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  • Covington ignora ascensão de Chimaev no UFC e ataca: “Chorou por causa da Covid”

    Covington ignora ascensão de Chimaev no UFC e ataca: “Chorou por causa da Covid”

    Khamzat Chimaev segue impressionando no MMA e caminha a passos largos rumo ao topo dos meio-médios (77 kg) do UFC, mas Colby Covington ainda não está convencido da qualidade do atleta. Apesar de lutar novamente contra Kamaru Usman pelo título da categoria na edição de número 268, que acontece neste sábado (6), em Nova York, o ‘bad boy’ americano aproveita o hype em torno do sueco para atacá-lo.

    Em entrevista ao site ‘BT Sport’, Covington não se mostrou preocupado com a reputação de Chimaev e com seu crescimento no UFC. Pelo contrário, o ex-campeão interino dos meio-médios minimizou os feitos de ‘Borz’ na organização e sinalizou que o atleta não representa uma ameaça aos tops da categoria, porque ainda lhe falta vencer adversários de nível maior, já consolidados.

    Não satisfeito, Covington frisou que Chimaev não é assustador como parte da comunidade do MMA prega e fez questão de lembrar do grave problema de saúde que o mesmo teve que lidar. O sueco foi impedido de lutar, porque apresentou complicações por conta da COVID-19 e seu caso foi tão sério, que até cogitou anunciar a aposentadoria do esporte. Sendo assim, ‘Chaos’ debochou do drama vivido por ‘Borz’ e garantiu que seu sofrimento será pior se o encontrar no octógono.

    “Ele tem o que, três lutas no UFC? Quatro? Uau! Estamos falando desse cara como se ele estivesse pronto para lutar pelo cinturão, como se estivesse pronto para o topo da categoria. Quando você começa a lutar com caras do top-5, você pode começar a pensar em lutas grandes, mas até agora ele não é ninguém. Ele ficou para baixo por causa da gripe (COVID-19). O cara estava prestes a se aposentar, por causa da gripe”, provocou Covington, antes de completar.

    “Ele estava chorando por causa da tal da COVID. Tudo que você precisa é de vitamina C. Pense nisso, ele estava pensando em se aposentar por causa da gripe, então imagine o que eu faria com ele. Não sou a gripe. A gripe tem uma taxa de sobrevivência de 99,9%. Se ele vai para o octógono comigo, a chance de sobreviver é muito menor do que isso”, concluiu.

    Colby Covington, de 33 anos, é um dos principais nomes dos meio-médios do UFC e se destaca no MMA por ser uma máquina de ‘trash talk’, além de ser um lutador completo e possuir condicionamento físico acima da média. Atualmente, ‘Chaos’, ex-campeão interino da categoria, se encontra em primeiro lugar no ranking dela, abaixo apenas de Kamaru Usman, rei da divisão. No esporte desde 2012, o ‘bad boy’ venceu 16 lutas, perdeu duas e seus principais triunfos foram sobre Demian Maia, Dong Hyun Kim, Rafael dos Anjos, Robbie Lawler e Tyron Woodley.

  • Golpe baixo simultâneo chama atenção em disputa no ‘Contender Series’; veja

    Golpe baixo simultâneo chama atenção em disputa no ‘Contender Series’; veja

    O décimo e último episódio da temporada 2021 do reality ‘Contender Series’ foi um tanto quanto curioso. No programa realizado na última terça-feira (2), Jonas Bilharinho foi um dos principais destaques, já que nocauteou Canaan Kawaihae com um belo chute rodado, mas, mesmo assim, não foi contratado por Dana White. Antes disso, porém, o brasileiro e seu rival protagonizaram uma cena inusitada no MMA.

    Nas artes marciais mistas, é comum notar lutadores acertando golpes ilegais em seus adversários de forma não intencional, porém Bilharinho e Kawaihae inovaram. Na maior parte do tempo, os atletas disputaram um duelo travado, mas, no segundo round, protagonizaram um lance raro (veja abaixo ou clique aqui). Quando estavam no clinch junto à grade, os profissionais acertaram uma joelhada, de forma simultânea, em uma região bastante sensível, algo raro de acontecer. Curiosamente, o brasileiro e o americano apresentaram o mesmo tempo de reação tanto para desferir a joelhada, quanto para cair no octógono.

