Tag: UFC

  • Conor McGregor promete liderar os dez eventos mais comercializados da história do UFC

    Conor McGregor promete liderar os dez eventos mais comercializados da história do UFC

    Conor McGregor é, de longe, a maior estrela que o MMA profissional produziu. Além disso, o irlandês ajudou, inclusive, a mudar a modalidade de patamar em termos de alcance e popularidade. E os números comprovam isso. Mesmo afastado das competições há mais de três anos, ‘Notorious’ foi responsável por liderar oito dos dez eventos mais comercializados da história do UFC. E, ao que tudo indica, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) da empresa quer ampliar ainda mais tal marca, controlando inteiramente o top 10 de cards com maiores vendas de pacotes pay-per-view do Ultimate no futuro.

    A intenção foi registrada pelo próprio através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Atualmente, shows liderados por Conor compõem o top 7 da organização. Além disso, o fatídico card contra José Aldo ocupa a décima posição. Desta forma, apenas o oitavo e o nono colocados não são eventos com a ‘marca’ do irlandês. O maior fenômeno de vendas de PPV, de forma unânime, foi o UFC 229, quando, em 2018, McGregor protagonizou uma rivalidade histórica contra Khabib Nurmagomedov, atingindo a impressionante marca de 2,4 milhões de pacotes de pay-per-view vendidos.

    Logo atrás, estão a revanche realizada contra Nate Diaz e os confrontos de número 2 e 3 da rivalidade estabelecida contra Dustin Poirier. Esses três shows atingiram ou superaram a marca de 1,5 milhões de PPV vendidos, de acordo com os números disponibilizados pela página especializada ‘Front Office Sports’. Não à toa, McGregor é considerado a ‘galinha dos ovos de ouro’ do UFC e frequentemente é alvo de inúmeros desafios de oponentes que, cientes de seu impacto, buscam salários consideravelmente maiores para medir forças contra o irlandês.

    “Sete dos maiores dez PPV’s, não! Tenho oito dos maiores (dez). Vendi mais que o UFC 100! Tenho a documentação para provar. E até o fim do meu contrato, terei o top 10 inteiro”, prometeu o falastrão irlandês em sua conta oficial do ‘X’ (antigo Twitter).

    Marca histórica também no boxe

    E não é somente dentro do UFC e no mundo do MMA que McGregor fez história. Sua primeira, e até então única, aventura no boxe também gerou um impacto considerável. O duelo contra o lendário Floyd Mayweather, realizado em 2017, se tornou a segunda maior marca comercial da história dos esportes de combate, vendendo incríveis 4,3 milhões de pacotes PPV. O único duelo que superou esse índice foi a superluta entre Mayweather e Manny Pacquiao, chamada, à época, de ‘Luta do Século’, vendendo cerca de 300 mil pacotes a mais: 4,6 milhões.

  • Chris Weidman relembra doping de Bruno Blindado em resposta após ataque do rival no UFC

    Chris Weidman relembra doping de Bruno Blindado em resposta após ataque do rival no UFC

    Não demorou para Chris Weidman responder Bruno Silva. Recentemente, o brasileiro, escalado pelo UFC para lutar neste sábado (26), em Abu Dhabi (EAU), atacou o ex-campeão do peso-médio (84 kg), revelando que o odeia por conta do polêmico combate entre eles, realizado em março, no qual saiu derrotado. Ao tomar conhecimento da posição de ‘Blindado’, o americano não deixou barato, intensificando a rivalidade.

    Na ocasião, Bruno reclamou das dedadas nos olhos que recebeu do americano. No terceiro round, o brasileiro foi novamente acertado com um ‘combo’ de dedadas na mesma região e caiu, facilitando o trabalho de Weidman, que venceu por nocaute. Após a revisão do lance, o triunfo do atleta foi alterado para decisão técnica. Inconformado com a postura do algoz, ‘Blindado’ expressou toda sua aversão por ele. Em sua resposta, Chris minimizou qualquer preocupação com o fato do desafeto não suportá-lo.

