Tag: superlutas

  • Malhadinho vê Jon Jones sem ambição, mas abre as portas para superluta na Casa Branca

    Malhadinho vê Jon Jones sem ambição, mas abre as portas para superluta na Casa Branca

    No fim de junho, Jon Jones anunciou sua aposentadoria dos esportes de combate e, consequentemente, deixou o posto de campeão dos pesos-pesados do UFC. Semanas depois, com a notícia de que o Ultimate promoveria um card na Casa Branca em 2026, o americano voltou atrás e indicou que voltará a competir. Isso, na visão de Jailton Almeida, pode ser um sinal de que ‘Bones’ já não tem a mesma ambição de outrora. A condição, entretanto, não impede que ‘Malhadinho’ ainda deseje realizar seu sonho de enfrentar o, para muitos, ‘GOAT’ do MMA.

    Em recente participação no programa ‘The Ariel Helwani Show’, o peso-pesado baiano reforçou que sua meta maior é disputar o cinturão da categoria. Entretanto, um cenário surgiria como uma exceção para Malhadinho na rota até o título: um possível confronto diante de Jon Jones no aguardado evento na ‘Casa Branca’.

    “Ainda bem que ele já abriu mão do cinturão e quer focar nas superlutas. Meu desejo é lutar pelo cinturão, obviamente. Mas se ele quiser fazer uma superluta e realizar meu sonho também, de lutar contra ele, vou estar à disposição. Ainda mais se for na ‘Casa Branca’, melhor ainda”, frisou Jailton.

    Divisão em aberto

    Apesar de ser um fã declarado de Jones, Malhadinho vê com bons olhos o fato do veterano não ter mais posse do cinturão linear da categoria. Isso, em seu entendimento, fará com que a divisão dos pesos-pesados destrave e tenha mais duelos entre os integrantes do pelotão de elite. E prova disso é que Tom Aspinall e Ciryl Gane já foram escalados para competirem pelo título no UFC 321, em outubro.

    O bom é que ele deixa a divisão livre. Agora que está correndo tudo direitinho, a gente pode chegar mais próximo do cinturão. Ao meu ver, ele não está muito ambicioso pelo cinturão não. Ele quer fazer superlutas. Então vamos deixar ele fazer as superlutas dele e seguir a caminhada da divisão”, opinou o brasileiro.

    Enquanto a situação de Jon Jones segue em aberto, Malhadinho volta suas atenções para seu próximo desafio. No UFC 321, mesmo card em que Aspinall e Gane lutam pelo cinturão, o baiano medirá forças contra o gigante russo Alexander Volkov – em duelo que promete credenciar o vencedor como o próximo da fila pelo título.

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  • Georges St-Pierre analisa escassez de astros no UFC: “McGregor é uma anomalia”

    Georges St-Pierre analisa escassez de astros no UFC: “McGregor é uma anomalia”

    Mesmo aposentado do octógono, Georges St-Pierre segue atento aos rumos do UFC — e, em sua visão, o momento atual da organização apresenta um desafio relevante fora do cage. A escassez de grandes astros no topo dos cards tem sido alvo constante de críticas por parte dos fãs.

    Durante participação no podcast ‘IMPAULSIVE’, o ex-campeão canadense foi direto ao comentar a ausência de nomes capazes de gerar o mesmo interesse do público que figuras do passado. Para ele, Conor McGregor é um fenômeno à parte, difícil de ser reproduzido — uma verdadeira “anomalia” no mundo das lutas.

    Conor McGregor, eu acredito, é uma anomalia. Ele fez algo inacreditável. É difícil tentar recriar isso, mas vai acontecer um dia, com certeza. Os recordes existem para serem quebrados. Mas, neste momento, como ninguém consegue fazer o que o Conor fez, não acho que seja porque não há estrelas. Elas existem. Tinha o Sean O’Malley, mas ele perdeu. Tinha o Israel Adesanya, que também perdeu algumas vezes — é uma pena para o UFC, porque ele era um grande nome. O [Alex] Pereira, mesma coisa, também foi derrotado”, opinou GSP.

