Tag: ufc vegas 69

  • Algoz de Bate-Estaca sobe sete posições e chega ao top 3 do peso-mosca do UFC

    Algoz de Bate-Estaca sobe sete posições e chega ao top 3 do peso-mosca do UFC

    A vitória de Erin Blanchfield sobre Jéssica ‘Bate-Estaca’ no último sábado (18), pelo UFC Vegas 69, rendeu frutos imediatos para a jovem lutadora de 23 anos. Depois de finalizar a ex-campeã peso-palha (52 kg) da organização e passar com louvor pelo maior desafio de sua carreira até o momento, a americana subiu sete degraus no ranking peso-mosca (57 kg) e agora faz parte do top 3 da categoria, conforme divulgado na mais recente atualização semanal das listas do Ultimate.

    Depois de estrear no UFC em setembro de 2021, Blanchfield se tornou protagonista de uma ascensão meteórica na entidade e agora só vê à sua frente na divisão dos moscas a francesa Manon Fiorot, a brasileira Taila Santos e a campeã da categoria, a quirguistanesa Valentina Shevchenko. Tudo isso motivado pelas cinco vitórias seguidas na organização, as três últimas por finalização.

    Por sua vez, a brasileira Jéssica ‘Bate-Estaca’ perdeu uma posição no ranking peso-mosca, justamente para sua algoz no último sábado, e agora está na quarta colocação da lista. Vale lembrar que, além da divisão até 57 kg, a paranaense também está ranqueada no peso-palha, onde já foi campeã e atualmente ocupa o posto de número seis no top 15 da categoria.

    Quem também se deu bem na nova atualização dos rankings do Ultimate foi Mayra Bueno. Assim como Blanchfield, a brasileira atuou no card do UFC Vegas 69, no último sábado, e conseguiu uma vitória por finalização sobre a veterana Lina Lansberg, seu terceiro triunfo de forma consecutiva, todos conquistados após subir do peso-mosca para o peso-galo (61 kg). O mais novo resultado positivo alçou ‘Sheetara’ da 14ª para a 12ª colocação na classificação das atletas da divisão até 61 kg da organização.

  • Lutador relata ter recebido ameaças de morte após derrota no UFC Vegas 69

    Lutador relata ter recebido ameaças de morte após derrota no UFC Vegas 69

    Protagonista de uma das atuações mais decepcionantes dos últimos tempos no octógono do UFC, William Knight se tornou alvo de pesadas críticas por parte da comunidade das lutas, principalmente nas redes sociais. Mas, ao que parece, alguns desses ataques virtuais passaram dos limites do aceitável.

    Em uma transmissão ao vivo feita em seu perfil oficial no ‘Instagram’, Knight admitiu que teve um desempenho abaixo do esperado no último sábado (18), pelo card do UFC Vegas 69, quando foi derrotado por Marcin Prachnio, por decisão unânime dos juízes, mas questionou os ataques que vem sofrendo pela internet. De acordo com o meio-pesado (93 kg), alguns fãs têm chegado ao extremo de enviar ameaças de morte através de mensagens privadas nas suas redes sociais.

    “No final do dia, eu fui lá, congelei, não fiz minha parte e perdi a luta. Eu perdi a luta. Vocês não perderam aquela luta, eu perdi. Alguns de vocês queriam que eu vencesse, alguns de vocês apostaram em mim, eu entendo. Na vida, os seres humanos não são perfeitos, mas eu estou assumindo responsabilidade pelas minhas ações porque eu não fiz m*** nenhuma. O que aconteceu exatamente: eu fiquei lá parado, congelei, e assumo a responsabilidade total”, assumiu Knight, antes de continuar.

    “Eu sei o que tenho que fazer na minha próxima luta. Todas essas mensagens malucas que estou recebendo, todas essas mensagens de desrespeito, eu as entendo. Vocês têm o direito de ficar irritados. Eu leio as mensagens, vocês ameaçando minha vida, falando maluquices, dizendo que eu não pertenço ao UFC, todas essas coisas, mas quando eu estava invicto por três anos, todos vocês estavam surfando na onda”, questionou.

