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  • Cris Cyborg revela plano de aposentadoria do MMA: “Duas lutas restantes”

    Cris Cyborg revela plano de aposentadoria do MMA: “Duas lutas restantes”

    A carreira de uma das maiores lutadoras de MMA de todos os tempos está chegando ao fim. Pelo menos é o que a própria Cris Cyborg indica. Poucos dias depois de completar 40 anos de idade, a veterana abriu o jogo sobre os planos para sua aposentadoria do esporte.

    Em recente episódio do podcast ‘The Catch Up’, Cyborg confirmou que pretende cumprir seu contrato atual com a PFL, que prevê mais duas lutas, e pendurar as luvas definitivamente. Na visão da multicampeã, apesar de ainda se sentir bem para continuar competindo, é preciso saber o momento certo de colocar um ponto final na carreira.

    “A realidade é que essa decisão tem estado lá literalmente há mais tempo. Quando eu assinei o contrato atual, nós já tínhamos planejado encerrar o contrato e se aposentar, porque começamos nossa turnê do legado quando eu lutei contra Larissa Pacheco. Então, eu tenho duas lutas restantes, e estou pronta para o próximo capítulo. Alguns lutadores nunca sabem quando parar. Eu acabei de fazer 40 anos de idade, me sinto ótima, mas temos que saber quando é a hora de parar”, afirmou Cris.

    Próxima luta

    Sem lutar no MMA desde outubro do ano passado, quando derrotou Larissa Pacheco e conquistou o cinturão inaugural Super Luta da PFL, Cyborg ainda não sabe quando voltará ao cage, mas já especula quem pode ser sua próxima adversária. E ao menos na opinião da curitibana, a australiana Sara Collins – dona de um cartel ainda invicto no MMA profissional após seis lutas – é a favorita à vaga.

    “Eu gosto de ir passo a passo. Minha próxima luta, eu acredito, vai ser contra Sara Collins. Ela está invicta, venceu Leah McCourt, ela é a nº 1 na Austrália, enfrentou garotas do topo da 66 kg. Acredito que ele vai ser a próxima, e eu gostaria de pensar na seguinte”, concluiu.

    Lenda do MMA

    Aos 39 anos de idade, Cristiane Justino é uma das pioneiras do MMA feminino. A curitibana compete na modalidade desde 2005 e soma 28 vitórias – 21 delas por nocaute -, um ‘no contest’ (sem resultado) e apenas duas derrotas na carreira. Além disso, ‘Cyborg’ se tornou a primeira lutadora a conquistar títulos em cinco grandes organizações das artes marciais mistas: UFC, Bellator, PFL, Invicta FC e Strikeforce.

    Desde 2022, Cris tem se aventurado também no boxe, em paralelo à carreira no MMA. Na nobre arte, Cyborg mantém um cartel invicto, com sete vitórias no mesmo número de lutas disputados até o momento.

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  • Cris Cyborg mira nova vida após o MMA e revela sonho de ser veterinária

    Cris Cyborg mira nova vida após o MMA e revela sonho de ser veterinária

    Após duas décadas de conquistas nos maiores palcos do MMA mundial, Cris Cyborg já começa a desenhar os próximos passos da vida fora dos octógonos. Recém-chegada aos 40 anos — completados na última quarta-feira (9) —, a brasileira revelou que pretende realizar um antigo sonho: estudar medicina veterinária e retomar uma vida mais próxima da família, no Brasil.

    Em entrevista ao portal ‘Combate’, a veterana compartilhou sua intenção de voltar às salas de aula após encerrar o ciclo como atleta profissional. Segundo ela, a paixão pelos animais e o desejo de viver perto dos pais são motivações centrais nesse novo capítulo.

    Sempre tive o sonho de ser veterinária. Acredito que vou voltar a estudar, morar perto da minha família, do meu pai, da minha mãe. Faz muito tempo que fui embora do Brasil e quero aproveitar esse tempo com eles, mudar o capítulo da minha vida”, afirmou.

