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  • Luigi Vendramini afirma que sua maior arma no UFC 263 é a “arrogância” do rival

    Luigi Vendramini afirma que sua maior arma no UFC 263 é a “arrogância” do rival

    Após ficar afastado dos octógonos por dois anos, Luigi Vendramini retornou em grande estilo em outubro do ano passado, quando precisou de pouco mais de um minuto de luta para nocautear Jessin Ayari e conquistar sua primeira vitória pelo Ultimate. Neste sábado (12), a jovem promessa do MMA brasileiro, de 25 anos, tentará confirmar a boa fase diante do francês de ascendência argelina Fares Ziam, pelo card preliminar do UFC 263, sediado no Arizona (EUA).

    E para este confronto, o peso-leve (70 kg) ganhou uma motivação extra: acabar com uma possível empáfia do rival. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Luigi revelou que tomou conhecimento de algumas provocações feitas pelo adversário e afirmou que não vai deixar barato para Ziam quando o octógono se fechar.

    Focado no objetivo de crescer no esporte para poder melhorar a condição de vida de sua família, o brasileiro prometeu finalizar o combate de forma rápida, assim como fez em sua última apresentação. Na verdade, de todas as dez lutas disputadas por Vendramini no MMA profissional até o momento, nenhuma chegou à decisão dos juízes, tendo vencido nove delas, sendo cinco por nocaute e quatro por finalização, além de ter sido levado à lona em sua única derrota na carreira, para o compatriota Elizeu ‘Capoeira’, em sua estreia pelo Ultimate.

    “Eu vi algumas entrevistas dele, algumas postagens no Instagram. Ele zuando o Brasil, zuando o aquecimento do jiu-jitsu, falando que o wrestling da Argélia é melhor, são mais duros do que o jiu-jitsu brasileiro. Me chamou também de ‘apenas um grappler’ que não vai conseguir finalizá-lo. Acho que minha maior arma é vencer a arrogância dele. Acredito que ele vai entrar muito arrogante, muito cheio de si, e vai se frustrar muito rápido”, comentou Luigi, antes de completar.

    “Eu não luto porque eu gosto de ser atleta ou porque eu gosto de lutar, eu luto porque eu tenho um propósito maior, que é mudar a minha vida, mudar a vida da minha família. Viver a vida que poucos vivem. A minha mentalidade é bem diferente da dele. Ele está de ‘oba oba’ e eu estou aqui por um propósito. Então, acredito que a luta vai se desenrolar bem rápido. Eu tenho certeza que a luta vai acabar no primeiro round, não vai passar dos três minutos de luta. Na hora que eu encontrar a distância, ele vai cair”, prometeu.

    A confiança do jovem lutador pode ser explicada também por uma recente mudança realizada em sua vida. Apesar da vitória em sua última peleja, Vendramini não se acomodou e decidiu mudar seu camp de preparação para os Estados Unidos, mais especificamente para a cidade de Denver, no Colorado (EUA), lar da equipe ‘Factory X’, que é liderada pelo treinador Marc Montoya.

    A mudança, de acordo com o lutador, trouxe ainda mais foco para sua carreira, uma vez que na fria cidade norte-americana encontrou poucas opções de lazer. Além disso, Luigi destacou o comprometimento dos novos companheiros de equipe nos treinamentos, uma das principais diferenças encontradas por ele nos Estados Unidos.

    “Eu vim para os Estados Unidos no dia 20 de janeiro e comecei a treinar com o treinador Marc Montoya. É uma grande mudança para mim. A cultura americana de treino é muito diferente da brasileira. Eles se puxam mais, são mais motivacionais, eles sempre fazem você dar o seu máximo todo dia. Uma coisa muito interessante também do lugar para onde eu me mudei é que a altitude é quase 2000 metros acima do nível do mar. Nas primeiras três semanas você acaba sentindo bastante a diferença da oxigenação, mas depois que você desce seu cardio melhora 100%. Pelo menos é o que falam, vai ser a primeira vez que eu vou testar”, contou Vendramini, antes de elaborar sobre sua adaptação aos Estados Unidos.

