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  • Royce Gracie relembra ‘bronca’ em Anderson Silva após brincadeira na internet; veja

    Royce Gracie relembra ‘bronca’ em Anderson Silva após brincadeira na internet; veja

    Criado em uma das mais tradicionais e respeitadas famílias da história das artes marciais, responsável pela difusão do jiu-jitsu pelo mundo, Royce Gracie provou nas primeiras edições do UFC que estava disposto a enfrentar qualquer um. E mesmo com o passar dos anos, a coragem do faixa-preta parece ter se mantido intacta, mesmo diante de um potencial rival considerado por muitos como o melhor lutador de MMA de todos os tempos e ainda no seu auge físico e técnico.

    Em participação no podcast de Kyra Gracie, Royce recordou uma história na qual confrontou o então campeão peso-médio (84 kg) do UFC Anderson Silva por conta de uma brincadeira feita pelo compatriota na internet. De acordo com o veterano, a bronca no ‘Spider’ aconteceu em Abu Dhabi (EAU), em 2010, quando o paulista ainda estava no auge de sua carreira. Curiosamente, ambos eram vizinhos em Palo Verde, na Califórnia (EUA). Porém, nem a boa relação entre eles, fez com que o paulista escapasse do ‘enquadro’.

    “Adoro o Anderson Silva. As crianças do Anderson Silva estudaram com meus filhos, mesma escola. Mas o Anderson Silva fez uma gracinha na internet uma vez, me imitando, imitando o Wanderlei Silva. Eu não gostei muito (risos). Aí eu estava lá em Abu Dhabi. Era o Renzo (Gracie) que ia lutar, eu acho. (…) Passei, apertei a mão dos caras – o Renzo não estava, já tinha saído fora, mas o Anderson Silva estava lá. Eu passei, apertei a mão dele, cumprimentei todo mundo. Quando estava indo embora, eu lembrei. Voltei e falei: ‘Vem cá, Anderson. Aquela gracinha que tu fez, cara’. Aí ele: ‘Não, não. Desculpa, mestre. Com todo respeito. Desculpa, eu estava brincando’. Eu falei: ‘Cara, (essa) brincadeira. Não gostei muito não’. Aí ele: ‘Deixa para lá, então’”, contou Royce.

    30 anos da 1ª conquista no UFC

    No último domingo (12), o primeiro título de Royce Gracie no UFC completou 30 anos, marcando também o trigésimo aniversário da organização, que foi inicialmente criada por Rorion, irmão mais velho do faixa-preta, e atualmente está sob controle da Endeavor. Na ocasião, o franzino faixa-preta chocou o mundo ao finalizar três adversários na mesma noite – Art Jimmerson, Ken Shamrock e Gerard Gordeau – utilizando o até então desconhecido jiu-jitsu brasileiro para superar a desvantagem física para os rivais.

    Royce ainda venceria os torneios do UFC 2 e 4 para consolidar ainda mais seu legado, que foi premiado em 2003, com a introdução ao Hall da Fama da organização. Assim como Anderson Silva, o importante membro da família Gracie também é citado frequentemente na lista dos maiores lutadores de todos os tempos, principalmente pelo seu papel nos primórdios do esporte, que ainda era conhecido à época como Vale Tudo e só depois viria a ser chamado de MMA.

  • Jéssica Bate-Estaca celebra fim da má fase com vitória no UFC 295: “Alívio”

    Jéssica Bate-Estaca celebra fim da má fase com vitória no UFC 295: “Alívio”

    No último sábado (11), Jéssica Andrade entrou em ação com o peso da pior sequência de resultados da sua carreira nas costas. Três derrotas seguidas e incertezas que pairavam sobre o momento da ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate. Mas toda a pressão acumulada se transformou em alívio após o UFC 295, em Nova York (EUA), depois que ‘Bate-Estaca’ fez as pazes com a vitória ao desbancar a compatriota Mackenzie Dern no card principal do evento sediado no ‘Madison Square Garden’.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight após o show, a brasileira exaltou o fim da má fase com um triunfo pela via rápida – nocaute técnico no segundo assalto. Aliviada, Jéssica, além de defender sua quinta colocação no ranking, agora busca voltar a figurar entre as postulantes ao cinturão no pelotão de elite da categoria até 52 kg.

