Tag: David Feldman

  • Presidente do Bare Knuckle FC alega que volta de Conor McGregor vai ser no boxe sem luvas

    Presidente do Bare Knuckle FC alega que volta de Conor McGregor vai ser no boxe sem luvas

    A volta de Conor McGregor aos treinos intensificou os rumores sobre um possível retorno do astro irlandês ao UFC, principalmente após o próprio expor seu interesse em fazer parte do especulado card especial na Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, previsto para acontecer em 2026. Mas, de acordo com uma importante figura do mundo das lutas, o ex-campeão não estaria se preparando para entrar em ação novamente no Ultimate, mas, sim, em outro evento.

    Presidente do Bare Knuckle FC, organização que promove lutas de boxe sem luvas e que tem McGregor como um de seus acionistas, David Feldman indicou que o astro do MMA está prestes a fazer sua transição para o ‘BKFC’ como lutador. A declaração do dirigente foi feita durante uma recente coletiva de imprensa para promover o próximo grande combate da liga, entre Mike Perry e Jeremy Stephens, que acontece no dia 4 de outubro, em Newark (EUA). Ainda de acordo com o cartola, o irlandês enfrentaria o vencedor deste duelo em sua estreia na modalidade.

    “Nós deveríamos ter meu parceiro, meu amigo (aqui). Conor McGregor estaria aqui hoje, mas ele não conseguiu vir de última hora porque está muito, muito focado. É o melhor Conor McGregor que eu já vi. Ele está treinando duro. Está focado porque ele disse que um de vocês dois (Perry ou Stephens) é a próxima luta dele“, afirmou Feldman.

    Cenário improvável

    Apesar da declaração de David Feldman, é bastante improvável que este cenário aconteça no futuro próximo. Isso porque Conor McGregor ainda possui contrato de exclusividade em vigência com o UFC e, para competir no boxe sem luvas do Bare Knuckle FC, teria que receber uma liberação extraordinária do maior evento de MMA do mundo.

    Tal situação já ocorreu no passado, quando o irlandês desafiou o astro do boxe Floyd Mayweather no ringue, em 2017. Porém, muitos fatores – principalmente financeiros – influenciaram a decisão do UFC em liberar seu grande astro para competir na nobre arte à época – o que não parece ser o caso agora. De toda forma, o próprio retorno do ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate às competições, independentemente da modalidade escolhida, parece ser cada vez mais improvável, ainda que ele tenha voltado aos treinamentos.

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  • Sincerão! Dirigente abre o jogo sobre chance de Conor McGregor lutar no Bare Knuckle FC

    Sincerão! Dirigente abre o jogo sobre chance de Conor McGregor lutar no Bare Knuckle FC

    No último sábado (25), Conor McGregor expressou, mais uma vez, seu desejo de atuar no Bare Knuckle FC, liga de boxe sem luvas da qual é um dos donos. O interesse do astro do UFC não é novidade. Mas qual a real possibilidade do irlandês subir no ringue do BKFC? Para David Feldman, presidente da entidade, as chances são pequenas.

    Em entrevista ao ‘The Ariel Helwani Show’, o dirigente foi sincero e tratou de diminuir a expectativa sobre uma possível apresentação de Conor McGregor no ringue do Bare Knuckle FC. Apesar de admitir que o acontecimento, caso saísse do campo das especulações, elevaria o patamar da empresa no ramo dos eventos esportivos, Feldman entende que, por conta da necessidade de uma liberação por parte do UFC, com quem o irlandês possui contrato vigente, esta possibilidade é remota.

    “Sempre que você tem momentos desse tipo (encarada McGregor vs Stephens) é ótimo. Mas eu não posso (fazer essa luta) obviamente, a não ser que o UFC quisesse fazer algo conosco, e eles não precisam da gente para nada. Mas talvez eles fariam, certo? Fora isso, isso não acontece. Eu acho que nós estamos crescendo em um ritmo muito bom agora – não que eles (UFC) estejam preocupados conosco, eles não estão. Mas se algo assim acontecer, isso nos faz subir mais cinco ou dez degraus, e eu não acho que eles queiram nos ajudar a crescer”, declarou Feldman.

    Interesse real de McGregor

    Ainda de acordo com o cartola, o interesse de McGregor em se testar no ringue do BKFC é real e não apenas uma jogada de marketing para promover o evento, como alguns especulam. Além da encarada com Jeremy Stephens, no último sábado, e das trocas de desafios com Mike Perry, no ano passado, o ex-campeão do UFC teria afirmado pessoalmente para Feldman que pretende competir na empresa de boxe sem luvas após o fim de seu contrato com o Ultimate.