    O veterano também relembrou uma polêmica o envolvendo. Em agosto, ‘Blindado’ testou positivo para a substância proibida drostanalona em um exame coletado em abril. É bem verdade que a CSAD (Combat Sports Anti-Doping) concluiu que houve uma contaminação na ingestão de algum suplemento e desconsiderou o primeiro caso de doping do atleta. Mas Weidman, que havia ironizado o brasileiro antes, ignorou tal explicação e voltou a questionar sua lisura.

    “Me odeie o quanto quiser! Você deveria se preocupar consigo mesmo, porque você acabou de falhar em um teste de drogas para esteroides pela segunda vez. Ninguém está realmente falando sobre você trapaceando de propósito!”, escreveu o ex-campeão do UFC na publicação do site ‘MMA Fighting’ no ‘Instagram’.

    Registro de Weidman no MMA

    Chris Weidman, de 39 anos, é um dos melhores lutadores da história do peso-médio no MMA. Em seu reinado na categoria no UFC, o americano defendeu o cinturão em três oportunidades. No esporte desde 2009, o atleta construiu um cartel composto por 16 vitórias e sete derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva (duas vezes), Demian Maia, Kelvin Gastelum, Lyoto Machida e Vitor Belfort.

  • Juiz aprova novo acordo bilionário de ação movida por lutadores contra o UFC; entenda

    Juiz aprova novo acordo bilionário de ação movida por lutadores contra o UFC; entenda

    O caso ‘antitruste’ movido por um grupo de ex-lutadores contra o UFC teve um novo e decisivo desdobramento. Na última terça-feira (22), em Las Vegas (EUA), o juiz Richard Boulware emitiu uma aprovação preliminar dos novos termos do acordo entre as partes depois que a companhia chegou a um denominador comum com os demandantes para pagar US$ 375 milhões (R$ 2,1 bilhões) para resolver o primeiro processo, chamado ‘caso Le’, em alusão a Cung Le, um dos profissionais que lideraram a iniciativa.

    Tudo começou quando um grupo de ex-lutadores do UFC processou a organização, alegando que ela estava envolvida em um esquema ilegal para adquirir e manter o monopólio do mercado dos atletas de elite através de contratos exclusivos, coerção e aquisições que eliminaram concorrentes em potencial. Em março, a companhia aceitou pagar 335 milhões de dólares (cerca de R$ 1,9 bilhões) aos demandantes para encerrar os dois processos e não ir ao Tribunal, porém em julho, o juiz que supervisiona o caso negou a aprovação preliminar para tal acordo.

    Na ocasião, o juiz não aprovou o acordo, porque, em seu entendimento, o pagamento parecia ter um valor baixo e os lutadores representados no segundo processo ‘antitruste’ poderiam se opor à certas cláusulas nos contratos existentes. Dessa forma, o grupo de ex-lutadores do UFC e a companhia continuaram buscando o acordo até que, enfim, chegaram ao valor de 375 milhões de dólares para a resolução do caso original. O processo foi movido pela primeira vez por veteranos em 2014, cobrindo os profissionais que atuaram na liga entre 2010 até 2017.

    Decisão agradou

    Após a decisão anunciada pelo juiz do caso, o principal advogado do grupo de ex-lutadores e um porta-voz oficial do UFC comemoraram o ‘final feliz’ da longa batalha judicial. Ao site ‘MMA Fighting’, Eric Cramer declarou que os demandantes estão ‘extremamente satisfeitos’ e classificou a posição de Boulware como uma ‘conquista monumental que trará alívio significativo a centenas de lutadores de MMA merecedores’. Já o representante da companhia, ao mesmo site, foi sucinto, ‘A decisão de hoje é uma boa notícia para ambas as partes’.

    Segundo processo

    Já o segundo processo ‘antitruste’ contra o UFC segue em andamento. Mas, assim como no primeiro caso, um acordo entre o grupo de profissionais que competiram na companhia no período de 2017 até o presente momento e o Ultimate pode ser alcançado antes do julgamento ser iniciado. Inclusive, Cramer declarou que, agora, seu foco passou a ser a resolução do segundo caso antitruste contra a liga.