    Nossa, meu Deus. Que alívio, de verdade. É muito bom ganhar. Estava vindo de três derrotas, pela primeira vez na minha carreira. (Lidar) com três derrotas foi muito para mim. Mas me trouxe muita energia, muita vontade de vencer e deu tudo certo essa noite (…) Sei o quanto sou forte. Espero que o UFC volte a me enxergar da mesma forma que me enxergava antes, como uma campeã, e que me dê a oportunidade de disputar o cinturão ano que vem”, desabafou a paranaense.

    Pela estabilidade financeira

    O confronto diante de Mackenzie marcou a quinta aparição somente em 2023 de Bate-Estaca no octógono mais famoso do mundo. A alta frequência no ano foi justificada pela ex-campeã às vésperas do UFC 295. Com gastos de pensão e trâmites burocráticos do divórcio com sua ex-esposa, a brasileira admitiu que boa parte de seus rendimentos eram dedicados a solucionar o imbróglio no âmbito pessoal. Para 2024, Jéssica busca uma estabilidade financeira para guinar também sua carreira novamente.

    “Espero muito que esse divórcio saia logo. Espero que o advogado consiga acabar com isso o mais rápido possível. Com certeza, acho que vou conseguir me estabilizar bem (financeiramente), vou estar bem (risos). Aí é só alegria, mas acho que vou conseguir me estabilizar bem, passar a virada do ano bem, feliz, com a minha família e meu mestre. E vai dar tudo certo”, projetou a atleta da ‘PRVT’.

    Aos 32 anos, Bate-Estaca desponta como uma das pioneiras do MMA feminino dentro do UFC. Em seu currículo como profissional da modalidade, a brasileira acumula 25 vitórias e 12 derrotas no cartel.

  • Diego Lopes explica entrevista em espanhol no UFC 295: “Represento Brasil e México”

    Diego Lopes explica entrevista em espanhol no UFC 295: “Represento Brasil e México”

    Com apenas três lutas disputadas no UFC, o peso-pena (66 kg) Diego Lopes já desponta como uma das grandes promessas para o futuro da categoria. Além do talento demonstrado dentro do octógono, o brasileiro radicado no México conta com o apoio dos fãs dos dois países para manter sua ascensão na organização presidida por Dana White. Por isso, o manauara visa agradar ambos os públicos.

    Ciente da importância de se comunicar com os torcedores dos dois importantes mercados para o Ultimate, Diego Lopes optou por revezar entre sua língua materna e o espanhol falado na pátria que o acolheu há alguns anos durante seus compromissos oficiais com a imprensa. A decisão, de acordo com ele, é uma forma de retribuir o carinho e apoio que recebe tanto no Brasil como no México.

    “Eu tomei a decisão que represento os dois públicos, represento tanto o Brasil quanto o México. Minha luta passada, se vocês prestarem atenção, todas as minhas entrevistas foram em português – na coletiva de imprensa, tudo foi em português. Então, para essa agora, a minha opção foi fazer em espanhol para interagir mais com o público (mexicano) também”, explicou Diego, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), antes de continuar.

    “E assim vai ser, sempre que seja possível, vou estar fazendo uma em português, uma em espanhol, até eu aprender o inglês, que eu já estou aprendendo. Mas, por agora, para o pessoal não ficar bravo: não é que eu não quero falar português. É que eu também quero demonstrar meu carinho e respeito pelo pessoal que tem me ajudado bastante (no México). Eles me ajudaram a me catapultar até aqui. A próxima é em português para toda a galera do Brasil“, prometeu o manauara.

    Início animador no UFC

    Apesar de ter perdido na sua estreia, em combate duro contra o top 10 do peso-pena Movsar Evloev, Diego Lopes tem chamado a atenção da comunidade das lutas desde que iniciou sua trajetória no principal evento de MMA do mundo. Apesar do revés, o atleta da ‘Lobo Gym MMA’ impressionou pela boa apresentação diante de um rival invicto e por ter aceitado o combate de última hora. Já com camps completos, o brasileiro radicado no México venceu dois compromissos na sequência, ambos pela via rápida no primeiro round, o último deles no sábado (11), pelo card principal do UFC 295, em Nova York (EUA), no qual nocauteou Pat Sabatini.

