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  • Max Holloway se lesiona e adia duelo contra Yair Rodriguez no UFC

    A aguardada luta entre os strikers Max Holloway e Yair Rodriguez não vai mais acontecer no dia 17 de julho. O ex-campeão do peso-pena (66 kg) se lesionou e ficou impossibilitado de atuar. Sendo assim, a imprensa especializada especula que o duelo entre os tops da categoria será remarcado, porém lutadores como Giga Chikadze já se colocam à disposição para substituir o havaiano contra o mexicano. A informação foi divulgada pela ‘ESPN Deportes’.

    Max Holloway se tornou campeão do peso-pena do UFC em 2017, quando nocauteou José Aldo, em pleno Brasil, e defendeu o cinturão ao vencer o manauara pelo mesmo modo na revanche. Durante seu reinado, ‘Blessed’ também superou Brian Ortega e Frankie Edgar. O havaiano só perdeu o título da categoria em 2019, quando encontrou Alexander Volkanovski. Na ocasião, o atleta foi derrotado por decisão unânime e, no segundo embate com o rival, levou a pior por decisão dividida. Em sua última aparição no octógono, realizada em janeiro, o ex-número um da divisão massacrou Calvin Kattar, em Abu Dhabi (EAU).

    Yair Rodriguez não luta desde outubro de 2019. O mexicano, vencedor da edição ‘Latin America’ do reality show ‘The Ultimate Fighter’, sofreu uma lesão que o tirou do combate contra Zabit Magomedsharipov e também foi suspenso por seis meses pela USADA (agência americana antidoping) por ter falhado ao notificar a entidade sobre sua localização para a realização de um teste. Seus triunfos de maior destaque no esporte foram diante de BJ Penn, Dan Hooker, Jeremy Stephens e do ‘Zumbi Coreano’.

  • Prestes a lutar boxe, Anderson Silva celebra atual momento como “homem livre”

    Prestes a lutar boxe, Anderson Silva celebra atual momento como “homem livre”

    Parece que Anderson Silva reencontrou sua felicidade nos esportes de combate aos 46 anos. Fora do UFC, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) se prepara para um desafio diferente em sua carreira. Neste sábado (19), no México, a lenda do MMA vai realizar uma luta de boxe contra Julio Cesar Chavez Jr. no evento ‘Tribute to the Kings’, e está radiante com a oportunidade de voltar a atuar.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Anderson lembrou da importância que teve para o UFC, mas tratou de virar a página. Se para parte dos atletas sair da maior organização de MMA do mundo é motivo de preocupação e até desânimo, o mesmo não se aplica ao brasileiro. Livre no mercado e com autonomia para definir os próximos passos de sua carreira, ‘Spider’ ignorou o fato de possuir uma idade avançada para praticar artes marciais e mostrou empolgação com o que ainda pode está por vir em sua trajetória.

    “Eu coloquei meu coração e ajudei a colocar o UFC em um patamar diferente. Claro que a minha era acabou no UFC. Quando cheguei ao UFC, era um homem livre. Fora do UFC, sou um homem livre. Só quero fazer algo que amo fazer. Ninguém pode dizer que você não pode fazer isso ou aquilo. Você pode fazer tudo na vida quando se tem paixão e amor. As pessoas não podem te segurar. Talvez, eu lute no mesmo card do meu filho no kickboxing, lute jiu-jitsu com ou sem quimono, lute muay thai. Estou animado para ir para a Tailândia, treinar e lutar. Tudo é possível”, comentou ‘Spider’.

    Atualmente, o boxe e o MMA apresentam combates inusitados que colocam frente a frente alguns de seus representantes. A curiosidade é que, durante seus anos de reinado no UFC, Anderson se mostrou favorável ao ‘crossover’ entre os esportes e interessado em enfrentar Roy Jones Jr. nos ringues. Como ‘Spider’ vai fazer uma nova aparição na nobre arte, não descarta medir forças com a lenda da modalidade. Inclusive, o experiente lutador voltou à ação contra Mike Tyson, em duelo com caráter de exibição e que terminou empatado.

    “Eu coloquei isso na mesa no passado. Eu dei a oportunidade para o UFC mudar tudo, mas não mudou. Não aconteceu naquele momento e isso é bom. Acho que agora tudo é novo e as pessoas querem ver entretenimento. Tudo é possível. Estou apenas tentando me desafiar”, concluiu.

