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  • ‘Bate-Estaca’ aprova experiência no ‘OnlyFans’ e se diverte com pedidos inusitados

    ‘Bate-Estaca’ aprova experiência no ‘OnlyFans’ e se diverte com pedidos inusitados

    Ex-campeã peso-palha (52 kg) do UFC, Jéssica Andrade é uma atleta já consagrada no MMA e tal status lhe permite se aventurar em outras atividades profissionais. Atualmente, ‘Bate-Estaca’, como é conhecida, divide seu tempo entre a função de lutadora – na qual tem compromisso marcado para este sábado (25), diante de Cynthia Calvillo, na edição de número 266 do Ultimate, que acontece em Las Vegas (EUA) – e como modelo do site ‘OnlyFans’. O novo ramo de atuação, inclusive, tem rendido bons frutos para a atleta da equipe ‘PRVT’.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Jéssica confessou que ficou surpresa com o sucesso de seu perfil no site especializado na venda de conteúdo sensual exclusivo para os fãs. A brasileira, inclusive, destacou o retorno financeiro que tem obtido através da plataforma e o aumento na sua popularidade, visível pelo aumento de fãs e seguidores nas redes sociais.

    A interação com os assinantes do ‘OnlyFans’ fez com que a ex-campeã do UFC explorasse mais a fundo seu lado sensual e, também, pudesse dar boas risadas, especialmente com alguns pedidos inusitados dos fãs. Nada que a incomode. Vale destacar que Jéssica não é a única lutadora presente no site. Pelo contrário, diversos atletas e artistas também criaram seus perfis na plataforma, como uma fonte de renda extra, e a aposta em tal mercado se mostrou vantajosa.

    “Eu não imaginava que eu teria essa repercussão que tive dentro da plataforma. Não só dentro do ‘OnlyFans’, mas nas outras redes sociais também. Meus seguidores estão aumentando e acho que o ‘OnlyFans’ deu um ‘boom’ na minha vida, tanto na questão financeira, quanto na questão de ter mais fãs. Está sendo bom. Estou trabalhando com as duas coisas e está sendo legal, a interação que os fãs têm comigo. Tem coisas engraçadas no ‘OnlyFans’, como o pedido dos fãs”, informou a brasileira, que revelou parte das solicitações que recebe de seus assinantes.

    “Tem gente que pede para você fazer flexão de braço, abdominal, pedem foto do pé, coisas engraçadas. Eu me divirto ali dentro. O ‘OnlyFans’ está sendo uma experiência bem diferente e legal para mim. Sempre tive bastante vergonha de mostrar o corpo e tudo mais, mas como tenho uma esposa tranquila e é ela que faz as fotos, me apoiou. Várias atletas que fazem parte do UFC, que já lutaram lá, as ring girls, fazem, então sou mais uma. Ela falou que eu ia ganhar bem e fui tentar. Tem dado certo”, contou a lutadora.

    Apesar de aprovar a experiência no ‘OnlyFans’, Jéssica também viveu um momento desagradável por lá. Recentemente, fotos do ensaio sensual feito pela brasileira foram vazadas e tal material ficou exposto na internet. Contudo, a ex-campeã do UFC surpreendeu ao lidar com a situação, e tratou com tranquilidade o acontecimento.

    Passado o susto com a divulgação indevida de seu material na internet, a atleta se mostrou orgulhosa por superar a timidez e estar apta para disponibilizar um conteúdo sensual, algo que, no passado, sinalizou que era impensável. Segundo Jéssica, a aventura no ‘OnlyFans’ abriu sua mente e a fez evoluir como pessoa.

    “Algumas fotos saíram para o público, fizeram memes e achei engraçado. Sinto uma liberdade, algo diferente do que já vivi. Apesar de ser gay e estar em uma profissão, para muitos masculina, isso fez uma diferença no meu modo de pensar. Isso quebrou um tabu para mim. Acho que quem viu, gostou. E tenho que aproveitar o corpo enquanto está bom, porque, depois que chegar em uma certa idade, ninguém vai querer ver. Está na hora de aproveitar os momentos de fama e usar o que tenho de melhor”, concluiu.