    “Sim, (Conor) quer isso. Ele diz: ‘Eu tenho duas lutas restantes (no contrato com o UFC), e depois nós vamos fazer isso. Eu definitivamente vou lutar aqui’. Ele diz isso o tempo todo. Ele realmente me disse para marcar a data, e obviamente tem muita coisa que entra em marcar essa data. Mas, uau, ele vs Jeremy Stephens, ele vs Mike Perry, isso seria incrível”, concluiu o dirigente.

    Lutador de MMA mais popular da história, Conor McGregor ainda possui contrato vigente com o UFC, onde foi campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) no passado. Afastado dos octógonos desde julho de 2021, o irlandês chegou a marcar seu retorno para o ano passado, mas precisou desistir do combate contra Michael Chandler por conta de uma lesão. Até o momento, ‘Notorious’ não tem novo compromisso marcado, seja no Ultimate ou em outra modalidade, apesar das especulações.

  • Dirigente revela que foi intimado por McGregor a anunciar luta contra Jeremy Stephens no BKFC

    Dirigente revela que foi intimado por McGregor a anunciar luta contra Jeremy Stephens no BKFC

    Depois de um suposto fracasso nas negociações para encarar o influenciador Logan Paul no boxe e ainda sem novo compromisso no UFC agendado, onde não atua desde 2021, Conor McGregor parece ter voltado suas atenções para o Bare Knuckle FC. Inclusive, o astro irlandês, que é um dos donos da liga de boxe sem luvas, já teria até mesmo definido seu alvo.

    No sábado (25), Conor esteve presente na edição ‘KnuckleMania 5’ do BKFC, na Filadélfia (EUA), e surpreendeu a todos ao subir no ringue para desafiar e fazer uma encarada com o ex-UFC Jeremy Stephens, que havia acabado de nocautear Eddie Alvarez no evento. E, ao que tudo indica, o episódio não se tratou apenas de uma cena promocional. Na coletiva de imprensa pós-show, David Feldman, presidente do Bare Knuckle, revelou que McGregor lhe fez um pedido especial momentos antes do dirigente atender aos jornalistas presentes.

    “Enquanto eu estava saindo da arena, Conor bateu no meu ombro e me pediu para que eu me certificasse de dizer a todo mundo que ele vai enfrentar Jeremy Stephens no BKFC. Isso é o que ele disse. Não sei se vai acontecer. Só estou dizendo a vocês que Conor acabou de me falar que ele vai enfrentar Jeremy Stephens no Bare Knuckle”, revelou David Feldman.

    História por trás da rivalidade

    Conor McGregor e Jeremy Stephens já protagonizaram uma cena marcante que entrou para a história do MMA, ainda que fora do octógono. Em 2016, na coletiva de imprensa do UFC 205, o americano afirmou ser o peso-pena (66 kg) mais poderoso do mundo. Logo depois, Conor, que também estava presente na cerimônia, debochou do rival de divisão na época, respondendo: “Quem diabos é esse cara?” – frase que até hoje é lembrada e usada com frequência pelos membros da comunidade das lutas.

    Déjà vu

    Vale pontuar que esta não foi a primeira vez que Conor McGregor tornou público seu desejo de lutar boxe sem luvas. Além disso, o irlandês já protagonizou uma cena parecida no BKFC. Em 2023, o ex-campeão do UFC subiu ao ringue e fez uma encarada nos mesmos moldes com Mike Perry, estrela da companhia.

  • Presidente do Bare Knuckle FC anuncia torneio com premiação de R$ 150 milhões

    Presidente do Bare Knuckle FC anuncia torneio com premiação de R$ 150 milhões

    Depois de receber um reforço de peso em 2024 com a inclusão de Conor McGregor no seu quadro de proprietários, o Bare Knuckle FC possui planos ambiciosos para a próxima temporada. O principal deles, ao que tudo indica, será a criação de uma mega competição que distribuirá valores milionários em prêmios aos atletas.

    Em uma recente coletiva de imprensa pós-show, David Feldman – presidente do BKFC – anunciou que a organização promoverá um torneio com premiação de 25 milhões de dólares (cerca de R$ 152 milhões na cotação atual). O dirigente da liga, que tem como atrativo os combates de boxe sem luvas, não especificou como o dinheiro será distribuído para os lutadores, mas deu alguns detalhes sobre sua duração e seu formato.

