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  • UFC inicia pré-venda para evento na Esfera com ingressos de quase R$ 70 mil

    UFC inicia pré-venda para evento na Esfera com ingressos de quase R$ 70 mil

    Um dos eventos mais aguardados do ano, o UFC 306 – que marcará a estreia da companhia na ‘Esfera’, arena recém-inaugurada em Las Vegas (EUA) – aos poucos vai ganhando forma. Depois de anunciar todos os combates do card, marcado para o dia 14 de setembro, agora foi a vez das informações sobre os ingressos serem reveladas pelo Ultimate.

    Com a abertura da pré-venda de ingressos para o ‘Noche UFC’ – como o show também foi nomeado – na última segunda-feira (29), foi possível descobrir, além da configuração singular dos assentos na arena em formato esférico, os preços das entradas. E como esperado, os fãs que quiserem acompanhar o evento, ‘in loco’, na Esfera terão que desembolsar altas quantias, que variam de 3 mil dólares (quase R$ 17 mil) a 12 mil dólares (cerca de 68 mil) por assento.

    Os altos valores dos ingressos podem ser justificados pela importância do UFC 306 para a companhia. Além de ser o primeiro – e talvez único – evento da entidade na ‘Esfera’, o Ultimate já investiu mais de R$90 milhões na realização do show, conforme antecipou Dana White, presidente da liga, recentemente.

    Card do UFC 306

    Previsto para celebrar o Dia da Independência do México, o UFC 306 – ou Noche UFC – terá um card repleto de atletas mexicanos ou de origens no país latino americano. Nas atrações principais dos show do dia 14 de setembro, dois títulos serão disputados: do peso-galo (61 kg) e peso-mosca (57 kg) feminino.

    No ‘co-main event’, a mexicana Alexa Grasso coloca o cinturão até 57 kg do Ultimate em jogo contra Valentina Shevchenko, a quem destronou no passado. Já na luta principal da edição, o campeão peso-galo Sean O’Malley enfrenta o georgiano Merab Dvalishvili, primeiro colocado no ranking da categoria.

  • Dirigente admite incerteza sobre futuro do Bellator e se esquiva: “Não sou o dono”

    Dirigente admite incerteza sobre futuro do Bellator e se esquiva: “Não sou o dono”

    No último sábado (7), o Bellator comemorou sua 300ª edição com um show especial, realizado em San Diego, na Califórnia (EUA), que teve como um dos destaques mais uma brilhante apresentação da brasileira Cris Cyborg, campeã peso-pena (66 kg) da liga. O clima de celebração, no entanto, contrastou com a aura de incertezas que cerca o futuro da organização, bastante exemplificado pelas declarações do presidente da organização, Scott Coker.

    Na coletiva de imprensa após o término do Bellator 300, Coker admitiu que a organização que preside vive um período de indefinição em relação ao seu destino, mas se esquivou do assunto ao ressaltar que a responsabilidade por qualquer tipo de decisão sobre o futuro da liga não está sob seu poder. Vale destacar que, nos últimos meses, rumores surgiram sobre uma possível venda, fusão ou, até mesmo, a extinção do evento norte-americano, que é comandado pela Viacom atualmente.

    “Lembre-se: eu não sou dono do Bellator. O Bellator não é minha companhia para vendê-la, mantê-la ou para fundi-la. Ela é propriedade da Viacom, e eles têm um processo que fazem, e estão fazendo o que precisam fazer. Não é algo de minha propriedade para vender ou não. É difícil para mim comentar sobre (a situação) porque é completamente diferente. Agora, alguns sentimentos são os mesmos, mas no final do dia, não é a minha companhia”, declarou Scott Coker.

    Situação familiar para o dirigente

    Apesar de distinguir o sentimento, Scott Coker já esteve uma situação parecida com a que vive no momento. Em 2011, o presidente do Bellator vendeu o hoje extinto evento ‘Strikeforce’ – fundado por ele – para a Zuffa, companhia que à época era dona do UFC. Resta saber se o futuro vai repetir o passado, ainda que de forma um pouco diferente, já que o Ultimate, desta vez, não parece ter interesse na aquisição da empresa presidida por Coker.

