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  • Lyoto Machida é nocauteado no Bellator e perde a quarta seguida

    Lyoto Machida é nocauteado no Bellator e perde a quarta seguida

    A fase de Lyoto Machida não é das melhores. Nesta sexta-feira (13), o atleta encarou o inglês Fabian Edwards, na cidade de Londres, e acabou nocauteado no primeiro assalto do Bellator 281. Desta forma, o brasileiro anotou sua quarta derrota seguida, a pior sequência de sua carreira.

    Com a sua tradicional base de carateca, Lyoto mediu a distância e buscou ataques de encontro. No entanto, a velocidade de Edwards fez a diferença e, após um clinche, o atleta dono da casa conectou uma forte cotovelada que balançou o adversário.

    Na sequência, Lyoto tentou se afastar, mas foi recebido com um cruzado e caiu. Por cima, o inglês bateu até que o árbitro interrompesse a disputa, com o brasileiro desmaiado no cage. Aos 43 anos, Machida, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, agora soma um cartel de 26 vitórias e 12 derrotas no MMA profissional.

  • Volkanovski esbanja confiança ao classificar busca por título dos leves como ‘fácil’

    Volkanovski esbanja confiança ao classificar busca por título dos leves como ‘fácil’

    Como é apontado por parte dos fãs como um dos melhores lutadores da história do peso-pena (66 kg), Alexander Volkanovski já possui um novo objetivo em mente. O campeão da categoria vai lutar contra Max Holloway pela terceira vez no UFC 276, evento que acontece em julho, em Las Vegas (EUA), porém avisa que sua principal meta no esporte é conquistar o segundo título da companhia em uma divisão diferente.

    De acordo com Volkanovski, se ainda existe discussão se ele é o melhor peso-pena da história do esporte, tal dúvida não vai existir mais, caso vença Holloway pela terceira vez. Confiante por vencer suas 11 lutas no UFC, ‘The Great’ informa que está na hora de ampliar seu legado na modalidade. Sendo assim, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o australiano não só dá como certa sua mudança para o peso-leve (70 kg) no futuro, como também a conquista do título da categoria.

    Inclusive, o atleta ignora uma possível desvantagem de tamanho que pode encontrar ao subir de divisão, uma vez que possui lutas nos meio-médios (77 kg) antes de integrar o UFC. Absoluto no peso-pena e segundo colocado no ranking peso-por-peso, Volkanovski manda um recado aos principais nomes do peso-leve. Invicto na companhia, ‘The Great’ frisa que não está impressionado com o que Charles Oliveira, Dustin Poirier, Justin Gaethje, Islam Makhachev, Michael Chandler, Conor McGregor, entre outros têm a lhe oferecer no octógono.

    “Estou subindo em breve. Todos vão querer isso, vai me colocar em uma posição muito melhor. Preciso esperar por alguém ou seja lá o que for, porque ainda preciso que essa divisão se resolva. Estarei olhando para essa divisão. Se nada acontecer na minha divisão, vou ficar de olhos abertos. Estou olhando para eles e vejo grandes oportunidades na luta. Não vejo isso como um grande desafio. Quero buscar o status de campeão duplo. Acredite em mim, não vai ser tão difícil quanto algumas pessoas pensam que vai ser”, declarou o campeão do UFC.

    Alexander Volkanovski, de 33 anos, é dono de uma trajetória impressionante no UFC. ‘The Great’ estreou pela organização em 2016, se tornou campeão do peso-pena três anos depois e defendeu o título da categoria em três oportunidades. No topo da divisão, o australiano possui triunfos expressivos sobre Brian Ortega, Chad Mendes, José Aldo, Max Holloway (duas vezes) e ‘Zumbi Coreano’.

  • ‘Esquadrão Brasileiro’ passa fácil pela balança e confirma presença no UFC Vegas 54

    ‘Esquadrão Brasileiro’ passa fácil pela balança e confirma presença no UFC Vegas 54

    Ao contrário do que aconteceu no UFC 274, a pesagem da edição ‘Vegas 54’, desta sexta-feira (13), andou com velocidade e os principais nomes do show não tiveram problemas com a balança. Os primeiros atletas que apareceram na cerimônia oficial foram logo Aleksandar Rakic e Jan Blachowicz, astros da luta principal do evento, que cravaram 93,2 kg e 93 kg, respectivamente. Além deles, todos os brasileiros bateram o peso.

