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  • Treinador cita motivação de Aldo por novo título do UFC: “Quer deixar esse legado”

    Treinador cita motivação de Aldo por novo título do UFC: “Quer deixar esse legado”

    Após ter perdido o cinturão do peso-pena (66 kg) e ter atravessado um momento de relativa instabilidade na carreira, muito se discutiu qual seria o futuro de José Aldo no MMA. O próprio lutador cogitou uma transição para o boxe, mas no fim das contas, permaneceu no Ultimate. Entretanto, o ‘Campeão do Povo’ fez uma mudança que pegou muita gente de surpresa: desceu para a categoria peso-galo (61 kg) para ir em busca de um novo título.

    Essa atitude trouxe uma desconfiança, já que Aldo sempre reclamou sobre o processo de corte de peso dos penas. Então, como iria descer ainda mais? Depois de uma dúvida no ar e com duas derrotas seguidas, para Marlon Moraes e Petr Yan, o brasileiro engatou três triunfos seguidos com atuações de gala, que lembraram o início de carreira do manauara.

    Portanto, para ‘Dedé’ Pederneiras, treinador de longa data de Aldo, a experiência fez bem para a carreira do lutador. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o profissional detalhou o motivo da mudança de postura do seu pupilo, que na reta final de sua história no peso-pena, já não demonstrava a motivação de outrora.

    “Ele baixou de categoria por uma motivação de ganhar um novo título. A maturidade fez com que ele relaxasse mais. Hoje em dia ele não depende só da luta para sobreviver. Se ele quiser parar amanhã, não vai ter problema financeiro. Então vocês estão vendo um atleta (que luta) pelo amor, pela conquista e pelo legado dele. Ele não está pensando no dinheiro, quer vencer. Lógico que você tem um pagamento que você merece pelo o que fez, mas hoje se perguntar para o Aldo se ele quer o título ou só o pagamento da bolsa, ele vai falar o título. Ele quer deixar esse legado”, explicou o líder da Nova União.

    José Aldo estreou pelo UFC em 2011, onde fez 19 lutas, venceu 13 e perdeu seis vezes. Desde a sua primeira apresentação na franquia até 2015, o brasileiro reinou absoluto no peso-pena, até ser superado por Conor McGregor. Em 2016, o brasileiro recuperou o título ao vencer Frankie Edgar, mas no ano seguinte o perdeu para Max Holloway. Atualmente, o atleta se encontra no terceiro lugar no ranking do peso-galo e vem de triunfo sobre Rob Font, em dezembro de 2021, por decisão unânime dos jurados.

  • Ex-UFC aconselha Taila a ativar ‘modo Wanderlei Silva’ para vencer Shevchenko

    Ex-UFC aconselha Taila a ativar ‘modo Wanderlei Silva’ para vencer Shevchenko

    No próximo sábado (11), Taila Santos enfrentará o maior desafio de sua carreira até o momento. Pela co-luta principal do UFC 275, em Cingapura, a brasileira tentará destronar a campeã peso-mosca (57 kg) Valentina Shevchenko, considerada por muitos como imbatível na categoria. Mas apesar do status de ‘zebra’, há um caminho para o triunfo da catarinense.

    Pelo menos é o que pensa Kenny Florian, ex-lutador e comentarista do UFC. Em recente episódio do podcast ‘Anik & Florian’, o veterano aconselhou a brasileira a partir para cima da campeã desde o início do combate, deixando de lado a cautela. Na visão do americano, que usou o estilo de luta do lendário Wanderlei Silva como comparação, a agressividade e o senso de urgência podem ser os fatores fundamentais para que Taila deixe o octógono com o cinturão dos moscas.

    “O primeiro round é onde você pode acabar com isso contra Shevchenko. É nessa hora quando ela está tentando esquentar. Ela está tentando entender. Vá para cima dela, bote pressão nela, deixe-a saber que você está lá para lutar e testar o queixo dela desde o começo. É nessa hora que você pode acabar com isso e eu acho que você tem que resolver isso antes do quarto round. Entre lá no estilo Wanderlei Silva, no modo bárbaro, e tente acabar com isso”, aconselhou Kenny Florian.

