Tag: UFC

  • Ngannou promete aguardar chance pelo cinturão mesmo em caso de trilogia Cormier-Miocic

    Francis Ngannou quer chance pelo cinturão dos pesados do UFC – Ag Fight

    Vindo de três vitórias consecutivas no UFC, Francis Ngannou aguarda a definição do seu futuro nos pesos-pesados. Ciente de que se posicionou de forma a pleitear uma disputa pelo cinturão da categoria, o francês concentra atenções no combate entre Daniel Cormier e Stipe Miocic, que ocorrerá no próximo dia 17 de agosto, nos Estados Unidos.

    Apesar de não ter a confirmação de que será o próximo desafiante ao título da divisão, ‘The Predator’ diz estar pronto para provar que merece a oportunidade. Questionado sobre sua intenção caso a organização promovesse uma trilogia entre Cormier e Miocic, o atleta afirmou que não teria pressa.

    “Eu acredito que eu deveria ser o próximo a lutar pelo cinturão. Talvez, em caso de vitória do Stipe, eles promovam uma terceira luta entre os dois. Eu tenho tempo e esperaria tudo isso se desenrolar sem aceitar outra luta”, afirmou o lutador ao site ‘MMA Fighting’.

    Ngannou foi derrotado por Miocic, em uma das três derrotas de sua carreira, e vê Daniel Cormier, um dos maiores pesos-pesados de todos os tempos, flertando com a aposentadoria. Tanto a revanche contra o ex-campeão quanto a possibilidade de ser um dos últimos — ou o último — a enfrentar ‘DC’ interessam ao francês.

    “É uma situação estranha. Por um lado, eu gostaria que o Stipe vencesse para que eu pudesse tirar o cinturão dele. Ao mesmo tempo, eu realmente gostaria de enfrentar o Daniel antes que ele se aposente”, concluiu Francis.

    As duas últimas vitórias de Ngannou foram sobre ex-campeões do peso-pesado: um nocaute sobre Cain Velasquez, em fevereiro, e um nocaute técnico sobre o brasileiro Júnior ‘Cigano’ dos Santos, em junho. Em seu cartel, o lutador possui quatorze vitórias e apenas três derrotas.

  • Paul Felder promete bater peso de disputa de título no UFC 242; entenda

    Nurmagomedov tentará unificar os cinturões linear e interino – Diego Ribas

    Khabib Nurmagomedov tem um longo histórico de lutas com problemas de última hora. Tanto ele já teve problemas na pesagem como também perdeu adversários nos dias anteriores ao duelo. Por isso, Paul Felder, que está escalado para o combate coprincipal do UFC 242, em 7 de setembro, já se planeja para substituir o russo ou Dustin Poirier, que disputam o título linear dos leves (70 kg) no mesmo card.

    Em entrevista ao programa ‘MMA Junkie Radio’, Felder declarou que recebeu sondagens sobre duas datas em outubro e uma no dia 14 de setembro. Mas, ao chegar para trabalhar nos comentários do UFC 239, no início deste mês, recebeu a notícia de que seu duelo seria em Abu Dhabi contra Edson Barboza. E, diante da possibilidade de ser contatado para substituir um dos dois atletas da luta principal, já avisou que vai registrar o peso de disputas de cinturão: 70,3 kg.

    “Sean (Shelby, matchmaker do Ultimate) foi meio que me orientando, dizendo: ‘Alguma coisa vai surgir’. Eu vinha sendo informado sobre possibilidades em outubro, San Francisco, Boston, talvez até Vancouver, e aí eu cheguei aqui na semana passada para o evento de pay-per-view e eu recebi uma mensagem de Brian Butler (empresário de Paul) dizendo: ‘Ei, cara’ – literalmente essas palavras -, e eu pensei: ‘Opa, temos algo’. E era a mensagem de Sean Shelby oferecendo esta luta. Uma luta coprincipal com Khabib e Poirier na luta principal? A resposta é sim. Eu vou bater 70,3 kg na pesagem. Claro”, falou.

