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  • Anthony Johnson realiza teste antidoping obrigatório e se aproxima de retorno ao UFC

    O retorno de Anthony Johnson ao UFC está cada vez mais perto de ser concretizado. O lutador, que em abril de 2017 anunciou sua aposentadoria do MMA, já havia revelado o desejo de voltar a atuar na modalidade e no Ultimate. No entanto, para isso, o peso-meio-pesado (93 kg) precisaria voltar a entrar no programa antidoping da USADA (agência antidoping americana) e esse fato aconteceu.

    Na última atualização no site oficial da entidade, que regula os testes antidoping no UFC, foi divulgado que o lutador passou pelo primeiro exame neste mês. Com isso, agora o ‘Rumble’ vai continuar sendo testado durante seis meses, período que um atleta precisa se submeter aos exames para poder retornar ao octógono mais famoso do mundo.

    Por ter entrado no programa da entidade em setembro, a previsão é que o lutador possa atuar pelo Ultimate em março de 2021. A última vez que Anthony Johnson pisou no octógono foi em abril de 2017, quando foi finalizado por Daniel Cormier, no segundo round, em disputa do cinturão dos meio-pesados.

    Anthony Johnson tem 22 vitórias e apenas seis derrotas em sua carreira. No UFC, o americano, que faturou cinco prêmios de ‘Performances da Noite’ e que é conhecido por possuir alto poder de nocaute, teve duas chances de ser campeão dos meio-pesados – mas foi derrotado em ambas por Daniel Cormier.

  • ‘Sheetara’ aposta em exercício de mentalização inusitado para vencer no UFC Las Vegas

    ‘Sheetara’ aposta em exercício de mentalização inusitado para vencer no UFC Las Vegas

    Conceito cada vez mais utilizado por atletas dos mais variados esportes, a mentalização pré-competição tem ganhado adeptos também no MMA profissional. Uma delas é a brasileira Mayra ‘Sheetara’, que encara a italiana Mara Romero Borella, no card do UFC Las Vegas 11, neste sábado (19).

    Adepta do exercício desde o início de sua trajetória no jiu-jitsu, a lutadora da equipe ‘Chute Boxe São Paulo’ busca, através do poder da visualização mental de sua luta, se preparar para tudo que possa encontrar pela frente no combate. Mesmo que isso signifique imaginar cenários não tão favoráveis a ela durante a batalha, como a própria detalhou, de maneira bem-humorada, em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight.

    “Eu sempre fiz isso no meu camp. Desde a minha primeira luta, eu trabalho com mentalização. Desde quando eu comecei no jiu-jitsu, eu sempre fiz isso. Porque o meu professor, Evangelista Cyborg, já fazia isso. Então, desde o princípio ele me passou esse trabalho que ele fazia. Para mim é uma coisa que me ajuda muito”, contou ‘Sheetara’, antes de detalhar seu processo de mentalização antes de uma luta.

    “Eu sou uma pessoa muito agressiva. É até engraçado falar isso (risos). Mas eu me vejo caindo, me vejo com o rosto cortado, tomando knockdown. Me vejo levantando e partindo para cima, cortando o rosto dela, nocauteando, saindo de finalização. A gente da Chute Boxe é assim (risos). Eu me coloco nos piores cenários porque eu gosto de lutar, eu não gosto de entrar só para ganhar a luta, ficar amarrando. Eu gosto de entrar para lutar. É muito engraçado porque na minha mentalização eu sempre me coloco nessas situações difíceis, de ter que virar o jogo”, explicou.

    A forma peculiar com a qual se prepara para um confronto através da mentalização pode ser fundamental para o sucesso de sua empreitada diante de Mara Romero Borella neste sábado. Com três derrotas consecutivas, sendo quatro em suas últimas cinco apresentações, a italiana corre sério risco de demissão em caso de mais um resultado negativo.

    Ciente da delicada situação vivida por Borella, Mayra ‘Sheetara’ aposta em uma adversária sedenta por uma vitória, o que pode significar uma agressividade maior em seu jogo. Para anular o ímpeto da rival, a brasileira conta com a ajuda involuntária do octógono de menor dimensão presente no UFC Apex, sede do evento, o qual, na visão da mineira, favorece a sua estratégia na luta.

