Blog

  • Holloway defende Volkanovski de desconfiança após sofrer nocaute: “Como apostar contra?”

    Holloway defende Volkanovski de desconfiança após sofrer nocaute: “Como apostar contra?”

    Max Holloway tem em Alexander Volkanovski seu maior rival no MMA e, no currículo, três derrotas para o mesmo. Contudo, apesar da freguesia, o havaiano reconhece a grandeza do campeão do peso-pena (66 kg) do UFC, que vem sendo visto com desconfiança por parte da comunidade do MMA para a luta contra Ilia Topuria, no dia 17 de fevereiro, na Califórnia (EUA). Tudo porque o australiano perdeu para Islam Makhachev, em outubro, via nocaute no primeiro round.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o ex-campeão do peso-pena e atual número um da categoria fez questão de defender Volkanovski. De acordo com Holloway, o australiano não está acabado ou fragilizado por conta da segunda derrota para Makhachev, ocorrida no peso-leve (70 kg), com ele assumindo a luta faltando poucos dias para ser realizada e sem ter feito um camp completo. Vale pontuar que, na divisão que lidera, ‘The Great’ está invicto, possui cinco defesas de título e é um dos melhores lutadores da história dela. Com tal status, ‘Blessed’ indica que as chances do rival dar a volta por cima no UFC 298 são boas.

    “Volkanovski é Volkanovski, é difícil apostar contra ele. Se você é um apostador, como apostar contra ele? Volkanovski e seus treinadores são inteligentes, sabem o que estão fazendo. Acho que se ele não se machucar no camp para a luta, ficará bem. Eles não vão preparar Volkanovski para o fracasso e sim para o sucesso. Sei que Topuria é um assassino em todos os sentidos. Ele é jovem, mas veremos o que acontece. Todas as vezes que alguns desses jovens deveriam fazer alguma coisa comigo, fiz uma grande luta. Se eu fosse um apostador, seria difícil apostar contra Volkanovski, mas posso entender o motivo das pessoas estarem indo de Topuria”, declarou o atleta.

    Currículo de Holloway no UFC

    Max Holloway, de 31 anos, estreou no UFC em 2012 e se tornou campeão do peso-pena da companhia em 2017. No esporte desde 2010, o havaiano possui um cartel composto por 25 vitórias e sete derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Anthony Pettis, Arnold Allen, Brian Ortega, Calvin Kattar, Charles ‘Do Bronxs’, Cub Swanson, Frankie Edgar, José Aldo (duas vezes), Yair Rodríguez e ‘Zumbi Coreano’.

  • Ex-campeão, Sterling relembra cortes de peso desgastantes nos galos: “Morrendo por dentro”

    Ex-campeão, Sterling relembra cortes de peso desgastantes nos galos: “Morrendo por dentro”

    Antes mesmo de realizar sua estreia entre os pesos-penas (66 kg) dentro do Ultimate, Aljamain Sterling já desconsidera a possibilidade de, no futuro, retornar à categoria dos galos (61 kg) – onde se consagrou e tornou-se campeão. E o motivo é simples: o desgastante corte de peso. Em recente entrevista ao programa ‘The MMA Hour’, o ex-campeão americano relembrou o quão exaustivo era para seu corpo passar pelo processo de perda de massa muscular até o limite dos 61 kg por inúmeras vezes.

    Desde que estreou no Ultimate, em fevereiro de 2014, Sterling passou pelo processo de corte de peso em 19 oportunidades – média de quase dois por temporada. Hoje, aos 34 anos, ‘The Funk Master’, como é conhecido, não só considera inviável seguir na mesma batida, como alega que o processo de perda de massa pode ter, inclusive, afetado diretamente o seu desempenho dentro dos octógonos em suas últimas apresentações.

    Só de pensar nisso (corte para 61 kg) já me dá dor de cabeça e náuseas. As pessoas dizem que fico bem (nos galos) e não pareço estar sofrendo: ‘Ah, você teve um ótimo corte de peso’. E eu estou literalmente morrendo por dentro. Eu posso disfarçar o quanto quiser, porque mentalmente sempre fui assim. Não mostre fraqueza dessa forma, você sempre tenta mostrar para as pessoas que está bem mesmo quando não está. Mas eu sei que estou sofrendo há muito, muito tempo. E acho que minhas últimas performances não foram das melhores por conta disso. Acho que deixo um pouco de mim na academia. Em questão de gás, não tenho o mesmo que costumava ter. Então estou ansioso para ver como isso vai ficar com 66 kg e ver se consigo retornar (ao auge)”, relembrou ‘Aljo’.