    Atual campeão linear dos leves, Khabib Nurmagomedov vai tentar unificar o seu cinturão com o título interino de Dustin Poirier. Enquanto o russo derrotou o rival Conor McGregor em seu último compromisso, ‘Diamond’ ganhou de Max Holloway, atual campeão peso-pena (66 kg), em abril.

  • Klidson Abreu cita “deslumbre” em estreia e lembra rounds “no automático”

    Klidson Abreu cita “deslumbre” em estreia e lembra rounds “no automático”

    Klidson Abreu chegou ao UFC credenciado não só pela sequência de seis vitórias como também por um triunfo, em 2015, sobre Johnny Walker, principal revelação da categoria dos meio-pesados (93 kg) em 2018. Em sua estreia, porém, nada aconteceu como planejado: o atleta da equipe Evolução Thai não conseguiu bater o peso e, na luta, foi dominado por Magomed Ankalaev.

    O confronto contra o russo teve seu rumo definido ainda no primeiro round, quando um soco quebrou o nariz de Klidson. A partir daí, tudo ficou mais difícil. Ainda atordoado, o amazonense chegou a puxar Ankalaev para a guarda, o que complicou mais sua situação. Em entrevista exclusiva à Ag. Fight, Abreu, que enfrenta Sam Alvey neste sábado (20), detalhou como foi a semana da estreia e o combate.

    “Eu peguei a luta muito em cima da hora, com três semanas. E eu vim da Rússia com o pé quebrado, tinha lutado em novembro, e quebrado o quarto metatarso. Peguei a luta em fevereiro, achei que ia bater o peso, nunca pensei que iria acontecer isso comigo, mas na hora travou o peso. E não consegui bater, fiquei 1 kg acima”, contou, antes de explicar como o soco no nariz piorou consideravelmente sua performance.

    “Eu tomei um soco no primeiro round que… Estreando, fui meio afoito para cima assim, tomei um soco e desandou a luta inteira. Quebrou o nariz, bem no primeiro round. Consegui fazer os outros dois rounds, mas eu estava mais no automático. Eu não conseguia respirar, o sangue entrava pela boca e me afogava”, disse.

    A impaciência relatada por Klidson teve como origem, entre outros fatores, o cenário diferente que o UFC proporciona para o lutador. Ele afirmou que houve um certo “deslumbre” com a primeira chance no maior evento de MMA do mundo, e isso pode ter atrapalhado.

    “Tem muita coisa que eu não vi nos outros eventos que eu lutava. É muito profissionalismo. Chega na hora, quase 15 mil pessoas, não sei quantas pessoas tinham lá em Praga… Então, é aquela coisa, um monte de câmera… Realmente, se eu disser que não deu, eu estou mentindo: dá uma deslumbrada no cara. A estrutura aqui, tem um andar só do UFC, onde eles trabalham o dia inteiro. Me deram até marmita fitness, ajudam na alimentação, deram bolsa, cueca, meia, tudo”, explicou.

    Klidson vai enfrentar um veterano do UFC: Sam Alvey tem 17 lutas no octógono. O momento do americano, entretanto, é ruim: ele vem de duas derrotas, ambas por nocaute técnico. ‘Smile’n’ não resistiu a Rogério ‘Minotouro’ e Jim Crute em setembro de 2018 e em fevereiro deste ano.

  • Justin Gaethje e Donald Cerrone fazem luta principal do UFC Vancouver

    Justin Gaethje e Donald Cerrone fazem luta principal do UFC Vancouver

    ‘Cowboy’ vem de derrota para Tony Ferguson em junho – Diego Ribas

    Dois atletas que amam a luta em pé vão fazer a luta principal do UFC Vancouver, que será realizado em 14 de setembro, no Canadá. Os pesos-leves (70 kg) Justin Gaethje e Donald Cerrone serão os responsáveis por encabeçar o card, que terá ainda a presença dos brasileiros Glover Teixeira, Antônio ‘Cara de Sapato’ e Augusto Sakai.