    “Lá é bem frio. Até me adaptei bem, mas a gente sempre fica com saudade de casa. Muito tempo sem ver a família. Eu sou acostumado a treinar junto com meu pai. Sem meus amigos que eu cresci junto. Foi uma coisa que eu tive uma batalha mental todos os dias, até porque praticamente eu estava de quarentena. Eu só treinava e ia para casa. Eu não fiz outra coisa a não ser treinar, malhar e me alimentar bem. Eu fiz coisas que eu nunca tinha feito na minha vida, tipo dormir todos os dias às 22h. Sábado à noite, eu dormia às 22h. Coisa que você não consegue fazer no Brasil, porque sempre tem um barzinho, alguma coisa para ir. Aqui a diversão dos caras é assistir Netflix, fazer um jantar, comer algo fit. Eu já sou um cara muito focado – não bebo, não fumo, não uso nenhuma droga – e aqui eu acho que cheguei no 110% do foco”, afirmou o peso-leve, que pretende se dividir entre o Brasil e os Estados Unidos a partir de agora.

    No MMA profissional desde 2016, Luigi Vendramini soma nove vitórias e uma derrota em seu cartel. Pelo UFC, o ‘Italian Stallion’, como é conhecido, perdeu em sua estreia e se recuperou no segundo compromisso, com um belo nocaute. Já seu adversário neste sábado, Fares Ziam, acumula 11 triunfos e três reveses, e possui o mesmo histórico que o brasileiro dentro do octógono do Ultimate.

  • Empresário apoia postura confiante de Deiveson: “O vencedor quer a responsabilidade”

    Empresário apoia postura confiante de Deiveson: “O vencedor quer a responsabilidade”

    Neste sábado (12), Deiveson Figueiredo coloca pela terceira vez o cinturão peso-mosca (57 kg) do Ultimate em jogo, novamente diante do mexicano Brandon Moreno, pelo co-main event do UFC 263, no Arizona (EUA). Como já virou tradição, o campeão esbanjou confiança em suas entrevistas pré-luta e, inclusive, prometeu nocautear o rival no primeiro round.

    A postura confiante do paraense muitas vezes pode ser confundida com arrogância e, com isso, ser recriminada. Mas, na visão de seu empresário, Wallid Ismail, nada mais é do que a representação do seu espírito de campeão. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), o manager exaltou a abordagem de Deiveson e fez minimizou a pressão sofrida pelo lutador.

    “Se você tem medo de pressão, fica em casa e chora. O caboclo nasceu para a pressão. As pessoas ficam falando: ‘Ele tem que vender, tocar o terror’. Eu falo o seguinte: o cara quer tirar o futuro da sua família, quer tirar seu cinturão, quer tirar seu dinheiro. A guerra é total. O MMA é um esporte de guerra”, declarou Wallid, antes de continuar.

    “Eu apoio quem chama a responsabilidade para si: ‘Vou lá e vou tocar o terror’. Que nem um cara falou no meu Twitter: ‘Agora a responsabilidade dele é gigante’. Eu falei: ‘Isso é papo de perdedor’. O vencedor quer a responsabilidade. Chama a responsabilidade para o peito e vai para a guerra. Esse é o Deiveson Figueiredo”, finalizou.

    Deiveson Figueiredo vive excelente fase no MMA. O brasileiro impressionou no UFC e, de certa forma, impediu a organização de excluir o peso-mosca. Em fevereiro de 2020, ‘Deus da Guerra’ nocauteou Joseph Benavidez no segundo round, mas, como apresentou problemas na balança, não conquistou o título da divisão.

    Na revanche, realizada em julho, Deiveson finalizou o veterano no primeiro assalto e se tornou campeão da categoria. Em novembro, o brasileiro defendeu o cinturão ao finalizar Alex Perez, em menos de dois minutos. No mês seguinte, o paraense empatou com Brandon Moreno e faturou o bônus de ‘luta da noite’.

  • Treinador de Vettori, Rafael Cordeiro adianta estratégia do pupilo: “Vai botar pressão”

    Treinador de Vettori, Rafael Cordeiro adianta estratégia do pupilo: “Vai botar pressão”

    Neste sábado (12), Israel Adesanya colocará novamente o cinturão peso-médio (84 kg) do Ultimate em jogo, desta vez contra Marvin Vettori, na luta principal do UFC 263, sediado no Arizona (EUA). Se antes o campeão parecia ganhar status de imbatível, depois de seu último combate, onde foi derrotado por Jan Blachowicz em disputa pelo título dos meio-pesados (93 kg), as brechas em seu jogo se tornaram evidentes e um caminho para superá-lo parece ter sido encontrado por seus rivais.