    Últimos passos como atleta

    Embora tivesse cogitado a aposentadoria ainda em 2025, Cyborg decidiu estender sua carreira até o fim do contrato com a PFL (Professional Fighters League), o que deve acontecer em 2026. Até lá, restam duas lutas no MMA e, possivelmente, uma disputa de cinturão no boxe, modalidade na qual também vem construindo um cartel invicto.

    “Eu tinha planejado esse ano (aposentadoria), mas aí vamos puxar para o ano que vem, para finalizar o meu contrato com a PFL. Tenho mais duas lutas no meu contrato de MMA e, assim que terminar, finalizou. Ano que vem acredito que é o último ano de lutar”, contou.

    Desde sua estreia no boxe profissional, em 2022, Cris venceu seis lutas consecutivas. No MMA, acumula 28 vitórias e uma trajetória histórica: foi campeã em todas as grandes organizações por onde passou — incluindo Strikeforce, Invicta FC, UFC, Bellator e PFL.

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  • Campeã no MMA e no boxe? Cris Cyborg revela conversa por disputa de título da WBC

    Campeã no MMA e no boxe? Cris Cyborg revela conversa por disputa de título da WBC

    Amplamente considerada uma das maiores lutadoras de MMA de todos os tempos, Cris Cyborg não esconde de ninguém que seu desejo é triunfar também no boxe. Para isso, a veterana de 39 anos já tem conciliado sua carreira nas duas modalidades nos últimos anos. E, ao que tudo indica, a brasileira – multicampeã nas artes marciais mistas – está bem próxima de conseguir uma oportunidade de alcançar seu objetivo na nobre arte.

    Em recente entrevista ao site ‘MMA Junkie’, após anunciar seu próximo compromisso no ringue de boxe, Cyborg revelou que sua equipe já está em conversas com a direção do Conselho Mundial de Boxe (WBC) para uma possível disputa pelo cinturão interino do super-meio-médio (até 69,9 kg). O título pertence atualmente à colombiana naturalizada norueguesa Cecilia Braekhus, que o conquistou em agosto do ano passado.

    As pessoas da WBC tem conversado com meu time para uma luta pelo título mundial contra Cecilia Braekhus. Eu estou muito feliz por essa oportunidade, (é) um dos meus objetivos antes de me aposentar. Eu gostaria de continuar sendo campeã no MMA e acredito que seria a primeira atleta no mundo a ser campeã em vigor no MMA e no boxe. Esse é o meu objetivo. Tenho trabalhado duro por isso, e eu tenho a oportunidade nos próximos dois anos para fazer isso”, declarou Cris.

    Lenda do MMA

    Aos 39 anos de idade, Cristiane Justino é uma das pioneiras do MMA feminino. A curitibana compete na modalidade desde 2005 e soma 28 vitórias – 21 delas por nocaute -, um ‘no contest’ (sem resultado) e apenas duas derrotas na carreira. Além disso, ‘Cyborg’ se tornou a primeira lutadora a conquistar títulos em cinco grandes organizações das artes marciais mistas: UFC, Bellator, PFL, Invicta FC e Strikeforce.

    Desde 2022, no entanto, Cris tem se aventurado também no boxe, em paralelo à carreira no MMA. Na nobre arte, Cyborg mantém um cartel invicto, com quatro vitórias no mesmo número de lutas disputados até o momento. A brasileira entrará em ação novamente no ringue no próximo dia 3 de março, quando enfrentará Karen Fernandez, em Medellin, na Colômbia.

  • De volta! Ex-campeã do UFC, Miesha Tate anuncia luta contra Yana Santos em maio

    De volta! Ex-campeã do UFC, Miesha Tate anuncia luta contra Yana Santos em maio

    A última luta disputada por Miesha Tate ocorreu em dezembro de 2023. Desde então, pouco se falou sobre o eventual retorno da americana – fazendo seus fãs, inclusive, projetarem uma possível aposentadoria da atleta de 38 anos. Mas este não será o caso, ao menos não no momento. Afinal de contas, a ex-campeã peso-galo (61 kg) do UFC e Strikeforce anunciou sua volta ao octógono mais famoso do mundo. ‘Cupcake’, como é conhecida, medirá forças contra Yana Santos no dia 3 de maio.

