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  • Parceiro de Do Bronxs, Lipe Detona promete nova versão no UFC México: “Mais inteligente”

    Parceiro de Do Bronxs, Lipe Detona promete nova versão no UFC México: “Mais inteligente”

    Apesar de ter deixado uma boa impressão em sua estreia no Ultimate, em setembro do ano passado, o peso-mosca (57 kg) Felipe dos Santos – conhecido como ‘Lipe Detona‘ – enxergou a necessidade de evoluir e adaptar seu jogo para, quem sabe, repetir o sucesso na organização de seu companheiro de equipe Charles Do Bronxs. Por isso, a jovem promessa da ‘Chute Boxe Diego Lima’ promete apresentar uma versão aprimorada no octógono do UFC México, neste sábado (24), quando medirá forças com Victor Altamirano.

    Inicialmente escalado para buscar uma vaga no UFC através do Contender Series, em agosto, Lipe viu seu combate ser cancelado de última hora por conta de problemas com a saúde do seu adversário. A tristeza do alagoano, entretanto, durou pouco, já que logo na sequência foi contratado pelo principal evento de MMA do mundo e já com compromisso marcado, diante do angolano Manel Kape, na edição de número 293, realizada na Austrália.

    Apontado como azarão para o duelo e sem um camp de preparação voltado para enfrentar um dos principais atletas da divisão, o brasileiro surpreendeu com uma atuação memorável e, apesar de ter sido derrotado por pontos, recebeu elogios do presidente do UFC, Dana White. Mesmo assim, Lipe manteve os pés no chão e, com humildade, soube reconhecer suas falhas no combate de estreia na liga, apontando – em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui) – a necessidade de atuar de forma mais inteligente e menos afobada em sua segunda experiência no octógono mais famoso do mundo.

    “Eu vim melhorando bastante meu jogo. Acredito que nada é por acaso. Se eu tive meu primeiro revés, me fortaleceu bastante, foi onde me tornou um atleta mais inteligente, mais consciente. Para eu poder trabalhar melhor, trabalhar mais estrategicamente também. Não me expor mais, conseguir conectar mais golpes. A cada dia eu venho melhorando bastante. O que eu preciso é só ter paciência, tirar um pouco a ansiedade, para fazer uma boa luta. Eu só preciso estar calmo, para poder buscar um nocaute, não me expor tanto, ou até uma finalização. Podem ter certeza que vocês vão ver um estilo diferente, mais inteligente, com o nosso braço sendo levantado no final”, contou Lipe Detona.

    Promessa do MMA brasileiro

    Com apenas 23 anos, a mentalidade de Lipe Detona chama a atenção, assim como seus feitos dentro do cage, onde acumula um cartel de sete vitórias, um ‘no contest’ (sem resultado) e apenas uma derrota, justamente para Manel Kape na sua estreia pelo Ultimate. A autocrítica de que, mesmo com uma apresentação elogiada pelo presidente do UFC, era necessário evoluir em determinadas áreas mostra que a jovem promessa do MMA brasileiro está no caminho certo.

  • Volkanovski promete postura diferente de ex-rivais de Makhachev: “Não vou entrar em pânico”

    Volkanovski promete postura diferente de ex-rivais de Makhachev: “Não vou entrar em pânico”

    No próximo dia 12 de fevereiro, Alexander Volkanovski terá a oportunidade de conquistar seu segundo título em categorias diferentes no UFC. Para isso, o campeão peso-pena (66 kg) terá que superar o embalado lutador russo Islam Makhachev, dono do cinturão dos leves (70 kg) da entidade. Ciente da capacidade do adversário, principalmente no grappling, o australiano promete estar preparado para encarar situações de adversidade durante a disputa.

    Ao podcast ‘Believe You Me’, Volkanovski reconheceu o talento de Makhachev no jogo de quedas e admitiu que, mesmo com o objetivo de evitar ser derrubado pelo rival, pode acabar ficando em posição de desvantagem no solo em algum momento, como ocorreu com os últimos oponentes vencidos pelo russo. Porém, ‘The Great’ confia que conseguirá ter um diferencial em relação às vítimas recentes do campeão dos leves: a tranquilidade para assimilar o momento de perigo e tentar reverter a situação.