    O rumor de que o combate sairia do papel começou com uma postagem de Cerrone no Instagram. Na publicação, ele escreveu que seu próximo compromisso seria “uma luta que ninguém vai querer perder”. E, ao site ‘Yahoo Sports’, o presidente do UFC, Dana White, confirmou o confronto: “Fique pronta, Vancouver! Esta luta será absurda!”

    Gaethje vem de duas vitórias por nocaute no primeiro round: em 1min27s, ele deitou James Vick, em agosto de 2018. Em março deste ano, foi a vez de Edson Barboza sentir o peso dos socos do americano e ser apagado em 2min30s. Cerrone, por sua vez, vem de derrota por nocaute técnico. Em junho, ele perdeu para Tony Ferguson depois de um de seus olhos inchar tanto que impediu a visão do veterano.

    O card de Vancouver já vem se desenhando para além da luta principal: entre os principais combates da noite, Glover Teixeira vai enfrentar Nikita Krylov nos meio-pesados (93 kg), Augusto Sakai mede forças contra Marcin Tybura nos pesados e Antônio ‘Cara de Sapato’ coloca seu jiu-jitsu em prática contra Uriah Hall, especialista na trocação.

  • Lutador do UFC projeta retomar faculdade após próxima apresentação no octógono

    Felipe ‘Cabocão’ encara Domingo Pilarte neste sábado, nos EUA – Divulgação UFC

    Depois de estrear no UFC com derrota, Felipe ‘Cabocão’ volta à ação no evento que a organização promoverá neste sábado (20), no Texas (EUA). E, ainda que neste momento o foco do peso-galo (61 kg) brasileiro seja o duelo contra Domingo Pilarte, o amapaense já tem planos para quando voltar ao Rio de Janeiro, local onde vive atualmente: retomar os estudos na faculdade de contabilidade.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Cabocão’ revelou que a sua equipe, a ‘Team Nogueira’, firmou parceria com uma faculdade particular. E, com o pensamento já no futuro, o atleta de 25 anos planeja concluir o ensino superior para que tenha opções também fora do universo da luta quando se aposentar do MMA.

    “Está nos meus planos retornar (à faculdade) após a próxima luta. Falta pouco e é importante ter a visão não só do momento como lutador, mas também do momento futuro, após a luta. E na academia nós fechamos agora a parceria com uma faculdade e vamos conseguir conciliar treinamento, dieta, alimentação e estudo. (…) Vou voltar para a Contabilidade, faltam quatro semestres apenas, então está mais perto de terminar”, projetou, antes de ressaltar que recebe estímulo dos seus treinadores para concluir o ensino superior.

    “Com o surgimento dessa parceria, os instrutores da academia estão sempre estimulando os atletas a conciliarem o treinamento para que não tenhamos uma visão só de momento. Para pensarmos no que vamos fazer depois que tudo isso acabar, se vou querer ser um professor de lutas ou apostar em uma outra carreira, então isso é muito importante para mim”, completou.

    Contra Pilarte, Cabocão irá em busca da primeira vitória no Ultimate, já que em sua estreia pela maior organização de MMA do planeta, em fevereiro, ele foi superado por Geraldo de Freitas por decisão unânime dos jurados presentes no UFC Fortaleza. Passado o nervosismo da estreia e com mais tempo para se preparar, já que ele foi escalado de última hora para o duelo anterior, ele projeta utilizar os ensinamentos trabalhados na Team Nogueira para buscar o triunfo.

    “Estudamos o jogo dele, vimos que ele é um cara que gosta de trocar, de vir para cima, de provocar o adversário, mas também coloca para baixo em alguns momentos da luta quando se sente ameaçado. É um cara que não é bobo no chão e nem na trocação e é isso que a gente vem trabalhando. (…) Com foco mais na parte em cima, para chegar na curta distância e colocar no chão”, concluiu.