    Teste de fogo no UFC 300

    A estreia de Sterling será fundamental para suas pretensões na nova divisão de peso e está agendada para a centenária edição do UFC 300, no dia 13 de abril em Las Vegas (EUA). Na ocasião, o ex-campeão até 61 kg enfrenta Calvin Kattar, número 8 do ranking entre os pesos-penas. Em caso de vitória convincente, Aljamain pode se colocar em posição privilegiada para brigar por uma chance de disputar um segundo cinturão na empresa.

  • Rival de Moicano no UFC Vegas, Drew Dober abre o jogo após derrota: “Não sinto vergonha”

    Rival de Moicano no UFC Vegas, Drew Dober abre o jogo após derrota: “Não sinto vergonha”

    No último sábado (3), na luta co-principal do UFC Vegas 85, Drew Dober foi derrotado por Renato Moicano via decisão unânime. Apesar do tropeço, o resultado parece não ter ficado ‘entalado’ na garganta do americano. E prova disso é que, já no dia seguinte ao combate, o peso-leve (70 kg) da ‘Elevation Fight Team’ quebrou o silêncio e abriu o jogo sobre o embate e tratou de parabenizar o adversário brasileiro.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Dober publicou uma ‘selfie’ em que exibia os hematomas do duelo de 15 minutos travado contra Moicano. Após perder dois de três rounds para o rival segundo o julgamento dos juízes, o americano destacou que o combate foi decidido nos detalhes e reconheceu também o mérito de Renato, superior na oportunidade. 

    Não foi o resultado que queríamos. Em um jogo (decidido) por centímetros, eu cometi erros e o Renato Moicano foi o melhor homem naquela noite. Parabéns para ele e sua equipe. Não sinto vergonha em arriscar tudo e testar minhas habilidades contra os melhores (lutadores) do mundo”, escreveu o americano em sua conta do ‘Instagram’.

    Clima amistoso pós-luta

    Durante os 15 minutos que compartilharam o octógono no UFC Vegas 85, Moicano e Dober tentaram impor seu estilo de luta – agarrada e trocação, respectivamente. Mas a rivalidade não ultrapassou os limites desportivos, muito pelo contrário. Após o combate, os pesos-leves que compõem o top 15 do ranking da categoria deram um exemplo de camaradagem ao posarem para uma foto juntos no vestiário do ‘Apex’, sede do último card da empresa.

  • Nova era! Comprado pela PFL, Bellator anuncia o lançamento de ‘Champion Series’

    Nova era! Comprado pela PFL, Bellator anuncia o lançamento de ‘Champion Series’

    A ‘nova era’ do Bellator começou oficialmente nesta segunda-feira (5). Através das redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), a entidade – comprada pela PFL em novembro do ano passado – anunciou o lançamento do ‘Bellator MMA Champion Series’, que contará com oito eventos globais.

    Em cada um dos shows do Bellator Champion Series, uma luta de título será realizada no card. O primeiro evento da ‘nova era’ da organização acontecerá no dia 22 de março, em Belfast, capital da Irlanda do Norte, e terá como atração principal a disputa pelo cinturão vago dos meio-pesados (93 kg), entre o ex-UFC Corey Anderson e o ‘dono da casa’ Karl Moore.

    “Após a histórica aquisição do Bellator, a Professional Fighters League está empolgada em anunciar oficialmente uma nova era do MMA com o lançamento da franquia global do Bellator Champion Series. O Bellator Champion Series contará com atuais campeões do Bellator defendendo seus títulos contra os melhores lutadores do mundo do estrelado plantel do Bellator. Os fãs terão acesso à melhor competição e os formatos mais inovadores no MMA distribuídos pelos líderes no esporte, incluindo a DAZN”, declarou Peter Murray, CEO da PFL, em comunicado oficial.

    Evento no Brasil?

    A novidade faz crescer a expectativa dos fãs para um possível primeiro card do Bellator no Brasil. A promessa é antiga e, com dois campeões brasileiros na organização – Cris Cyborg e Patrício Pitbull, ambos no peso-pena (66 kg) -, as chances parecem aumentar agora, com a criação do Bellator Champion Series.