  • Alex Poatan defende árbitro após polêmica interrupção no UFC 295: “Acertou”

    Alex Poatan defende árbitro após polêmica interrupção no UFC 295: “Acertou”

    Na noite do último sábado (11), Alex Pereira fez história ao nocautear Jiri Prochazka na luta principal do UFC 295, em Nova York (EUA), e se tornar o primeiro lutador brasileiro homem a conquistar dois cinturões em categorias diferentes na organização – e apenas o 9º em todos os tempos entre todas as nacionalidades. Porém, o triunfo que lhe garantiu o título dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate foi parcialmente ofuscado pela ação do árbitro Marc Goddard, que na opinião de parte da comunidade do MMA interrompeu o combate de forma prematura. Ciente da polêmica, ‘Poatan’ saiu em defesa do profissional.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Alex Poatan concordou com a intervenção do mediador da disputa que colocou um ponto final no duelo contra o tcheco ainda no segundo round. Para o brasileiro, Goddard acertou ao tomar a decisão de interromper o combate no momento em que Jiri Prochazka se viu em uma condição vulnerável, já abalado pelos potentes golpes desferidos pelo paulista, preservando, assim, a integridade física do ex-campeão.

    Com certeza o árbitro acertou. Tinha muita coisa para acontecer ainda, nós dois ali no gás. E o árbitro está ali para isso. Imagina eu por cima (na montada) e o cara sentindo as porradas. Eu ia começar a bater ali e, de repente, até machucar o cara. Então, acho que foi tudo correto, foi bem profissional”, afirmou o novo campeão peso-meio-pesado do UFC.

    Polêmica encerrada?

    Vale destacar que, apesar das críticas de parte da comunidade do MMA ao árbitro, o próprio Jiri Prochazka, demonstrando ‘fair play’, evitou jogar a culpa de sua derrota no mediador da disputa do ‘main event’ do UFC 295. Tanto na entrevista pós-luta, ainda no octógono montado no Madison Square Garden, como nas redes sociais, o lutador tcheco reconheceu que ‘apagou’ durante a brutal sequência de ataques de Alex Poatan e concordou com a interrupção do juiz.

  • Dana White ‘frustra’ Poatan ao indicar Jamahal Hill como possível adversário no UFC

    Dana White ‘frustra’ Poatan ao indicar Jamahal Hill como possível adversário no UFC

    Alex Pereira foi claro após conquistar o cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, no último sábado (11), em Nova York (EUA). Ainda no octógono, o brasileiro, que nocauteou Jiri Prochazka no segundo round, desafiou Israel Adesanya para uma luta na atual divisão. No entanto, Dana White, líder da empresa, indica um adversário diferente para ‘Poatan’ enfrentar em sua primeira defesa de título da categoria.

    Sem titubear, o cartola afirma que a luta a se fazer para o brasileiro nos meio-pesados do UFC não é contra o nigeriano, seu eterno rival, e sim com Jamahal Hill, seu desafeto. E o provável duelo entre os tops da divisão faz sentido. Vale destacar que ‘Poatan’ disputou o título da categoria com o tcheco, porque ‘Sweet Dreams’, ex-campeão dela, sofreu uma grave lesão no tendão de Aquiles e vagou o valioso objeto. De qualquer forma, o cartola não fecha as portas para uma hipotética trilogia envolvendo Alex e Adesanya no futuro.

    “Adesanya está em uma categoria abaixo dele agora, nós vimos isso. Jamahal Hill, quando ele estiver pronto, é a luta que faz sentido. Aparentemente, está indo bem (recuperação da lesão). Tudo é possível. Alex subiu de categoria. Não vejo Adesanya subindo de categoria, mas não sei. Tenho certeza que as pessoas querem ver isso novamente. Veremos quando Adesanya voltar, o que ele quer fazer, onde está sua cabeça”, declarou o cartola na coletiva de imprensa pós-UFC 295.

