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  • Whittaker torce por luta violenta entre Adesanya e Poatan: “Que não voltem os mesmos”

    Whittaker torce por luta violenta entre Adesanya e Poatan: “Que não voltem os mesmos”

    A luta principal do UFC 281 não estará somente no radar dos fãs de MMA ao redor do mundo. Atual número 1 do ranking dos pesos-médios (84 kg) do Ultimate, Robert Whittaker também estará de olho no embate entre Israel Adesanya e Alex ‘Poatan’. Sem apoio declarado para o confronto, o atleta australiano admitiu que está na torcida para que o campeão nigeriano e o desafiante brasileiro se machuquem severamente dentro do octógono, no próximo sábado (12).

    Em entrevista ao canal ‘MainEvent’, inclusive, ‘The Reaper’, talvez já vislumbrando um novo ‘title shot’ no futuro, revelou que torce para que os lutadores envolvidos na luta principal do UFC 281 nunca voltem a ser os mesmos após o embate. Ciente do histórico que Adesanya e Poatan possuem, Whittaker opinou que o fiel da balança será o processo de evolução de cada um desde que mediram forças pela última vez, ainda nos tempos do kickbixing.

    “Absolutamente não (não estou torcendo por ninguém). Torço que ambos se machuquem extremamente. Tipo, muito (risos). Espero que nunca – espero que eles lutem tão duro e se machuquem tanto que nunca mais voltem a ser os mesmos”, admitiu, de forma bem humorada, antes de analisar fatores que podem definir o desfecho da luta.

    “Temos alguns elementos nessa luta que definirão tudo, por isso vou acompanhar de perto. Eles já lutaram múltiplas vezes antes, mas com luvas maiores. Ambos conectavam golpes um no outro, como a luva menor afetará isso? Se ambos conseguirem acertar golpes como na época do kickboxing nessa luta, com luvas menores, isso fará diferença, impactando a luta. E quem evoluiu mais? Quem, no tempo afastado desde a última luta entre os dois evoluiu o bastante?”, completou.

    Ex-campeão da categoria, Whittaker tem um compromisso a ser superado antes de pensar novamente em disputar o título. No dia 11 de fevereiro de 2023, o australiano mede forças com o brasileiro Paulo ‘Borrachinha’, no card de número 284 da companhia, com sede em Perth (AUS).

  • Joanna Jedrzejczyk cogita volta da aposentadoria para “última dança” no UFC

    Joanna Jedrzejczyk cogita volta da aposentadoria para “última dança” no UFC

    Cinco meses depois de anunciar sua aposentadoria do MMA, Joanna Jedrzejczyk, ao que tudo indica, não está mais tão convicta de sua decisão. Em Nova York (EUA), onde vai acompanhar o UFC 281 no sábado (12), a polonesa admitiu, em conversa com a imprensa, que tem considerado a ideia de calçar novamente as luvas para fazer uma luta de despedida mais bem elaborada.

    A ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate, de 35 anos, colocou um ponto final em sua carreira em junho, após ser nocauteada por Zhang Weili, em duelo que marcava seu retorno depois de um hiato de dois anos longe dos octógonos. No entanto, a forma abrupta, e até certo ponto inesperada, com que anunciou sua aposentadoria tem feito com que Joanna cogite voltar para mais um combate que a permita se despedir dos fãs com mais calma.

    “Às vezes eu sinto que eu deveria fazer mais uma luta, que eu deveria dar uma última dança aos fãs porque nós não tivemos tempo. Eu não estava preparada e eles não estavam preparados para dizer adeus”, afirmou Jedrzejczyk.

    Depois de uma carreira de destaque no muay thai e no kickboxing, Joanna Jedrzejczyk migrou para o MMA e também foi bem-sucedida, especialmente em sua trajetória no UFC. Na organização, a polonesa se sagrou campeã peso-palha e colecionou recordes, entre eles o de maior número de defesas de título na história da categoria, que perdura até hoje.

  • Adesanya surpreende e revela se divertir com ‘nova versão’ de Borrachinha

    Adesanya surpreende e revela se divertir com ‘nova versão’ de Borrachinha

    Campeão do peso-médio (84 kg) do UFC, Israel Adesanya luta contra Alex Pereira, neste sábado (12), em Nova York (EUA), mas não esquece outro grande rival em sua caminhada na companhia. Inclusive, ‘The Last Stylebender’ surpreendeu ao revelar que enxergou Paulo ‘Borrachinha’ de forma diferente após este começar a ser mais ativo nas redes sociais.