    Número quatro no ranking peso-mosca do UFC, Taila Santos conquistou o direito de disputar o cinturão da categoria após vencer quatro lutas consecutivas no octógono mais famoso do mundo. Ao todo, a brasileira soma 19 vitórias e apenas uma derrota em sua carreira, sofrida exatamente em sua estreia no principal evento de MMA do planeta, em decisão dividida dos juízes favorável a Mara Romero Borella.

    Já Valentina Shevchenko ostenta uma invencibilidade de quase cinco anos. A última derrota da lutadora do Quirguistão veio em setembro de 2017, para a brasileira Amanda Nunes, quando ainda competia no peso-galo (61 kg), em disputa pelo título da divisão. Desde então, ‘Bullet’ passou a atuar no peso-mosca e venceu todos os oito combates disputados na categoria, sete deles com o cinturão em jogo.

  • Jéssica ‘Bate-Estaca’ desmerece Julianna Peña e a classifica como uma ‘luta fácil’

    Jéssica ‘Bate-Estaca’ desmerece Julianna Peña e a classifica como uma ‘luta fácil’

    Jéssica Andrade é uma lutadora condecorada do MMA e visa ampliar seu legado no esporte. Em abril, em Las Vegas (EUA), ‘Bate-Estaca’ impressionou ao finalizar Amanda Lemos no primeiro round em seu retorno ao peso-palha (52 kg) do UFC, venceu a segunda luta seguida e ganhou mais confiança do que nunca. Vivendo boa fase, a brasileira até provoca Julianna Peña, atual campeã do peso-galo (61 kg).

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Jéssica surpreendeu e contestou a qualidade de ‘The Venezuelan Vixen’, que chocou o mundo, em dezembro, ao destronar Amanda Nunes no peso-galo do UFC. No entanto, o triunfo de Julianna sobre a ‘Leoa’ não impactou ‘Bate-Estaca’. Pelo contrário, a ex-campeã do peso-palha deixa claro que não está impressionada com o nível de luta da americana.

    Sem titubear, a paranaense minimiza as habilidades de Peña como lutadora e a classifica como uma profissional comum. Confiante de que possui os atributos necessários para vencer a rival, a atleta já manifesta o desejo de enfrentá-la no futuro, na divisão até 61 kg.

    “Em teoria, é mais fácil lutar contra Julianna, principalmente pelo que ela mostrou contra Amanda. Acho que foi mais a Amanda que perdeu do que a Julianna que ganhou, porque Amanda é muito melhor do que mostrou. Acho que é mais fácil lutar com Julianna do que com as meninas dos moscas e palhas. Espero que tenhamos a oportunidade de lutar um dia e pelo cinturão. Acho que é o confronto mais fácil, sem dúvida. Estamos acostumadas a lutar com garotas que são mais rápidas e têm força nos golpes, e as dos galos são mais lentas, acho que pelo peso e como se movem. Se você as cansar, acabou. Eu melhoro round após round, não me canso, não diminuo a velocidade e isso seria uma boa chave para vencer Julianna e talvez ganhar o cinturão dos galos. Talvez, possa arriscar subir para os galos novamente no futuro só para provar que ganhei em três categorias de peso, mas na fase final da minha carreira. Lutar com Julianna poderia ser um teste legal para mim”, declarou a ex-campeã do UFC.

    Jéssica também deu seu parecer sobre a revanche entre Amanda e Julianna, marcada para o dia 30 de julho, no Texas (EUA). Se a brasileira tirou o mérito de ‘The Venezuelan Vixen’ de sua vitória na primeira luta e estranhou o comportamento da ‘Leoa’, para o acerto de contas, apostou no triunfo da compatriota. E o motivo para tal posicionamento é simples, já que, para ‘Bate-Estaca’, a baiana, apesar da dura derrota, continua sendo melhor lutadora do que a americana.

