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  • Jon Jones culpabiliza Ngannou por não lhe enfrentar no UFC: “Não acreditou em si mesmo”

    Jon Jones culpabiliza Ngannou por não lhe enfrentar no UFC: “Não acreditou em si mesmo”

    Desde que os rumores de Jon Jones nos pesos-pesados ganharam força, a comunidade do MMA automaticamente passou a imaginar um duelo do ex-campeão meio-pesado (93 kg) com Francis Ngannou, então detentor do cinturão da divisão até 120 kg. No entanto, o embate não saiu do papel já que o camaronês deixou o UFC em janeiro por discordâncias contratuais. Prestes a se testar na nova categoria, ‘Bones’ culpabilizou o ‘Predador’ pela não realização da superluta entre os dois.

    Em entrevista ao ‘RMC Sport’, Jones avaliou que não possui nenhuma parcela de culpa pelo fato do confronto não ter se concretizado. Além disso, o americano relembrou que Ngannou recebeu uma proposta generosa do ponto de vista financeiro para permanecer no Ultimate e, mesmo assim, optou em romper com a liga. A postura do camaronês, na visão de Jones, foi o fiel da balança para que o caminho dos dois não se cruzasse dentro do UFC

    “Não acho que eu mereça alguma crítica. Estou aqui, eu estou bem aqui. Francis teve a oportunidade de me enfrentar e ele optou por não ter essa oportunidade. Se alguém deve ser criticado, esse alguém é Francis Ngannou. Até onde sei, ele teve o maior contrato de um peso-pesado da história sendo oferecido a ele. Teve a oportunidade de ser o cara a me destronar. Ele não acreditou em si mesmo. Francis não acreditou em si, não estava disposto em apostar em si próprio”, opinou Jon.

    Depois de se tornar soberano entre os meio-pesados e se afastar do esporte por três anos, Jones volta à ação no UFC 285, no dia 4 de março, em Las Vegas (EUA). Diante de Ciryl Gane, o americano protagoniza o ‘main event’ do show em disputa que coloca em jogo o cinturão vago da categoria mais pesada do MMA.

  • Gabriella Fernandes tira lições de compatriota para estrear com o pé direito no UFC

    Gabriella Fernandes tira lições de compatriota para estrear com o pé direito no UFC

    Neste sábado (25), Gabriella Fernandes subirá no octógono mais famoso do mundo pela primeira vez, pelo card preliminar do UFC Vegas 70. A estreante terá pela frente a canadense Jasmine Jasudavicius, que vem de derrota para outra brasileira, a mineira Natália Silva, em duelo disputado no mês de junho do ano passado. E, obviamente, ‘Gabi’ busca inspiração na performance de sua compatriota para ter uma estreia com o pé direito na organização.

    Além da nacionalidade, Gabriella Fernandes e Natália Silva dividem outra similaridade: as duas foram escaladas para encarar Jasudavicius em suas estreias pelo UFC. Chamada de última hora para substituir Courtney Casey como rival da canadense, a peso-mosca (57 kg) natural de Natal (RN) teve pouco mais de um mês para se preparar para este desafio, e admite que tirou boas lições do triunfo de sua compatriota sobre a canadense, uma das poucas lutas de sua oponente que conseguiu ter acesso para analisar seu estilo de jogo.

    “Ela tem um acirrado de grappling, e eu já lutei com muitas meninas do grappling também. Consegui assistir algumas lutas, não todas. (Assisti) a luta do Contender (Series) e a última luta dela, contra uma brasileira (Natália Silva) também. Então, deu para dar uma estudada boa. (…) Consegui (tirar umas lições dessa luta). O contragolpe, por eu ser canhota, os chutes nela (são armas que eu pretendo usar). Pode ser que ela queira fazer um pouco de força comigo na grade. E se ela quiser trocar força comigo, nós vamos trocar força de igual para igual”, analisou Gabi, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui).

    Aos 29 anos de idade, a potiguar chega ao Ultimate com um cartel de oito vitórias e apenas uma derrota. Ainda pouco conhecida pelo grande público, Gabriella ressaltou que os fãs podem esperar um lutadora que prefere provar o seu valor dentro do cage e não fora dela, através das provocações conhecidas como ‘trash talk’, muito utilizadas por atletas que buscam se promover e aumentar sua base de fãs, mas condenada por alguns.