    ‘Knightmare’, como é conhecido, estava irreconhecível durante o embate. Durante os 15 minutos de disputa, o americano conectou apenas oito golpes significativos em Prachnio, contra 79 de seu adversário. A postura do americano, inclusive, permitiu que o polonês quebrasse o recorde de maior número de chutes na perna aplicados em uma luta de três rounds na história do Ultimate – com 63 golpes aplicados na região.

    Assista a um trecho da ‘live’ abaixo, reproduzida pelo site ‘MMA Mania’:

  • Philipe Lins mira rival do top 15, mas reitera desejo de “dar uns tapas” em algoz de Shogun

    Philipe Lins mira rival do top 15, mas reitera desejo de “dar uns tapas” em algoz de Shogun

    Na noite do último sábado (18), Philipe Lins conquistou sua vitória mais importante desde que iniciou sua trajetória no Ultimate. Pelo card preliminar do UFC Vegas 69, o brasileiro precisou de apenas 49 segundos para nocautear o experiente Ovince Saint Preux e chegar ao segundo triunfo consecutivo pela organização. Agora, o lutador potiguar mira voos ainda mais altos, mas deixa em aberto a possibilidade de aceitar uma luta não tão atrativa do ponto de vista do ranking para acertar contas com um rival que, em sua visão, teve uma atitude desrespeitosa com uma grande lenda do MMA.

    Agora com duas vitórias seguidas desde que desceu dos pesos-pesados para os meio-pesados (93 kg), Philipe já vislumbra um combate contra um rival ranqueado no top 15 da categoria. Em entrevista exclusiva à Ag Fight (clique aqui), o brasileiro celebrou o triunfo sobre um lutador renomado, como Saint Preux, e deixou claro que se considera pronto para encarar desafios maiores na nova divisão.

    “Com essa vitória sobre o Ovince Saint Preux, eu dei bons passos em direção aos meus objetivos na organização. Eles me perguntaram quem seria o meu próximo adversário, eu falei que um top 15 da categoria seria um bom adversário. Eu estou fazendo um ótimo trabalho com meus coaches e estou preparado para os grandes desafios”, afirmou Lins.

    O atleta trabalha também com outra opção quando projeta seu próximo compromisso no octógono. Apesar de não estar atualmente no ranking dos 15 melhores lutadores até 93 kg do Ultimate, o ucraniano Ihor Potieria é um alvo em potencial para Philipe Lins, como o próprio já havia revelado à Ag Fight, em entrevista durante a semana pré-UFC Vegas 69.

    Assim como sua última vítima, Ovince Saint Preux, o ucraniano também venceu o lendário lutador brasileiro Maurício ‘Shogun’ no Ultimate. Porém, ao contrário do haitiano, Potieria teve uma atitude desrespeitosa, na opinião de Philipe Lins, durante a celebração de sua vitória sobre o ex-campeão do Pride e do UFC, especialmente considerando que o duelo, disputado no dia 21 de janeiro deste ano, marcou a despedida do curitibano dos octógonos. Esta postura faz com que o atleta natural de Natal (RN) admita deixar de lado o desejo de encarar um top 15 na sua próxima luta para ter a oportunidade de dar o troco.

    “Não é bem uma vingança. Mas eu não gostei muito do que ele fez com o Shogun, com toda a história que ele tem. Com certeza, o (Ihor) Potieria sabia que era a última luta do Shogun. Tinha que ter havido um respeito maior. E, com certeza, se eu tiver a oportunidade de dar uns tapas naquele cara, eu vou dar”, finalizou.

