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  • Planos ambiciosos, estrutura milionária e decoração inusitada; conheça o ‘UFC Apex’

    Planos ambiciosos, estrutura milionária e decoração inusitada; conheça o ‘UFC Apex’

    Dana White não parou de enaltecer a projeção para os próximos anos da empresa – Diego Ribas

    O complexo ainda não está completamente finalizado, mas a parte principal do novo prédio do UFC na cidade de Las Vegas (EUA) já está pronta para ser usada e, nas palavras do presidente Dana White, fazer história. Construído em um terreno de pouco mais de 12 mil km2, o edifício ‘UFC Apex’ passou bem no primeiro teste, realizado na última terça-feira (18), quando o primeiro episódio da nova temporada do ‘Contender Series’ foi transmitido ao vivo, com direito a centenas de fãs na plateia.

    A princípio, a estrutura chega para atender uma velha demanda do UFC. Com o crescimento de seus produtos para TV, como reality shows, locais diferentes eram alugados e por vezes não continham toda a estrutura ou capacidade necessária para atender aos planos da organização. Desta forma, o novo complexo surge a menos de 200 metros do escritório sede do evento e já nasce com poder para reunir todos os programas da empresa, além de acomodar fãs e veículos de mídia — e os planos megalomaníacos de Dana White.

    “Compramos outros tantos terrenos aqui em volta e nos próximos quatro ou cinco anos o nosso projeto será incrível, vai estourar a mente de vocês. Teremos uma nova academia, poderemos ampliar nosso PI (Instituto de Performance)… Hoje, com esse novo prédio, temos nosso próprio ‘network’, o que nos dá a capacidade de produzir e transmitir nossos próprios shows para todo o planeta. Se quisermos, podemos fazer um show por dia”, narrou, sempre empolgado, Dana White, enquanto liderava um tour de apresentação do local para os jornalistas que vivem na cidade.

    Presente ao encontro, a reportagem da Ag. Fight tentou arrancar do cartola o valor investido até o momento,  resposta essa que foi vetada por um sorridente White. “Existem valores que se eu tornar públicos podem me dar dor de cabeça (risos)”. Sentado na beira do cage (que por tradição mantém 30% a menos de área de luta para duelos no ‘The Ultimate Fighter’ e no ‘Contender Series’), o presidente da empresa não economizou no discurso.

    A promessa para o plano de negócios é de investir em ‘streaming’ através do ‘Fight Pass’, a plataforma própria da organização. Lá, algumas lutas iniciais de cards de menor visibilidade do UFC já são transmitidas, mas agora devem receber a partir dos próximos meses a companhia de mais produções próprias, inclusive de combates de boxe.

    Foto de Amanda Nunes faz parte da decoração do escritório de Dana White – Diego Ribas

    “Podemos montar um ringue aqui e produzir um evento e transmitir para o mundo todo, e os lutadores terão uma visibilidade que nunca tiveram antes. Não sei ainda dos detalhes, mas vamos trabalhar com boxe, MMA, jiu-jitsu, shows de rock… Escutem, o streaming é o futuro”, declarou, antes de se esquivar de possíveis contratempos com atuais parceiros.

    Afinal, ESPN, Canal Combate e TSN são alguns dos grupos de mídia que detêm pelos próximos anos os direitos de transmissão do UFC tanto para TV como para internet (EUA, Brasil e Canadá, respectivamente). “É uma questão de educar o público. Todo mundo vai passar a assistir conteúdo via streaming, e em algum momento todo o maior conteúdo de lutas do mundo estará no Fight Pass”, declarou, confiante.

    Decoração inusitada

    Ao longo do tour, Dana White também apresentou seu escritório, milimetricamente posicionado entre a arena de lutas e uma garagem própria. Lá, o espaçoso cômodo conta com sofás, estantes, amplo banheiro e duas fotos que chamam mais a atenção do que o restante do trabalho desenvolvido pela designer pessoal do cartola.

    A lona usada em um dos eventos do show faz parte da decoração do UFC Apex – Diego Ribas

    Ao entrar no recinto, uma imagem grande na parede oposta aponta para aquele que talvez tenha sido o maior momento do dirigente de quase 50 anos como promotor de lutas. Uma foto em preto e branco da encarada de Conor McGregor e Floyd Mayweather — em que o irlandês apenas mira os olhos do rival, que responde com um grito a centímetros de seu rosto — é o cartão de visita para o projeto de pouco mais de 4,600 mil km2. O duelo registrou nada menos do que 4.3 milhões de pay-per-views vendidos, alcançando a segunda maior marca da história.