    O combate foi divulgado pela própria atleta em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Vindo de vitória contra Julia Avila, Miesha medirá forças contra Yana, que também teve o braço erguido em sua última aparição ao desbancar Chelsea Chandler. Apesar de ter confirmado a data da luta, o UFC ainda não anunciou qual será a sede do card do início de maio. Apesar disso, Santos confirmou o confronto com um comentário na publicação de Tate: “Te vejo em breve”.

    “É oficial! Dia 3 de maio contra a Yana Santos. Eu ainda tenho o que é preciso e se você duvida de mim, por favor, me aguarde e fique por aqui. Marque na sua agenda”, escreveu a veterana americana em suas redes sociais.

    Rival russa revela idolatria por Tate

    Assim que Miesha quebrou o segredo e anunciou o combate nas redes sociais, Yana também utilizou sua plataforma para compartilhar uma mensagem incomum no meio. Mesmo escalada para enfrentar a americana, ‘Foxy’, como é conhecida, admitiu ser fã de Tate, que marcou época e ajudou a pavimentar o MMA feminino dentro e fora do UFC. Agora resta saber se a atleta russa conseguirá deixar a admiração fora da equação quando as duas estiverem dentro do octógono.

    “Que confronto dos sonhos! Obrigado ao UFC por sempre me dar grandes oportunidades. Miesha Tate é minha lutadora favorita há anos. Que sonho é dividir o octógono com ela. Me certificarei de trazer a minha melhor versão no dia 3 de maio”, celebrou Yana.

    Aos 38 anos, Miesha Tate é dona de um cartel no MMA profissional de 20 vitórias e nove reveses. Já Yana Santos, três anos mais jovem, possui um histórico como atleta profissional da modalidade de 15 triunfos, oito derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado).

  • De volta? Lenda do MMA, Dan Henderson insinua retorno aos esportes de combate

    De volta? Lenda do MMA, Dan Henderson insinua retorno aos esportes de combate

    Um dos lutadores mais respeitados e condecorados da história do MMA, Dan Henderson pode estar ensaiando um retorno às competições. Em seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o veterano, de 53 anos, deu a entender que anunciará, em breve, uma possível nova empreitada nos esportes de combate.

    Membro do Hall da Fama do UFC, ‘Hendo’, como é conhecido, não luta no MMA desde outubro de 2016, quando foi derrotado por Michael Bisping, em revanche válida pelo cinturão peso-médio (84 kg) do Ultimate. Em dezembro do mesmo ano, o lutador ainda participou de uma superluta contra Jon Jones no grappling, no Submission Underground 2, na qual foi finalizado pelo atual campeão peso-pesado do Ultimate.

    “O que vem a seguir? Bare Knuckle (sem luvas)? Boxe com youtuber? Algumas novidades chegando essa semana (esse corte de peso)”, escreveu ‘Hendo’ na legenda da publicação.

    Histórico da lenda

    Depois de uma carreira de relativo sucesso no wrestling, Dan Henderson migrou para o MMA, onde estreou como profissional em 1997, no evento ‘Brazil Open’, disputado e vencido pelo americano em território tupiniquim. Ao longo de quase duas décadas de dedicação à modalidade, ‘Hendo’ acumulou 32 vitórias e 15 derrotas em 47 combates, muitos deles contra grandes astros de sua geração, como: Vitor Belfort, Maurício ‘Shogun’, Fedor Emelianenko, Wanderlei Silva, Anderson Silva, Rodrigo ‘Minotauro’, Rogério ‘Minotouro’, Ricardo Arona, Renzo Gracie, entre outros.

    O lutador americano também conquistou múltiplos títulos pelas organizações nas quais competiu. Um ano após iniciar sua trajetória no MMA, ‘Hendo’ venceu o torneio peso-médio do UFC 17. Em 1998 foi a vez do GP do ‘Rings: King of Kings’. No Pride, o atleta se tornou bicampeão simultâneo nas divisões dos meio-médios (84 kg) e médios (93 kg). E pelo Strikeforce, o veterano levou o cinturão dos meio-pesados.