    Adesanya contou que aprovou a mudança de comportamento do brasileiro e que passou a se divertir com as publicações feitas pelo mesmo. E, de fato, ‘Borrachinha’ conseguiu mudar a opinião de parte dos fãs e demais profissionais ao seu respeito de forma rápida e surpreendente, já que antes protagonizava polêmicas e era classificado como um atleta problemático para o UFC lidar, mas, na base do humor, se tornou um dos lutadores mais populares e queridos atualmente no esporte.

    Vale lembrar que, em 2020, o nigeriano chegou a discutir constantemente e para valer com o mineiro e, após nocauteá-lo, polemizou ao ‘sarrar’ no desafeto, que ainda se recuperava no octógono. Contudo, com a nova versão de ‘Borrachinha’ no MMA, Adesanya se mostrou disposto a encerrar a animosidade entre eles e até, quem sabe, a uma aproximação.

    “Eu o sigo no Twitter. Não diga para ele, eu não quero que ele me bloqueie. Apesar de achar cringe, é engraçado. A coisa toda com a USADA é engraçada. O suco secreto. Eu gosto. Ele é divertido, vamos colocar dessa maneira”, declarou o campeão do UFC, em entrevista ao ‘The MMA Hour’.

    Israel Adesanya, de 33 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O campeão do peso-médio do UFC estreou pela companhia em 2018 e defendeu o título da categoria cinco vezes. Na divisão, o nigeriano segue invicto. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.

  • Jake Paul revela provocação de Anderson Silva no ringue e incentivo pós-luta

    Jake Paul revela provocação de Anderson Silva no ringue e incentivo pós-luta

    Em sua mais recente aparição no ringue, Jake Paul conquistou a maior vitória de sua carreira e, como não poderia ser diferente, seguiu comentando o resultado. Em outubro, no Arizona (EUA), o youtuber impressionou ao vencer Anderson Silva, antigo rei do peso-médio (84 kg) do UFC, por decisão unânime e revelou que o veterano apresentou uma mudança de comportamento antes, durante e depois do confronto.

    No pré-luta, Anderson e Jake deixaram o ‘trash talk’ de lado e promoveram o embate de forma respeitosa e até trocaram elogios. Entretanto, ‘The Problem Child’ contou para Logan Paul, seu irmão, que o brasileiro se transformou durante o duelo e não foi nada amigável no ringue. Inclusive, a mudança de ‘Spider’ foi notória, já que, mais de uma vez, provocou o americano e se mostrou irritado por este abusar do clinch em combate. Ao aplicar knockdown no veterano no oitavo e último round, a celebridade consolidou a vitória e, após o anúncio oficial, informou que Silva o procurou, voltou a ser cordial na atitude e nas palavras e apoiou sua jornada na nobre arte.

    “Ele ficava dizendo, ‘Pare de segurar, garoto, pare de amarrar’. E então, quando eu estava ferrando com ele, ele começou a tentar amarrar. Então, eu disse: ‘Quem está amarrando agora, hein?’. Depois, ele disse, ‘Ninguém pode falar sobre você novamente, você é um campeão’”, declarou o youtuber, ao participar do podcast ‘IMPAULSIVE’.

    Jake Paul, de 25 anos, ainda está no início de sua carreira no boxe e, até o momento, seus resultados nos ringues são expressivos. Em boa fase no esporte, o youtuber realizou seis lutas, venceu todas, sendo quatro por nocaute, deixou para trás nomes como Anderson Silva, Ben Askren e Tyron Woodley (duas vezes) e faturou bolsas milionárias em suas aparições.

  • Frankie Edgar revela momento mais marcante da carreira antes de despedida do MMA

    Frankie Edgar revela momento mais marcante da carreira antes de despedida do MMA

    Aos 41 anos, Frankie Edgar se prepara para colocar um ponto final em sua jornada no MMA. O americano confirmou a luta contra Chris Gutiérrez, neste sábado (12), em Nova York (EUA), como sua despedida do esporte e, como não poderia ser diferente, relembrou momentos de sua longa e marcante carreira.

    Edgar, que se notabilizou no MMA por ter um condicionamento físico acima da média, domínio das principais artes marciais e, sobretudo, pela determinação e raça em combate, revelou qual foi o momento inesquecível de sua trajetória na modalidade. No esporte há 17 anos e na companhia desde 2007, ‘The Answer’ enfrentou e venceu atletas renomados, foi campeão do peso-leve (70 kg), defendeu o cinturão três vezes, disputou o título do peso-pena (66 kg), mas escolheu sua primeira vitória sobre BJ Penn, em 2010, como o ápice da carreira. Na ocasião, o pequenino lutador surpreendeu o temido ‘The Prodigy’, alcançou o topo da categoria e deu início a uma campanha de façanhas.