    “Nós vamos ter o maior e mais f*** torneio que já ocorreu, e vai começar em abril. Vai ser o torneio mundial mais f*** de 25 milhões de dólares. Vai se estender por nove ou 12 meses. Vai haver testes de seleção, rounds qualificatórios e essas rodadas de qualificação vão acontecer em cinco continentes diferentes. Estamos perto de fechar com uma plataforma de streaming gigante que vai ter os direitos (de transmissão) dessa coisa, tudo está se encaixando. Não posso dar todos os detalhes, mas vai ser o maior, mais f***, com maior prêmio em dinheiro para encontrar o mais f*** na face dessa Terra. Todo mundo tem que passar pela audição, ninguém estará pré-qualificado”, revelou o presidente do BKFC, de acordo com a transcrição do site ‘MMA Junkie’.

    Influência de McGregor

    O crescimento do Bare Knuckle FC pode ser atribuído à chegada de Conor McGregor ao comando da entidade. Maior astro da história do MMA, o irlandês – conhecido como ‘Notorious’ – deu ainda mais notoriedade ao evento desde que se tornou um dos donos da companhia. O ex-campeão do UFC, inclusive, já expressou interesse em se testar no boxe sem luvas e sugeriu uma possível atuação como ‘lutador-dirigente’ no BKFC.

  • Presidente do BKFC expõe plano de Conor McGregor lutar no boxe sem luvas

    Presidente do BKFC expõe plano de Conor McGregor lutar no boxe sem luvas

    Diante do impasse em relação à volta de Conor McGregor ao octógono do UFC, o futuro do lutador irlandês passou a ser bastante questionado, com parte da comunidade das lutas apostando no fim de sua carreira. Mas, ao que parece, ‘Notorious’ ainda pensa em competir durante algum tempo, inclusive em outra modalidade, quando já não fizer mais parte do plantel de atletas do Ultimate. Pelo menos é o que projeta David Feldman, presidente do Bare Knuckle FC, evento de boxe sem luvas do qual o astro do MMA é co-proprietário.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Feldman abriu o jogo e contou que, durante suas conversas com McGregor, o lutador irlandês deixou claro seu interesse em se aventurar no boxe sem luvas do ‘BKFC’ após encerrar seu vínculo com o UFC. Vale lembrar que o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate ainda possui duas lutas restantes no seu contrato – que possui cláusula de exclusividade – com a entidade presidida por Dana White.

    “A não ser que ele seja o melhor vendedor do mundo, as conversas que tivemos foram tipo: ‘Eu vou lutar aqui’. E eu fico tipo: ‘Sim, ok’. Ele (disse): ‘Vou lutar aqui’. Eu respondo: ‘Por que você não lutaria aqui?’. Porque você tem igualdade nas ações da companhia e se você lutar aqui, você provavelmente vai ganhar mais dinheiro do que em qualquer outro lugar no mundo, por causa do que vai fazer pela empresa. Então, eu realmente acredito no que você disse – eu acho 100% que ele lutará aqui”, afirmou Feldman.

    Sem expectativas de uma co-promoção

    O próprio Conor McGregor já manifestou seu desejo de testar suas habilidades no boxe sem luvas, principalmente depois de se tornar um dos sócios do BKFC, em abril deste ano. O irlandês, inclusive, sugeriu uma possível co-promoção entre o UFC e o Bare Knuckle, como já foi feito no passado, quando desafiou o ex-campeão mundial Floyd Mayweather no ringue de boxe. Apesar de estar aberto à ideia, David Feldman não enxerga a possibilidade do Ultimate aceitar a parceria proposta pelo lutador.

    “O UFC não precisa de nós. Eles não precisam de nós. Nós precisamos para co-promover com eles, eles não precisam para (co-promover) conosco, o que seria fenomenal – eles não vão fazer isso. Se eles fizerem Conor McGregor com qualquer coisa, ele não precisa co-promover conosco”, sentenciou o dirigente.

    Maior astro do MMA mundial em todos os tempos, Conor McGregor vive um momento de indefinição na sua carreira. Sem lutar desde 2021, quando sofreu uma grave lesão na perna, o ex-campeão do UFC convive com a descrença de boa parte da comunidade das lutas em relação à continuidade de sua jornada nos esportes de combate. Isso porque, aos 36 anos e já com a vida financeira resolvida, muitos questionam a motivação real de ‘Notorious’ voltar a competir, seja no octógono do Ultimate ou no ringue do boxe sem luvas do BKFC.