    Campeão do torneio peso-pesado do PFL em 2018, Philipe Lins chegou ao UFC cercado de expectativas, mas não conseguiu repetir o sucesso que teve anteriormente nos seus primeiros compromissos pela principal organização de MMA do mundo. Depois de perder os dois primeiros combates no octógono do Ultimate, o potiguar desceu para os meio-pesados e parece ter se encontrado na nova categoria, somando dois triunfos seguidos e já sonhando com o ranking até 93 kg da liga.

  • Bate-Estaca projeta retorno definitivo para o peso-palha do UFC: “Minha categoria”

    Bate-Estaca projeta retorno definitivo para o peso-palha do UFC: “Minha categoria”

    Depois de chegar ao cinturão peso-palha (52 kg) do UFC e perdê-lo, Jéssica Andrade decidiu se testar na categoria de cima, onde debutou em 2020, com uma vitória sobre a número um do ranking à época que já a credenciou a uma disputa de título, na qual foi derrotada pela campeã Valentina Shevchenko. Desde então, ‘Bate-Estaca’ tem se dividido entre a divisão até 52 kg e o peso-mosca (57 kg), mas, de acordo com a própria lutadora brasileira, chegou a hora de voltar a focar suas atenções na categoria que a consagrou no Ultimate.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), logo após ser derrotada pela jovem promessa do peso-mosca Erin Blanchfield na luta principal do UFC Vegas 69, no último sábado (18), Jéssica ‘Bate-Estaca’ deixou claro que seu objetivo agora é retornar em definitivo para a divisão dos palhas e se colocar novamente em condições de disputar o cinturão que um dia foi seu. O brusco corte de peso para atuar na divisão mais leve do Ultimate, segundo ela, não será um empecilho.

    “Agora é voltar para a minha categoria (peso-palha). Eu estou me sentindo muito bem de baixar o peso de novo, estou muito tranquila, agora tem todo o trabalho da nutrição do UFC. Então, eu estou pronta para voltar para a minha categoria, fincar minhas raízes no 52 (kg), ter de novo meu nome lá em cima no ranking, porque isso é muito importante, e ter a chance de disputar o cinturão de novo, contra a (Zhang) Weili ou quem seja a futura campeã. Eu não sei se vou ter a chance de disputar o cinturão agora, mas eu vou estar pronta para subir todos os degraus de novo”, afirmou a atleta da ‘PRVT’.

    Apesar de ter feito apenas uma de suas últimas seis lutas no UFC pelo peso-palha, Jéssica ‘Bate-Estaca’ segue bem posicionada no ranking da categoria. Atualmente, a brasileira ocupa a sexta colocação na lista das 15 melhores da divisão, que tem como campeã neste momento a chinesa Zhang Weili. A mais recente apresentação da paranaense na divisão até 52 kg foi uma vitória por finalização contra Amanda Lemos, que agora faz parte do top 3 da categoria, em abril de 2022.

  • Nudez? Bate-Estaca revela detalhe inusitado que tirou sua concentração em derrota no UFC; entenda

    Nudez? Bate-Estaca revela detalhe inusitado que tirou sua concentração em derrota no UFC; entenda

    Na noite do último sábado (18), Jéssica ‘Bate-Estaca’ Andrade voltou ao octógono mais famoso do mundo para encarar Erin Blanchfield, especialista no grappling, na luta principal do UFC Vegas 69. Depois de evitar todas as tentativas da jovem promessa do peso-mosca (57 kg) de levar o combate para o chão no primeiro round, a brasileira acabou sendo derrubada logo no início da segunda etapa e foi finalizada por um mata-leão muito bem encaixado. A queda, que foi fatal para as pretensões da paranaense na disputa, surgiu em um momento de desconcentração causado por uma situação inusitada, de acordo com a própria ex-campeã do peso-palha (52 kg) do Ultimate.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight logo após o encerramento do UFC Vegas 69 (clique aqui), Jéssica revelou que, por conta do movimento de aproximação brusco feito pela sua adversária para tentar levá-la para o solo, seu top saiu do lugar, o que poderia causar uma nudez acidental dentro do cage. Apesar de frisar que não quer utilizar a situação inusitada como uma desculpa para sua derrota, a atleta da ‘PRVT’ admite que o receio de expor seu corpo durante a luta afetou sua concentração e facilitou o trabalho de Blanchfield na hora de derrubá-la.

