Blog

  • ‘Boi’ promete nocaute no UFC 263 e prega cautela quanto ao futuro na organização

    ‘Boi’ promete nocaute no UFC 263 e prega cautela quanto ao futuro na organização

    Em sua quarta aparição no UFC, Carlos ‘Boi’ terá a responsabilidade de abrir o card da edição de número 263. No evento que acontece neste sábado (12), no Arizona (EUA), o brasileiro vai enfrentar Jake Collier em duelo válido pelo peso-pesado e busca conquistar a terceira vitória seguida. Empolgado com a boa fase na maior organização de MMA do mundo, o baiano analisou a luta contra o americano e até revelou sua estratégia.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), ‘Boi’ mostrou que estudou Collier e mencionou que seus pontos fortes devem causar problemas ao adversário no decorrer do encontro. O duelo entre os lutadores apresenta uma curiosidade.

    O brasileiro informou que costuma perder peso para atuar nos pesados, enquanto que o americano já integrou o peso-médio (84 kg). Sendo assim, o baiano indicou que tal diferença será decisiva no embate e prometeu que vai emplacar seu primeiro nocaute no UFC.

    “Estou sem lesão, um pouco mais em forma. Estou me sentindo mais forte, mais ágil, mais leve, então tem tudo para dar certo. Ele é um médio, já lutou nos meio-pesados e agora está nos pesados. Um dos pontos que me ajuda é que ele não está acostumado com o peso. Ele vai cansar rápido, tenho certeza que ele não vai aguentar meu ritmo. Começo um pouco frio e aumento conforme os rounds. Ele é o contrário. Pode começar quente, mas não consegue manter o ritmo por muito tempo. Quando ele pisar no freio, é a hora que vou acelerar. Acredito que será um nocaute no segundo round”, apostou o brasileiro.

    Apesar de ser conhecido pelo bom nível na trocação, ‘Boi’ segue sem vencer por nocaute no UFC. Pela companhia, o brasileiro se notabilizou pelo elevado volume de golpes que aplica nos oponentes. Inclusive, parte dos fãs cobra do lutador mais poder no octógono.

    No entanto, o baiano explicou que não se importa com as críticas e frisou que o importante é vencer, seja por decisão, finalização ou nocaute. Constantemente, ‘Boi’ é apontado por uma parcela da comunidade do MMA como um bom nome para o futuro do peso-pesado, mas o atleta segue humilde ao comentar sobre o top-15.

    “Isso é uma coisa que não me cobro muito. Se eu botar essa pressão nos ombros, posso até sair da estratégia, fazer algo que não devo fazer. O importante para mim é lutar, vencer e dar show. O nocaute é consequência. Se tiver que acontecer, vai acontecer. Não acredito que eu vá para o top-15 depois dessa luta, acho que têm outras pessoas que estão na minha frente, mas há uma chance”, concluiu.

    Carlos ‘Boi’, de 25 anos, é um dos lutadores revelados na nova safra do peso-pesado. O brasileiro estreou pelo UFC em julho de 2020, quando foi derrotado por Sergey Spivak, se recuperou ao superar Yorgan De Castro e emplacou a segunda vitória na organização diante de Justin Tafa, em janeiro de 2021. Em sua carreira, o baiano disputou 11 combates, venceu dez, sendo seis por nocaute, e perdeu apenas uma vez.

  • Demian analisa possibilidade de se aposentar e revela interesse em novos projetos

    Neste sábado (12), Demian Maia sobe novamente no octógono mais famoso do mundo, desta vez para encarar Belal Muhammad, pelo card principal do UFC 263, que acontece no Arizona (EUA). O confronto, 33º do faixa-preta em sua passagem pelo Ultimate, é também o último previsto no seu contrato atual e pode marcar sua despedida, tanto da organização como da carreira. Apesar de estar ciente que o fim se aproxima, o veterano ainda não tomou uma decisão, mas já se prepara para a vida fora do octógono.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Demian deixou em aberto a possibilidade de continuar em atividade após sua participação no UFC 263. De acordo com o lutador, tudo vai depender de seu desempenho no combate contra Muhammad, tendo em vista que, nos treinos, o faixa-preta considera que ainda se mantém competitivo contra a nova geração.