    “Amanda foi finalizada sem ganchos, dava para ver que a pressão não foi muita. Não sei como foi o corte de peso da Amanda, já se passaram dois anos desde sua última luta no peso galo, então algo pode ter afetado e levado a isso. Ela se cansou tão rápido. Não era a Amanda que estamos acostumados a assistir. Talvez, ela mostre a Amanda que conhecemos na revanche e recupere o cinturão”, concluiu.

    Em sua trajetória no UFC, Jéssica Andrade, de 30 anos, deixou um rastro de destruição no peso-palha. Pela categoria, a ex-campeã superou atletas como Amanda Lemos, Angela Hill, Cláudia Gadelha, Jessica Penne, Joanne Calderwood, Karolina Kowalkiewicz, Rose Namajunas e Tecia Torres. Atualmente, ‘Bate-Estaca’ ocupa o sexto lugar no ranking da divisão e é a sétima no peso-por-peso feminino.

  • Deiveson Figueiredo critica postura de Wallid e cogita mudar de empresário

    Deiveson Figueiredo critica postura de Wallid e cogita mudar de empresário

    Após detonar a criação de um cinturão do peso-mosca (57 kg) no UFC e cogitar abandonar a categoria, Deiveson Figueiredo mostrou que segue insatisfeito com os últimos acontecimentos relacionados ao seu futuro no Ultimate e soltou mais uma declaração polêmica. Dessa vez seu alvo foi Wallid Ismail, seu empresário.

    Em entrevista ao ‘Canal Encarada’, no ‘Youtube’, o atual campeão dos moscas do UFC criticou o comportamento de Wallid em relação ao cinturão interino da sua categoria e, por isso, admitiu que tem pensado em mudar o gerenciamento de sua carreira.

    “Até agora, meu empresário ficou em silêncio (sobre o título interino no peso-mosca). Estou até pensando em trocar de empresário. Nunca recebi uma visita do Wallid aqui em Belém. Ele nunca falou comigo para eu ir para outra equipe. Ele está em silêncio e eu também estou. Acho que este casamento está indo por água abaixo”, disparou.

    No MMA profissional desde 2012, Deiveson Figueiredo soma 21 vitórias, sendo 17 pela via rápida (nocaute ou finalização), duas derrotas e um empate na modalidade. O paraense estreou no Ultimate em 2017 e, dentro do octógono mais famoso do mundo, possui dez triunfos, dois reveses e um empate. A sua última atuação foi em janeiro deste ano, quando derrotou Brandon Moreno e recuperou o título dos moscas.

  • Masvidal critica McGregor por atacar astros do UFC para tentar se manter relevante

    Masvidal critica McGregor por atacar astros do UFC para tentar se manter relevante

    Mesmo em má fase na carreira e dominado em sua recente aparição no UFC, realizada em março, em Las Vegas (EUA), Jorge Masvidal não perde o interesse em protagonizar lutas grandiosas. Com inúmeros rivais no MMA, ‘Gamebred’ parece ter definido seu principal alvo para voltar ao octógono e se trata de Conor McGregor. Disposto a convencer ‘Notorious’ a aceitar um possível duelo, o veterano o atacou de forma pesada.

    Ao contrário de parte dos atletas, Masvidal não minimiza os feitos de McGregor no UFC e sua importância para o MMA. Pelo contrário, o americano reconhece que ‘Notorious’ é um lutador de alto nível. No entanto, ‘Gamebred’ muda o tom do discurso ao analisar Conor fora do esporte. O veterano explica que o respeito que tem pelo astro irlandês como profissional não existe em relação a ele como pessoa, já que coleciona polêmicas dos mais variados tipos.

    O dono do cinturão ‘BMF’ do UFC (lutador mais durão) também condena a postura de McGregor por atacar constantemente atletas que se destacam na organização para permanecer em evidência, já que se recupera da lesão sofrida na perna, em julho. Vale pontuar que Masvidal fez a mesma crítica para Colby Covington. ‘Gamebred’ foi além e ressaltou que o período sem atuar foi ainda pior para ‘Notorious’, pois este ficou descontrolado e até o acusou de usar substâncias proibidas.