    “Nessa entrada de queda (quando ela me derrubou), não é desculpa, mas eu me desconcentrei. Porque quando ela entrou na queda, ela jogou o ombro embaixo do top e o meu peito saiu todinho para fora. Na hora eu me desconcentrei e esqueci de ‘canguear’ ali, pensando só no peito. E na hora que eu fui com a mão para colocar o peito de volta para dentro foi quando ela conseguiu quedar. Mas faz parte do jogo. Não é desculpa. Ela realmente estava com uma estratégia muito boa. Não foi proposital. Mas faz parte, a gente tem que estar pronta para tudo. Eu devia ter me preparado para se o peito aparecesse, deixasse aparecer. Já apareceu tantas vezes em tantos lugares. Não era para estar nem se preocupando com isso (risos)”, brincou Jéssica, citando o fato de já ter feito ensaios fotográficos com nudez no passado, quando ainda tinha uma conta na plataforma ‘OnlyFans’.

    A derrota para Erin Blanchfield encerra uma sequência de três vitórias de ‘Bate-Estaca’ nas suas últimas lutas. A brasileira, inclusive, havia vencido seu terceiro confronto consecutivo menos de um mês antes de subir no octógono novamente para encarar a jovem promessa americana, no sábado. No dia 21 de janeiro, Jéssica levou a melhor sobre Lauren Murphy no UFC Rio. O pouco tempo de separação entre os combates se deu pelo fato da ex-campeã ter aceitado substituir de última hora sua compatriota Taila Santos para ajudar a salvar o card do UFC Vegas 69.

  • Bate-Estaca é finalizada por promessa dos pesos-moscas e se distancia de title shot no UFC

    Bate-Estaca é finalizada por promessa dos pesos-moscas e se distancia de title shot no UFC

    Após brilhar no UFC Rio, Jéssica Bate-Estaca aceitou o desafio de competir, de última hora contra Erin Blanchfield, na luta principal do card deste sábado (18), em Las Vegas (EUA). A empreitada, porém, não saiu como a brasileira esperava. Após primeiro round acirrado, a atleta da ‘PRVT’ foi finalizada pela jovem norte-americana no segundo assalto.

    O duelo começou em alta voltagem, com troca franca de golpes de ambas as partes. Especialista de jiu-jitsu, Erin tentou derrubar Jéssica duas vezes, mas viu a brasileira defender bem suas investidas. Posteriormente, as pesos-moscas (57 kg) alternaram bons momentos na trocação até o fim do primeiro round.

    A segunda etapa começou com um pouco mais de estudo. Jéssica, porém, seguia marchando para frente, tentando encurtar e conectar os golpes. No entanto, em uma dessas investidas, Blanchfield conseguiu uma brecha e aplicou uma bela queda. No solo, a americana rapidamente atacou as costas da rival, ajustou o mata-leão e obrigou Bate-Estaca a dar os três tapinhas em sinal de desistências.

    “Ela é muito dura, mas consegui conectar, aproveitei a oportunidade e apertei (o mata-leão). Sabia que ela não iria querer ir par ao chão comigo. Estava pronta para trocar com ela e levei ela para o chão quando tive a oportunidade. Quero (a vencedora) de Shevchenko vs Grasso”, declarou a jovem após a vitória, ainda no octógono.

    Com o revés, Jéssica interrompe uma sequência de três vitórias e se distancia de uma oportunidade de lutar pelo cinturão. A brasileira também perdeu a oportunidade de se tornar a mulher com mais triunfos na história do UFC de forma isolada – no momento, a lutadora da PRVT está empatada com a compatriota Amanda Nunes, com 15 resultados positivos.