  • Presidente do UFC deixa rivalidade de lado e reconhece importância da continuidade do Bellator

    Presidente do UFC deixa rivalidade de lado e reconhece importância da continuidade do Bellator

    Durante anos, o Bellator tentou se posicionar no mercado de eventos de MMA como um potencial rival do UFC. Agora, às vésperas de promover sua edição de número 300, a organização liderada por Scott Coker convive com rumores de uma possível venda e, até mesmo, sua extinção. O cenário, ao contrário do que poderia se imaginar, não parece agradar Dana White, mandatário do Ultimate.

    Recentemente, Dana debochou do suposto interesse da PFL – outra liga rival do Ultimate – na compra do Bellator. Apesar disso, o presidente do UFC – durante a coletiva de imprensa após o mais recente episódio do Contender Series, na terça-feira (3) – deixou claro que não torce pelo fim das atividades da companhia comandada por Scott Coker e que vê com bons olhos a continuidade de suas operações no mercado de eventos de MMA.

    Se o Bellator continuar a existir não é uma coisa ruim. É uma coisa boa. Se você olhar para toda a m*** que nós recebemos sobre muitas coisas, eles são propriedade da Viacom. Você sabe quanto dinheiro esses caras têm? Por que eles sairiam do mercado a não ser que estejam cansados de fazer isso, porque você ouve rumores sobre a Showtime também, não apenas o Bellator”, ponderou Dana.

    Futuro do Bellator

    As especulações sobre o futuro do Bellator surgiram há alguns meses e vão desde a venda ou fusão da liga – com o suposto interesse da PFL – até o possível fim das atividades da organização norte-americana. O cenário, ainda repleto de incertezas, mexe até com as principais estrelas da companhia, como o brasileiro Patrício Pitbull, que lamentou a situação vivida pelo evento e abriu as portas para uma transferência para o UFC.

  • Presidente do UFC debocha de suposto interesse da PFL na compra do Bellator

    Presidente do UFC debocha de suposto interesse da PFL na compra do Bellator

    Depois da injeção de dinheiro com a venda de parte minoritária das ações da PFL para um fundo criado pelo governo da Arábia Saudita, os rumores sobre o interesse da liga norte-americana na compra do Bellator se intensificaram. A possível fusão das concorrentes, no entanto, não parece preocupar Dana White – presidente do UFC e rival direto das duas organizações.

    Perguntado sobre o assunto durante a coletiva de imprensa após o mais recente episódio do Contender Series, na última terça-feira (5), Dana debochou do suposto interesse da PFL na compra do Bellator. Sem papas na língua, o dirigente afirmou que a aquisição da organização presidida por Scott Coker seria um péssimo negócio, independentemente dos valores envolvidos na transação, e descartou qualquer possibilidade do UFC apresentar uma proposta.

    Por que diabos alguém compraria o Bellator? O que nós estávamos falando sobre negócios, fazer os movimentos certos e tomar as decisões certas, tem um monte de negócios ruins – o Bellator seria um dos maiores. Por que alguém compraria o Bellator é difícil de entender, mas sentem e vejam como isso se desenrola. Estou empolgado”, debochou Dana White.

    Liderança do mercado em risco?

    Atualmente, o UFC lidera o mercado mundial de eventos de MMA. Com uma proposta diferente e investimento financeiro cada vez mais alto, a PFL tenta se aproximar da tradicional organização presidida por Dana White. Além da contratação de grandes estrelas, como Francis Ngannou e Jake Paul, a Professional Fighters League tenta internacionalizar sua marca com a promoção de ligas regionais na Europa, já lançada este ano, e no Oriente Médio – com o auxílio do governo da Arábia Saudita, novo acionista minoritário da liga.