    Muito dinheiro, pouco brilho

    Apesar das dificuldades em manter nomes dominantes no topo, St-Pierre defende que a imprevisibilidade é justamente um dos atrativos do MMA — e acredita que ela deve ser preservada. Para o canadense, o campeão precisa enfrentar o desafiante número um, sem escolher adversários, como costuma ocorrer no boxe.

    “O motivo pelo qual as pessoas amam o MMA é que, quando você é campeão, enfrenta o melhor desafiante — e não cabe a você escolher. Isso não deve mudar. Era assim no meu tempo, deve continuar assim hoje. O campeão não tem voz. Você luta com quem estiver na frente. E o UFC deve agir para manter isso”, completou.

    As declarações do ex-lutador reacendem o debate entre fãs e analistas sobre o modelo atual do Ultimate, que entrega eventos quase semanais e resultados financeiros sólidos, mas, ao mesmo tempo, sofre com a falta de combates com status de “superluta”. Na avaliação de St-Pierre, o desafio é construir novas estrelas sem comprometer a essência competitiva que tornou o MMA tão popular.

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  • Superlutas e dois cinturões! Kamaru Usman compartilha plano de carreira no UFC

    Superlutas e dois cinturões! Kamaru Usman compartilha plano de carreira no UFC

    Em seu auge, Kamaru Usman marcou época nos meio-médios (77 kg) como um dos campeões mais dominantes da história do UFC. Mas aparentemente tal histórico não parece ser suficiente para o nigeriano. E prova disso foi a mais recente declaração do veterano. Mesmo aos 38 anos de idade e vindo de três tropeços, ‘The Nigerian Nightmare’, como é conhecido, compartilhou um plano de carreira ousado que inclui duas possíveis superlutas e um raro bicampeonato na principal liga de MMA do mundo.

    Durante conversa com a imprensa nesta quarta-feira (11), durante o ‘media day’ do UFC Atlanta, Usman abriu o jogo e revelou quais suas metas para a reta final de sua trajetória na modalidade. Direto ao ponto, o nigeriano explicou que seu plano inclui finalizar o jovem Joaquin Buckley neste sábado, na luta principal do UFC Atlanta e, após ‘quebrar a banca’ no duelo de gerações, vislumbrar uma superluta contra o também wrestler Islam Makhachev, já pelo cinturão até 77 kg.

    Meu caminho lá é bem simples. Vou dar o mapa da mina aqui. É finalizar o Buckley esse fim de semana e esperar pelo vencedor de Islam e ‘JDM’, que será uma luta incrível. É ótimo ter o Islam subindo para a categoria. Quem não compraria um ingresso para isso? Ex-lutador peso-por-peso contra o atual, se enfrentando. Amo o Islam, é um lutador incrível. Acho que seria algo que nós dois lembraremos para sempre”, revelou Kamaru.

    Subir de peso em busca do bicampeonato

    O audacioso plano não para por aí. Caso obtenha êxito também em um possível confronto diante do pupilo de Khabib Nurmagomedov, Usman aproveitaria a maré positiva para ir para o tudo ou nada: abrir mão do cinturão dos meio-médios e buscar um segundo título na categoria dos pesos-médios (84 kg) –  categoria que já competiu pontualmente. E os alvos para a eventual alçada já estão designados: Dricus Du Plessis ou Khamzat Chimaev, quem quer que esteja em posse do cinturão na oportunidade.

    Eu venceria essa e provavelmente abriria mão (do título) para subir. Eu contra o Dricus Du Plessis, se ele for o campeão. Ou o Khamzat Chimaev, também. Se o Dricus não for mais o campeão, fazemos isso. Se o Dricus ainda for o campeão, fazemos o primeiro card na África. Esse é outro sucesso de bilheteria. São dois combates ‘blockbusters’ consecutivos do tipo que você conta para os seus netos sobre. Quem não assistiria isso? Depois disso, estaria sentado com dois cinturões, tipo: ‘O que faço em seguida?’. Esse, eu diria que é o meu objetivo a longo prazo dentro da minha mente”, concluiu o veterano.

    Para tirar o plano do papel, Usman precisa deixar a má fase no passado e desbancar o favorito Buckley, sete anos mais jovem, neste sábado. Embalado por seis vitórias seguidas, o americano tem no poder de fogo em pé sua maior arma. Por sua vez, o nigeriano aposta no wrestling para frear o ímpeto do rival no UFC Atlanta.