    Confira abaixo os resultados do UFC Vegas 69:

    Erin Blanchfield venceu Jéssica Bate-Estaca por finalização no 2º round
    Zac Pauga venceu Jordan Wright por decisão unânime
    Jamal Pogues venceu Josh Parisian por decisão unânime
    Marcin Prachnio venceu William Knight por decisão unânime
    Alexander Hernandez venceu Jim Miller  por decisão unânime
    Nazim Sadykhov  venceu Evan Elder por nocaute técnico no 3º round
    Mayra ‘Sheetara’
    venceu Lina Länsberg por finalização no 2º round
    Jamall Emmers  venceu Khusein Askhabov por decisão unânime
    Philipe Lins venceu Ovince Saint Preux por nocaute técnico no 1º round
    A.J. Fletcher  venceu  Themba Gorimbo por finalização no 2º round
    Clayton Carpenter venceu Juan Camilo Ronderos por finalização no 1º round

  • Que situação! Lutador do UFC relata problema de disfunção erétil após corte de peso

    Que situação! Lutador do UFC relata problema de disfunção erétil após corte de peso

    Neste sábado (18), Alexander Hernandez subirá no octógono do UFC Vegas 69 para encarar o veterano Jim Miller, na luta de abertura do card principal do show. O combate marcará o retorno do lutador americano, conhecido como ‘The Great Ape’, ao peso-leve (70 kg) após uma rápida e frustrante passagem pela divisão dos penas (66 kg), que lhe trouxe consequências negativas dentro e fora do cage.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do UFC Vegas 69, na quarta-feira (15), Hernandez revelou que sofreu até mesmo de disfunção erétil durante o processo de corte de peso em seu camp de preparação para atuar no peso-pena. Ao final, todo sacrifício feito pelo lutador para competir na divisão até 66 kg também não foi recompensado dentro do octógono, já que o americano acabou derrotado por Billy Quarantillo, por nocaute técnico, no UFC 282, realizado no último mês de dezembro.

    “Eu tenho alguns dos melhores nutricionistas no mundo, Perfecting Athletes é o grupo com o qual eu trabalho. Não é que eu não estava comendo, eram apenas pequenas (quantidades). Foi duro, foi o mais duro (que já passei). Não foi como se eu estivesse lamentando todo dia, eu estava focado, mas, cara, meu pau nem funcionava de manhã. Eu virei (uma pessoa do) gênero X, estava apenas me movendo por três meses, apenas em um caminho simples e direto”, relatou Alexander Hernandez.

    Diante do veterano Jim Miller, Alexander Hernandez tentará se recuperar e afastar o fantasma de uma possível demissão do UFC. Depois de um início promissor na organização, o americano passou a intercalar vitórias e derrotas, até amargar sua primeira sequência negativa da carreira, tendo sofrido dois reveses consecutivos em suas mais recentes apresentações.

  • Saiba como assistir o UFC Vegas 69, card liderado por Bate-Estaca vs Blanchfield

    Saiba como assistir o UFC Vegas 69, card liderado por Bate-Estaca vs Blanchfield

    Depois de viajar até a Austrália para promover a edição de número 284 no último final de semana, o Ultimate volta para o seu ‘quartel general’ em Las Vegas (EUA) para a realização de mais um evento, o UFC Vegas 69. O show, que acontece neste sábado (18), será transmitido, ao vivo, pelo ‘Fight Pass’, plataforma de streaming da entidade, a partir das 18 horas (horário de Brasília).

    A atração principal do UFC Vegas 69 ficará por conta do duelo entre Jéssica ‘Bate-Estaca’ Andrade e Erin Blanchfield, válido pelo peso-mosca (57 kg). A brasileira, que lutou há menos de um mês na edição realizada no Rio de Janeiro (RJ), onde venceu Lauren Murphy, foi escalada para este combate de última hora, para substituir sua compatriota Taila Santos, oponente original da jovem promessa americana.

