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  • Em risco no UFC, Dhiego Lima enfrenta Miguel Baeza no dia 16 de abril

    Em risco no UFC, Dhiego Lima enfrenta Miguel Baeza no dia 16 de abril

    Dhiego Lima atravessa momento delicado no UFC e, mesmo assim, não busca lutas tranquilas na companhia. Derrotado em suas duas últimas aparições no octógono, o brasileiro precisa se recuperar para prolongar sua trajetória na empresa e terá que fazer isto diante de Miguel Baeza, promessa dos meio-médios (77 kg), no evento que acontece no dia 16 de abril, ainda sem local definido. A informação foi divulgada pelo site ‘Best Fight Picks’ e confirmada pela reportagem da Ag. Fight com fontes próximas à organização.

    Dhiego Lima, de 32 anos, possui uma trajetória curiosa no UFC. Essa é a segunda passagem do veterano do MMA pela organização. Na primeira, que durou de 2014 até 2015, o brasileiro disputou quatro lutas, venceu uma e perdeu três vezes. Na segunda, de 2017 ao presente momento, o goiano realizou sete combates, levou a melhor em três e a pior em quatro oportunidades. Além disso, o atleta chegou na final de duas edições do reality show TUF (The Ultimate Fighter), mas sucumbiu diante de Eddie Gordon e Jesse Taylor. Seus principais triunfos foram sobre Court McGee, Chad Lapprise e David Michaud.

    Miguel Baeza, de 29 anos, é um nome promissor nos meio-médios do UFC, mas, assim como o brasileiro, também visa se recuperar na maior organização de MMA do mundo. Em 2021, o americano protagonizou duelos empolgantes com Santiago Ponzinibbio e Khaos Williams, em sequência, mas saiu derrotado. ‘Caramel Thunder’ iniciou sua trajetória no esporte em 2015, participou do reality show ‘Contender Series’, em 2019, e estreou na companhia na mesma temporada. Seus principais triunfos foram sobre Matt Brown e Takashi Sato.

  • Borrachinha promete seguir entre os médios do UFC: “Sei a mágica para bater 84 kg”

    Depois do polêmico episódio em relação ao seu peso, ocorrido no seu último compromisso com o UFC, Paulo ‘Borrachinha’ teve seu futuro na divisão dos médios (84 kg) colocado em xeque pelo próprio presidente da organização, Dana White, que afirmou que o brasileiro, a partir daquele momento, seria visto pela organização como um atleta do plantel dos meio-pesados (93 kg). Mas, apesar da firme posição do dirigente, o mineiro segue convicto de que sua história na categoria até 84 kg ainda não chegou ao fim e promete não ter problemas com a balança nos seus próximos combates.

    Em vídeo publicado na sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), ‘Borrachinha’ – em resposta a um seguidor – recordou seu histórico positivo, de nunca ter falhado na balança em sua carreira, e afirmou que possui o ‘know-how’ para continuar sendo bem-sucedido no agressivo corte de peso exigido pela divisão dos médios.

    De fato, o brasileiro, até o momento, nunca deixou de bater o peso oficialmente em uma luta como profissional. Mas o desgastante corte de peso, em função de sua estrutura física, e o episódio ocorrido em seu último compromisso, quando se apresentou bastante acima do peso restando poucos dias para seu combate contra Marvin Vettori, o que obrigou o UFC a negociar com o italiano para que a peleja fosse disputada na categoria dos meio-pesados, são fatores que ajudam a entender os questionamentos sobre o futuro de ‘Borrachinha’ na divisão até 84 kg.

    “Eu não tive problemas para bater 185 (libras/84 kg) nos últimos sete anos. Eu sei a forma para bater 185, eu sei a mágica para bater 185. E eu vou bater 185 sem problemas, não se preocupe”, afirmou ‘Borrachinha’.

    Escalado para encarar Marvin Vettori na luta principal do UFC Vegas 41, em outubro do ano passado, ‘Borrachinha’ desembarcou na cidade norte-americana muito acima do limite estabelecido pela divisão dos médios e, aparentemente, sem conseguir atingir a marca de forma segura, teve que contar com a boa vontade do seu adversário para ter seu compromisso mantido. Após negociações, o combate entre o brasileiro e o italiano terminou sendo disputado na categoria dos meio-pesados e teve como vencedor o atleta da equipe ‘Kings MMA’.

