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  • Pôster oficial do UFC Londres é divulgado com destaque para astros ingleses

    Pôster oficial do UFC Londres é divulgado com destaque para astros ingleses

    Agendado para o dia 23 de julho, o segundo UFC Londres do ano ganhou seu pôster oficial. A imagem promocional do evento, que será sediado novamente na ‘O2 Arena’, foi compartilhada nas redes sociais pelo Ultimate e traz como destaques os protagonistas das duas lutas principais da edição, entre eles dois ídolos locais (veja abaixo ou clique aqui).

    Escalados para enfrentarem Curtis Blaydes e Jack Hermansson no main event e na co-luta principal, respectivamente, os ingleses Tom Aspinall e Darren Till contarão com o apoio da torcida presente na ‘O2 Arena’ para carimbar mais um evento de sucesso do UFC em Londres.

    Vale lembrar que, em março deste ano, a organização fez seu retorno à capital inglesa depois de um hiato de dois anos, motivado pela pandemia, e o sucesso foi tão grande que fez com que a entidade marcasse um novo show na cidade com apenas quatro meses de distância.

    Em ascensão na divisão dos pesos-pesados, Aspinall – número seis no ranking – encara o quarto colocado Curtis Blaydes, de olho em se aproximar de uma disputa pelo título. O inglês segue invicto no UFC, com vitórias pela via rápida em todas as suas cinco apresentações.

    Por sua vez, Darren Till volta ao octógono após quase um ano de ausência. O peso-médio (84 kg) – oitavo colocado no ranking – busca retomar a boa fase e interromper a sequência negativa. Nos últimos cinco combates disputados por ele, o inglês venceu apenas um, contra Kelvin Gastelum, em 2019.

  • Alexandre Pantoja enfrenta Alex Perez no UFC 277 marcado para o dia 30 de julho

    Alexandre Pantoja enfrenta Alex Perez no UFC 277 marcado para o dia 30 de julho

    Recuperado do problema físico que praticamente o impediu de lutar pelo cinturão do peso-mosca (57 kg) do Ultimate, Alexandre Pantoja já tem data e adversário para sua volta ao octógono. Em informação apurada pela reportagem da Ag. Fight, o brasileiro vai enfrentar Alex Perez, no UFC 277, programado para o dia 30 de julho, em Dallas (EUA).

    Alexandre Pantoja compete no MMA profissional desde 2007 e chegou ao UFC dez anos depois. Na sua carreira, o brasileiro venceu 24 lutas e perdeu cinco. A sua última atuação aconteceu em agosto de 2021, quando superou Brandon Royval. Após esse duelo, o brasileiro passou por uma cirurgia no joelho que o deixou afastado das competições.

    No MMA profissional desde 2011, Alex Perez soma 24 vitórias e seis derrotas. O americano não luta desde novembro de 2020, quando foi superado por Deiveson Figueiredo, em disputa do cinturão do peso-mosca. Desde então, o lutador lidou com alguns problemas físicos que o impediram de atuar, com alguns combates cancelados.

  • Presidente do UFC expressa apoio à ideia do MMA se tornar esporte olímpico

    Presidente do UFC expressa apoio à ideia do MMA se tornar esporte olímpico

    Realizada no ano passado, em decorrência do adiamento causado pela pandemia, a Olimpíada de Tóquio teve como um de seus principais destaques a estreia de esportes radicais, como o surfe e o skate, em seu cronograma de competições. Já a edição de Paris (FRA), programada para acontecer em 2024, terá no breakdance a sua grande novidade. A introdução de modalidades ‘jovens’ faz com que os fãs do MMA comecem a sonhar com uma possível participação em uma futura edição de Jogos Olímpicos.

    E quem também torce para a inclusão da modalidade no cronograma olímpico é Dana White, presidente do UFC. Durante uma sessão de perguntas e respostas no canal do Ultimate no ‘Youtube’, o dirigente expressou seu apoio à ideia e citou a grande audiência do MMA como um dos fatores que deveriam ser levados em consideração pelo Comitê Olímpico na hora de julgar uma possível entrada do esporte no programa de competições das Olimpíadas. Mas, apesar de ser favorável, o cartola descartou se envolver em uma hipotética campanha de convencimento.

    “Eu acho que já deveria ser um esporte olímpico. Não é o meu trabalho. Não é o que eu estou tentando fazer. Eu não estou fazendo pressão para transformar isso em um esporte olímpico. Eu concordo com seja quem for que disse isso, sim. Isso sem mencionar o fato que um dos grandes problemas que as Olimpíadas estão tendo agora é a audiência. Você quer audiência? Coloque o MMA nas Olimpíadas”, opinou Dana White.