    Ex-campeã peso-palha (52 kg) do Ultimate, Bate-Estaca tem flutuado entre as duas categorias e se encontra bem posicionada em ambos os rankings. Um resultado positivo sobre Blanchfield, além de poder aproximá-la de uma nova oportunidade de disputar o título até 57 kg da entidade, colocará a paranaense como dona do recorde de maior número de vitórias da história do UFC entre as mulheres – atualmente Jéssica divide a honraria com Amanda Nunes, com 15 triunfos para cada uma dentro do octógono mais famoso do mundo.

    Por outro lado, Erin Blanchfield busca confirmar o status de grande promessa da divisão dos moscas no UFC. A jovem americana, de apenas 23 anos, estreou pelo UFC em 2021 e rapidamente virou uma das sensações da organização. Até o momento, ‘Cold Blooded’, como é conhecida, venceu todos os quatro compromissos que disputou no Ultimate, os dois últimos por finalização, e, com isso, já chegou à 10ª colocação no ranking até 57 kg da liga. Uma vitória sobre a ex-campeã neste sábado pode catapultar a norte-americana para o topo da lista top 15.

    Além de Jéssica ‘Bate Estaca’, o Brasil estará representado no card do UFC Vegas 69 pelo meio-pesado (93 kg) Philipe Lins, que medirá forças com o veterano Ovince Saint-Preux, e por Mayra ‘Sheetara’ Bueno, que terá pela frente a sueca Lina Lansberg, em duelo de pesos-galos (61 kg).

    O UFC Fight Pass transmite o UFC Vegas 69, ao vivo e na íntegra, a partir das 18h deste sábado. As duas primeiras lutas do card estarão disponíveis de graça no aplicativo. A reportagem da Ag Fight estará atenta e vai realizar a cobertura do show, com relatos dos principais confrontos do evento.

  • Jéssica Bate-Estaca se pesa abaixo do limite e confirma luta principal em Las Vegas

    Jéssica Bate-Estaca se pesa abaixo do limite e confirma luta principal em Las Vegas

    Menos de um mês depois de vencer sua luta no card do UFC Rio, Jéssica Bate-Estaca já está pronta para mais uma batalha no octógono. Nesta sexta-feira (17), a brasileira venceu a balança durante a pesagem oficial do show do UFC Vegas 69 ao cravar 56.2 kg – cerca de 450 gramas a menos do que o limite da divisão dos pesos-moscas.

    Embalada por três vitórias seguidas na organização, Jéssica, em caso de nova vitória, se aproxima da chance de disputar o título tanto na categoria dos moscas como na divisão dos pesos-palhas. Vale lembrar, no entanto, que a atleta aceitou o desafio de substituir a compatriota Taila Santos no duelo contra Erin Blanchfield dez dias atrás

    Por sua vez, a jovem Erin, de apenas 23 anos, terá o maior desafio de sua carreira na luta principal do card deste sábado. Invicta no UFC após quatro apresentações, a americana fará o primeiro main event de sua carreira e, em caso de um novo triunfo, garantirá posições importantes no ranking – atualmente, ela é a décima colocada na sua divisão.

    Além de Jéssica, o UFC Vegas 69 contará com outros dois brasileiros em ação. Mayra Sheetara encara a veterana Lina Länsberg em busca de seu terceiro triunfo seguido no octógono. Depois de anos sofrendo com lesões e alternando resultados enquanto competia como peso-mosca, a atleta mineira parece ter se encontrado definitivamente na categoria dos galos.

    Por fim, o meio-pesado Philipe Lins, campeão da temporada 2018 da PFL, mede forças com Ovince Saint Preux. Próximos de completarem 40 anos, os dois atletas venceram duas últimas lutas em 2022, interrompendo série negativa de duas derrotas cada.