    Oriundo da trocação, Adesanya teve dificuldades para contar as investidas de Blachowicz na luta agarrada, e viu o adversário encerrar sua invencibilidade no MMA, apostando bastante nesta estratégia, que grande parte da comunidade das lutas espera que Marvin Vettori tente repetir neste sábado. Apesar da expectativa criada, Rafael Cordeiro – líder da ‘Kings MMA’ e treinador do italiano – prega cautela.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), o condecorado treinador admitiu ter encontrado brechas no jogo de Adesanya que podem ser exploradas pelo desafiante, mas fez questão de demonstrar respeito pelas habilidades do campeão e pelo perigo que ele representa na luta em pé. Ainda assim, Cordeiro adiantou que seu pupilo deve tomar a iniciativa do combate, uma característica que levou o italiano a vencer seus últimos cinco confrontos e, consequentemente, se credenciar para a disputa de título.

    “Acho que todo lutador tem algum buraco no jogo. A gente vai tentar explorar do princípio ao fim. A gente sabe da responsabilidade de lutar com o campeão, sabendo que o campeão tem a vantagem de jogar pelo empate. O campeão joga pelo empate, para ele é bom. Então, a gente vai tentar buscar a luta do começo ao final. Lógico, não é correr que nem um idiota para cima do campeão. Mas a gente vai botar pressão nele, porque isso que fez o Marvin estar disputando o cinturão hoje. A coragem que ele tem de enfrentar qualquer um. Não só o Adesanya, mas mantendo o mesmo ritmo que ele fez com todos os caras que ele lutou até aqui”, explicou Rafael Cordeiro, antes de completar.

    “Vai ser aquela pressão, tentando ir sempre para cima, do princípio ao final da luta, sabendo que é um grande atleta que está do outro lado. É o campeão que está do outro lado. Não dá para piscar. Isso é uma coisa que a gente trabalhou bastante no camp, para o Marvin ficar muito ativo, principalmente na curta distância. Uma distância que possa haver o confronto, tanto do soco, quanto do chute. Então, tem que ficar atento naquela distância. Mas sabendo também que é uma distância que o Marvin pode dar soco e chute, como botar para baixo também. Então, vai ser uma luta desenvolvida no MMA, onde não vai ser uma luta só de boxe, ou só de chute, ou só de chão. A gente vai tentar envolver todas essas valências, intercalar uma coisa na outra, para, se Deus quiser, ter um novo campeão na categoria”, concluiu o líder da equipe ‘Kings MMA’.

    O duelo deste sábado entre Marvin Vettori e Israel Adesanya será uma revanche do primeiro encontro, disputado em abril de 2018. Na ocasião, o nigeriano, ainda sem a posse do cinturão dos médios, derrotou o italiano por decisão dividida dos juízes, resultado questionado até hoje pelo lutador europeu.

    Os rivais chegam para o confronto em momentos diferentes. Com cinco vitórias seguidas, Vettori ascendeu na categoria e alcançou o top 3 no ranking dos pesos-médios, garantindo, assim, uma oportunidade de lutar pelo cinturão. Já Adesanya vem de sua primeira derrota na carreira, para o polonês Jan Blachowicz, em duelo disputado em março deste ano, com o título dos meio-pesados do UFC em jogo.

  • Brasileira vence três rivais na mesma noite e garante revanche pelo título do Invicta FC

    Brasileira vence três rivais na mesma noite e garante revanche pelo título do Invicta FC

    Três semanas depois de ser derrotada, de forma controversa, por Alesha Zappitella, em disputa pelo cinturão peso-átomo (48 kg) do Invicta FC, Jéssica Delboni conquistou a chance de ter sua revanche. Na última sexta-feira (11), a organização promoveu um torneio entre oito concorrentes da divisão e, após vencer três adversárias na mesma noite, a brasileira se credenciou para mais uma disputa de título.