    “Eu não tenho muito esse estilo do trash talk, que é bem comum. Mas eu gosto de mostrar o resultado dentro do octógono. Eu venho mostrando isso nas minhas últimas lutas. Após a luta, sim, eu vou querer desafiar alguma pessoa, futuramente. Mas de uma maneira mais sutil e, digamos assim, educada. Esse é o meu jeitinho”, afirmou.

    Gabriella Fernandes estreia no UFC neste sábado, de olho em manter sua longa sequência de invencibilidade na carreira. De 2019 para cá, a brasileira venceu sete combates consecutivos, os três últimos sob a bandeira do evento ‘LFA’. Sua única derrota como profissional no MMA veio em junho de 2018, quando foi superada por Maria Silva, na decisão dividida dos juízes, no ‘Natal Fight Championship 15’.

  • De olho no top 10, André Sergipano busca manter invencibilidade no UFC

    De olho no top 10, André Sergipano busca manter invencibilidade no UFC

    Neste sábado (25), na luta co-principal do UFC Vegas 70, André Sergipano volta à ação após cerca de oito meses sem competir. Em termos de prestígio dentro do Ultimate, Brendan Allen pode não ser o adversário de maior renome que o brasileiro enfrentou até então. No entanto, diante do americano, o peso-médio (84 kg) de Minas Gerais busca manter uma importante marca: sua invencibilidade na principal liga de MMA do planeta.

    Com cinco vitórias consecutivas na organização desde que passou a fazer parte do plantel do UFC, em 2019, Sergipano já desponta no ranking até 84 kg – na 11ª colocação. De olho no top 10, o brasileiro busca ampliar o recente retrospecto positivo a fim de se consolidar no pelotão de elite da categoria.

    Mesmo diante de um adversário não ranqueado, André confia que um triunfo, aliado a uma performance convincente, pode fazer com que ele suba posições na listagem do Ultimate. Em busca de se tornar mais assíduo no octógono mais famoso do mundo, o brasileiro planeja realizar ao menos três lutas em 2023 para, ao final da temporada, ter a chance de figurar entre os possíveis desafiantes ao título.

    Além de Sergipano, outros três atletas brasileiros competem no show deste sábado. Também pelo card principal, Augusto Sakai tenta espantar a má fase e voltar a vencer para preservar sua continuidade no UFC. Vindo de quatro derrotas consecutivas, o peso-pesado curitibano mede forças com Don’Tale Mayes.

    Já no card preliminar, Rafael Alves faz a primeira luta do UFC Vegas 70, diante do estreante Nurullo Aliev, na categoria dos pesos-leves (70 kg). Quem também faz seu debute na companhia é Gabriella Fernandes. De olho em deixar uma primeira boa impressão, a brasileira mede forças com Jasmine Jasudavicius, pela categoria dos moscas (57 kg).

    O main event da noite fica por conta de um embate de dois membros do top 10 da divisão dos meio-pesados (93 kg). Embalado por duas vitórias seguidas, Ryan Spann, oitavo do ranking, enfrenta o ucraniano Nikita Krylov, sexto colocado da listagem, que também vem de dois resultados positivos.

  • Saiba como assistir o UFC Vegas 70, show com 4 representantes do ‘Esquadrão Brasileiro’

    Saiba como assistir o UFC Vegas 70, show com 4 representantes do ‘Esquadrão Brasileiro’

    Neste sábado (25), o esquadrão brasileiro invade novamente a arena montada no UFC Apex, desta vez no card da edição ‘Vegas 70’. O show, que contará com quatro representantes do Brasil em ação, será transmitido, ao vivo, pelo UFC Fight Pass – plataforma de streaming da organização – e pela Band.

    O card preliminar, que terá dois membros do ‘Esquadrão Brasileiro’ em ação, ficará restrito ao UFC Fight Pass, e terá início às 18 horas (horário de Brasília). Já a parcela principal do evento, onde mais dois atletas tupiniquins se apresentarão, terá a transmissão também da Band, a partir das 21h, ao vivo.

    Responsável pelo co-main event da noite, André ‘Sergipano’ medirá forças com Brendan Allen, em busca de sua sexta vitória consecutiva desde que estreou pelo Ultimate. Já o peso-pesado Augusto Sakai mira se recuperar – após sofrer quatro derrotas seguidas – diante de Don’Tale Mayes, e assim evitar uma possível demissão da franquia.

