Tag: poder de nocaute

  • Jan Blachowicz confia no poder de nocaute de Alex Poatan contra Jon Jones

    Jan Blachowicz confia no poder de nocaute de Alex Poatan contra Jon Jones

    Ao que parece, até mesmo os rivais de Alex Pereira estão interessados em uma futura aventura do brasileiro nos pesos-pesados do UFC, principalmente no possível confronto contra Jon Jones. Primeiro lutador a encarar ‘Poatan’ – e perder – na divisão dos meio-pesados (93 kg), em julho de 2023, o polonês Jan Blachowicz não esconde sua empolgação com a possibilidade do striker paulista colocar um ponto final na longa invencibilidade de ‘Bones’.

    Em entrevista ao canal ‘Home of Fight’, Jan Blachowicz exaltou o poder de nocaute de Alex Poatan. Na opinião do veterano, ex-campeão meio-pesado do UFC, a força nos golpes do atual detentor do cinturão até 93 kg da liga pode ser um diferencial em favor do brasileiro em uma possível disputa contra Jon Jones no octógono mais famoso do mundo.

    Eu acho que ele consegue (nocautear Jon Jones). Pereira tem poder de nocaute, então ele pode finalizar essa luta antes do tempo. Talvez eles façam isso na Casa Branca”, afirmou Blachowicz.

    Conhecimento de causa

    Aos 42 anos de idade, Jan Blachowicz fala sobre este tema com conhecimento de causa – e não apenas devido à longa experiência como lutador. Na verdade, o polonês faz parte de um seleto grupo de atletas que conseguiram não sucumbir diante da potência dos golpes de Alex Poatan, seja no kickboxing ou no MMA.

    Contando apenas sua passagem no UFC, o striker paulista só não nocauteou Blachowicz e o compatriota Bruno ‘Blindado’ Silva. Israel Adesanya e Magomed Ankalaev até passaram ilesos – cada um em uma luta – e, até mesmo, conseguiram vencer o brasileiro. Porém, Poatan nocauteou ambos em outros combates disputados no octógono do Ultimate.

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  • Esposa de Holloway supera marido e Zumbi Coreano em máquina de soco; veja

    Esposa de Holloway supera marido e Zumbi Coreano em máquina de soco; veja

    Dois dos principais nomes do peso-pena (66 kg) na história recente do MMA, Max Holloway e Chan Sung Jung provaram dentro do cage que possuíam poder de nocaute nas mãos. O que ninguém sabia, no entanto, era que a esposa do lutador havaiano do UFC, a surfista profissional Alessa Quizon, também é dona de um potente soco.

    Durante uma viagem à Coreia do Sul, Max Holloway se juntou com o antigo rival e ídolo local Chan Sung Jung para conhecer melhor o país asiático. Em um dos passeios, registrado e compartilhado pelo canal do ex-campeão peso-pena do UFC no ‘Youtube’, os ex-rivais foram para um ‘arcade’ se divertir.

    No local, Holloway e o ‘Zumbi Coreano’ decidiram disputar quem tinha o soco mais forte em uma máquina que mede a potência dos golpes. E depois de levar a melhor em duas tentativas diante de Sung Jung, o havaiano viu sua esposa tentar a sorte no brinquedo e, surpreendentemente, registrar uma pontuação mais alta que os dois lutadores – 9872, contra 9865 do seu marido e 9532 do asiático.

    Holloway vs Zumbi Coreano

    Esta não foi a primeira vez que Chan Sung Jung teve contato com o poder dos golpes da família Holloway. Em agosto de 2023, no UFC Singapura, o ‘Zumbi Coreano’ foi nocauteado pelo havaiano, em um combate que ficaria marcado como sua despedida do MMA profissional, do qual se aposentou com um cartel de 17 vitórias e oito derrotas.

