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  • Ponto final? Jon Jones minimiza rivalidade com Adesanya: “A vida é muito curta”

    Ponto final? Jon Jones minimiza rivalidade com Adesanya: “A vida é muito curta”

    Em junho, no evento realizado pela PFL, Jon Jones se deparou com Francis Ngannou nos bastidores e, ao ficar frente a frente com ele, uma trégua foi iniciada entre as partes. Agora, ‘Bones’ trata de fazer o mesmo com Israel Adesanya. Após encontrar o campeão do peso-médio (84 kg) do UFC, na última quarta-feira (5), em Las Vegas (EUA), o detentor do título do peso-pesado da companhia aparentemente colocou um ponto final na rivalidade.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Jones deixa claro que uma nova relação com Adesanya pode ser construída. Sendo assim, nela, ‘Bones’ abre as portas para tratar o nigeriano como um amigo e não mais como um desafeto. Vale pontuar que, durante anos, os atletas discutiram publicamente, trocaram insultos e ficaram próximos de realizar uma superluta no UFC.

    Mas, apesar do histórico ruim no passado, os profissionais foram capazes de deixar as desavenças de lado e, no recente encontro, conversaram, riram e até fizeram uma encarada, em clima descontraído. Como a reunião teve um saldo positivo, Jones expôs sua felicidade com seu atual momento pessoal e profissional e informou que passou a integrar o time de Adesanya e a torcer por seu sucesso.

    “Precisamos mais disso! A vida é muito curta para não resolver uma situação e se entender com um parceiro. Foi um verdadeiro prazer relaxar com o campeão dos médios ontem à noite. Desejo ao meu parceiro nada além do melhor seguindo em frente #Respeito”, escreveu o campeão do UFC em sua conta oficial no ‘Instagram’.

    Currículo de Jones no MMA

    Jon Jones, de 35 anos, é integrante do ‘Hall da Fama’ do UFC, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e atual detentor do cinturão do peso-pesado. Não à toa, o atleta é apontado por parte dos fãs como o melhor lutador da história do MMA. Em sua carreira, o americano venceu 27 lutas, perdeu uma e a outra terminou sem resultado. Seus principais triunfos foram sobre Alexander Gustafsson (duas vezes), Anthony Smith, Chael Sonnen, Ciryl Gane, Daniel Cormier, Dominick Reyes, Glover Teixeira, Lyoto Machida, Maurício ‘Shogun’, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Rashad Evans, Ryan Bader, Thiago ‘Marreta’ e Vitor Belfort.

  • Ex-campeão, Robbie Lawler confessa “medo” antes de despedida no UFC 290

    Ex-campeão, Robbie Lawler confessa “medo” antes de despedida no UFC 290

    Ex-campeão peso-meio-médio (77 kg) do Ultimate, Robbie Lawler encara Niko Price neste sábado, pelo card do UFC 290, em Las Vegas (EUA), no que marcará sua despedida do esporte. Mais de duas décadas depois de iniciar sua jornada como atleta profissional de MMA, o veterano, de 41 anos, admite que a iminente aposentadoria causa um sentimento de “medo”.

    Durante o media day do UFC 290, na quarta-feira (5), Lawler explicou que o fato de ter dedicado tanto tempo à carreira de lutador o deixa intimidado pelo futuro longe da profissão que o consagrou. O receio aumenta quando o veterano lembra que, mesmo antes de se profissionalizar no MMA, quando ainda estava na escola, seu foco já estava voltado quase integralmente ao esporte.

    “Eu diria que exista medo por causa da p*** do desconhecido. Eu tenho treinado e competido minha vida inteira, mesmo quando eu deveria estar no ensino médio e no ensino fundamental, eu estava treinando em como evoluir no wrestling, futebol americano ou na luta, quando eu deveria estar fazendo meu dever de casa. É onde eu sempre estive”, afirmou Lawler.

    Proximidade do esporte no pós-carreira

    Para evitar este sentimento de medo causado pelo desconhecido após a aposentadoria, Robbie Lawler, ao que parece, não pretende se afastar completamente do esporte. Mesmo reconhecendo que, a partir de sábado, se dedicará mais à família, o ex-campeão deixa claro que deve continuar atuando no meio, na academia Kill Cliff FC, na Flórida (EUA), como uma espécie de mentor e treinador – um papel que ele já exerce como forma de facilitar a transição.