    O impacto do golpe foi tanto, que Bilharinho e Kawaihae demoraram para se recompor. Passados alguns minutos, o brasileiro encerrou o combate ao nocautear o oponente com um chute rodado, algo inédito na história do programa. Apesar do desfecho de luta impactante, Bilharinho, de forma surpreendente, não foi contratado pelo UFC. Dana justificou que ‘Shiva’ não atuou bem até aplicar o movimento derradeiro, mas, minutos depois, na coletiva de imprensa, mudou o tom de seu discurso, elogiou o atleta e informou que o mesmo segue no radar da maior organização de MMA do mundo.

  • Após conquista de título, Glover Teixeira estreia no ranking peso-por-peso do UFC

    Após conquista de título, Glover Teixeira estreia no ranking peso-por-peso do UFC

    A mais recente atualização semanal dos rankings do UFC trouxe importantes mudanças em diversas categorias. E o maior destaque, como era de se esperar, ficou por conta do brasileiro Glover Teixeira, que no último sábado (30) derrotou o polonês Jan Blachowicz, na edição de número 267, realizada em Abu Dhabi (EAU), para se consagrar como o mais novo campeão dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate.

    Além de assumir o topo da divisão até 93 kg, deixando a primeira posição da lista – abaixo do campeão – para Blachowicz, Glover fez sua estreia no ranking peso-por-peso do UFC. O mineiro aparece na 12ª colocação na lista, que ainda contou com mais importantes movimentações.

    Outro brasileiro presente no ranking peso-por-peso do Ultimate, Charles ‘Do Bronx’ – mesmo sem lutar – subiu três posições e agora ocupa a sétima colocação na lista, ainda atrás do próximo desafiante ao seu cinturão peso-leve (70 kg), Dustin Poirier, que fecha o top-5 da classificação entre todo o plantel de atletas da liga. Já o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) Jon Jones – ainda sem data para estrear no peso-pesado – desceu dois degraus.

    A atualização também foi favorável para dois grandes destaques do card do UFC 267, realizado no último sábado. Recuperado de complicações de saúde causadas pela COVID-19, Khamzat Chimaev retornou com tudo e atropelou o chinês Li Jingliang no octógono. Com o triunfo, seu quarto consecutivo pelo Ultimate, o russo naturalizado sueco foi incluído no ranking dos meio-médios (77 kg), onde já aparece como 10º colocado.

    Já Islam Makhachev, parceiro de treinos do ex-campeão Khabib Nurmagomedov, chegou à nona vitória consecutiva ao superar o neozelandês Dan Hooker e se colocou definitivamente na corrida por um ‘title shot’ na divisão dos leves (70 kg). O russo que, assim como seu companheiro de equipe, tem mostrado amplo domínio sobre os rivais, subiu mais um degrau e agora ocupa o quarto lugar no ranking até 70 kg do UFC.

  • Dana admite dúvida após não contratar brasileiro para o UFC, mas avisa: “Estaremos de olho”

    Dana admite dúvida após não contratar brasileiro para o UFC, mas avisa: “Estaremos de olho”

    Realizado na última terça-feira (2), o décimo e último episódio da temporada 2021 do reality ‘Contender Series’ causou surpresa em parte da comunidade do MMA. Primeiro, porque, no octógono, Jonas Bilharinho nocauteou Canaan Kawaihae ao aplicar um belo chute rodado, algo inédito na história do programa, e segundo porque Dana White ignorou o desfecho impactante da luta e não contratou o brasileiro para o UFC. No entanto, minutos depois, o cartola deu a entender que cometeu um erro de avaliação.

    Na coletiva de imprensa pós-show, Dana reconheceu que Bilharinho é talentoso e admitiu certo arrependimento por ter deixado o atleta passar pelo programa sem receber o tão sonhado contrato para integrar o UFC, ainda mais com o golpe de rara execução no octógono. Como a reação de parte da comunidade do MMA foi de apoio ao lutador após a decisão tomada pelo cartola, o mesmo tratou de minimizar o episódio.