    Quem também subirá no octógono para representar o Brasil neste sábado é Rafael Alves, que enfrentará Nurollo Aliev. Assim como a estreante Gabriella Fernandes, adversária de Jasmine Jasudavicius no card preliminar do UFC Vegas 70. A luta principal do evento ficará a cargo de Nikita Krylov e Ryan Spann, membros do top 10 dos meio-pesados (93 kg).

    O UFC Fight Pass transmite UFC Vegas 70, ao vivo e na íntegra, a partir das 18h deste sábado – abertura do card preliminar. O card principal tem início previsto para às 21h e será transmitido tanto pelo ‘Fight Pass’ como pelo canal de TV aberta Band. A reportagem da Ag Fight estará atenta e vai realizar a cobertura do show, com relatos dos principais confrontos do evento.

  • André Sergipano usa libra de tolerância e confirma luta no UFC Vegas 70

    André Sergipano usa libra de tolerância e confirma luta no UFC Vegas 70

    Estrela do co-main event do UFC Vegas 70, evento programado para este sábado (24), o brasileiro André Sergipano pareceu vencer com tranquilidade a balança do show nesta sexta-feira. Terceiro a se apresentar na pesagem oficial , o atleta cravou a marca de 84.3 kg e confirmou sua participação no card.

    Para tal, André utilizou da libra de tolerância, limite permitido para todos os combates que não valem por um cinturão do UFC. Seu rival, o americano Brendan Allen, também fez uso da estratégia e cravou as mesmas 186 libras (84.3 kg:). O combate principal também foi confirmado com facilidade. Os meio-pesados Nikita Krylov e Ryan Spann bateram, respectivamente, 93.4 kg e 93 kg.

    Além de André, outros três brasileiros farão parte do card do UFC Vegas 70. O peso-pesado Augusto Sakai, que perdeu suas quatro últimas lutas no evento, cravou 120.2 kg, cerca de 1.5 kg a mais do que o adversário Don’Tale Mayes.

    Rafael Alves bateu 70.3 kg, mesma marca de seu rival Nurollo Aliev, enquanto que a estreante Gabriella Fernandes venceu a balança com 57.1 kg, pouco mais de 200 gramas mais pesada do que a rival canadense Jasmine Jasudavicius.

    A americana Hailey Cowan teve problemas com o corte de peso e não se apresentou durante a pesagem oficial. Desta forma, o duelo contra Ailin Perez foi cancelado. Por sua vez, a argentina cumpriu com suas obrigações e registrou a marca de 61.2 kg. A disputa seria a primeira do card.

    Confira o peso dos atletas do UFC Vegas 70:

    Nikita Krylov (93.4 kg) vs (93 kg) Ryan Spann
    André Muniz (84.3 kg) vs (84.3 kg) Brendan Allen
    Augusto Sakai (120.2 kg) vs (118.6 kg) Don’Tale Mayes
    Tatiana Suarez (56.7 kg) vs (56.9 kg) Montana De La Rosa
    Mike Malott (77.5 kg) vs (77.5 kg) Yohan Lainesse
    Erick Gonzalez (70.7 kg) vs (70.5 kg) Trevor Peek
    Jasmine Jasudavicius (56.9 kg) vs (57.1 kg) Gabriella Fernandes
    Jordan Leavitt (70.5 kg) vs (70 kg) Victor Martinez
    Ode’ Osbourne (59 kg) vs (59 kg) Charles Johnson
    Joe Solecki (70.5 kg) vs (70.7 kg) Carl Deaton
    Rafael Alves (70.3 kg) vs (70.3 kg) Nurollo Aliev
    *Hailey Cowan vs (61.2 kg) Ailin Perez

    *Atleta foi impedida pelos médicos de se pesar

  • Rafael Alves aposta em experiência contra estreante invicto no UFC Vegas 70

    Rafael Alves aposta em experiência contra estreante invicto no UFC Vegas 70

    Neste sábado (25), no UFC Vegas 70, Rafael Alves terá pela frente um desafio e tanto ao enfrentar um adversário invicto no MMA. Revelado pelo ‘Contender Series’, Nurullo Aliev faz sua estreia na organização e tenta manter o retrospecto irretocável em seu cartel. Mas o cenário não parece intimidar o brasileiro, que apostou em sua experiência como principal arma no confronto diante do jovem nascido no Tajiquistão.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Rafael falou sobre o estilo de seu adversário, um wrestler, mas avaliou que a diferença de rodagem entre os dois será o fiel da balança no embate. Com apenas 23 anos, Aliev protagonizou oito combates profissionais até então, contra 31 do brasileiro, de 32 anos.