    “Eu definitivamente vou ficar perto do esporte. Esse esporte me deu tanto. A razão por eu estar onde estou hoje e ser capaz de durar tanto é por causa de todas as pessoas me ajudando. Então, eu vou retribuir todos esses pequenos petiscos com o tempo e nós temos uma academia muito boa na Kill Cliff FC, e ajudar os caras a ficar mais fortes para que eles possam ganhar dinheiro e competir no alto nível. Sinto que as artes marciais são sobre isso, retribuir e mostrar técnicas”, declarou.

    Robbie Lawler iniciou sua trajetória no MMA profissional em 2001 e soma, desde então, 29 vitórias, 16 derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado) no cartel. O auge da carreira do lutador norte-americano veio em 2014, quando conquistou o cinturão dos meio-médios com uma vitória sobre Johnny Hendricks, o qual defendeu com sucesso em duas oportunidades.

  • Vitor Petrino revela motivação extra para atuar diante de grande público no UFC 290

    Vitor Petrino revela motivação extra para atuar diante de grande público no UFC 290

    Contratado via ‘Contender Series’, Vitor Petrino estreou no Ultimate em março deste ano, com uma vitória sobre Anton Turkalj, em show realizado no hotel-cassino ‘Virgin’, em Las Vegas (EUA). Neste sábado (8), o brasileiro volta para a capital mundial das lutas para encarar Marcin Prachnio no UFC 290, na ‘T-Mobile Arena’, ginásio com capacidade de público muito superior e que deve receber cerca de 20 mil fãs. Uma motivação extra para o atleta da equipe ‘CM System’.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, Vitor Petrino celebrou a oportunidade de estrear em um card numerado do UFC, especialmente por poder se apresentar diante de um grande público. Apesar da empolgação com a possibilidade de sentir a atmosfera da famosa arena, o meio-pesado (93 kg) garante que conseguirá manter o foco no seu compromisso dentro do cage.

    É o momento que eu esperei a minha vida inteira. Eu não deixo essa pressão me atrapalhar, pelo contrário, só me impulsiona. Sempre gostei de lutar com público, então, com um público maior eu acho que emoção aumenta. Mas eu estou bem consciente do que eu quero. Vou entrar calmo, fazer meu jogo, curtir esse momento espetacular, o Bruce Buffer gritando meu nome, toda a energia da arena. Mas sempre focado, centrado na luta”, afirmou Vitor.

    Energizado pelo público

    Mesmo garantindo foco e concentração no momento da luta, Petrino não esconde que recebe uma injeção de ânimo sempre que recebe o apoio do público. Em sua primeira experiência atuando diante de uma plateia tão numerosa, o atleta da ‘CM System’ acredita que sua motivação e desempenho também se elevarão.

    “Eu sou um cara que na hora gosto de me levar muito pela emoção. Ter uma galera gritando e tudo mais, você tira forças não sabe da onde. Pelo Contender (Series) era um público bem menor, bem reduzido, mas poucas pessoas que gritam, que torcem, já dá um ‘up’. Tendo uma arena com milhares de pessoas gritando então é energia de sobra. Podia ser até uma luta de dez rounds que a gente estaria empolgado para fazer”, concluiu.

    Promessa do MMA nacional, Vitor Petrino, de 25 anos, segue invicto como profissional, com um cartel de oito vitórias – seis delas por nocaute. O meio-pesado foi contratado em setembro pelo UFC após se destacar no ‘Contender Series’ e fez sua estreia na organização seis meses depois, com uma atuação de gala contra Anton Turkalj, na qual triunfou via decisão unânime dos juízes.

  • Aposentado do MMA, Georges St-Pierre volta à ativa em evento de jiu-jitsu do UFC

    Aposentado do MMA, Georges St-Pierre volta à ativa em evento de jiu-jitsu do UFC

    Sem lutar desde 2017, Georges St-Pierre deve voltar às competições em dezembro desta temporada, mas não pelo MMA. Nesta quinta-feira (6), o ex-campeão meio-médio (77 kg) e peso-médio (84 kg) do Ultimate teve sua participação no evento de grappling ‘UFC Fight Pass Invitational‘, sediado em Las Vegas (EUA), anunciada pela organização presidida por Dana White, responsável também pelo torneio de jiu-jitsu sem quimono.