    Por isso, o veterano confia na sua capacidade de seguir na ativa, caso seja do interesse de todas as partes, ainda que por um número pequeno de lutas. Por outro lado, Demian admite que, em caso de aposentadoria, conseguiria ter mais tempo para se dedicar a outros projetos, alguns deles já colocados em prática pelo lutador paulista.

    “Vem muito do que você sente no treino. Se eu sentir no treino que eu não estou tendo uma boa performance, acho que com certeza é a hora de parar. No meu caso, o que me faz pensar em parar não é o fato de não ter performance, que eu tenho nos treinos. É o fato de querer fazer outras coisas que eu tenho vontade. Outros projetos que eu não consigo me dedicar integralmente por estar lutando no maior evento de MMA do mundo”, explicou Demian, antes de completar.

    “Mas, com certeza, se eu tivesse visto que eu não estou com performance, eu já teria parado. Mas eu vejo que ainda estou. Vejo nas minhas lutas, vejo nos meus treinos. Isso que é o meu termômetro. (…) Eu não curtiria lutar sem performance. Para mim, o grande barato do esporte da luta é chegar lá podendo fazer frente com qualquer um, de qualquer nível. Se eu não tivesse isso, com certeza já teria parado”, afirmou.

    Ainda dividido entre a paixão por atuar e as oportunidades da vida pós-luta, Demian já toca alguns projetos paralelos à carreira de atleta, ainda que estes sejam impactados, em alguns momentos, pelos treinos e preparações para competir. Além da ‘Escola Demian Maia de Jiu-Jitsu’ e dos requisitados seminários, o faixa-preta também tem se aventurado na área do entretenimento e da informação, ambas ligadas diretamente à sua formação universitária como jornalista.

    Depois de se apresentar no primeiro evento do UFC sem a presença do público, em razão da pandemia de coronavírus, em março do ano passado, o veterano utilizou o tempo livre, sem lutas marcadas, para lançar seu próprio podcast e, recentemente, passou a contar a história do jiu-jitsu em vídeos compartilhados através de sua conta oficial no ‘Instagram’.

    “Eu fiz isso muito como hobby nesse último ano, que foi bem atípico. Eu gosto de fazer as entrevistas. É muito legal produzir conteúdo, a parte de história é uma coisa que eu adoro. Já fiz algumas coisas para o Combate, está no UFCDocs.com.br, mas tenho um projeto também que, lógico a gente não pode falar ainda, para a TV. Acredito que vai dar certo. Tem os meus seminários também. Eu fico muito restrito em dar seminário só em certas fases do ano por causa de estar sempre tendo que estar preparado. Então, eu não posso marcar duas semanas de seminário, ou mesmo de gravação, como foi a gravar a Arqueologia da Luta, ficar duas semanas viajando na Grécia, no Egito, ou em seminário. Porque você pode estar prestes a marcar uma luta”, comentou Demian, antes de continuar.

    “Então, isso tudo acaba sendo impeditivo. Minha própria escola de jiu-jitsu, que, por exemplo, nessas últimas semanas, eu não participei de nenhuma reunião com todos os colaboradores, com sócios, não dei a atenção que eu deveria dar, porque eu estou voltado para fazer uma luta. Isso tudo, é claro que eu amo o que eu faço, mas eu faço há muito tempo. Vai fazer 14 anos só no UFC, fora minha carreira no jiu-jitsu e meu começo em outras artes marciais quando eu era criança e adolescente. Então, às vezes, é só a vontade de mudar pelos outros desafios, mas ao mesmo tempo eu gosto muito do que eu faço”, concluiu.

    Considerado por muitos como o principal representante do jiu-jitsu no MMA de sua geração, Demian Maia construiu uma longa carreira no MMA, que se estende desde o início dos anos 2000, grande parte dela feita dentro do octógono do Ultimate. Pelo UFC, o faixa-preta venceu 22 combates, alguns contra grandes nomes da modalidade, como Jorge Masvidal, Carlos Condit, Chael Sonnen, Ben Askren, entre outros.

