Tag: MMA

  • Sterling desponta com leve favoritismo em possível luta com Henry Cejudo no UFC

    Sterling desponta com leve favoritismo em possível luta com Henry Cejudo no UFC

    Na última semana, Aljamain Sterling afirmou que sua próxima defesa de cinturão será contra Henry Cejudo. E, desde então, o duelo entre os dois, apesar de ainda não oficial, já virou assunto na comunidade do MMA. E, pelo que parece, os fãs da modalidade preveem um combate bastante equilibrado entre ‘Triple C’ e o atual campeão peso-mosca (57 kg) do Ultimate – ao menos é o que indicam as casas de apostas.

    De acordo com o site ‘Best Fight Odds’, o embate entre Cejudo e Sterling conta quase com um empate técnico, mas com um leve favoritismo ao atual campeão. Para embolsar R$100 no triunfo de ‘FunkMaster’, o fã de MMA terá que desembolsar R$120 no resultado. Já quem apostar na vitória do ‘Triple C’, terá que investir R$100 para lucrar os mesmos R$100, caso se concretize.

    A expectativa, de acordo com o próprio Sterling, é de que os dois entrem em rota de colisão em março de 2023, apesar da luta ainda não contar com data nem local oficializado pelo Ultimate. O provável confronto também marca o retorno de Cejudo ao esporte. Afastado dos octógonos desde maio de 2020, o medalhista olímpico não perde uma luta de MMA profissional desde 2016.

    Atual campeão até 57 kg, com duas defesas de cinturão asseguradas, Sterling também vive um período de longa invencibilidade. Embalado por oito vitórias seguidas no UFC, o americano foi superado pela última vez em 2017, diante de Marlon Moraes, quando foi nocauteado brutalmente pelo brasileiro.

  • Darren Till enaltece geração inglesa no UFC e projeta supercard em Londres

    Darren Till enaltece geração inglesa no UFC e projeta supercard em Londres

    A Inglaterra sempre foi um mercado tradicional no Ultimate, com a companhia sediando diversos cards no país por conta da popularidade local do MMA. Mas nos últimos anos, parece que o desempenho esportivo, enfim, alcançou o patamar esperado na ‘Terra da Rainha’. Um dos primeiros expoentes da modalidade a se tornar astro no UFC, Darren Till exaltou a geração repleta de talentos em ascensão na empresa presidida por Dana White.

    Além do atual campeão dos meio-médios (77 kg), Leon Edwards, a Inglaterra conta com outros nomes populares ou em posição de destaque no ranking, como: Tom Aspinall, nos pesos-pesados, Arnold Allen, nos pesos-penas (66 kg), e Muhammad Mokaev, nos pesos-moscas (57 kg). Com a nova geração ganhando espaço, Till projetou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, que o próximo evento do UFC na Inglaterra tem potencial para entrar para a história da liga.

    “O MMA na Inglaterra está evoluindo muito rápido. Agora, esse card de março, será um dos melhores cards do UFC em anos (…) Leon, Till, Paddy, todas essas pessoas, vamos lá. (Tudo) Está evoluindo lá, o wrestling, grappling, striking. Está todo mundo chegando no topo, todo mundo lá”, avaliou.

    O card do Ultimate em Londres está agendado para o dia 18 de março de 2023. Além dos nomes bem posicionados no ranking, os ingleses contam com um representante que virou febre na empresa: Paddy Pimblett. Carismático, o jovem de 27 anos já desponta como um dos principais astros do UFC, com apenas três lutas realizadas. Com a experiência de quem já esteve sob os holofotes, Darren Till aconselha o compatriota.

    “Se eu tivesse que dar um conselho para ele seria: ‘Dirige o hype até o final’. Se você perder, não fica: ‘Ah, perdeu’. Porque todo mundo vai falar. Mas pega e fala: ‘Isso é luta, todo mundo peca’. Mas estou gostando de ver o hype dele (Pimblett), está muito interessante. Tomara que ele se dê bem no sábado, acho que vai. Mas tem um oponente muito bom. Vamos ver se ele vai dar conta”, opinou o inglês.