    O primeiro representante do Brasil a aparecer na área de pesagem foi Amanda Ribas. A peso-palha (52 kg), que dessa vez vai se aventurar novamente no peso-mosca (57 kg), anotou 56,9 kg e só esperou Katlyn Chookagian para confirmar a luta. Inclusive, a americana ficou com o mesmo peso da promessa do MMA.

    Na sequência, Allan ‘Puro Osso’ também se apresentou. O atleta da Chute Boxe/Diego Lima, que busca sua primeira vitória na organização, bateu 56,9 kg, mesmo peso de Jake Hadley, seu oponente que vai estrear na companhia.

    Logo depois, Virna Jandiroba também bateu o peso. A peso-mosca, que encara a veterana Angela Hill, anotou 52,1 kg. Já a americana ficou um pouco mais pesada e marcou com 52,3 kg na balança.

    O penúltimo brasileiro a entrar na cerimônia foi Alan ‘Nuguette’, que está pressionado no UFC, pois não vence uma luta desde 2018. O lutador bateu 70,7 kg. Após cumprir sua obrigação, o atleta se ajoelhou e mandou o bordão ‘Receba’, que ficou famoso pelo ‘Luva de Pedreiro’. Michael Johnson, rival do brasileiro, anotou 70,3 kg.

    O ‘Esquadrão Brasileiro’ do show foi finalizado com a aparição de Viviane Araújo. A atleta, que busca recuperação após ser derrotada por Katlyn Chookagian, cravou 56,6 kg, mesma medida de Andrea Lee, sua oponente.

    Confira todos os pesos do show:

    Jan Blachowicz (93,2 kg) x Aleksandar Rakic (93 kg)
    Ryan Spann (93,4 kg) x Ion Cutelaba (93 kg)
    Davey Grant (61,4 kg) x Louis Smolka (61,6 kg)
    Katlyn Chookagian (56,9 kg) x Amanda Ribas (56,9 kg)
    Frank Camacho (70,3 kg) x Manuel Torres (70,5 kg)
    Jake Hadley (56,9 kg) x Allan ‘Puro Osso’ (56,9 kg)
    Viviane Araújo (56,6 kg) x Andrea Lee (56,6 kg)
    Michael Johnson (70,3 kg) x Alan ‘Nuguette‘ (70,7 kg)
    Virna Jandiroba (52,1 kg) x Angela Hill (52,3 kg)
    Tatsuro Taira (56,7 kg) x Carlos Candelario (56,9 kg)
    Andre Petroski (83,9 kg) x Nick Maximov (83,6 kg)

  • Makhachev acusa ‘Do Bronx’ de estar com medo e mostra interesse em luta no Brasil

    Makhachev acusa ‘Do Bronx’ de estar com medo e mostra interesse em luta no Brasil

    Islam Makhachev é rival declarado de Rafael dos Anjos, mas tudo indica que seu foco no momento não é o desafeto e sim Charles Oliveira. O russo, que já tinha provocado ‘Do Bronx’ após sua vitória sobre Justin Gaethje, no último sábado (7), no Arizona (EUA), voltou a atacar o atleta em sua busca para alcançar o trono do peso-leve (70 kg) do UFC.

    Em seu ataque, Makhachev criticou Charles por expressar interesse em lutas contra Conor McGregor e até Nate Diaz e ignorar seu nome como potencial adversário. De acordo com o russo, a postura adotada por ‘Do Bronx’ é de um atleta que está com medo. Dessa vez, o amigo de Khabib Nurmagomedov utilizou suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui e aqui) para lembrar que começou a desafiar o brasileiro antes mesmo dele alcançar a elite do peso-leve do UFC. Destemido, o lutador, novamente, manifestou a vontade de enfrentar o paulista em possível duelo válido pelo cinturão vago da categoria e até topou atuar no Brasil para colocar as mãos em seu alvo. No entanto, Islam questionou a coragem do rival.

    “Continuo desafiando Charles desde 2019, mas todos estão com medo até de pronunciar meu nome. Nós podemos lutar no meio da Paraíba. Só garanta que seu menino Charles apareça”, escreveu o russo em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Após o UFC 274, Islam Makhachev desafiou Charles Oliveira para uma luta em Abu Dhabi (EAU). Agora, o russo se mostra aberto para enfrentar ‘Do Bronx’ no Brasil e garante estar preparado para atuar em território hostil. Atualmente, o atleta se encontra na quarta posição no ranking do peso-leve e está embalado com dez vitórias seguidas.