    Além da derrota dentro do octógono, o lutador mineiro viu sua imagem ser arranhada com os fãs e a mídia especializada, sendo bastante criticado por sua atitude, considerada pouco profissional. Apesar de ter revelado posteriormente que uma lesão no bíceps o obrigou a ficar três semanas sem treinar durante sua preparação, o que teria sido uma das razões pelas quais se apresentou mais pesado do que deveria para o duelo, ‘Borrachinha’ não parece contar, ao menos momentaneamente, com a boa vontade de Dana White, que segue firme em sua decisão de fazer com que o ex-desafiante ao cinturão dos médios suba para os meio-pesados.

  • Carlos ‘Boi’ é suspenso por 18 meses após flagra em exame antidoping

    Carlos ‘Boi’ é suspenso por 18 meses após flagra em exame antidoping

    Promessa brasileira dos pesos-pesados do UFC, Carlos ‘Boi’ foi suspenso por 18 meses após ser flagrado em um exame antidoping realizado pela Comissão Atlética de Nevada no dia de sua última luta no octógono, em outubro de 2021. Desta forma, o lutador só poderá voltar à ação em abril de 2023.

    O comunicado foi divulgado pela entidade nesta terça-feira (18) e, além da suspensão, também impõe ao atleta uma multa de 15% de sua bolsa para o duelo contra o ex-campeão do UFC Andrei Arlovski – Boi foi derrotado pelo rival por decisão unânime dos jurados.

    A substância encontrada no exame do atleta foi a ‘boldenona’, que ajuda a reter a massa muscular magra e fornece uma melhora geral no condicionamento corporal – resistência e recuperação muscular. Vale lembrar que, em 2017, o atleta foi flagrado em um outro exame e suspenso pela USADA. Como, neste caso, o exame foi mediado pela Comissão Atlética de Nevada, Boi não é considerado reincidente.

    Em carta aberta enviada à reportagem da Ag Fight, a equipe do peso-pesado, através do empresário Leonardo Pateira, nega o uso de qualquer substância ilícita.

    “Boi disse que não tomou nada. Na verdade, ele tinha que ser louco pra tomar. Ele fez o teste da USADA 20 dias antes da luta com o Arloviski e 20 dias depois e não deu nada. Ele caiu no teste que ele fez pela Comissão de Nevada no dia da luta, mas está tudo muito estranho, porque os próprios especialistas do assunto do UFC disseram que se ele deu positivo no dia da luta, no teste que ele fez 20 dias depois tinha que indicar algum metabólito da substância, e não indicou absolutamente nada!

    Até mesmo a possibilidade do suplemento contaminado não faria muito sentido, suplementos esses, que para testar cada um, é uma fortuna. Fora advogado também, que é caríssimo, tudo em dólar. Ao meu ver é uma injustiça muito grande, até o shape e o físico dele exatamente o mesmo das últimas lutas. Enfim, mas vamos aguardar aí o desenrolar!”.

  • Miesha Tate se retrata e esclarece sua posição sobre atletas no ‘OnlyFans’

    Miesha Tate se retrata e esclarece sua posição sobre atletas no ‘OnlyFans’

    Depois de se envolver em uma polêmica, ao comentar sobre sua falta de interesse em seguir os passos de muitos colegas lutadores que aderiram à venda de conteúdo exclusivo – muitas vezes de origem sensual – para fãs através da plataforma ‘OnlyFans’, Miesha Tate precisou vir a público se justificar e se defender das críticas recebidas.

    Em entrevista ao ‘The MMA Hour’, a ex-campeã do UFC admitiu que pode ter errado na escolha das palavras ao se posicionar sobre o assunto e, inclusive, se desculpou com os possíveis ofendidos, mas ressaltou que sua declaração tratava apenas de seu interesse – ou falta de interesse – pessoal em aderir ao movimento cada vez maior de atletas que utilizam o site para negociar a venda de conteúdos privados para seus fãs.

    O imbróglio entre Tate e parte de seus colegas lutadores começou quando, em seu canal do ‘Youtube’, ‘Cupcake’ – em resposta a um fã – disse não estar “desesperada” a ponto de se aventurar no ‘OnlyFans’, o que causou uma imediata reação por parte de alguns atletas que optaram por seguir o caminho da venda de conteúdos exclusivos na internet. A veterana esclareceu ainda que seu foco permanece totalmente voltado à sua carreira como lutadora e pediu que os fãs respeitem suas opções profissionais.