  • Rakic planeja estragar possível luta Poatan vs Ankalaev com vitória no UFC 308

    Rakic planeja estragar possível luta Poatan vs Ankalaev com vitória no UFC 308

    Campeão dos meio-pesados (93 kg), Alex Pereira pode conhecer seu próximo adversário neste sábado (26). No UFC 308, evento que acontece em Abu Dhabi (EAU), Magomed Ankalaev mede forças com Aleksandar Rakic e a expectativa de parte da comunidade do MMA é que uma vitória o leve ao tão esperado duelo contra o brasileiro. Contudo, o austríaco tem um plano diferente para a dupla.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Rakic revelou sua intenção de estragar a festa nos meio-pesados, ou seja, vencer Ankalaev para cancelar a aguardada luta entre ele e o campeão. Vale pontuar que o russo provocou ‘Poatan’ de forma constante e prometeu vencer ‘Rocket’ facilmente no UFC 308. Ao notar o adversário mais preocupado em discutir com Alex, o austríaco se mostrou confiante para o desafio.

    Ciente da importância do combate, Aleksandar ressaltou que o encarou com a devida seriedade, garantindo estar mais do que preparado para surpreender o russo no octógono. Portanto, caso consiga vencer no UFC 308, o atleta ‘sonha’ em disputar o cinturão contra ‘Poatan’ na sequência, no lugar de Ankalaev.

    “Fiquei feliz. O UFC me deu a oportunidade de lutar contra Ankalaev, o número dois do ranking. Havia rumores de que ele deveria lutar contra Alex, mas, quando me ofereceram esse nome, eu imediatamente disse sim. Levo essa oportunidade muito a sério, tenho trabalhado muito duro para isso. Vi tudo entre Ankalaev e Alex e não queria dizer nada. Meu foco era treinar duro, estar 100% focado nele, fazer um show e estragar a festa. O UFC não me disse nada (sobre lutar pelo cinturão). Por que não? Primeiro, é vencer. Isso vai misturar as cartas, mexer no ranking e então provavelmente falarei com o UFC. Veremos”, declarou o atleta.

    Registro de Rakic no MMA

    Aleksandar Rakic, de 32 anos, é um dos principais representantes da nova geração de meio-pesados no UFC. O austríaco iniciou sua trajetória no MMA em 2011 e estreou pela organização em 2017. Atualmente, ‘Rocket’ se encontra na quinta posição no ranking da categoria. Em sua carreira, o atleta construiu um cartel composto por 14 vitórias, sendo dez pela via rápida (nove por nocaute e uma por finalização), e quatro derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Anthony Smith e Thiago ‘Marreta’.

  • Campeão, Alex Poatan sinaliza que irmã está perto de lutar no UFC

    Campeão, Alex Poatan sinaliza que irmã está perto de lutar no UFC

    Não foi só Alex Pereira que brilhou ao lutar em outubro, em Utah (EUA). No último dia 11, Aline Pereira, irmã do campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, estreou no Karate Combat e impressionou, precisando de apenas um round para vencer por nocaute. Como a atleta ganhou os holofotes e um certo hype, parte dos fãs começou a imaginar uma possível chegada da mesma no Ultimate. Ciente da repercussão, ‘Poatan’ abordou o futuro da lutadora nos esportes de combate.

    Ao participar do programa ‘The Ariel Helwani Show’, Alex indicou que sua irmã pode estar perto do UFC. Contudo, apesar da torcida, o campeão dos meio-pesados da companhia deixou claro que sua intenção não é apressar o desenvolvimento de Aline, de 34 anos, no MMA.

    Vale pontuar que, até o momento, a atleta venceu uma luta e perdeu duas vezes no MMA – sem contar o triunfo no Karate Combat, que possui regras ligeiramente diferentes. Mas, apesar do cartel irregular da atleta, ‘Poatan’, que treina com a mesma e acompanha diariamente sua evolução nas artes marciais, se mostrou esperançoso de que se ela continuar se dedicando, competindo com frequência e vencendo, em breve, poderá integrar o UFC e fazer bonito também na octógono.

    “Acho que ela não está muito longe. Ela está fazendo um trabalho excelente. Essa última luta dela mostrou muita coisa. Acho que, lógico, ela não tem um cartel bom para o UFC, mas tem essa luta aí, as pessoas conseguem ver um pouco do trabalho dela. Acho que é questão de oportunidade. Acho que ela está perto. ‘Quem que não quer ver a irmã do Alex, a irmã do campeão?’. Acho que é uma coisa que vai vender muito, mas não só por ser minha irmã. Isso ajuda, mas olha o trabalho que ela fez, o nocaute”, declarou o atleta.