  • Presidente do Bellator parabeniza Fedor por carreira e revela lutas que lhe faltaram no MMA

    Presidente do Bellator parabeniza Fedor por carreira e revela lutas que lhe faltaram no MMA

    Aos 46 anos, Fedor Emelianenko, enfim, encerrou sua carreira no MMA. No último sábado (4), na Califórnia (EUA), o russo atuou pela última vez no esporte contra Ryan Bader e a despedida teve sabor amargo, já que perdeu por nocaute na disputa pelo cinturão do peso-pesado do Bellator. De qualquer forma, Scott Coker, líder da organização, ignora o resultado adverso obtido por ‘The Last Emperor’ e expressa toda sua admiração por ele.

    Emocionado com a despedida de Fedor do MMA, o cartola revelou que sempre o acompanhou como um fã e ressaltou que, anos depois, promover seus combates finais foi especial. Fã confesso do ícone do esporte, Coker o classificou como maior peso-pesado da história, ignorando nomes como Cain Velasquez, Stipe Miocic, entre outros da disputa, e lamentou o fato do russo jamais ter enfrentado os também lendários Josh Barnett e Randy Couture. Vale pontuar que ‘The Warmaster’ se destacou no PRIDE e teve boa passagem por Strifeforce e UFC, enquanto ‘The Natural’ marcou época no Ultimate. Como os veteranos são contemporâneos de Emelianenko, o líder do Bellator informa que se culpa por não realizar tais embates grandiosos em sua liga.

    “Eu teria gostado de ver Fedor e Randy lutarem? Claro. Ele e Josh? Claro. Mas se você olhar para a série de lutas que ele teve no PRIDE durante seu auge, foi simplesmente incrível. Fedor já fez de tudo. Ele não precisava fazer mais nada. Então, toda vez que ele faz outra luta, nos últimos três ou quatro anos, foi uma ocasião especial, um evento. Você pode sentir isso. Quando ele luta, é um evento. Ele não precisa provar a si mesmo. Para mim, ele é o maior pesado de todos os tempos. Eu estava dizendo para ele quando ele saiu, ‘Foi uma honra para mim promovê-lo’. Fedor é um verdadeiro campeão e para mim é o GOAT”, declarou o cartola, na coletiva de imprensa pós-Bellator 290.

    Fedor Emelianenko, de 46 anos, é um dos grandes nomes da história do MMA e é apontado por parte dos fãs como o melhor lutador de todos os tempos. ‘The Last Emperor’ iniciou sua trajetória no esporte em 2000, marcou época no PRIDE como campeão do peso-pesado e, pela organização, venceu nomes como Gary Goodridge, Kevin Randleman, Mark Coleman (duas vezes), Mark Hunt, Mirko ‘Cro Cop’ e Rodrigo ‘Minotauro’ (duas vezes). Pelo Bellator, o russo possui vitórias por nocaute sobre Chael Sonnen, Frank Mir e Quinton ‘Rampage’ Jackson, todos ex-UFC.

  • Alistair Overeem revela que Fedor Emelianenko recusou enfrentá-lo três vezes

    Alistair Overeem revela que Fedor Emelianenko recusou enfrentá-lo três vezes

    Alguns meses atrás, o Bellator anunciou a volta de Fedor Emelianenko às competições, após mais de um ano ausente, em um evento que será realizado em Moscou (RUS). Porém, ao menos no primeiro comunicado, a liga não divulgou o nome do seu adversário, o que mexeu com o imaginário dos fãs que já sonhavam com superlutas históricas. Um dos rivais ventilados para ‘receber’ o russo seria o Alistair Overeem, mas, de acordo com o holandês, esse confronto não vai acontecer por decisão do ‘Último Imperador’.

    Em entrevista ao programa ‘MMA Hour’, Overeem revelou que Fedor, além desta última recusa, declinou a oferta de enfrentá-lo em outras duas ocasiões. Vale mencionar que o ex-campeão do Pride vai encarar Tim Johnson na sua próxima apresentação, no dia 23 de outubro, enquanto Overeem vai lutar pelo cinturão do peso-pesado do GLORY, evento de kickboxing, contra o campeão Rico Verhoeven, na mesma data do duelo do russo.