  • Presidente do Bare Knuckle FC critica atletas por luta principal ‘sem ação’

    Presidente do Bare Knuckle FC critica atletas por luta principal ‘sem ação’

    David Feldman escancarou sua insatisfação após a realização do Bare Knuckle FC 65. No evento da última sexta-feira (6), em Utah (EUA), Christine Ferea e Jade Masson-Wong protagonizaram a luta principal do show, vencida pela primeira por decisão dividida. Contudo, o presidente da organização de boxe sem luvas reprovou o que viu no ringue.

    Na coletiva de imprensa pós-evento, Feldman deixou a diplomacia de lado e criticou as lutadoras. De acordo com o cartola, as atletas não entregaram o que prometeram, ou seja, uma luta empolgante. Inclusive, durante a luta, os fãs vaiaram as duas justamente devido a falta de ação de ambas no ringue. Vale pontuar que o BKFC ganhou fama rapidamente por ser uma organização que apresenta duelos violentos.

    Justamente por sua companhia ter tal status, Feldman se mostrou decepcionado com as atletas, que raramente trocaram golpes para valer. Essa não foi a primeira vez que o cartola criticou publicamente um de seus lutadores por conta do seu desempenho no ringue.

    Eu achei horrível. Foi uma das piores lutas principais que já tivemos na história. Uma das piores lutas femininas que já tivemos. Acho que todos vão concordar comigo. Se você está lutando pelo cinturão, você tem que entrar lá e dar tudo. Não parecia que nenhuma das mulheres realmente queria ser atingida. Fiquei decepcionado e os comentários online estão me dizendo que os fãs também ficaram muito decepcionados. Lamento dizer isso, mas é o que é. Foi uma luta principal muito sem graça. Fiquei muito decepcionado assim como os fãs”, declarou o cartola.

    Principais resultados do BKFC 65

    Apesar da luta ter decepcionado o presidente do BKFC e parte dos fãs, Christine Ferea venceu Jade Masson-Wong e, assim, defendeu o cinturão do peso-mosca pela quarta vez. No ‘co-main event’, Jeremy Stephens, ex-lutador do UFC, venceu por decisão unânime sua segunda luta na organização de boxe sem luvas.

  • Cartola comemora participação especial de McGregor em evento de boxe sem luvas

    Cartola comemora participação especial de McGregor em evento de boxe sem luvas

    No último sábado (29), no Colorado (EUA), o ‘Bare Knuckle FC’ realizou um grandioso evento que ficou ainda maior com a presença de Conor McGregor. Como não poderia ser diferente, David Feldman, presidente da maior organização de boxe sem luvas do mundo, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, comemorou a aparição do ícone dos esportes de combate no show e o apoio que o mesmo deu para o crescimento do BKFC.

    O cartola revelou que ficou surpreso com o comportamento de McGregor na edição de número 41 do ‘Bare Knuckle FC’. Empolgado, Feldman deu detalhes do esquema que elaborou com sua equipe e com o time de ‘Notorious’ para contar com a presença do mesmo na atração. Já no show, Conor viu de perto as vitórias de Mike Perry e Eddie Alvarez sobre Luke Rockhold e Chad Mendes, respectivamente, e se sua participação já foi especial, se tornou mais marcante ao protagonizar um momento promocional.

    Embalado pela importante vitória sobre Rockhold no BKFC 41, Perry chamou McGregor para subir no ringue para fazer uma encarada. Imediatamente, a estrela do UFC não se intimidou e, carregando o cinturão do ‘Bare Knuckle FC’, ficou frente a frente com o ‘bad boy’, em momento que viralizou na internet. Após o encontro, o irlandês elogiou a organização, os lutadores pela paixão pelo boxe sem luvas e até expressou o interesse em atuar na modalidade no futuro. Feliz com a repercussão do evento, Feldman esclareceu que ‘Notorious’ agiu por livre e espontânea vontade e garantiu que não pagou para o mesmo realizar tais ações.

    “Meu amigo me ligou e disse que McGregor queria comparecer. Não tínhamos certeza até pouco antes do início do evento. Ele voou de Los Angeles para cá, nós o pegamos e ele fez uma aparição épica. Foi incrível. Ele entrou no ringue e aceitou um desafio que provavelmente nunca vai acontecer. Ele tem contrato com o UFC, mas nunca se sabe o que pode acontecer. Aceitar um desafio de Perry, dizer o quanto ama o esporte, que quer tentar e carregar o cinturão do BKFC foi inacreditável. É algo que as pessoas pagariam milhões de dólares por esse tipo de notoriedade e aconteceu de graça para nós. Não achava que McGregor subiria no ringue. Foi um momento incrível para nós, mas nunca vamos interferir no que ele tem com o UFC. Alguns caras da minha equipe ficaram com ele depois e contaram que ele disse, ‘É assim que a luta deve ser. Essa é a melhor coisa que já vi na luta’”, declarou o cartola.