    O cartola fez questão de informar que Bilharinho seguirá no radar da maior organização de MMA do mundo. Vale destacar que o brasileiro é, constantemente, ligado ao UFC por parte da imprensa especializada e, mesmo sem receber o contrato das mãos do homem de negócios, ainda pode integrar a empresa, já que as portas dela não estão fechadas. Inclusive, Gregory ‘Robocop’ é um exemplo de lutador que não conseguiu vencer no ‘Contender Series’, mas que foi contratado pelo Ultimate após triunfar em companhias menores.

    “Eu, literalmente, olhei para Mick (Maynard) e Sean (Shelby) e disse que não estava 100% interessado até agora. Agora, não sei mais. Agora, estou confuso porque obviamente você viu que o cara tem velocidade, tem mãos, é talentoso. O chute giratório foi um nocaute espetacular, além disso, você pode dizer que ele lutou contra um cara que tem um grande queixo, porque ele deu alguns golpes e nem mesmo o chute giratório o nocauteou, mas o machucou, o deixou mal”, declarou Dana, antes de completar.

    “A moral de Jonas subiu. Ele está com 9-1 e talvez uma dessas organizações o escolha sobre o qual falamos antes, elas não têm tanto brilho e provavelmente não terão. Ele vai fazer algumas lutas no LFA ou em um desses shows e daremos uma olhada nele novamente. Ele ter acertado aquele chute o colocou em um bom lugar. Ele é um agente livre agora, pode fazer o que quiser e vamos olhar para ele novamente”, concluiu.

    No MMA desde 2011, Jonas Bilharinho disputou 11 lutas, venceu nove, sendo oito pela via rápida, perdeu uma vez e empatou outra. Além do talento que possui, o brasileiro também ganhou fama por simular Conor McGregor nos treinos que fez com José Aldo, quando este ainda era campeão do peso-pena (66 kg) do UFC.

  • ‘Cyborg’ defende Kayla da crítica feita por Dana e contesta nível de competição do UFC

    ‘Cyborg’ defende Kayla da crítica feita por Dana e contesta nível de competição do UFC

    Atenta ao que acontece no MMA, Cris ‘Cyborg’ não deixou o posicionamento de Dana White passar em branco. Nesta quarta-feira (3), o líder do UFC contestou a qualidade de Kayla Harrison, estrela do PFL, e afirmou que, se Amanda Nunes, campeã do peso-galo (61 kg) e do peso-pena (66 kg), atuasse na empresa, mataria as mesmas adversárias pela facilidade que encontra por lá. Sendo assim, a rainha do Bellator opinou a respeito.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), ‘Cyborg’, que não possui uma boa relação com Dana, reprovou a postura do cartola. A curiosidade é que a brasileira, constantemente, discute com Kayla de forma pública e é apontada por parte da imprensa especializada como potencial adversária da bicampeã olímpica de judô, mas, dessa vez, está ao seu lado.

    De acordo com a curitibana, Dana se precipitou ao questionar o nível de competição do PFL, sendo que o do próprio UFC é duvidoso. Como atuou por lá e foi campeã, ‘Cyborg’ ressaltou que a companhia também apresenta suas falhas. Tanto que questionou o fato de Julianna Peña receber a chance de disputar o título do peso-galo contra Amanda, sem ter feito tanto para alcançar tal posição.

    Estou confusa. A próxima adversária de Amanda é 2-2 nas suas últimas quatro lutas e está com uma sequência de uma vitória. Suas duas últimas oponentes nem estão mais na organização. Se ela é a melhor lutadora da história, por que o UFC não está fazendo grandes lutas para os fãs?”, escreveu a lenda do MMA em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Cris ‘Cyborg’, de 36 anos, é uma das lutadoras mais condecoradas do esporte e, consequentemente, é considerada por parte da comunidade do MMA uma das melhores da história. A brasileira estreou na modalidade em 2005 e foi campeã no Bellator, Invicta FC, Strikeforce e UFC. Os triunfos de maior destaque da curitibana foram diante de Gina Carano, Holly Holm, Julia Budd e Marloes Coenen (duas vezes).