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  • Tanque de guerra! Brunno Hulk faz alerta a rivais após finalização no UFC 313: “Sou completo”

    Tanque de guerra! Brunno Hulk faz alerta a rivais após finalização no UFC 313: “Sou completo”

    Mesmo tendo enorme sucesso na trocação, graças ao seu poder de nocaute, Brunno Ferreira entrou no octógono do UFC 313, no último sábado (8), com um objetivo claro: voltar às raízes na luta agarrada e mostrar que é um lutador de MMA completo. E, com uma vitória por finalização sobre Armen Petrosyan, ‘Hulk’ – como o peso-médio (84 kg) é conhecido – cumpriu com sua missão e, de quebra, mandou um recado para todos os rivais de divisão.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o atleta paranaense não escondeu sua satisfação por ter conseguido colocar em prática seu plano pré-luta. Mais do que isso, Brunno Hulk acredita que a forma como conquistou sua mais recente vitória no octógono mais famoso do mundo serve como um alerta aos futuros adversários na categoria dos médios do Ultimate, e o aviso é claro: eles enfrentarão um verdadeiro “tanque de guerra”, com muitas armas para serem usadas e que não conta apenas com seu poder de nocaute, como muitos pensavam.

    “(Queria mostrar meu chão) Porque eu cheguei dessa forma, mostrando meu poder de chão, de queda… Inevitavelmente, os caras achavam que eu ia levar para baixo e minha mão acabava entrando, e como eu tenho uma mão pesada, isso me trouxe cada vez mais no meu objetivo. Agora todo mundo já sabe: (tem que) respeitar minha mão e agora vão respeitar o meu chão. (O recado para a divisão é) Que eles vão enfrentar um cara 100% completo. Não deixo de trabalhar todas as áreas. Sou um striker, sou um grappler de excelência. Eles vão encontrar um tanque de guerra pela frente, preparado e com um arsenal gigantesco“, afirmou Brunno.

    Primeira vitória por finalização no UFC

    A chave-de-braço aplicada em Armen Petrosyan no último sábado, pelo card preliminar do UFC 313, marcou a primeira vitória de Brunno Hulk por finalização desde que iniciou sua caminhada dentro do UFC. Anteriormente, o peso-médio brasileiro havia conquistado todos os seus triunfos na organização – três no total – por nocaute.

  • Treinador brasileiro detalha preparação de Mike Tyson e relata nocautes em treinos

    Treinador brasileiro detalha preparação de Mike Tyson e relata nocautes em treinos

    Depois de receber elogios rasgados por parte de Mike Tyson, agora foi a vez de Rafael Cordeiro retribuir a gentileza e exaltar a ética de trabalho do veterano pugilista de 58 anos. Treinador de renome no MMA, o brasileiro radicado nos Estados Unidos comanda, há alguns anos, os treinamentos do ex-campeão mundial de boxe, que encara Jake Paul nesta sexta-feira (15), no Texas (EUA). E com a propriedade de quem acompanha de perto a preparação de ‘Iron’ para o desafio contra o youtuber, o curitibano tranquiliza e anima os fãs da lenda da nobre arte que, porventura, pudessem estar preocupados pela diferença de idade e físico dos rivais.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Rafael Cordeiro deu detalhes sobre a rotina de treinos de Mike Tyson e, de quebra, afirmou que o veterano – apesar da idade avançada – mantém o poder de nocaute que o fez ser reconhecido mundialmente como um dos homens mais perigosos da história em cima do ringue. De acordo com o treinador, inclusive, o ex-campeão mundial dos pesos-pesados levou alguns de seus parceiros de treino à lona durante sessões de sparring, como já havia sido divulgado nas redes sociais pela promotora do evento.

    “Eu nunca vi uma pessoa com 58 anos treinar da forma que ele treina, se esforçar da forma que ele se esforça – uma dedicação absurda. De manhã, ele levanta às 5 horas. Faz o cardio, faz a massagem, descansa, meio-dia ele vai para a academia, eu faço a mão dele, ele faz a massagem, aquece, faz o boxe, dá meia hora ele descansa, vai para a preparação física. Sai da academia, volta para casa e descansa, e volta à noite para fazer levantamento de peso. Essa é a rotina do Mike. Eu vi esse cara derrubando os sparrings, eu vi ele dobrando a galera. (Ainda) Bate muito forte, é impressionante. A velocidade que chega é impressionante”, detalhou Rafael Cordeiro.

    Onde assistir Mike Tyson vs Jake Paul?

    O duelo entre Mike Tyson e Jake Paul poderá ser assistido, ao vivo, na plataforma de streaming Netflix. O evento será realizado nesta sexta-feira, dia 15 de novembro, e a transmissão terá início a partir das 22 horas (horário de Brasília).

