Tag: UFC

  • ‘Borrachinha’ sugere TUF com Adesanya, mas avisa que só aceitaria por R$ 80 milhões

    ‘Borrachinha’ ainda não tem data para lutar – Gaspar Bruno

    Ainda sem data para acontecer, o duelo entre Israel Adesanya e Paulo ‘Borrachinha’, pelo cinturão do peso-médio (84 kg) do Ultimate é aguardado com ansiedade pelos fãs, principalmente pela alta rivalidade entre os atletas. E o brasileiro aguçou ainda mais a curiosidade dos torcedores nas suas redes sociais.

    Em sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja todos abaixo), ‘Borrachinha’ sugeriu uma ideia para o Ultimate: realizar uma edição do The Ultimate Fighter com ele e Adesanya como treinadores. O programa teve sua última edição em 2018, com Robert Whittaker e Kelvin Gastelum como técnicos, mas o presidente da franquia, Dana White já cogita sua volta, então existe a expectativa para o retorno do reality show.

    “The Ultimate Fighter: ‘Adesalanha’ x Costa. Quem gosta dessa partida?”, escreveu o brasileiro, na última quarta-feira (18) e ao ser questionado sobre um fã se já teria um acordo para realizar esse TUF, revelou que sua pedida salarial para isso seria como a última de Jon Jones, campeão dos meio-pesados (93 kg), cerca de R$ 80 milhões.

    “Ainda não foi feito o acordo. Quero 15 milhões (de dólares) – cerca de R$ 80 milhões – como Jon (Jones)”, completou o brasileiro, que não atua desde agosto de 2019, quando bateu Yoel Romero.

    Paulo ‘Borrachinha’ e Israel Adesanya, invictos em suas carreiras, com 13 e 19 vitórias, respectivamente, estavam previstos para medirem forças desde 2019, mas uma lesão no bíceps do brasileiro obrigou o nigeriano a fazer sua primeira defesa de título diante do cubano Yoel Romero, em março deste ano. Recuperado, o mineiro aguarda agora a confirmação da data e local de seu duelo contra o campeão.

  • De olho em revanche, Holly Holm torce para que Amanda Nunes não se aposente

    De olho em revanche, Holly Holm torce para que Amanda Nunes não se aposente

    Holly Holm foi nocauteada por Amanda Nunes no UFC 239 – Rigel Salazar

    Recentemente, Amanda Nunes pegou a todos de surpresa ao indicar que tem cogitado pendurar as luvas por já ter alcançado todos os seus objetivos no esporte. Apesar de compreender o sentimento da campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) do UFC, Holly Holm torce para que a brasileira desista da ideia, ao menos até conseguir uma revanche contra ela.

    Sem saber o que é perder desde setembro de 2014, Amanda soma 11 vitórias seguidas e já superou todas as lutadoras que em algum momento já foram campeãs nas divisões até 61 kg e 66 kg no UFC, incluindo Holly Holm, ex-campeã peso-galo. Aparentemente sem novos desafios reais pela frente, a baiana poderia se aposentar no auge do seu domínio e curtir a família, que vai aumentar em breve com o nascimento da primeira filha com a companheira Nina Ansaroff.

    “Ela meio que tem estado bem ativa e imparável. Obviamente ela atropelou todo mundo, então talvez ela se sinta satisfeita, talvez ela não sinta o desejo de continuar, mas você tem um pequeno espaço entre as lutas e é tipo: ‘Ah não, eu quero fazer isso novamente’. Eu não sei. Vamos ver o que ela realmente vai fazer. Sei que ela está em uma posição onde ninguém a culparia por se afastar, mas eu não acho que ela realmente queira se aposentar. Talvez ela queira continuar lutando”, especulou Holly Holm, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’.

    “Quando você está no topo, às vezes é difícil se afastar disso, então eu acho que vai depender de como ela se sente. A vida sempre continua para todo mundo fora do cage, muitas pessoas estão sentindo algumas coisas em suas vidas. Onde quer que ela queira continuar seu caminho, mais poder para ela. Mas eu espero que ela continue, para que eu possa ter uma revanche com ela”, declarou a americana.

    Holly Holm e Amanda Nunes se enfrentaram no UFC 239, em julho do ano passado. O duelo, válido pelo cinturão peso-galo da entidade, foi vencido pela baiana por nocaute técnico ainda no primeiro round da batalha.

