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  • Belal Muhammad exalta oportunidade de representar a Palestina no UFC 315: “Motivação extra”

    Belal Muhammad exalta oportunidade de representar a Palestina no UFC 315: “Motivação extra”

    Neste sábado (10), Belal Muhammad subirá no octógono do UFC 315, em Montreal (CAN), para defender seu cinturão meio-médio (77 kg) pela primeira vez, contra o desafiante Jack Della Maddalena, quinto colocado no ranking da categoria. E mais do que apenas um novo compromisso esportivo, o campeão enxerga uma oportunidade de lutar pelo seu povo.

    Nascido e criado nos Estados Unidos, Belal optou por representar como atleta o Estado da Palestina, local de origem dos seus pais. No UFC 315, o campeão entrará na arena ‘Bell Centre’ com a bandeira palestina – uma “motivação extra”, na visão do próprio lutador. Mais do que homenagear suas raízes familiares, Muhammad destaca também a importância de poder representar o povo palestino, que tem passado por momentos difíceis desde o início do mais recente conflito com Israel.

    Esta, inclusive, não será a primeira vez que o campeão representará suas origens no octógono mais famoso do mundo. Em julho do ano passado, Belal Muhammad entrou para a luta contra Leon Edwards em Manchester (ING), que o consagrou como novo campeão dos meio-médios do UFC, com a bandeira da Palestina nas costas.

    “Eu acho que o UFC sabe e eles perceberam o quão importante isso é para mim. Aquelas cores correm no meu sangue. Aquela bandeira é importante, especialmente para as pessoas lá agora. Estamos passando fome, estamos sendo assassinados, todos os dias. Eles precisam de alguém como eu, eles precisam de alguém que seja a voz deles, que seja leve a bandeira deles e que lute por eles. Sempre que eu carrego aquela bandeira, me dá motivação, me faz lembrar para quem eu estou lutando e pelo que eu estou lutando. Então, sim, isso sempre me dá uma motivação extra“, afirmou Belal, em entrevista exclusiva à Ag Fight.

    Cobrança por representatividade no site do UFC

    Americano de nascimento, Muhammad optou por representar a Palestina em sua trajetória no UFC. Após se tornar campeão, entretanto, a bandeira que figurava ao lado de seu nome e foto no site oficial da liga era a dos Estados Unidos. Inconformado, Belal cobrou publicamente o Ultimate por mudanças, que surtiram efeito. Afinal de contas, atualmente é possível ver destacada a flâmula da Palestina ao lado das credenciais do wrestler no portal oficial da empresa.

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  • Campeão Belal Muhammad detona Strickland após derrota no UFC 312: “Palhaço racista”

    Campeão Belal Muhammad detona Strickland após derrota no UFC 312: “Palhaço racista”

    Não é segredo para ninguém que Belal Muhammad não nutre bons sentimentos direcionados a Sean Strickland, e vice-versa. E tal dinâmica ficou novamente explícita no último domingo (9), um dia após a realização do UFC 312, na Austrália. Depois de acompanhar seu desafeto ser totalmente dominado por Dricus du Plessis na luta principal do show numerado, o atual campeão dos meio-médios (77 kg) aproveitou a oportunidade para detonar o falastrão americano, não só no âmbito esportivo, mas também no pessoal.

    Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Belal questionou as credenciais de Strickland como competidor de alto nível. Dono de uma postura agressiva com o microfone em mãos, sobretudo nas semanas que precedem suas lutas, o americano foi acusado de ludibriar seus fãs com falsas promessas. E para além do âmbito esportivo, Muhammad atacou diretamente Sean, que frequentemente se envolve em polêmicas por suas falas ‘sem filtro’, o chamando de racista. 

    Vale ressaltar que Strickland teve uma criação bastante delicada e fala abertamente sobre o tema. Abusado física e psicologicamente pelo pai e neto de um avô que defendia a supremacia racial, o ex-campeão do UFC admitiu que já viveu uma fase neonazista em sua adolescência. Após romper com tal período nebuloso de sua vida, ‘Tarzan’, como é conhecido, se tornou um adulto sem filtro que, por muitas vezes, reproduz pensamentos considerados preconceituosos.

    “O que aprendemos ontem (no UFC 312)? Que estou sempre certo. Venho dizendo há muito tempo, Sean é uma m***. Ele é um lixo. Fala muito e nunca entrega. Até para os fãs que ‘hypam’ ele dizendo: ‘É o melhor boxeador, isso e aquilo, ele vai para a guerra’. Ele diz: ‘Eu sangraria e morreria pelos meus fãs’. Blá, blá, blá. E vai até lá e só joga jabs e luta como uma garotinha assustada (…) Ele quer que as pessoas digam que ele é maluco, lunático. Mas não. Ele é apenas um palhaço racista escondido em um corpo de um lutador. É um garotinho medroso. Ele é um covarde e mostra isso nas lutas. Ele é péssimo. Finalmente vamos nos livrar desse cara recebendo ‘titles shots’ não merecidos”, detonou Belal.