    “Talvez ela faça uma luta mais agressiva, até por ela estar na corda bamba. A gente sabe que no UFC não existe lutador ruim, você tem que tomar cuidado o tempo todo. Por ela vir de tantos resultados negativos, isso só me motiva a querer ter um desempenho ainda melhor. Até porque eu tenho certeza que ela vai vir desesperada para não perder, já que se ela perder eu acredito que ela está fora”, projetou Mayra, antes de comentar sobre a influência do octógono menor no desenrolar da disputa.

    “A Mara é uma menina que gosta de ficar grudando muito e eu sou uma lutadora que gosta de caçar. Às vezes as pessoas podem achar que o octógono menor possa ser mais vantagem para ela, mas eu não concordo. Acho que por eu andar o tempo todo para frente, sempre tentando cercar, tentando buscar o nocaute, isso pode me favorecer bastante”, finalizou.

    Oriunda da edição brasileira do programa ‘Contender Series’, Mayra ‘Sheetara’ estreou no UFC com uma vitória por finalização sobre Gillian Robertson, em setembro de 2018. Após passar por problemas de lesão no joelho, que a levaram à mesa cirúrgica, a peso-mosca retornou em março deste ano aos octógonos, mas acabou superada por Maryna Moroz, na edição realizada em Brasília. Ao todo, a lutadora da ‘Chute Boxe SP’ soma cinco triunfos e um revés em seu cartel.

    Mais experiente, Mara Romero Borella possui 12 vitórias, oito derrotas e dois ‘no contests’ (luta sem resultado). Pelo UFC, organização pela qual compete desde 2017, a italiana soma dois triunfos, ambos sobre atletas brasileiras, e quatro reveses.

  • Mackenzie Dern projeta revanche contra Amanda Ribas pelo cinturão do UFC

    Mackenzie Dern projeta revanche contra Amanda Ribas pelo cinturão do UFC

    Neste sábado (19), Mackenzie Dern e Randa Markos vão se enfrentar no card principal do UFC Las Vegas 11. Apesar de se manter focada na luta com a atleta nascida no Iraque, Dern não descarta a possibilidade de um futuro confronto com Amanda Ribas, na esperança de vingar sua única derrota na carreira até o momento.

    De acordo com a atleta, tanto ela quanto Ribas possuem qualidades suficientes para lutarem pelo topo da categoria e, inclusive, protagonizarem a revanche em disputa válida pelo título da divisão. Número 15 do ranking oficial do evento, a atleta está três posições atrás da algoz, que recentemente venceu Paige VanZant no octógono.

    “Eu gostaria de enfrentá-la, mas não agora. Eu e Amanda vamos definitivamente lutar pelo cinturão. Especialmente agora, com o coronavírus, as pessoas estão lutando com muita frequência, então algumas pessoas estão ganhando, ganhando e ganhando e aí perdem. Ou então perdendo, perdendo e aí ganham. Eles têm a chance de mudar o cartel muito rápido”, analisou a atleta americana-brasileira, antes de continuar.

    “Acho que Amanda tem todo o potencial para conseguir o cinturão, assim como eu. Não sei quem ela vai enfrentar na próxima luta, sei que nós duas definitivamente estamos no ranking, então nossas próximas lutas serão cada vez mais difíceis. Eu não sei quem vai chegar primeiro ao cinturão, mas acho que se nós tivermos outra luta vai ser disputando ele. Ou eu defendendo o cinturão e ela me desafiando, ou ao contrário”, concluiu.

    No duelo entre as atletas representantes do Brasil, Amanda Ribas foi superior e venceu Mackenzie Dern, que perdeu a invencibilidade na ocasião, por decisão unânime após dominar a rival durante 15 minutos no card principal do UFC Tampa, realizado em outubro de 2019.

    Multicampeã no jiu-jitsu esportivo, Mackenzie Dern migrou para o MMA profissional em 2016 e desde então soma oito vitórias, sendo cinco por finalização, e apenas uma derrota. Neste ano, a faixa-preta já pisou no octógono do UFC uma vez, em maio, e saiu vencedora da disputa contra Hannah Cifers, ao finalizar a adversária com uma chave de joelho ainda no primeiro round.

    Por sua vez, Randa Markos busca a recuperação depois de sofrer duas derrotas em suas últimas três apresentações – a última delas para Amanda Ribas, em março deste ano, no UFC Brasília. Aos 35 anos, a lutadora iraquiana acumula dez vitórias, oito reveses e um empate na carreira.