    Na parede contrária, a que acompanha a porta de entrada, no entanto, uma imagem diferente. Amanda Nunes, dona dos cinturões dos pesos-galos (61 kg) e penas (66 kg), esbanja sorrisos e alegria ao correr pelo octógono com os dois títulos nos ombros logo após nocautear a compatriota Cris ‘Cyborg’, em dezembro de 2018.

    “Essas fotos são demais. Essa é f***, não tem como ser mais incrível do que essa. A encarada… A foto da Amanda eu gosto também, nossa champ-champ, alguém por quem eu tenho um grande respeito e uma ótima relação”, decretou o guia da visita.

    O ambiente seguinte, uma espécie de antessala, chamou a atenção pela lona esticada na parede. A peça, comemorativa ao aniversário de 25 anos do evento, ostenta não apenas o icônico primeiro logo apresentado pelo UFC em 1993, como também manchas de sangue colecionadas ao longo da noitada de lutas liderada por Yair Rodriguez e Chan Sung Jung, o ‘Zumbi Coreano’, em novembro do ano passado. Um belo convite para que a visita ganhe novo fôlego.

    Em um misto de saudosismo pela história feita até então com uma clara ansiedade pelo que está por vir, salas inteiras vazias foram apresentadas apenas com marcações no chão e figuras ilustrativas para facilitar a visualização dos equipamentos que, no futuro, irão compor o sistema de network do UFC — que deve contar com transmissão simultânea para dezenas de países e em até quatro idiomas.

    A luta entre Mayweather e Conor McGregor não poderia faltar no novo prédio – Diego Ribas

    A seguir, as camisetas de todas as equipes já gravadas no ‘The Ultimate Fighter’, tanto vencedoras como derrotadas, foram enquadradas e emolduradas nas paredes, a exemplo do que era feito no antigo prédio. A diferença, no entanto, fica por conta da disposição das mesmas, uma vez que parte delas é apresentada logo na entrada, enquanto que outra só poderá ser vista em um espaço restrito aos atletas que estiverem competindo no dia.

    Nesta terça, coube a Punahele Soriano e Yorgan De Castro darem o passo inicial da nova história do evento. Ao vencerem, respectivamente, Jamie Pickett por pontos e Alton Meeks por nocaute no primeiro assalto, os atletas se tornaram os primeiros a assinarem um contrato com o UFC nas novas dependências da empresa — feito este que deve se tornar rotina nas próximas nove semanas marcadas para receberem os novos episódios do ‘Contender Series’.

  • Valentina defende cinturão contra Carmouche na estreia do UFC no Uruguai, diz site

    Valentina Shevchenko é a atual campeã dos pesos-moscas (57 kg) do UFC – Diego Ribas

    Menos de duas semanas depois de ter defendido com sucesso o cinturão dos pesos-moscas (57 kg) do UFC, Valentina Shevchenko já parece ter a sua próxima adversária definida. Isso porque, de acordo com o site da ‘ESPN’ americana — parceira oficial do UFC nos Estados Unidos —, a atleta do Quirguistão irá enfrentar Liz Carmouche no dia 20 de agosto, data em que o Ultimate promoverá o seu evento de estreia no Uruguai.

    Programado para ocorrer na ‘Antel Arena’, localizada na cidade de Montevidéu, o UFC Uruguai deverá ter a luta pelo cinturão como o duelo principal da noite. Aguardada como a maior protagonista do show, Valentina defendeu o título dos moscas pela primeira vez no início deste mês, em Chicago (EUA). Após nocautear Jessica Eye no segundo round, ela manteve o posto que conquistou ao triunfar sobre Joanna Jedrzejczyk em dezembro de 2018.

    Com isso, Shevchenko chegou a 17 vitórias em 20 lutas profissionais como atleta de artes marciais mistas. Das três derrotas no cartel de Valentina, duas delas foram para Amanda Nunes, em ação pelo UFC. Já o primeiro revés da carreira foi justamente para Carmouche, em duelo por outro evento de MMA, o ‘C3 Fights’, em 2010.