    “Eu não quero ter um OnlyFans porque eu sinto que na minha posição, as pessoas já estão pedindo pela minha aposentadoria. Eles já estão me descartando. Eu trabalhei muito duro, por muito tempo, sendo uma pioneira desse esporte e eu vou fazer tudo que eu puder para ser levada a sério. Essa é uma escolha pessoal. Isso não é um reflexo de como qualquer um deve escolher como seguir sua vida, ou se eles se sentem bem fazendo um OnlyFans, então ótimo! Faça isso! Eu não tenho nenhum problema com mulheres ou homens que queiram entrar no OnlyFans, façam isso. Mas, para mim, eu não quero ser visto como alguém que luta como uma opção secundária ou receber atenção por lutar de forma secundária. Eu não quero que o OnlyFans seja a razão pela qual as pessoas se interessam por mim”, explicou Miesha, antes de se desculpar com os possíveis ofendidos por sua declaração.

    “Eu estou noiva, sou mãe de duas (crianças), e eu deixei um fã me irritar, e isso foi o acúmulo de pessoas dizendo: ‘Abra um OnlyFans! Se aposente’. Eu falei: ‘Caras, eu não estou desesperada para isso. Eu quero lutar. Não preciso de dinheiro’. E é aí que eu preciso esclarecer. Eu não me venderia no OnlyFans apenas por dinheiro. Eu não preciso de dinheiro e não vou fazer isso por grana. Eu estou bem. A escolha da palavra que eu usei foi errada e eu sinto muito se isso ofendeu alguém que tenha um OnlyFans, porque isso certamente não foi minha intenção. Eu não estava mirando em ninguém. (…) Espero que isso esclareça o que eu quis dizer. Eu apoio qualquer um que faça qualquer coisa que os deixe feliz, mas na minha jornada pessoal, eu agradeceria se os fãs parassem de me pedir para abrir um OnlyFans”, concluiu.

    Ex-campeã peso-galo (61 kg) do UFC, Miesha Tate é um dos principais nomes do MMA feminino na história. Recentemente, a veterana, de 35 anos, abandonou sua aposentadoria, que durou cerca de quatro anos, e fez seu retorno ao octógono, em busca de um novo título. Depois de vencer Marion Reneau na sua reestreia pelo Ultimate, a americana foi superada por Ketlen Vieira em novembro do ano passado.

    Com o revés em sua mais recente apresentação e a conquista do cinturão da categoria por Julianna Peña, sua amiga pessoal, no último mês de dezembro, ‘Cupcake’ decidiu descer de categoria e vai estrear no peso-mosca (57 kg) no próximo dia 14 de maio, diante da ex-desafiante Lauren Murphy, em evento do UFC ainda sem sede definida.

  • Vitor Belfort promete evento da ‘Triad Combat’ no Brasil: “Exportador de campeões”

    Vitor Belfort promete evento da ‘Triad Combat’ no Brasil: “Exportador de campeões”

    Aos 44 anos, Vitor Belfort é dono de um extenso currículo nos esportes de combate, mas possui a empolgação de um atleta em início de carreira. Após alcançar o patamar mais alto no MMA e nocautear Evander Holyfield nos ringues, agora, ‘The Phenom’ se prepara para atuar no ‘Triad Combat 2’, evento que mistura regras das artes marciais mistas com as do boxe, e que será realizado no dia 26 de fevereiro, em Houston (EUA). No show, o ícone brasileiro vai encarar Chad Dawson e, se depender dele, seu país vai abrigar novas edições da franquia.

    No media day virtual, realizado nesta terça-feira (18) e que contou com a presença da reportagem da Ag. Fight, Belfort não escondeu a animação por seguir atuando em alto nível, contra adversários de gabarito, mesmo com uma idade avançada para praticar esportes de combate e, como tem boa relação com a alta cúpula do ‘Triad Combat’, informou que a organização deve visitar o Brasil ainda na temporada 2022. Além de ‘The Phenom’, Júnior ‘Cigano’ também estará em ação, e, de acordo com o veterano, mais profissionais brasileiros devem integrar a companhia por conta da reputação que o país possui no mundo das lutas.