    Em sua trajetória no UFC, Jéssica Andrade, de 29 anos, deixou um rastro de destruição no peso-palha. Pela categoria, a ex-campeã bateu atletas como Angela Hill, Cláudia Gadelha, Jessica Penne, Joanne Calderwood, Rose Namajunas e Tecia Torres. Em sua estreia no peso-mosca, a brasileira puniu Katlyn Chookagian na base dos golpes na linha de cintura antes de nocautear, mas, na sequência, foi nocauteada por Valentina Shevchenko, que reina na divisão.

  • Jon Jones e St-Pierre são imortalizados no Hall da Fama do UFC, em Las Vegas

    A cerimônia anual de introdução dos novos membros do Hall da Fama do UFC foi realizada nesta quinta-feira (23), em Las Vegas (EUA), e contou com casa lotada pelos fãs no teatro ‘Park Theater’. E além da tradição dos nomes imortalizados na história do esporte, o anúncio da criação de uma menção honrosa e a uma premiação ‘in memoriam’ foram os momentos marcantes da noite.

    Ao todo, cinco nomes foram congratulados no evento. Enquanto Georges St Pierre foi nomeado na categoria ‘era moderna’, Jon Jones e Alexander Gustafsson adentraram na seleta lista das melhores ‘lutas’ da história do UFC. Por sua vez, Kevin Randleman, falecido em 2016, teve seu nome introduzido como membro da ‘era moderna’ e Marc Ratner como ‘contribuidor’.

    Luta histórica

    Sem competir desde fevereiro de 2020, Jon Jones deu uma rápida pausa nos intensos treinos de musculação que faz para subir de peso e se apresentar como peso-pesado no octógono. Nesta noite, em Las Vegas, o veterano se apresentou sorridente diante da plateia para, de acordo com ele, improvisar em seu discurso.

    Como Gustafsson, rival do duelo realizado em setembro de 2013, não pôde viajar a tempo para os Estados Unidos por conta das restrições impostas pela pandemia da COVID-19, coube a ‘Bones’ relembrar detalhes curiosos do embate, como o ritual que mantinha com sua mãe toda manhã antes de suas lutas.

    “Ela sempre vinha ao meu quarto e dizia que eu venceria facilmente, que nocautearia o meu rival no primeiro round. Naquela manhã ela disse que eu venceria ele tranquilamente. Pois é, ela estava errada (risos)”, se divertiu o atleta ao mencionar a batalha de cinco assaltos que quase lhe custou o cinturão dos meio-pesados (93 kg).

    Por fim, Jon Jones prometeu se apresentar em alto nível como peso-pesado na temporada 2022 do UFC. “Estou com 113 kg no momento e meu plano é chegar aos 120 kg. Quero fazer o Francis Ngannou parecer pequeno. Sei que será difícil”, finalizou.

    Era Moderna

    Oficialmente aposentado do MMA, o canadense Georges St-Pierre foi um dos atletas mais dominantes da história do esporte. Com um cartel de 26 vitórias e apenas duas derrotas, o atleta foi campeão em duas categorias de peso no UFC e estabeleceu algumas marcas na organização.

    Como grande honra, GSP contou com a apresentação de Royce Gracie, primeiro hall da fama do UFC, que não economizou nos elogios: “Ele é uma versão melhor de mim mesmo”, “Ele seria um grande Gracie, mesmo que muito bonito para um Gracie”.

    Sem cerimônias, o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) e dos médios (84 kg), apontado por alguns com o maior atleta da história do esporte, retribuiu as palavras: “Você foi a minha inspiração, foi por sua causa que cheguei aqui”, “ É uma honra ser anunciado pelo pioneiro do esporte”.

    Louis Grasse

    ‘In Memoriam’

    Primeiro campeão peso-pesado do UFC, Mark Coleman esteve presente para receber o prêmio do amigo e ex-parceiro de treino Kevin Randleman, também campeão da categoria no início dos anos 2000, ao lado de sua esposa, Elizabeth Randleman. Curiosamente, o prêmio foi entregue por Bas Rutten, outro grande amigo e membro do Hall da Fama que travou uma icônica batalha com Kevin no octógono, em 1999.