    Demian também teve a oportunidade de disputar um título do UFC em duas ocasiões. Na primeira delas, com o cinturão dos pesos-médios (84 kg) em jogo, o paulista foi superado pelo compatriota Anderson Silva, em 2010. Já em 2017, em combate válido pela soberania da divisão dos meio-médios (77 kg), Maia não conseguiu derrotar o então campeão Tyron Woodley.

  • Deiveson Figueiredo explica razão da desavença com Moreno: “Vou calar a boca dele”

    Deiveson Figueiredo explica razão da desavença com Moreno: “Vou calar a boca dele”

    Único brasileiro presente na coletiva de imprensa do UFC 263, cerimônia realizada na última quinta-feira (10) em Phoenix (EUA), Deiveson Figueiredo chamou a atenção durante as encaradas ao empurrar o rival Brandon Moreno. E, ao que parece, o clima de rivalidade realmente tirou o brasileiro do sério.

    Durante a sessão de perguntas dos jornalistas presentes, Deiveson, campeão dos pesos-moscas (57 kg) do UFC, garantiu que a disputa também será pessoal, uma vez que as declarações do mexicano não passaram em branco.  Por isso, o brasileiro prometeu que irá nocautear no primeiro assalto.

    “O Moreno fala muito, e eu sou o cara que vou calar a boca dele. Vou nocautear no primeiro round. Preste atenção. Vou nocautear no primeiro round”, bradou, enquanto era vaiado pela torcida local, que apoiava em peso o desafiante.

    “Sou um showman para essa galera. Sábado, eu vou fazer um show para vocês, nocauteando esse cara. Vou fazer um show e fazer vocês me amarem”, rebateu o atleta, com a ajuda de um tradutor escalado pela organização do show.

    Na primeira vez que mediu forças com Moreno, em dezembro do ano passado, Deiveson manteve o cinturão após o duelo terminar empatado. Desta forma, a revanche foi marcada imediatamente, atrasando os planos do brasileiro.

    Afinal, o campeão dos moscas deixou claro na temporada 2020, ano em que protagonizou quatro main events no octógono, que sua meta seria subir de categoria para tentar unificar o cinturão dos pesos-galos (61 kg) – atualmente em poder do americano Aljamain Sterling.

    “Sinceramente, sou um cara que entro para nocautear. Quero muito que o patrão me dê essa oportunidade de fazer uma grande luta na categoria de cima. Vou deixar com ele, mas gostaria que ele me colocasse direto para lutar pelo cinturão. Para mostrar que também tenho potencial para ser campeão na categoria de cima”, finalizou o atleta que carrega o apelido de ‘Deus da Guerra’.

  • Luta entre Mayweather e Logan Paul alcança marca de um milhão de vendas de PPV

    Luta entre Mayweather e Logan Paul alcança marca de um milhão de vendas de PPV

    Antes de sua realização, a luta de boxe entre Floyd Mayweather e Logan Paul se destacou no mundo dos esportes de combate. Após o encontro, o duelo realizado no último domingo (5), na Flórida (EUA), ainda repercute. O motivo é a extravagante quantia que o evento vendeu em pacotes de transmissão via ‘pay-per-view’.

    De acordo com o site ‘Boxing Scene’, o duelo de exibição entre o multicampeão mundial de boxe e o youtuber ultrapassou a marca de um milhão de pacotes. O evento liderado por Mayweather e Paul foi promovido pela ‘Showtime’, e o preço do ‘pay-per-view’ foi de 49,99 dólares (cerca de R$ 255).

    A marca, por sinal, é emblemática. Para se ter uma ideia, a última vez que o UFC vendeu mais do que um milhão de pacotes foi em janeiro deste ano, quando Dustin Poirier e Conor McGregor se enfrentaram pela segunda vez. Sem a presença do Irlandês, o show alcançou a marca pelas últimas vezes com Usman vs. Masvidal, em 2020, e Nunes vs. Rousey, em 2016.