  • Volkanovski revela desejo de fazer superluta contra Khabib Nurmagomedov em 2021

    Alexander Volkanovski é o atual campeão do peso-pena do UFC – Pranay Dutt

    No próximo dia 11 de julho, Alexander Volkanovski vai para a sua primeira defesa de cinturão do peso-pena (66 kg), no UFC 251, quando reencontra Max Holloway, em evento que vai acontecer na ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi. No entanto, o australiano já tem planos maiores para a carreira após manter seu título. O lutador revelou o desejo de fazer um duelo contra Khabib Nurmagomedov, campeão do peso-leve (70 kg) do Ultimate.

    Em entrevista ao site ‘theScore’, o detentor do cinturão dos penas admitiu que, apesar de não ser adepto de confrontos em outras divisões, um combate diante do russo seria algo que o animaria. Porém, Volkanovski pregou cautela sobre essa chance e primeiro pretende defender seu título duas vezes até essa superluta.

    “Não gosto de pessoas perseguindo outras divisões, mas (lutar contra Nurmagomedov) é definitivamente uma opção. Agora, eu tenho um cinturão para defender e provavelmente haverá o candidato número um (depois disso). Mas quero dizer, no início do próximo ano, se algo acontecer comigo, como essa luta, eu vou ter que pegar”, disse o australiano, antes de destacar os motivos que mira um embate diante do russo.

    “Khabib também é um dos GOATs (sigla de melhor de todos os tempos em inglês). Nada além de respeito pelo cara. Mas eu sou muito, muito difícil de segurar. Eu obviamente tenho o cérebro. Eu tenho o cardio. Eu sou uma aberração quando se trata de segurar o chão; é quase impossível me segurar no chão. Nada além de respeito a todos os lutadores que estão no UFC, mas cada um de nós quer provar alguma coisa. E você sabe que também quero me provar nessa divisão leve”, concluiu

    Com 21 vitórias, sendo oito pelo Ultimate, e apenas uma derrota em seu cartel, Alexander Volkanovski não sabe o que é perder desde maio de 2013, quando foi nocauteado por Corey Nelson, pelo Australia Fighting Championship. Em sua última apresentação, em dezembro de 2019, no UFC 245, superou o até então campeão, Max Holloway por decisão unânime dos jurados após cinco rounds.

  • Ketlen Vieira revela lição após derrota e promete focar no jiu-jitsu contra Kunitskaya

    Ketlen Vieira revela lição após derrota e promete focar no jiu-jitsu contra Kunitskaya

    Sem lutar desde dezembro de 2019 e depois de lidar com o cancelamento de sua apresentação diante de Marion Reneau, programado para o UFC 250, que seria em São Paulo em maio deste ano, Ketlen Vieira está de volta. A brasileira foi escalada para encarar Yana Kunitskaya no dia 1º de agosto, em Las Vegas (EUA). Ansiosa para matar a saudade do octógono, a manauara contou que já sabe o que precisa fazer para somar sua 11ª vitória na carreira.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag.Fight, Ketlen admitiu que tirou muitas lições do seu último combate, em que perdeu sua invencibilidade para Irene Aldana por nocaute. Por isso, a brasileira adiantou que agora não pretende fugir de suas principais características – explorar o jiu-jitsu e a luta agarrada – para evitar a principal arma da sua adversária, que prefere a trocação e tem sete vitórias por nocaute.

    “Vai ser um confronto de estilos. Vou querer botar em prática o que tenho de melhor e ela também. Vai ser uma luta para fazer o que sou boa, o meu estilo. Na minha última luta cometi o erro de jogar numa área que não era a minha. Então é isso é mais um motivo para usar o que sou boa contra ela”, afirmou a atleta da Nova União, que dos dez triunfos que tem na carreira, conseguiu quatro por finalização.

    Devido à pandemia de COVID-19, Ketlen preferiu retornar a Manaus, sua cidade natal para continuar treinando e ficar perto de sua família, já que no Rio de Janeiro não tinha condições, pelas academias fechadas na época. Nesse período, a lutadora usou a casa da sua mãe para montar um tatame com sua esposa para se manter ativa e ficar à espera de um chamado do UFC. No entanto, após um período e com a flexibilização da quarentena na capital carioca, ela já retornou suas atividades ao lado de seu treinador, ‘Dedé’ Pederneiras.