    O holandês relembrou a dificuldade que atravessou para vencer o confronto, além de apontar algumas dos principais momentos de Randleman no MMA – como sua vitória por nocaute contra Mirko ‘Cro Cop’ e a famosa queda que quase acabou com a invencibilidade de Fedor Emelianenko no Pride.

    Louis Grasse

    Nova premiação

    Por fim, Dustin Poirier, peso-leve (70 kg) do UFC, recebeu a inédita menção honorária pela criação e investimento em sua ONG ‘The Good Fight Foundation’. Em seu discurso, o atleta relembrou a importância de sua fundação, criada em 2018, e recebeu uma doação de 25 mil dólares dos patrocinador do show.

  • Nick Diaz reaparece após seis anos e rouba a cena em coletiva do UFC 266

    Nick Diaz reaparece após seis anos e rouba a cena em coletiva do UFC 266

    Realizada nesta quinta-feira (23), em Las Vegas (EUA), a coletiva de imprensa do UFC 266 teve como principal destaque Nick Diaz. Sem lutar desde 2015, quando enfrentou Anderson Silva, o americano se reencontrou com os jornalistas e com o público e, dessa vez, não deu sustos. O ‘bad boy’ sempre foi avesso aos compromissos midiáticos e até faltou no ‘media day’ do evento, na última quarta-feira (22), mas não pregou peças em seu retorno à maior organização de MMA do mundo.

    Já em sua entrada na coletiva de imprensa pré-UFC 266, Nick Diaz foi ovacionado pelo público presente. Mesmo com poucas frases ditas, o atleta levou seus fãs ao delírio e pareceu motivado para encarar Robbie Lawler, no show deste sábado (25). Os veteranos se enfrentaram em 2004 e, na ocasião, o ‘bad boy’ nocauteou o ex-campeão dos meio-médios (77 kg).

    Para a revanche, o irmão mais velho de Nate pregou respeito, mas, na encarada (veja abaixo ou clique aqui), não cumprimentou o adversário. O profissional também deu a entender que voltou para ficar no esporte, mesmo com uma idade avançada para competir em alto nível.

    “Me sinto bem. Não muda nada. Quero fazer isso mais vezes, principalmente, se eu tomar uma surra. Se eu tomar uma surra, vou querer voltar logo. Estou em boa forma. Tenho uma luta, não importa vencer ou perder. É muito bom que as pessoas achem que essa é a luta principal. Fico feliz por pensarem assim. Não esperava que, com essa idade, eu teria tanta atenção. Não estava pronto para essa atenção extra. É legal ter esse suporte”, declarou o veterano.

    De acordo com parte da comunidade do MMA, uma nova vitória de Nick sobre Lawler pode colocar o lutador entre os melhores meio-médios do mundo e, possivelmente, furar a fila da categoria, que é dominada por Kamaru Usman. Em recente entrevista à ‘ESPN’ americana, o ‘bad boy’ polemizou ao afirmar que o combate que merecia disputar em seu retorno ao UFC seria contra o campeão. Sendo assim, o veterano voltou a expressar o interesse no duelo e cravou que é mais gabaritado do que o temido ‘The Nigerian Nightmare’.

    “Acho que sou melhor, mais completo. Se eu sobreviver a essa luta, que é uma luta difícil, não vejo razão para não lutar”, avaliou Nick.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear dos meio-médios da organização contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime.

    A última aparição de Nick Diaz no UFC foi diante de Anderson Silva, em 2015, e o duelo terminou em ‘no contest’, já que ambos caíram no doping. O americano possui um cartel profissional de 26 vitórias, dez derrotas, dois ‘no contest’ (luta sem resultado) e triunfos marcantes sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.

  • Mike Tyson descarta luta contra Holyfield e cita Lennox Lewis como novo alvo

    Mike Tyson descarta luta contra Holyfield e cita Lennox Lewis como novo alvo

    Desde o retorno aos ringues de Mike Tyson, em novembro do ano passado, quando ‘Iron’ participou de um combate de exibição contra Roy Jones Jr, a comunidade das lutas tem alimentado a expectativa de ver o ex-campeão mundial de boxe medir forças novamente com seu eterno rival Evander Holyfield. Mas, ao que tudo indica, um novo confronto entre as lendas da nobre arte ficará apenas no campo da imaginação.