    O evento, sediado em Kansas City (EUA), teve como principal atração o Grand Prix para definir a próxima desafiante ao título do peso-átomo. Os confrontos de quartas de final e semifinal foram disputados em rounds únicos de cinco minutos. Já a grande decisão transcorreu em três rounds, também de cinco minutos cada.

    A brasileira iniciou sua trajetória no torneio com uma vitória sobre Tabatha Watkins, por pontos. Já na semifinal, Jéssica superou Marisa Messer-Belenchia, novamente na decisão dos juízes. No grande momento da noite, a atleta da equipe ‘PRVT’ – companheira de treinos da ex-campeã do UFC Jéssica ‘Bate-Estaca’ – derrotou Lindsey VanZandt, adversária que já havia vencido em 2019.

    Com a impressionante jornada na edição do Invicta FC promovida na última sexta-feira, Delboni garantiu sua vaga na próxima disputa de cinturão do peso-átomo, novamente diante de Alesha Zappitella, atual campeã da categoria. Em maio deste ano, no primeiro duelo entre elas, a americana saiu vencedora na decisão dividida dos juízes, resultado bastante contestado pela lutadora brasileira e por sua equipe.

    Confira os resultados do Invicta FC: Phoenix Series 4:

    Jessica Delboni venceu Lindsey VanZandt por decisão unânime;
    Jessica Delboni venceu Marisa Messer-Belenchia por decisão unânime;
    Lindsey VanZandt venceu Linda Mihalec por decisão unânime;
    Samantha Seff venceu Kara Vislosky por decisão dividida;*
    Marisa Messer-Belenchia venceu Paulina Granados por decisão dividida;
    Linda Mihalec venceu Jillian DeCoursey por decisão dividida;
    Lindsey VanZandt venceu Katie Perez por finalização;
    Jessica Delboni venceu Tabatha Watkins por decisão unânime.

    *luta reserva

  • Douglas Lima é dominado por ucraniano e perde cinturão do Bellator

    Douglas Lima é dominado por ucraniano e perde cinturão do Bellator

    Realizado na última sexta-feira (11), em Connecticut (EUA), o Bellator 260 coroou um novo campeão do peso-meio-médio (77 kg). Na luta principal do evento, o brasileiro Douglas Lima não foi capaz de evitar o jogo de wrestling do ucraniano Yaroslav Amosov e acabou superado por pontos, perdendo o cinturão que lhe pertencia desde outubro de 2019.

    Com vantagem na luta agarrada, Amosov foi fiel à sua estratégia e, em todos os rounds, levou o brasileiro ao solo e, ainda que sem tanta contundência, foi capaz de se manter em posições dominantes durante grande parte do combate. Nos poucos momentos em que o confronto se desenvolveu em pé, Douglas não conseguiu mostrar sua superioridade nesta área, e viu seu adversário evitar a maioria de seus ataques.

    Com o resultado, Yaroslav Amosov segue invicto no MMA profissional, com 26 vitórias no mesmo número de combates disputados. Já Douglas Lima sofreu sua segunda derrota consecutiva. Vale lembrar que antes do confronto contra o ucraniano, o agora ex-campeão dos meio-médios do Bellator lutou pelo cinturão vago dos pesos-médios contra Gegard Mousasi, mas acabou superado pelo veterano, também na decisão dos juízes, em outubro do ano passado.

    Este foi o terceiro reinado do brasileiro na categoria até 77 kg do Bellator. Contando as três ocasiões, Douglas só conseguiu defender o seu título em uma oportunidade, diante de Lorenz Larkin, em 2017, em sua segunda etapa como campeão.

    Confira os resultados do Bellator 260:

    Yaroslav Amosov venceu Douglas Lima por decisão unânime dos juízes;
    Jason Jackson venceu Paul Daley por decisão unânime dos juízes;
    Aaron Pico venceu Aiden Lee por finalização;
    Mark Lemminger venceu Demarques Jackson por nocaute técnico;
    Kyle Crutchmer venceu Levan Chokheli por decisão unânime dos juízes;
    Justin Gonzales venceu Tywan Claxton por decisão dividida dos juízes;
    Bobby King venceu Nick Newell por decisão dividida dos juízes;
    Lucas Brennan venceu Matthew Skibicki por finalização;
    Marina Mokhnatkina venceu Amanda Bell por decisão unânime dos juízes;
    Alex Polizzi venceu Gustavo Trujillo por finalização.