    “Aproveitei esse tempo para melhorar tecnicamente, me focar mais, melhorar mais nos meus erros e isso foi bem proveitoso. Mas já voltei para o Rio quando estava mais tranquilo para fazer todo meu camp aqui. Só fui para Manaus, porque na época da pandemia eu poderia treinar mais do que aqui”, afirmou a lutadora.

    Até o momento, brasileiros que não moram nos Estados Unidos não podem retornar ao país, devido às restrições do governo americano por conta da pandemia de coronavírus com pessoas oriundas do Brasil. Com isso, os vistos emitidos pelo Consulado também encontram-se em situação estagnada. Com seu duelo marcado para Las Vegas (EUA), Ketlen espera que essa situação se resolva o mais rápido possível e adiantou que conta com a ajuda do UFC nessa questão burocrática para não ter problemas.

    “Essa questão de visto eu não sei, vai ficar mais em conta do UFC. Acho que eles que tem que ver onde seria mais fácil ou não, já que fizeram a ‘Ilha da Luta’, então essa luta poderia ser lá. Mas agora estou focada na minha luta e essa questão eu deixo para eles, para focar 100% na minha luta”, completou.

    No MMA profissional desde 2014, Ketlen Vieira soma dez triunfos e um revés, justamente que aconteceu em sua última apresentação, em dezembro de 2019, em duelo diante de Irene Aldana. Atualmente a brasileira, que já foi uma top 5 do ranking peso-galo do Ultimate está na sétima posição.

  • Com 26 brasileiros, UFC divulga cards completos dos eventos na ‘Ilha da Luta’

    Gilbert ‘Durinho’ vai liderar o ‘time’ brasileiro na ‘Ilha da Luta’ – Diego Ribas

    Com as dificuldades de locomoção de atletas internacionais, incluindo o recente veto à entrada de brasileiros nos Estados Unidos, em razão da pandemia do novo coronavírus, o UFC se movimentou e garantiu um local onde seus eventos pudessem receber estes lutadores: a ‘Ilha da Luta’. Nesta quinta-feira (18), a organização anunciou os cards completos dos quatro primeiros shows marcados para a nova sede, localizada em Abu Dhabi, e nada mais nada menos que 26 competidores brasileiros estão escalados para se apresentarem.

    Na luta principal do UFC 251, agendado para o dia 11 de julho, Gilbert ‘Durinho’ encara Kamaru Usman, pelo cinturão dos meio-médios (77 kg), e lidera o esquadrão brasileiro neste card, que conta ainda com a participação de oito atletas tupiniquins. Ainda pelo card principal, o ex-campeão peso-pena (66 kg) José Aldo disputa o título vago dos galos (61 kg) contra Petr Yan; Jéssica ‘Bate-Estaca’ encara novamente Rose Namajunas, de olho em um novo ‘title shot’; e Amanda Ribas mede forças contra Paige VanZant, para manter sua invencibilidade na liga.

    Já no card preliminar, o meio-médio Elizeu ‘Capoeira’ terá pela frente Muslim Salikhov, enquanto o veterano Léo Santos volta ao octógono após mais de um ano afastado diante de Roman Bogatov. A jovem promessa Raulian Paiva, em busca de sua segunda vitória no Ultimate, enfrenta Zhalgas Zhumagulov; e Vanessa ‘Miss Simpatia’ Melo e Karol Rosa fazem o duelo de brasileiras.

    Pelo evento do dia 15 de julho, o peso-galo Pedro Munhoz encara o veterano Frankie Edgar, que faz sua estreia na divisão, no co-main event da noite. Por sua vez, a gaúcha Marina Rodriguez coloca sua invencibilidade em jogo contra a experiente Carla Esparza, primeira campeã peso-palha (52 kg) do UFC.

    Outro brasileiro presente no card é Vinícius ‘Mamute’, que enfrenta Modestas Bukauskas, em busca de sua primeira vitória no Ultimate. Assim como a catarinense Taila Santos, que sofreu a primeira derrota na carreira em sua estreia no UFC, e agora terá pela frente Molly McCann. Já Ricardo ‘Carcacinha’ tenta conquistar seu terceiro triunfo consecutivo ao subir no octógono diante de Lerone Murphy.