    Acompanhe o peso dos atletas do UFC Vegas 69

    Jéssica Bate-Estaca (56.2 kg) vs (56.9 kg) Erin Blanchfield
    Jordan Wright (92.5 kg) vs (93.2 kg) Zac Pauga
    Josh Parisian (120.7 kg) vs (113.2 kg) Jamal Pogues
    William Knight (93.4 kg) vs (93 kg) Marcin Prachnio
    Jim Miller (70.5 kg) vs (70.7 kg) Alexander Hernandez
    Nazim Sadykhov (70.5 kg) vs (70.5 kg) Evan Elder
    Lina Länsberg (61.4 kg) vs (61.7 kg) Mayra ‘Sheetara’
    Jamall Emmers (65.7 kg) vs (66.2 kg) Khusein Askhabov
    Ovince Saint Preux (93.4 kg) vs (92.3 kg) Philipe Lins
    A.J. Fletcher (77.5 kg) vs (77.5 kg) Themba Gorimbo
    Clayton Carpenter (56.7 kg) vs (56.7 kg) Juancamilo Ronderos

  • Sheetara exalta mudança para o peso-galo e promete: “Vou ser campeã dessa categoria”

    Sheetara exalta mudança para o peso-galo e promete: “Vou ser campeã dessa categoria”

    Mayra Bueno, a ‘Sheetara’, passou por muitas mudanças nos últimos tempos. Entre a ida para os Estados Unidos, onde agora treina na ‘American Top Team’, o casamento com sua companheira – e também lutadora – Glória de Paula e a subida para o peso-galo (61 kg), se tornou uma espécie de ‘metamorfose ambulante’, como diria Raul Seixas. Apesar de todos esses fatos terem seu grau de importância, um deles parece ter influenciado diretamente em áreas diferentes da sua vida.

    Em abril do ano passado, Mayra Sheetara voltou à divisão dos galos (61 kg) após fazer todo o início de sua trajetória no UFC no peso-mosca (57 kg). E a mudança parece ter surtido efeito dentro e fora do octógono. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), a mineira destacou os benefícios que a decisão de subir de categoria trouxe para sua vida pessoal e profissional.

    “O peso-galo me traz essa tranquilidade de poder trabalhar sem ficar pensando… O corte de peso para mim (no peso-mosca) era muito brusco. Desde que eu subi, eu estou tendo essa oportunidade de treinar melhor, de ser uma parceira de treino melhor também para as minhas amigas, ser uma mulher melhor – agora eu sou casada -, ser uma filha melhor. Subir para o peso-galo só me trouxe coisas boas. Eu estou muito feliz e vou em busca da minha terceira vitória (seguida na categoria)”, afirmou Mayra Bueno.

    Com duas vitórias seguidas, sua melhor marca desde que chegou ao UFC, Mayra Sheetara já conquistou uma vaga no ranking peso-galo da organização, ocupando atualmente a 14ª colocação na lista, posição que pode ser melhorada em caso de vitória sobre a sueca Lina Lansberg, neste sábado, pelo card do UFC Vegas 69. Empolgada com a boa fase, a brasileira esbanja confiança na sua subida rumo ao topo da categoria e faz uma promessa.

    “O peso-galo é a minha categoria e, logo, logo, eu vou ser campeã dessa categoria”, finalizou.

    No MMA profissional desde 2015, Mayra Sheetara soma nove vitórias, seis delas por finalização, duas derrotas e um empate na carreira. Para manter sua ascensão dentro do peso-galo do UFC, a mineira, de 31 anos, terá que superar a experiente lutadora sueca Lina Lansberg, de 40 anos, que possui quase o dobro de lutas disputadas, com um cartel de dez triunfos e sete reveses, três deles em suas mais recentes apresentações no octógono mais famoso do mundo, o que a coloca em uma situação delicada na entidade.