  • Fim do jejum! Luana Dread comemora primeira vitória pela via rápida no UFC

    Fim do jejum! Luana Dread comemora primeira vitória pela via rápida no UFC

    Quase cinco anos depois de estrear no UFC, Luana ‘Dread’ finalmente conquistou sua primeira vitória pela via rápida na organização. No último sábado (3), a peso-mosca (57 kg) brasileira superou Julija Stoliarenko por nocaute técnico, quando restavam menos de dez segundos para o fim do combate. E, como era de se esperar, o inédito feito foi motivo de comemoração.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Luana não escondeu a felicidade por quebrar essa escrita que, ao que parece, já começava a incomodá-la. A primeira vitória por nocaute no UFC, inclusive, chegou em um momento especial: no primeiro compromisso da brasileira após renovar seu contrato com a entidade presidida por Dana White.

    “Foi ótimo! Eu fiquei muito feliz por isso. Eu imaginei que ia sair com a vitória, mas não sabia que ia ser desse jeito, e assim dessa forma eu fico mais feliz ainda. Finalmente consegui uma finalização (vitória pela via rápida) dentro do UFC, não ganhar por pontos. Eu tinha tantas lutas antes de entrar no UFC que geralmente acabavam antes e depois que eu entrei… Lógico, o nível do UFC é bem alto. Conseguir isso nessa luta foi muito importante para mim“, celebrou Luana.

    Histórico de Luana no MMA

    Luana Carolina iniciou sua trajetória no MMA profissional em 2015, com uma derrota na sua estreia para Daiane Firmino, no evento ‘Arena Combat: Fight Night’. Depois de se recuperar e engatar uma boa sequência de vitórias, ‘Dread’ conseguiu uma vaga no UFC através da versão brasileira do programa ‘Contender Series’, em 2018. No Ultimate, a paulista venceu cinco de seus oito combates disputados. No total, o cartel da lutadora apresenta dez vitórias e quatro derrotas.

  • Com fome de luta, Cris Cyborg faz apelo para Bellator e PFL definirem sua adversária

    Com fome de luta, Cris Cyborg faz apelo para Bellator e PFL definirem sua adversária

    Sem lutar MMA desde outubro, Cris ‘Cyborg’ se mostra insatisfeita com a demora para voltar a atuar. Como a PFL comprou o Bellator em novembro, a brasileira tinha a expectativa de, enfim, receber um combate, mas, até agora, nada. Visivelmente chateada com a situação, a veterana, através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), fez um apelo para as companhias.

    Originalmente, Donn Davis, presidente da PFL, tinha o objetivo de realizar o duelo entre ‘Cyborg’ e Kayla Harrison. Contudo, o plano do cartola ruiu, já que a americana se juntou ao UFC. É bem verdade que a PFL e o Bellator realizarão um evento em conjunto, no dia 24 de fevereiro, na Arábia Saudita, cujo destaque é o choque de campeões, mas Cris não faz parte do card. Irritada com a indefinição sobre seu futuro, a veterana não desiste e segue pedindo lutas, com Larissa Pacheco sendo a principal opção.

    “Janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho. PFL ou Bellator, posso conseguir uma luta no primeiro semestre de 2024? Quanto mais tempo eu ficar sem lutar MMA, menor será a probabilidade da luta contra Larissa acontecer em 2024. Minha última luta de MMA foi em outubro”, declarou a campeã do Bellator.

    Histórico de ‘Cyborg’ no MMA

    Cris ‘Cyborg’, de 38 anos, é uma das lutadoras mais condecoradas do MMA e, consequentemente, é considerada uma das melhores da história do esporte. A brasileira estreou na modalidade em 2005 e se tornou campeã do peso-pena (66 kg) no Bellator, Invicta FC, Strikeforce e UFC. Em sua jornada, a veterana construiu um cartel composto por 27 vitórias, sendo 22 pela via rápida (21 por nocaute e uma por finalização), duas derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado). Os triunfos de maior destaque da curitibana foram sobre Cat Zingano, Gina Carano e Holly Holm.

  • Topuria prevê vitória por nocaute no 1º round contra Volkanovski: “Apagar suas luzes”

    Topuria prevê vitória por nocaute no 1º round contra Volkanovski: “Apagar suas luzes”

    Em menos de duas semanas, Ilia Topuria entra em ação na luta mais importante de sua carreira. E o desafio não parece intimidar o georgiano radicado na Espanha, muito pelo contrário. Às vésperas do UFC 298, agendado para o dia 17 de fevereiro, em Anaheim (EUA), ‘El Matador’, como é conhecido, sobe o tom em suas declarações sobre Alexander Volkanovski, campeão peso-pena (66 kg) e seu próximo adversário no Ultimate.