    É bem verdade que o ‘Triad Combat’ é uma organização nova, que vai para sua segunda edição, sendo assim, não é tão popular, mas Belfort minimiza tal status devido a proposta diferente que ela oferece tanto para atletas, quanto para os amantes das lutas. Outro ponto que o ex-campeão do UFC destaca é que a empresa busca contar com lutadores renomados em seus esportes de origem e apresenta duelos empolgantes, sendo assim, Vitor sinaliza que está é a receita do sucesso para agradar os fãs locais e se consolidar no Brasil.

    “Tem planos. Quando eu trouxe a ideia, na hora, gostaram. Não consegui lutar no número um, estou no número dois. Quem que a gente tem que trazer para cá? Todas aquelas pessoas da meritocracia. Aqui não é política. Se você tem seguidores, engajamento, se você fez por merecer, você estará no Triad. Aqui não é esqueminha. Aqui, vai estar quem merece. Assim que é o trabalho. Meritocracia é o melhor trabalho do mundo. O Brasil será o grande exportador de campeões do Triad. A visão é trazer todos os werstlers, pugilistas, imagina a quantidade de pugilistas que vão poder migrar, sem largar a carreira no boxe”, declarou Belfort, antes de completar.

    “Hoje em dia, quem é milionário, não investe tudo em um lugar só. Você tem que investir em outros lugares. Se você é um lutador de boxe, você pode botar um pouco de suas ações no Triad, porque ali você vai crescer, vai expandir. A gente veio não para tomar de alguém. Cada um continua no seu ramo, mas aqui a gente se encontra no meio. É um lugar muito justo para quem luta boxe e um lugar muito justo para quem luta MMA, mas também muito justo para os wrestlers. Será muito entretenimento e o Brasil merece ter um Triad ainda esse ano. Prometo que estaremos ainda esse ano no Brasil”, concluiu.

    Vitor Belfort é um grande nome dos esportes de combate e se destaca por sua qualidade no boxe e no jiu-jitsu. ‘The Phenom’ iniciou sua trajetória no MMA em 1996 e realizou sua última luta em 2018. Pelo UFC, o brasileiro conquistou o torneio do peso-pesado e se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg). Seus principais triunfos foram sobre Anthony Johnson, Dan Henderson (duas vezes), Luke Rockhold, Michael Bisping, Nate Marquardt, Randy Couture, Rich Franklin, Tank Abbott e Wanderlei Silva. Em setembro, o atleta atuou nos ringues contra Evander Holyfield e nocauteou no primeiro round.

  • ‘Durinho’ dá sinal verde para luta com Chimaev no Brasil: “Faça acontecer, Dana”

    ‘Durinho’ dá sinal verde para luta com Chimaev no Brasil: “Faça acontecer, Dana”

    Ao que tudo indica, o casamento da luta entre Gilbert ‘Durinho’ e Khamzat Chimaev depende apenas do aval de Dana White, presidente do UFC. Depois do russo naturalizado sueco reiterar seu interesse em se testar contra o experiente faixa-preta de jiu-jitsu, o brasileiro, mais uma vez, utilizou suas redes sociais para pedir pelo combate e voltou a sugerir que o mesmo aconteça em sua terra natal (veja abaixo ou clique aqui).

    Desde o início de sua ascensão na divisão dos meio-médios (77 kg) do Ultimate, Chimaev tem tido dificuldade de convencer os principais nomes da categoria a enfrentá-lo, especialmente por ainda não ocupar uma posição tão alta no ranking da divisão. Mas, nos últimos meses, ‘Durinho’ – segundo colocado na lista – surgiu como uma opção disponível para duelar com a jovem promessa.

    Seja através da mídia ou das redes sociais, o brasileiro já demonstrou estar disposto a enfrentar a nova sensação do UFC, mas até o momento nenhum anúncio oficial da organização foi feito. Há cerca de um mês, inclusive, ‘Durinho’ desafiou ‘Borz’ para um duelo no próximo evento que a entidade promoverá no Brasil, que deve acontecer em maio, no Rio de Janeiro.

    “Faça acontecer, Dana White! Eu estou dentro! Cinco rounds no Brasil. Vamos lutar”, escreveu Gilbert.