    Na ocasião, Liz anotou a vitória por nocaute técnico após Shevchenko não voltar do segundo para o terceiro round. Com isso, Valentina agora terá a possibilidade de vingar a derrota, caso triunfe no Uruguai sobre ‘Girl-Rilla’, que, aos 35 anos, soma um cartel profissional de 13 resultados positivos e seis negativos no MMA.

  • De olho no cinturão, Volkanovski provoca Holloway: “Sou uma péssima luta para ele”

    Desde que venceu José Aldo por decisão unânime no UFC Rio, em maio, Alexander Volkanovski era apontado pela mídia especializada como o próximo desafiante ao cinturão peso-pena (66 kg) da liga. No entanto, alguns dias após o card realizado no Brasil, o Ultimate surpreendeu e escalou Frankie Edgar para tentar destronar o rei da categoria, Max Holloway. E, apesar de não ter garantido seu ‘title shot’, o australiano segue confiante que será uma pedra no sapato do campeão havaiano.

    Durante participação no programa ‘The MMA Hour’, Volkanovski destrinchou um possível confronto diante de Max e afirmou por que seria um adversário que tiraria o sono do campeão. O australiano destacou que suas virtudes dentro do octógono são extremamente efetivas contra lutadores que possuem o estilo de Holloway.

    “Ele vem para cima e não bate tão pesado, ele imprime muito volume, mas se jogar apenas volume em mim, você vai receber de volta, e será pesado e mais poderoso. Ainda tem o meu wrestling para ele se preocupar, dentre outras coisas. Tenho muitas ferramentas que ele precisa ficar alerta. É uma luta muito perigosa para ele. Vamos fazer isso acontecer”, detalhou Alexander, antes de fazer um apelo para que o combate saia do papel.

    “É só eu fazer meu jogo. Olha, ele é um estrategista, ele sempre anda para frente, então ele meio que faz o trabalho por mim. Por isso sou uma luta ruim para ele, realmente acredito nisso. Eu deveria lutar contra o Max Holloway, com certeza eu mereço essa chance. Seria um combate daqueles, tenho certeza que o mundo quer ver isso”, completou o atual número 1 do ranking.

    Um dos pesos-penas mais dominantes da história, Holloway recentemente subiu para os leves (70 kg) para tentar se tornar bicampeão do Ultimate, mas sem sucesso. E, de acordo com Volkanovski, o revés do havaiano diante de Dustin Poirier só deixou evidente que ele é um atleta que pode ser batido, assim como qualquer outro.

    “Sempre soube que ele poderia ser derrotado. Assim como sempre soube que era um adversário ruim para ele. Todos achavam que ele era imparável – o que não julgo, obviamente, porque ele é incrível, muito respeito a ele – mas eu sempre acreditei que ele não era invencível. Sejamos realistas: eu tenho gás para dias de luta e serei intenso o tempo todo, então sou uma péssima luta para ele, acredite”, garantiu o australiano.

    De todo modo, Volkanovski estará atento no dia 27 de julho para o confronto entre Max e Edgar, no UFC 240, no Canadá. Afinal de contas, pelo seu retrospecto e posição no ranking, a tendência é que o australiano encare o vencedor desse duelo em uma disputa de cinturão no futuro.

  • Khabib reitera negativa a revanche conta McGregor: “Tem que merecer”

    O fato de que Khabib Nurmagomedov já tem compromisso marcado no UFC não impede que diversos lutadores se ofereçam para um combate. Os dois postulantes mais recentes à vaga de rival do russo são Tony Ferguson e, claro, Conor McGregor. Mas a reação do russo é bem diferente em relação aos dois.

    Em entrevista à emissora inglesa BT Sport, Nurmagomedov deu os seus argumentos a respeito do porquê de não oferecer a desforra a Conor. Segundo ele, o fato de que o duelo terminou por finalização a seu favor tira qualquer dúvida sobre quem é o melhor dos dois.

    “Tem que merecer. Eu tenho que continuar ganhando, ele tem que merecer, e é isso. Vai acontecer, mas agora não estou interessado nessa luta. Para quê? Ele bateu. (…) Se tivesse sido uma luta equilibrada, talvez, mas agora terminei esse negócio. Se você quiser um novo duelo, faça por merecer”, falou.