    Ao canal do ‘Youtube’ ‘ESNEWS’, Tyson admitiu ter interesse em fazer uma nova luta, mas descartou a possibilidade de encarar novamente Holyfield, especialmente após a derrota do rival para o ex-campeão do UFC Vitor Belfort, em combate promovido pela ‘Triller’ no último dia 11 de setembro, e que recebeu uma enxurrada de críticas por conta das condições apresentadas pelo veterano, de 58 anos, ao subir no ringue.

    No duelo contra o astro do MMA, Evander – 14 anos mais velho que Belfort – foi facilmente superado, ainda no primeiro round, e levantou o questionamento sobre a continuidade de sua participação em combates de boxe com uma idade tão avançada. Ciente da situação, que invariavelmente influenciaria no interesse do público em um possível confronto contra Holyfield hoje em dia, Tyson elegeu um novo alvo: o britânico Lennox Lewis, também antigo rival do americano.

    “Eu quero lutar. Eu preciso de outra (luta). Evander (Holyfield) f*** o dinheiro (que pagariam por uma luta nossa), nós temos que fazer com Lennox (Lewis) agora”, afirmou Mike Tyson, antes de indicar, em tom de provocação, que, ao contrário de Vitor Belfort, pegaria leve com Evander Holyfield em um hipotético duelo contra a versão atual do rival.

    “Eu teria deixado (Holyfield) completar os oito rounds, no entanto. Eu não vou f*** o mano, ele já está f*** como está”, debochou ‘Iron’ Mike.

    No auge de suas carreiras, Mike Tyson e Evander Holyfield travaram duas batalhas, ambas vencidas por ‘The Real Deal’. Na primeira, Holyfield saiu vencedor por nocaute técnico, no 11º assalto. Já na revanche, em um dos momentos esportivos mais lembrados das últimas décadas, Tyson acabou desclassificado do combate após morder e arrancar um pedaço da orelha do rival.

    Por sua vez, Tyson e Lennox Lewis se enfrentaram apenas uma vez, já na parte final da carreira de ambos, em 2002. O pugilista britânico levou a melhor, ao nocautear ‘Iron’ no oitavo round, mantendo os cinturões do Conselho Mundial de Boxe (WBC), Federação Internacional de Boxe (IBF), Organização Internacional de Boxe (IBO) e da ‘The Ring’. Apesar do histórico de apenas uma luta, a rivalidade entre os pesos-pesados alcançou níveis altos, com forte troca de provocações e uma briga generalizada entre as equipes durante uma coletiva de imprensa promocional.

  • ‘Massaranduba’ enfrenta Dwight Grant pelos meio-médios do UFC em outubro

    ‘Massaranduba’ enfrenta Dwight Grant pelos meio-médios do UFC em outubro

    Após utilizar suas redes sociais para pedir uma luta ao UFC, Francisco ‘Massaranduba’ teve seu desejo atendido. Como Gabe Green saiu do evento que a companhia irá realizar no dia 23 de outubro, o brasileiro aceitou enfrentar Dwight Grant, em combate válido pelos meio-médios (77 kg). A informação foi divulgada inicialmente pelo site ‘MMA DNA’ e confirmada pelo próprio veterano em sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui).

    Aos 42 anos, Francisco ‘Massaranduba’ prova que a idade avançada é apenas um detalhe em sua trajetória no UFC. O veterano marcou época no peso-leve (70 kg) da companhia e encerrou sua participação como o nono lutador que mais atuou e sendo o quarto maior vitorioso na história da categoria. Os principais triunfos do brasileiro na divisão foram diante de Bobby Green, Evan Dunham, Jim Miller, John Makdessi, Paul Felder e Ross Pearson. Agora, o atleta visa se recuperar do revés sofrido contra Muslim Salikhov, em sua estreia nos meio-médios.