  • Polêmica! Nate Diaz rouba a cena ao fumar na coletiva do UFC 263

    Polêmica! Nate Diaz rouba a cena ao fumar na coletiva do UFC 263

    Sem lutar desde 2019, Nate Diaz retornou com tudo ao UFC. Na coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (10), no Arizona (EUA), para promover a edição de número 263, o ‘bad boy’ roubou a cena. Se de um lado Israel Adesanya e Marvin Vettori, protagonistas do ‘main event‘, discutiram de forma constante, o popular meio-médio (77 kg) optou por outro tática. O irmão mais novo de Nick decidiu fumar um produto de procedência duvidosa.

    Vale destacar que Nate Diaz é usuário declarado de maconha e se posiciona a favor do uso da substância, principalmente, no MMA. Inclusive, essa postura do americano foi um dos motivos que o levou a ser um atleta popular. Apesar de sua fama, não se sabe se, de fato, o ‘bad boy’ fumou maconha na atração, porém o episódio não surpreende.

    No UFC 263, Nate Diaz vai encarar Leon Edwards, número três no ranking dos meio-médios. Quando a organização anunciou a luta entre os atletas, pegou parte da comunidade do MMA de surpresa. Inclusive, Dana White sinalizou que o ideal seria o americano atuar no peso-leve (70 kg) em seu retorno ao Ultimate.

    O próprio cartola informou que a trilogia entre o ‘bad boy’ e Conor McGregor segue nos planos da organização e os desafetos já se colocaram à disposição para desempatar a rivalidade. No entanto, em caso de vitória de Nate sobre Edwards, Dana frisou que vai escalar o americano para disputar o título dos meio-médios contra o campeão Kamaru Usman.

  • Diego Sanchez indica continuidade na carreira e dá pista sobre ida para o boxe

    Diego Sanchez indica continuidade na carreira e dá pista sobre ida para o boxe

    Dispensado recentemente pelo UFC, Diego Sanchez não parece disposto a pendurar as luvas neste momento. Em publicação feita na sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), o veterano indicou que pretende continuar competindo e deu uma pista de que pode trocar de modalidade.

    Na mensagem, Sanchez sugeriu que pretende finalizar sua carreira sob seus próprios termos e sugeriu, de forma sutil, uma possível experiência no boxe. Vale destacar que a nobre arte tem sido o refúgio de alguns veteranos que também viram sua trajetória no UFC acabar, como os brasileiros Anderson Silva e Vitor Belfort.

    “Eu construí meu nome, minhas habilidades, meu legado, e eu vou finalizar minha carreira nas lutas na confiança que eu construí em mim mesmo! Não em um treinador, não em um time, mas bênçãos de Deus! #boxe”, escreveu Diego.

    Vencedor da primeira temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’, Diego Sanchez construiu uma longa e respeitável carreira no UFC. Apesar de nunca ter conquistado um cinturão da organização, o americano foi, durante anos, um dos lutadores mais populares do elenco.

    A trajetória do veterano no Ultimate chegou ao fim no último mês de abril, após Joshua Fabia, seu então treinador e ‘guru’, se envolver em polêmicas com os dirigentes da organização. Pouco depois da demissão, Diego rompeu relações com o controverso profissional, que passou a atacar o antigo pupilo publicamente.

  • Douglas Lima e rival batem o peso e confirmam disputa pelo título do Bellator

    Douglas Lima e rival batem o peso e confirmam disputa pelo título do Bellator

    Realizada nesta quinta-feira (10), em Connecticut (EUA), a pesagem do Bellator 260 transcorreu sem que houvesse alguma falha na balança. Sendo assim, o aguardado embate entre Douglas Lima, campeão dos meio-médios (77 kg), e o ucraniano Yaroslav Amosov, invicto no MMA, foi confirmado para o evento que ocorre na sexta-feira (11), no mesmo local.

    Dono do cinturão dos meio-médios, Douglas se apresentou com 76,9 kg, enquanto Amosov, desafiante da categoria, estava levemente mais pesado, uma vez que marcou 77,1 kg. Como fazem parte da ‘American Top Team’, renomada academia de MMA, a encarada entre os atletas foi amigável (veja abaixo ou clique aqui).