    Discordância política?

    A animosidade entre Strickland e Belal vem de alguns anos, quando ambos começaram a trocar farpas virtuais por diferentes motivos, entre eles suas visões divergentes sobre o conflito entre Israel e Palestina no Oriente Médio. Filho de pais palestinos, Muhammad nasceu nos Estados Unidos, mas sempre fez questão de levantar a bandeira da causa Palestina. Tal postura não agrada nem um pouco o falastrão americano que, quando ainda detinha o cinturão dos pesos-médios (84 kg) do Ultimate, detonou o posicionamento do wrestler, que à época também não ocupava o posto de campeão da liga.

  • Van com ex-campeão do UFC é atacada por manifestantes pró-Palestina em Nova York

    Van com ex-campeão do UFC é atacada por manifestantes pró-Palestina em Nova York

    Ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, Jamahal Hill viveu um momento dramático longe do octógono, na última sexta-feira (10), em Nova York (EUA). O empresário Brian Butler revelou ao site ‘MMA Fighting’ que a van em que o lutador estava foi presa no trânsito e atacada por manifestantes pró-Palestina de um protesto exigindo o fim da guerra entre o Estado e Israel.

    Visivelmente irritado, ‘Sweet Dreams’, de dentro da van, comentou o ocorrido em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui) e informou que foi atingido na testa por um objeto supostamente lançado pelos manifestantes. De acordo com o empresário, Hill estava em Nova York para participar de um evento com os fãs em uma boate. Mas, antes disso ser possível, o ex-campeão da companhia teve que lidar com o episódio e ‘sofreu’ por cerca de 15 minutos. Inclusive, o tumulto só foi encerrado, quando a polícia e a segurança do Ultimate chegaram ao local.

    Registro de Hill no MMA

    Jamahal Hill, de 32 anos, é ex-campeão dos meio-pesados do UFC e um dos strikers mais perigosos do MMA. ‘Sweet Dreams’ iniciou sua trajetória no esporte em 2017, estreou na organização em 2020 e construiu um cartel composto por 12 vitórias, uma derrota e um ‘no contest’ (sem resultado). Seus principais triunfos foram sobre Glover Teixeira, Johnny Walker, Ovince Saint Preux e Thiago ‘Marreta’.

  • Implacável! Chimaev domina Usman e pede por fim de conflito entre Palestina e Israel

    Implacável! Chimaev domina Usman e pede por fim de conflito entre Palestina e Israel

    Khamzat Chimaev pode ter garantido a sua aguardada oportunidade de disputar o cinturão do Ultimate neste sábado (21), no co-main event do UFC 294. Diante do ex-campeão até 77 kg Kamaru Usman, o ‘Lobo’ mostrou seu nível de competitividade e dominou as ações do confronto e venceu o embate por decisão majoritária dos juízes.

    Após o triunfo, Khamzat recebeu a faixa marrom de jiu-jitsu ainda no octógono. Com a oportunidade de desafiar o campeão até 84 kg Sean Strickland, o ‘Lobo’ preferiu desabafar e pedir pelo fim do conflito entre Palestina e Israel, que já deixou milhares de vítimas nas últimas semanas.

    “E aí, pessoal. Vocês sabem o que está acontecendo com o mundo, passei a semana chorando. Crianças morrendo. Amo crianças. Não sei o que dizer quando crianças morrem. Espero por Deus que fique tudo bem no mundo, independentemente se é cristão ou islâmico”, desabafou, antes de falar sobre o combate.

    “Estava na escola quando ele estava lutando. Fico feliz de estar aqui, sou fã dele. Ele tem grandes treinadores e eu também. Essa faixa significa muito para mim, trabalhei muito para isso. Obrigado a todos. Não venho aqui pelo título, venho para ganhar dinheiro e ser feliz. Amo meu trabalho”, completou Chimaev.

    A luta

    Logo no início, Chimaev mergulhou nas pernas de Usman e o pressionou contra a grade. Rapidamente o ‘Lobo’ atacou as costas do nigeriano. Com o cadeado fechado, Khamzat avançou rapidamente no solo, oferecendo perigo a Kamaru, que se fechou para evitar os botes. Depois de esgrimir os braços, Chimaev encaixou um mata-leão, mas viu Usman se lançar ao chão e conseguir se desvencilhar da pegada. O ex-campeão conseguiu segurar a blitz e forçar o segundo round.