    Atrito entre ‘Poatan’ e Hill

    A animosidade entre os lutadores se tornou evidente, quando ‘Poatan’ anunciou sua subida do peso-médio (84 kg) para os meio-pesados. A partir daí, Hill começou a tratar o brasileiro como um potencial oponente. O cenário ficou hostil em janeiro, quando o americano venceu Glover Teixeira, no Brasil, e se tornou campeão da categoria. Chateado com a derrota do amigo, mentor no MMA e parceiro de treino, Alex, que também estava no octógono, encarou Jamahal de forma tensa. Agora, os atletas constantemente se provocam.

    Registro de Hill no MMA

    Jamahal Hill, de 32 anos, é ex-campeão dos meio-pesados do UFC e um dos strikers mais perigosos do MMA. ‘Sweet Dreams’ iniciou sua trajetória no esporte em 2017, estreou na organização em 2020 e construiu um cartel composto por 12 vitórias, uma derrota e um ‘no contest’ (sem resultado). Seus principais triunfos foram sobre Glover Teixeira, Johnny Walker, Ovince Saint Preux e Thiago ‘Marreta’.

  • Fairplay! Prochazka admite que ‘apagou’ com golpes aplicados por Poatan no UFC 295

    Fairplay! Prochazka admite que ‘apagou’ com golpes aplicados por Poatan no UFC 295

    Jiri Prochazka não conseguiu protagonizar um retorno triunfal ao UFC. Sem lutar desde junho de 2022, o tcheco voltou à ação no último sábado (11), em Nova York (EUA), mas acabou nocauteado por Alex Pereira, desperdiçando assim a chance de se tornar campeão dos meio-pesados (93 kg) da companhia pela segunda vez. É bem verdade que o desfecho do combate foi um tanto quanto polêmico, mas ‘Denisa’ mostrou fairplay ao comentar o lance.

    No segundo round, Prochazka avançou no octógono e encurralou o brasileiro na grade. No entanto, ao atacar, o tcheco se descuidou e caiu ao receber um cruzado de ‘Poatan’. No solo, ‘Denisa’ agarrou o oponente, porém levou uma dura sequência de cotoveladas. Sendo assim, o árbitro interrompeu o duelo, declarando Alex como vencedor. Contudo, Jiri reagiu imediatamente, como se nada tivesse acontecido. Mesmo chateado, o atleta minimizou a polêmica ao negar que foi prejudicado, reconhecendo que Marc Goddard acertou em encerrar a luta.

    Eu acho que esse final foi certo. Eu estava apagado, mas nunca vou parar. Se eu morrer, meu corpo ainda vai funcionar. Não importa para mim, vou trabalhar nisso e voltar mais forte do que nunca. Agora, obrigado Alex por essa luta. Tive um grande aprendizado com essa luta. Eu vou voltar”, declarou o ex-campeão do UFC, ainda no octógono, em entrevista pós-luta.

    Novo pronunciamento

    E se enganou quem achou que o tcheco mudaria de opinião ao rever o desfecho da luta com a cabeça mais fria. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Prochazka se pronunciou e permaneceu com a mesma postura, não dando desculpas para justificar o revés para ‘Poatan’ e livrando o árbitro de qualquer culpa das acusações de ter interrompido o combate de forma precoce. 

    “Olá pessoal, só quero agradecer a todos vocês pelo apoio. Para mim, isso é apenas motivação. Nada mais. Marc Goddard estava certo. Talvez mais dois ou três segundos e seria diferente, mas o que aconteceu, aconteceu. Aceito isso. Voltarei mais forte do que nunca. Obrigado pelo apoio”, comunicou o atleta em sua conta oficial no ‘Instagram’.

    Registro de Prochazka no MMA

    Jiri Prochazka, de 31 anos, protagonizou uma ascensão meteórica no UFC. O tcheco estreou pela companhia em 2020 e se tornou campeão dos meio-pesados em 2022, em sua terceira luta nela. Mas, em sua quarta aparição no octógono, o atleta perdeu para Alex ‘Poatan’. Pela organização, ‘Denisa’ nocauteou Volkan Oezdemir, Dominick Reyes e finalizou Glover Teixeira em sequência. No Rizin FF, o lutador também conquistou o cinturão da categoria e nocauteou Bruno Cappelozza, Muhammed ‘King Mo’ Lawal e Vadim Nemkov.