    Tanto Darren Till quanto Pimblett entram em ação neste sábado (10), pelo UFC 282. ‘The Baddy’ mede forças com Jared Gordon, na divisão dos pesos-leves (70 kg), em luta que servirá como ‘co-main event’ da noite. Já ‘The Gorilla’ tenta dar fim a má fase ao enfrentar o sul-africano Dricus Du Plessis.

  • Paddy Pimblett cogita luta com Conor McGregor no UFC: “Maior PPV da história”

    Paddy Pimblett cogita luta com Conor McGregor no UFC: “Maior PPV da história”

    Com pouco mais de um ano no Ultimate, Paddy Pimblett já desponta como um dos atletas mais populares da organização. De olho em confrontos grandiosos, o peso-leve (70 kg) vislumbra uma luta contra o maior astro da modalidade: Conor McGregor. Para tal, o inglês de apenas 27 anos se dispõe, inclusive, a subir de categoria e medir forças com o falastrão irlandês entre os meio-médios (77 kg).

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, ‘The Baddy’, como é conhecido, demonstrou respeito ao falar sobre McGregor. Na opinião do inglês, uma eventual luta entre os dois quebraria recordes de vendas no Ultimate. Sendo assim, Pimblett estaria disposto a subir de peso para enfrentar ‘Notorious’ e, consequentemente, embolsar um generoso salário.

    “Nunca se sabe, certo? Tudo pode acontecer nesse esporte. Nate Diaz também nunca pensou nessa possibilidade e acabou lutando com ele. Como disse, não tem como prever o que acontece nesse esporte. Eu e Conor será o maior pay-per-view da história. Mas eu respeito o Conor, e muitas pessoas não respeitam. Mas eu sim. Sim (lutaria com ele com 77kg), pelo dinheiro, cara. Com certeza, sem pensar. Todo mundo do plantel do UFC quer lutar com o McGregor, porque sabem a quantia de dinheiro que isso acarreta”, avaliou.

    Neste sábado (10), Pimblett faz sua quarta luta na liga de MMA mais famosa do mundo. Em posição de destaque no card do UFC 282, com sede na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA), o prospecto dos pesos-leves encara Jared Gordon, no ‘co-main event’ da noite. A luta principal do show será entre os meio-pesados (93 kg) Jan Blachowicz e Magomed Ankalaev, que medem forças pelo cinturão vago da categoria.

  • Ponzinibbio vê lado positivo de troca de rivais às vésperas do UFC 282

    Ponzinibbio vê lado positivo de troca de rivais às vésperas do UFC 282

    Sem lutar desde maio e vindo de duas derrotas consecutivas, Santiago Ponzinibbio viu sua luta deste sábado (10), no UFC 282, correr risco de ser cancelada. Adversário original do ‘Argentino Gente Boa’, Robbie Lawler sofreu uma lesão de última hora e teve que deixar o card dias antes do evento. Com a intenção de competir mais uma vez na temporada, o atleta da ‘American Top Team’ viu o Ultimate escalar Alex Morono para ocupar o posto de ‘Ruthless’. E, apesar da montanha russa de emoções, o veterano ainda consegue enxergar o lado positivo dessa ‘dança das cadeiras’.

    Em entrevista exclusiva à Ag Fight, o meio-médio (77 kg) argentino admitiu que medir forças com um ex-campeão do Ultimate atrairia mais olhares para o confronto. No entanto, Ponzinibbio comparou a fase dos dois rivais e avaliou que o bom momento vivido por Morono torna uma eventual vitória no sábado mais valiosa do ponto de vista desportivo.

    “O nome do Lawler é espetacular. É um campeão mundial, uma lenda do esporte. Mas agora, se vamos falar de momento, o Morono está em melhor momento que o Lawler. Morono vem de oito vitórias em dez lutas e quatro vitórias consecutivas. Então acho que o fato de eu enfrentar um cara que está vindo tão bem e eu vencer ele, vai ser muito bom para a minha carreira. Para mostrar que estou capacitado para lutar contra os melhores da divisão. Desafio aceito, estou preparado para vencer ele e muito motivado”, explicou.