    “Acredito que sim, a experiência que vai valer lá dentro do octógono. Meu oponente é um cara que falam que tem o estilo do Khabib, mas eu não comparo. O Khabib é uma lenda dentro do UFC. E meu oponente ainda é muito jovenzinho, não aguenta porrada, pode ter certeza. É a experiência que vai valer lá dentro, é isso que vou usar e sairei vitorioso”, opinou o peso-leve (70 kg) paraense.

    Rafael também provou ter feito o dever de casa antes do combate. Após analisar as lutas anteriores de seu adversário, o brasileiro identificou brechas exploráveis no jogo de Aliev. Confiante, o atleta de Belém arriscou, inclusive, como irá capitalizar no erro do rival e liquidar a fatura neste sábado.

    “Ele vacila muito. Só tem o wrestling, não faz mais nada. Só  fica nesse jogo amarrado. Mas ele vacila muito, (expõe) pescoço, braço, perna, com certeza. E se ele quiser trocar comigo em cima, ele vai cair (…). Acho que vou levar na guilhotina. Porque quando meu oponente entra em queda, ele vacila muito no pescoço. Então podem apostar, (vitória por) guilhotina”, projetou.

    Rafael Alves é o primeiro brasileiro a entrar em ação no UFC Vegas 70, no segundo confronto da noite. Também no card preliminar, Gabriella Fernandes faz sua estreia contra Jasmine Jasudavicius. Já no card principal, Augusto Sakai e André Sergipano encaram, respectivamente, Don’Tale Mayes e Brendan Allen.

  • Em má fase no UFC, Augusto Sakai cita recomeço em busca de renovação contratual

    Em má fase no UFC, Augusto Sakai cita recomeço em busca de renovação contratual

    Neste sábado (25), Augusto Sakai não compete somente contra Don’Tale Mayes, mas como também possivelmente por sua permanência no Ultimate. Em má fase na principal liga de MMA do mundo com quatro derrotas seguidas, o peso–pesado pode se despedir da companhia em caso de novo resultado negativo. Às vésperas do importante compromisso, o atleta brasileiro revelou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, como tem lidado com a pressão do momento.

    Sakai destacou que o objetivo é não deixar a pressão virar um fardo antes de seu combat no UFC Vegas 70. Na visão do brasileiro, seus últimos reveses dentro da companhia serviram de aprendizado para que pudesse adaptar e melhorar sua preparação fora do octógono e seu estilo de luta dentro dele.

    “Se eu pegar toda essa pressão (das derrotas) e colocar nas costas, fica um fardo muito grande e não vamos desenvolver. O que tenho feito é (avaliar): ‘Errei? O que eu errei?’. As lutas que passaram foram muito boas para aprendizado, mas agora é uma nova página que vou escrever, uma nova história. O melhor da vida é isso, poder ter um recomeço, fazer algo diferente. É isso que tenho buscado. Mudei para os EUA, fiquei Natal e Ano Novo longe de família e amigos. Abdiquei de muita coisa para poder estar aqui, serviu de aprendizado, estou pronto para fazer uma nova caminhada dentro do UFC”, frisou Augusto.

    Além de vencer, Sakai busca convencer neste sábado. Afinal de contas, seu duelo contra Mayes é a última luta prevista em seu atual contrato com o UFC. Desta forma, deixar uma última impressão positiva pode ser crucial para garantir uma renovação na empresa presidida por Dana White.

    “Essa é a última luta (do meu contrato). Então quero fazer uma grande vitória no sábado para poder renovar e continuar no UFC. Sonhei a vida toda em estar no UFC, amo estar aqui. Tenho certeza que vou ter muitas lutas ainda aqui dentro. Tenho certeza absoluta que eu evoluí muito, até pelo feedback de parceiros de treino e treinadores. Então cheguei aqui para dar um grande show e escrever uma nova página”, projetou o peso-pesado.

    O confronto entre Augusto Sakai e Don’Tale Mayes integra o card principal do UFC Vegas 70. Ao contrário do brasileiro, seu rival americano não sabe o que é perder há três rodadas – são duas vitórias e um ‘no contest’ (luta sem resultado) neste período.