    “Se eu tivesse que escolher um momento, seria quando ganhei o título contra BJ Penn. Sempre tentei ser o melhor nisso e acho que nunca consegui isso até ganhar o título. Isso sempre se destaca para mim”, declarou o ex-campeão do UFC, no ‘media day’ do UFC 281, realizado na última quarta-feira (9).

    Frankie Edgar é um ícone do MMA e já é tratado por uma parcela dos fãs e da imprensa como futuro membro do ‘Hall da Fama’ do Ultimate. Em sua carreira, iniciada em 2005, o americano foi campeão do peso-leve do UFC e disputou o título do peso-pena. Seus triunfos mais importantes foram sobre BJ Penn (três vezes), Chad Mendes, Charles ‘Do Bronx’, Cub Swanson (duas vezes), Gray Maynard, Jeremy Stephens, Jim Miller, Pedro Munhoz, Sean Sherk, Urijah Faber e Yair Rodríguez.

  • Turman exalta ajuda de ‘Poatan’ e Glover em camp para o UFC 281: “Muito sortudo”

    Turman exalta ajuda de ‘Poatan’ e Glover em camp para o UFC 281: “Muito sortudo”

    Neste sábado (12), Wellington Turman entra em ação pelo UFC 281, em Nova York. Para seu confronto diante de Andre Petroski, o brasileiro contou com o auxílio de luxo de duas estrelas do MMA nacional: Glover Teixeira e Alex ‘Poatan’. Parceiro de equipe dos dois na ‘Teixeira MMA e Fitness’, o peso-médio curitibano exaltou a importância dos compatriotas durante o camp para sua evolução no esporte.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight, durante o media day do evento, Turman também comemorou a proximidade de sua luta com as de seus parceiros – Poatan também entra em ação neste sábado, enquanto Glover compete no início de dezembro. De acordo com o jovem de 26 anos, o ‘timing’ ajudou para que todos da equipe cheguem na ponta dos cascos na reta final do período de treinamentos.

    “Ajuda (o timing), ainda mais com a gente. Somos muito parceiros. Um está ali pelo outro, ninguém está para passar por cima do outro, um sempre ajudando o outro no camp. Foi um camp incrível, treinar com esses caras é um prazer. Sou muito sortudo de estar ali. Em um ano estou aprendendo coisas que aprenderia em cinco, caso estivesse em outra equipe. Estou muito feliz de estar lá com eles (Poatan e Glover)”, celebrou, antes de falar especificamente sobre Poatan, que também compete entre os pesos-médios.

    “Ele é um cara sensacional, às vezes a gente está treinando e ele para o treino dele para ensinar alguma coisa que estou fazendo de errado. Nunca treinei muita trocação no Brasil, treinava mais grappling, porque não tinha tanto esses caras bons como o Poatan (…) Estou melhorando muito minha parte do striking, e melhorando com um dos melhores do mundo. Cara que é campeão do Glory, vai ser o próximo campeão do UFC, então é sensacional para mim”, completou.

    Com apenas 26 anos, Wellington Turman vive boa fase no Ultimate, vindo de duas vitórias. Mas para manter o retrospecto positivo, o brasileiro precisa superar o americano Petroski, que está invicto na companhia, com três triunfos. O duelo entre os dois, válido na divisão até 84 kg, compõe o card preliminar do UFC 281.

  • Renato ‘Moicano’ promete luta “do jeito que o povo gosta” no UFC 281

    Renato ‘Moicano’ promete luta “do jeito que o povo gosta” no UFC 281

    Após oito meses afastado dos octógonos, Renato ‘Moicano’ volta à ação neste sábado (12), no UFC 281, com sede em Nova York (EUA). A poucos dias do confronto diante de Brad Riddell, o brasileiro parece bastante entusiasmado com seu retorno ao esporte. Em entrevista exclusiva com a reportagem da Ag Fight, o peso-leve (70 kg) da ‘American Top Team’ projetou uma luta de encher os olhos dos fãs de MMA ao redor do mundo.

    O brasiliense admitiu que o rival da Nova Zelândia oferece perigo na trocação, mas também se auto-avaliou como uma pedra no sapato de Brad na luta agarrada. Na opinião de ‘Moicano’, esse jogo de xadrez no tabuleiro que pode render grandes momentos também saltou aos olhos do Ultimate, que escalou os dois em uma posição estratégica do estrelado card do UFC 281, conforme o próprio observou.