    Os tops da divisão se cumprimentaram e mantiveram a distancia. Depois, o ucraniano se aproximou do brasileiro e o abraçou, com ambos sorrindo para as fotos. Apesar do clima respeitoso, a tendência é de que a luta seja emocionante, digna de uma disputa de título.

    Douglas Lima, de 33 anos, é um dos principais nomes da história do Bellator e é considerado por parte dos fãs como uma possível ameaça aos tops dos meio-médios do UFC. O campeão integra a organização desde 2011, disputou 18 lutas por ela, venceu 14 e perdeu quatro. Seus triunfos de maior destaque no esporte foram diante de Andrey Koreshkov (duas vezes), Lorenz Larkin, Michael Page e Rory MacDonald.

    Yaroslav Amosov, de 27 anos, é uma promessa do MMA, que possui uma trajetória perfeita no esporte até o momento. Em seu histórico, o ucraniano disputou 25 lutas na carreira e venceu todas, sendo nove por nocaute e dez por finalização. ‘Dynamo’ ficou conhecido na modalidade por ser um atleta completo e seus principais triunfos foram em cima de Ed Ruth, Erick Silva e Logan Storley.

    Apesar da pesagem sem falhas na balança, o evento perdeu uma luta que integrava o card principal e que colocava frente a frente lutadoras brasileiras. A veterana Vanessa Porto enfrentaria Ilara Joanne pelo peso-mosca (57 kg), porém foi a última a se pesar e precisou da toalha para atingir o limite da categoria. Debilitada, a ex-campeã do Invicta FC não foi liberada pela Comissão para competir no show, como anunciou a organização, através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Confira o card completo do Bellator 260:

    Douglas Lima (76,9 kg) vs Yaroslav Amosov (77,1 kg)

    Paul Daley (79,3 kg) vs Jason Jackson (79,3 kg)

    Aaron Pico (66,1 kg) vs Aiden Lee (65,7 kg)

    Demarques Jackson (77,1 kg) vs Mark Lemminger (77,3 kg)

    Kyle Crutchmer (77, 4 kg) vs Levan Chokheli (77,1 kg)

    Tywan Claxton (66,2 kg) vs Justin Gonzales (65,7 kg)

    Nick Newell (70,7 kg) vs Bobby King (70,7 kg)

    Lucas Brennan (66,4 kg) vs Matthew Skibicki (66,2 kg)

    Amanda Bell (65,7 kg) vs Marina Mokhnatkina (65,9 kg)

    Alex Polizzi (92,9 kg) vs Gustavo Trujillo (93 kg)

  • St-Pierre é homenageado em sua cidade natal e fãs comparam estátua a Barack Obama

    St-Pierre é homenageado em sua cidade natal e fãs comparam estátua a Barack Obama

    Considerado por grande parte da comunidade do MMA como um dos maiores lutadores de todos os tempos, Georges St-Pierre é, sem sombra de dúvida, o principal expoente do Canadá na modalidade, além de ser responsável direto pela popularização do esporte em seu país natal. Por toda sua importância, a prefeitura da cidade de St-Isidore, no estado de Quebec (CAN), onde o lutador nasceu, decidiu fazer uma justa homenagem ao ex-campeão meio-médio (77 kg) e peso-médio (84 kg) do UFC.

    Na última quarta-feira (9), foi inaugurada uma estátua do lutador em tamanho real, localizada em uma praça da cidade de St-Isidore. O local passa a ser conhecido como ‘Espaço GSP’. O ex-lutador esteve presente na cerimônia de inauguração do monumento e, através de sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), mostrou toda sua felicidade pela homenagem.

    “Estou muito emocionado por essa honraria que a cidade da minha infância me concedeu. Espero que o Espaço GSP seja um local de inspiração e encontros para todas as gerações, e um símbolo de perseverança, especialmente para os jovens que possuem grandes sonhos”, escreveu ‘GSP’ na legenda de sua publicação no Instagram.