    “Sei o que mereço, sei o que os adversários merecem. Agora, são Dustin e Tony na fila. Outros caras? Ninguém merece. Mesmo se você fala de pessoas que merecem, Conor não está na lista. Ele tem que fazer por merecer. (…) Neste momento, há muitos adversários duros e bons que têm boas vitórias. Eles merecem”, completou.

    Nurmagomedov vai enfrentar Dustin Poirier no UFC 242, que será realizado no dia 7 de setembro, em Abu Dhabi (EAU). Alguns dos principais companheiros de treino do russo, a exemplo de Islam Makhachev, devem marcar presença no card do evento.

  • Dillashaw opina sobre retorno de Faber ao UFC: “Deveria continuar aposentado”

    Ex-campeão do UFC, T.J. foi suspenso por dois anos após cair no doping – Dan Wainer/Ag Fight

    Depois de dois anos e meio aposentado, Urijah Faber está de volta ao MMA, mas há quem discorde da decisão. De acordo com T.J. Dillashaw, ‘The California Kid’ errou ao retornar ao UFC após pendurar as luvas em 2016. Na visão do ex-campeão peso-galo (61 kg), desafeto do veterano, o americano de 40 anos pode vir a encontrar dificuldades frente aos atletas jovens que se destacam atualmente na liga.

    Antigos companheiros de equipe na ‘Team Alpha Male’, Dillashaw e Faber cortaram relações após T.J. deixar a academia de forma turbulenta. No entanto, o imbróglio entre os dois não impediu que o ex-campeão – atualmente afastado por doping – demonstrasse empatia pelo seu ex-parceiro de treinos, ao levantar a possibilidade de Urijah estar com problemas financeiros.

    “Já conseguia prever, quando ele aposentou, que aquela não seria a última luta dele. Do ponto de vista técnico, ele provavelmente deveria continuar aposentado, ainda mais com esses jovens talentos famintos surgindo. Espero que ele não esteja passando por dificuldades financeiras. Mesmo com nosso desentendimento, você nunca deseja um mal desse a ninguém. Pessoalmente, eu acho que ele deveria ter mantido sua aposentadoria, mas veremos como as coisas acontecerão”, opinou T.J., em participação no podcast ‘You’re Welcome’, do lutador Chael Sonnen.

    Ex-campeão do WEC, Urijah Faber é um dos lutadores mais populares das artes marciais mistas. Em sua trajetória no UFC, o americano chegou a disputar o cinturão peso-galo duas vezes, mas foi superado pelo brasileiro Renan Barão, em 2014, e por Dominick Cruz, em 2016. O retorno do veterano ao Ultimate está marcado para o dia 13 de julho, quando ele enfrenta Ricky Simon.

     

  • Paige VanZant rasga elogios à campeã do UFC: “Ela é aterrorizante”

    Paige VanZant rasga elogios à campeã do UFC: “Ela é aterrorizante”

    Paige VanZant já realizou três procedimentos cirúrgicos no braço direito – Diego Ribas

    No dia 8 deste mês, Valentina Shevchenko fez apenas sua primeira defesa de cinturão nos pesos-moscas (57 kg). No entanto, apesar de ter se tornado campeã recentemente – em dezembro passado -, a lutadora do Quirguistão parece não ter rival à altura para medir forças dentro da categoria. E esse pensamento foi ratificado, inclusive, por uma das principais atletas da divisão, Paige VanZant.

    Durante participação no programa ‘Ariel Helwani’s MMA Show’, VanZant deixou o orgulho de lado e rasgou elogios à campeã peso-mosca. Na visão da americana, Valentina se encontra em um patamar de competitividade diferenciado das demais atletas que compõem a categoria até 57 kg, inclusive da própria Paige.

    “Serei bem honesta. Ela é aterrorizante. Planejo estar no UFC, treinando sempre. Ela provavelmente vai se aposentar antes de eu lutar pelo título, para ser sincera. Tenho apenas 25 anos então quero trabalhar meu caminho até o topo. E pelo que eu vejo agora, não há ninguém capaz de destronar ela, realmente ninguém”, opinou a peso-mosca antes de exaltar o estilo de Shevchenko.

    “Sei que ela disse coisas ruins sobre mim no passado, mas eu não ligo. O nível de trocação dela é absolutamente fora de sério e ela é tão metódica e técnica lançando os golpes. Nunca vi algo parecido antes. Então trabalho para ser que nem ela. Quero uma trocação como a dela. Então, parabéns campeã, foi uma performance impressionante”, completou VanZant, em declaração de rara sinceridade.