    A aguardada definição do próximo campeão peso-mosca (57 kg), em duelo entre o paraense Deiveson Figueiredo e Joseph Benavidez, lidera o card do show marcado para o dia 18 de julho, na Ilha da Luta. Em combate válido pela mesma divisão, Alexandre Pantoja encara Askar Askarov, visando de aproximar de um ‘title shot’. Também pelo card principal, as brasileiras Ariane Lipski e Luana ‘Dread’ duelam pela categoria mosca feminino.

    Pelo card preliminar, o peso-pesado Carlos ‘Boi’ faz sua estreia pelo Ultimate diante de Sergey Spivak, na primeira luta da noite. Enquanto o carioca Davi Ramos mede forças contra Arman Tsarukyan, visando se recuperar da derrota para Islam Makhachev em sua última apresentação.

    No último show desta primeira leva de eventos na Ilha da Luta, marcado para o dia 25 de julho, os veteranos Maurício ‘Shogun’ e Rogério ‘Minotouro’ fazem o terceiro duelo entre eles, no que pode marcar a despedida do baiano do MMA profissional. Ainda pelo card principal, o meio-médio Alex ‘Cowboy’ terá pela frente Peter Sobotta, enquanto o ex-campeão Fabrício Werdum mede forças contra Alexander Gustafsson, que volta de aposentadoria e estreia nos pesos-pesados.

    Também pela divisão dos pesados, Raphael ‘Bebezão’ vai em busca de sua segunda vitória pelo UFC diante de Justin Tafa, pelo card preliminar. Por sua vez, a paraibana Bethe Correia encara a iraniana, naturalizada sueca, Pannie Kianzad.

  • Em “final de Mundial” contra Usman, ‘Durinho’ adianta: “Tenho poder de acabar com a luta”

    Em “final de Mundial” contra Usman, ‘Durinho’ adianta: “Tenho poder de acabar com a luta”

    Quase um ano após sua estreia no peso-meio-médio (77 kg) do UFC, Gilbert ‘Durinho’ alcançou algo que parecia inimaginável. Com uma sequência de quatro vitórias, as últimas duas sobre nomes como Demian Maia e o ex-campeão Tyron Woodley, o brasileiro conquistou a vaga para a disputa de cinturão da categoria diante de Kamaru Usman na luta principal do UFC 251, no dia 11 de julho, em Abu Dhabi. Mais próximo do que nunca dessa conquista, o lutador destacou o foco no trabalho que precisa ser feito para alcançar sua meta.

    Em entrevista exclusiva à reportagem Ag.Fight, o atleta natural de Niterói (RJ) preferiu amenizar toda pressão sobre ele antes do evento histórico, que marca a estreia da ‘Ilha da Luta’, mas garantiu que sabe o valor que essa luta possui e vai tratá-la com muita seriedade. Por isso, ‘Durinho’ adiantou que só iniciou o camp após recomendações médicas, para evitar qualquer risco de sofrer um ‘overtraining’ (treinar mais do que deveria e ficar desgastado fisicamente) e chegar no seu auge de performance para acabar com a invencibilidade do nigeriano no UFC, que já dura 11 compromissos desde ele que estreou na liga, em 2015.

    “Estou trabalhando com uma equipe gigantesca para não ter esse risco e conseguir chegar no pico de novo. Dei o pico de performance contra o Woodley e depois eles me obrigaram a descansar por duas semanas. Então essa semana já comecei mais forte e está tudo certo. Penso que é uma final de Mundial pela frente e vou dar meu máximo para ganhar. Tenho armas para vencer qualquer um da divisão, mas ele também tem muitos perigos, um wrestling muito bom e vai querer usar a pressão na grade, abafando. Acho que tenho poder de acabar com a luta, nocauteando ou finalizando. O Kamaru também também, mas tenho armas para acabar com isso. Vai ser uma guerra. Estou amarradão com essa oportunidade, mas estou trabalhando duro”, disse.

    Um outro fator marca esse duelo entre ‘Durinho’ e Usman. Ambos os lutadores treinam na mesma equipe, a Hard Knocks 365 e, inclusive, já fizeram sparrings juntos. Dessa maneira, um fator surpresa fica cada vez mais difícil, por eles conhecerem bem o jogo um do outro. Porém, de acordo com o brasileiro, chegou o momento de separar a boa relação, já que os dois estão em busca de um objeto em comum: o cinturão.