    Dwight Grant, de 36 anos, estreou no UFC em 2018 e foi contratado através do programa ‘Contender Series’. Pela maior organização de MMA do mundo, o americano disputou cinco lutas, venceu três e perdeu duas vezes. Sua última aparição no octógono aconteceu em abril, quando superou Stefan Sekulic na decisão dividida dos juízes. Seu cartel profissional é composto por 11 vitórias (sendo sete por nocaute) e três derrotas.

  • Nick Diaz confessa incômodo com atuação do irmão Nate em derrota para Edwards

    Nick Diaz confessa incômodo com atuação do irmão Nate em derrota para Edwards

    Depois de seis anos afastado, Nick Diaz, finalmente, vai retornar ao UFC. Na edição de número 266, que acontece neste sábado (25), em Las Vegas (EUA), o ‘bad boy’ vai encarar Robbie Lawler e está motivado para a revanche. Além do fato de se reencontrar com o octógono e com os fãs, o veterano revelou que a atuação de Nate Diaz, seu irmão mais novo, contra Leon Edwards, o abalou e o impulsionou a elevar o nome da família.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Nick admitiu que se sentiu incomodado ao assistir a derrota de Nate para Edwards. No duelo realizado em junho, o caçula dos irmãos, que não atuava há dois anos, foi dominado durante quatro rounds pelo inglês, integrante do top-5 dos meio-médios (77 kg).

    É bem verdade que o ‘bad boy’ quase protagonizou uma virada épica, já que esteve perto de nocautear o rival no quinto e último assalto, porém desperdiçou a chance e sucumbiu. Mais chateado com a atuação de Nate do que com o resultado em si, Nick indicou que assistir a tal luta foi um castigo maior do que as guerras que travou em sua carreira no MMA.

    “É muito para lidar. Estar longe por cinco anos, voltar e ver isso (luta de Nate contra Edwards). Isso foi realmente algo novo. Realmente, meio que derrubou meu bloqueio. Levei socos mais fortes assistindo a isso do que recebi nos sparrings ou em qualquer luta. É meu irmão, é meu irmão mais novo, sabe? É difícil vê-lo lutar”, admitiu a estrela do MMA.

    Apesar de não ter conquistado o cinturão dos meio-médios do UFC, Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear dos meio-médios da organização contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime. Seus triunfos de maior destaque foram sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.

    Nate Diaz, de 36 anos, é um dos lutadores de maior popularidade no MMA atual, mas vive má fase. O atleta perdeu três das últimas quatro lutas que disputou, sendo a a mais recente realizada em junho, contra Leon Edwards. Ao menos, o americano voltou a ficar ativo no UFC, já que não atuava desde 2019. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Anthony Pettis, Conor McGregor, Donald Cerrone, Gray Maynard, Jim Miller, Melvin Guillard, Michael Johnson e Takanori Gomi.

  • Em busca de adversário, Aldo lança desafio aberto aos rivais de divisão: “Vamos lutar”

    Em busca de adversário, Aldo lança desafio aberto aos rivais de divisão: “Vamos lutar”

    Embalado por duas vitórias consecutivas que o levaram de volta ao top 5 da divisão dos galos (61 kg) do UFC, José Aldo parece disposto a aproveitar o bom momento e marcar seu retorno ao octógono o mais breve possível. Nesta quinta-feira (23), o manauara utilizou sua conta oficial no ‘Twitter’ para lançar um desafio aberto aos seus rivais de divisão (veja abaixo ou clique aqui).

    Vale lembrar que após vencer o compatriota Pedro Munhoz, em agosto deste ano, Aldo aproveitou a entrevista pós-luta para desafiar o ex-campeão dos galos TJ Dillashaw. Porém, o americano passou por uma cirurgia no joelho há algumas semanas e ainda não tem previsão de retorno. Portanto, caso realmente tenha a intenção de voltar a competir ainda este ano, o ‘Campeão do Povo’ terá que encontrar um novo alvo.

    “Vamos lutar! Quem está motivado?”, questionou Aldo.

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) do UFC, José Aldo estreou entre os galos em dezembro de 2019, com uma derrota controversa para o compatriota Marlon Moraes. Apesar disso, o manauara teve a oportunidade de disputar o cinturão vago da categoria em sua luta seguinte, sendo derrotado desta vez por Petr Yan. Desde então, no entanto, o veterano se recuperou e garantiu duas vitórias consecutivas, sobre Marlon ‘Chito’ Vera e Pedro Munhoz, se recolocando na corrida por um ‘title shot’.