    Whindersson Nunes no card

    Além do confronto entre Mike Tyson e Jake Paul, luta principal do evento, o card do show marcado para acontecer nesta sexta-feira, no Texas, contará com outras atrações de grande interesse do público. Uma delas envolve o youtuber brasileiro Whindersson Nunes, que medirá forças com o boxeador indiano Neeraj Goyat. O humorista, inclusive, contou com um reforço de luxo na sua preparação: o campeão do UFC Alex ‘Poatan’ Pereira.

  • Alex Poatan bate recorde de Francis Ngannou em máquina que mede força do soco

    Alex Poatan bate recorde de Francis Ngannou em máquina que mede força do soco

    Lutador que levou menos tempo – e com o menor número de lutas – para conquistar dois títulos em duas divisões no Ultimate, Alex Pereira alcançou mais uma marca expressiva, desta vez fora do octógono. Às vésperas da sua primeira defesa de cinturão nos meio-pesados (93 kg), que acontece na luta principal do UFC 300, neste sábado (13), ‘Poatan’ se tornou o dono do soco mais forte já registrado pela ‘PowerKube’, máquina que mede a potência de golpes, superando Francis Ngannou.

    Nas instalações do UFC PI (Instituto de Performance do UFC), Poatan registrou – com um único soco de direita – a marca de 191,796 (veja abaixo ou clique aqui). Para efeito de comparação, o recorde anterior pertencia a ninguém mais ninguém menos que Francis Ngannou, ex-campeão peso-pesado do Ultimate, que havia alcançado a pontuação de 129,161 na máquina, em 2018.

    Poder de nocaute comprovado

    A potência nos golpes aplicados por Alex Poatan não é novidade para quem acompanha sua carreira, seja no kickboxing ou no MMA. Na modalidade voltada para a trocação, o paulista conquistou 21 de suas 33 vitórias por nocaute. Já nas artes marciais mistas foram, até o momento, sete dos nove triunfos por nocaute. Neste sábado, o campeão dos meio-pesados terá a oportunidade de ampliar seus números no ‘main event’ do UFC 300, quando colocar seu cinturão em jogo contra Jamahal Hill.

  • Veterano do UFC questiona poder de nocaute de Paulo Borrachinha

    Veterano do UFC questiona poder de nocaute de Paulo Borrachinha

    Um dos principais nomes do peso-médio (84 kg) do UFC nos últimos anos, Paulo ‘Borrachinha’ se notabilizou pela trocação afiada e pelas vitórias por nocaute. Porém, há quem questione se o lutador brasileiro merece, de fato, o status de nocauteador nato, como é o caso de Anthony Smith, top 10 dos meio-pesados (93 kg) do Ultimate e comentarista nas horas vagas.

    Em recente participação no podcast ‘Believe You Me’, Smith discordou da ‘fama’ atribuída a ‘Borrachinha’ e questionou seu real poder de nocaute. Ao justificar sua opinião, o veterano lutador do UFC afirma que, apesar da alta porcentagem de vitórias por nocaute na carreira, o brasileiro tem demonstrado dificuldade na hora de ‘apagar’ seus adversários, precisando de um grande volume de golpes para sacramentar seus triunfos.

    “Eu sei que todo mundo vai ficar com raiva de mim quando eu disser isso, mas Paulo sempre foi visto como esse grande nocauteador que bate pesado, mas ele não nocauteia ninguém há algum tempo. Ele é explosivo e agressivo? E ele acerta muitos golpes, com certeza, mas pense na última pessoa que ele levou à lona. Eu não consigo te dizer de cabeça. Ele esteve lá com Luke. Ele teve Luke Rockhold machucado algumas vezes e não conseguiu colocá-lo para dormir. Não me entenda mal. Eu não estou dizendo que ele não tem força. Estou dizendo que ele não está apagando as pessoas quando elas estão nervosas sobre isso. A (vitória sobre) Johnny Hendricks foi tipo esmagadora – foi um nocaute técnico, mas ele não está assustando as pessoas”, ponderou Smith.

    Números de ‘Borrachinha’ no MMA

    Na sua carreira como profissional no MMA, iniciada em 2012, Paulo ‘Borrachinha’ acumula 14 vitórias – 11 delas via nocaute ou nocaute técnico – e apenas duas derrotas. No Ultimate, o mineiro começou sua trajetória vencendo quatro lutas por ‘TKO’ (nocaute técnico), mas, desde julho de 2018, não conquista um resultado deste tipo. O mineiro pode quebrar essa escrita no dia 17 de fevereiro, quando enfrentará Robert Whittaker, no UFC 298, em Anaheim, na Califórnia (EUA).

