre dois ex-atletas do UFC. Na edição de número 19, realizada em julho, na Flórida (EUA), os veteranos Hector Lombard e Tyron Woodley se desentenderam e quase resolveram suas diferenças nos bastidores da atração. Após o encontro viralizar na internet, Dave Feldman, presidente da companhia, abriu as portas para o possível duelo entre os rivais.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, o cartola expressou todo seu interesse em realizar a luta entre Lombard e Woodley e garantiu que, caso ela aconteça, vai atrair a atenção do público e da imprensa especializada. Vale lembrar que, atualmente, o cubano é campeão do BKFC, enquanto o americano, ex-número um dos meio-médios (77 kg) do UFC, se prepara para estrear no boxe profissional diante de Jake Paul.

    Apesar da discussão entre Lombard e Woodley ser recente, a rivalidade entre eles é antiga. Tudo começou quando ambos treinavam na ‘American Top Team’. De acordo com o cubano, ‘The Chosen One’ deu em cima de sua namorada na época e lhe criticou. Sendo assim, ao encontrar com o americano na organização que atua, ‘Lightning’ resolveu tirar satisfação e o chamou de palhaço, falso, entre outros termos nada amigáveis. Ciente de que tal história rende, Feldman visa oficializar o acerto de contas entre os desafetos no BKFC.

    “Não sei como realmente começou. Eu fui até lá e pensei que eles estavam apenas conversando e ficou um pouco quente. Me aproximei e disse que eles são profissionais, que não poderiam lutar aqui e eles foram embora. Ouvi dizer que eles tinham uma história e problemas no passado, então se eu daria as boas-vindas no Bare Knuckle? Em um piscar de olhos. Veremos o que acontecerá com Woodley quando ele lutar contra Jake e partiremos daí. Mas eu adoraria ter essa luta aqui. Seria uma tremenda luta. Imagino que muita mídia cobriria”, declarou o cartola.

    Em má fase no MMA, Hector Lombard, de 43 anos, se encontrou no boxe sem luvas. Nas artes marciais mistas, o cubano perdeu as últimas seis lutas que disputou no UFC e sua última vitória aconteceu em 2024. Após assinar com o ‘Bare Knuckle FC’ e estrear em 2020, o veterano levou a melhor nos três confrontos que realizou e se tornou campeão da companhia. Nos esportes de combate, os principais triunfos de ‘Lightning’ foram diante de Alexander Shlemenko, Jake Shields, Nate Marquardt e Rousimar ‘Toquinho’.

    Tyron Woodley, de 39 anos, viveu altos e baixos no MMA. O americano se tornou campeão dos meio-médios do UFC ao nocautear Robbie Lawler, em 2016, e defendeu o cinturão em quatro oportunidades. No entanto, o atleta entrou em má fase ao perder o título da categoria para Kamaru Usman, em 2019. Na sequência, o veterano sucumbiu contra Gilbert ‘Durinho’, Colby Covington, Vicente Luque e foi liberado pela organização.

  • Covington projeta encarar Adesanya pelo título dos médios após luta contra Usman

    Covington projeta encarar Adesanya pelo título dos médios após luta contra Usman

    Com a revanche contra Kamaru Usman, novamente válida pelo cinturão dos meio-médios (77 kg), agendada para o próximo dia 6 de novembro, como uma das atrações principais do card do UFC 268, Colby Covington já traça planos para o seu futuro. Confiante em sua vitória contra o nigeriano, ‘Chaos’ admite que pode tentar novos voos logo depois da possível conquista do título de sua categoria.

    Em um vídeo promocional divulgado no canal do Youtube de Jack Owoc, CEO do ‘Bang Energy Drinks’, Covington sugeriu que pode subir de categoria na sequência de sua luta contra Usman, para tentar destronar Israel Adesanya, atual campeão dos pesos-médios (84 kg).

    “Eu vou lutar na minha classe de peso contra Kamaru Usman. Eu vou pegar o título mundial, 77 (kg), peso-meio-médio, e depois eu vou trabalhar com você e Bang Energy para ganhar massa muscular e nós vamos subir para o peso-médio, para 84 (kg), e nós vamos vencer Israel Adesanya”, afirmou Colby, de acordo com a transcrição do site ‘Sportskeeda’.

    No próximo dia 6 de novembro, Colby Covington terá a oportunidade de vingar a derrota sofrida para Kamaru Usman em dezembro de 2019. A revanche entre os meio-médios deve liderar o card do UFC 268, previsto para acontecer no ‘Madison Square Garden’, em Nova York (EUA).

  • Presidente do UFC acena com possibilidade de contratar campeão do Bellator no futuro

    Presidente do UFC acena com possibilidade de contratar campeão do Bellator no futuro

    Antes da luta contra Patrício Freire, AJ McKee já era apontado por parte da comunidade do MMA como uma das principais promessas do esporte, mas, depois de sua participação no Bellator 263, o americano se consolidou como um astro do esporte. No show realizado no último sábado (31), na Califórnia (EUA), ‘Mercenary’ finalizou ‘Pitbull’ rapidamente, conquistou o GP do peso-pena (66 kg) da organização e se tornou campeão da categoria. A participação do atleta foi tão marcante, que não passou despercebida por Dana White.

    Em entrevista à emissora ‘TSN’, o líder do UFC comentou a respeito do futuro de McKee no MMA e acenou com a possibilidade de contratar o campeão do peso-pena do Bellator para sua organização no futuro. Vale lembrar que, atualmente, ‘Mercenary’ ainda está sob contrato com a companhia de Scott Coker, porém na parte final do mesmo. Tanto que, imediatamente, após vencer ‘Pitbull’, o americano se classificou como o melhor lutador da categoria e até desafiou os tops da empresa rival, como Alexander Volkanovski, Brian Ortega e Max Holloway.

    “Não sei, veremos. Quando o contrato dele terminar, ele terá que ligar. Veremos o que podemos fazer”, declarou o cartola.

    AJ McKee, de 26 anos, é filho do veterano Antonio McKee, ex-lutador de MMA, e, mesmo com a pouca idade, já é um dos símbolos do Bellator. O atleta iniciou sua carreira em 2015, disputou 18 lutas e venceu todas, sendo seis por nocaute e sete por finalização. A curiosidade é que todos os combates do americano foram realizados pela organização de Scott Coker.