    Atualmente, o momento esportivo de Anderson não é bom. O ex-campeão do peso-médio do UFC perdeu três lutas seguidas e venceu apenas um duelo no período entre 2013 e 2020. Contudo, em seu auge, o brasileiro marcou época na organização. ‘Spider’ conquistou o título da categoria logo após sua estreia na companhia e o defendeu dez vezes. Não à toa, o veterano é considerado por parte da comunidade do MMA um dos maiores nomes da história da modalidade.

  • Virna revela necessidade de se “refazer psicologicamente” após derrota no UFC

    Virna revela necessidade de se “refazer psicologicamente” após derrota no UFC

    Ao que parece, a derrota para Mackenzie Dern, em dezembro, não abalou Virna Jandiroba. Pelo contrário, o bom desempenho da brasileira diante da especialista em jiu-jitsu lhe deu confiança de que está no caminho certo no Ultimate. Integrante do top-15 do peso-palha (52 kg), a também faixa-preta da arte suave vai enfrentar Kanako Murata no UFC Vegas 29, evento que acontece neste sábado (19), em Las Vegas (EUA) – e parece estar animada.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Virna sinalizou que espera um confronto competitivo com Murata, mas, ao mesmo tempo, garantiu estar preparada para enfrentar uma rival com forte jogo de wrestling. Ao contrário da brasileira, a asiática venceu o último combate que disputou e se destacou pelo porte físico.

    Conhecida no MMA por possuir bom nível no grappling, ‘Carcará’ frisou que não se assusta com o jogo de imposição proposto pela japonesa, justamente, por sua qualidade no jiu-jitsu. Vale lembrar que Virna surpreendeu ao dar trabalho para Mackenzie no solo.

    “Tive que me refazer psicologicamente, emocionalmente. Aqui estou, sempre vou me refazer e retomar. A Murata é dura, vem do wrestling, coloca bem para baixo, tem variação de queda. Me preparei para uma atleta dura. Estou esperando uma luta difícil. Se for fácil, melhor ainda, mas me preparei para uma luta dura. Ela tem a transição boa, mas dá brechas no chão”, declarou Virna, antes de completar.

    “Eu tenho um jiu-jitsu afiado, automatizado. Também tenho amadurecido em pé e estou apostando na luta em pé. Estou confortável, treinei várias situações. Não estou com medo da queda. Treinei muito a defesa de queda, mas não tenho medo e isso é um diferencial. O chão é a minha casa e me sinto confortável por baixo. Não tem problema estar por baixo”, analisou.

    Como ofereceu um combate equilibrado para Mackenzie e permaneceu no top-15 do peso-palha do UFC, Virna confessou que ficou surpresa com o duelo diante de Murata, que se encontra fora da elite da categoria. Inclusive, a brasileira é apontada por parte da comunidade do MMA como uma atleta capaz de ameaçar lutadoras em posição de destaque na divisão. Dessa forma, em caso de vitória, ‘Carcará’ avisou que vai desafiar os grandes nomes para sua sequência na organização.

    “Eu esperava uma atleta mais ranqueada, mas tudo bem, não tem problema. Não nego luta e ela é experiente, dura. É uma honra lutar com ela. Não importa se é ranqueada ou não. Vencendo, espero lutar com alguma top-10, alguma menina ranqueada”, concluiu.

    Virna Jandiroba, de 33 anos, disputou quatro lutas pelo UFC, venceu Mallory Martin e Felice Herrig por finalização e perdeu duas vezes. Antes de integrar a organização, a atleta foi campeã do peso-palha do Invicta FC. Em sua carreira, ‘Carcará’ possui 16 vitórias, sendo 13 por finalização, e duas derrotas.

  • Dhiego Lima prega respeito e relata experiência com Matt Brown para duelo no UFC

    Dhiego Lima prega respeito e relata experiência com Matt Brown para duelo no UFC

    Derrotado em sua última aparição no Ultimate, Dhiego Lima está em busca de redenção. Para se reencontrar com as vitórias, o brasileiro terá que passar por um adversário que conhece bem. No UFC Vegas 29, evento que acontece neste sábado (19), em Las Vegas (EUA), o goiano vai enfrentar Matt Brown e está radiante por duelar com um veterano popular no esporte.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Dhiego mostrou respeito ao comentar sobre Brown e relembrou dos momentos que compartilhou com seu atual adversário no TUF 25. Na ocasião, o brasileiro participou do programa como competidor e o americano como um dos treinadores.