  • ‘Do Bronx’ pede chance de encarar Ferguson e explica saída da luta contra Dariush

    Imagine 0 seguinte cenário: um lutador acumula sete vitórias seguidas, sendo cinco por finalização e duas por nocaute, e ocupa o sexto lugar no ranking do peso-leve (70 kg) do Ultimate. Então, qual seria o próximo passo natural para este atleta? Enfrentar alguém à sua frente na classificação para chegar perto de uma disputa de cinturão? Mas, pelo contrário, tal possibilidade sequer é especulada para Charles ‘Do Bronx’.

    Em seu melhor momento na organização, Charles convive com incertezas sobre sua próxima apresentação. O brasileiro estava com luta marcada para o dia 3 de outubro, diante de Beneil Dariush, número 15 do ranking, mas, por problemas pessoais, não poderá cumprir o compromisso. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, ‘Do Bronx’ rechaçou a especulação de que pediu para sair desse combate por não enfrentar um integrante do top 5 e valorizou seu histórico no UFC.

    “Estou há dez anos no UFC e todo mundo sabe que nunca corri de nenhuma luta, e nunca vou fazer isso”, ponderou o atleta, antes de completar seu raciocínio. “Mas, infelizmente, tive alguns problemas, então decidi falar com meu empresário e meus treinadores para sair da luta, me focar no que tinha que fazer para voltar 100%. Não parei de treinar, mas não tinha cabeça para focar em uma luta específica. Estou no meu melhor momento na carreira, com sete vitórias seguidas, e não queria desperdiçar isso. O Dariush é um cara duríssimo e merece meu respeito. Preferi ficar um pouco fora para resolver tudo. Estou resolvendo isso para poder voltar o quanto antes”.

    Apesar de admitir que enfrentaria Dariush no futuro, o faixa-preta de jiu-jitsu está atento a uma questão que tem movimentado o noticiário do MMA. Dustin Poirier, especulado para encarar Tony Ferguson no dia 24 de outubro, no UFC 254, está praticamente fora da disputa por um impasse financeiro. Dessa maneira, ‘Do Bronx’ aprovou a chance de encarar o ‘El Cucuy’ em evento que vai acontecer na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU).

    “Estou pedindo demais uma oportunidade para lutar com um cara desses ranqueado, que esteja na minha frente. Acho que daria para entrar nessa luta (contra o Tony Ferguson), porque é essa chance que quero faz tempo. Com certeza entraria”, adiantou o lutador, que também sinalizou positivamente para a chance de encarar Dan Hooker, em novembro.

    Leandro Bernardes

    “É um cara que já falou que queria lutar comigo, eu também disse que enfrentaria ele. Talvez ele só volte em novembro, então seria uma grande honra lutar com ele. Seria uma grande guerra para mostrar o quanto eu estou evoluindo. Não importa qual top 5 venha, vou vencer. Se for o Hooker em novembro, beleza. Tony Ferguson agora, está ótimo também. Vou estar pronto. Eu só preciso de uma oportunidade. Não estou pedindo nada demais. É um direito meu. Eu mereço isso”, completou o atleta de 30 anos.

    Apesar de se colocar à disposição para enfrentar Tony Ferguson no UFC 254, o nome de Charles não aparece entre os favoritos para assumir esse posto. Recentemente, Michael Chandler, que na última quinta-feira foi anunciado pelo UFC como novo reforço da franquia, é apontado como o possível adversário do ex-campeão interino da categoria. Ciente desse fato, o brasileiro provocou quem o evita no octógono.

    “Não sei o que acontece. Nem quero ficar pensando nisso senão dá depressão. Tem muita gente que vem de vitórias, mas qual deles só nocauteia ou finaliza? Eu não deixo nas mãos dos juízes e mereço essa chance, mas eles não me dão. Eu acho que é medo, respeito. Não sei. Todo mundo que está no UFC quer o cinturão. Então não adianta se esconder, uma hora vai acontecer. A gente vai se trombar. Eu vou ser campeão do UFC, eles queiram o não. Preciso lutar com um cara na minha frente para isso”, disparou.