    O MMA ainda tem um longo caminho para entrar no cronograma esportivo das Olimpíadas. A modalidade ainda não é reconhecida pela entidade responsável pelos Jogos, o COI (Comitê Olímpico Internacional). Caso tal etapa seja vencida no futuro, os responsáveis pela campanha de inclusão do MMA nas Olimpíadas poderão focar nas demais exigências e apresentar uma proposta.

    Atualmente, os esportes de combate são representados nas Olimpíadas de Verão pelo judô, taekwondo, boxe e luta olímpica, além do caratê, que fez parte do programa de Tóquio, mas não deve ser disputado em Paris. Recentemente, o sambo, o kickboxing e o muay thai ganharam o reconhecimento provisório por parte do COI, dando um passo adiante para uma possível futura entrada no programa olímpico.

  • Oleg Taktarov torce por inclusão no Hall da Fama do UFC ao lado de Marco Ruas

    Oleg Taktarov torce por inclusão no Hall da Fama do UFC ao lado de Marco Ruas

    Campeões dos torneios do UFC 6 e 7, respectivamente, Oleg Taktarov e Marco Ruas fizeram história nos primórdios do que hoje é considerado o maior evento de MMA do mundo. O brasileiro, com seu jogo completo, é visto como um dos pioneiros do que viria a se tornar o MMA moderno, enquanto o russo foi, em seu auge, um dos lutadores mais difíceis de se vencer, especialmente por conta de seu grappling de alto nível e poder de absorção de golpes.

    Mesmo amparados por essas credenciais, ambos não fazem parte ainda do Hall da Fama do UFC, que na ala dos ‘pioneiros’ já conta com 17 representantes, entre eles: Royce Gracie, Ken Shamrock e Dan Severn, contemporâneos de Taktarov e Ruas. A ausência dos veteranos é bastante sentida pela comunidade das lutas e muitos cobram a reparação por parte da organização presidida por Dana White. E a expectativa por uma introdução das duas lendas do esporte no seleto grupo não fica por conta apenas dos fãs.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Oleg Taktarov elogiou o trabalho de reconhecimento ao passado feito pelo UFC, mas admitiu que torce para que seu nome e o de seu antigo rival sejam incluídos no Hall da Fama no futuro. O russo ainda brincou e impôs como condição para aceitar sua vaga, caso seja homenageado, que o brasileiro também seja nomeado.

    “Eu acho que nós devíamos estar lá juntos, ao mesmo tempo. Se me oferecerem para entrar no Hall da Fama, eu vou dizer: ‘Eu não vou entrar lá sem o Marco’. É isso. (Ou entramos) Juntos ou eu não vou. Eu sei que o UFC agora está encarando mais a história, e você não pode apagar a história. Você tem que respeitar a história. E eu estou feliz que eles relembram de todos os lutadores e eu realmente espero que eles virem seus olhos para Marco, o campeão do UFC 7, e para mim, o campeão do UFC 6”, declarou Oleg Taktarov.

    Carioca, Marco Ruas iniciou sua carreira quando o esporte ainda era chamado de ‘Vale Tudo’ e os lutadores competiam para defender suas artes marciais de origem, a fim de descobrir qual era a melhor. Apesar disso, o ‘Rei das Ruas’ – com um pensamento visionário – optou por se aperfeiçoar em diversas modalidades, se tornando um lutador completo em todas as áreas, capaz de se virar na luta em pé ou no chão.

    Através do seu jogo completo, incomum para a época, Marco Ruas conquistou o torneio do UFC 7, em setembro de 1995, ao vencer na mesma noite três oponentes: Larry Cureton, Remco Pardoel e Paul Varelans, os dois primeiros por finalização e o último por nocaute técnico. Três meses depois, no ‘UFC: The Ultimate Ultimate’, o carioca cairia nas semifinais, em derrota polêmica para Oleg Taktarov, por decisão dos juízes.

    Os dois ainda voltariam a se enfrentar cerca de um ano depois, desta vez no Brasil, no evento ‘World Vale Tudo Championship 2’. Apesar de dominar as ações durante os 30 minutos de combate, Marco Ruas novamente sofreu com uma decisão controversa, com o empate sendo decretado como resultado oficial.

  • Valentina projeta novo encontro com Amanda Nunes ou Julianna Peña após UFC 275

    Valentina projeta novo encontro com Amanda Nunes ou Julianna Peña após UFC 275

    Apontada pelas casas de apostas como favorita para a luta no UFC 275, Valentina Shevchenko já projeta seu futuro na organização. Neste sábado (11), em Cingapura, a campeã do peso-mosca (57 kg) da companhia vai colocar o cinturão em jogo contra Taila Santos e dá sua vitória como certa. Tanto que ‘Bullet’ busca ampliar seu legado no MMA e persegue grandes embates para a sequência.