    Próxima luta de Alex Poatan

    Após defender o cinturão dos meio-pesados, a próxima luta de Alex Poatan ainda é um mistério. O campeão da categoria pode ter pela frente o vencedor do combate Magomed Ankalaev vs Aleksandar Rakic no UFC 308 ou subir para o peso-pesado. Se o brasileiro se aventurar na divisão mais perigosa do MMA, pode entrar em rota de colisão com Jon Jones, Stipe Miocic, Tom Aspinall, entre outros.

    Registro de ‘Poatan’ no MMA

    Alex Pereira, de 37 anos, se tornou campeão do peso-médio (84 kg) do UFC, em 2022, e, um ano depois, conquistou o cinturão dos meio-pesados. O brasileiro iniciou sua trajetória no MMA em 2015 e construiu um cartel composto por 12 vitórias, sendo dez por nocaute, e duas derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Israel Adesanya, Jamahal Hill, Jan Blachowicz, Jiri Prochazka (duas vezes), Khalil Rountree e Sean Strickland.

  • Virna revela bastidores do cancelamento de luta no UFC 310 e mira disputa de título

    Virna revela bastidores do cancelamento de luta no UFC 310 e mira disputa de título

    Com quatro vitórias consecutivas, a última delas contra a ex-desafiante ao cinturão Amanda Lemos, Virna Jandiroba vive seu melhor momento desde que chegou ao Ultimate. A boa fase foi coroada com o agendamento de um grande confronto, diante de Tatiana Suarez, que prometia definir a próxima desafiante ao título dos palhas (52 kg). Entretanto, a disputa contra a wrestler americana, marcada para o UFC 310, em dezembro, foi cancelada. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ‘Carcará’, como a brasileira é conhecida, revelou os bastidores que levaram à queda do combate.

    Jandiroba explicou que soube dos problemas de saúde apresentados por Tatiana há cerca de uma semana. Entretanto, ainda aguardava um posicionamento da alta cúpula do Ultimate, que buscava uma substituta. Os nomes de Jéssica Bate-Estaca e Mackenzie Dern foram ventilados, mas as negociações não acançaram. Sendo assim, o combate caiu oficialmente nesta terça-feira (16). A informação de que Suarez não estaria apta para competir no UFC 310 foi dada em primeira mão pela página ‘MMA Melotto’ e confirmada pela equipe de reportagem da Ag Fight através de uma entrevista exclusiva com a brasileira.

    “Que a luta foi cancelada, (soube) agora há pouco, quase junto com você (risos). Mas que estavam procurando alguém e tudo mais, desde a semana passada. Soube que a Tatiana estava fora, sim, desde semana passada. Mas que a luta foi cancelada, recebi agora (a notícia). Chegaram alguns nomes (para preencher a vaga), mas que para a gente não era tão interessante. Não sei se a Jéssica foi procurada, mas ela não vai pegar a luta, está de mudança. E outra luta que chegou também foi a possibilidade de lutar com a Mackenzie, mas acho que não é um bom momento. Me propus até a esperar a Tatiana (voltar). Não sei dizer o que aconteceu com ela. O que chegou na gente foi que ela estava com algum problema de saúde, não que ela estava lesionada. Então não sei exatamente”, explicou Virna.

    Caminho aberto para o cinturão?

    A notícia da saída de Tatiana e o consequente cancelamento da luta pode ter funcionado como uma espécie de ‘atalho’ até o cinturão para a brasileira. Afinal de contas, atual terceira colocada do ranking, Jandiroba está atrás somente de Suarez – que está fora de competição por tempo indeterminado – e Yan Xiaonan, que, na última rodada, teve a chance de disputar o título, mas foi derrotada por Weili Zhang. Sendo assim, a atenção da especialista em jiu-jitsu agora se volta de vez para um confronto direto com a campeã chinesa, que, sem lutar desde abril, aparentemente busca um desafio para voltar à ativa.