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  • Hall da fama, recordes e superlutas! Rafael dos Anjos traça objetivos para reta final da carreira

    Hall da fama, recordes e superlutas! Rafael dos Anjos traça objetivos para reta final da carreira

    Veterano dos esportes de combate, Rafael dos Anjos tem o discernimento que sua carreira está mais próxima da linha de chegada do que do ponto de partida. Prestes a completar 40 anos de idade justamente no dia de sua próxima luta, no próximo sábado (26), no UFC 308, em Abu Dhabi (EAU), o brasileiro possui objetivos bem traçados mentalmente a serem conquistados nesta reta final de trajetória. Ex-campeão dos pesos-leves (70 kg), ‘RDA’ revelou, em entrevista exclusiva à equipe Ag Fight, que dentre essas metas estabelecidas destacam-se: quebra de recordes, busca por superlutas e pleitear um espaço no ‘Hall da Fama’ do Ultimate.

    Outro objetivo estabelecido é conseguir concluir seu atual contrato junto à liga presidida por Dana White em alto nível. De acordo com o próprio, o vínculo vigente prevê mais cinco combates dentro do Ultimate. E o primeiro deles promete ser uma parada dura. Afinal de contas, em seu retorno aos meio-médios (77 kg), Rafael dos Anjos mede forças contra Geoff Neal, décimo colocado do ranking e seis anos mais jovem.

    “A princípio, tenho vontade de terminar meu contrato. Fazer essas cinco lutas, Deus me abençoando e tendo saúde, fazer essas últimas cinco. Resultados positivos já me colocam em uma posição melhor para conseguir uma superluta, uma luta de maior expoência. Esse também é um dos meus objetivos. Quero quebrar recordes. Acho que já tenho o de mais tempo de luta. De repente (buscar) o de mais vitórias, entrar para o Hall da Fama (do UFC). Esses são meus objetivos. Tenho essa luta de sábado agora e mais quatro (no contrato). Já até falei para o UFC, para o Dana e o Hunter, que não tenho vontade de lutar em outra organização. Quando acabar no UFC, acabei também. Já estou desde 2008 no UFC. Quando eu decidir me aposentar, vai ser de vez”, projetou ‘RDA’.

    Futuro como treinador?

    Depois de eventualmente pendurar as luvas, Dos Anjos não pretende se afastar dos esportes de combate. Muito pelo contrário. O maior plano do brasileiro é abrir uma academia em Austin, no Texas (EUA), onde mora atualmente, a fim de auxiliar outros atletas profissionais e também introduzir as artes marciais para pessoas comuns. Além da possível nova função de treinador, ‘RDA’ também não descarta a possibilidade de seguir ativo, mas em duelos de grappling, com e sem quimono.

    “Sou um cara muito ativo, gosto de treinar. Planejei abrir uma academia também, para ajudar outros lutadores a conquistarem os objetivos deles. Me manter envolvido com a luta, esse é meu objetivo (após a aposentadoria). Não é uma coisa fácil para o lutador para de lutar e assimilar isso, mas é inevitável. Mas estando ativo, de repente competindo (jiu-jitsu) com e sem quimono, dando um gás na academia, ajudando outros lutadores, atletas profissionais. Também quero ajudar pessoas comuns. Ao longo da minha carreira, vi o quanto a luta faz bem para as pessoas mais tímidas, como muda postura, é bom para a autoconfiança. Quero mudar a vida dessas pessoas através das artes marciais”, projetou o brasileiro.

    Casca-grossa

    Com pouco mais de duas décadas de carreira no MMA profissional, Rafael dos Anjos é visto por muitos como um dos grandes cascas-grossas de todos os tempos. Dono de um currículo vitorioso – com um cartel de 32 vitórias e 16 derrotas -, o ex-campeão peso-leve do UFC enfrentou muitos dos grandes nomes de sua geração, como Khabib Nurmagomedov, Donald Cerrone, Nate Diaz, Benson Henderson, Anthony Pettis, Eddie Alvarez, Colby Covington, Tony Ferguson, Kamaru Usman, Robbie Lawler, Leon Edwards, entre outros.