  • Edwards contesta Dana por definir Colby como desafiante ao título nos meio-médios

    Edwards contesta Dana por definir Colby como desafiante ao título nos meio-médios

    O próximo compromisso de Leon Edwards será no UFC 263, porém o atleta já se mostra preocupado não com o evento e sim com a carreira. No show que acontece neste sábado (12), no Arizona (EUA), o inglês vai enfrentar Nate Diaz e o duelo é importante para os meio-médios (77 kg). O próprio Dana White informou que o vencedor do combate estará em ótima posição na categoria, mas, mesmo assim, o terceiro colocado no ranking expressou sua insatisfação.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana, Edwards questionou Dana a respeito do próximo desafiante ao título dos meio-médios do UFC. Tudo porque, recentemente, o líder da maior organização de MMA do mundo afirmou que o novo adversário de Kamaru Usman, campeão da categoria, será Colby Covington e, na sequência, adiantou que o vencedor do duelo entre o inglês e Nate viria logo atrás de ‘Chaos’.

    De acordo com Edwards, a preferência por Covington é injusta. Vale lembrar que o ex-campeão interino dos meio-médios atuou pela última vez no UFC em setembro de 2020, quando nocauteou Tyron Woodley. Em contrapartida, o inglês possui oito vitórias e um ‘no contest’ nas últimas nove aparições no octógono. Como está confiante de que vai passar por Nate, ‘Rocky’ cravou que será o próximo oponente de Usman e não Covington.

    “Não sei como Dana está justificando dar a Covington a chance pelo título. Ele causou uma lesão em Woodley, venceu por nocaute técnico, ficou fora por mais de um ano e exigiu ter uma chance pelo título depois de ser nocauteado quando o disputou. Simplesmente, não entendo como o UFC está considerando isso, quando estou aqui há anos, lutando para me recuperar da minha última derrota”, declarou Edwards, antes de completar.

    “Eu tive uma sequência de oito vitórias consecutivas, logo vou para nove. Depois que eu derrotar Nate, estarei esperando pela minha chance pelo título. Se o plano de jogo é esperar, ficar fora e não lutar, então farei o mesmo. Eu irei cuidar dos meus negócios e vou esperar minha chance. Terei nove vitórias. Esse é a terceira maior sequencia na história da divisão. Há Usman, GSP e eu. Vou provar meu valor”, concluiu.

    Apesar da excelente sequência que conquistou no UFC, Leon Edwards, constantemente, é ignorado por parte dos fãs como ameaça ao reinado do campeão Kamaru Usman nos meio-médios. Como o inglês ficou sem atuar por um longo período e recusava lutas com frequência, tais fatores impediram seu desenvolvimento na divisão. Agora, ‘Rocky’ busca ser ativo no octógono para recuperar o tempo perdido.

    Caso o UFC oficialize a revanche entre Colby Covington e Kamaru Usman, tudo leva a crer que o americano vai embalado para a revanche. No primeiro embate, disputado em 2019, os atletas chegaram empatados ao quinto round. Na última parcial, o campeão dos meio-médios nocauteou e quebrou a mandíbula do rival. Contudo, ‘Chaos’ não aceitou o revés e acusou o nigeriano de utilizar movimentos ilegais e por receber a ajuda do árbitro.

  • Ngannou ignora Lewis e coloca luta contra Jon Jones como prioridade

    O imbróglio que envolve Dana White e Jon Jones travou a realização da superluta entre o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC e Francis Ngannou. Mas, ao que parece, o número um do peso-pesado não desistiu do duelo. Ao comentar sobre seu futuro na maior organização de MMA do mundo, o temido lutador abriu as portas para o aguardado encontro com ‘Bones’.

    Em entrevista ao site ‘TMZ Sports’, Ngannou abriu o jogo e se mostrou bastante interessado na luta contra Jones. Inclusive, o campeão do peso-pesado enalteceu a qualidade e a trajetória de ‘Bones’ no esporte. Vale lembrar que o ex-número um dos meio-pesados é apontado por parte dos fãs e da imprensa especializada como um dos melhores lutadores de MMA de todos os tempos.