  • Tyron Woodley revela data para cumprir promessa e tatuar ‘homenagem’ a Jake Paul

    Tyron Woodley revela data para cumprir promessa e tatuar ‘homenagem’ a Jake Paul

    Ao que tudo indica, Tyron Woodley vai finalmente cumprir a aposta feita com Jake Paul antes do confronto entre eles e fazer a tatuagem em ‘homenagem’ ao youtuber. Em uma transmissão ao vivo pelo ‘Instagram’, com o jornalista Ariel Helwani, do site ‘MMA Fighting’, o ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC revelou que pretende marcar seu corpo com o nome do rival ainda nesta semana, mais precisamente no sábado (25).

    Vale lembrar que a tatuagem foi a condição imposta por Jake Paul – vencedor do primeiro duelo – para a realização de uma revanche entre eles. A aposta surgiu durante os eventos promocionais antes do combate e indicava que o perdedor faria uma tatuagem em seu corpo com os dizeres: ‘Eu amo (o nome do vencedor)’, tiraria uma foto e postaria nas redes sociais.

    Porém, a demora de Woodley no cumprimento da aposta fez com que o youtuber mirasse um novo alvo para seu próximo compromisso no ringue: o pugilista e astro de reality show Tommy Fury, irmão do campeão mundial peso-pesado Tyson Fury. Ciente da situação, o ex-lutador do UFC criticou a possível escolha de novo adversário do rival e reforçou o interesse na revanche contra Paul.

    “Tommy Fury nunca deveria estar em posição pela grana. Eu vou apenas esperar a semana passar e ver o que acontece. Eu acho que a coisa mais sensata a se fazer é a revanche. Acho que vou fazer essa tatuagem no sábado, a propósito. Sim, eu sinto que devo fazê-la porque é a coisa certa a se fazer. Eu vou fazer (a tatuagem) no sábado”, afirmou Woodley, antes de responder em qual local do corpo pretende fazer a tatuagem.

    “Eu não sei ainda. Vou pensar sobre isso. Nem no pescoço, nem no rosto. Eu deveria colocá-la atravessando os meus punhos. Para mim, é tipo isso: se um cara quer me pagar para bater nele, já que ele supostamente ‘me pagou e promoveu a luta’, então eu o amo (risos). Porque você é burro assim”, finalizou o ex-campeão do UFC.

    Ex-campeão do UFC, onde reinou na categoria dos meio-médios entre 2016 e 2019, Tyron Woodley estreou no boxe profissional justamente diante de Jake Paul, em duelo realizado no último mês de agosto, em Cleveland (EUA), e que terminou com a vitória do youtuber, na decisão dividida dos juízes.

  • Conselheiro revela que Jon Jones pretende lutar com 125 kg no UFC

    O aguardado retorno de Jon Jones ao octógono do UFC é um dos assuntos que mais gera expectativa na comunidade das lutas nos últimos tempos. Sem lutar desde fevereiro do ano passado, poucos meses antes de abdicar do cinturão dos meio-pesados (93 kg) e anunciar sua intenção de subir de categoria, ‘Bones’ – em meio a um impasse financeiro com o Ultimate e ao processo de ganho de peso – segue sem previsão de estreia na nova divisão. Mas sua situação foi atualizada por um importante membro de sua equipe.

    Contratado como ‘conselheiro’ pelo ex-campeão dos meio-pesados, Richard Schaefer – em participação no programa ‘MMA Hour’ – revelou que, originalmente, a equipe do americano trabalhava para seu retorno no final deste ano, mas o próprio Jon Jones decidiu adiar a programação, em virtude do processo de ganho de peso.

    De acordo com o profissional – conhecido promotor de boxe, que durante anos atuou como CEO da ‘Golden Boy Promotions’ -, Jones se encontra atualmente próximo ao limite do peso-pesado do UFC, com cerca de 118 kg, mas a meta do lutador seria chegar, de forma saudável, aos 125 kg antes de sua estreia na divisão, se enquadrando definitivamente entre os atletas de maior massa da categoria.