    Apesar da bonita homenagem recebida por St-Pierre, a aparência da estátua, de autoria da escultora Tali Levesque, chamou a atenção dos fãs do canadense. Parte dos seguidores questionaram os traços da obra e, em tom de brincadeira, compararam o rosto da estátua ao do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama.

    Sem lutar desde 2017, Georges St-Pierre se aposentou oficialmente em fevereiro de 2019. Durante sua laureada carreira, o canadense somou 26 vitórias e apenas duas derrotas. Durante anos a divisão dos meio-médios do UFC foi dominada por ‘GSP’, que também conquistou o cinturão dos pesos-médios em sua última luta da carreira, ao finalizar o então campeão da categoria Michael Bisping.

  • Jéssica Andrade enfrenta Cynthia Calvillo no UFC 266 em setembro

    Jéssica Andrade enfrenta Cynthia Calvillo no UFC 266 em setembro

    Após ser derrotada por Valentina Shevchenko, em abril, em luta válida pelo título do peso-mosca (57 kg) do UFC, Jéssica Andrade já sabe quando e contra quem fará seu retorno ao octógono. A brasileira vai seguir na categoria e medirá forças com Cynthia Calvillo no show de número 266, que acontece no dia 4 de setembro, ainda sem local definido. A informação foi divulgada pela ‘ESPN Deportes’ e confirmada pela reportagem da Ag. Fight com fontes próximas à organização.

    Em sua trajetória no UFC, Jéssica Andrade deixou um rastro de destruição no peso-palha (52 kg). Pela categoria, a ex-campeã bateu atletas como Cláudia Gadelha, Jessica Penne, Karolina Kowalkiewicz e Rose Namajunas. Em sua estreia no peso-mosca, ‘Bate-Estaca’ puniu Katlyn Chookagian na base dos golpes na linha de cintura antes de nocautear, mas, na sequência, foi nocauteada por Valentina Shevchenko, número um da divisão.

    No MMA profissional desde 2016, Cynthia Calvillo fez boa parte da carreira no peso-palha do UFC. Porém, com frequentes problemas na balança, a americana decidiu subir de categoria. No peso-mosca, a atleta realizou duas lutas, venceu Jessica Eye em sua estreia e, na sequência, acabou derrotada por Katlyn Chookagian, em duelo realizado em novembro de 2020.

    O UFC 266 terá como ‘main event’ a disputa pelo título dos meio-pesados (93 kg) entre o campeão Jan Blachowicz e o desafiante Glover Teixeira. Além da aguardada participação dos veteranos, a imprensa especializada especula que Alexander Volkanovski, número um do peso-pena (66 kg), coloque o cinturão em jogo contra Brian Ortega.

  • Lenda do MMA, Kazushi Sakuraba carrega a tocha Olímpica no Japão

    Lenda do MMA, Kazushi Sakuraba carrega a tocha Olímpica no Japão

    Ex-lutador de MMA, Kazushi Sakuraba recebeu uma bela homenagem nesta semana. Aos 51 anos, a lenda do esporte foi homenageada no Japão com o direto de carregar a tocha olímpica em seu país. O registro foi divulgado pelo próprio atleta em suas contas em redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    A cerimônia fez parte dos preparativos para a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, que foram adiados para esta temporada devido à pandemia da COVID-19. O evento está programado para ter início no dia 23 de julho, com o encerramento marcado para o dia 8 de agosto.

    Sakuraba ficou mundialmente famoso por suas performances no ringue do extinto evento japonês Pride. Entre seus combates mais lembrados, o ídolo japonês derrotou quatro representantes da família Gracie: Royler, Royce, Renzo e Ryan.

    O desempenho diante dos representantes do clã responsável por aprimorar e difundir o jiu-jitsu pelo mundo fez com que Sakuraba fosse apelidado de ‘Gracie Hunter’ (‘Caçador de Gracie’). Ao todo em sua carreira no MMA profissional, o ídolo japonês acumulou 26 vitórias, sendo 19 por finalização, 17 derrotas, um empate e dois ‘no contests’ (sem resultado).