    “Vamos ter que ser profissionais e lutar, mas já saímos na mão nos treinos e agora vai ser valendo. Por mais que eu saiba o jogo dele, agora é para valer. Quero pegar o cinturão, independente de quem seja e eu vou pegar. Não vejo o cara ali dentro, a amizade. Não tenho raiva do meu adversário, mas chego para ganhar. Vai ser o Kamaru como se fosse qualquer outro. Não vejo rosto. Vejo uma pessoa que tenho que ganhar”, comentou o atual número um do ranking da categoria antes de mencionar que vai utilizar toda sua sabedoria no jogo do rival para formar sua tática, mas adiantou que precisa estar atento com variáveis do duelo.

    “Treino é treino e luta é luta. Sabemos muita coisa um do outro. Claro que ele sabe o que eu vou fazer e eu sei o que ele vai fazer. Mas é difícil prever a hora que vai acontecer. Chega lá e um soco pode mudar a luta. Tenho os prós e os contras (de ter treinado com Usman). Toda a informação que eu tenho eu coloco na estratégia, mas é difícil dizer se ajuda ou atrapalha. Ajuda um pouco, mas temos que ver lá na hora”, explicou ‘Durinho’.

    Desde que o UFC retomou suas atividades, o presidente da franquia, Dana White, conseguiu um jeito para os atletas, que não moram nos Estados Unidos, poderem atuar de forma tranquila, sem restrições de voos e criou a ‘Ilha da Luta’. O local foi guardado a sete chaves por meses, até ser anunciado no início deste mês que seria na ilha de Yas, em Abu Dhabi. Se antes de saber a localização correta, ‘Durinho’ já sonhava em estar presente em um evento por lá, após a confirmação, o brasileiro se sentiu “em casa”. Em 2010, o atleta foi campeão do World Pro, campeonato de jiu-jitsu que acontece na cidade e, por isso, tem boas recordações.

    “Já queria lutar nessa ilha, mas me pegou de surpresa (o local dela), porque achei que fosse ser nos Bahamas (no Caribe), mas será em Abu Dhabi. Mas nada de novo para mim. Eu já fui campeão mundial do World Pro há dez anos lá, então voltar vai ser irado. Estou amarradão de encabeçar esse card. O mundo vai estar de olho nesse evento e quero trazer esse cinturão. A viagem é longa, o fuso é grande e é difícil, mas estou trabalhando com suplementos para isso. Ajuda a ficar mais tranquilo porque já estive ali antes”, completou.

  • Doping! Lutadora reduz suspensão após provar que ingeriu suplemento contaminado

    Doping! Lutadora reduz suspensão após provar que ingeriu suplemento contaminado

    Rachael Ostovich compete na divisão peso-mosca (57 kg) do UFC – Diego Ribas

    Revelada para o grande público do MMA através da 26ª temporada do reality show ‘The Ultimate Fighter’, a havaiana Rachael Ostovich foi flagrada em um exame antidoping realizado pela USADA (Agência Americana Antidoping). O anúncio foi feito pela própria entidade nesta quinta-feira (18) através de seu site oficial e contou com uma curiosidade.

    Ao contrário dos dois anos de gancho utilizados como padrão pela USADA, Rachel, por ter colaborado com todas as investigações e provado que ingeriu um suplemento contaminado com as substâncias Ostarina e GW1516, será punida por metade deste tempo. No entanto, graças a um fato ocorrido ainda na temporada 2019, a atleta ganhou uma redução extra.

    Depois ser afastada por quatro meses de forma provisória por um teste “possivelmente positivo” no meio do ano passado – exame este que depois foi invalidado, mantendo o currículo da lutadora limpo -, Ostovich pôde utilizar este período como uma espécie de “bônus”, diminuindo seu gancho para oito meses.

    Como a data retroativa remete ao dia da coleta do exame, realizado em 3 de janeiro passado, Rachel, de acordo com o anúncio da USADA, poderá voltar a competir no dia 3 de agosto. Aos 29 anos, a atleta acumula cartel de quatro vitórias e cinco derrotas como profissional de MMA. No UFC, seu retrospecto é de dois triunfos e um sucesso.

  • Após vitória sobre Jessica Eye, Cynthia Calvillo agora é a número dois do ranking peso-mosca

    Após vitória sobre Jessica Eye, Cynthia Calvillo agora é a número dois do ranking peso-mosca

    Cynthia Calvillo agora é a número dois do ranking do peso-mosca – Diego Ribas

    Nesta semana o Ultimate atualizou mais uma vez seu ranking. E a grande novidade ficou por conta de Cynthia Calvillo. A lutadora, que venceu Jessica Eye, no duelo principal do UFC Las Vegas, no último sábado (13), por decisão dos jurados, deu um salto na classificação, tanto no peso-mosca (57 kg) quanto no peso-por-peso.