    Em participação na transmissão espanhola do UFC Vegas 85 do último sábado (3), Topuria esbanjou confiança para o confronto e projetou um triunfo via nocaute ainda no primeiro assalto. Vale ressaltar que Volkanovski, que nunca foi derrotado quando competiu com 66 kg em sua carreira, já rebateu algumas das falas de Ilia e prometeu lhe dar uma ‘lição da humildade’. No entanto, oito anos mais jovem que o campeão e invicto no MMA profissional, o desafiante garante ter as ferramentas necessárias para ‘chocar o mundo’ e vestir o cinturão da companhia.

    Me vejo acabando com ele no primeiro round, nocaute. O mais provável é que seja um nocaute, a não ser que ele mergulhe nas minhas pernas. Vou apagar suas luzes. Faço parte da nova geração do MMA. Trago um estilo evoluído em todas as áreas do esporte: trocação, wrestling, grappling. Me considero um finalizador mais completo e eficiente do que o Volkanovski. A experiência está do lado dele, mas o sangue novo está comigo. É o meu momento, o tempo de Deus é perfeito, ele me preparou para esse momento. Não haverá falha”, projetou Ilia.

    Estilo impactante e rápida ascensão no UFC

    Com base no wrestling, mas com naturalidade e pegada de um nocauteador na trocação, Topuria impressiona pelo estilo agressivo. E os números não mentem. Dentre os 14 combates que disputou como profissional, 12 destes foram vencidos por nocaute ou finalização – apenas dois via decisão dos juízes. Invicto, não demorou para que ‘El Matador’ fizesse barulho no UFC. Com seis lutas no Ultimate e menos de quatro anos depois sua estreia, o representante da Espanha terá a chance de se tornar campeão da liga presidida por Dana White.

  • Renato Moicano expressa respeito por Conor McGregor após mensagem: “Sou fã”

    Renato Moicano expressa respeito por Conor McGregor após mensagem: “Sou fã”

    Ao vencer Drew Dober, no último sábado (3), Renato Carneiro roubou a cena do UFC Vegas 85 com mais um monólogo pós-luta inusitado e cheio de informações. A criatividade do brasileiro foi tanta, que até Conor McGregor se divertiu com a fala do mesmo. Ao tomar conhecimento da reação do ex-campeão da companhia, ‘Moicano’ expressou todo seu respeito por ele em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Ainda no octógono, Renato contou que seu pai, de 62 anos, teve um novo filho um dia antes de sua luta, prometeu engravidar sua mulher, se declarou para os Estados Unidos, revelou que, quando se aposentar, tentará integrar a equipe da SWAT para ‘matar caras maus’, pediu para os fãs se inscreverem em seu canal no ‘YouTube’ e elogiou Dober. Em seguida, McGregor se mostrou surpreso com o fato do brasileiro ganhar um irmão na altura do campeonato e escreveu ‘Fairplay para Moicano’. Como resposta, o atleta revelou que mudou de opinião sobre ‘Notorious’ e reconheceu sua importância para o MMA e demais lutadores. 

    McGregor, sou seu fã. Eu costumava te odiar por causa do trash talk, mas você mudou o jogo. Eu respeito você“, escreveu o lutador em sua conta oficial no ‘X’.

    Registro de ‘Moicano’ no MMA

    Renato Carneiro, de 34 anos, é um dos principais lutadores brasileiros no peso-leve (70 kg) do UFC. Atualmente, o brasileiro ocupa a 13ª posição no ranking da categoria. No MMA desde 2010, ‘Moicano’ construiu um cartel composto por 18 vitórias, sendo dez por finalização, cinco derrotas e um empate. Seus principais triunfos foram sobre Calvin Kattar, Cub Swanson, Drew Dober e Jeremy Stephens.

  • Após vitória no UFC Vegas, Natália Silva esbanja confiança: “Vou ser campeã em breve”

    Após vitória no UFC Vegas, Natália Silva esbanja confiança: “Vou ser campeã em breve”

    No último sábado (3), dia do seu aniversário, Natália Silva superou a compatriota Viviane Araújo no card principal do UFC Vegas 85, chegou à quinta vitória seguida desde sua estreia na organização e manteve seu status como uma das grandes promessas do peso-mosca (57 kg). Aos 27 anos recém-completados e em ascensão na carreira, a mineira vislumbra não só chegar no topo do ranking da categoria, mas também ao trono, e está otimista.

    Durante a coletiva de imprensa pós-show, Natália esbanjou confiança ao afirmar com todas as letras que se vê com o cinturão peso-mosca do UFC no futuro próximo. Para concretizar seu sonho, a brasileira sabe que terá que superar desafios cada vez mais difíceis e, por isso, evita desafiar uma rival de divisão em particular, se mostrando aberta para encarar qualquer oponente que vier pela frente.