  • Brasileiro aplica nocaute inédito no ‘Contender’, mas não leva contrato do UFC; veja

    Brasileiro aplica nocaute inédito no ‘Contender’, mas não leva contrato do UFC; veja

    O décimo e último episódio da temporada 2021 do ‘Contender Series’, realizado na terça-feira (2), terminou sem que mais um atleta brasileiro fosse contratado e adicionado ao plantel de lutadores do UFC. Apesar dos dois representantes tupiniquins terem saído vitoriosos de seus confrontos, Dana White – presidente da liga e responsável por comandar o reality show que busca novos talentos para o Ultimate – optou por uma abordagem mais comedida em relação ao que se viu na atual edição do programa na hora de distribuir os contratos.

    Com isso, mesmo após boas apresentações, o peso-pena (66 kg) Jonas Bilharinho e o peso-mosca (57 kg) Erisson Silva – que superaram, respectivamente, Canaan Kawaihae e Qiu Lun – viram o sonho de integrar o plantel de atletas do UFC ser frustrado, ao menos neste momento. Os dois contratados pelo dirigente após o encerramento do último episódio da temporada do ‘Contender Series’ foram o meio-médio (77 kg) Yohan Lainesse, protagonista de um nocaute brutal sobre Justin Burlinson, e o peso-leve (70 kg) chinês Maheshate, que superou Achilles Estremadura por pontos.

    A não seleção de Bilharinho, especialmente, foi, até certo ponto, surpreendente, tendo em vista a forma como o brasileiro encerrou seu combate contra Kawaihae. De volta à ação após um hiato de dois anos, o atleta da ‘Team Nogueira’ acertou um belíssimo chute rodado no queixo do adversário, levando-o à lona próximo do final da peleja, obrigando o árbitro Herb Dean a encerrar a luta (veja abaixo ou clique aqui).

    O peso-pena entrou para a história do programa como o primeiro atleta a conseguir uma vitória por nocaute utilizando-se do chute rodado, mas, mesmo assim, não conseguiu convencer Dana White a lhe entregar um dos contratos para fazer parte do UFC. Já o paraibano Erisson Silva travou uma intensa batalha contra o chinês Qiu Lun e conseguiu ampliar sua sequência de vitórias na carreira, mas também deixou o programa sem garantir sua entrada no principal evento de MMA do mundo.

    Apesar da frustração do último episódio, a temporada 2021 do ‘Contender Series’ chega ao final com um saldo positivo para o esquadrão brasileiro. Nos dez eventos promovidos neste ano, Dana White selecionou 39 novos lutadores para integrar o plantel do Ultimate, seis deles nascidos no Brasil: Joanderson ‘Tubarão’, Saimon Oliveira, Jailton ‘Malhadinho’, Kleydson Rodrigues, Caio Borralho e Karine Silva.

  • Dana minimiza feitos de Kayla Harrison e critica nível de rivais da ex-judoca no PFL

    Dana minimiza feitos de Kayla Harrison e critica nível de rivais da ex-judoca no PFL

    Ao que parece, Dana White escolheu um novo alvo para implicar. Após Kayla Harrison vencer, novamente, o GP do peso-leve (70 kg) do PFL, no evento realizado na última quarta-feira (27), na Flórida (EUA), parte dos fãs reconheceu que a americana se consolidou como uma das melhores lutadoras de MMA e também como ameaça aos grandes nomes do esporte. Contudo, o líder do UFC possui outra percepção.

    Em entrevista ao site ‘Yahoo Sports!’, Dana minimizou as conquistas da bicampeã olímpica de judô no MMA por conta da falta de competitividade que a mesma encontra no PFL. Apesar de ser uma atleta dominante na organização, o cartola já adiantou que se Kayla decidir assinar com outra companhia, a tendência é que encontre dificuldades, uma vez que costuma encarar oponentes de nível questionável.

    Para justificar seu posicionamento, o líder do UFC afirmou que se Amanda Nunes, campeã do peso-galo (61 kg) e do peso-pena (66 kg), fizesse uma aparição no PFL, faria um estrago nunca antes visto no MMA pela facilidade que iria encontrar diante das atletas que representam a organização rival. Vale lembrar que parte dos fãs expressa o interesse de assistir Kayla enfrentando a ‘Leoa’ ou Cris ‘Cyborg’, número um do Bellator, mas, de acordo com Dana, é melhor a americana renovar o contrato com a atual empresa para não se expor.