  • Dana White acena com possibilidade de Poatan defender cinturão dos meio-pesados no Brasil

    Dana White acena com possibilidade de Poatan defender cinturão dos meio-pesados no Brasil

    Ao que parece, a alta cúpula do UFC já começou a avaliar as opções referentes ao próximo compromisso de Alex Pereira no octógono. No último sábado (11), em Nova York (EUA), o brasileiro se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg) ao vencer Jiri Prochazka. Sendo assim, Dana White, ciente da popularidade de ‘Poatan’, não descartou a ideia de realizar a primeira defesa de título da categoria do mesmo no Brasil.

    Dana reconhece que uma possível luta do atleta no Brasil faz sentido, porque, hoje, ele é um dos destaques do país no UFC e impressiona tanto nas redes sociais, quanto no octógono. Curiosamente, ‘Poatan’, pela organização, já atuou três vezes no lendário ‘Madison Square Garden’, porém jamais performou ‘em casa’. Mas, com a importância do mercado brasileiro para a empresa, constante renovação do MMA nacional e com o paulista sendo um dos pilares dela, tal retrospecto pode mudar. De qualquer forma, o cartola ainda não definiu o futuro do profissional.

    “Sim, ele vai. Tenho falado muito sobre o Brasil. Estamos em uma grande fase de reconstrução no Brasil neste momento e obviamente ter outro campeão agora é um grande negócio. Ele é um cara popular. Esta noite foi definitivamente uma grande noite para o Brasil”, declarou o cartola, na coletiva de imprensa pós-UFC 295.

    Histórico de ‘Poatan’ no UFC

    Alex Pereira, de 36 anos, se tornou campeão do peso-médio (84 kg) do UFC em 2022 e, um ano depois, conquistou o cinturão dos meio-pesados da companhia, em sua sétima aparição no octógono. No Ultimate desde 2021, o brasileiro venceu lutadores renomados como Jan Blachowicz, Jiri Prochazka, Israel Adesanya e Sean Strickland.

  • Poatan explica desafio para Adesanya após conquista de cinturão do UFC

    Poatan explica desafio para Adesanya após conquista de cinturão do UFC

    Alex Pereira está decidido a manter viva a rivalidade com Israel Adesanya. Tanto que, no último sábado (11), em Nova York (EUA), o brasileiro, que se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC ao vencer Jiri Prochazka, mal comemorou a conquista do título da categoria e já desafiou ‘The Last Stybender’ para uma possível luta.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), ‘Poatan’ explicou a razão de trazer o nome do rival à tona. Sincero, o brasileiro informou que o motivo que o levou a desafiar o atleta foi o fato dele ter anunciado seu afastamento do UFC por tempo indeterminado. Como é contra tal ideia e a rivalidade entre eles está empatada na empresa, o campeão dos meio-pesados deixa claro que está disposto a realizar a trilogia no MMA não só para desempatá-la, mas, principalmente, para fazer com que o nigeriano permaneça em atividade.

    “Tenho muito respeito pelo Adesanya. É um cara que tem uma história fantástica. Em algumas entrevistas, ele falou que eu estaria em um bar, bebendo, então ele me motivou de alguma forma a entrar no UFC, conquistar o cinturão dos médios e agora estar aqui, com mais uma conquista. Acho que devo algo para ele. Ele deu uma declaração falando que voltaria em 2027, mas acho que é um talento que não pode ficar parado. Todos gostam de vê-lo lutar, sempre dando show. Estou aqui para motivá-lo. Acho que estou sendo bem respeitoso. É um cara que não pode ficar parado. A hora que ele achar que está bem, preparado. Eu faria isso”, declarou o campeão do UFC.