    Confira o ranking completo do UFC

    Com o triunfo, Calvillo agora é a número dois dos moscas, ficando somente atrás da campeã, Valentina Shevchenko, e Katlyn Chookagian. Com isso, existe a expectativa dela poder receber em breve uma chance pelo cinturão. Na listagem que engloba todas as atletas femininas, a americana agora ocupa a 15ª colocação.

    Duas brasileiras também subiram posições na atualização semanal da organização. Uma delas foi Cláudia Gadelha, que na listagem peso-por-peso, agora é a 12ª colocada. A outra é Amanda Ribas. No ranking do peso-palha (52 kg), a mineira ganhou uma posição e está no 14º posto.

    Um outro atleta também fez sua estreia no ranking do Ultimate. Trata-se de Marvin Vettori, que esteve presente no Ultimate fim de semana e conseguiu uma vitória importante sobre Karl Roberson. O italiano apareceu pela primeira vez na lista do peso-médio (84 kg), ocupando a 14ª colocação.

  • Protegida? Holly Holm justifica recorde de chances pelo cinturão do UFC

    Protegida? Holly Holm justifica recorde de chances pelo cinturão do UFC

    Holly Holm venceu Raquel Pennington por pontos – Rigel Salazar/ PXImages

    No dia 1º de agosto, Holly Holm vai dar mais um passo rumo a outra chance de disputar o cinturão do peso-galo (61 kg) do Ultimate. Para isso, a americana encara Irena Aldana na luta principal de um evento programado para acontecer na cidade de Las Vegas (EUA). Atual número dois do ranking da divisão, a ex-campeã vai encarar a atual quinta colocada, em disputa que, em caso de vitória, a coloca próxima da posição de desafiar Amanda Nunes.

    E caso isso aconteça, será a quarta oportunidade que Holm terá para voltar a ser campeã no UFC em apenas três anos – em 2017, a veterana foi superada por Germaine de Randamie e por Cris Cyborg na divisão dos penas (66 kg), e em 2019 ela foi nocauteada por Amanda Nunes, nos galos. Mesmo assim, ela confronta a ideia de que receba mais chances do que deveria.

    “Não consegui recuperar o título, e é frustrante, mas sei que continuo lutando contra as garotas mais bem classificadas, por isso estou sempre lá. Eu ainda quero isso. Isso tem muito a dizer. Algumas pessoas dizem: ‘Oh, eu quero o cinturão’, então elas realmente não pensam nisso. Sei exatamente quanto trabalho é necessário para chegar lá”, afirmou a ex-campeã, antes de rebater os críticos que dizem que ela recebe muitas oportunidades seguidas de lutar pelo cinturão.

    “Você tem que vencer lutas e não posso deixar a oportunidade escapar pelos meus dedos novamente. Eu sei que as pessoas dizem: ‘Oh, ela teve muitas lutas pelo título’. Há uma razão: porque continuo lutando da melhor maneira e continuo ali. Não importa o que aconteça, agora tenho Irene Aldana na minha frente”, concluiu, durante conversa com o site ‘MMA Junkie’.

    Assim que foi derrotada por Amanda Nunes, Holly Holm lidou com algumas críticas, inclusive do próprio Dana White, presidente do UFC, que sugeriu que ela se aposentasse do esporte. No entanto, a americana manteve o foco e destacou que, caso conquiste o cinturão novamente, não será uma espécie de resposta para quem não confiou nela, mas sim para provar para si mesma que é a melhor no que faz.

    “É só saber que eu sou a número 1. Não é necessariamente o reconhecimento para outras pessoas. Não é para provar que outras pessoas estão erradas. Eu trabalhei tanto que quero vencer a melhor para poder ser a melhor. É isso aí. Quando você tem o cinturão, significa que você vence a melhor, e é isso que eu quero. Eu quero ser a número 1”, adiantou a lutadora que tem 13 vitórias e cinco derrotas na carreira.