    A vontade de Ngannou de medir forças com Jones é tanta, que o mesmo ignorou Derrick Lewis. Como não houve acordo entre o UFC e ‘Bones’, Dana indicou que ‘The Black Beast’ passou a liderar a corrida para desafiar o campeão do peso-pesado e sinalizou que a revanche entre os rivais pode acontecer na edição de número 265, que ocorre em agosto. De qualquer forma, o camaronês não perdeu a esperança de que vai encarar Jones.

    “Eu quero Jones. Eu não me importo com as conversas. Eu amo essa luta. Tenho um certo tamanho, sou forte. Estou impressionado com sua mudança para os pesados. Sei que ele é muito habilidoso, muito talentoso e respeito isso. Somos homens e vamos descobrir”, declarou Ngannou.

    Ao anunciar que subiria para o peso-pesado, Jon Jones focou em sua preparação e, visivelmente, seu corpo sofreu mudanças. Dessa forma, o retorno do atleta aos meio-pesados é inviável. Com esse cenário, para permanecer na atual divisão e enfrentar Francis Ngannou pelo título, o americano terá que aceitar o valor que Dana White está disposto a pagar ou convencer o cartola a valorizar seu passe, algo que parece improvável.

    Derrick Lewis e Francis Ngannou se enfrentaram em 2018 e receberam muitas críticas após a luta. Na ocasião, o americano levou a melhor, porém a dupla, conhecida pelo poder de nocaute, frustrou a expectativa da comunidade do MMA, pois se respeitou e esqueceu de atacar. Não à toa, parte dos fãs considera o duelo um dos piores realizados pelo UFC. Atualmente, os atletas vivem grande fase e se encontram em destaque na categoria.

  • Marvin Vettori relembra início da desavença com Israel Adesanya

    Marvin Vettori relembra início da desavença com Israel Adesanya

    Neste sábado (12), Marvin Vettori terá a oportunidade de vingar a derrota sofrida para Israel Adesanya em 2018 e, de quebra, tomar o cinturão peso-médio (84 kg) do UFC do campeão. O italiano, por sinal, não faz questão de esconder seus sentimentos negativos em relação ao nigeriano. Mas como essa rivalidade ganhou tamanha intensidade?

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Vettori recordou como a desavença com Adesanya teve início. De acordo com o desafiante, a aversão que sente em relação ao rival tem a ver com uma suposta dupla personalidade do africano, que, segundo o italiano, agiria de uma forma pessoalmente e mudaria de comportamento em frente às câmeras.

    “Para ser honesto, eu comecei a não gostar dele no momento em que, logo depois da nossa luta, ele disse algo como se estivesse agindo de uma maneira, então ele foi para a mídia e começou a contar uma história completamente diferente, sabe? E esse foi o começo para eu ver através dele, e entender que tipo de pessoa ele é. Para ser sincero, eu não ligo, mas eu não gosto dele. Estou feliz por poder lutar com ele e acabar com ele”, explicou Vettori, antes de comentar se a animosidade entre eles torna o confronto mais interessante para ele.

    “Acho que se torna mais gostoso, mas, no final das contas, não faz muita diferença, sabe? Eu vou atuar de qualquer maneira, mas acho que sim. Quer dizer, acaba ficando mais, você sabe, a satisfação é maior”, concluiu.

    No primeiro duelo entre eles, Israel Adesanya levou a melhor na decisão dividida dos juízes. O resultado é contestado até hoje por Marvin Vettori, que afirma ter feito o suficiente para sair vencedor da disputa. Três anos depois e credenciado por ter triunfado em suas últimas cinco lutas, o italiano terá a chance de empatar o placar, em confronto que liderará o card do UFC 263, que acontece neste sábado, no Arizona (EUA).

  • Deiveson defende título em meio à dúvidas sobre desgaste no corte de peso e clima tenso

    Deiveson defende título em meio à dúvidas sobre desgaste no corte de peso e clima tenso

    Após protagonizarem um dos melhores combates dos últimos tempos em dezembro do ano passado, Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno medem forças dentro do octógono novamente, desta vez no co-main event do UFC 263, sediado no Arizona (EUA). E como se já não bastasse o clima de rivalidade que se construiu desde o primeiro confronto, o duelo deste sábado (12), válido novamente pelo cinturão do peso-mosca (57 kg), ganhou novos ingredientes nos últimos dias, que serviram para aumentar ainda mais a expectativa para a disputa.