    “Kayla ainda não lutou com ninguém. Ela não lutou com ninguém. Deixa eu colocar Amanda Nunes com as garotas com quem ela lutou, que podemos ter a primeira morte no MMA, ok? Eu gosto dela, não tenho nada contra ela, mas vamos lá, vamos ser honestos”, decretou Dana.

    Fora do UFC, Kayla Harrison, de 31 anos, é apontada por parte da comunidade do MMA como uma força a ser reconhecida. No esporte, a americana, oriunda do judô, disputou 12 combates, venceu todos, sendo dez pela via rápida. Além de ser bicampeã olímpica, a atleta também conquistou o GP do peso-leve (70 kg) do PFL na temporada 2019 e 2021.

  • Bisping destaca que Chimaev incomodou Usman e cita Vicente Luque como oponente ideal

    Bisping destaca que Chimaev incomodou Usman e cita Vicente Luque como oponente ideal

    Khamzat Chimaev confirmou a expectativa de parte da comunidade do MMA em relação ao seu nível de habilidade ao impressionar em seu retorno ao UFC. Na edição de número 267, realizada no último sábado (30), em Abu Dhabi (EAU), o sueco finalizou Li Jingliang com facilidade no primeiro round, conquistou um dos bônus de ‘performance da noite’ e passou a ocupar uma vaga no top-15 dos meio-médios (77 kg) da companhia. Empolgado com a atuação de ‘Borz’ no octógono, Michael Bisping enalteceu a promessa do esporte.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, o ex-campeão do UFC e atual comentarista classificou Chimaev como um talento especial e destacou que suas atuações na organização são tão impactantes que o tornaram visível para Kamaru Usman, campeão dos meio-médios. De acordo com Bisping, o nigeriano e o sueco são lutadores diferentes dos demais tops da categoria, sendo assim, deu a entender que ‘Borz’ representa a maior ameaça ao reinado do dono do cinturão e que ‘The Nigerian Nightmare’ é um dos poucos atletas capazes de tirar a invencibilidade da promessa do MMA e impedir sua ascensão na companhia.

    “Chimaev, para qualquer dúvida que as pessoas tivessem, provou ser de verdade. Se você é um meio-médio, tome cuidado. Se você é Usman, que é o campeão e número um peso-por-peso, está prestando atenção. Ele viu a luta no sábado e sabe que pode ter um problema em mãos, que pode ter um candidato, alguém que vai dar uma luta de verdade. É claro que ele tem que vencer Covington e acho que provavelmente vai”, declarou o ex-campeão do UFC, antes de completar.

    “O que quero dizer é que todos estão olhando para Chimaev. O cara é irreal, é uma aberração no bom sentido. Ter confiança para avançar, agarrar Jingliang e jogá-lo no chão. É isso que ele faz em todas as lutas. Quatro lutas, quatro finalizações, quatro lutas rápidas, acertado apenas uma vez. Ele vai lutar pelo cinturão em breve. Acho que ele precisa de mais uma. Isso seria uma sequência de cinco vitórias e então lutará pelo cinturão”, frisou o ex-lutador.

    Após finalizar Jingliang no UFC 267, Chimaev, sem perder tempo, expressou o interesse em voltar a atuar o quanto antes e citou Nate Diaz como seu principal alvo. Inclusive, na última terça-feira (2), Dana White informou que a organização já estuda a possibilidade de realizar a luta entre o sueco e o irmão mais novo de Nick.

    Contudo, Bisping mencionou que o duelo a ser feito nos meio-médios do UFC é ‘Borz’ contra Vicente Luque. A curiosidade é que ‘The Silent Assassin’ havia desafiado o americano e o mesmo concordou com o encontro, porém a companhia não confirmou o confronto. Como o atleta não possui adversário e é dono da quarta posição no ranking da categoria, o comentarista cravou que Chimaev já está pronto para tal desafio, ou seja, ser testado com os melhores lutadores.