    Como a experiência no reality show aproximou os atletas, o goiano agradeceu os conselhos do veterano, mas avisou que no octógono, a amizade será deixada de lado. Empolgado com a luta mais importante de sua carreira, Dhiego destacou a agressividade de Brown, mas prometeu voltar ao caminho das vitórias, uma vez que se considera superior em todas as áreas.

    “Com certeza. Ele é o maior nome. É uma daquelas lutas que todos querem, lutar com uma lenda do esporte um dia e esta é a minha oportunidade. Estou muito alegre. O treinamento foi duro. Esse camp foi um dos mais difíceis, porque ele foi um treinador meu no TUF. Eu sei que ele é duro, está sempre treinando, é forte e vem para cima. Não tem essa com ele. Você tem que estar preparado e eu estou. Aprendi muito. A relação com ele foi boa”, declarou o brasileiro, antes de completar.

    “Comigo é fácil. Eu sou de boa e ele é um cara sério, focado em tudo que faz, no esporte ou fora. Aprendi muito com ele. Se o auge passou ou não, ele é perigoso do mesmo jeito. Ele vem com cotovelada, joelhada. Se você entrar pensando nisso, ele vai te machucar, te cortar todo e pode vencer. Me vejo melhor em tudo. Em pé, no chão, estarei preparado. Ele é perigoso e pode te machucar, mas, no talento mesmo, me acho melhor. A previsão é vitória. Nocaute, finalização, o que for”, sentenciou.

    Em sua última luta, Dhiego foi derrotado por Belal Muhammad e, com isso, viu sua sequência de três vitórias chegar ao fim. Na sequência, seu algoz passou a figurar no top-10 dos meio-médios (77 kg) após vencer Demian Maia no UFC 263.

    Como foi escalado pela companhia para enfrentar um veterano do MMA, o brasileiro deu a entender que ainda se encontra perto do top-15 da categoria. Inclusive, o goiano indicou que enxerga o duelo contra Brown como a chance ideal de se consolidar entre os melhores atletas da divisão.

    “Uma vitória acho que me bota no top-15 ou perto. Lutei com um ranqueado na última luta, agora ele está no top-10, venceu o Demian. Para mim, é uma boa oportunidade. Tem muita gente entrando e saindo, então essa é a oportunidade perfeita. ter um cara como o Brown no cartel me aproxima do top-15. É para cima. Top-10, Top-5 e cinturão. Esse é meu sonho e vou chegar lá”, concluiu.

    A última aparição de Dhiego Lima no UFC aconteceu em fevereiro. Essa é a segunda passagem do brasileiro pela maior organização de MMA do mundo. A curiosidade é que o goiano foi finalista de duas edições do TUF (19 e 25). Ao todo, o atleta disputou dez lutas pelo Ultimate, venceu quatro e perdeu seis.

  • Lutadores brasileiros batem o peso e estão confirmados no PFL 5

    Lutadores brasileiros batem o peso e estão confirmados no PFL 5

    Realizada na última quarta-feira (16), em New Jersey (EUA), a pesagem do PFL 5 foi tranquila para os cinco brasileiros presentes no card. Sendo assim, Antonio ‘Cara de Sapato’, Cezar ‘Mutante’, Gleison ‘Tibau’, João Zeferino e Vinny Magalhães estão confirmados para o evento que acontece nesta quinta-feira (17), no mesmo local. O único atleta que não bateu o peso foi o meio-médio (77 kg) Ray Cooper III. Como punição, o vencedor do último GP da categoria perdeu um ponto na classificação.

    O show apresenta um duelo que coloca frente a frente, justamente, atletas brasileiros. Pelo GP dos meio-pesados (93 kg), ‘Cara de Sapato’ e Vinny Magalhães se enfrentam em confronto decisivo. Os especialistas em jiu-jitsu, com passagem pelo UFC, não tiveram problemas na balança e protagonizaram uma encarada respeitosa. O vencedor do TUF Brasil 3 atingiu a marca de 92,9 kg, enquanto o veterano marcou 92,5 kg. ‘Cara de Sapato’ lidera a tabela de classificação da categoria com seis pontos e Magalhães é o último.