  • Renan Problema revela preferência por ‘superlutas’ e mira duelo com Ngannou em 2024

    Renan Problema revela preferência por ‘superlutas’ e mira duelo com Ngannou em 2024

    Renan Ferreira tem se mantido para lá de ocupado como lutador profissional ultimamente. E prova disso é que apenas em 2021, 2022 e 2023, ‘Problema’ disputou dez combates – uma média de mais de três por temporada. Para 2024, porém, o peso-pesado brasileiro almeja substituir a alta frequência no cage da PFL por confrontos mais emblemáticos como, por exemplo, contra Francis Ngannou, seu principal alvo no momento.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, o campeão do ‘GP’ dos pesados da PFL em 2023 destacou que o formato tende a desgastar mais os atletas pela necessidade de lutar constantemente. Sendo assim, ‘Problema’ sugere como alternativa as denominadas ‘superlutas’ para a próxima temporada, em busca de mais apelo midiático e, por tabela, um período maior de recuperação entre seus compromissos na empresa.

    “Já venho de três anos de GP. É muito cansativo, são muitas lutas durante o ano, lesões. Então para esse ano a questão das superlutas me enchem os olhos por ter mais um pouco de tempo para me recuperar. O que pintar, vou estar pronto. Mas as superlutas me enchem os olhos (risos). Tem se falado muito a respeito disso, é uma luta que todo mundo quer ver, o Francis Ngannou voltando ao MMA. Acho que sou um dos grandes nomes para fazer essa luta, pelo meu estilo agressivo, ele também tem um poder de nocaute fulminante. Então essa é a luta para acontecer em 2024”, analisou Renan.

    Superluta encaminhada contra Bader

    No dia 24 de fevereiro, em card com sede na Arábia Saudita, Renan ‘Problema’ terá a chance de disputar sua primeira ‘superluta’ da temporada, contra o campeão peso-pesado do Bellator, Ryan Bader. Caso vença e ‘unifique’ os títulos da parceria entre as organizações (PFL e Bellator), o brasileiro pode ganhar ainda mais destaque e postular como um dos favoritos a ‘recepcionar’ Ngannou em seu eventual retorno ao MMA.

  • Pupila de Jake Paul, campeã mundial de boxe assina contrato com a PFL

    Pupila de Jake Paul, campeã mundial de boxe assina contrato com a PFL

    Campeã mundial indiscutível do peso-pena e uma das grandes estrelas do boxe feminino na atualidade, Amanda Serrano assinou com a PFL e irá testar novamente suas habilidades no MMA. A notícia foi divulgada pela organização norte-americana em suas redes sociais e também confirmada pela própria atleta (veja abaixo ou clique aqui).

    Assim como seu empresário e mentor, Jake Paul, a porto-riquenha foi contratada para competir na divisão de superlutas, nos eventos de pay-per-view da PFL. Ainda não há data confirmada oficialmente para a estreia de Serrano na liga, mas especula-se que a lutadora faça seu retorno ao MMA – modalidade na qual já competiu três vezes no passado – no final deste ano ou início de 2024.

    Antes de atuar pela PFL, no entanto, a campeã mundial tem compromisso agendado no boxe neste sábado (5). No card liderado pelo duelo entre Jake Paul e Nate Diaz, Amanda Serrano colocará seus títulos da WBA, WBC, IBF, WBO, IBO e da The Ring em jogo contra Heather Hardy.

    “Eu estou oficialmente contratada pela PFL. Estou orgulhosa de fazer parte de uma companhia com grandes talentos, assim como Jake Paul. Estou empolgada por fazer parte da família PFL”, celebrou Amanda Serrano, em entrevista ao programa ‘The MMA Hour’.

    Motivação para assinar com a PFL

    Além da ligação de Jake Paul com a PFL, outros fatores pesaram na escolha de Amanda Serrano pela liga. Um deles era a possibilidade de voltar a competir no MMA sem abdicar de sua laureada carreira no boxe. Outro ponto importante era o desejo da lutadora de voltar a se desafiar esportivamente em uma modalidade na qual ainda possui muito a aprender, apesar de já ter competido e, até mesmo, vencido dois de seus três combates – surpreendentemente por finalização, inclusive.