    Longa rivalidade

    Ao todo, Adesanya e ‘Poatan’ disputaram quatro lutas nos esportes de combate. No kickboxing, o brasileiro venceu ‘The Last Stylebender’ duas vezes. Já no MMA, pelo UFC, Alex destronou o nigeriano ao nocauteá-lo, em 2022, no quinto e último round. Mas, na revanche imediata, realizada em abril, Israel deu o troco, vencendo o rival pela primeira vez na carreira e da mesma forma, no segundo assalto.

    Registro de ‘Poatan’ no MMA

    Alex Pereira, de 36 anos, se tornou campeão do peso-médio do UFC em 2022 e, um ano depois, conquistou o cinturão dos meio-pesados da companhia, em sua sétima aparição na liga. No Ultimate desde 2021, o brasileiro venceu lutadores renomados como Jan Blachowicz, Jiri Prochazka, Israel Adesanya e Sean Strickland.

  • Adesanya provoca em resposta ao desafio feito por Poatan no UFC

    Adesanya provoca em resposta ao desafio feito por Poatan no UFC

    No último sábado (11), em Nova York (EUA), Alex Pereira se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC ao nocautear Jiri Prochazka no segundo round e, sem perder tempo, revelou seu próximo alvo. O brasileiro, ainda no octógono, desafiou Israel Adesanya para uma luta, mostrando que a rivalidade entre eles não foi encerrada após quatro confrontos nos esportes de combate. Ciente da posição de ‘Poatan’, o nigeriano respondeu de imediato.

    Apesar de ter anunciado seu afastamento do UFC por tempo indeterminado, Adesanya, por meio de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), aproveitou para provocar o brasileiro. Como nocauteou ‘Poatan’, em abril, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) publicou uma montagem do mesmo caído no octógono com uma peruca loira e com o dizer ‘Let It Go’, fazendo referência a personagem Elsa e ao filme ‘Frozen’. Apesar do mistério em torno da data de seu retorno ao octógono, o nigeriano garante que não vai se aposentar.

    Rivalidade intensa

    Ao todo, Adesanya e ‘Poatan’ disputaram quatro lutas nos esportes de combate. No kickboxing, o brasileiro venceu ‘The Last Stylebender’ duas vezes. Já no MMA, pelo UFC, Alex destronou o nigeriano ao nocauteá-lo, em 2022, no quinto e último round. Mas, na revanche imediata, realizada em abril, Israel deu o troco, vencendo o rival pela primeira vez e da mesma forma, no segundo assalto.

    Registro de Adesanya no MMA

    Israel Adesanya, de 34 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O ex-campeão do peso-médio estreou no UFC em 2018 e defendeu o título da categoria em cinco oportunidades. No esporte, o nigeriano construiu um cartel composto por 24 vitórias, sendo 16 por nocaute, e três derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Alex ‘Poatan’, Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Rob Wilkinson, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.

  • Nova rival! Kayla Harrison encara ex-lutadora do UFC em ‘supercard’ da PFL

    Nova rival! Kayla Harrison encara ex-lutadora do UFC em ‘supercard’ da PFL

    Originalmente escalada para enfrentar Julia Budd no ‘supercard’ que receberá as finais dos torneios da temporada 2023 da PFL, no dia 24 de novembro, Kayla Harrison tem nova adversária para o evento que será sediado em Washington (EUA). Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), a entidade anunciou que Aspen Ladd substituirá a ex-detentora do cinturão peso-pena (66 kg) do Bellator como próxima oponente da bicampeã do GP peso-leve (70 kg) da Professional Fighters League.

    O duelo entre Harrison e Ladd será disputado no peso-casado (até 68 kg). Esta será a primeira apresentação da judoca bicampeã olímpica em 2023. A última luta de Kayla foi em novembro do ano passado, quando foi derrotada pela brasileira Larissa Pacheco na final do torneio peso-leve da temporada 2022 da PFL, perdendo também sua invencibilidade no MMA profissional.

    Supercard da PFL

    Além do retorno da bicampeã Kayla Harrison ao cage, o evento do dia 24 de novembro trará as finais dos torneios da temporada 2023 da PFL, onde os vencedores de cada categoria receberão o cinturão e o prêmio de 1 milhão de dólares. Outra atração do supercard será a estreia do ex-peso-médio (84 kg) do UFC Derek Brunson na liga, em combate contra Ray Cooper III.