    Os feitos de McGregor

    Conor McGregor, de 34 anos, é o principal nome do UFC. Dois anos após sua estreia na maior organização de MMA do mundo, o astro irlandês se transformou em um fenômeno do esporte e conquistou o cinturão do peso-pena e do peso-leve. Na modalidade desde 2008, ‘Notorious’ possui um cartel composto por 22 vitórias, sendo 20 pela via rápida (19 por nocaute), e seis derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz.

  • Presidente do Bare Knuckle critica pedida salarial de Ngannou: “Fora da realidade”

    Presidente do Bare Knuckle critica pedida salarial de Ngannou: “Fora da realidade”

    Livre no mercado, após não chegar a um acordo de renovação contratual com o UFC, Francis Ngannou despertou o interesse de várias organizações, no MMA e no boxe, mas uma delas parece já ter desistido de sua contratação. Presidente do Bare Knuckle FC, David Feldman, que anteriormente havia demonstrado entusiasmo com a possibilidade de adicionar o ex-campeão peso-pesado do Ultimate ao seu plantel de lutadores, praticamente descartou a chegada do camaronês na liga de boxe sem luvas.

    Durante a coletiva de imprensa do BKFC 41, o dirigente classificou o pedido salarial feito por Ngannou e seus empresários como “fora da realidade” e que isso inviabilizou qualquer chance de prosseguir nas negociações pela contratação do gigante africano para o evento. Feldman ainda aconselhou o ex-campeão do UFC a definir seu futuro o mais rápido possível, já que, em sua visão, o interesse por seus serviços diminui com o passar do tempo.

    “Francis Ngannou, ele é alguém que nós certamente entramos em contato. Nós conversamos com ele, conversamos com o time dele. Neste momento, nós sentimos que ele está pedindo um dinheiro fora da realidade e nós não estamos dispostos a pagar esse tipo de dinheiro por ele. Eu realmente acredito que ele precisa tomar uma decisão logo. Com o passar dos dias, o valor dele está começando a cair um pouco”, afirmou o presidente do Bare Knuckle FC.

    Para onde vai Francis Ngannou?

    Apesar de continuar priorizando uma chance de se testar no boxe, modalidade na qual já foi especulado como adversário de Tyson Fury e Deontay Wilder, Francis Ngannou parece mais próximo de assinar com outra grande organização de MMA. Pelo menos é o que o próprio peso-pesado revelou, em entrevista ao ‘The MMA Hour’, há algumas semanas, citando o ONE Championship e a PFL como favoritos na corrida pela sua contratação.

    Vale lembrar que a liberdade para competir no boxe foi uma das demandas que provocaram o impasse nas negociações do camaronês com o UFC pela renovação contratual. Além disso, Francis Ngannou também cobrava uma maior valorização salarial por parte da entidade presidida por Dana White.

  • Presidente do Bare Knuckle admite entrar na briga pela contratação de Francis Ngannou

    Presidente do Bare Knuckle admite entrar na briga pela contratação de Francis Ngannou

    Com o fracasso das negociações entre UFC e Francis Ngannou por um novo vínculo contratual que garantisse a permanência do então campeão peso-pesado na organização, a carreira do camaronês parece que realmente terá continuidade longe da companhia presidida por Dana White. Com a promessa do dirigente de não exercer seu direito de igualar as ofertas recebidas pelo lutador no mercado, a grande questão agora fica por conta do destino do africano.

    Um dos principais candidatos que despontam na corrida pela contratação do agora ex-campeão do UFC é o Bare Knuckle FC, liga que promove combates de boxe sem luvas. Ao site ‘MMA Junkie’, David Feldman – presidente do ‘BKFC’ – expressou publicamente seu interesse na aquisição do camaronês para o seu elenco de lutadores, assim como já haviam feito dirigentes de outras entidades, como o Bellator e o PFL.

    “Nós estamos muito interessados na contratação do Francis Ngannou e gostaríamos muito que ele competisse na recheada divisão dos pesos-pesados do BKFC. Nós estamos apresentando uma proposta por seus serviços e espero que os fãs o vejam no ringue do BKFC em 2023”, declarou o presidente do Bare Knuckle.