  • Francis Ngannou prevê “sentimento diferente” em caso de nocaute sobre Tyson Fury

    Francis Ngannou prevê “sentimento diferente” em caso de nocaute sobre Tyson Fury

    Durante uma década como lutador profissional de MMA, Francis Ngannou construiu uma reputação de ter uma das mãos mais pesadas da modalidade. Agora, às vésperas de estrear no boxe, o camaronês torce para que seu poder de nocaute lhe dê sua primeira vitória na nova modalidade, diante do campeão mundial Tyson Fury, no sábado (28), na Arábia Saudita – uma experiência que, caso se confirme, o próprio ex-lutador do UFC não consegue descrever.

    Azarão nas bolsas de apostas para o duelo contra Fury, o ex-campeão peso-pesado do UFC tem na potência dos golpes sua maior arma diante de um adversário muito mais experiente no boxe. Por isso, caso surpreenda o mundo das lutas no sábado com um triunfo sobre ‘The Gypsy King’, Ngannou acredita que o sentimento será completamente diferente de qualquer outro momento vivido por ele anteriormente em sua carreira.

    Eu acho que seria único. Isso seria um sentimento diferente. Normalmente eu consigo antecipar como seria a sensação de ter um nocaute, porque eu conheço aqueles. Mas esse é bem diferente. Eu não sei como vai se sentir, mas eu sei que vai ser muito diferente”, declarou Ngannou, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’.

    Poder de nocaute reconhecido

    Em desvantagem técnica e de experiência na modalidade, Francis Ngannou sobe no ringue de boxe neste sábado para encarar Tyson Fury, dono do título mundial peso-pesado do Conselho Mundial de Boxe (WBC), na Arábia Saudita. No seu corner, o camaronês terá o auxílio do lendário pugilista Mike Tyson, que vem treinando o ex-UFC e aposta que um golpe conectado pode resolver o embate a seu favor.

    O próprio adversário do africano também reconhece o poder de fogo que ‘The Predator’ possui nas mãos e, inclusive, o classificou como mais perigoso que outro rival de respeito na nobre arte: o campeão mundial ucraniano Oleksandr Usyk. No MMA, Ngannou conquistou 12 de suas 17 vitórias por nocaute.

  • Tyson Fury classifica Ngannou como rival mais perigoso que campeão mundial de boxe

    Tyson Fury classifica Ngannou como rival mais perigoso que campeão mundial de boxe

    Sem lutar desde dezembro do ano passado, Tyson Fury terá dois compromissos na sequência nos próximos meses. No próximo sábado (28), o inglês enfrentará o ex-campeão do UFC Francis Ngannou, na Arábia Saudita. Depois, The Gypsy King terá pela frente o ucraniano Oleksandr Usyk, em disputa pela unificação dos títulos peso-pesado das principais organizações de boxe do mundo. E para o britânico, um deles representa maior perigo.

    Ao contrário da crença da maioria do mundo das lutas, Fury aponta Ngannou como um rival mais temível do que Usyk. Na visão do gigante inglês, o poder de nocaute demonstrado pelo camaronês quando ainda competia no MMA, especificamente no UFC, faz dele um oponente a ser respeitado.

    “Muitas pessoas estão interessadas nessa luta pelo título indiscutível, fantástico. Mas eu tenho uma pessoa muito mais perigosa para lidar no próximo sábado do que eu tenho depois pela luta de título, eu acredito. Porque Francis é um homem maior, mais forte, mais poderoso e tem poder de nocaute. Nós já vimos com Oleksandr Usyk que ele não causa muitos danos para as pessoas que acerta. Então, você provavelmente poderia deixar Usyk socar sua cabeça e ele vai te deixar com um olho roxo. Se você deixar Ngannou te socar na cabeça, ele provavelmente vai sacudir seu cérebro para você”, comentou Fury, em entrevista à ‘ESPN’ americana.