  • Ultimate divulga preços dos ingressos do UFC São Paulo; vendas começam nesta semana

    Ultimate divulga preços dos ingressos do UFC São Paulo; vendas começam nesta semana

    Depois de quatro anos, o Ultimate desembarca novamente em São Paulo para promover mais uma de suas edições – a nona na cidade. E agora o fã brasileiro de MMA já sabe quanto terá que desembolsar para viver a experiência e acompanhar o show presencialmente após o hiato. Através de seu site oficial (clique aqui), a organização anunciou os preços dos ingressos que serão comercializados no UFC SP, programado para o dia 4 de novembro.

    Oficialmente, as vendas para o evento começam nesta quarta-feira (23). Assinantes da plataforma ‘UFC Fight Pass’, porém, têm direito à pré-venda nos dias 21 e 22 de agosto. Os valores cheios (inteira) variam entre R$ 250 e R$ 3.350. A média dos preços do card está relativamente mais em conta que as quantias cobradas no último show da companhia no país, em janeiro de 2023, na ‘Cidade Maravilhosa’.

    O preço mais econômico dá direito aos assentos do  ‘Ginásio do Ibirapuera’ mais distantes do octógono, enquanto o valor mais extravagante – incluso no pacote ‘VIP Experience’ -, além do acesso, concede ao fã experiências ao longo da semana, como ingresso para a pesagem cerimonial, interação com lutadores, foto com o cinturão, além de serviços com bebidas e comidas liberadas.

    Malhadinho lidera o show

    A luta principal do UFC São Paulo será disputada por dois membros do top 10 dos pesos-pesados: Curtis Blaydes e Jailton Malhadinho, quinto e nono colocados do ranking, respectivamente. O card em território nacional também contará com prospectos em ascensão na liga que representam o país, como Caio Borralho, Vitor Petrino e Denise Gomes, assim como veteranos mais conhecidos do público, como Elizeu Capoeira e Rodolfo Vieira.

    Confira abaixo os valores do UFC SP (inteira/meia):

    *Cadeira Superior B: R$ 250/ R$ 125
    *Cadeira Superior A: R$ 350/ R$ 175
    *Cadeira Especial: R$ 850/ R$ 425
    *Cadeira Premium: R$ 1.050/ R$ 525
    *Octógono Premium: R$ 1.450/ R$ 725
    ** Ultimate Package: R$ 3.000/ R$ 2.275
    ** Elite Plus: R$ 3.100/ R$ 2.375
    ** Ultimate Plus: R$ 3.200/ R$ 2.475
    ** VIP Package: R$ 3.350/ R$ 2.625

    *Valores para assentos individuais
    **Valores para os pacotes do ‘VIP Experience’

  • Conor McGregor se empolga e cogita comprar famoso clube de futebol inglês

    Conor McGregor se empolga e cogita comprar famoso clube de futebol inglês

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC, Conor McGregor é, sem sombra de dúvidas, o lutador de MMA mais conhecido e de maior sucesso financeiro na história da modalidade. Figurinha carimbada nas tradicionais listas de atletas mais bem pagos do planeta, o irlandês construiu uma polpuda conta bancária ao longo dos anos e, agora, cogita inclusive a compra de um dos times mais valorizados do futebol mundial.

    Nesta quarta-feira (2), o astro do MMA utilizou sua conta oficial no ‘Twitter’ para expressar interesse na compra do Chelsea Football Club (veja abaixo ou clique aqui). O clube inglês foi recentemente colocado à venda pelo seu proprietário, o russo Roman Abramovich, que, de acordo com a imprensa especializada local, estaria disposto a fechar negócio caso receba uma proposta próxima a 3 bilhões de libras esterlinas (cerca de R$ 20 bilhões).

    “Eu gostaria de explorar isso”, escreveu McGregor ao citar a possível venda do clube inglês.

    Rei das vendas de pay-per-view no UFC, Conor McGregor detém os principais recordes comerciais da entidade e, com isso, se tornou o lutador de maior salário da companhia presidida por Dana White. O alto valor recebido a cada luta somado aos patrocínios e demais negócios do irlandês, como a participação como sócio da marca de uísque ‘Proper Twelve’ fez do astro do MMA um dos mais ricos esportistas da atualidade.