    “Claramente ele me traz perigo na trocação e eu levo mais perigo no jiu-jitsu. Não sei como ele vai achar a luta, porque é muito diferente, cada luta é (…) Não sei o que ele pensa. Vi algumas lutas dele colocando para baixo também, apesar de ser um striker. Umas ele botou para baixo e foi mal, outras ele fez a mesma coisa e foi bem. Então acho que, apesar de ter essa divisão de striking e jiu-jitsu, ele já está bem adaptado ao MMA”, avaliou Renato, antes de falar sobre a expectativa do combate.

    “Acredito que vai ser uma boa luta, com bastante transição, porrada, do jeito que o povo gosta. Por isso eles (UFC) colocaram antes do card principal, justamente para abrir (alas) e a galera ficar empolgada para comprar o pay-per-view. Não foi à toa, com certeza pensaram nisso, de colocar uma luta excitante para a galera continuar no card principal”, completou.

    Cotado para disputar o cinturão peso-pena (66 kg) há alguns anos, após sólida carreira construída na categoria, Moicano agora almeja fazer o mesmo com 70 kg. De olho em uma alavancagem entre os pesos-leves, o brasileiro quer medir forças contra um adversário ranqueado em caso de vitória neste sábado.

    “Essa vitória vai me colocar, com certeza, no ranking. Eu exijo que depois dessa vitória eu esteja lutando contra alguém ranqueado. Vou estar preparando alguns nomes para falar depois. O ‘Moicano’ quer dinheiro, mas ele merece respeito também, ele quer estar no topo da categoria. Já fui top 4 da categoria de baixo. Subi, não me colocaram no ranking. Então está na hora de falar, chegar no topo da categoria, porque sei que ainda tenho muita lenha para queimar. Espero vencer, fazer uma boa performance e enfrentar um ranqueado (…) É questão de tempo”, projetou.

    Além de Moicano, o UFC 281 contará com a presença de outros dois atletas brasileiros. Wellington Turman mede forças com Andre Petroski, no card preliminar, enquanto Alex ‘Poatan’ lidera o card no confronto com Israel Adesanya, em disputa que coloca em jogo o cinturão peso-médio (84 kg) da companhia.

  • ‘Poatan’ projeta revanche com Adesanya em caso de vitória: “Ele não vai querer”

    ‘Poatan’ projeta revanche com Adesanya em caso de vitória: “Ele não vai querer”

    Com o retrospecto direto contra Israel Adesanya a seu favor, Alex ‘Poatan’ esbanja confiança às vésperas do UFC 281, com sede em Nova York (EUA). Na quarta-feira (9), durante o ‘media day’ promovido pelo Ultimate, que contou com a presença da Ag Fight, o brasileiro reiterou sua postura otimista ao projetar um cenário hipotético após uma eventual vitória sobre o atual campeão peso-médio (84 kg) da companhia.

    Até por conta do domínio de Adesanya sobre os rivais na categoria até 84 kg nos últimos anos, Alex admitiu que o nigeriano mereceria uma chance de retomar seu reinado, caso seja derrotado no próximo sábado (12). No entanto, de acordo com a avaliação do brasileiro, seu rival de longa data não teria a intenção de encarar uma revanche imediata após ser superado pela terceira vez pelo velho carrasco.

    “Não faz diferença quem eles querem colocar depois (para desafiar o cinturão). Ele (Adesanya) merece (uma eventual revanche), mas depois dessa luta, ele não vai querer isso”, projetou Poatan, antes de falar sobre o histórico entre os dois.

    “Não (não é pessoal), ao menos não para mim. Farei meu trabalho como se estivesse lutando contra qualquer outro. Foco apenas em lutar pelo título. Não sei como ele possivelmente tenha superado isso (nocaute). Ainda está na mente dele”, completou o brasileiro.

    Poatan e Adesanya, que protagonizam a luta principal do UFC 281, já mediram forças anteriormente em duas oportunidades, nos tempos de kickboxing. Dentro dos ringues, o brasileiro levou a melhor nos dois confrontos, ao derrotar o nigeriano por decisão na primeira luta e por nocaute no segundo duelo entre os dois.