    “Tentamos fazer essa luta em 2010 quando ele lutou com (Fabrício) Werdum e eu lutei com Brett Rogers, mas ele recusou. Depois que ele perdeu para Werdum, tentamos fazer novamente e ele recusou. E agora (em 2021) ele não aceitou novamente. Então são três recusas, eu acho, com todo o respeito, que não há interesse do lado de lá para lutar comigo e eu não posso culpá-lo”, explicou o peso-pesado, antes de concluir.

    “Eu também estou ficando um pouco mais velho. Ele é um pouco mais velho que eu, acho que tem 45 ou 46 anos, então eu entendo. Mas fiz tudo o que pude para que essa luta acontecesse, nos últimos dez anos e também agora”, completou o holandês.

    Alistair Overeem estreou no MMA profissional em 1999, onde possui 47 vitórias e 19 derrotas. O holandês integrou diversas companhias conhecidas do esporte, como os extintos PRIDE e Strikeforce, UFC, entre outras e, ao longo de sua trajetória, conquistou o cinturão do peso-pesado do Strikeforce, DREAM e K-1, organização especializada em trocação. Suas vitórias mais importantes na modalidade foram sobre Brock Lesnar, Fabrício Werdum (duas vezes), Frank Mir, Júnior ‘Cigano’, Vitor Belfort (duas vezes).

  • Cris ‘Cyborg’ cita Cat Zingano como próxima adversária no Bellator

    Cris ‘Cyborg’ cita Cat Zingano como próxima adversária no Bellator

    Apontada por boa parte dos fãs e da imprensa especializada como uma das melhores lutadoras da história do esporte, Cris ‘Cyborg’ segue em atividade e continua colecionando títulos. A brasileira enfrentou praticamente todos os grandes nomes do MMA feminino ao longo de sua carreira , porém um deles passou despercebido. Trata-se de Cat Zingano. No entanto, a curitibana não esqueceu da americana no atual momento.

    Ao participar do podcast ‘The Catch Up’, ‘Cyborg’ citou o nome de Zingano como sua provável adversária e desafiante no Bellator. Vale lembrar que a brasileira se tornou campeã do peso-pena (66 kg) da organização logo em sua estreia e já defendeu o cinturão uma vez, enquanto que a americana venceu sua primeira luta na nova casa e ficou próxima de disputar o título da categoria. Curiosamente, a dupla integrou o UFC no mesmo período, mas nunca entrou em rota de colisão. Sobre a realização do duelo, a curitibana indicou que tudo depende da vontade de Scott Coker, líder da companhia.

    “Você conhece a Cat Zingano. Ela começou a lutar nos penas e disputou algumas lutas. Ela é venceu Amanda Nunes, acho que foi a última a conseguir isso. Ela venceu Miesha Tate também. Zingano é um grande nom. Com certeza, se Scott Coker falar ‘Cris, a próxima luta para você será Cat Zingano’, eu só tenho que trabalhar, treinar e estar pronta e animada para esta luta”, declarou ‘Cyborg’.

    Cris ‘Cyborg, de 35 anos, é uma das lutadoras mais condecoradas do MMA feminino e, consequentemente, é considerada uma das melhores da história do esporte. A brasileira estreou na modalidade em 2005 e conquistou o cinturão das principais organizações (UFC, Bellator, Strikeforce e Invicta FC). As vitórias mais marcantes da curitibana foram diante de Gina Carano, Holly Holm, Julia Budd, Marloes Coenen (duas vezes), entre outras.

  • Antônio ‘Pezão’ elege as três principais lutas de sua carreira no MMA

    Antônio ‘Pezão’ elege as três principais lutas de sua carreira no MMA

    Com mais de 15 anos no MMA profissional, Antônio ‘Pezão’ já passou por muitas batalhas dentro dos cages da modalidade. Com a experiência de ter participado dos maiores eventos de artes marciais mistas do mundo, o peso-pesado enfrentou grandes nomes ao decorrer de sua carreira e recordou grandes momentos vividos na modalidade.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o ex-desafiante ao cinturão do UFC elegeu as três maiores lutas que fez no MMA até o momento na carreira. Como não poderia ser diferente, ‘Pezão’ colocou a primeira quando encarou Fedor Emelianenko, pelo extinto Strikeforce, em 2011. Na ocasião em que se enfrentaram, o russo só havia perdido duas lutas, após 35 apresentações.