    No UFC desde 2014, Gilbert ‘Durinho’, de 35 anos, atravessou seu melhor momento na organização entre 2018 e 2020, quando emplacou uma sequência de seis vitórias e, na sequência, disputou o título dos meio-médios. Na disputa, o brasileiro acabou superado pelo campeão Kamaru Usman e, desde então, está focado na caminhada visando se reaproximar de um ‘title shot’. Atualmente, o faixa-preta se encontra na segunda posição no ranking da categoria e, na sua última apresentação, em julho de 2021, superou Stephen Thompson por decisão unânime dos jurados.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 27 anos, possui quatro lutas no UFC e se encontra em 11º lugar no ranking dos meio-médios. O sueco estreou pela organização em 2020 e, até o momento, suas vítimas nela foram sobre John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert e Li Jingliang em sequência. A curiosidade é que o competidor venceu os dez combates que disputou na carreira na modalidade pela via rápida (seis por nocaute e quatro por finalização), estatística que prova sua dominância quando atua e explica a relutância de parte dos lutadores do meio-médio do Ultimate em enfrentá-lo.

  • Cejudo esquece Volkanovski e provoca Petr Yan: “Sou muito melhor do que esses caras”

    Cejudo esquece Volkanovski e provoca Petr Yan: “Sou muito melhor do que esses caras”

    Henry Cejudo não luta desde 2020, mas sua presença no esporte ainda abala as estruturas do UFC. Como ‘Triple C’, constantemente, provoca seus rivais, parte da comunidade do MMA especula que o veterano possa voltar a atuar e o mesmo dá mais indícios de que deve sair da aposentadoria na temporada 2022. Tanto que o novo alvo do ex-campeão da companhia é Petr Yan, um velho conhecido.

    Recentemente, Cejudo tentou de tudo para substituir Max Holloway e lutar contra Alexander Volkanovski, campeão do peso-pena (66 kg) do UFC, porém não conseguiu transformar seu desejo em realidade e irritou Dana White. O cartola classificou tal conversa como boba e avisou que, para isso acontecer, ‘Triple C’ teria que sair da aposentadoria e voltar a atuar no peso-mosca (57 kg) ou no peso-galo (61 kg), divisões que já liderou.

    Ciente do posicionamento do líder do UFC, o americano ignorou ‘The Great’ e voltou sua atenção para Yan, detentor do cinturão interino do peso-galo da companhia e um de seus rivais. Como os atletas já discutiram e trocaram palavras nada amigáveis, Cejudo provocou o russo e garantiu que o desafeto não seria páreo para seu wrestiling e Q.I. de luta em um hipotético encontro. Mesmo longe do octógono por um longo período, ‘Triple C’ se classifica como um profissional diferenciado e em perfeitas condições de ampliar seu legado nos esportes de combate com novos triunfos diante de grandes nomes do MMA.

    “Eu adoraria ir para a Rússia lutar contra Yan, aquela batata feia, na Rússia, segurando uma bandeira russa desta vez e dando uma surra na frente de seus compatriotas. Sim, eu vou derrubar esse cara. Ele é um ótimo striker, poderia dizer isso. Quando falo sobre posição, compostura e distância, Yan é muito bom nisso, mas sou muito competidor. Sou muito inteligente para esse cara. Vou derrubá-lo e literalmente vou afogá-lo com meu wrestling”, declarou o ex-campeão do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, antes de completar.

    “Vou colocá-lo contra a grade, não sou Sterling, pessoal. Sou muito mais técnico, sou muito melhor do que esses caras. Estou em um nível totalmente diferente dos concorrentes. Tenho essa vantagem competitiva, a experiência e só preciso daquela chance e daquele saco cheio de dinheiro. No final das contas, eu poderia ficar falando, mas se eu não for pago, simplesmente, não vou voltar. Tem que valer a pena para o meu legado. Estou sendo uma v**** ou estou sendo honesto? Estou sendo honesto, um pouco chateado e irritado”, concluiu.

    Henry Cejudo, de 34 anos, marcou época no UFC. O americano foi um dos poucos lutadores que conseguiu alcançar o status de campeão duplo da maior organização de MMA do mundo. ‘Triple C’ estreou no esporte em 2013 e saiu dele em 2020. Seu cartel profissional é composto por 16 vitórias, sendo oito por nocaute, e duas derrotas. Além disso, o ex-número um da companhia possui triunfos marcantes sobre Demetrious Johnson, Dominick Cruz, Jussier ‘Formiga’, Marlon Moraes, Sergio Pettis, TJ Dillashaw e Wilson Reis.