    “Luque está livre. Ele precisa de uma luta agora, está em uma ótima sequência de vitórias também. Luque pode lutar em qualquer lugar. Ele é completo, bom no jiu-jitsu, ótimo na trocação também, treina com um bando de matadores na ‘Sanford MMA’ com Henri Hooft. Para mim, é uma combinação ótima e lógica. Para Luque, é a oportunidade de eliminar alguém que tem todo hype e isso solidificaria a luta pelo título para Luque. Para Chimaev, se ele conseguir vencer, lutará pelo cinturão”, concluiu.

  • Campeão dos penas, Volkanovski critica comentaristas do UFC: “Tendenciosos”

    Campeão dos penas, Volkanovski critica comentaristas do UFC: “Tendenciosos”

    Por mais que seja campeão do peso-pena (66 kg) do UFC, Alexander Volkanovski ainda não caiu no gosto de parte da comunidade do MMA. Tanto que uma parcela dos fãs contesta a qualidade do lutador e até torce para os adversários. Contudo, o australiano ignora tal fato e segue em sua rotina vitoriosa. Mas, quando o assunto é o comportamento de membros da imprensa especializada e até da arbitragem, ‘The Great’ muda o tom.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Volkanovski reclamou da postura de parte dos comentaristas do UFC que analisa suas lutas. De acordo com o campeão do peso-pena da companhia, tais profissionais não exercem a função de forma imparcial. Assim como o australiano expressou sua insatisfação, Justin Gaethje e Marvin Vettori criticaram Daniel Cormier e Paul Felder, respectivamente, pelo mesmo motivo. Para ilustrar seu posicionamento, ‘The Great’ citou como exemplo os combates que travou com Brian Ortega e Max Holloway.

    Na segunda luta contra ‘Blessed’, Volkanovski mencionou que Jon Anik e Michael Bisping focaram no adversário e sinalizou que ambos torceram para o mesmo. O campeão do peso-pena reconheceu que, de fato, o duelo foi equilibrado, porém discordou de quem aponta vitória de Holloway, pois, em seu entendimento, levou a melhor nos três últimos rounds. Vale lembrar que parte da imprensa questiona Dana White com certa frequência sobre a possibilidade da realização da trilogia envolvendo os rivais, mesmo com dois triunfos para ‘The Great’.

    “Eu e minha equipe estávamos assistindo minha segunda luta com Holloway e notamos algo tendencioso. Até mesmo na luta com Ortega houve comentários tendenciosos. É difícil assistir aquela segunda luta contra Holloway pelo quão ruins eram os comentários. Preciso dizer algo para esses caras, porque isso é muito ruim. Nós apenas assistimos, rimos e pensei se eles estavam falando sério. Foi incrível. Não que não tenha sido perto. Obviamente, foi perto, mas esses caras não ajudam nem um pouco a minha situação. Foi muito constrangedor da parte deles”, criticou o campeão do UFC.

    Contra Ortega, Volkanovski foi além e, além dos comentários tendenciosos, apontou que o árbitro Herb Dean fez tudo que podia para manter seu oponente na luta. Atento ao que acontecia no corner oposto, ‘The Great’ lembrou que ‘T-City’ estava em condições precárias para retornar ao combate e confessou que ficou surpreso pelo fato do profissional não encerrar o duelo, o declarando como vencedor por nocaute técnico ou interrupção médica. Mesmo com tanta oposição dentro e fora do octógono, o campeão segue superando as adversidades e prolonga seu reinado no peso-pena do UFC.

    “Eles meio que tentaram fazer isso de novo com Ortega. É como se fosse americanos contra australianos. Se eles não gostaram e estão contra mim, porque querem o cinturão na América, não sei o que é. Sinto que havia algo tendencioso, quando você convence médicos e árbitros a fazer tudo para favorecer o adversário. Não é justo, Ortega estava acabado. Ele não conseguia se levantar. Ele achou que a luta tinha acabado, que o juiz encerrou. Ele estava deitado, porque foi derrotado”, avaliou Volkanovski, antes de completar.