    “Na verdade, a gente está querendo a disputa (de título). Porque se, em teoria, a Tatiana e eu estávamos disputando para ver quem seria a desafiante, é o que eu esperava. Então, nesse caso, vou aguardar. A Weili está pedindo, de fato, luta. Por isso acho que seria uma boa hora para a gente fazer essa disputa de cinturão. Venho de quatro vitórias, uma sobre a Amanda Lemos, que foi uma luta significativa, vitória efetiva. Então sinceramente acho que está na hora, essa é a hora. O ideal para mim, e tem muito sentido diante da minha trajetória e última luta, que fosse (um combate) com a Weili Zhang”, projetou a peso-palha da Bahia.

    Virna Jandiroba, de 36 anos, é ex-campeã do peso-palha do ‘Invicta FC’ e integra a elite da categoria no UFC há algumas temporadas. Atualmente, a brasileira ocupa o terceiro lugar no ranking da divisão. A atleta iniciou sua carreira na modalidade em 2013, estreou na maior organização do mundo em 2019 e construiu um cartel composto por 21 vitórias e três derrotas até então.

  • Francis Ngannou admite possibilidade de disputar superluta contra Jon Jones

    Francis Ngannou admite possibilidade de disputar superluta contra Jon Jones

    Francis Ngannou vs Jon Jones já entrou naquele seleto grupo de ‘lutas dos sonhos’ dos fãs de MMA que nunca se concretizaram. Mas ao que tudo indica, há uma possibilidade da superluta entre os pesos-pesados sair do papel. E quem insinua isso é uma das partes envolvidas no hipotético combate. Depois de estrear em grande estilo na PFL, com um nocaute no primeiro round sobre Renan Problema, o camaronês, ex-campeão do UFC, admitiu que existe uma chance de ter seu caminho cruzado com o de ‘Bones’.

    Em recente participação no ‘The Ariel Helwani Show’, Ngannou respondeu aos elogios que recebeu de Jones após conquistar o ‘cinturão superluta’ na PFL. Dentro do tema, o ‘Predador’ destacou que há a possibilidade da dupla se enfrentar em 2025. E, em sua visão, uma peça-chave para consolidar tal negociação seria Turki Alalshikh, Conselheiro Real e Ministro do Entretenimento na Arábia Saudita.

    “Eu vi (o tweet do Jon Jones). Seja lá o que signifique, achei pura classe. Ele disse isso (elogios) de uma maneira muito gentil. Então eu também o vejo e estarei assistindo ele no dia 16 de novembro. Existe uma chance (dessa luta acontecer). Não consigo cravar, em uma escala de 1 até 10, não consigo afirmar o quanto. Mas sei que há uma chance. Quero dizer, basicamente, eu sei que essa luta também é do interesse do Turki (Alalshikh), e poucas coisas interessam ele”, declarou Francis.

    Parceria improvável

    Líder de audiência e estabelecido como a principal companhia de MMA do planeta, o UFC, na figura de seu presidente, Dana White, constantemente rechaça qualquer tipo de co-promoção com outros eventos rivais. Sendo assim, mesmo com a recente ascensão financeira e desportiva da PFL no cenário mundial, é improvável que a alta cúpula do Ultimate mude de postura e aceite uma eventual superluta entre Ngannou e Jones.

    Investimento da Arábia pode mudar o cenário?

    A figura de Turki Alalshikh realmente pode ser uma espécie de trunfo e esperança de Jones e Ngannou, um dia, eventualmente se enfrentarem. Afinal, o sheik árabe é um parceiro crucial de negócios tanto da PFL quanto do UFC. Vale ressaltar que o Ultimate recentemente vendeu os ‘naming rights’ do evento na Esfera para a Arábia Saudita, em negociação direta com o Ministro do Entretenimento do país. E, além disso, o Governo da nação árabe comprou, em 2023, parte da ‘Professional Fighters League’ pela quantia de R$ 500 milhões. Desta forma, pode ser que o parceiro em comum, aliada a ofertas financeiras extravagantes possam mudar o atual cenário.