  • Evento de boxe com Anderson é adiado por morte de presidente dos Emirados Árabes

    Evento de boxe com Anderson é adiado por morte de presidente dos Emirados Árabes

    O evento de boxe Global Titans Fighting, que aconteceria em Dubai (EAU), neste sábado (14) e que contaria com as presenças de Anderson Silva e Floyd Mayweather como atrações principais, foi adiado. O motivo foi a morte do sheik Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente do país, nesta sexta-feira (13), em informação divulgada pela agência de notícias ‘WAW’. Ainda não existe previsão sobre uma nova data para o show.

    Ainda não existe informações sobre a causa da morte do presidente dos Emirados Árabes. Por causa dessa fatalidade, o governo decretou “luto oficial e as bandeiras a meio-mastro” por um período de 40 dias e, dessa maneira, impossibilitou a realização do evento de boxe.

    A luta principal do evento seria um confronto entre a lenda da nobre arte, Floyd Mayweather, e Don Moore. Além deste duelo, a outra estrela do show seria Anderson Silva, que mediria forças com o compatriota Bruno ‘Caveira’, também em embate de boxe. Essa seria a terceira aparição de ‘Spider’ dentro de um ringue, sendo que nas outras duas ocasiões, saiu vencedor diante de Julio Cezar Chavez Jr e Tito Ortiz.

  • Luke Rockhold promete dar tolerância em peso de ‘Borrachinha’, mas faz ameaça

    Luke Rockhold promete dar tolerância em peso de ‘Borrachinha’, mas faz ameaça

    Após cerca de três anos afastado do octógono, Luke Rockhold vai retornar ao Ultimate no dia 30 de julho, no UFC 277, que ainda não tem local confirmado oficialmente. O adversário do americano será Paulo ‘Borrachinha’, que acumula duas derrotas seguidas e precisa de recuperação na companhia. E o ex-campeão do peso-médio (84 kg) da organização tratou logo de mandar um recado para o oponente.

    Em sua última performance, ‘Borrachinha’ foi o centro de uma polêmica, quando ficou com o peso bem acima do limite dos médios e seu duelo contra Marvin Vettori acabou realizado nos meio-pesados (93 kg). Mas dessa vez, Rockhold não vai tolerar essa falha. Em entrevista à ‘ESPN’ americana, o competidor até admitiu dar uma tolerância na medida do rival, mas sem extrapolar e, por isso, alertou o UFC.

    “Eu gosto de Paulo, gosto dessa luta, gosto desse peso. Eu quero lutar com ele no peso-médio. Vou lhe dar uma tolerância de cinco libras (cerca de 2,2 kg). Se ele não pode fazer 86 kg, f***-se e vamos seguir em frente. É melhor que tenha um lutador reserva ou algo pronto, porque foi o que eu disse ao UFC. Não estou aqui para jogar. Eu quero ir lá e quero provar que estou pronto para fazer essa coisa na p**** dos médios. Nem no peso-pesado, nem no meio-pesado”, afirmou o lutador de 37 anos.

    Em sua última atuação no Ultimate, Rockhold atuou nos meio-pesados e foi nocauteado por Jan Blachowicz. No entanto, agora o atleta reforçou seu foco na divisão onde foi campeão e justificou pelo fato de projetar mais uma disputa de título.

    “Quero mostrar que posso ser desafiante pelo cinturão. Essa é a única razão pela qual estou aqui. Só estou voltando porque quero lutar contra Israel (Adesanya), porque quero lutar pelo título. Eu quero fazer uma corrida e sei que posso”, finalizou.

  • Rakic ignora Glover e projeta longo reinado como campeão dos meio-pesados do UFC

    Rakic ignora Glover e projeta longo reinado como campeão dos meio-pesados do UFC

    Sem atuar desde março de 2021, Aleksandar Rakic retorna ao octógono neste sábado (14), na luta principal do UFC Vegas 54. No show, o austríaco mede forças com Jan Blachowicz, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg), mas já projeta seu futuro na companhia. Empolgado com o que está por vir em sua carreira, ‘Rocket’, de 30 anos, também minimiza a presença de Glover Teixeira, detentor do cinturão da categoria.

    No ‘media day’ do evento, realizado na última quarta-feira (11), Rakic indica que é apenas uma questão de tempo para se tornar campeão dos meio-pesados do UFC e, uma vez nesta posição, assegura que vai dominar a categoria. Vale lembrar que, no passado, Jon Jones era o rei da divisão, mas, depois que abdicou do título para se aventurar no peso-pesado, Blachowicz assumiu seu lugar e defendeu o cinturão uma vez. Agora, é Glover quem se encontra no topo, mas, de acordo com europeu, não por muito tempo. Com fome de luta, o atleta promete passar pelo polonês e pelo vencedor do combate entre o brasileiro e Jiri Prochazka para iniciar sua era.