    “Você não tem permissão para ser levantado do banquinho ou ser carregado para lá, o que já mostrava que foi um nocaute técnico. O fato dele estar cambaleando e respondendo às perguntas de forma errada, obviamente deveria ter sido nocaute técnico. Mesmo Herb Dean dizendo que Ortega não estava tão mal, que estava apenas cansado. Ele tornou público que achava que Ortega estava cansado e, praticamente, admitiu que queria dar a ele um minuto de descanso, o que é algo tendencioso, é muito claro. Não quero insinuar nada, mas parece que há certas pessoas no sistema contra mim. Isso não vai me impedir”, concluiu.

  • Campeão interino, Petr Yan minimiza qualidade de Sterling e o acusa de fugir: “Coração de galinha”

    Campeão interino, Petr Yan minimiza qualidade de Sterling e o acusa de fugir: “Coração de galinha”

    Petr Yan impressionou no UFC 267 e se aproximou do seu tão sonhado acerto de contas com Aljamain Sterling. No evento realizado no último sábado (30), em Abu Dhabi (EAU), o russo venceu Cory Sandhagen na decisão unânime dos juízes, conquistou o bônus de ‘luta da noite’ e o cinturão interino do peso-galo (61 kg). Como a revanche com o rival e campeão linear da categoria se tornou iminente, o atleta partiu para o ataque.

    Ao participar do programa ‘The MMA Hour’, Yan não só minimizou a qualidade de Sterling, como também questionou se, de fato, o mesmo merece ser chamado de lutador e ainda o acusou de fugir do combate por estar com medo de enfrentá-lo novamente. A rivalidade entre os atletas se iniciou em março, de forma polêmica, e, desde então, a animosidade só aumentou. Na ocasião, o russo era campeão do peso-galo, mas, como aplicou uma joelhada ilegal no quarto round, foi desqualificado, e, automaticamente, viu o cinturão ir para as mãos do americano, seu maior rival no esporte.

    Como o resultado não foi bem aceito por parte dos fãs e demais atletas, o UFC marcou a revanche entre os desafetos para a edição de número 267, mas Sterling informou que não se recuperou totalmente da cirurgia no pescoço e saiu de cena. Confiante de que é o melhor lutador do peso-galo, Yan optou por permanecer no show para justificar seu posicionamento, aceitou encarar Sandhagen valendo o cinturão interino da categoria e venceu. Agora, o russo voltou sua atenção para o inimigo e não o perdoou por adiar o acerto de contas. De acordo com o ex-campeão, o americano agiu desta forma para prolongar seu reinado, pois sabe que será destronado. Disposto a liderar a divisão pela segunda vez, Yan prometeu punir Sterling no octógono.

    “Eu vivo dentro da cabeça dele. O homem que fugiu uma vez, sempre fugirá de novo. Ele tem um coração de galinha, muito pequeno. Eu sei que esse cinturão é chamado de interino, mas na verdade ele tem todas as funções do cinturão linear também”, declarou o russo, antes de completar.

    “Quando eu tiver a chance, a oportunidade de derrotar Sterling novamente, farei isso de forma mais dominante para não deixar dúvidas de quem é o verdadeiro campeão. Entendo que agora é uma luta maior e as pessoas esperam ver novamente, embora acredite que já venci uma vez. Assim que assinar o contrato, estarei 100% focado em lutar com ele de novo. Vou machucá-lo muito desta vez. Não me importo com quem é o próximo. Tenho o cinturão, pontos de pay-per-view, podem me dar qualquer um”, concluiu.

    Apesar da polêmica com Aljamain Sterling, Petr Yan, de 28 anos, protagonizou uma ascensão meteórica no UFC. O russo estreou na organização em 2018, venceu as sete primeiras lutas que disputou e conquistou o lugar mais alto do peso-galo dois anos depois. Na ocasião, o atleta nocauteou José Aldo, no quinto round, em duelo realizado em Abu Dhabi (EAU). Contudo, na sequência, o profissional colocou tudo a perder ao aplicar um golpe ilegal no rival, sua único revés na empresa. Agora, o lutador está de volta ao caminho vitorioso e próximo de enfrentar o desafeto pela segunda vez no octógono. Seu cartel é composto por 16 triunfos e duas derrotas.