    A edição de dezembro será a sexta promovida pelo UFC – a expectativa é de que a quinta seja realizada em setembro deste ano. Apesar da novidade anunciada durante a coletiva, que contou com a presença da equipe de reportagem da Ag Fight, o adversário de ‘GSP’ não foi revelado.

    “Já competi no wrestling e no jiu-jitsu e são competições muito sérias, mas o risco é mínimo. O jiu-jitsu é um esporte acessível para todo mundo. A chance de lesão é reduzida. É um esporte que podemos fazer por um período maior sem afetar a nossa saúde“, ressaltou o atleta canadense.

    Georges St-Pierre, atualmente com 42 anos, é considerado por muitos como um dos maiores lutadores de MMA de todos os tempos. O canadense foi campeão dos meio-médios do UFC em duas ocasiões e na segunda, que durou de 2008 a 2013, acumulou uma longa sequência invicta, com nove defesas de título bem-sucedidas – a maior marca na história da companhia.

    Após um hiato de quatro anos na carreira, St-Pierre voltou ao octógono mais famoso do mundo para uma nova disputa de título, desta vez na categoria dos médios (84 kg). Diante do inglês Michael Bisping, na luta principal do UFC 217, em Nova York (EUA), no dia 4 de novembro de 2017, ‘GSP’ conquistou o cinturão até 84 kg da entidade com uma vitória por finalização – cinta esta que o mesmo deixaria vaga apenas 34 dias depois, por conta de um problema de saúde que o afastou das competições.

    Grappler de alto nível

    Apesar de ter iniciado sua trajetória nas artes marciais no caratê, ‘GSP’ também se notabilizou durante sua carreira no MMA por um jogo de grappling de alto nível. Bastante eficiente no wrestling, modalidade na qual chegou a flertar com uma participação olímpica representando o Canadá, St-Pierre também é um faixa-preta de jiu-jitsu de qualidade, com seis de suas 26 vitórias na carreira vindo através de finalizações.

    Evento virou reduto de grandes lendas do MMA

    O evento – UFC Fight Pass Invitational – é o mesmo que teve em sua mais recente edição a primeira participação do brasileiro Glover Teixeira em uma competição após se aposentar do MMA. Na ocasião, o ex-campeão meio-pesado (93 kg) do UFC derrotou o americano Anthony Smith, ex-desafiante ao cinturão até 93 kg do Ultimate, por pontos.

  • Fenômeno do wrestling, Bo Nickal desponta com maior favoritismo da história do UFC

    Fenômeno do wrestling, Bo Nickal desponta com maior favoritismo da história do UFC

    Às vésperas do UFC 290, Bo Nickal teve sua participação no show ameaçada após perder seu rival original para uma lesão. Agora, com a presença assegurada, o peso-médio (84 kg) pode dizer que já fez história no Ultimate antes mesmo de entrar no octógono. Afinal de contas, diante de Val Woodburn, adversário escalado de última hora, o fenômeno do wrestling detém o maior favoritismo para um combate profissional dentro da principal liga de MMA do mundo até então.

    Dentre as principais casas de apostas, como na ‘Stake.com’, Nickal desponta com uma odd (probabilidade) de -2500. Desta forma, o fã que apostar na vitória do wrestler, precisará desembolsar R$ 2500 para obter um lucro de apenas R$ 100 caso o cenário se concretize. Por outro lado, o investidor mais ousado que colocar em risco R$ 100 no triunfo de Woodburn, lucrará R$ 1400 (uma proporção de 14 para 1) caso ‘dê zebra’ no combate e o estreante tenha o braço erguido.

    “É uma loucura. Faz sentido para mim (o favoritismo). A matemática confere. Grande valor. Sempre vai haver essa expectativa criada. Sou 4-0 com quatro interrupções no primeiro round e as pessoas querem me ver falhar. Muitas pessoas também querem me ver ganhar, são muitas expectativas. Para mim, vou até lá e focar em performar o melhor das minhas habilidades. Se vai ser (uma vitória) por finalização no primeiro round ou por decisão, não importa. Gosto de ser o favorito e espero continuar sendo até o fim da minha carreira”, destacou Nickal, durante a coletiva do ‘media day’ do UFC 290.