    “Essa é a maior luta da minha vida, lutando contra um ex-campeão. Estou esperando a melhor versão dele. Especialmente, depois de sua última apresentação, porque não foi boa. Ele perdeu o cinturão e virá para o octógono motivado, focado, querendo o cinturão de volta. Mas há um problema e esse sou eu. Vencendo no sábado, sou o desafiante número um, não há dúvidas de que vou lutar pelo título a seguir. Absolutamente, para mim, na minha posição, parece que é uma luta de eliminação pelo título. Para ele, realmente não sei. Mas vejo isso como uma luta de eliminação. Vou derrubá-lo e depois vou lutar pelo título. Vou ficar no topo por um tempo, vou ser campeão por um tempo”, declarou o austríaco.

    Aleksandar Rakic, de 30 anos, é um dos principais representantes da nova geração de meio-pesados no UFC. O austríaco estreou pela organização em 2017, disputou sete lutas nela, venceu seis e perdeu uma vez. Atualmente, ‘Rocket’ se encontra na terceira posição no ranking da categoria. Os principais triunfos do atletano MMA foram sobre Anthony Smith, Jimi Manuwa e Thiago ‘Marreta’.

  • Usman cita nocautes no UFC para justificar chance de vencer ‘Canelo’ no boxe

    Usman cita nocautes no UFC para justificar chance de vencer ‘Canelo’ no boxe

    Campeão dominante dos meio-médios (77 kg) do UFC, Kamaru Usman busca novos desafios para seguir motivado nos esportes de combate. Sendo assim, o nigeriano constantemente desafia Saúl Álvarez para uma luta de boxe na temporada 2022. Mas mesmo o atleta sendo absoluto no MMA, parte dos fãs questiona sua capacidade de enfrentar ‘Canelo’ de igual para igual nos ringues. Ciente das críticas quanto a sua postura, o lutador se justifica.

    Ao participar do programa ‘The Pat McAfee Show’, Usman garante que possui qualidade suficiente para dar um desafio de verdade a ‘Canelo’ no boxe e contesta sua coragem. De acordo com o campeão dos meio-médios, as vitórias por nocaute no UFC provam sua evolução com as mãos. Vale destacar que ‘The Nigerian Nightmare’ defendeu seu reinado com nocautes sobre Colby Covington, Gilbert Burns e Jorge Masvidal e mostrou ter orgulho de tais feitos, principalmente, do último, quando apagou o rival por completo na revanche. Empolgado com a possibilidade de se testar na nobre arte, o nigeriano provoca seu principal alvo por ignorar um grande combate em sua própria modalidade.

    “Você pensaria que eu treino como socar o rosto das pessoas. Eu trabalho todos os dias, seja boxe ou kickboxing. Com esse tempo, estou confiante em minhas habilidades. Depois que lidei com ‘Durinho’, chamei Masvdal e disse, ‘Masvidal, você é o próximo. Vou te dar outra chance, um camp completo e vou bater na sua cabeça desta vez’. Todos disseram, ‘Masvidal é o melhor boxeador do MMA’. Eu o mandei para o reino das sombras. Acho que ele ainda está lá. Sou corajoso o suficiente para entrar em sua arena para fazer isso. Você pode dizer a mesma coisa? Nenhum desses boxeadores está disposto a menos que você seja Toney, quando lutou contra Couture. Esses caras não estão dispostos a fazer isso. Sou corajoso o suficiente para dizer, ‘Fo**-se, vou lá e vou te dar o inferno enquanto puder fazer isso’”, declarou o campeão do UFC.

    De acordo com Usman, a possível luta contra ‘Canelo’ é totalmente diferente do encontro entre Conor McGregor e Floyd Mayweather, realizado em 2017. Na ocasião, os astros dos esportes de combate deram um show de ‘trash talk’ e tornaram o confronto um dos mais assistidos e valiosos da história. Dessa forma, o campeão dos meio-médios do UFC admite que não tem a capacidade de ‘Notorious’ de elevar o hipotético duelo com o mexicano na base das palavras, mas reforça que tem como fazer isso nos ringue, dando ao oponente um embate competitivo. Tanto que o nigeriano se classifica como um lutador que cumpre suas promessas, algo que, segundo o mesmo, está em falta tanto no MMA, quanto no boxe.