    O embate entre Santiago e Morono será disputado em peso-casado de 81,6 kg, já que o atleta americano não conseguiria atingir o limite dos meio-médios a tempo, já que se sujeitou a competir às vésperas do evento. O show de número 282 do UFC será sediado na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA).

  • Dana White revela erro de Jiri Prochazka que aumentou a gravidade de lesão

    Dana White revela erro de Jiri Prochazka que aumentou a gravidade de lesão

    A lesão no ombro de Jiri Prochazka lhe custou sua vaga no main event do UFC 282, neste sábado (10), e o cinturão dos meio-pesados (93 kg) da organização. E, ao que tudo indica, o atleta ficará cerca de um ano afastado das competições, o que aponta para a gravidade da contusão. Tanto que Dana White, presidente do show, veio a público explicar os detalhes que culminaram com uma cirurgia marcada para o lutador.

    De acordo com o cartola, em conversa com o podcast de Paddy Pimblett, Jiri treinava wrestling e, em um dos movimentos, deslocou o ombro. A partir daí, uma série de erros ocorreu envolvendo os procedimentos adotados pelos parceiros de academia do atleta. Sem o devido preparo, eles teriam tentado colocar seu ombro no lugar e agravado a lesão.

    “O que aconteceu foi que (o ombro) saiu do lugar e alguns caras da academia tentaram (colocar de volta). Isso destruiu o ombro dele. Te digo, falo para ele e para todos os lutadores, se algo acontecer com você, entra na merda do carro e vai para o hospital. Vamos pagar por tudo. Tem gente que acha que esses caras da academia podem arrumar seu ombro, nem se arrisque!”, narrou Dana, visivelmente incrédulo com o que havia acontecido.

    Sem poder competir por tanto tempo, tanto Jiri Prochazka quanto os promotores do UFC entenderam que o melhor a se fazer seria deixar o cinturão vago. Desta forma, Jan Błachowicz e Magomed Ankalaev disputam o título dos meio-pesados neste sábado, em uma dança das cadeiras que envolveu Glover Teixeira, adversário original do tcheco. Com pouco tempo para se adaptar a um novo rival, o brasileiro optou por não se apresentar neste card.

    “Naquela noite quando tudo aconteceu, nosso médico examinou ele e disse que, literalmente, em tantos anos no UFC essa foi a pior lesão no ombro que ele já tinha visto”, finalizou Dana White.

  • Borrachinha revela proposta de renovação contratual do UFC: “Educadamente recusei”

    Paulo Borrachinha e o Ultimate seguem sem chegar em um denominador comum. Nesta quarta-feira (7), o lutador brasileiro revelou que a companhia lhe ofereceu uma renovação contratual, já que o peso-médio (84 kg) conta apenas com mais um combate previsto em seu atual vínculo com a liga. No entanto, através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o atleta mineiro destacou que a oferta da companhia foi devidamente negada.

    Crítico ferrenho dos pagamentos que recebe no Ultimate, Borrachinha afirmou que a organização tentou estender seu vínculo na liga com um contrato de múltiplas lutas, condição que parece não ter agradado o ex-desafiante ao título dos pesos-médios. Sendo assim, um impasse entre as duas partes segue ativo e o atleta mantém sua permanência incerta na empresa presidida por Dana White.

    “Eles me ofereceram um novo contrato. Então eu, educadamente, recusei. Eles me ofereceram um contrato de seis lutas, mas não estou interessado em um acordo de múltiplas lutas”, escreveu Paulo.

    Atual número 6 do ranking dos pesos-médios, Borrachinha conta com apenas mais um combate previsto em contrato. Nesta semana, o brasileiro, inclusive, relembrou sua condição atual ao afirmar que falta “apenas uma luta para ficar livre” no mercado.