  • Mike Tyson nega rumor de que teria acordo verbal para enfrentar Jake Paul no boxe

    Mike Tyson nega rumor de que teria acordo verbal para enfrentar Jake Paul no boxe

    Os rumores sobre uma possível luta envolvendo Mike Tyson e Jake Paul pegaram a lenda do boxe de surpresa. Após tomar conhecimento da notícia veiculada no tabloide inglês ‘The Sun’, de que existiria um acordo verbal para a realização do duelo entre ele e o youtuber, o ex-campeão mundial da nobre arte veio a público dar sua versão sobre o assunto.

    Em sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), Tyson confessou que não esperava a notícia e negou que haja um acordo, ainda que verbal, para enfrentar Jake Paul. O veterano, de 55 anos, ainda revelou que esteve com o jovem astro da internet na ilha de São Bartolomeu, no Caribe, recentemente, e que em nenhum momento o assunto de uma potencial luta entre eles foi abordado.

    “Isso é novidade para mim. Eu vi Jake em St Barths (São Bartolomeu) e ele nunca mencionou isso”, rebateu ‘Iron’ Mike.

    Aposentado do boxe profissional desde 2005, Mike Tyson subiu pela última vez no ringue em uma luta de exibição, diante de Roy Jones Jr, em novembro de 2020. Desde então, o ex-campeão mundial esteve ligado a rumores sobre um possível novo confronto contra seu rival de longa data Evander Holyfield, mas a peleja nunca se materializou.

    Curiosamente, no card do mesmo evento que Tyson subiu pela última vez no ringue, Jake Paul fazia sua segunda luta no boxe profissional, contra o ex-jogador da NBA Nate Robinson, a quem o youtuber nocauteou. A performance no mesmo show em que a lenda da nobre arte se apresentou ajudou a promover a carreira do astro da internet na modalidade e, desde então, ‘The Problem Child’ tem ascendido dentro do esporte, tanto com resultados, quanto no aspecto comercial.

  • Treinador de Gane admite chance de cumprimentar Ngannou, mas descarta nova parceria

    Treinador de Gane admite chance de cumprimentar Ngannou, mas descarta nova parceria

    Os protagonistas do UFC 270 são Francis Ngannou e Ciryl Gane, mas Fernand Lopez se destaca no meio dos campeões linear e interino do peso-pesado da companhia, respectivamente. Neste sábado (22), na Califórnia (EUA), os atletas vão disputar o título da categoria, em um dos embates mais aguardados da história dela, e o clima entre eles é de rivalidade, muito por conta do profissional, mas este propôs uma trégua ao camaronês.

    Em entrevista ao ‘Submission Radio’, Lopez, que é ex-treinador de Ngannou e atual mentor de Gane, admitiu que, como vai encontrar o antigo aluno constantemente para realizar os compromissos do UFC, as chances de cumprimentá-lo, mesmo não tendo uma boa relação, são grandes. Vale destacar que tanto o profissional, quanto o campeão linear do peso-pesado da companhia se conhecem de longa data e costumam trocar acusações e provocações com frequência e de forma pública. No passado, ‘The Predator’ viveu na França, treinava com ‘Bon Gamin’ e dormia na academia ‘MMA Factory’, localizada em Paris, cujo dono é Fernand.

    Contudo, a relação entre Lopez e Ngannou se deteriorou a partir do momento que o segundo e ‘Bon Gamin’ se destacaram no esporte. Como o camaronês percebeu que as melhores oportunidades de trabalho se encontram nos Estados Unidos, mudou de país e abandonou a equipe. Dessa forma, o treinador criticou o ex-aluno por ter se deslumbrado com a fama e afirmou que o mesmo tentou impedir o UFC de contratar Gane, seu antigo parceiro de treino. Agora, o profissional tenta amenizar o clima para o confronto envolvendo os lutadores, mas garante que jamais irá reeditar a parceria de sucesso com o campeão linear do peso-pesado da companhia, porque os recentes capítulos desta história são conturbados.