    “Como competidor, McGregor não é ruim, mas, como pessoa, eu não suporto esse rato, essa v***. Vou dar um exemplo. Khabib ganha o cinturão e o que McGregor faz? Vai e fala m*** sobre ele. Alguém nos meio-pesados  ganha o cinturão e ele vai falar m***. Ele só quer se manter relevante. Obviamente, eu ainda sou um assunto quente, enquanto aquela v*** está apenas no sofá, cheirando cocaína ou qualquer m*** que esteja fazendo. Ele quer permanecer relevante, por isso ataca”, declarou o veterano, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Essa não foi a primeira vez que Jorge Masvidal criticou Conor McGregor no UFC. ‘Gamebred’ expressou o desejo em enfrentar ‘Notorious’, mas duvidou do interesse do irlandês em um possível duelo. O veterano afirma que o astro do MMA tem tanto medo dele, que faz de tudo para evitar o combate. Como resposta, o ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) da companhia zombou do desafeto ao classificá-lo como estúpido e comparou o cérebro do mesmo ao de um passarinho.

  • Cena preocupante! Boxeador fica desorientado e ataca rival invisível; veja

    Cena preocupante! Boxeador fica desorientado e ataca rival invisível; veja

    Uma cena preocupante chamou a atenção da comunidade das lutas neste final de semana. Em um vídeo publicado no ‘Twitter’ pela conta ‘Tim Boxeo’, é possível ver um pugilista completamente desorientado em cima do ringue, lançando socos contra o nada, como se estivesse enfrentando um adversário invisível (veja abaixo ou clique aqui).

    O caso ocorreu na África do Sul, durante uma disputa válida pelo cinturão peso-leve africano da WBF (Federação Mundial de Boxe), entre Simiso Buthelezi e Siphesihle Mntungwa. Por conta da inusitada, e assustadora, situação, o duelo foi encerrado pelo árbitro central, com vitória de Mntungwa, que não recebeu seu cinturão no momento, devido à comoção gerada pelo incidente.

    No décimo round da peleja, pouco depois de Mntungwa cair nas cordas após uma trocação franca com o rival, o juiz se preparava para reiniciar o combate quando Buthelezi começou a dar sinais de que não estava mais com sua consciência em perfeitas condições. Ao ser dado o comando de luta, Buthelezi passou a perseguir o árbitro, que se afastou, e, a partir daí, o lutador passou a lançar golpes ao vento, em um dos corners do ringue, em direção oposta a de seu adversário.

    Ao se dar conta da situação, o próprio oponente evitou atacar Buthelezi, que neste momento estava de costas para ele, e o árbitro central decidiu encerrar o combate, sem que houvesse reação por parte do pugilista afetado. De acordo com o perfil ‘Tim Boxeo’, Buthelezi foi retirado do ringue sob assistência médica e levado ao hospital. No entanto, após a mesma conta no ‘Twitter’ sugerir que o atleta estava estável e sob observação médica, esta publicação foi apagada da rede social e não há mais informações sobre o estado de saúde de Buthelezi.

  • Poirier afirma que Gaethje cometeu mesmo erro estratégico que ele contra ‘Do Bronx’

    Poirier afirma que Gaethje cometeu mesmo erro estratégico que ele contra ‘Do Bronx’

    Ao que parece, Dustin Poirier segue traumatizado por conta do revés em sua última aparição pelo UFC. Em dezembro, em Las Vegas (EUA), ‘The Diamond’ enfrentou Charles Oliveira, que era o campeão do peso-leve (70 kg), mas acabou derrotado. Sem lutar desde então, o americano assistiu ao duelo entre ‘Do Bronx’ e Justin Gaethje, em maio, e, ao analisá-lo, enxergou semelhanças na atuação do compatriota com a que apresentou.