    Invencibilidades em risco

    O duelo entre os pesos-médios (84 kg) no UFC 290 – caso não termine empatado -, colocará fim a uma das invencibilidades em jogo no confronto. Três vezes campeão da primeira divisão da ‘NCAA’, em 2017, 2018 e 2019 – principal torneio de wrestling a nível universitário, Bo Nickal detém um cartel 4-0 no MMA, enquanto seu rival Woodburn já soma sete vitórias e nenhuma derrota nas artes marciais mistas.

  • Focado, Pantoja minimiza retrospecto favorável contra Moreno no UFC: “É um novo lutador”

    Focado, Pantoja minimiza retrospecto favorável contra Moreno no UFC: “É um novo lutador”

    Neste sábado (8), no UFC 290, Alexandre Pantoja fará a luta mais importante de sua carreira, válida pelo cinturão dos pesos-moscas (57 kg) da organização. Do outro lado do octógono, o brasileiro enfrentará Brandon Moreno, um rival ao qual já venceu em duas oportunidades anteriores, em 2016 e 2018. Apesar do retrospecto direto favorável contra o campeão mexicano, ‘The Cannibal’, como é conhecido, mantém os pés no chão e projeta um duelo contra um “lutador completamente diferente” na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA).

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Pantoja destacou que a resiliência é uma das principais virtudes de Moreno. Vale ressaltar que, após perder o segundo confronto para o brasileiro, em 2018, o mexicano foi demitido do Ultimate. Cinco anos depois, Brandon desponta como o campeão linear da companhia presidida por Dana White.

    O Moreno é um cara muito resiliente, ele aprende com as derrotas. Ele mostrou isso após ser derrotado por mim dessa última vez, ele foi demitido do UFC (na época) e agora é o campeão. Então é um cara que aprende muito com as derrotas. Acho que o ponto mais forte dele agora é o mental, porque ele conseguiu virar o campeão, e o campeão tem esse lado mental forte. E, ao meu ver, ele é um lutador completamente diferente. Não vou lutar contra o Brandon Moreno que lutei há cinco anos. Para mim, é um novo lutador”, avaliou Alexandre.

    Combate de alto nível

    Respeitoso, porém confiante, Pantoja também exalta a sua própria evolução como artista marcial desde que seu caminho foi cruzado com o de Moreno pela última vez. Mais maduro, o brasileiro aposta que a trilogia contra o velho adversário ficará marcada na história dos pesos-moscas, pois coloca, frente a frente, dois competidores que, possivelmente, vivem o auge de seus desempenhos.

    “Mas também vejo que evoluí muito daquela luta para cá. Minhas últimas duas lutas falam por mim, o quanto a minha evolução foi grande. Peguei dois top 5 da categoria e venci ambos de uma forma muito boa. Posso não ter o nome do Demetrious, do Cejudo, do Moreno, mas essa é uma das grandes lutas do peso-mosca, vai ser uma das grandes disputas do UFC. Ele vem de dois nocautes e eu de duas finalizações, vai ser um confronto de duas pessoas que chegam muito prontas para essa luta. Eu me vejo melhor (que ele) em qualquer situação. Estou pronto para tomar o cinturão e defender também. Me vejo muito maduro, vai ser difícil me bater”, projetou o lutador de Arraial do Cabo (RJ).

    Pantoja e Moreno fazem a luta co-principal do UFC 290. Caso vença, o brasileiro pode encerrar o breve jejum de cinturões do país, deixado desde a aposentadoria de Amanda Nunes do esporte. O ‘main event’ da noite fica pelo duelo que unifica os títulos dos pesos-penas (66 kg), entre os campeões linear e interino, respectivamente, Alexander Volkanovski e Yair Rodriguez.