    Holly Holm, atual número dois no ranking do peso-galo, vem de triunfo na decisão dos juízes sobre Raquel Pennington, em janeiro deste ano, no UFC 246. O resultado serviu para dar um novo ânimo na carreira da veterana, que teve sua continuidade questionada até mesmo por Dana White após o revés sofrido para Amanda Nunes, em julho do ano passado.

  • Matt Frevola é retirado do UFC Las Vegas após córner testar positivo para COVID-19

    Matt Frevola é retirado do UFC Las Vegas após córner testar positivo para COVID-19

    Dana White tem convivido com baixas de última hora nos eventos do UFC – Diego Ribas

    O evento do Ultimate deste sábado (20), marcado para acontecer novamente nas instalações do UFC Apex, em Las Vegas (EUA), sofreu uma baixa de última hora. O peso-leve (70 kg) Matt Frevola foi retirado do card, onde enfrentaria Frank Camacho, em razão do seu companheiro de equipe e córner Billy Quarantillo ter testado positivo para COVID-19.

    Ainda que os dois testes de Frevola tenham dado negativo, o UFC preferiu adotar uma postura cautelosa e retirá-lo do evento deste sábado. A organização ainda não se posicionou sobre uma possível busca por um substituto que aceite enfrentar Frank Camacho de última hora, ou se o duelo original vai ser remarcado para uma edição futura. Em sua conta oficial no ‘Instagram’, Frevola explicou e lamentou a situação (veja abaixo ou clique aqui).

    “O UFC me retirou da minha luta devido a um dos meus córners ter testado positivo para COVID-19. Nós fizemos todo o possível para fazer essa luta acontecer. Eles me testaram duas vezes e os dois resultados vieram negativos. Eu também forneci prova do meu teste positivo para anticorpos do dia 30 de abril, mas o UFC não queria nenhum ponto fraco ou arriscar alguma coisa. Como existe uma carência de conhecimento sobre o período de incubação e ainda muitas incertezas sobre o COVID-19, eles decidiram me retirar por causa do teste positivo do meu companheiro de time e irmão, Billy Q.

    Ele tem sido uma grande ajuda e fonte de apoio durante o camp e eu não tenho nenhum ressentimento. Ele está 100% saudável no momento e se sente bem, então ele deve ser assintomático. Essa é uma situação maluca e tudo acontece por uma razão. Eu estou no peso e preparado ao máximo. Estava realmente animado para essa luta com Frank e disse a ele que se eles encontrarem um novo oponente para sábado, que eu estaria torcendo por ele. Se não, eu estou disposto a remarcar essa luta o mais rápido possível ou quando ele quiser.

    Peço desculpas a todo mundo que estava empolgado para me assistir lutando e que me apoia nessa jornada, eu realmente senti o amor. (…) Descobrindo o próximo passo agora e vou continuar seguindo em frente, é isso que nós fazemos! Devo ser escalado para lutar novamente o mais rápido possível e espero que o UFC continue a tomar conta de mim”, escreveu Matt Frevola.

    O UFC Las Vegas, que acontece neste sábado, terá em sua luta principal o duelo entre os pesos-pesados Curtis Blaydes e Alexander Volkov. Já os pesos-penas Shane Burgos e Josh Emmett medem forças no co-main event da noite.

     

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    The UFC has pulled me from my fight due to one of my cornerman testing positive for COVID-19. We did everything possible to make this fight happen. They tested me twice and both results came back negative. I also provided proof of my positive antibodies test from April 30th but the UFC did not want any liability or to risk it. Being that there is a lack of knowledge on the incubation period and still so many unknowns regarding covid 19, they decided to pull me bc of the 2 positive test result from my teammate and brother, Billy Q. He’s been a huge help and source of support throughout camp and I have no hard feelings. He is 100% healthy at the moment and feels fine, so he must be asymptomatic. This is a Crazy situation and everything happens for a reason. I am on weight and prepared to the fullest. I was really excited for this fight with Frank and told him if they find him a new opponent for Saturday I will be rooting for him. If not, I’m willing to rebook this fight ASAP or when ever he wants. I’m sorry to everyone who was excited to watch me fight and supports me along this journey, I really felt the love ❤️ ✊🏻. Can’t believe I’m the first fighter to get 2 fights canceled due to this virus (without even having it) but I know it has effected a lot more lives in worse ways 🙏🏻 . Figuring out the next move from here and will keep moving forward, that’s what we do! Should be booked to fight again ASAP and hope the UFC continues to take care of me.

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