    “O MMA é um esporte incrível. Eu tenho muito respeito por lutadores de MMA. Ter lutado MMA vindo do boxe, eu disse: ‘Uau’. O boxe é muito mais fácil. Mas eu amo o desafio do MMA, amo que eu posso fazer coisas diferentes, me desafiar, aprender coisas novas no MMA. E vencer lutas por finalização foi muito legal, porque eu venço lutas por decisão ou nocaute, mas vencer por finalização me fez sentir um pouco melhor”, explicou Amanda.

    Amanda Serrano estreou no MMA em abril de 2018, com um empate diante de Corina Herrera. Seis meses depois, a porto-riquenha venceu sua primeira luta na modalidade, ao finalizar Erendira Ordóñez. Depois de um hiato de quase três anos, a campeã mundial de boxe voltou a vencer por finalização no MMA, desta vez em combate contra Valentina García.

  • Larissa Pacheco se oferece para representar o PFL em superlutas: “Sou a bola da vez”

    Larissa Pacheco se oferece para representar o PFL em superlutas: “Sou a bola da vez”

    No dia 25 de novembro, Larissa Pacheco fez história ao se tornar a primeira mulher a derrotar Kayla Harrison no MMA profissional. Mas o feito da paraense parece ter passado despercebido por Donn Davis, presidente da companhia. Dias após o combate, o cartola ignorou o revés da judoca americana e ofereceu uma quantia milionária para realizar uma superluta entre a agora ex-campeã e Cris ‘Cyborg’. Chateada com a situação, peso-leve (70 kg) de 28 anos destacou que é a sua vez de protagonizar duelos desta magnitude.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Larissa admitiu que soube da proposta pública do presidente do PFL através da imprensa, e não via contato direto com a liga em que atua. Campeã, a brasileira opina que provou seu valor para merecer a oportunidade de representar a empresa em eventuais superlutas no lugar de Kayla.

    “Infelizmente fiquei sabendo disso pela mídia. Fiquei chateada, óbvio. Se ele está falando de superlutas e incluindo a Kayla, ele também tem que me incluir, a organização tem que me incluir, porque mostrei o que sou capaz de fazer. Está na hora de me incluir nesta jogada, estou à disposição delas, da organização. Eu só quero meu valor, não quero nada que não mereça. Depois dessa última luta eu mostrei que mereço muito”, avaliou a paraense.

    Ao todo, Donn Davis investiria cerca de R$ 20 milhões para tirar do papel uma possível luta entre Harrison e Cyborg. De olho em grandes desafios, Larissa se colocou, atualmente, no mesmo patamar da striker curitibana e demonstrou interesse em medir forças com a compatriota no futuro.

    “Com certeza, ela é uma grande atleta. Foi uma inspiração para mim, nunca tive muitos ídolos. Mas sempre a vi em um lugar que eu queria alcançar. E alcancei. Estou no mesmo patamar que ela, acredito. Sou a bola da vez, tem que dar essa chance para mim. Eu que deveria fazer essa superluta (com a Cyborg). Estou à disposição, só precisam aceitar”, cobrou Larissa.

    A recente vitória na final do ‘GP’ do PFL foi o terceiro confronto de Larissa contra Kayla. Nas duas primeiras oportunidades, em maio e dezembro de 2019, a judoca americana levou a melhor por decisão unânime dos juízes.

  • Distante de cinturões, Rafael dos Anjos mira superlutas e cita McGregor como alvo

    Distante de cinturões, Rafael dos Anjos mira superlutas e cita McGregor como alvo

    Aos 38 anos de idade, Rafael Dos Anjos recalculou a rota de sua carreira e traçou novos objetivos. Nesta quarta-feira (30), durante o ‘media day’ do UFC Orlando, que contou com a presença da Ag Fight, o brasileiro admitiu que, neste ponto de sua trajetória no esporte, dará prioridade a protagonizar superlutas ao invés de vislumbrar, como sempre fez, a conquista do cinturão da companhia.