    Aos 25 anos, Cabocão conheceu a primeira derrota como lutador profissional de MMA ao sucumbir na estreia pelo UFC. Além do revés, o peso-galo amapaense possui oito vitórias no cartel. Já Pilarte, seu próximo rival, fará a primeira luta no Ultimate, mas possui um retrospecto idêntico ao de Felipe: oito triunfos em nove lutas.

  • Aos 40 anos, ‘Massaranduba’ se inspira em Urijah Faber para nocautear Hernandez

    Aos 40 anos, ‘Massaranduba’ se inspira em Urijah Faber para nocautear Hernandez

    Veterano quer dosar o gás para não se cansar antes do rival Hernandez – Leandro Bernardes

    Urijah Faber agitou o mundo do MMA ao derrotar Ricky Simón no último sábado (13), dois anos e meio depois de decretar a sua aposentadoria. E a vitória do peso-galo (61 kg) de 40 anos serve de inspiração para outro ‘quarentão’: Francisco ‘Massaranduba’ concedeu entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight e explicou o que a experiência dentro do octógono lhe ensinou.

    Neste sábado (20), no UFC San Antonio, ‘Massaranduba’ enfrenta Alexander Hernandez, 14 anos mais jovem. O piauiense lembrou que os cuidados com o corpo precisam ser reforçados aos 40, mas destacou que a qualidade da preparação para as lutas depende também de uma questão psicológica: saber até onde pode treinar, para evitar desgaste desnecessário.

    “Tudo é maturidade, não importa a idade. É saber descansar, saber treinar. E viver uma vida regrada. Dependendo da idade da gente, a gente não pode viver igual jovem. O treinamento da gente é muito cansativo, então você tem que ter a vida regrada, bastante descanso, alimentação boa, e eu me sinto um molecão. Treino só com moleque mais novo que eu, e eles sabem o aperto que eles levam, né? Eu também não tenho ego, então faço meu treino junto com os molecões, e se não der pra mim, eu vou falar. Mas, graças a Deus, sempre deu”, declarou o brasileiro.

    “Eu me preocupo com a noite. Porque o descanso é tudo, a noite bem dormida é boa, no outro dia você está zerado para o treino, e eu foco no meu descanso. Porque eu sei que o treino eu vou fazer. Pode mandar eu subir em qualquer morro, pode mandar eu fazer o que quiser, que eu vou fazer. Minha cabeça é programada para fazer o que o professor manda. E, se o Hernandez não tiver treinado igual a mim, ele não vai aguentar, não”, completou.

    Diante de um atleta tão mais jovem, Francisco deixou claro que seu sucesso no duelo de sábado depende de quão capaz ele será de usar a experiência a seu favor. O brasileiro, que já tem 29 lutas profissionais e 13 anos de carreira, sabe que não pode tentar disputar quem tem mais capacidade cardiorrespiratória com Alexander.

    “Você tem que botar força na hora certa. Explodir na hora certa. Não vou trocar juventude com ele, né? É não deixar ele me dirigir. Eu que tenho que dirigir ele. Eu não vou trocar o meu pulmão pelo dele. O pulmão dele está em dia, mas a inteligência está comigo”, destacou, em entrevista à Ag. Fight.

    Desde 2017, ‘Massaranduba’ tem sido escalado ora com um lutador muito mais jovem, ora com um também experiente. Após perder de Kevin Lee, ele derrotou o veteraníssimo Jim Miller, perdeu para James Vick e ganhou de Evan Dunham naquela que foi a última luta da carreira do americano.

  • Dos Anjos revela que aceitou luta em cima da hora a pedido de Dana White

    Rafael Dos Anjos é ex-campeão dos pesos-leves (70 kg) do UFC – Diego Ribas

    Mesmo aos 34 anos e com a carreira consolidada, Rafael dos Anjos parece incansável. Escalado para enfrentar Leon Edwards neste sábado (20), o carioca completará seu quarto desafio em 13 meses, média que chama a atenção, ainda mais por se tratar do número quatro do ranking dos meio-médios (77 kg) do UFC.