    “Muitas pessoas apenas evitam a luta de chegar lá (no chão). Eu penso, tipo, se a luta não for para lá, isso é um bônus, mas eu preciso estar preparado e pronto para isso se ela for para o chão porque existe uma boa chance. Existe uma boa chance que ele consiga uma queda. Ele talvez consiga uma rasteira, o que quer que seja. Eu não ficaria surpreso se ele não conseguisse, eu estou trabalhando em tudo neste momento. Mas se ele conseguir, eu te garanto: eu vou me manter calmo, sereno e eu vou trabalhar para c*** para voltar em pé, e eu não vou entrar em pânico”, prometeu Volkanovski.

    A confiança do australiano se baseia na sua preparação e na aceitação prévia de que o russo pode, sim, ser bem-sucedido em uma tentativa de queda durante o combate. Na visão de Volkanovski, os adversários anteriores de Islam não estavam prontos para o caso de serem derrubados e, por isso, quando Makhachev conseguia levar a luta para o chão, eles se desesperavam e não sabiam como reagir.

    “Você não vai me ver perdendo a calma, nada desse tipo, por causa da quantidade de horas que eu estou treinando, é por isso que eu sou tão calmo. Preparação é tudo. É só que muitas pessoas não se preparam como elas deveriam. Muitas pessoas pensam: ‘Eu não vou ser derrubado’. Mas e se você for? Esteja pronto. Exceto por mim. Nós sabemos o que ele quer fazer. Então, mesmo que ele me leve para o chão, eu vou estar mais do que preparado, mais do que pronto”, afirmou o australiano.

    O duelo entre Alexander Volkanovski e Islam Makhachev, marcado para o UFC 284, na Austrália, colocará frente a frente duas das maiores sequências positivas ativas da organização. Soberano nos penas, o australiano soma 12 confrontos vencidos de forma consecutiva na organização. Por sua vez, o russo chegou à 11ª vitória seguida ao vencer Charles ‘Do Bronx’, em outubro, resultado que lhe garantiu o título do peso-leve do Ultimate.

  • Com bom início no UFC, Karol Rosa prega paciência, mas crava: “Vou ser campeã”

    Com bom início no UFC, Karol Rosa prega paciência, mas crava: “Vou ser campeã”

    Jovem promessa do MMA feminino brasileiro na categoria peso-galo (61 kg), Karol Rosa pode chegar à terceira vitória consecutiva, em sua ainda curta trajetória no Ultimate, neste sábado (6), ao encarar Joselyne Edwards, pelo card do UFC Vegas 18. No entanto, mesmo com uma possível ampliação de sua sequência positiva na entidade, a capixaba pode continuar fora do ranking da categoria na próxima atualização, tendo em vista que, assim como suas rivais anteriores, a panamenha ainda não goza de significativo prestígio na organização.

    O cenário deve mudar assim que o UFC colocar no caminho da brasileira adversárias mais renomadas na categoria, o que, de acordo com a peso-galo, ficará totalmente a cargo da organização. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Karol descartou aderir à prática de desafiar potenciais oponentes e pregou paciência para seguir sua trajetória ascendente dentro da principal liga de MMA do mundo.

    Com a tranquilidade de quem tem o tempo ao seu lado, a jovem promessa, de 26 anos, esbanjou confiança no seu futuro no Ultimate. Sem pressa para atingir seus objetivos, Karol afirmou não ter dúvidas que chegará ao título da organização, mais cedo ou mais tarde.

    “Não tenho o costume de ficar desafiando. Mas uma certeza que eu e o meu mestre temos é que eu vou ser campeã da categoria. Isso é certo. Só que a gente não tem pressa. Então, quem eles colocarem para mim está bom. Acredito que eles devem me colocar com uma top 10 ou top 15 (em caso de nova vitória). Mas eu sei que vou chegar, eu sei que vou ser campeã. Então, eu não tenho pressa. Quem eles colocarem está bom”, cravou Karol Rosa.