    No primeiro embate entre eles, realizado exatamente 21 dias depois de ambos competirem pela última vez, o equilíbrio se fez presente e – com a retirada de um ponto do campeão, por aplicar um golpe ilegal – o confronto terminou empatado nas papeletas dos juízes, o que motivou o Ultimate a marcar a revanche imediata. Desde então, os atletas vem trocando provocações públicas, que culminaram em um clima, aparentemente, cada vez mais quente às vésperas do segundo confronto.

    Durante a coletiva de imprensa do UFC 263, realizada na última quinta-feira, Deiveson revelou ter se incomodado com as declarações do rival e afirmou que a disputa havia se tornado pessoal em seu entendimento, prometendo calar nocautear o mexicano no primeiro round, para calá-lo de uma vez por todas. O campeão ainda perdeu a compostura durante as tradicionais encaradas pós-coletiva, empurrando o desafiante, para desespero do presidente da organização, Dana White, que prontamente separou os dois.

    O clima quente da coletiva parece ter afetado o argentino Marcelo Rojo, lutador do UFC e companheiro de equipe do desafiante, que estava presente no local. Através de sua conta no ‘Instagram’, o atleta fez algumas postagens polêmicas, comparando o brasileiro a um macaco. Tal atitude gerou enorme repercussão negativa e, após apagar as publicações, o sul-americano veio à público, novamente pela rede social, para se desculpar.

    Além de toda a controvérsia gerada pela participação dos lutadores na coletiva de imprensa do UFC 263, outro fator pode influenciar no andamento do combate deste sábado. Com conhecida dificuldade no corte de peso para disputas de título na divisão dos moscas, o campeão Deiveson Figueiredo parece ter sofrido novamente para garantir sua presença na disputa.

    Último atleta a se apresentar no palco da pesagem oficial do evento, realizada na manhã de sexta-feira, o brasileiro estava visivelmente abatido pelo desgastante corte de peso. Apesar da aparência preocupante, Deiveson conseguiu ficar dentro do limite de peso estabelecido para disputas de título na categoria e confirmou a defesa de cinturão contra Moreno neste sábado.

    Resta saber em quais condições o campeão irá se apresentar no octógono do UFC 263, e se toda a animosidade entre os atletas entrará em ação durante a disputa. Se repetirem o desempenho do primeiro duelo, os fãs do MMA serão brindados com mais uma peleja que entrará para o hall de clássicos instantâneos do esporte e que certamente estará na briga pelo prêmio de ‘luta do ano’ ao final da temporada.

    Outra atração do card principal do UFC 263 que promete mexer com as emoções dos fãs brasileiros é o confronto entre os meio-médios (77 kg) Demian Maia e Belal Muhammad. O duelo, último previsto no contrato atual do paulista com o Ultimate, pode marcar a despedida do veterano lutador, amplamente reconhecido como principal representante do jiu-jitsu no MMA hoje em dia.

    Além de Deiveson e Demian, o Brasil estará representado no evento deste sábado por outros dois atletas. O peso-leve (70 KG) Luigi Vendramini encara o francês Fares Ziam, em busca de sua segunda vitória seguida na organização. Enquanto o peso-pesado Carlos ‘Boi’ mede forças com Jake Collier, de olho no terceiro triunfo consecutivo.

    Confira abaixo o card completo do UFC 263:

    Israel Adesanya vs Marvin Vettori
    Deiveson Figueiredo vs Brandon Moreno
    Leon Edwards vs Nate Diaz
    Demian Maia vs Belal Muhammad
    Paul Craig vs Jamahal Hill
    Drew Dober vs Brad Riddell
    Eryk Anders vs Darren Stewart
    Lauren Murphy vs Joanne Calderwood
    Movsar Evloev vs Hakeem Dawodu
    Pannie Kianzad vs Alexis Davis
    Matt Frevola vs Terrance McKinney
    Chase Hooper vs Steven Peterson
    Fares Ziam vs Luigi Vendramini
    Carlos ‘Boi’ vs Jake Collier