    “A principal luta foi contra o Fedor Emelianenko. Foi uma grande luta e me botou no auge naquele momento, fiquei bem mais conhecido no esporte”, disse o lutador.

    Outro combate que não sai da cabeça de ‘Pezão’ ele não saiu com a vitória, mas gerou uma grande repercussão. Em dezembro de 2013, o atleta encarou Mark Hunt e, depois de cinco rounds eletrizantes, foi dado um empate. O resultado, posteriormente virou um ‘No Contest’, pelo brasileiro ter sido flagrado em exame antidoping. No entanto, nem esse fato apaga a sua memória afetiva dessa apresentação.

    “Outra luta que me marcou muito e que não foi vitória, mas acho que valeu até mais que uma vitória que foi a primeira contra o Mark Hunt. Fiz uma grande luta durante cinco rouns e terminuou empate. Fizemos uma grande batalha”, recordou.

    Para fechar o hall de lutas emblemáticas de ‘Pezão’, ele não deixou de mencionar o confronto diante de Alistair Overeem, em 2013, pelo UFC. Naquela ocasião, o peso-pesado sofreu com provocações do rival, mas, no fim das contas, calou a boca do falastrão com um nocaute no terceiro round.

    “Por última luta que gosto muito de lembrar foi a contra o Overeem, por tudo que aconteceu, por todo o falátório antes da luta por parte dele. Eu vinha perdendo dois rounds e virei, consegui um nocaute. Foi inesquecível”, completou o brasileiro.

    Após apresentações de kickboxing e boxe sem luvas, Antônio ‘Pezão’ vai retornar ao MMA no dia 30 de outubro. O ex-lutador do UFC encara Brett Martin, em sua estreia no Taura MMA, que acontece na Flórida (EUA).

  • No aniversário de 10 anos da vitória sobre Fedor, Werdum destaca: “Mudou minha vida”

    No aniversário de 10 anos da vitória sobre Fedor, Werdum destaca: “Mudou minha vida”

    Fabrício Werdum venceu Fedor Emelianenko em 2010, no Strikeforce – Diego Ribas

    Nesta sexta-feira (26), um combate histórico completa dez anos. No dia 26 de junho de 2010, Fabrício Werdum chocou o mundo ao precisar de pouco mais de um minuto de luta para finalizar Fedor Emelianenko, considerado por muitos à época como o maior lutador de MMA de todos os tempos e tido como um atleta praticamente invencível. O triunfo, válido pelo extinto evento ‘Strikeforce’, foi o responsável por mudar completamente os rumos da vida do brasileiro, como o próprio admite.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Werdum relembrou a surpreendente vitória e destacou a importância dela no prosseguimento de sua carreira, ressaltando que, além do respeito adquirido pelo feito inédito, também teve acesso a oportunidades e conquistas financeiras que antes não estavam disponíveis. Apesar de ter inúmeros momentos marcantes em sua trajetória no MMA, como o fato de ter sido campeão peso-pesado do UFC, o gaúcho não tem dúvidas ao apontar o triunfo sobre a lenda russa – que até aquela disputa de 2010 possuía 31 vitórias e apenas uma controversa derrota, por interrupção médica – como o ponto de virada em sua vida como atleta.

    “Depois dessa vitória contra o Fedor mudou muito (a minha vida), muito mesmo. Antes eu era conhecido, ‘conhecidinho’, não era bem conhecido. Mas depois dali passou a ser: ‘Quem ganhou do Fedor?’. Eles queriam saber quem era esse cara que ganhou do Fedor. Mudou muito. Vários seminários, convites, presenças. Estava sendo muito mais respeitado, ganhei o prêmio de ‘Upset of the Year’ (Zebra do Ano). Então, mudou completamente minha vida. Eu tinha chegado nos Estados Unidos, tinha um dinheiro guardado, mas começou a acabar, e essa vitória me salvou, me ajudou muito na parte financeira também. A partir dali só coisa boa aconteceu”, exaltou Fabrício, antes de ressaltar o impacto da conquista.