    Ao participar do programa ‘THE FIGHT’, Poirier afirmou que Gaethje cometeu os mesmos erros que ele na luta contra Charles. ‘The Diamond’ apontou que tanto ele, quanto ‘The Highlight’ deveriam ter atacado o brasileiro no chão e não apresentado tamanho respeito por seu grappling. Vale lembrar que os americanos tiveram bons momentos no duelo com ‘Do Bronx’, aplicaram knockdown no oponente, mas, quando poderiam definir o combate no solo via ground and pound, não ficaram à vontade.

    Sendo assim, Poirier lamentou a oportunidade que desperdiçou contra Charles e admitiu que entrou para a luta com a estratégia errada. ‘The Diamond’ e Gaethje foram finalizados por ‘Do Bronx’, mas Dustin ressaltou que poderia ter nocauteado o mesmo se o atacasse no solo, já que, ao contrario de ‘The Highlight’, possui conhecimento no jiu-jitsu. E o último revés do americano foi pesado, porque sofreu a virada no octógono e foi vítima de mais um ‘mata-leão’ em sua segunda tentativa de se tornar campeão linear do peso-leve do UFC.

    “Acho que Gaethje deveria ter seguido Charles. Ficado por cima, tentado terminar a luta, descobrir o quão ferido Charles realmente estava. Só há uma maneira de descobrir: você tem que ir lá. Foi a mesma coisa comigo. É claro, você tem que respeitar o jiu-jitsu. Tenho feito jiu-jitsu desde sempre, também sou faixa-preta e treino com os melhores do mundo. Sou confiante e tenho um bom jiu-jitsu, mas apenas respeitei tanto o dele, que não me envolvi. O plano era ficar longe do chão de qualquer maneira e não fazer jiu-jitsu com esse cara. No segundo round, quando acabei deitado de costas e ele estava por cima, tentei me levantar. Não me envolvi ou usei meu jiu-jitsu de forma ofensiva ou defensiva e deveria ter feito isso. Eu deveria ter criado espaço, tentado finalizar e usado isso para criar espaço e voltar”, analisou o lutador.

    Dustin Poirier, de 33 anos, é ex-campeão interino do peso-leve do UFC e um dos atletas mais condecorados na história da categoria. No MMA desde 2009 e no Ultimate dois anos depois, ‘The Diamond’ venceu nomes importantes como Anthony Pettis, Bobby Green, Carlos Diego Ferreira, Conor McGregor (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Jim Miller, Justin Gaethje e Max Holloway (duas vezes). Atualmente, o americano é o segundo colocado no ranking da divisão e possui um cartel composto por 28 vitórias, sendo 21 pela via rápida, sete derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado).

  • Último algoz de ‘Do Bronx’ aponta Dariush como maior ameaça ao brasileiro no UFC

    Último algoz de ‘Do Bronx’ aponta Dariush como maior ameaça ao brasileiro no UFC

    A longa sequência invicta, que o levou até o título peso-leve (70 kg) do UFC, fez de Charles Oliveira o lutador a ser batido na categoria. Com o brasileiro tendo superado alguns dos principais nomes da divisão, parte da comunidade das lutas agora se questiona quem será capaz de interromper o ciclo de vitórias do atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’. Último algoz de ‘Do Bronx’ no octógono mais famoso do mundo, Paul Felder deu seu palpite.

    No podcast ‘The Fighter vs The Writer’, Felder – que atua como comentarista do UFC – elegeu Beneil Dariush como a principal ameaça à sequência invicta de ‘Do Bronx’ na principal organização de MMA do planeta. Para o veterano, o iraniano – diferente de outros rivais do peso-leve mais famosos, como Islam Makhachev – possui habilidades, especialmente na luta de chão, mais úteis para combater o estilo empregado pelo brasileiro, o que aumentaria sua chance de vitória em um possível futuro confronto.