  • Yair Rodriguez exalta evolução do MMA no México: “Será grande como boxe e futebol”

    Yair Rodriguez exalta evolução do MMA no México: “Será grande como boxe e futebol”

    É possível afirmar que o México vive seu melhor momento dentro do UFC, com três campeões simultâneos. Mas o sucesso dos atletas na principal liga de MMA do mundo é apenas um reflexo da evolução da modalidade no país. Ao menos é isso que afirma Yair Rodriguez. Nascido na cidade de Parral (MEX) e dono do cinturão interino dos pesos-penas (66 kg) do Ultimate, ‘El Pantera’, como é conhecido, projeta que, nos próximos anos, as artes marciais mistas podem se equiparar a duas grandes paixões nacionais: o futebol e o boxe.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Yair ressaltou que o crescimento do MMA no país é recente. De acordo com o atleta do UFC, há poucas temporadas, era difícil até mesmo encontrar lugares voltados para a prática da modalidade no México. Com um cenário completamente diferente e favorável em pouco tempo, Rodriguez garante que o céu é o limite para as artes marciais mistas mexicanas.

    “Acho que o esporte MMA no México está crescendo e crescendo, cada vez mais. Agora temos dois mexicanos campeões lineares, e eu com o título interino, por ora. Somos muito maiores do que estávamos há quatro, cinco anos. O esporte cresceu muito, eu não sei nem como explicar. Agora você consegue achar academias de MMA, antes você basicamente tinha que se virar sozinho para treinar. Agora temos esses lugares especiais para treinar especificamente o MMA. Nos próximos cinco anos eu acho que o esporte, ao menos no México, se tornará tão grande quanto o boxe. E provavelmente em dez anos será tão grande quanto o futebol, o crescimento é incalculável”, destacou ‘El Pantera’.

    Lutando ‘em casa’

    No próximo sábado (8), Yair tenta unificar os títulos dos pesos-penas contra Alexander Volkanovski, campeão linear da categoria. Cidade tradicionalmente turística, Las Vegas (EUA), sede do UFC 290, detém uma grande comunidade de mexicanos – até pela proximidade geográfica dos países. Por conta disso, Rodriguez espera ‘lutar em casa’ na ‘T-Mobile Arena’, no evento que também conta com o campeão mexicano Brandon Moreno defendendo o cinturão contra o desafiante Alexandre Pantoja.

    “Eu não vejo pressão nisso (em ser o rosto do esporte no México), eu vejo bastante apoio. Isso era algo que queria fazer com a minha vida, representar meu país da melhor forma possível, e é isso que estou fazendo agora. Eu aceito a responsabilidade de fazer isso do melhor jeito possível, para que eu possa dar orgulho ao meu país. Oh, meu Deus. Vocês vão ver. Esperem por isso, será incrível. Não apenas lá (arena), mas as ruas também vão estar abarrotadas de mexicanos, cantando, pulando com a bandeira, será incrível”, projetou Yair.

    Alexander Volkanovski e Yair Rodriguez fazem a luta principal do UFC 290. Diante do australiano, o mexicano terá vida dura, já que seu rival nunca foi derrotado ao competir com 66 kg na carreira. Por sua vez, ‘El Pantera’, por conta de seu estilo de luta imprevisível e versátil – sobretudo na trocação – pode representar um dos maiores desafios já enfrentados ‘The Great’ no octógono.

  • Ex-rival? Adesanya publica registro ao lado de Jon Jones em clima amistoso; veja

    Ex-rival? Adesanya publica registro ao lado de Jon Jones em clima amistoso; veja

    Ao que parece, Israel Adesanya está disposto a deixar algumas rivalidades no passado. Em maio, o campeão do peso-médio (84 kg) do UFC surpreendeu parte da comunidade do MMA ao protagonizar um encontro descontraído com Alex Pereira em um aeroporto e, agora, na última quarta-feira (5), em Las Vegas (EUA), publicou um registro ao lado de Jon Jones, em clima amistoso.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Adesanya pode ser visto cumprimentando, conversando e dando risada com Jones, algo que, até pouco tempo, parecia improvável de acontecer. Vale pontuar que, durante anos, ‘The Last Stylebender’ e ‘Bones’ discutiram de forma pública, trocaram insultos e ficaram próximos de uma superluta no UFC. Contudo, na atual temporada, a relação envolvendo as estrelas da companhia começou a ficar menos hostil.

    Em março, quando ‘Bones’ se tornou campeão do peso-pesado do UFC, o nigeriano, ao reagir em seu canal oficial no ‘YouTube’, não escondeu sua admiração por ele e a felicidade em vê-lo ostentando o cinturão da categoria. Já em abril, quando ‘The Last Stylebender’ voltou ao topo do peso-médio da companhia, o americano fez questão de parabenizá-lo e até o classificou como seu lutador de MMA preferido atualmente. Agora, Adesanya indica que o inesperado encontro com Jones pode ter colocado um ponto final na rixa entre eles.