    Recentemente, Valentina revelou que deve subir para o peso-galo (61 kg) na temporada 2022 para desafiar a campeã da categoria. Como é rainha do peso-mosca, a atleta não esconde o desejo de conquistar o segundo título em uma divisão diferente do UFC. E ‘Bullet’ informa que não tem preferência em enfrentar Amanda Nunes ou Julianna Peña, que fazem aguardada revanche em julho.

    Vale pontuar que a lutadora integrou o peso-galo e já enfrentou as atletas. Valentina lidou com Amanda duas vezes e saiu derrotada por decisão unânime e dividida dos confrontos. Inclusive, o resultado do segundo encontro entre elas gera discussão até hoje. Por outro lado, Shevchenko venceu Julianna por finalização. Mas de nada adianta a programação da profissional, se não confirmar o favoritismo diante de Taila neste sábado.

    “Não importa qual será o resultado da luta delas em julho. Qualquer um funciona para mim, porque será uma luta interessante contra Amanda e tenho história com Julianna, porque, alguns anos atrás, eu a finalizei. Qualquer opção vai funcionar para mim”, declarou a campeã do UFC no ‘media day’ da edição 275, realizado na última quarta-feira (8).

    Valentina Shevchenko, de 34 anos, é apontada por parte da comunidade do MMA como uma das melhores lutadoras da história do esporte. A atleta do Quirguistão optou por descer do peso-galo (61 kg) do UFC para o peso-mosca e não demorou para se tornar campeã. ‘Bullet’ conquistou o título vago da categoria em 2018, e, desde então, defendeu o cinturão seis vezes. Na modalidade, a profissional disputou 25 lutas, venceu 22 e perdeu três vezes. Seus triunfos de maior destaque foram sobre Holly Holm, Jennifer Maia, Jéssica Andrade, Joanna Jedrzejczyk, Julianna Peña, Katlyn Chookagian, Lauren Murphy, Liz Carmouche e Sarah Kaufman.

  • Joanna revela que renovou com o UFC sob a condição de estar próxima do ‘title shot’

    Joanna revela que renovou com o UFC sob a condição de estar próxima do ‘title shot’

    Neste sábado (11), no UFC 275, Zhang Weili e Joanna Jedrzejzcyk, voltam a medir forças após mais de dois anos que se enfrentaram pelo Ultimate. No entanto, mesmo depois de tanto tempo do primeiro embate, essa revanche já tem uma importância grande para a companhia. Isso porque Dana White, presidente da franquia, anunciou que a vencedora desta disputa vai brigar pelo cinturão do peso-palha (52 kg).

    Mas essa notícia não pegou Joanna de surpresa. Durante o media day do evento, realizado na última quarta-feira (8), a ex-campeã da categoria afirmou que sempre soube que em seu retorno estaria perto de disputar o cinturão. Além disso, a polonesa revelou que só renovou com o UFC sob essa condição.

    “Não estou surpresa. Eu sabia disso desde a minha última luta. Eu não assinaria (um) novo acordo se eu não soubesse que eu seria uma desafiante ao cinturão depois de ganhar minha próxima luta”, disse a polonesa.

    Joanna Jedrzejzcyk, campeã do peso-palha do UFC entre 2015 e 2017, atuou pela última vez em março de 2020, em disputa de título contra Zhang Weili. Na ocasião, após cinco equilibrados rounds, a chinesa levou a melhor na decisão dividida dos juízes. A polonesa está no Ultimate desde 2014, com um cartel de dez triunfos e quatro reveses.

  • Ex-desafiante ao título do UFC revela que iria se aposentar em caso de nova derrota

    Ex-desafiante ao título do UFC revela que iria se aposentar em caso de nova derrota

    Karolina Kowalkiewicz respirou aliviada após sua participação no UFC Vegas 56 e ganhou sobrevida na carreira. No evento realizado no último sábado (4), a ex-desafiante ao título do peso-palha (52 kg), que estava em má fase, voltou ao caminho das vitórias ao finalizar Felice Herrig. Com a derrota, a americana se aposentou do esporte e ‘Polish Princess’ revelou que chegou a flertar seriamente com tal possibilidade.