    Na última semana, a americana passou pela terceira cirurgia no braço em um intervalo de um ano. Com o novo procedimento, Paige ainda não tem previsão de retorno ao Ultimate. Valentina, por sua vez, segue em busca de uma desafiante que lhe apresente um desafio maior do que Jessica Eye representou.

  • Ex-campeão do Bellator se irrita e bate em câmera da organização; veja

    Ex-campeão do Bellator se irrita e bate em câmera da organização; veja

    Derrotas doem, e não raro se vê um atleta perder a calma diante de um revés. Mesmo assim, a irritação de Darrion Caldwell chamou a atenção. Em vídeo publicado pelo canal oficial do Bellator no YouTube (veja abaixo ou clique aqui), o peso-galo (61 kg) aparece bastante irritado e chega a bater na câmera da organização que o filmava na última sexta (14).

    A razão da ira do americano foi a perda do cinturão de sua categoria. Caldwell ganhou o primeiro round, mas caiu de rendimento e passou a ver Kyoji Horiguchi sempre à frente de suas ações. Apesar de a pontuação ter sido clara a favor do japonês, Darrion saiu reclamando de ter sido prejudicado nas papeletas.

    O Bellator 222 não foi o primeiro evento em que ‘The Wolf’ perdeu para o nipônico. Em dezembro do ano passado, pelo Rizin, Horiguchi conquistou o cinturão inaugural dos galos contra o americano. Com o resultado, Kyoji chegou a 28 triunfos e apenas duas derrotas na carreira — a última delas em 2015, para Demetrious Johnson, ainda no UFC. Caldwell, por sua vez, sofreu o terceiro revés em sete anos como profissional:

    Confira o vídeo do ataque de raiva do americano (a partir de 3min50s):

  • Retirado de última hora do UFC Rio, ‘Massaranduba’ volta ao octógono em julho

    Retirado de última hora do UFC Rio, ‘Massaranduba’ volta ao octógono em julho

    Francisco lutou contra Evan Dunham em seu último desafio no UFC – Leandro Bernardes

    Sem lutar pelo UFC desde setembro de 2018, Francisco ‘Massaranduba’ volta ao octógono no dia 20 de julho, para enfrentar o americano Alexander Hernandez. Por meio das redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o brasileiro confirmou a sua participação no evento no Texas (EUA), no qual ele irá em busca da segunda vitória consecutiva na organização – algo que não consegue desde 2016.

    A última vez que ‘Massaranduba’ conseguiu uma sequência de vitórias foi em setembro de 2016, quando bateu Paul Felder e chegou ao sétimo triunfo consecutivo. Desde então, o peso-leve (70 kg) piauiense – que derrotou Evan Dunham em seu último confronto – alterna resultados positivos e negativos no octógono.

    ‘Massaranduba’ deveria ter retornado anteriormente ao octógono, já que ele esteve escalado para lutar no UFC Rio, em maio. No entanto, às vésperas do evento, Diego Ferreira – que seria o rival do piauiense – teve uma crise de pedra nos rins e teve que abandonar o card. Ao longo da carreira profissional no MMA, Francisco somou, até então, 23 triunfos e seis reveses.

    Já Hernandez, com apenas 26 anos – 14 a menos que Massaranduba -, possui um cartel profissional com dez vitórias e duas derrotas nas artes marciais mistas. O americano vem de derrota por nocaute para Donald Cerrone em seu último desafio no UFC, em janeiro. Antes disso, ele venceu as outras duas lutas que fez pela organização.

  • Técnico aponta luta contra Diaz como preferida para retorno de McGregor

    Conor McGregor já não cumpre mais suspensão pela confusão no UFC 229 – Diego Ribas

    Conor McGregor já está liberado para voltar a lutar depois da suspensão que recebeu pela confusão no UFC 229, em outubro de 2018. No entanto, ninguém sabe qual será o destino do irlandês, já que a negociação com o Ultimate não teve seus passos revelados até agora. Mas, se depender de John Kavanagh, técnico de ‘The Notorious’, o combate do retorno seria o fechamento da trilogia com Nate Diaz.