    No Ultimate desde 2010, Charles ‘Do Bronx’ é o recordista de vitórias por finalização na história da entidade, com 14 triunfos deste tipo em seu cartel. Ao todo, em sua carreira, o peso-leve soma 29 resultados positivos, sendo 19 por finalização e oito por nocaute, além de oito derrotas e um ‘No Contest’ (luta sem resultado).

  • Aposentado? Dana White revela planos para McGregor: “Deve voltar ano que vem”

    Sem competir desde janeiro, quando nocauteou Donald Cerrone em menos de um minuto, na luta principal do UFC 246, em Las Vegas (EUA), Conor McGregor anunciou sua aposentadoria pela terceira vez em junho deste ano. No entanto, ao que tudo indica, o atleta pode voltar à ativa no início de 2021, de acordo com o próprio presidente da organização, Dana White.

    O irlândes sempre reiterou o fato de ter pendurado as luvas, contudo, desde o anúncio de sua aposentadoria, McGregor utilizou suas redes sociais seguidamente para provocar possíveis rivais e levantar a possibilidade de retornar ao octógono. Para reforçar os rumores, o presidente do Ultimate revelou, em entrevista à reportagem da ESPN americana, nesta quinta (17), ter planos em mente para o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg).

    “Estamos trabalhando em algumas coisas divertidas para Conor no início do próximo ano. Não estou garantindo que ele vai voltar para lutar, mas estamos conversando sobre algumas coisas. Ele deve voltar no ano que vem”, declarou White. O empresário do atleta, em entrevista ao site MMA Fighting, confirmou as conversas com a organização.

    McGregor já havia levantado suspeitas de que pretendia retornar ao UFC quando, recentemente, recebeu uma visita da USADA (agência antidoping americana) e aceitou realizar o teste antidoping fora de competição. A atitude garante a ele a possibilidade de retornar aos octógonos a qualquer momento, já que um dos requisitos para competir na principal liga de MMA do mundo é justamente se manter dentro do programa antidoping da entidade.

  • Em ano de eleição presidencial, guerra política domina duelo ‘Woodley vs Colby’

    Em ano de eleição presidencial, guerra política domina duelo ‘Woodley vs Colby’

    Em ano de eleição presidencial nos EUA, a luta principal do card do UFC Las Vegas 11 contou com um aperitivo a mais. Rivais de longa data, Tyron Woodley e Colby Covington se apresentaram separadamente para a coletiva de imprensa e adotaram posturas completamente diferentes.

    Tyron Woodley, primeiro a se apresentar, entrou nas dependências do UFC Apex com uma camiseta do movimento ‘Black Lives Matter’ (vidas negras importam) e respondeu a todas as perguntas de forma seca e rápida, citando os dizeres que dão nome à campanha mundial de luta contra o racismo.

    Em seu boné, uma alusão à campanha de Donald Trump, atual presidente do país, citava a importância do combate ao racismo nos Estados Unidos, em clara provocação às declarações do rival. ‘Make the Racism Catch the Fade Again’.

    Instantes após a saída de Woodley, Covington assumiu sua cadeira para, com boné da campanha oficial de Trump, questionar a postura e as habilidades do ex-campeão dos meio-médios (77 kg) do UFC. Amigo do presidente, com quem esteve recentemente em um encontro em Las Vegas (EUA), o atleta deixou clara a importância que o apoio do político possui em sua carreira.

    “Tenho coisa mais importantes para fazer, como falar com o presidente, participar de um encontro com ele. Não me importo com o que o Tyron faz. Apenas vou passar por cima dele”, declarou, com a voz sempre calma.

    “Imaginei que ele estaria aqui, queria olhar no olho dele e fazer jogos mentais com esse covarde. Ouvi ontem que não aconteceria. (…) O Tyron pediu para não encontrar comigo, quer me fazer parecer racista. (…) Vamos nos encontrar sábado”, finalizou.

    Tyron Woodley e Colby Covington se enfrentam neste sábado (19), na luta principal do UFC Las Vegas 11. O aguardado combate entre os meio-médios é especulado desde 2018, quando Woodley ainda era o campeão linear da divisão e Covington ostentava o cinturão interino da categoria.