    ‘Mutante’ é outro brasileiro em destaque na atração e também no torneio dos meio-pesados. O ex-UFC e vencedor da primeira edição do TUF Brasil se apresentou com 93,1 kg. Vale destacar que, assim como ‘Cara de Sapato’, o veterano também lidera o GP da categoria. Já Chris Camozzi, seu adversário, atingiu 92,8 kg. A dupla realizou uma encarada séria, porém sem qualquer tipo de problema.

    Pelos meio-médios (77 kg), João Zeferino e Jason Ponet também passaram com louvor pela balança. O brasileiro se apresentou com 77,5 kg e o adversário com 76,8 kg. Na encarada, o especialista em jiu-jitsu adotou uma postura séria. Zeferino é o favorito para o combate e, atualmente, se encontra entre os quatro primeiros colocados que avançam para a fase final do torneio.

    Por último, mas não menos importante aparecem Gleison ‘Tibau’ e Rory MacDonald. Os ex-UFC e protagonistas do PFL 5 também mostraram profissionalismo. O meio-médio canadense alcançou a marca de 77,5 kg, enquanto o veterano brasileiro se apresentou com 77,3 kg. A encarada entre a dupla, assim como as demais, foi tranquila. ‘Tibau’ precisa vencer e convencer diante do favorito para avançar no torneio. Por outro lado, o canadense mostrou confiança e avisou que está preparado para tudo que o adversário oferecer.

    Confira o card completo do PFL 5:

    Rory MacDonald (77,5 kg) vs Gleison ‘Tibau’ (77,3 kg)
    Ray Cooper III (77,9 kg) vs Nikolay Aleksakhin (76,6 kg)
    Emiliano Sordi (92,9 kg) vs Dan Spohn (93,2 kg)
    Cezar ‘Mutante’ (93,1 kg) vs Chris Camozzi (92,8 kg)
    Antonio ‘Cara de Sapato’ (92,9 kg) vs Vinny Magalhães (92,5 kg)
    Marthin Hamlet (93,2 kg) vs Cory Hendricks (93,2 kg)
    João Zeferino (77,5 kg) vs Jason Ponet (76,8 kg)
    Magomed Magomedkerimov (77,5 kg) vs Curtis Millender (77,3 kg)
    Tom Lawlor (92,3 kg) vs Jordan Young (93,4 kg)
    Aleksei Kunchenko (76,9 kg) vs Sadibou Sy (77,1 kg)

  • Patrício ‘Pitbull’ admite que rival é perigoso, mas avisa: “Vou permanecer campeão”

    Patrício ‘Pitbull’ admite que rival é perigoso, mas avisa: “Vou permanecer campeão”

    Antes o clima entre AJ McKee e Patrício Freire era hostil, mas ficou ainda pior no decorrer do GP do peso-pena (66 kg) do Bellator. Ao longo do torneio, os atletas confirmaram o favoritismo e se tornaram finalistas. Agora, os rivais vão se enfrentar na edição de número 263, que acontece no dia 31 de julho, na Califórnia (EUA), e seguem se provocando. Experiente no MMA, ‘Pitbull’ pregou cautela ao analisar o desafio, mas mostrou confiança.

    Na coletiva de imprensa com os jornalistas, realizada na última quarta-feira (16), o campeão do peso-pena e do peso-leve (70 kg) do Bellator elogiou o atual adversário e reconheceu que, de fato, possui um obstáculo pela frente. Vale destacar que McKee segue invicto no MMA, com 17 vitórias. Apesar do excelente retrospecto do rival no esporte, ‘Pitbull’ avisou que chegou a hora dele conhecer a primeira derrota na carreira.

    Contudo, não é só o americano que provoca Patrício. O pai da promessa do MMA também ataca o campeão e até mesmo o classifica como a luta mais fácil do torneio para seu filho, visto que o mesmo se prepara para o duelo há muito tempo. Ao tomar conhecimento da declaração do ex-lutador, ‘Pitbull’ discordou e ressaltou que tal abordagem da equipe adversária vai significar a derrota na final do torneio.

    “Sou um pouco mais velho do que o resto da divisão e sei o poder que tenho, o quão rápido sou e usarei isso como vantagem. Ele é o oponente mais perigoso, mas estou pronto para defender meu título. Vencerei esta luta e vou provar que o pai dele está errado”, declarou ‘Pitbull’, antes de completar.

    “É curioso o pai dele dizer que sou o oponente mais fácil. A diferença é que sei que ele é perigoso e estou preparado. Estou pronto. Ele não está completo ainda, mas farei ele ficar completo. Um dia, ele será campeão, mas não agora. Vencerei na frente da torcida dele. Ainda estou aqui como campeão e vou permanecer como campeão depois da luta”, concluiu.