    A relação entre Francis Ngannou e UFC foi rompida por conta do impasse entre as partes no que diz respeito aos vencimentos do lutador africano. O peso-pesado vinha reclamando publicamente do que considerava uma falta de valorização salarial por parte da organização e, com seu contrato chegando ao fim, tentou aproveitar-se do fato de ser campeão de sua divisão para ter alguma vantagem na negociação.

    O camaronês também pedia maior liberdade em caso de novo acordo firmado com o Ultimate, especialmente visando sua participação em superlutas no boxe, onde já teve seu nome especulado para encarar o campeão mundial Tyson Fury. Agora, após o fim das negociações com o UFC pela prorrogação de seu contrato e livre no mercado, Ngannou poderá analisar as propostas e decidir sobre seu futuro de acordo com suas próprias convicções.

  • Presidente do Bare Knuckle FC admite chance de Paige VanZant não lutar mais

    Presidente do Bare Knuckle FC admite chance de Paige VanZant não lutar mais

    Contratada pelo Bare Knuckle FC com a perspectiva de ser a grande estrela da companhia, logo após deixar o UFC, Paige VanZant não correspondeu às expectativas dentro do ringue. Com duas derrotas em seus únicos compromissos pela entidade, ambas em 2021, a americana não tem previsão de retorno aos ringues e, de acordo com o presidente da liga de boxe sem luvas, David Feldman, pode, de fato, nunca mais atuar sob a bandeira do ‘BKFC’.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, David Feldman afirmou que ainda gostaria de contar com os serviços da atleta americana para uma possível luta no futuro, mas reconheceu que o sucesso de VanZant em outras empreitadas profissionais paralelas à carreira de lutadora podem influenciar na decisão de ’12 Gauge’ sobre retornar às competições.

    Vale lembrar que, quando ainda estava no UFC, a própria atleta revelou que sua principal fonte de renda vinha das publicidades feitas por ela em suas redes sociais, onde coleciona milhões de seguidores. Recentemente, VanZant também passou a faturar cifras polpudas com a venda de conteúdo sensual exclusivo pela plataforma ‘OnlyFans’, para a qual tem se dedicado nos últimos meses.

    “Nós estávamos conversando sobre colocá-la no KnuckleMania (em fevereiro), e nós vamos conversar novamente com o empresário dela novamente na próxima semana. Vamos ver o que acontece. Adoraria tê-la de volta se ela quiser retornar e lutar e se testar mais uma vez. Ela está fazendo outras coisas e está indo muito bem nelas, ganhando muito dinheiro. Então, eu não sei. Se ela quiser voltar, ela é bem-vinda, mas nós não sabemos com certeza se ela vai voltar. Ela tem um lugar para ela aqui. Veremos em breve”, comentou Feldman.

    Apesar de admitir que existe a possibilidade de ‘PVZ’ nunca mais pisar no ringue do Bare Knuckle, o presidente da liga mantém uma ponta de esperança e pondera que, pelo espírito competidor da lutadora, é difícil imaginar que a ex-atleta do UFC deixe a companhia sem buscar ao menos vencer sua primeira luta no boxe sem luvas.

    “Certamente existe uma chance (de VanZant nunca lutar pelo BKFC novamente). Ela está indo muito bem, ela tem sido muito bem-sucedida no outro caminho que ela seguiu. Financeiramente, ela está muito bem. Então, existe uma chance? Sim, existe uma chance (dela nunca mais lutar). (Mas) Eu não acho que Paige, com sua natureza competitiva, quer ir embora assim, então eu espero vê-la de volta. Mas você nunca sabe”, concluiu o dirigente.

    Competindo profissionalmente nos esportes de combate desde 2012, Paige VanZant ganhou fama no mundo das lutas através de sua passagem pelo UFC, onde construiu boa parte de sua carreira. Na entidade, a americana venceu cinco lutas e perdeu quatro, a última delas para a brasileira Amanda Ribas, em julho de 2020, sua despedida da organização presidida por Dana White.

    Depois de sair do Ultimate, ‘PVZ’ assinou com o Bare Knuckle FC, visando se aventurar no boxe sem luvas. Na liga, VanZant foi superada por Britain Hart e Rachael Ostovich, ambas derrotas por pontos, em 2021. A lutadora chegou a ter um novo compromisso marcado pela entidade presidida por David Feldman para agosto deste ano, mas o duelo contra Charisa Sigala foi adiado para outubro e posteriormente cancelado.