    No entanto, medir forças com o número 12 da lista e ainda por cima após um camp de apenas cinco semanas (três a menos do que o considerado ideal) foi motivado por uma razão especial. De acordo com RDA durante entrevista exclusiva com a reportagem da Ag. Fight, o pedido foi feito diretamente por Dana White, presidente do evento.

    “Na última, quando aceitei a luta com o Kevin Lee, faltavam sete semanas e em cinco eu estava pronto. Por isso aceitei agora. Estava de férias, viajando com meu filho do meio, e recebi a mensagem do Dana White de que ele precisava de um main event em julho, no Texas”, relembrou, revelando que não teve problema de encaixar o favor ao chefe em seu cronograma. Até porque ele foi recompensado por isso.

    “Olhei meu calendário, faltavam cinco semanas. Negociamos uma coisa boa pelo motivo de ter notícia em cima da hora. Ele me ‘deu uma moral’ e resolvemos pegar a luta porque não é todo dia que o Dana White pede um favor”, narrou.

    Curiosamente, não fosse o pedido do cartola, provavelmente o próprio Dos Anjos pediria por uma data para se apresentar no octógono em breve. Afinal, o meio-médio carioca garante que não pensa em diminuir o ritmo incessante de combates.

    “Pretendo mesmo é aumentar (o ritmo). Estou no meu melhor momento, aos 34 anos. Não é um camp de cinco semanas, é um camp camp da vida inteira. tenho muito lastro de treino. É cair dentro. Tenho três filhos e não tenho tempo para tirar folga (risos)”, brincou.

    Depois de finalizar Kevin Lee em maio e fazer as pazes com a vitória, Dos Anjos agora terá a chance de se livrar de uma pedra no sapato. Nas últimas quatro lutas, ele enfrentou atletas bons de wrestling, o que deixou seu treinamento praticamente o mesmo por dois anos.

    “Acho que foi bom, porque é um cara que vem mais para a luta, não é um cara que vai chegar na grade e ficar tentando tomar o tempo ali e segurar a luta. É um cara que vai jogar mais aberto, um cara mais do MMA, tem um bom striking, bom jiu-jitsu, bom wrestling também. Vai fazer a mistura. Acho que vai ser positivo”, finalizou.

  • Rafael Carvalho revela que recusou luta por cinturão do Bellator: “Vou subir de peso”

    Rafael Carvalho revela que recusou luta por cinturão do Bellator: “Vou subir de peso”

    Foram seis anos de invencibilidade no MMA e três defesas do cinturão dos pesos-médios (84 kg) do Bellator até que Rafael Carvalho voltasse a sentir o gosto da derrota. E se não bastasse o nocaute sofrido no primeiro round diante de Gegard Mousasi, o veterano ainda perdeu na sequência para Lyoto Machida em uma decisão polêmica. E com todo esse cenário à sua frente, o atleta decidiu repaginar sua carreira.

    Em paz com as vitórias após superar Chidi Njokuani no último dia 12 de julho, Rafael recebeu o convite de disputar o cinturão dos médios, atualmente em poder de Rafael Lovato. No entanto, o brasileiro revelou em conversa com a reportagem da Ag. Fight que suas metas são outras e que por isso não teve problemas em recusar a oferta.

    “Preciso de novos desafios. Vou subir de categoria para fazer barulho. Vou render ainda mais do que rendia até 84 kg kg. (…) A divisão até 84 kg não faz mais parte dos meus planos”, narrou o ex-campeão do Bellator, que apontou para o desgaste com o corte de peso como a principal razão de sua mudança.

    “Chegou um ponto em que tem que ver o que é melhor para mim. Bater 84  kg tava desgastante. Eu sentia muito o corte de peso, e mais para frente isso iria me prejudicar em alguma luta. (…) Foi uma opção mais fisiológica e técnica”, explicou.

    Aos 32 anos, o agora atleta da America Top Team se junta à divisão dominada por Ryan Bader, campeão dos meio-pesados (93 kg) e dos pesados na organização. Priorizando merecidas férias após o triunfo em sua última apresentação, Carvalho mira sua estreia na nova divisão ainda este ano.