    Para chegar até a final do torneio do peso-pena do Bellator, Patrício ‘Pitbull’, campeão da categoria e também do peso-leve, passou por Juan Archuleta, nocauteou Pedro Carvalho e finalizou Emmanuel Sanchez, ambos no primeiro round. Já a promessa AJ McKee nocauteou Georgi Karakhanyan em oito segundos, finalizou Derek Campos e Darrion Caldwell.

  • Adesanya revela que recusou posição de treinador do ‘TUF’ ao lado de Darren Till

    Adesanya revela que recusou posição de treinador do ‘TUF’ ao lado de Darren Till

    O MMA é um esporte que transforma parte dos lutadores em verdadeiros astros e Israel Adesanya é um dos nomes vistos como celebridade por uma parcela dos fãs. No último sábado (12), o campeão do peso-médio (84 kg) do UFC confirmou seu domínio na categoria ao superar Marvin Vettori na revanche realizada no Arizona (EUA), e não parou por aí. Bastante vocal, o nigeriano revelou que recusou um importante papel na companhia.

    Ao participar do podcast ‘Andrew Schulz & Akaash Singh’, Adesanya contou que negou protagonizar o TUF 29 com Darren Till. Vale destacar que a atual edição do reality show marcou a volta da atração, que havia sido exibida pela última vez em 2018. Atualmente, os treinadores do programa são Alexander Volkanovski e Brian Ortega, campeão do peso-pena (66 kg) e próximo desafiante ao título da categoria, respectivamente.

    Quando o UFC anunciou os lutadores como treinadores do show, parte da comunidade do MMA reagiu mal e criticou a escolha feita pela companhia. Como Adesanya e Till são atletas populares e vocais, a dupla poderia atrair mais público, porém o campeão do peso-médio listou os motivos para dizer não ao programa. Um deles é o fato de, constantemente, exagerar nas brincadeiras e no ‘trash talk’ com membros de sua equipe e rivais.

    “A nova temporada do TUF tem meu amigo Volkanovski como treinador e será incrível. Acho que já está no terceiro episódio. Isso foi oferecido a mim e Till, mas, instantaneamente, eu disse não. Não quero câmeras na minha cara e não quero ficar preso em Las Vegas por tanto tempo. O que é preciso para fazer um bom reality show? Drama, muito drama e eu sou um troll, Till é um troll. Sinto que teria que ir para a parte mais baixa de mim. As brincadeiras que acontecem, eu poderia pegar pesado e as pessoas não entendem”, explicou Adesanya.

    A curiosidade é que Israel Adesanya e Darren Till, ao mesmo tempo que possuem uma boa relação, também são rivais. Constantemente, a dupla posta registros nas redes sociais brincando e se provocando. Além disso, o campeão do peso-médio do UFC já revelou que adoraria enfrentar ‘The Gorilla’ no octógono. Por sua vez, o inglês enalteceu a qualidade do nigeriano e o classificou como um atleta diferenciado.

  • Deiveson recebe suspensão médica de um mês após perder cinturão no UFC 263

    Deiveson recebe suspensão médica de um mês após perder cinturão no UFC 263

    Deiveson Figueiredo passou por maus bocados antes, durante e depois do UFC 263. O brasileiro assustou seus fãs ao se apresentar em preocupante estado de saúde na coletiva de imprensa e, na pesagem, foi o último atleta a passar pela balança. Já no octógono, em luta realizada no último sábado (12), no Arizona (EUA), o ‘Deus Da Guerra’ foi finalizado por Brandon Moreno e viu seu rival se tornar campeão do peso-mosca (57 kg). Contudo, as más notícias não param por aí.

    Na última quarta-feira (16), o site ‘MixedMartialArts.com’, responsável por divulgar a lista com as suspensões médicas dos eventos, atualizou o estado de saúde de cada atleta que participou do UFC 263 e o relatório indicou que Deiveson está impedido de voltar aos treinos e lutar por 30 dias.

    O motivo que causou o afastamento foi a intensidade da batalha entre o brasileiro e Moreno. Tanto que o mexicano, que se tornou campeão do peso-mosca, recebeu uma suspensão de seis meses pela lesão sofrida no pé direito e, para voltar antes do programado, terá que ser autorizado por um médico.