  • Bruno Blindado revela mágoa com Chris Weidman após polêmica: “É o que mais sinto raiva”

    Bruno Blindado revela mágoa com Chris Weidman após polêmica: “É o que mais sinto raiva”

    Neste sábado (26), em Abu Dhabi (EAU), Bruno Silva tem um importante compromisso pela frente. Com três derrotas seguidas, o brasileiro precisa vencer Ismail Naurdiev para seguir no UFC. Mas, apesar da dramaticidade da luta, ‘Blindado’ não consegue esquecer o ocorrido em sua última aparição no octógono. Em março, o atleta perdeu para Chris Weidman de forma polêmica e expressou sua aversão pelo mesmo.

    Na ocasião, Bruno reclamou das dedadas nos olhos que recebeu do americano. No terceiro round, o brasileiro foi novamente acertado com um ‘combo’ de dedadas na mesma região e caiu, facilitando o trabalho de Weidman, que venceu por nocaute, uma vez que o árbitro não percebeu o que aconteceu. Após a revisão do lance, o resultado da luta foi mantido, mas alterado para um triunfo por decisão técnica. Para piorar a situação, o veterano criticou a postura de ‘Blindado’, indicando que o mesmo ‘valorizou’ as infrações ao se jogar no chão.

    Não satisfeito, o ex-campeão do peso-médio (84 kg) do UFC, sempre que pode, faz pouco caso do brasileiro ao lembrar da luta entre eles. Meses depois do ocorrido, ‘Blindado’, ainda se sentindo prejudicado por receber quatro dedadas nos olhos em combate, revelou, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, que não superou o episódio. Sincero, o brasileiro admitiu nutrir um sentimento ruim pelo rival e escancarou seu desejo de acertar as contas com ele para resolver as diferenças com as próprias mãos. 

    Ele é o adversário que, quando vou dormir, mais sinto raiva. Toda vez que lembro dele e do Cormier dá aquela raiva. Eu nocauteando, ganhando, vou dar uma cutucada no microfone. Gosto de resolver minhas coisas. Tenho umas coisas para acertar com ele. É pessoal. Queria essa luta de volta, mas se for uma coisa que vai me atrasar, ele que se f***. Meu maior defeito foi que respeitei demais e isso vou levar para o resto da vida. A vida já retribuiu para ele. Quando ele zombou do Anderson Silva, quebrou a perna. Deixa que ele colhe o que planta”, declarou o atleta.

    Críticas para Cormier

    Além de Weidman, ‘Blindado’ também não perdoou Daniel Cormier por seu posicionamento. No auge da polêmica, o americano, integrante do Hall da Fama do UFC, se colocou ao lado do compatriota, insinuando que a reação do striker foi exagerada. Inconformado, Bruno reprovou a conduta de ‘DC’, até pelo fato dele ser ex-lutador.

    “Acabou a luta, a gente se falou no vestiário, até porque eu não queria um clima ruim, aí ele pegou o microfone e juntou com o Cormier. O Cormier conversa só besteira, pensa em um cara que é insuportável para mim”, concluiu o veterano.

    Histórico de ‘Blindado’ no MMA

    Bruno Silva, de 35 anos, é um veterano do MMA e possui um estilo de luta empolgante. O brasileiro iniciou sua aventura no esporte em 2010 e estreou no UFC em 2021. Ao longo dos anos, ‘Blindado’ construiu um cartel composto por 23 vitórias, sendo 20 por nocaute, e 11 derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Alexander Shlemenko e Brad Tavares.

  • Max Hollloway admite dificuldade de desbancar Alex Poatan no prêmio de Lutador do Ano

    Max Hollloway admite dificuldade de desbancar Alex Poatan no prêmio de Lutador do Ano

    Neste sábado (26), em Abu Dhabi (EAU), Max Holloway pode se tornar campeão do peso-pena (66 kg) do UFC novamente. Na luta principal do evento de número 308 da empresa, o havaiano encara Ilia Topuria, dono do título da categoria e invicto no MMA. Caso consiga voltar ao topo da divisão, ‘Blessed’ também ganha força na disputa para ser o ‘Melhor Lutador de 2024’. Contudo, o veterano mantém os pés no chão.

    Em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘Kevin Iole’, Holloway, mesmo com a possibilidade de ter duas vitórias acachapantes na temporada, duvida que tenha chance de desbancar Alex Pereira por tal prêmio. Vale destacar que o brasileiro, campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, realizou três combates em 2024 e venceu todos, nocauteando Jamahal Hill, Jiri Prochazka e Khalil Rountree.