  • Conor McGregor adota postura respeitosa e elogia Michael Chandler

    Conor McGregor adota postura respeitosa e elogia Michael Chandler

    Conhecido como um dos maiores usuários do ‘trash talk’ dentro do MMA, Conor McGregor parece ter deixado a versão provocadora de lado contra Michael Chandler – ao menos por ora. Além de não alfinetar seu próximo adversário no Ultimate, como costuma fazer, o astro irlandês surpreendeu ao tecer elogios ao peso-leve (70 kg) americano, que também é seu rival na 31ª temporada do ‘The Ultimate Fighter’.

    Em entrevista ao canal ‘The Mac Life’, McGregor destacou que a interação com Chandler nos primeiros dias de gravação do TUF tem sido amistosa. Respeitoso, ‘Notorious’ elogiou algumas das credenciais de seu rival no reality e no octógono, mas destacou ser um tipo de oponente com o qual ‘Iron’ ainda não lidou na carreira.

    “Eu gosto do Michael. Posei com ele ontem. Não tenho problema nenhum com ele mesmo. Acho ele um bom lutador. Treinar contra ele, estou interessando em ver seu estilo de treinador. Ele é mais um tipo atlético do que um artista marcial técnico. Sei que ele tem habilidade na área do wrestling e qualidades no geral. Mas quanto aos detalhes menores e específicos, estou interessado em ver como ele se sai. Estou feliz onde estou. Será interessante ir contra ele (no TUF) antes de enfrentar ele (na luta). Vou cortá-lo, sou um pouco agressivo demais para ele do que qualquer pessoa com quem ele já lutou”, declarou Conor.

    Chandler e McGregor foram anunciados como os treinadores desta edição do TUF no início de fevereiro. Há alguns dias, as gravações da 31ª temporada do programa foram iniciadas em Las Vegas (EUA). A expectativa é de que os astros do UFC se enfrentem após a resolução do reality show – previsto para acabar no dia 15 de agosto.

  • Brasileira exalta oportunidade de conquistar contrato com o PFL: “Mudaria minha vida”

    Brasileira exalta oportunidade de conquistar contrato com o PFL: “Mudaria minha vida”

    Nesta sexta-feira (24), Maíra Mazar terá a oportunidade de dar o primeiro passo para mudar de vida, como a própria lutadora define. Substituindo Chelsea Hackett, a peso-mosca (57 kg) brasileira enfrentará Desiree Yanez pelo card do ‘Challenger Series’ do PFL, evento voltado para a captação de novos talentos que possam integrar o plantel principal da liga, e que garante aos atletas de maior destaque uma vaga direta nos torneio de temporada regular de suas respectivas categorias.

    A oportunidade surge para a brasileira cerca de dois anos após se mudar para os Estados Unidos, a convite da ex-campeã do UFC Miesha Tate, a qual conheceu quando ambas trabalhavam para o ONE Championship – Maíra como lutadora e a americana como dirigente. Ao decidir voltar a competir no octógono do Ultimate, ‘Cupcake’ trouxe consigo a atleta paulista, para auxiliá-la nos treinamentos na ‘XTreme Couture’, em Las Vegas (EUA).

    Como era de se imaginar, o início de sua nova vida nos Estados Unidos não tem sido fácil para Maíra, que, além de se manter no país norte-americano, também ajuda sua família que segue morando no Brasil. Por isso, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, a peso-mosca fez questão de exaltar a oportunidade de conquistar um contrato que lhe garanta a segurança e estabilidade que tanto almeja, e prometeu “agarrá-lo com unhas e dentes”.

    “Desde que eu cheguei aqui (nos EUA), eu consegui lutar. Lutei o Combate (Global), lutei o Invicta. Mas a gente sabe que aos poucos, conforme vem a idade, a gente vai conseguindo menos oportunidades. Então, essa oportunidade neste momento é muito importante para mim. Eu vou dar o meu melhor para agarrá-la com unhas e dentes. Porque tendo esse contrato, eu tenho certeza que vou lutar muitas vezes nesse ano, e ainda tenho uma chance de ganhar 1 milhão de dólares, que mudaria completamente a minha vida”, afirmou Maíra, citando o prêmio milionário dado aos campeões de cada categoria ao final da temporada pelo PFL.