    Além do mexicano, outros dois atletas ficarão afastados de suas atividades por 180 dias. São eles: Jamahal Hill e Terrance McKinney. O prodígio dos meio-pesados (93 kg) foi finalizado no primeiro round por Paul Craig, e deslocou o cotovelo.

    Já o integrante do peso-leve (70 kg) estreou de forma impactante ao nocautear Matt Frevola em apenas sete segundos, porém machucou o joelho direito. Ambos terão que ser liberados por um profissional.

    Confira a lista de suspensões médicas do UFC 263:

    Jake Collier: suspenso por 30 dias;

    Carlos ‘Boi’: suspenso por 45 dias devido a laceração do olho direito;

    Luigi Vendramini: suspenso por 30 dias;

    Fares Ziam: suspenso por 30 dias;

    Steven Peterson: suspenso por sete dias;

    Chase Hooper: suspenso por sete dias;

    Terrance McKinney: suspenso por 180 dias ou até que o joelho direito seja liberado por um médico;

    Matt Frevola: suspenso por 45 dias;

    Alexis Davis: suspensa por 30 dias;

    Pannie Kianzad: suspensa por 30 dias;

    Hakeem Dawodu: suspenso por 14 dias;

    Movsar Evloev: suspenso por sete dias;

    Joanne Calderwood: suspensa por 30 dias;

    Lauren Murphy: suspensa por 45 dias devido a laceração da sobrancelha direita;

    Darren Stewart: suspenso por 14 dias;

    Eryk Anders: suspenso por sete dias;

    Brad Riddell: suspenso por 45 dias devido a múltiplas lacerações;

    Drew Dober: suspenso por 45 dias devido a duas lacerações; precisa de autorização médica devido a problemas no quadril;

    Jamahal Hill: suspenso por 180 dias ou até que o cotovelo esquerdo seja liberado por um médico;

    Paul Craig: suspenso por sete dias;

    Belal Muhammad: suspenso por 30 dias devido a múltiplas lacerações.

    Demian Maia: suspenso por 30 dias;

    Nate Diaz: suspenso por 45 dias devido a múltiplas lacerações;

    Leon Edwards: suspenso por 30 dias;

    Brandon Moreno: suspenso por 180 dias ou até que o pé direito seja liberado por um médico;

    Deiveson Figueiredo: suspenso por 30 dias;

    Marvin Vettori: suspenso por 30 dias;

    Israel Adesanya: suspenso por sete dias.

  • Michel Pereira mostra confiança em ousada tática de negociação contratual com o UFC

    Michel Pereira mostra confiança em ousada tática de negociação contratual com o UFC

    Escalado para enfrentar Niko Price no próximo dia 10 de julho, pelo card do UFC 264, que terá como sede a cidade de Las Vegas (EUA), Michel Pereira chega para o combate, mais uma vez, com apenas uma luta em seu contrato com o Ultimate. A situação tem se repetido nos últimos compromissos do paraense, e faz parte de uma ousada estratégia articulada pelo lutador e pela empresa que gerencia sua carreira, a ‘Paradigm Sports’.

    De estilo agressivo e pouco ortodoxo na luta em pé, com direito a golpes acrobáticos, o ‘Paraense Voador’ já ganhou simpatizantes entre os fãs e dirigentes do Ultimate. Porém, o fato de ainda não ter garantido uma vaga no ranking dos meio-médios do UFC afeta o poder de barganha de Michel e de seus representantes nas negociações por uma boa remuneração, e isso os levou a optarem por seguir na entidade com contratos de curta duração, tendo apenas uma luta prevista no acordo.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), Michel explicou o raciocínio por trás da ousada tática de negociação e se mostrou confiante no sucesso da mesma. Vale destacar que a prática mais comum dentro do UFC é de contratos mais longos, normalmente com quatro combates acordados.

    “Uma coisa é você fechar um contrato sendo ranqueado, outra coisa é você fechar um contrato com o UFC não sendo ranqueado. Então, por confiar no meu trabalho, eu prefiro fechar um contrato estando ranqueado. Eu e meu empresário chegamos à conclusão que é melhor fechar um contrato (longo) com o UFC estando no ranking. Os valores vão ser melhores, a gente vai ganhar muito melhor estando ranqueado. Então, eu estou arriscando, confio no meu trabalho”, explicou Michel, antes de completar.