  • Nova sensação do UFC rouba a cena em primeira ‘mega coletiva’ desde início da pandemia

    Nova sensação do UFC rouba a cena em primeira ‘mega coletiva’ desde início da pandemia

    Realizada nesta quinta-feira (17) nas dependências do UFC Apex, a coletiva de imprensa do UFC Las Vegas 11 contou com a primeira reunião em peso de atletas em um mesmo encontro com os jornalistas. Ao todo, seis lutadores que farão o card principal deste sábado estiveram presentes ao mesmo tempo na cerimônia mediada por Dana White, presidente do show.

    Realizada um mês atrás, a coletiva de imprensa de promoção do duelo entre Daniel Cormier e Stipe Miocic contou com a presença dos dois atletas e de Dana White, o que já representou um marco àquela altura época. Para este show, a importância dos combates do card principal aliada ao protocolo de segurança contra a expansão da COVID-19 garantiram confiança para a iniciativa.

    “Claro, o main event é incrível, eles não gostam um do outro. Mas o card principal inteiro é incrível, então decidi fazer isso (coletiva) com o card principal. O card inteiro tem lutas boas, e lutas importantes. Senti que queria colocar luz no undercard foi o jeito que encontramos”, decretou Dana, no início da coletiva.

    Curiosamente, a cerimônia foi dominada pela jovem sensação Khamzat Chimaev. Aos 28 anos, o invicto sueco, que encara Gerald Meerschaert neste sábado, manteve o estilo provocador e não se furtou de provocar o adversário

    “Não me importo com isso (fama de provocador). Gera mais dinheiro quando olham para mim (risos)”, afirmou, antes de mirar sua artilharia para Meerschaert . “Como você pode ser finalizado por alguém que não é faixa preta? Então você não é. Para mim, não faz sentido”.

    Por sua vez, seu rival relatou de forma curiosa um incidente que eles tiveram no hotel em que estão isolados à espera do evento. Como o uso de máscaras é obrigatório, o atleta garante que não entendeu a maioria das ameaças proferidas por Chimaev durante o encontro.

    “Eu não entendi o que ele falou no começo, estávamos usando máscaras.E eu disse: ‘Ok, ok’. Depois alguém me disse que ele estava dizendo que ia esmagar minha cabeça”, relatou, enquanto era interrompido a todo momento pelo sueco.

    Na mesma coletiva, a nova sensação do UFC voltou a deixar claro que pretende se apresentar o máximo de vezes e contra atletas cada vez renomados. Vale lembrar que seu nome é cotado para um confronto com Demian Maia. Mas, claro, ele precisa vencer Gerald Meerschaert antes.

  • Ronda Rousey retoma treino de telecatch e levanta rumores sobre volta à WWE

    Ronda Rousey retoma treino de telecatch e levanta rumores sobre volta à WWE

    Ex-campeã do UFC, Ronda Rousey retomou os treinos de telecatch, levantando rumores sobre um possível retorno às apresentações com a WWE, principal liga de pro wrestling dos Estados Unidos. As especulações começaram depois que Ariel Teal Toombs, também atleta da modalidade, postou diversas fotos em seu Instagram (veja abaixo ou clique aqui) treinando ao lado da ex-lutadora de MMA. Filha da grande lenda do wrestling, o falecido ‘Rowdy’ Roddy Piper, Ariel fez sua estreia no ano passado, no evento AEW All Out, competindo no Casino Battle Royale.

    Vale ressaltar que Ronda está ausente da WWE desde o evento principal da WrestleMania 35, em abril de 2019. Recentemente, a ex-campeã peso-galo (61 kg) do UFC justificou seu afastamento da organização ao alegar que o sacrifício exigido pela vida de atleta nas lutas simuladas não valeria a distância e pouco tempo com a família, especialmente por causa dos “fãs ingratos” da modalidade.

    Medalhista de bronze no judô nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, Ronda Rousey migrou para o MMA profissional em 2011 e logo se tornou a principal estrela feminina do esporte. Campeã peso-galo do Strikeforce e do UFC entre 2012 e 2015, a americana se afastou da modalidade em 2016, após perder o título e não conseguir recuperá-lo em sua luta seguinte. Além de se aventurar na WWE, onde conseguiu o cinturão da WWE Raw, ‘Rowdy’ também tem atuado como atriz em séries e filmes norte-americanos.