    Ex-campeão peso-leve (70 kg) e ex-desafiante ao título dos meio-médios (77 kg) do Ultimate, ‘RDA’ destaca que seu histórico o faz se manter relevante em ambas as divisões. De olho em combates grandiosos na reta final de sua carreira, o atleta do Rio de Janeiro citou Conor McGregor, maior astro da modalidade, como um possível adversário no futuro.

    Os dois, inclusive, já foram escalados para se enfrentarem em 2016. Na ocasião, no UFC 196, o irlandês tentaria destronar Rafael, então campeão peso-leve da liga. No entanto, uma fratura no pé obrigou o brasileiro a se retirar do card e ser substituído por Nate Diaz, que acabou vencendo ‘Notorious’ e deu início a uma das principais rivalidades do Ultimate

    “Sou um ex-desafiante dessa divisão, lutei com os melhores da categoria. Cheguei num momento da minha carreira em que sou relevante em duas categorias. Se luto no peso-leve, as pessoas querem ver. Se luto nos meio-médios, sou um grande nome também (…) Veremos o que vem a seguir, o Conor deve lutar com 77 kg, não vejo ele lutando mais com 70 kg. Essa é uma luta que faz sentido”, explicou ‘RDA’, devido ao seu histórico com o irlandês, antes de adiantar que busca medir forças com veteranos daqui para frente.

    “Sim, definitivamente. Estou interessado em caras que têm o que oferecer, caras que já estão nessa há tempos. Sendo um ex-campeão, estando na companhia há tanto tempo, estou à procura de caras que fazem sentido para mim. Caras que também têm muitas lutas, lendas do esporte. É isso que miro agora”, completou.

    De volta aos meio-médios para encarar Bryan Barberena no UFC Orlando deste sábado (3), Dos Anjos admite que a mais recente derrota diante de Rafael Fiziev motivou sua decisão. Com um corte de peso menos exaustivo com 77 kg, o brasileiro fechou as portas para uma nova perseguição ao cinturão dos pesos-leves. 

    “Tive a última derrota contra o Fiziev. Foi minha última corrida pelo título naquela divisão. Busco lutar em um peso confortável para mim agora (…) Ninguém queria lutar com o Fiziev, fui o único que aceitou, por causa do ranking, do clubinho dos top 5 que só querem lutar entre eles. Perdi a luta e avisei: ‘Podem me tirar do ranking, vou lutar nos meio-médios’ (…) Não tenho planos de vencer o título naquela divisão (70 kg) mais, sendo sincero”, admitiu o carioca.

    Bryan Barberena e Rafael Dos Anjos protagonizam o ‘co-main event’ do UFC Orlando. O evento, que também conta com a participação dos brasileiros Matheus Nicolau, Amanda Ribas e Istela Nunes, será liderado pelo duelo entre Stephen Thompson e Kevin Holland.

  • Nate Diaz recorda luta com McGregor e diz que foi o pioneiro da “era das superlutas”

    Sempre afiado nas redes sociais, Nate Diaz fez questão de recordar um fato histórico do qual fez parte. Na última sexta-feira (20), foram completados cinco anos da revanche entre o americano e Conor McGregor, em confronto que foi cercado de muita expectativa, já que no primeiro embate entre eles, o ‘bad boy’ chocou o mundo e impôs a primeira derrota do irlandês no UFC. Por isso, o lutador não perdeu a chance de se autopromover.

    Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), Nate revelou que ele foi o responsável pela criação da ‘moda’ das superlutas nos esportes de combate por conta dos seus duelos contra McGregor. Vale destacar que o irlandês, até encarar o adversário, só atuava na divisão peso-pena (66 kg), onde era campeão. Porém, decidiu subir muito de peso para se testar eventualmente no leves (70 kg) e meio-médios (77 kg).

    Uma das comprovações da importância da revanche entre Diaz e McGregor é que, na época, ela atingiu o maior número de venda de pacotes de pay-per-view da história do Ultimate, com 1,6 milhão. Essa marca só foi superada dois anos depois, quando o irlandês enfrentou Khabib Nurmagomedov pelo cinturão do peso-leve e atingiu 2,4 milhões.