    Antes de enfrentar Felice na revanche, Karolina tinha perdido cinco lutas seguidas e, no último revés, chorou e deu a entender que sua trajetória no esporte havia chegado ao fim. Contudo, a polonesa, mesmo sem confiança, decidiu permanecer na modalidade e, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, informou que, caso perdesse o sexto combate consecutivo, iria deixar suas luvas no centro do octógono. Mas, como possui história no UFC e na categoria, a atleta contou que não poderia permitir que sua trajetória na modalidade terminasse em baixa.

    Apesar do dramático duelo, Karolina ignorou a pressão e foi superior contra a americana. Agora que se reencontrou com a vitória, algo que não acontecia desde 2018, a polonesa garantiu estar empolgada com os novos desafios em sua frente no UFC. Curiosamente, antes de viver o pior momento de sua carreira, o último triunfo de Kowalkiewicz no MMA foi sobre Felice, sua recente adversária.

    “Sim, teria me aposentado. Eu não disse isso a ninguém. Tive um momento muito ruim naquela época e pensei que talvez fosse hora de me aposentar do MMA. Mas, depois de alguns meses, depois de algumas semanas em que lutei e tudo mais, não, não posso terminar o MMA, porque adoro. Ainda não, ainda não. Mais dois anos, com certeza, quero lutar. Eu disse para ela que sinto muito e que lhe desejo tudo de melhor em sua vida e ela disse que realmente me respeita e me desejou boa sorte em minhas futuras lutas. Melhor ela do que eu”, declarou a veterana.

    Karolina Kowalkiewicz, de 36 anos, é uma veterana do MMA. A polonesa iniciou sua trajetória no esporte em 2012 e estreou no UFC em 2015. Pela organização, a atleta disputou 13 lutas, venceu seis e perdeu sete vezes. Seus principais triunfos foram sobre Randa Markos e Rose Namajunas.

  • Glover promete agressividade em defesa de cinturão no UFC: “Vou meter a porrada”

    Glover promete agressividade em defesa de cinturão no UFC: “Vou meter a porrada”

    Neste sábado (11), Glover Teixeira retorna ao octógono mais famoso do mundo para a sua primeira defesa de cinturão dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate. O brasileiro encara Jiri Prochazka, na luta principal do UFC 275, que acontece em Cingapura. Embora agora chegue com o status de campeão da companhia, o mineiro não pretende fugir de suas características e já mandou seu recado para o adversário.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui), Glover rechaçou qualquer pressão extra por, no momento, ser o detentor do cinturão da categoria e, por isso, não pretende mudar sua essência. O atleta natural de Sobrália (MG) adiantou que vai partir para o ataque para terminar o confronto antes dos cinco rounds e manter sua sequência positiva. Vale destacar que o brasileiro vem de cinco vitórias pela via rápida (nocaute ou finalização) em seus últimos seis triunfos pelo UFC.

    “Vou meter a porrada no cara (risos). É o que vocês sempre esperam, sempre viram de mim. Quem viu o Glover desde o início da minha carreira, quando lutava no Bitetti, Shooto, no UFC até chegar a luta com o Jon Jones, depois quando lutei com o (Alexander) Gustafsson, com nariz quebrado, correndo atrás do cara… É o que sempre fiz. Vou cair para dentro e meter a porrada. Eu não preciso falar, porque eu faço. Eu vou buscar a finalização, com certeza. (…) A finalização que digo é acabar com a luta”, afirmou.

    Em sua próxima luta, Glover vai ter pela frente uma situação diferente, pois Prochazka é conhecido por ser um lutador com um estilo peculiar de atuar, com bastantes improvisos, principalmente na trocação, que é seu carro-chefe. Questionado sobre o oponente, o brasileiro se mostrou tranquilo e alertou que pode surpreender o rival na parte em pé.

    “Ele é imprevisível. É esperar tudo e estar pronto para tudo, alerta o tempo todo. É fazer meu jogo. Não acredito que no chão ele vai fazer muita coisa e ele sabe que meu chão é o forte. Vamos ver. Estou preparado e focado para essa luta. Sem caozada (risos). Não fico muito pensando no meu oponente. Estou trabalhando muito a mão também. As pessoas esquecem, mas tenho bastante nocaute na carreira, tenho uma mão boa. Mas é bom que as pessoas esqueçam, porque a mão está afiada”, completou o mineiro.

    Glover Teixeira compete no MMA profissional desde 2002 e acumula 33 vitórias e sete derrotas em sua carreira. Atualmente, o lutador atravessa grande momento no UFC, com seis triunfos seguidos, sua melhor marca na organização desde a estreia nela, em 2012. A última vez que o competidor se apresentou foi em outubro de 2021, quando finalizou o polonês Jan Blachowicz, em duelo que lhe deu o título do Ultimate.