     

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  • Michael Chandler assina com UFC e é escalado como reserva de Khabib vs Gaethje

    Michael Chandler assina com UFC e é escalado como reserva de Khabib vs Gaethje

    Ex-campeão peso-leve (70 kg) do Bellator, Michael Chandler assinou com o Ultimate e pode iniciar sua trajetória na principal organização de MMA do planeta já em grande estilo. Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Dana White confirmou a contratação do lutador e revelou que o americano estará presente na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi (EAU), no dia 24 de outubro, data em que a organização promoverá o UFC 254.

    De acordo com o presidente do UFC, Chandler servirá como suplente da luta principal do evento, caso algo aconteça com Khabib Nurmagomedov ou Justin Gaethje, que duelarão pelo cinturão peso-leve da liga. A própria entidade, através do seu ‘Twitter’ oficial (veja abaixo ou clique aqui), também confirmou a informação. Aos 34 anos, o americano chega ao Ultimate depois de construir grande parte de sua carreira no Bellator, organização pela qual competia desde 2010.

    Durante sua trajetória na entidade rival do UFC, o peso-leve conquistou o título da divisão em três oportunidades. Em suas duas últimas apresentações pelo Bellator, Chandler – que possui 21 vitórias e cinco derrotas em seu cartel – somou dois triunfos por nocaute, o mais recente sobre Benson Henderson, ex-campeão da divisão até 70 kg do Ultimate.

    O confronto entre Khabib Nurmagomedov e Justin Gaethje – marcado para o próximo dia 24 de outubro, no UFC 254, na ‘Ilha da Luta’ – coloca frente a frente o campeão linear e o detentor do cinturão interino da categoria. Soberano da divisão até 70 kg do Ultimate desde abril de 2018, o russo vai para sua terceira defesa de título, tendo superado Conor McGregor e Dustin Poirier nas anteriores.

    Por sua vez, Justin Gaethje vive grande fase na organização. Depois de sofrer duas derrotas seguidas, o americano engatou quatro triunfos consecutivos, todos por nocaute. Na vitória mais recente, sobre Tony Ferguson, o peso-leve garantiu o cinturão interino da divisão e a oportunidade de tentar unificá-lo em disputa contra o campeão linear Khabib Nurmagomedov.

  • Gerald Meerschaert narra confusão com Khamzat Chimaev em hotel em Las Vegas

    Gerald Meerschaert narra confusão com Khamzat Chimaev em hotel em Las Vegas

    Neste sábado (19), Gerald Meerschaert e Khamzat Chimaev se enfrentam no card principal do UFC Las Vegas 11. Assim como a maior atração da noite, Woodley vs Covington, o confronto entre os pesos-médios (84 kg) promete grandes emoções devido a recentes provocações nos bastidores do show.

    Em conversa com a imprensa no ‘media day virtual’, o americano revelou que os ânimos se exaltaram em um encontro entre os dois no hotel e lamentou o comportamento do sueco ao tentar intimidá-lo na presença dos amigos.

    “Passamos um pelo outro muito rápido no corredor e acho que ele estava tentando falar mal de mim. Não sei qual é o problema dele, mas não acho muito legal se exibir quando você está com todos os seus amigos. Eu tinha um cara comigo e ele tinha um monte de caras com ele. Entendo, você não precisa gostar de mim, eu não preciso gostar de você, mas vamos guardar isso para o octógono”, declarou Meerschaert.

    O peso médio aproveitou para reafirmar seu desgosto com o fato de Chimaev estar planejando outra luta, possivelmente contra o brasileiro Demian Maia, antes mesmo do resultado deste final de semana. A ideia, aprovada por Dana White, presidente do show, mostraria a confiança do atleta não apenas na vitória, mas de que triunfaria sem grandes dificuldades.

    “Uma coisa é você pensar em nomes para depois, já fizeram isso antes, ou até mesmo falar que quer lutar com muita frequência. Mas ele está definindo datas e nomes, tentando literalmente marcar suas próximas lutas. Isso me irrita”, revelou o lutador.

    Caso supere o desafio contra Meerschaert sem se lesionar, Khamzat Chimaev deve encarar o veterano brasileiro Demian Maia. De acordo com Dana White, a disputa em um primeiro momento ocorreria em Abu Dhabi, na ‘Ilha da Luta’, mas agora faz partes dos planos do evento para fazer parte de um dos shows em Las Vegas (EUA)