  • Torcedor do Liverpool, Paddy Pimblett elogia Alisson e detona Coutinho

    Torcedor do Liverpool, Paddy Pimblett elogia Alisson e detona Coutinho

    Paddy Pimblett, aos poucos, se transforma em uma das maiores estrelas do Ultimate. Mas não é só pelo MMA que o carismático lutador possui um carinho especial. Torcedor fanático do Liverpool, clube local, ‘The Baddy’ também é um entusiasta do futebol e possui uma relação de amor e ódio com dois jogadores brasileiros que vestiram a camisa dos ‘Reds’: Alisson Becker e Philippe Coutinho.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, direto de Las Vegas (EUA), onde, no próximo sábado (10), ocorre o card do UFC 282, Pimblett admitiu que, mesmo sem acompanhar a Copa do Mundo do Catar, gostaria que o Brasil levantasse a taça por conta de Alisson, goleiro da Seleção Brasileira e do Liverpool. Pelo outro lado, o peso-leve (70 kg) de 27 anos não poupou palavras ao falar sobre Coutinho, que deixou o clube inglês, em 2018, de forma polêmica.

    “Melhor goleiro do mundo. Seria legal ver o Brasil ganhar (a Copa), só por causa do Alisson. Coutinho? Ele é um rato. Coutinho é um lagarto. Ele traiu completamente o Liverpool, então ele pode se ferrar”, opinou Paddy.

    Invicto no UFC com três vitórias – todas pela via rápida – Pimblett já é um dos atletas mais populares da liga de MMA mais famosa do mundo. E prova disso é que, mesmo com pouco tempo de casa, o jovem inglês já ocupa o posto de ‘co-main event’ de um card numerado da empresa. Neste sábado, ele mede forças com o americano Jared Gordon.

  • Paddy Pimblett se classifica como uma das quatro maiores atrações do UFC

    Paddy Pimblett se classifica como uma das quatro maiores atrações do UFC

    Uma das maiores promessas do MMA, Paddy Pimblett mostra ter plena consciência de sua popularidade no esporte. Neste sábado (10), em Las Vegas (EUA), o britânico vai lutar pela quarta vez no UFC, no ‘co-main event’ do show de número 282, contra Jared Gordon e, ciente de seu status na modalidade, faz uma afirmação ousada.

    Ao atuar no Reino Unido em seus dois últimos combates pelo UFC, Paddy foi o dono da festa, defendeu sua invencibilidade na organização e justificou a fama de ser um dos lutadores mais populares do MMA. Tanto que até mesmo Dana White, líder da companhia, ficou impressionado com os números que ‘The Baddy’ alcançou nos vídeos de suas encaradas, caminhada para o octógono e discursos.

    Após brilhar no tour da empresa pela Inglaterra, Pimblett garantiu estar pronto para atuar nos Estados Unidos, dentro maiores palcos de luta, e conseguiu uma bela oportunidade, pois seu duelo com Gordon passou a ser um dos mais aguardados do UFC 282. Cada vez mais requisitado por fãs, pela imprensa e com o contínuo aumento de seguidores nas redes sociais, Paddy já se gaba da fama que possui e se classifica como um dos quatro grandes nomes da liga.

    “Obviamente, em nosso esporte, há algumas grandes atrações. Chimaev, O’Malley, eu mesmo, McGregor. Eles são como os principais”, declarou o lutador, em entrevista à ‘ESPN’ americana.

    Ex-campeão do ‘Cage Warriors’, Paddy Pimblett, de 27 anos, chegou ao UFC cercado de grande expectativa e convenceu no octógono. O britânico estreou pela organização em 2021, disputou três lutas, venceu todas pela via rápida e conquistou o bônus de ‘Performance da Noite’ em todas. Pela companhia, ‘The Baddy’ nocauteou Luigi Vendramini, finalizou Kazula Vargas e Jordan Leavitt. Agora, o atleta encara Jared Gordon, de olho em uma vaga no top-15 do peso-leve (70 kg) da empresa.

  • Charles Do Bronx elege Alex Poatan como lutador do ano

    Charles Do Bronx elege Alex Poatan como lutador do ano

    Com a chegada de dezembro, a temporada de 2022 do MMA fica próxima do fim e é comum, seja entre fãs ou especialistas, a análise do período para buscar os principais destaques esportivos. Principal estrela da modalidade no Brasil, Charles ‘Do Bronx’ já tem um nome em mente: Alex ‘Poatan’. Na opinião do ex-campeão peso-leve (70 kg) do Ultimate, seu compatriota despontou como o melhor lutador do ano.