  • Dana projeta retorno de ‘Do Bronx’ ao UFC para outubro, mas faz mistério sobre adversário

    Dana projeta retorno de ‘Do Bronx’ ao UFC para outubro, mas faz mistério sobre adversário

    Ao que parece, o futuro de Charles Oliveira começa a ser trabalhado pelo UFC. Após finalizar Justin Gaethje no primeiro round, em maio, no Arizona (EUA), o brasileiro, que perdeu o cinturão dos leves (70 kg) por não bater o peso, ganhou o direito de disputar o título, agora vago, na sequência. E, de acordo com Dana White, o importante compromisso deve acontecer em outubro.

    É bem verdade que o líder do UFC não confirmou o local e nem contra quem ‘Do Bronx’ deve atuar. Contudo, a imprensa especializada especula que o ex-campeão do peso-leve pode ter como adversário Islam Makhachev, amigo de Khabib Nurmagomedov, em Abu Dhabi (EAU). Vale pontuar que o parceiro de treino de ‘The Eagle’ costuma provocar o brasileiro e o desafia para um duelo valendo o título vago da categoria. O fato da dupla possuir as duas maiores sequências de vitória da divisão também torna o embate possível. Mas, se depender do paulista, seu oponente não vai ser o russo e sim Conor McGregor, já que esta é a luta dos seus sonhos.

    “Charles provavelmente vai lutar em outubro. Eu já tenho lutas feitas até 8 de outubro. Provavelmente, outubro ou novembro”, declarou o cartola, em entrevista ao site ‘Yahoo! Sports’.

    Atualmente, a possível luta entre Charles Oliveira e Islam Makhachev é uma das mais pedidas por parte dos fãs de MMA. ‘Do Bronx’ e o amigo e parceiro de treino de Khabib Nurmagomedov são dois dos principais nomes do peso-leve do UFC. O brasileiro, ex-campeão da categoria, é o líder do ranking dela e possui 11 vitórias seguidas. Já o russo é dono do quarto lugar na tabela de classificação e está embalado com dez triunfos consecutivos.

  • Dana rejeita pedido de Nick Diaz para encarar Usman: “Não quero que se machuque”

    Dana rejeita pedido de Nick Diaz para encarar Usman: “Não quero que se machuque”

    Não demorou para Nick Diaz receber a resposta do UFC, quanto a grande luta que pediu para realizar. Sem atuar desde 2015, o veterano saiu da aposentadoria em setembro de 2021 e perdeu para Robbie Lawler por nocaute técnico. Mas, mesmo derrotado, o americano , de 38 anos, surpreendeu e desafiou Kamaru Usman, campeão dos meio-médios (77 kg). Para a infelicidade do ‘bad boy’, Dana White se pronunciou a respeito.

    Como se não bastasse desafiar Usman, Nick Diaz se classificou como um lutador capaz de destronar o rei dos meio-médios do UFC, por conta de sua qualidade no boxe e no jiu-jitsu. Contudo, o líder da companhia, em entrevista ao site ‘Yahoo! Sports’, negou qualquer possibilidade do veterano encarar o campeão dos meio-médios do UFC e, assim, furar a fila da categoria.

    Dana dá a entender que uma hipotética luta evolvendo o ‘bad boy’ e o nigeriano, hoje, é uma espécie de covardia. Vale pontuar que Nick, mesmo voltando ao UFC em 2021, pode se aposentar definitivamente do MMA a qualquer momento. Além disso, a última vitória do veterano no esporte aconteceu em 2011. Por outro lado, Usman está invicto na empresa, com 15 triunfos, lidera o ranking peso-por-peso, é campeão dominante dos meio-médios e busca superar Georges St-Pierre como melhor lutador da história da categoria.

    “Falando em Nick Diaz vs Kamaru Usman, Usman é o melhor lutador peso-por-peso do mundo. Preciso cuidar de Nick e garantir que ele não se machuque. Eu faço lutas entre os melhores lutadores do mundo. Quantos anos tem Nick? Você está me fazendo perguntas bobas”, declarou o cartola.

    Nick Diaz, de 38 anos, é um dos atletas mais populares do MMA. O ‘bad boy’ se destacou no esporte na base do jiu-jitsu e do boxe. Em sua carreira, o americano disputou o título interino e linear dos meio-médios do UFC contra Carlos Condit e Georges St-Pierre, respectivamente, e perdeu para os rivais por decisão unânime. O veterano possui um cartel composto por 26 vitórias, dez derrotas, dois ‘no contest’ (luta sem resultado) e triunfos marcantes sobre BJ Penn, Frank Shamrock, Gleison ‘Tibau’ e Robbie Lawler.