    “Minha ideia é estrear o quanto antes. Vou para o Brasil na terça-feira e logo mais estou de volta para começar um novo camp e a pensar no próximo adversário (…) Quero chegar e incomodar, não quero fazer apenas número”, finalizou o novo meio-pesado.

  • Dana White explica por que vetou luta entre Khabib e St-Pierre no UFC

    Georges St-Pierre é ex-campeão dos meio-médios e dos médios do UFC – Diego Ribas

    Dana White, presidente do UFC, decidiu justificar sua decisão de não casar a luta entre Georges St-Pierre e Khabib Nurmagomedov, negativa esta que foi apontada pelo canadense como uma das razões que o levaram a se aposentar. O canadense afirmou que uma possível vitória contra o russo, e consequentemente a conquista do seu terceiro cinturão em três categorias diferentes, poderia assegurar seu legado como maior atleta de MMA da história.

    Ao que parece, uma quebra de promessa de St. Pierre teria sido a razão para a relutância do mandachuva do UFC em confirmar a superluta. De acordo com White, o canadense havia se comprometido a defender o cinturão dos médios (84 kg) caso vencesse seu combate contra Michael Bisping, porém não cumpriu com o combinado.

    “Nós tínhamos um acordo, ele lutaria contra o Michael Bisping no peso-médio e, se vencesse, ele defenderia o título. Ele fugiu disso. Não fez como combinado. Então, você não pode simplesmente escolher suas disputas por cinturões”, explicou o cartola para o canal canadense ‘TSN’.

    Apesar de estar irredutível, Dana admitiu que, caso Nurmagomedov o pressionasse para que a luta fosse realizada, ele seria obrigado a pensar na situação. No entanto, a quantidade de possíveis adversários já na espera pelo russo seria um entrave para que o combate acontecesse.

    “Se Khabib, o campeão, quisesse muito, nós teríamos que conversar sobre isso, mas no fim do dia, não faz sentido para mim. Há outros caras esperando sua chance. Você não pode sair da aposentadoria e escolher quais lutas você quer, quando você nem ao menos manteve sua palavra de defender o cinturão dos médios”, concluiu Dana White ao ‘TSN’.

    Khabib Nurmagomedov se prepara para unificar o cinturão dos leves (70 kg) contra Dustin Poirier, campeão interino da categoria, no UFC 242, marcado para o dia 7 de setembro, em Abu Dhabi. Por sua vez, Georges St. Pierre segue aposentado, tendo lutado pela última vez contra Michael Bisping, no UFC 217, evento realizado em novembro de 2017.

  • Dana White descarta luta entre Conor McGregor e Jorge Masvidal

    McGregor espera uma definição do UFC sobre o seu futuro – Diego Ribas

    Dana White, presidente do UFC, deu indícios sobre o futuro de Conor McGregor, ex-campeão do peso-pena (66 kg) e do peso-leve (70 kg) da organização. Apesar da vontade de Jorge Masvidal em enfrentar o irlandês, White fez questão de negar a possibilidade de McGregor voltar a fazer uma luta nos meio-médios (77 kg).

    Para White, apesar da disposição de Conor em enfrentar adversários maiores, um combate contra Masvidal não está nos planos. Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, o dirigente deu a entender que não quer mais ver ‘The Notorious’ se arriscando na categoria de cima.

    “Nem pensar! Masvidal é muito grande para o Conor. McGregor tem a coragem para lutar no meio-médio, mas ele não pertence a essa categoria.”, afirmou Dana White, que ainda negou que o próximo adversário do irlandês virá do vencedor da luta entre Khabib Nurmagomedov e Dustin Poirier, em setembro. “As coisas vão se sacudir após essa luta, independentemente de quem ganhe.”, completou.

    Apesar da veemência com que negou a Conor o vencedor de Khabib vs Poirier, Dana disse acreditar que será mais fácil decidir o futuro do irlandês após o duelo. McGregor não entra no octógono desde a sua derrota para o russo, no UFC 229, em outubro de 2018.