    No segundo assalto, o início foi de mais estudo entre os lutadores. O primeiro ataque foi de Chimaev, que chutou alto, mas viu o golpe explodir na guarda de Usman. Mais cauteloso, Kamaru tentava achar a distância para aplicar seus jabs, mas tinha seu objetivo dificultado pela movimentação do rival. O nigeriano fintou uma queda, mas não tentou de fato. Na sequência foi a vez do Lobo, de fato, colocar o veterano para baixo nos segundos finais da parcial.

    No início do terceiro round, Chimaev buscou a queda, mas viu Usman se esquivar e manter o confronto em pé. No centro do octógono, os atletas trocaram golpes francos. Kamaru negou mas uma tentativa de queda do Lobo. Quando o nigeriano crescia no embate, Khamzat conseguiu, enfim, derrubar seu oponente. Na reta final, o nigeriano conseguiu se reerguer e trocar socos com Chimaev até o soar do gongo.

    Confira os resultados do UFC 294 até então:

    Khamzat Chimaev venceu Kamaru Usman por decisão majoritária dos juízes
    Magomed Ankalaev vs Johnny Walker foi declarado sem resultado após golpe baixo não intencional
    Ikram Aliskerov venceu Warlley Alves por nocaute no primeiro round
    Said Nurmagomedov venceu Muin Gafurov por finalização no primeiro round
    Muhammad Mokaev venceu Tim Elliott por finalização no terceiro round
    Trevor Peek venceu Mohammad Yahya por decisão unânime
    Javid Basharat vs Victor Henry foi declarado sem resultado após golpe baixo não intencional
    Sedriques Dumas venceu Abu Azaitar por decisão unânime
    Mike Breeden venceu Anshul Jubli por nocaute no terceiro round
    Muhammad Naimov venceu Nathaniel Wood por decisão unânime
    Victoria Dudakova venceu Jinh Yu Frey por decisão unânime
    Sharabutdin Magomedov venceu Bruno Blindado por decisão unânime

  • Michel Pereira revela ter sido alvo de ameaças após carregar bandeira de Israel no UFC

    Michel Pereira revela ter sido alvo de ameaças após carregar bandeira de Israel no UFC

    Diante do crescente conflito no Oriente Médio, Michel Pereira decidiu caminhar para o octógono do UFC Vegas 81, no último sábado (14), com uma bandeira de Israel. A atitude do lutador brasileiro dividiu opiniões e rendeu, inclusive, algumas respostas mais agressivas.

    Em entrevista ao ‘The MMA Hour’, Michel revelou que foi alvo, assim como sua família, de ameaças após o episódio. O ‘Paraense Voador’, entretanto, não parece ter se intimidado e deixou um recado. Vale destacar que o próprio lutador classificou sua ação como uma espécie de homenagem às vítimas do conflito entre o grupo palestino Hamas e Israel.

    “Eu não vi muito. Mas a minha esposa (viu). Mandaram muita mensagem para a minha esposa, dizendo que iam matar a gente, essas coisas ruins. Mas eu não ligo. E já aviso: se vier aqui em casa, estão lascados“, contou Michel.

    Tema divide opiniões

    A homenagem de Michel Pereira não foi a primeira reação ao conflito vinda de um membro da comunidade do MMA. Lutador de origens palestinas, Belal Muhammad foi duramente criticado por Sean Strickland, campeão peso-médio (84 kg) do UFC, ao externar publicamente seu apoio à Palestina há cerca de dez dias.

    Principal nome da modalidade, Conor McGregor também se manifestou sobre o tema através de suas redes sociais. Aparentemente emocionado e tocado com as milhares de mortes oriundas dos ataques de ambas as partes envolvidas no conflito, o astro irlandês fez um apelo pelo fim do confronto na região.

  • Michel Pereira explica decisão de carregar bandeira de Israel no UFC Vegas 81

    Michel Pereira explica decisão de carregar bandeira de Israel no UFC Vegas 81

    Uma semana após o veto às bandeiras no Ultimate ser derrubado, uma cena chamou a atenção dos fãs de MMA durante o UFC Vegas 81, no último sábado (13). Na entrada do que seria sua estreia entre os pesos-médios (84 kg) da liga, Michel Pereira surpreendeu ao se encaminhar para o octógono com a bandeira de Israel. Após derrotar Andre Petroski, o lutador brasileiro explicou a motivação do gesto.