    “Estou totalmente cansado disso, não posso mais fazer isso. O problema é que ser autêntico não é fácil. Sempre que você é autêntico, você se mete em problemas em algum momento. Não quero soar como a ex-mulher que não consegue ir além, porque se separaram. Estou realmente aberto a apertar a mão de Ngannou a qualquer momento ou conversar com ele a qualquer momento, mas não posso mais trabalhar com ele. É como se você estivesse trabalhando em um trabalho muito complicado e descobrisse como é trabalhar em uma zona de conforto. Então, sim, não vou voltar a trabalhar com Ngannou nunca. Mas acho que, como um cavalheiro, devemos ser capazes de dizer olá, como você está? É isso, ser educado”, declarou o profissional.

    Francis Ngannou, de 35 anos, estreou pelo UFC em 2015, venceu grandes nomes do MMA e se tornou um dos lutadores mais assustadores do esporte. Pela organização, ‘The Predator’ nocauteou Alistair Overeem, Andrei Arlovski, Cain Velasquez, Curtis Blaydes (duas vezes), Jairzinho Rozenstruik, Júnior ‘Cigano’ e Stipe Miocic. O campeão do peso-pesado já é apontado por parte dos fãs e da imprensa especializada como um dos principais atletas da história da categoria por conta de seu porte físico e poder.

  • Chimaev desafia tops dos meio-médios do UFC, caso não lute contra ‘Durinho’

    Chimaev desafia tops dos meio-médios do UFC, caso não lute contra ‘Durinho’

    Khamzat Chimaev é um lutador que não brinca em serviço. Sempre disposto a atuar, o sueco deixou claro seu interesse em medir forças com Gilbert Burns, no início da temporada 2022, até mesmo no Brasil, em importante duelo pelos meio-médios (77 kg) do UFC, porém a organização ainda não anunciou o já aguardado encontro. Contudo, caso não enfrente ‘Durinho’, ‘Borz’ informa que sua lista de desejos está repleta de atletas.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, Chimaev frisou que não está de olho apenas em uma luta contra ‘Durinho’ e sim com os demais tops dos meio-médios do UFC. Tanto que a promessa do MMA provocou Belal Muhammad, Colby Covington, Neil Magny e Stephen Thompson. A curiosidade é que, mesmo atrás de seus alvos no top-15 da categoria, o sueco não os teme. Pelo contrário, confiante em suas habilidades, ‘Borz’ afirma que continuará fazendo o que sabe, ou seja, esmagar oponentes no octógono, por mais populares que possam ser. Não satisfeito, Khamzat ainda questionou se os rivais possuem nível suficiente para integrar a elite da divisão.

    “As pessoas falam sobre uma luta com Magny e não sei o motivo do UFC não ter feito essa luta. Posso esmagá-lo amanhã. Amanhã, hoje à noite, não sei. Não importa. Ele é um cara tão magro. Olhe para ele e veja o que ele fez contra Jingliang e veja o que fiz com ele. Você vê a diferença de nível. Jingliang não conseguiu me dar um soco. Eu o esmaguei. Brinquei com esse cara e Magny teve uma luta dura com ele e fala que pode ganhar de mim. Não irmão, vou comer suas pernas. Vou comer tudo. Vou pegar o coração dele”, declarou Chimaev, antes de completar.

    “Belal e o cara do caratê, Thompson. Ele perdeu. Ele disse que talvez vá lutar comigo no futuro, mas você mostrou suas habilidades e seu nível é fraco. Se Belal te segura, vou te colocar debaixo do octógono. Não sei como esses caras pensam que vão ganhar de mim. São dez lutas, dez vitórias pela via rápida e não perdi um segundo nas minhas lutas. Venci todos. Esses caras não sabem que vou persegui-los. O dinheiro real está aqui, Dana White. Eles sabem disso. Quem eles têm mais no top-10? Covington está falando e quero lutar com esse cara. Quero acabar com ele mais rápido do que Usman. Usman acabou com ele em que round? Se ele acabou com ele no segundo, vou acabar com ele no primeiro minuto e então as pessoas vão entender meu nível”, concluiu.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 27 anos, possui quatro lutas no UFC e se encontra em 11º lugar no ranking dos meio-médios. O sueco estreou pela organização em 2020 e, até o momento, suas vítimas nela foram sobre John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert e Li Jingliang em sequência. A curiosidade é que ‘Borz’ venceu os dez combates que disputou na carreira pela via rápida (seis por nocaute e quatro por finalização), estatística que prova sua dominância quando atua.