    “Tudo pode acontecer porque é luta, mas eu sei do meu potencial, sei do meu esforço, da minha dedicação nos treinos, na minha vida, o que eu faço para eu chegar bem e lutar. Então, eu confio que o resultado (da aposta) vai ser positivo. Já é, acho, a terceira luta que eu estou fazendo assim, fechando uma luta por contrato. E eu estou acreditando que eu vou entrar no ranking, com essa (vitória) agora eu entro. E aí nós vamos conversar, meu empresário com o UFC. Aí nós vamos negociar”, finalizou.

    Após estrear com o pé direito no UFC ao nocautear Danny Roberts, em maio de 2019, Michel Pereira duas inesperadas derrotas em sequência, para Tristan Connelly e Diego Sanchez. O meio-médio se recuperou em seus dois compromissos mais recentes, com vitórias sobre Zelim Imadaev e Khaos Williams, respectivamente.

    Dependendo de sua apresentação diante de Niko Price, no UFC 264, o ‘Paraense Voador’ pode pleitear uma vaga no top 15 da divisão até 77 kg da organização. Para isso, Michel tem feito sua preparação na ‘Overcome Academy’, do preparador físico Rafael Alejarra, que fica localizada em Las Vegas, mesmo local onde o evento vai acontecer.

  • Com luta marcada, Michel Pereira antecipa desafio a Nate Diaz para “trocar tapas”

    Com luta marcada, Michel Pereira antecipa desafio a Nate Diaz para “trocar tapas”

    Conhecido por ser um dos atletas mais empolgantes no plantel do UFC, Michel Pereira visa dar continuidade ao seu bom momento na companhia. O próximo compromisso do brasileiro vai acontecer na edição de número 264, que será realizada no dia 10 de julho, em Las Vegas (EUA), contra Niko Price, mas o profissional já pensa além. Animado, o paraense revelou que, caso vença o atual adversário, vai desafiar um grande nome do MMA.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), Michel expressou o interesse em lutar contra Nate Diaz que, apesar de não ser tão frequente no octógono, é uma estrela do UFC. Sobre o hipotético duelo, o brasileiro explicou que não busca o confronto para aproveitar a fama do ‘bad boy’ no esporte, mas, sim, porque aprova seu estilo irreverente de atuação.

    A curiosidade é que tanto o paraense, quanto o americano costumam provocar seus oponentes no octógono com brincadeiras e ataques inusitados. De acordo com Michel, o duelo seria de alto nível, teria ‘trash talk’ e também a aprovação dos fãs.

    “Na próxima agora, ganhando, gostei da performance do Nate. Sempre tive vontade de lutar com ele, Não por causa do nome. Muita gente pensa que é por causa do nome, mas não é. Eu sou um cara que aprecio a forma como ele luta e acho que seria muito legal, meu estilo com o dele. A gente trocar uns tapas, trocar umas porradas. Ele é um cara que zoa muito e acho legal isso. Imagina dois estilos lutando daquela forma. Tenho muita vontade de lutar com ele e, na próxima luta, vou desafiar”, declarou o ‘Paraense Voador’.

    A última aparição de Nate no UFC aconteceu no último sábado (12), na edição de número 263, realizada no Arizona (EUA). Na ocasião, o americano foi derrotado por Leon Edwards, mas saiu com moral do octógono, já que quase nocauteou o favorito no quinto round.

    Como o americano provocou o adversário e aplicou seus tradicionais tapas no rival, Michel se colocou no lugar do inglês e criticou sua postura ao ser alvo desse tipo de ataque. Inclusive, o brasileiro contou que, caso o ‘bad boy’ se comportasse da mesma forma contra ele no octógono, não deixaria barato e iria castigá-lo.

    “Seria legal. Vendo a luta dele sábado, pensei. Se ele fizesse isso, eu não ia ficar só olhando que nem o Edwards. O Nate fazendo isso para mim, eu ia fazer o pior para cima dele. Imagina como seria a luta nossa. Eu não aguento ver o cara fazendo uma onda e eu não fazer uma por cima. Seria uma luta muito boa para se assistir”, concluiu.

    No MMA profissional desde 2011, Michel Pereira soma 25 vitórias, 11 derrotas e dois ‘no contest’ (sem resultado) em seu cartel. Pelo UFC, o paraense venceu três combates e saiu derrotado em outras duas ocasiões. Atualmente, o meio-médio se prepara para o confronto contra Niko Price em Las Vegas, na ‘Overcome Academy’, do preparador físico Rafael Alejarra.