    Durante a coletiva de imprensa pós-evento, Michel destacou que o recente e sem precedentes conflito entre Israel e Palestina o motivou a expressar uma espécie de apoio e homenagem às vítimas. De acordo com o ‘Paraense Voador’, que alegou ter amigos na região do Oriente Médio, os vídeos de ataques armados – sobretudo envolvendo crianças – o emocionaram bastante, ao ponto de ter a ideia de carregar a bandeira israelense em sua mais recente luta.

    A bandeira é por causa da guerra que está rolando lá em Israel. Estou muito triste pelo que está acontecendo. Tenho amigos de Israel. Vi uns vídeos que mexeram muito comigo. Eu tenho criança pequena agora, me coloco no lugar do israelense. Vi um vídeo de uma criança sendo acordada, com fome, sem o pai e a mãe (…) Hoje com filho pequeno, chega a dar uma dor no coração, porque me coloco no lugar. Então decidi homenagear hoje Israel”, explicou o brasileiro.

    Tema divide opiniões

    A homenagem de Michel Pereira não foi a primeira reação ao conflito vinda de um membro da comunidade do MMA. Lutador de origens palestinas, Belal Muhammad foi duramente criticado por Sean Strickland, campeão peso-médio (84 kg) do UFC, ao externar publicamente seu apoio à Palestina há cerca de dez dias.

    Principal nome da modalidade, Conor McGregor também se manifestou sobre o tema através de suas redes sociais. Aparentemente emocionado e tocado com as milhares de mortes oriundas dos ataques de ambas as partes envolvidas no conflito, o astro irlandês fez um apelo pelo fim do confronto na região.

  • Conor McGregor se emociona com conflito entre Israel e Palestina: “Deus, por favor resolva”

    Conor McGregor se emociona com conflito entre Israel e Palestina: “Deus, por favor resolva”

    O ataque do grupo palestino Hamas a Israel, no último sábado (7), dominou o noticiário na semana e sensibilizou milhões de pessoas mundo afora. Dentro da comunidade dos esportes de combate não foi diferente. Principal estrela do MMA, Conor McGregor lamentou a situação e fez um apelo pelo fim do conflito atualmente travado no Oriente Médio.

    A manifestação nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui) do astro irlandês foi uma reação a um vídeo em que aparentemente um bebê, supostamente já sem vida, é retirado de escombros em Gaza, cidade palestina. O bombardeio que gerou as cenas chocantes foi uma resposta de Israel ao ataque sofrido pelo grupo Hama. Até o momento, mais de 1800 pessoas vieram a óbito em decorrência dos ataques de ambas as partes.

    “Deus, por favor, resolva essa situação. Cenas horríveis dessa guerra desprezível nos últimos dias e ao longo dos anos. Como podemos nós, seres humanos, estarmos em conflito uns com os outros de forma tão doentia como essa? Deus, por favor, eu rezo”, lamentou Conor, em sua conta no ‘X’ (antigo Twitter).

    Tema divide opiniões

    A manifestação de McGregor não foi a primeira reação ao conflito vinda de um membro da comunidade do MMA. Lutador de origens palestinas, Belal Muhammad foi duramente criticado por Sean Strickland, campeão peso-médio (84 kg) do UFC, ao externar publicamente seu apoio à Palestina no último final de semana.

  • Campeão do UFC, Sean Strickland detona Belal Muhammad por apoio à Palestina

    Campeão do UFC, Sean Strickland detona Belal Muhammad por apoio à Palestina

    O ataque surpresa do grupo palestino Hamas a Israel, no último sábado (7), foi manchete em todo o planeta e parece ter chegado também ao mundo do MMA. O sempre polêmico Sean Strickland, atual campeão peso-médio (84 kg) do UFC, por exemplo, disparou críticas ao colega de profissão Belal Muhammad por demonstrar apoio à Palestina nas redes sociais.

    Filho de pais palestinos, Muhammad nasceu nos Estados Unidos, mas sempre fez questão de levantar a bandeira da causa Palestina. Após o início do revide de Israel, em resposta ao ataque do Hamas, o meio-médio (77 kg) fez uma publicação em seu perfil oficial no ‘X’ (antigo Twitter), na qual pedia orações pelo seu povo. A postura não agradou Strickland, que utilizou a mesma rede social para detonar o 3º colocado no ranking da divisão até 77 kg do Ultimate.

    “Isso é o que você chamaria de uma resposta covarde. Ao invés de se posicionar contra o terrorismo e defender uma resolução pacífica, você diz essa idiotice. Ignorando o que acabou de acontecer. Belal, você nasceu na América (EUA), você vive na América, apenas cale a p*** da boca”, disparou Strickland, em seu perfil no ‘X’ (veja abaixo ou clique aqui).