    “Ele disse: ‘Olhe, eu não vou estar pronto em novembro ou dezembro. Eu quero ganhar peso. Eu quero ganhar peso de uma forma inteligente, de uma forma estratégica, não só ganhar peso e ser um peso-pesado grande. Eu quero ganhar o peso correto’”, contou Schaefer, antes de continuar.

    “Por sinal, eu conversei com ele ontem. Ele está com 260 libras (cerca de 118 kg) agora, 260 (libras) de músculo, força e explosão. O objetivo dele é ir até 275 (libras, cerca de 125 kg) e, basicamente, ser o maior e mais malvado peso-pesado que o UFC já viu”, concluiu o ‘conselheiro’.

    Desde o anúncio de que subiria para o peso-pesado, Jon Jones tem compartilhado – através de suas redes sociais – algumas imagens do seu processo de ganho de peso, mostrando as visíveis mudanças pelas quais o seu corpo tem passado. Porém, além da questão física, o ex-campeão dos meio-pesados tem outro obstáculo a superar antes de estrear na nova divisão: chegar a um acordo salarial com o UFC. Nos últimos tempos, ‘Bones’ tem travado uma batalha com a organização em busca de maior valorização financeira e o imbróglio não parece próximo do fim.

  • Valentina Shevchenko minimiza ameaça de Lauren Murphy: “É difícil me surpreender”

    Constantemente, Valentina Shevchenko impressiona a comunidade do MMA com suas atuações dominantes no UFC e seu próximo compromisso acontece neste sábado (25). Na edição de número 266, que será realizada em Las Vegas (EUA), a campeã do peso-mosca (57 kg) vai colocar seu título em jogo pela sexta vez diante de Lauren Murphy e esbanja confiança para o embate.

    No ‘media day’ do UFC 266, realizado na última quarta-feira (22), Valentina, apontada por parte dos fãs e da imprensa especializada como uma das melhores lutadoras de todos os tempos, questionou se, de fato, Murphy é uma ameaça ao seu reinado no peso-mosca. O motivo de tal dúvida é simples, já que ‘Bullet’ é uma veterana dos esportes de combate e pratica artes marciais desde a infância, ou seja, possui experiência de sobra.

    É bem verdade que Valentina reconheceu que Murphy é uma lutadora privilegiada fisicamente, já que ficou conhecida, justamente, por seu porte e também pelo bom nível no wrestling. No entanto, como a atleta do Quirguistão lidou com oponentes de variados estilos no boxe, kickboxing, muay thai e MMA, indicou que não terá problemas para transformar a desafiante ao título do peso-mosca em sua mais nova vítima no UFC.

    “Uma das atletas mais duráveis ​​que eu já vi? Duvido. Mais técnica? Duvido. Mais completa? Duvido. Não sei. Por todos os anos que lutei, é meio difícil me surpreender com algo especial, se você não for algo sobre-humano. Sei que ela é bem equilibrada, forte e perigosa”, analisou a campeã do peso-mosca do UFC, antes de completar.

    “Isso é tudo que preciso saber sobre ela, mas algo especial que pudesse colocar pressão sobre meus ombros? Não. Defender o cinturão é sempre especial. É especial por causa do treinamento, da preparação e tudo mais. Não importa quantas vezes você lute, se você estiver no modo certo, você vai sentir aquele nervosismo sempre”, concluiu.

    Valentina Shevchenko, de 33 anos, optou por descer do peso-galo (61 kg) do UFC para o peso-mosca e não demorou para se tornar campeã. ‘Bullet’ conquistou o título vago da divisão ao vencer Joanna Jędrzejczyk, em 2018, e, desde então, defendeu o cinturão cinco vezes. No MMA, a atleta do Quirguistão disputou 24 lutas, venceu 21 e perdeu três vezes. Além de Joanna, seus triunfos de maior destaque no esporte foram sobre Holly Holm, Jennifer Maia, Jéssica Andrade, Julianna Peña, Katlyn Chookagian, Liz Carmouche e Sarah Kaufman.