    “Todo mundo viu, todo mundo lembra. Acho que chocou o mundo do MMA, a galera ficou impressionada da maneira que foi. Com certeza, se não tivesse essa luta com o Fedor, minha história iria ser diferente. Eu fico muito orgulhoso de ter acontecido isso e poder relembrar e falar sempre disso. Sempre com todo o respeito ao Fedor, o admiro muito, por tudo que ele fez, toda a história. No meu ponto de vista, o Fedor é o melhor peso-pesado de toda a história”, afirmou.

    Amplamente considerado como azarão ao entrar na luta contra o russo, Werdum tinha claro em sua mente a necessidade de explorar sua principal arma, o jiu-jitsu, logo nos momentos iniciais da peleja, já que o suor do adversário com o decorrer do combate poderia atrapalhar a pegada em suas tentativas de finalização. A confiança, por ter feito, segundo o próprio, um dos melhores camps de treinamento de sua vida, ajudou o faixa-preta a seguir a estratégia à risca e obrigar Fedor a desistir do combate ao se ver ‘preso’ em um triângulo bem encaixado pelo gaúcho.

    “O acampamento para aquela luta foi um dos melhores que eu fiz, o camp mostrou na hora da luta. Treinei com muito foco, estava determinado. Porque foi naquela época que eu cheguei nos Estados Unidos, estava sem contrato, tive que correr atrás. Aceitei a primeira luta no Strikeforce com uma bolsa bem baixa, depois aceitei a segunda, com o Pezão. E depois veio a oportunidade contra o Fedor, que ninguém acreditava, mas a gente acreditava muito. Eu treinava muito naquela época, tudo certinho, como tem que ser. Aquela luta em especial eu estava muito confiante, muito bem mentalmente. E a combinação mente e o corpo, que é difícil de encontrar, e naquela vez eu encontrei”, contou Werdum, antes de comentar sobre a estratégia traçada para o duelo.

    “A estratégia realmente era levar para o chão e foi o que aconteceu. Pegar no comecinho, porque até o suor era importante. Porque resvala muito e perde muita posição pelo suor, isso realmente influencia. E a gente tinha combinado de tentar pegar no começo para não escorregar. E dito e feito, peguei no triângulo. Treinei muito chão e deu muito certo ali, do jeito que foi. Pegar aquele triângulo no Fedor, que é um cara que eu admiro até hoje e considero o melhor peso-pesado de toda a história”, revelou.

    Muito aconteceu desde aquele confronto do dia 26 de junho de 2010. Enquanto Fabrício seguiu para uma trajetória de sucesso no UFC, inclusive tendo conquistado o cinturão dos pesados da entidade, Fedor Emelianenko continuou a lutar por outros eventos, sem nunca chegar a um acordo que o levasse à principal organização de MMA do planeta. Com ambos já acima dos 40 anos, o encerramento de suas carreiras já se aproxima. E para coroar o longo período de serviços prestados ao esporte, além de celebrar a realização do primeiro duelo, Werdum sugere uma revanche entre eles.

    “Acho que uma revanche seria muito legal. Dez anos depois, por ser o Fedor, de ter essa história. Acho que chama atenção pelo fato de ter passado muito tempo, eu acho que a galera iria querer ver essa luta. Dois veteranos, dois caras que fizeram história, cada um no seu caminho. Ia ser muito legal fazer uma revanche com ele. E quem sabe não possa acontecer uma revanche antes que eu me aposente, antes que eu encerre a minha carreira. De repente, a gente encerra a carreira os dois juntos. A gente luta e depois eu até o convido para tomar uma vodca (risos)”, brincou o gaúcho.

    Aos 42 anos, Fabrício Werdum soma 23 vitórias, nove derrotas e um empate na carreira. Em seu próximo compromisso, o brasileiro encara Alexander Gustafsson no dia 25 de julho, em evento do UFC marcado para a ‘Ilha da Luta’, em Abu Dhabi. Por sua vez, Fedor Emelianenko, que compete no MMA profissional desde 2000, acumula 39 triunfos, seis reveses e um ‘no contest’ (luta sem resultado). O russo, que ainda tem nova luta agendada, superou Quinton ‘Rampage’ Jackson em sua última peleja, em dezembro de 2019, pelo Bellator 237.