    McGregor e Nate se enfrentaram pela primeira vez em março de 2016, pela categoria dos meio-médios (77 kg), quando o americano surpreendeu, resistiu aos duros golpes colocados por Conor no primeiro round e finalizou o então campeão peso-pena (66 kg) no segundo. Cinco meses depois, o irlandês teve sua revanche e derrotou Diaz por decisão majoritária dos árbitros laterais. Segundo Kavanagh, comandante da equipe Straight Blast Gym, seria ideal fechar esta história.

    “Sempre adorei a trilogia Diaz. Meio que digo isso desde o início. Estou muito ansioso para ver como Nate vai se sair na luta que está vindo (contra Anthony Pettis, no UFC 241). Seria simplesmente, como fã, muito empolgante. Justin Gaethje meio que me lembra este estilo, é similar, você sabe que ele pode levar uma enorme punição e continuar andando para frente. Honestamente, se Conor estiver animado, motivado e trabalhando duro, não importa muito para mim. Qualquer pessoa no UFC no nível em que Conor McGregor lutaria é um bom adversário. Eles trazem diferentes desafios. Mas se você fosse colocar uma arma na minha cabeça, seria a trilogia com Diaz”, declarou, em entrevista ao programa ‘Ariel Helwani’s MMA Show’.

    Independente de qualquer rivalidade e do desejo já demonstrado por McGregor de enfrentar Khabib Nurmagomedov mais uma vez, John Kavanagh afirmou que a única condição que coloca para apoiar o retorno de ‘The Notorious’ é que ele esteja motivado. O treinador citou uma recente entrevista de Conor para reiterar que o status de celebridade mundial e os pagamentos milionários tiraram o lutador do foco.

    “Eu quero muito vê-lo motivado. Você provavelmente ouviu a entrevista com Tony Robbins na qual ele falou sobre ter perdido a motivação um pouco. Este é um esporte em que você está inteiro, é contato puro, é perigoso. Quando ele conquistou o segundo cinturão, quando venceu Eddie (Alvarez), ele atingiu tudo o que havia para atingir. Ele estava muito rico, era campeão do mundo, então você tira um tempo e pensa o que vai te motivar a ainda fazer isso. Ele mesmo disse que isso se tornou um problema. Sabe, o que é? É conquistar outro cinturão, é ganhar mais dinheiro?”, ponderou.

    McGregor tem 21 vitórias e quatro derrotas como profissional. Em sua melhor fase, ele se tornou o primeiro lutador a deter dois cinturões do UFC ao mesmo tempo, nos penas e nos leves (70 kg). Depois de um tempo fora do octógono, ele desafiou Khabib Nurmagomedov pelo título desta última categoria e perdeu, em outubro do ano passado. O combate terminou com uma briga generalizada e os dois suspensos.

  • Sem Pettis, Ricardo ‘Carcacinha’ enfrenta estreante no UFC Minneapolis

    ‘Carcacinha’ conheceu a primeira derrota no UFC em sua última apresentação – Diego Ribas

    Até o início desta semana, Ricardo ‘Carcacinha’ estava escalado para enfrentar Sergio Pettis no UFC Minneapolis, evento agendado para o dia 29 de junho, no estado do Minnesota (EUA). No entanto, o americano se lesionou e teve que abandonar o card, o que fez com que o Ultimate escalasse Journey Newson de última hora.

    A troca de lutadores foi confirmada pelo Ultimate por meio do site oficial da organização nessa segunda-feira (17). Agora escalado contra Newson, ‘Carcacinha’ tentará se recuperar da derrota sofrida para Said Nurmagomedov em fevereiro, no UFC Fortaleza. Antes disso, o peso-galo (61 kg) brasileiro vinha de uma sequência de três vitórias consecutivas pela maior liga de MMA do planeta.

    Aos 23 anos, Carcacinha soma 12 vitórias e apenas duas derrotas até o momento em seu retrospecto profissional como atleta de MMA. Ele estreou no UFC em fevereiro de 2017, com triunfo sobre Michinori Tanaka. Depois disso, bateu Aiemann Zahabi e Kyung Ho Kang, antes de sucumbir diante de Nurmagomedov.

    Já Newson, apesar de sete anos mais velho, possui apenas oito lutas profissionais como atleta de MMA. O americano estreou nas artes marciais mistas em 2015 e, desde então, somou sete triunfos e apenas um revés.