  • Inimigo íntimo! Adesanya coloca título dos médios em jogo em revanche com Vettori

    Inimigo íntimo! Adesanya coloca título dos médios em jogo em revanche com Vettori

    Um show grandioso como o UFC 263 precisa ter como luta principal algo marcante e é isso que a organização oferece aos fãs de MMA. No evento que acontece neste sábado (12), no Arizona (EUA), Israel Adesanya e Marvin Vettori se enfrentam pela segunda vez na companhia, em aguardada revanche, válida pelo título do peso-médio (84 kg). Se no primeiro duelo o clima entre os atletas não era amigável, agora, se tornou hostil.

    De um lado, Adesanya faz questão de lembrar que levou a melhor sobre o italiano, em luta realizada em 2018. Após o encontro, o nigeriano seguiu sua caminhada no peso-médio, conquistou o cinturão interino, depois o linear e o defendeu duas vezes. Do outro, Vettori, até hoje, lamenta e contesta o resultado do primeiro confronto contra o nigeriano. Na ocasião, ‘The Last Stylebender’ venceu na decisão dividida dos juízes. Motivado para acertar as contas com o desafeto, ‘The Italian Dream’ emplacou uma sequência de cinco vitórias e passou a ocupar o terceiro lugar no ranking da categoria.

    Vale lembrar que o UFC oficializou a revanche entre os rivais pelo fato de Robert Whittaker recusar enfrentar Adesanya, pela segunda vez, em junho. Como Vettori, constantemente, pedia para tirar a última derrota de seu cartel a limpo, a companhia o escalou como desafiante do peso-pena. Antes do encontro, de fato, ser marcado, o italiano e o nigeriano trocaram provocações de forma público, mas depois do anúncio da luta, a rivalidade escalonou. Tanto que os os protagonistas da edição de número 263 discutiram em programas ao vivo e, recentemente, na coletiva de imprensa pré-show, com direito a palavrões e insultos.

    Para a revanche, Adesanya prometeu vencer o rival novamente, dessa vez, de forma impactante e apostou que vai nocautear no segundo round. Além disso, o nigeriano afirmou que o adversário não mereceu estar na posição de desafiante do peso-médio, mas, ao mesmo tempo, o parabenizou pela coragem de pedir para enfrentá-lo. De acordo com ‘The Last Stylebender’, seu oponente não venceu tantos atletas condecorados. Não satisfeito, o campeão ainda zombou da aparência do desafiante. Já Vettori não ficou atrás no ‘trash talk’. O italiano garantiu vai vingar a derrota para o desafeto o esmagando no octógono. Segundo ‘The Italian Dream’ seu oponente é falso e possui um cartel enganoso, já que alguns de seus triunfos geram discussão.

    Na luta em si, Adesanya e Vettori são atletas que possuem estilos diferentes. O campeão do peso-médio do UFC é um striker de elite, dono de uma trocação criativa, precisa e técnica. Assim como nos momentos que antecedem seus embates, o nigeriano também é adepto das provocações no octógono. Já o desafiante até possui bom nível na troca de golpes, mas se destaca pelo grappling. Geralmente, o italiano queda seus oponentes e domina no solo, na base do jiu-jitsu e ‘ground and pound’. Inclusive, para surpreender, o atleta pode repetir a estratégia que Blachowicz usou contra Adesanya, e que impôs ao africano sua primeira derrota no MMA.

    Confira abaixo o card completo do UFC 263:

    Israel Adesanya vs Marvin Vettori
    Deiveson Figueiredo vs Brandon Moreno
    Leon Edwards vs Nate Diaz
    Demian Maia vs Belal Muhammad
    Paul Craig vs Jamahal Hill
    Drew Dober vs Brad Riddell
    Eryk Anders vs Darren Stewart
    Lauren Murphy vs Joanne Calderwood
    Movsar Evloev vs Hakeem Dawodu
    Pannie Kianzad vs Alexis Davis
    Matt Frevola vs Terrance McKinney
    Chase Hooper vs Steven Peterson
    Fares Ziam vs Luigi Vendramini
    Carlos ‘Boi’ vs Jake Collier