    A opinião de Charles foi compartilhada após Michael Bisping, ex-lutador e agora comentarista, perguntar aos seus seguidores em sua conta do ‘Twitter’: ‘Quem é o seu lutador do ano?’. Atento, o maior finalizador da história do UFC elegeu Poatan (veja abaixo ou clique aqui), que recentemente nocauteou Israel Adesanya e se tornou campeão peso-médio (84 kg) da liga.

    “Alex Poatan. O cara venceu um ótimo e muito talentoso campeão para conquistar o cinturão dos pesos-médios”, opinou Do Bronx.

    Curiosamente, nesta quinta-feira (8), em Las Vegas (EUA), será realizado o ‘World MMA Awards’ de 2022, popularmente conhecido como a cerimônia do ‘Oscar do MMA’. E quem concorre ao prêmio de lutador do ano é justamente Charles do Bronx.

    O atleta da ‘Chute Boxe’, único representante tupiniquim da categoria, também concorre ao prêmio de finalização do ano, pelo mata-leão aplicado em Dustin Poirier, no UFC 269. Outros lutadores do circuito nacional também concorrem ao ‘Oscar do MMA’, mas Alex Poatan não é um deles.

  • Larissa Pacheco responde provocação de Aspen Ladd: “É uma mosquinha”

    Larissa Pacheco responde provocação de Aspen Ladd: “É uma mosquinha”

    Em novembro, em Nova York (EUA), Larissa Pacheco venceu a rival Kayla Harrison pela primeira vez na carreira e, agora, pode ter encontrado uma nova opositora no PFL. Campeã do peso-leve (70 kg) da companhia, a brasileira mal teve tempo para desfrutar do feito e já foi provocada por Aspen Ladd. Como agora é o rosto do MMA feminino da empresa, a paraense não deixa o ataque da americana sem resposta.

    No mesmo evento do PFL no qual Larissa chocou o mundo e tirou a invencibilidade de Kayla no MMA, Ladd estreou na organização com vitória por decisão dividida sobre Julia Budd. E, após encerrar a sequência de duas derrotas, quando ainda atuava pelo UFC, a americana readquiriu confiança. Tanto que a atleta afirma que o cartel e o currículo das estrelas da ‘Professional Fighters League’ não são nada em comparação com os dela.

    Portanto, em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), foi a vez de Larissa menosprezar a americana. De acordo com a brasileira, Ladd não deve apelar para o ‘trash talk’, pois costuma deixar a desejar antes mesmo de lutar e, em combate, também não assusta. Vale pontuar que, no UFC, Aspen não conseguiu transformar seu status de promessa do MMA em realidade e apresentou tantos problemas para bater o peso dos galos (61 kg), que acabou cortada pela companhia. Com o conturbado histórico da atleta no esporte, Pacheco questionou o que ela fez em ação para bradar que possui mais feitos do que ela e Kayla na carreira.

    “Um momento ruim da minha careira, quando as pessoas me julgaram e eu assumi a consequência disso, foi quando não bati o peso. Ela é uma atleta que está acostumada a não bater o peso. Ela saiu do UFC e não chegou nem no cinturão. Cadê as formas expressivas? Assim, para eu falar, tenho que ter bagagem para falar, mas a gente só tem notícia dela que ela não bateu o peso. Então, é uma mosquinha só. Ela não tem moral”, declarou a campeã do PFL.

    Larissa Pacheco, de 28 anos, se transformou em fonte de inspiração para as mulheres no MMA. Depois de perder duas lutas para Kayla Harrison, a brasileira foi para a trilogia no PFL como grande ‘zebra’, segundo as casas de apostas, mas não se deixou abalar por tal status e chocou o mundo ao superar a rival pela primeira vez no esporte por decisão unânime. Com o triunfo, a paraense levou para a casa o cinturão do peso-leve da companhia e o cheque no valor de um milhão de dólares (cerca de R$ 5,2 milhões).

    No MMA, a atleta possui um cartel composto por 19 vitórias, sendo 17 pela via rápida, e quatro derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Irene Aldana, Karol Rosa, Kayla Harrison e Sarah Kaufman.