    A confiança no futuro se reflete no presente. Escalada originalmente para medir forças com a ex-campeã peso-mosca (57 kg) Nicco Montaño, Karol viu sua adversária ser retirada do combate de última hora, sendo substituída por Joselyne Edwards. A mudança repentina não afetou o otimismo da capixaba, que se enxerga superior à rival em todas as áreas da luta.

    “Pelas lutas que eu vi, ela não tem muito chão, gosta de ficar mais na trocação. Se ela quiser ficar na luta em pé, eu me garanto também. Eu não subestimo ninguém, porque luta é luta. Mas eu estou bem preparada, em questão de nível eu acho que estou bem na frente dela. Porque eu acredito que sou mais completa, tenho um chão bom, sou faixa-preta, consigo botar o meu jiu-jitsu quando preciso. Então, eu acho que sou mais completa do que ela”, afirmou a atleta da equipe PRVT.

    No MMA profissional desde 2012, Karol Rosa soma 13 vitórias e três derrotas em seu cartel. Pelo UFC, onde estreou em agosto de 2019, a peso-galo venceu seus dois compromissos até o momento, ambos contra lutadoras também nascidas no Brasil: Lara Procópio e Vanessa Melo, respectivamente.

  • Thomas Almeida promete manter estilo agressivo, mas avisa: “Estou mais calmo”

    Thomas Almeida promete manter estilo agressivo, mas avisa: “Estou mais calmo”

    Após iniciar sua trajetória no UFC com quatro vitórias consecutivas, Thomas Almeida viu uma combinação ruim de resultados e uma sequência de lesões atrapalharem sua ascensão na entidade. Agora, depois de ficar afastado dos octógonos por mais de dois anos, o atleta da ‘Chute Boxe São Paulo’ retorna diante do mexicano Alejandro Perez no próximo dia 11 de outubro, na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), de olho em recuperar o bom momento vivido em seu início pelo Ultimate.

    Conhecido por sua agressividade dentro do octógono, especialmente na trocação, ‘Thominhas’ promete manter o estilo em sua volta, mas agora aliado a um toque de experiência. De acordo com o paulista, os longos anos dedicados ao esporte, assim como a ausência dos octógonos forçada pelas lesões, contribuíram para que ele chegue para o novo compromisso com mais tranquilidade e frieza para explorar as brechas do adversário.

    “Eu me considero um atleta experiente. Tenho 25 lutas de MMA e 30 de Muay Thai. Comecei muito cedo e conquistei uma grande bagagem. Sempre fui um lutador muito agressivo e a minha essência continua a mesma. Porém, estou mais frio e mais calmo. Vou impor meu jogo e procurar explorar as deficiências do adversário com muita precisão e inteligência”, prometeu Thomas, antes de analisar o confronto contra Alejandro Perez.

    “Vou sempre em busca do nocaute. A trocação é o meu carro-chefe e isso não vai mudar. Claro que uma finalização também será bem-vinda. Sei que o Alejandro (Perez) é um lutador duro. Acho que posso usar minha maior envergadura para aproveitar as brechas no jogo e colocar o meu ritmo nessa luta. Vou em busca de uma vitória por via rápida desde o início do duelo”, afirmou o peso-galo (61 kg).

    Mesmo com o longo período afastado da ação, ‘Thominhas’ segue recebendo o carinho dos fãs, que aguardam ansiosamente o seu retorno ao octógono do UFC. Grato pelo reconhecimento, o lutador promete recompensá-los com uma grande apresentação.

    “Eu agradeço a todos os meus fãs, que torceram por mim e esperaram meu retorno. Essa energia positiva só me incentivou a voltar ainda mais forte. Podem ter certeza que vou retribuir todo esse carinho dentro do octógono. Estou treinando muito para trazer mais um grande show para o público. Estou só aguardando o dia da guerra”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2011, Thomas Almeida soma 21 vitórias e três derrotas em seu cartel. Pelo UFC, onde compete desde 2014, o peso-galo venceu seus quatro primeiros combates e depois sofreu os três únicos reveses da carreira em suas últimas quatro apresentações.