    “Quando você tem o melhor boxeador peso-por-peso do planeta, no momento que ele vai ficar lá, ele vai atacar, ele vai lutar. Ele está vindo para te machucar. Então, você tem o melhor lutador peso-por-peso no planeta na mesma classe de peso que pode realmente lutar e ambos estão no auge? Você nunca teve isso. Não sou um grande falador para sair por aí e falar um monte de besteira. Vou dizer o que vou fazer. Vou te dizer o que sou capaz de fazer. Eu 100% mantenho isso e você pode olhar para todos os caras com quem falei sobre fazer certas coisas. Eu definitivamente fiz isso”, concluiu.

  • Recuperado, Anthony Johnson projeta retorno ao MMA com “versão mais perigosa”

    Recuperado, Anthony Johnson projeta retorno ao MMA com “versão mais perigosa”

    Após ficar de fora das semifinais do GP dos meio-pesados (93 kg) do Bellator, quando enfrentaria o russo Vadim Nemkov, por um problema de saúde não divulgado, Anthony Johnson deu uma notícia animadora para seus fãs na última quinta-feira (12). O ex-lutador do UFC confirmou que está próximo de fazer seu retorno às competições profissionais.

    Através das suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), ‘Rumble’ sugeriu que está recuperado do mal que o afastou dos cages e prometeu que, quando atuar novamente, vai apresentar uma versão ainda mais assustadora. Entretanto, Johnson pregou uma cautela sobre a data de volta, mas indicou que pretende lutar ainda este ano.

    “Primeiro dia de volta. Se você conhecesse o caminho em que estou, entenderia que este é um grande passo. Quando eu voltar, você verá uma versão diferente e mais perigosa do que já viu.  Nada a anunciar ainda, mas espero que antes do fim do ano eu receba a luz verde”, escreveu o americano, que se apresentou pela última vez em maio de 2021, quando derrotou o brasileiro ‘Gugu’ Azevedo por nocaute no segundo round.

    No MMA profissional desde 2006, Anthony Johnson, de 36 anos, disputou 29 combates em sua carreira, venceu 23, sendo 17 por nocaute, e perdeu seis vezes. Pelo UFC, sua antiga casa, ‘Rumble’, como o atleta é conhecido, lutou duas vezes pelo cinturão do peso-meio-pesado e perdeu ambas para Daniel Cormier e por finalização.

  • Carla Esparza ignora críticas por luta monótona e celebra legado conquistado no UFC

    Carla Esparza ignora críticas por luta monótona e celebra legado conquistado no UFC

    Após sete anos de espera, Carla Esparza voltou ao lugar mais alto da categoria dos pesos-palhas (52 kg) do  Ultimate. No último sábado (7), a americana derrotou Rose Namajunas por decisão dividida dos jurados, na co-luta principal do UFC 274, evento realizado no Arizona (EUA), e recuperou o cinturão que já tinha sido seu. Por isso, a lutadora festejou este triunfo ainda mais.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, a lutadora ignorou as críticas recebidas por estrelas do mundo das lutas, que chamaram o duelo diante de Namajunas de monótono, e destacou o fato de ter retomado o posto de campeã da categoria após longos anos de batalha.

    “É incrível. Eu não posso nem acreditar que é real. Tem sido um sonho tão grande, e parecia tão distante há alguns anos. Estou tão feliz por ser campeã agora. Isso solidifica meu legado. Trabalhei muito para recuperar esse título. Estou orgulhosa de mim”, disse.

    Embora tenha frisado o quanto teve que brigar para chegar ao lugar mais alto do peso-palha novamente, Esparza admitiu que chegou a duvidar que conseguiria tal feito e revelou que foi obrigada a fazer alguma adaptações em seu jogo.

    “Ao longo dos anos, eu, sem dúvida, tive momentos de dúvida em mim mesmo. Então você realmente tem que fazer muitas mudanças para evoluir e voltar melhor. Senti que trabalhei muito duro para fazer isso, e foi isso que me colocou aqui agora”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2010, Carla Esparza  atravessa seu melhor momento na organização, com seis vitórias seguidas. A americana não sabe o que é uma derrota dentro do octógono desde setembro de 2018, quando foi superada por Tatiana Suarez. Nesta série positiva, a ‘Cookie Monster’, superou nomes como Marina Rodriguez, Xiaonan Yan e Rose Namajunas, todas integrantes do top 5 da divisão peso-palha.