    Números parecidos

    Apesar de Francis Ngannou ter, de fato, uma ligeira vantagem física sobre Oleksandr Usyk – cerca de 3 centímetros a mais de altura -, a diferença nos números no cartel de ambos não é tão discrepante. Durante sua carreira no MMA, o camaronês conquistou 70,5% de suas vitórias por nocaute, enquanto o ucraniano possui 66,6% de seus triunfos pela via rápida.

  • Daniel Cormier alerta Alex Poatan antes do UFC 291: “Não pode ser atingido”

    Daniel Cormier alerta Alex Poatan antes do UFC 291: “Não pode ser atingido”

    Ex-campeão do peso-médio (84 kg), Alex ‘Poatan’ estreia nos meio-pesados da organização no próximo dia 29 de julho, contra o polonês Jan Blachowicz, no UFC 291, programado para acontecer em Salt Lake City (EUA). E a previsão do mundo das lutas, ao menos neste momento, para o primeiro compromisso do brasileiro na nova categoria não é das mais otimistas.

    Além de Alex abrir como azarão nas casas de apostas, algumas figuras importantes do MMA têm se mostrado reticentes quanto ao sucesso do brasileiro diante do ex-campeão dos meio-pesados do UFC. Depois do eterno rival do paulista, Israel Adesanya, apontar Jan Blachowicz como favorito para o confronto, agora foi Daniel Cormier quem indicou que o poder de nocaute do polonês pode ser um desafio muito complicado para Poatan superar.

    “Nós vimos Adesanya machucar Pereira em duas lutas. Ele não pode ser atingido por Jan Blachowicz. Blachowicz bate muito duro. Eu já vi Blachowicz quase decapitar alguns caras. Luke Rockhold, Dominick Reyes, a forma como ele estava nocauteando alguns caras por um tempo era muito assustadora”, afirmou Cormier, em recente episódio do programa ‘DC & RC’.

    Alex Poatan nos meio-pesados

    Apesar do duelo contra Jan Blachowicz ser seu primeiro compromisso na divisão até 93 kg pelo Ultimate, Alex Poatan possui experiência na categoria. Quando ainda se dedicava exclusivamente ao kickboxing, o brasileiro foi duplo campeão no Glory, principal evento da modalidade, conquistando os cinturões do peso-médio e do meio-pesado.

  • Cormier questiona potência de Jon Jones e faz alerta: “Nunca igualará Gane em poder”

    Cormier questiona potência de Jon Jones e faz alerta: “Nunca igualará Gane em poder”

    Apontado por muitos como o melhor lutador de MMA de todos os tempos, Jon Jones detém um arsenal de atributos extenso para utilizar dentro do octógono. Na opinião de Daniel Cormier, porém, apesar do vasto leque de habilidades, ‘Bones’ peca em um fundamento: poder de fogo nas mãos. Com a experiência de quem já enfrentou o americano em duas oportunidades, ‘DC’ projetou que a suposta brecha no jogo de seu rival de longa data possa ser exposta de forma ainda mais clara em sua estreia nos pesos-pesados.

    Durante edição recente de seu programa ‘DC & RC’, o ex duplo campeão do UFC e agora comentarista opinou que Jones não será capaz de se equivaler com Ciryl Gane, um peso-pesado de origem, no quesito potência dos socos. Cormier ressaltou, porém, que o ex-campeão meio-pesado (93 kg) da companhia possui outras habilidades que o credenciam ao triunfo diante do striker francês.

    “Acho que ele terá que usar suas habilidades, porque vou dizer algo agora: o Jones não socava muito forte. Tipo, foi uma das coisas que se destacava nele. Agora, ele dava joelhadas fortes, chutava forte e dava cotoveladas fortes. Fazia muitas coisas muito bem. Mas em termos de habilidade de soco, ele não tinha esse poder de choque. Agora, ganhando 13kg, talvez ele fique com o soco mais pesado, mas nunca igualará Ciryl Gane em termos de poder no soco. Ele vai precisar usar suas habilidades para fazer isso (vencer)”, avaliou Daniel.

    Jones volta a ativa neste sábado (4), na luta principal do UFC 285, em Las Vegas (EUA), após três anos afastado do esporte. Em seu retorno, o americano tenta consolidar, em caso de vitória, ainda mais os argumentos dos fãs que o defendem como ‘GOAT’ (melhor de todos os tempos) do MMA, ao, em sua estreia nos pesados, já competir pelo cinturão vago da categoria, diante de Ciryl Gane.