    “Eu estou aposentado, então não pode ser eu. Mas eu ousaria dizer que alguém como Beneil Dariush é mais uma ameaça ao estilo específico (de Charles). Eu acho que um cara como Charles, você tem que ter um cara como Dariush. Eu acho que Beneil é uma ameaça ainda maior que (Islam) Makhachev, só porque Makhachev vai tentar fazer wrestling com ele, e Charles tem uma forma de se virar nessas movimentações. Eu vou lançar um chute e dizer que minha escolha para vencer Charles é Beneil Dariush”, declarou Felder.

    Depois de ser derrotado por Paul Felder, em dezembro de 2017, Charles ‘Do Bronx’ engatou uma sequência de onze vitórias consecutivas no octógono do UFC, sendo dez pela via rápida. Por sua vez, Beneil Dariush também vive boa fase na organização. O iraniano venceu seus últimos sete compromissos e, com isso, atingiu o sexto lugar no ranking até 70 kg do Ultimate.

  • UFC planeja duelo entre Marlon Vera e Dominick Cruz para o dia 13 de agosto

    UFC planeja duelo entre Marlon Vera e Dominick Cruz para o dia 13 de agosto

    Dois integrantes do top 10 do peso-galo (61 kg) do UFC, Marlon Vera e Dominick Cruz estão próximos de se enfrentar. De acordo com a ‘ESPN Deportes’, os dois lutadores chegaram a um acordo verbal para se enfrentar no dia 13 de agosto, em evento que deve acontecer em Las Vegas (EUA). A organização ainda não confirmou oficialmente a luta.

    Marlon Vera possui 20 vitórias, sete derrotas e um empate em seu cartel no MMA profissional, onde atua desde 2010. Atualmente, o atleta atravessa um dos seus melhores momentos no Ultimate, pois possui três vitórias seguidas, que o ajudou a finalmente integrar o top 5 do ranking dos galos. A última apresentação do equatoriano aconteceu em abril deste ano, quando superou Rob Font por decisão dos jurados.

    Ex-campeão do peso-galo do UFC e um dos maiores nomes da história da categoria, Dominick Cruz disputou 26 lutas, venceu 23 e perdeu três vezes em seu cartel no MMA profissional. O americano, que conviveu com uma série de lesões que o afastaram das competições por anos, agora vive bom momento, com dois triunfos seguidos, o último sobre o brasileiro Pedro Munhoz, no UFC 269, em dezembro de 2021.

  • ‘Borrachinha’ provoca Rockhold ao mencionar polêmica com enfermeira

    Paulo Costa, enfim, respondeu uma das muitas provocações de Luke Rockhold. ‘Borrachinha’ tem compromisso marcado contra o ex-campeão do peso-médio (84 kg) em agosto e também alimenta a rivalidade para a importante luta. Tanto que o brasileiro até citou a recente polêmica que protagonizou junto de uma enfermeira, em um centro de vacinação contra a COVID-19, para tentar tirar o desafeto do sério.

    Na ocasião, Paulo foi acusado pela profissional de saúde de agressão, por acertar uma suposta cotovelada em sua boca. Dias depois, o lutador negou o ocorrido publicamente, porém utilizou o episódio para provocar Rockhold.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), ‘Borrachinha’ compara a resistência da mulher com a do ex-campeão do UFC. Vale pontuar que, de fato, o americano apresenta o queixo como fragilidade, uma vez que possui cinco derrotas no MMA, sendo todas por nocaute.

    “Rumores dizem que a enfermeira tem um queixo melhor do que Luke Rockhold”, escreveu o lutador em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Paulo Costa, de 31 anos, é um dos principais lutadores brasileiros no UFC. O atleta, dono de um estilo de luta empolgante, ficou conhecido no esporte por conta do poder de seus golpes e de seu porte físico enorme para atuar no peso-médio. ‘Borrachinha’ iniciou sua trajetória no MMA em 2012 e estreou no Ultimate em 2017. Pela companhia, o mineiro realizou sete combates, venceu cinco deles, disputou o título da categoria e perdeu duas vezes. Seus triunfos mais importantes foram sobre Johny Hendricks, Uriah Hall e Yoel Romero.