  • Poatan e Adesanya fazem encarada no topo do Empire State Building antes do UFC 281

    Poatan e Adesanya fazem encarada no topo do Empire State Building antes do UFC 281

    O tão aguardado duelo entre Israel Adesanya e Alex ‘Poatan’, válido pelo cinturão peso-médio (84 kg), acontecerá neste sábado (12), na luta principal do UFC 281, em Nova York (EUA), e a expectativa não para de crescer dentro da comunidade do MMA. Nesta quinta-feira, os rivais protagonizaram mais uma encarada antes da grande disputa, e o cenário escolhido pela organização para receber esse evento promocional foi simplesmente um dos mais importantes cartões postais da ‘Big Apple’, como é conhecida a cidade norte-americana.

    Localizado na Quinta Avenida, no centro de Manhattan, o famoso arranha-céu Empire State Building, de 102 andares, foi o palco escolhido pelo Ultimate para a segunda encarada da semana pré-luta entre Adesanya e Poatan (veja abaixo ou clique aqui). Os dois já haviam ficado frente a frente na quarta-feira, após o final da coletiva de imprensa do show.

    Assim como na encarada anterior, campeão e desafiante trocaram algumas palavras, mas na maior parte do tempo permaneceram imóveis, olhando fixamente nos olhos um do outro. A expectativa é que os rivais voltem a se encarar mais uma vez antes da grande luta de sábado, durante a pesagem cerimonial, nesta sexta-feira.

    Israel Adesanya e Alex Poatan possuem uma rivalidade de longa data, desde quando ambos ainda competiam no kickboxing. Na modalidade, os lutadores se enfrentaram em duas oportunidades e o brasileiro saiu vencedor em ambas ocasiões, a última delas por nocaute. Agora, os dois voltam a se encontrar, desta vez no MMA, com o nigeriano tentando defender seu cinturão, enquanto o brasileiro busca a conquista inédita para ele na nova modalidade.

  • Campeã revela surpresa com derrota de Marina Rodriguez para Amanda Lemos

    Campeã revela surpresa com derrota de Marina Rodriguez para Amanda Lemos

    Atual campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate, Carla Esparza volta ao octógono neste sábado (12), para colocar o cinturão em jogo contra Zhang Weili, na luta co-principal do UFC 281, em Nova York (EUA). Mesmo focada no seu próprio compromisso, a americana estava de olho no duelo verde-amarelo entre Marina Rodriguez e Amanda Lemos, disputado no último final de semana, que poderia definir uma futura desafiante ao título da categoria e, possivelmente, sua próxima adversária. E ‘Cookie Monster’ se surpreendeu com o resultado do combate entre as brasileiras.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Esparza admitiu que foi pega de surpresa com a vitória de Amanda Lemos sobre Marina Rodriguez, por nocaute técnico, na luta principal do UFC Vegas 64, no último sábado (5). Para a campeã, um triunfo levaria a gaúcha ao tão sonhado ‘title shot’ da divisão dos palhas. Ciente do caminho percorrido pela lutadora da equipe ‘Thai Brasil’ rumo ao topo da categoria, a americana pareceu lamentar o desfecho negativo para a rival.

    “Eu assisti o final da luta e, na verdade, eu fiquei bastante surpresa. Eu estava esperando que Marina ganhasse. Eu conheço a trajetória que ela teve para construir seu caminho de volta para onde ela está. E eu acho que se ela tivesse ganhado aquela luta, ela lutaria pelo título. Foi difícil de assistir”, afirmou Esparza.

    Mas se Esparza admite que, caso tivesse saído vencedora, Marina provavelmente receberia o próximo ‘title shot’ dos palhas, a opinião da campeã sobre o triunfo de Amanda não é a mesma. Na visão da americana, a lutadora paraense, apesar de ter subido da sétima para a terceira colocação no ranking da divisão com o nocaute sobre Rodriguez, ainda precisa acrescentar mais algumas conquistas para lutar pelo cinturão, especialmente depois de ser derrotada recentemente por Jéssica ‘Bate-Estaca’ Andrade, em abril.

    “Eu acho que ela está a um par de lutas (do title shot), porque ela teve uma derrota recente contra Jéssica Andrade e eu acho que isso a coloca na frente da (Amanda) Lemos. Mas ela (Amanda) venceu uma concorrente do topo, então ela não está tão longe”, concluiu.

    Independentemente de quem será a próxima desafiante ao cinturão dos palhas, Carla Esparza precisa defender seu título antes de pensar nesse assunto. Para isso, a campeã terá que derrotar a chinesa Zhang Weili, no co-main event do UFC 281, em Nova York, neste sábado, a fim de estender seu reinado na categoria.