    Inclusive, ‘Poatan’ se tornou o campeão a realizar três defesas de cinturão no menor intervalo de tempo na história do UFC (175 dias contra 189 de Ronda Rousey). Já Holloway nocauteou Justin Gaethje no último segundo de luta para conquistar o cinturão ‘BMF’ (lutador mais durão da companhia). Sendo assim, o atleta reconhece que o prêmio já é do brasileiro, mesmo se vencer Topuria.

    Não sei se eles me dariam (o prêmio de Lutador do Ano). A maneira como Alex pegou lutas. Ele é o cara mais rápido a defender o cinturão, certo, com três defesas de título? É um cara difícil de superar. Toda vez que estou na conversa sobre isso, alguém está tendo um ano insano. Acho que Alex já tem a vitória garantida. Veremos o que acontece. A primeira coisa é Topuria. Não vou ignorar ele. Ele é perigoso e merece todo o respeito do mundo da minha parte, todo o meu foco. Se tudo der certo e eu tiver minha mão levantada, você pode me fazer essa pergunta depois”, declarou o atleta.

    Registro de Holloway no MMA

    Max Holloway, de 32 anos, é um dos melhores lutadores do peso-pena da história do MMA. O americano estreou no UFC em 2012, se tornou campeão da categoria em 2017 e conquistou o cinturão ‘BMF’ (atleta mais durão da companhia) em 2024. Atualmente, ‘Blessed’ é o segundo colocado no ranking da categoria.

    No esporte desde 2010, Holloway construiu um cartel composto por 26 vitórias e sete derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Anthony Pettis, Arnold Allen, Brian Ortega, Calvin Kattar, Charles ‘Do Bronx’, Cub Swanson, Frankie Edgar, José Aldo (duas vezes), Justin Gaethje, Yair Rodríguez e ‘Zumbi Coreano’.

  • Dana White defende escolha de estreante como adversário do campeão Pantoja no UFC

    Dana White defende escolha de estreante como adversário do campeão Pantoja no UFC

    Recentemente, o futuro do peso-mosca (57 kg) do UFC foi definido. Dana White anunciou que o campeão Alexandre Pantoja enfrentará o estreante Kai Asakura no dia 7 de dezembro, em Las Vegas (EUA). Após a luta ser oficializada, uma parcela da comunidade do MMA se mostrou surpresa pelo fato do japonês ser escalado como desafiante ao título da divisão. Mas o cartola defendeu a escolha da liga.

    Como Brandon Royval, número um no ranking do peso-mosca, venceu a batalha contra Tatsuro Taira, emplacou o segundo triunfo seguido e tirou a invencibilidade do mesmo, a expectativa era que ele fosse o escolhido do UFC para disputar novamente o título. Mas, horas antes da luta acontecer, Dana oficializou Pantoja vs Asakura. Em seguida, o cartola minimizou a polêmica e elogiou Asakura, que chegou com moral.

    O japonês é ex-campeão do peso-galo (61 kg) do Rizin e um dos lutadores asiáticos mais populares. Portanto, Dana frisa que o atleta está mais do que acostumado a protagonizar grandes lutas e preparado para se testar contra os tops da principal organização de MMA do mundo. Sendo assim, White não considera injusto que Kai dispute o cinturão sem realizar ao menos um duelo no UFC.

    “Ele é um cara durão. Esse não é um cara que precisa chegar e ser testado. Ele é um dos melhores do mundo. Vamos descobrir se ele é o melhor do mundo. O timing sempre tem um papel importante, é sempre um fator. Quando ele chegasse, teria o title shot, não importa quem fosse o campeão”, declarou o cartola na coletiva de imprensa pós-Contender Series.

    Registro de Asakura no MMA

    Kai Asakura, de 30 anos, é um dos principais lutadores de MMA do Japão na atualidade. O atleta iniciou sua trajetória no esporte em 2012, se destacou no Rizin, sendo ex-campeão do peso-galo, e foi contratado pelo UFC em 2024. Na modalidade, o japonês construiu um cartel composto por 21 vitórias e quatro derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Juan Archuleta, Kyoji Horiguchi e Manel Kape.