    “Eu não sei sobre a próxima oponente porque o tempo todo eu disse que estou aqui para ser campeã. Estou trabalhando para isso e eu estou aqui para lutar contra quem o UFC oferecer. Eu vou lutar e vencer porque eu tenho um foco na minha vida: quero ser campeã. Estou trabalhando todos os dias para isso e eu vou ser campeã em breve. Você pode gravar minhas palavras”, afirmou Natália.

    Pedido especial

    Apesar de não citar nominalmente nenhuma adversária de preferência para sua próxima luta, a mineira não esconde o desejo de voltar a atuar em um evento com os fãs presentes. Inclusive, Natália fez um pedido especial: competir em ‘casa’, em um dos eventos previstos para acontecerem no Brasil em 2024 – fato inédito na sua ainda curta trajetória no UFC.

    “Então, quando eu estou lutando, não importa o lugar porque o tempo todo em que eu estou dentro do cage, na minha cabeça, eu estou pensando: ‘essa é a minha academia’. No cage ou na academia, eu estou relaxada porque todo dia eu treino lá, mas eu prefiro lutar novamente com meus fãs me assistindo. Eu quero lutar no Brasil ou em outro evento com público porque a energia é muito boa”, concluiu.

    Depois de iniciar sua carreira ainda muito jovem e passar por altos e baixos, Natália Silva se transformou em uma das maiores promessas do MMA nacional. Invicta desde 2018, a lutadora da equipe ‘Team Borracha’, desde que estreou no UFC, soma cinco triunfos e nenhum revés, ocupando até sua luta do último sábado a 9ª posição no ranking peso-mosca feminino da entidade.

  • Cormier sugere que Chandler dá ‘passo atrás’ por esperar luta com McGregor

    Cormier sugere que Chandler dá ‘passo atrás’ por esperar luta com McGregor

    Michael Chandler lutou pela última vez no UFC em 2022 e, depois de protagonizar o TUF 31 ao lado de Conor McGregor, em 2023, focou em buscar tal combate. No entanto, a organização segue sem oficializar o duelo. De todo modo, ‘Iron’ deixa claro que este é o confronto a se fazer e que, apesar da demora, vai esperar pelo retorno do irlandês. Portanto, Daniel Cormier, ao analisar o quadro, não vê com bons olhos a fixação do atleta em ‘Notorious’.

    Em seu programa ‘DC & RC’, na ‘ESPN’ americana, o ex-campeão do UFC e atual comentarista afirma que Chandler, em sua busca incessante pela superluta contra McGregor, dá um passo atrás na carreira e perde espaço na elite do peso-leve (70 kg) do UFC. De acordo com Cormier, hoje, vale mais a pena para Michael enfrentar lutadores não tão populares, mas que integram o top-15 da categoria do que o irlandês, que não atua desde 2021, vem de grave lesão na perna, se encontra em má fase (duas derrotas seguidas) e está fora do ranking.

    Acho que Chandler está realmente recuando para lutar contra McGregor e deixando a elite dos leves agora. Ele está realmente escolhendo o nome e o dinheiro em vez da concorrência. Eu acredito que há lutas maiores para Chandler, por onde ele está em sua carreira, em oposição ao lugar que McGregor está em sua carreira. Ele ainda luta no nível de campeão. Em termos competitivos, ele está dando um passo para trás. Poirier luta contra St-Denis, Charles luta contra Tsarukyan. Há Fiziev por aí. Se ele lutar contra Fiziev e vencer, está de volta, porque nenhuma luta vai garantir uma luta pelo título agora, mas há lutas que vão aproximá-lo. Acredito que essas lutas competitivas o deixariam mais perto de uma oportunidade pelo cinturão. Ele está retrocedendo”, declarou ‘DC’.

    Registro de Chandler no MMA

    Antigo campeão do peso-leve do Bellator, Michael Chandler, de 37 anos, tem poucas lutas no UFC, mas é um dos grandes nomes da organização. Na companhia desde 2021, ‘Iron’ disputou cinco combates, venceu dois e perdeu três vezes. Atualmente, o americano, ex-desafiante ao cinturão da categoria, ocupa o quinto lugar no ranking. Seu cartel profissional é composto por 23 triunfos, sendo os principais sobre Ben Henderson (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Patricky ‘Pitbull’ (duas vezes) e Tony Ferguson, e oito derrotas.