    “UFC 202 Diaz vs McGregor 2: o início da era das superlutas. De nada, Floyd (Mayweather), as irmãs (Jake e Logan) Paul e youtubers ao redor do mundo. É uma nova era. Eu te falei que eu ia mudar o jogo, Ariel Helwani. Eu posso não receber o crédito, mas eu vou pegar a p***a do crédito. Não esqueça que, quando eu enfrentei Conor, eu fui o maior nome que ele encarou também”, escreveu o americano.

    Atualmente, tanto Nate Diaz, quanto Conor McGregor estão sem expectativa de próximas lutas no UFC. O americano, em junho deste ano, foi derrotado por Leon Edwards, por decisão dos jurados. Já o irlandês, no mês seguinte da luta do ‘bad boy’, fraturou o tornozelo em combate diante de Dustin Poirier e segue em recuperação após cirurgia.

  • De olho em superlutas, Deiveson afirma: “Nocautearia o Cejudo e finalizaria Demetrious Johnson”

    De olho em superlutas, Deiveson afirma: “Nocautearia o Cejudo e finalizaria Demetrious Johnson”

    Mesmo com nova defesa de título diante de Brandon Moreno marcada para o dia 12 de junho, no UFC 263, Deiveson Figueiredo não deixa de lado a rivalidade com Henry Cejudo. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), o campeão peso-mosca (57 kg), que regularmente troca provocações com o americano pelas redes sociais, apostou no retorno do aposentado lutador à ativa e não escondeu sua torcida para que um duelo entre eles seja promovido pelo Ultimate no futuro.

    O paraense ainda analisou o momento vivido por outro atleta que reinou na sua categoria no passado: o veterano Demetrious Johnson, que foi derrotado recentemente pelo brasileiro Adriano Moraes, em disputa de título pelo ‘ONE Championship’. ‘Mighty Mouse’, como o americano é conhecido, é outro ex-campeão dos moscas que desperta o interesse de Deiveson para uma possível superluta no futuro, apesar de já não fazer mais parte do plantel do UFC.

    “Eu acho que muito em breve ele (Cejudo) vai estar voltando (a lutar). Talvez não na 57 kg, que é a que eu luto. Mas quem sabe na 61 (kg), na 66 (kg), ele esteja de volta. Eu acho que tamanho ele não tem para 66 (kg), mas eu espero que a minha primeira luta na casa dos 61 (kg) seja com ele. Que ele aceite lutar comigo. E que o Dana aceite pagar uma bolsa boa para nós. Que a gente possa se enfrentar. E você pode ter certeza que vai ser a luta da noite”, sentenciou Deiveson Figueiredo, antes de comentar sobre o revés sofrido por ‘Mighty Mouse’.

    “Surpreendeu (a derrota do Demetrious Johnson no ONE). Ele é um cara que tem um jogo bem versátil. Você não sabe se ele vai trocar ou se vai te colocar para baixo. E o brasileiro fez um jogo excelente. Se movimentou na frente dele e não deu oportunidade dele ser colocado para baixo. E entrou a mão, né. Entrou a mão e desligou a tomada. Desligou o ‘Minnie Mouse’ da tomada”, brincou o campeão.

    Acostumado a palpitar, e muitas vezes acertar, o resultado final de suas lutas, Deiveson foi convidado pela reportagem da Ag Fight a prever o provável desfecho das hipotéticas disputas contra Henry Cejudo e Demetrious Johnson. Com a confiança que lhe é característica, o campeão não titubeou ao cravar que venceria ambos pela via rápida.

    “O (Henry) Cejudo certamente seria nocauteado. E o Demetrious Johnson seria finalizado. Eu pegaria os dois de jeito”, afirmou o ‘Deus da Guerra’.

    Enquanto os potenciais duelos contra Cejudo e Johnson ficam apenas no imaginário dos fãs, Deiveson Figueiredo terá que defender mais uma vez seu cinturão diante do mexicano Brandon Moreno, na co-luta principal do UFC 263, que acontece no Arizona (EUA), no dia 12 de junho. No primeiro encontro entre eles, disputado em dezembro do ano passado, os pesos-moscas travaram uma intensa batalha que terminou empatada nas papeletas dos juízes, o que motivou a organização a promover a revanche imediata pelo título da divisão até 57 kg.