    Rivalidade pode terminar no octógono?

    A animosidade entre Sean Strickland e Belal Muhammad vem de alguns anos, quando ambos começaram a trocar farpas por diferentes motivos, entre eles suas visões divergentes sobre o conflito entre Israel e Palestina no Oriente Médio. Recentemente, após a conquista do título peso-médio do UFC por parte de ‘Tarzan’, o americano de ascendência palestina reiterou seu desejo de enfrentá-lo no futuro, ainda que atue na categoria de baixo. Resta saber se a rivalidade entre os dois os levará a uma batalha dentro do octógono do Ultimate.

  • Adesanya menospreza carreira de ‘Poatan’ no MMA e avalia: “Nota cinco”

    Adesanya menospreza carreira de ‘Poatan’ no MMA e avalia: “Nota cinco”

    Israel Adesanya faz questão de escancarar que não possui apreço por Alex Pereira, seu rival desde os tempos de kickboxing. Neste sábado (12), em Nova York (EUA), o campeão do peso-médio (84 kg) do UFC enfrenta o desafeto pela terceira vez nos esportes de combate, agora no MMA, e se utiliza de sua maior experiência na modalidade para provocar o inimigo.

    No kickboxing, ‘Poatan’ venceu Adesanya duas vezes, uma delas por nocaute, em 2017. Contudo, se no passado o brasileiro ficou em vantagem, no MMA, o campeão do UFC garante que o resultado será diferente quando se encontrarem no octógono. Após o nocaute sofrido para o rival, o nigeriano mudou de esporte e, em 2018, estreou no Ultimate.

    Com 13 combates pela companhia, Israel é o rei do peso-médio e tem cinco defesas de título realizadas. Por outro lado, Alex vai para sua oitava luta nas artes marciais mistas e quarta aparição na liga. Ciente da bagagem e dos feitos que possui na modalidade, ‘The Last Stylebender’ avalia a trajetória do desafeto nela como insuficiente em uma escala até dez.

    “Não sei da carreira dele no MMA, nunca assisti até ele entrar no UFC. Como um quatro. Quatro ou cinco. Acho que esse último levou para cinco”, declarou o campeão do UFC em seu canal oficial no ‘YouTube’.

    Israel Adesanya, de 33 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O campeão do peso-médio do UFC estreou pela companhia em 2018 e defendeu o título da categoria cinco vezes. Na divisão, o nigeriano segue invicto. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.

  • Adesanya projeta nova aventura nos meio-pesados após tentativa frustrada em 2021

    Adesanya projeta nova aventura nos meio-pesados após tentativa frustrada em 2021

    Uma das principais estrelas do MMA, Israel Adesanya nunca escondeu sua busca constante por desafios. Neste sábado (12), em Nova York (EUA), o campeão do peso-médio (84 kg) do UFC enfrenta Alex Pereira, seu maior rival nos esportes de combate, e, além de lidar com a dificuldade de encarar um carrasco do passado no kickboxing, também cogita atuar em uma categoria diferente, mesmo sem ter sorte na tentativa realizada em 2021.

    Adesanya revelou que deve se aventurar mais uma vez nos meio-pesados (93 kg) do UFC em breve. Vale lembrar que o rei dos médios, em busca do status de campeão duplo, tentou a sorte na categoria de cima em março de 2021, contra Jan Blachowicz, mas não foi páreo para a força e para o grappling do polonês. Contudo, a derrota por decisão unânime e a perda da invencibilidade no MMA não abalaram Israel. Pelo contrário, após o revés, o nigeriano voltou para sua divisão e venceu Marvin Vettori, Robert Whittaker e Jared Cannonier em sequência. Portanto, caso passe por ‘Poatan’, o atleta sinaliza que um novo teste com 93 kg pode ser feito, já que está ficando sem rivais até 84 kg.

    “Eu gosto dos médios, quero dominar os médios, mas depois vou fazer outra missão paralela nos meio-pesados, mesmo sem o cinturão. Só para ter essa vitória nos meio-pesados e depois dizer que consegui. Isso seria divertido, porque sei que posso fazer isso. Eu só tenho que cortar isso e depois voltar para os médios e governar com meu punho de ferro negro”, declarou o campeão do UFC, em entrevista à ‘ESPN’ americana.

    Israel Adesanya, de 33 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O campeão do peso-médio do UFC estreou pela companhia em 2018 e defendeu o título da categoria cinco vezes. Na divisão, o nigeriano segue invicto. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.