    Com o contrato e a participação no torneio anual do PFL, Maíra Mazar teria, ao menos, dois combates garantidos para disputar em 2023, ambos pela temporada regular da competição. Caso avance para os playoffs, mais duas lutas são possíveis se a atleta chegar à final do GP. Isso, de acordo com ela, traria uma estabilidade financeira que a permitiria, além de sobreviver nos Estados Unidos e ajudar sua família no Brasil, focar ainda mais em sua carreira.

    “Eu estou começando a minha vida nos Estados Unidos. Toda mudança é difícil, na questão de viver em um novo país, uma nova cultura, de trabalho. A minha família continua no Brasil, eu continuo ajudando eles. Então, isso mudaria tudo, faria com que eu conseguisse começar a minha vida aqui de uma forma mais tranquila, podendo focar mais nos treinos, não tendo que me preocupar em trabalhar muito e fazer outras coisas para ganhar dinheiro, e também poder ajudar minha família”, concluiu.

    Antes de pensar no torneio, na estabilidade financeira e na carreira, entretanto, Maíra Mazar precisa superar sua adversária nesta sexta-feira, a americana Desiree Yanez, no Challenger Series do PFL, e, de quebra, impressionar os jurados responsáveis por decidir se os vencedores dos duelos merecem ou não uma vaga no plantel principal da liga. A brasileira chega para o duelo com um cartel de oito vitórias e cinco derrotas, enquanto sua rival possui seis triunfos e quatro reveses no currículo.

  • Sergipano detalha dificuldade de enfrentar rival ranqueado: “Preferem visibilidade e dinheiro”

    Sergipano detalha dificuldade de enfrentar rival ranqueado: “Preferem visibilidade e dinheiro”

    Desde que entrou no Ultimate, em 2019, André Sergipano emplacou cinco vitórias consecutivas, que o alçaram rapidamente para a 11ª posição dos pesos-médios (84 kg). No entanto, mesmo em boa fase dentro da organização, o brasileiro encontrou dificuldades de encaminhar um confronto diante de um rival ranqueado e, neste sábado (25), medirá forças com Brendan Allen, que não figura na listagem dos 15 melhores da categoria. A situação incômoda, de acordo com o especialista de jiu-jitsu, ocorre com bastante frequência dentro do UFC.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o lutador mineiro condicionou a dificuldade de encontrar um rival ranqueado à postura dos atletas mais bem colocados na lista. De acordo com Sergipano, os principais astros de cada divisão de peso priorizam confrontos de maior magnitude, a fim de preservar suas posições no ranking e embolsar pagamentos mais robustos.

    “Acontece muito (não conseguir rivais ranqueados), e envolve muitas coisas. Principalmente marketing e hype de atletas. Nesse momento, ainda vejo que a galera do topo da divisão ainda me enxerga como um grande risco e o benefício não traz tanto retorno. Os caras preferem esperar mais tempo por uma luta que vai dar mais visibilidade e dinheiro para eles do que aceitar um atleta novo que vem com disposição para tomar o lugar deles”, avaliou o brasileiro.

    Sem competir desde julho de 2022, o peso-médio planeja recuperar o tempo perdido e se tornar mais assíduo no octógono nesta temporada. De olho em uma vaga no top 10 da categoria, Sergipano já mira seus próximos alvos em caso de vitória neste sábado.

    “Minha expectativa esse ano é conseguir fazer três lutas, independente se é contra ranqueado ou não. Vou seguir no caminho das vitórias e entrar de vez no top 10 e ganhar cada vez mais espaço do público americano. Vencendo essa luta, meu próximo adversário pode sair do sábado que vem. O vitorioso ou o derrotado de Dricus du Plessis e Derek Brunson. Ou alguém mais a frente. O Sean Strickland está sem luta também. Qualquer um desses grandes nomes que vier pela frente a gente vai estar preparado e vai agarrar a luta com certeza”, projetou.

    André Sergipano e Brendan Allen fazem a luta co-principal do UFC Vegas 70. O evento conta com a presença de outros três brasileiros em ação. Peso-pesado, Augusto Sakai mede forças com Don’Tale Mayes, também no card principal. Já pelo card preliminar, Gabriella Fernandes encara Jasmine Jasudavicius nos pesos-moscas (57 kg) e Rafael Alves enfrenta Nurullo Aliev pelos pesos-leves (70 kg).