    “Que mundo! Primeiro, foi Alex, agora Jones. É tudo amor, baby”, declarou o campeão do peso-médio do UFC no vídeo. Por sua vez, ‘Bones’ também se pronunciou e elogiou o nigeriano com as seguintes palavras, ‘Abençoe este rei’.

    Registro de Adesanya e Jones no MMA

    Israel Adesanya, de 33 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O campeão do peso-médio estreou no UFC em 2018, defendeu o título da categoria em cinco oportunidades e, agora, iniciou seu segundo reinado nela. Na modalidade, o nigeriano construiu um cartel composto por 24 vitórias, sendo 16 por nocaute, e duas derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Alex ‘Poatan’, Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Rob Wilkinson, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.

    Jon Jones, de 35 anos, é integrante do ‘Hall da Fama’ do UFC, ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e atual detentor do cinturão do peso-pesado. Não à toa, o atleta é apontado por parte dos fãs como o melhor lutador da história do MMA. Em sua carreira, o americano venceu 27 lutas, perdeu uma e a outra terminou sem resultado. Seus principais triunfos foram sobre Alexander Gustafsson (duas vezes), Anthony Smith, Chael Sonnen, Ciryl Gane, Daniel Cormier, Dominick Reyes, Glover Teixeira, Lyoto Machida, Maurício ‘Shogun’, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Rashad Evans, Ryan Bader, Thiago ‘Marreta’ e Vitor Belfort.

  • Whittaker classifica luta contra Du Plessis como “a mais perigosa” no UFC

    Whittaker classifica luta contra Du Plessis como “a mais perigosa” no UFC

    Ao longo de sua trajetória no MMA, Robert Whittaker enfrentou diversos lutadores de alto nível e de variados estilos. Contudo, de acordo com o ex-campeão do peso-médio (84 kg) do UFC, a luta mais perigosa de sua carreira é justamente a próxima, contra Dricus du Plessis, programada para acontecer neste sábado (8), em Las Vegas (EUA).

    No ‘media day’ do UFC 290, realizado na última quarta-feira (5), Whittaker pregou respeito ao adversário e o elogiou. Para a importante luta, que pode definir o próximo desafiante ao cinturão do peso-médio, ‘The Reaper’ é considerado pelas casas de apostas o grande favorito, mas, nem por isso, adota um clima de ‘oba-oba’ para o compromisso. Pelo contrário, o ex-campeão da categoria explica que o que torna o sul-africano tão perigoso é justamente o fato dele não ter responsabilidade para o confronto, pois tem tudo a ganhar com ele.

    Ciente de que Du Plessis tem um histórico de protagonizar batalhas, sofrer nelas, mas resistir e vencer por nocaute ou finalização, Whittaker garante que a melhor forma de não ser surpreendido na luta é atuar com seriedade, dando tudo de si no octógono. Portanto, apesar de não subestimar Dricus, ‘The Reaper’ se mostra confiante de que tem o que é preciso para encerrar a invencibilidade do mesmo no UFC.

    “Ele é a luta mais perigosa até hoje. Eu entendo os perigos que ele apresenta, porque é completo, um atleta e fisicamente é um cara grande. Ele não tem nada a perder. Ele é o azarão nesta luta e todos o menosprezam, mas me diga algo mais perigoso do que um homem sem nada a perder. Para mostrar respeito pelo nível de perigo que ele traz, treinei como um louco. Ele vai ter a melhor versão de mim. O ponto forte dele é a resiliência. Ele é talentoso, completo e o fato de não desistir é perigoso. Isso aconteceu em várias lutas. Ele esteve tão perto de perder, mas conseguiu a vitória porque não desistiu. Seus oponentes desistiram”, declarou o ex-campeão do UFC.

    Histórico de Whittaker no MMA

    Robert Whittaker, de 32 anos, mudou de patamar no MMA ao trocar os meio-médios (77 kg) do UFC pelos médios e se tornou um dos melhores lutadores da história da divisão. Não à toa, o atleta foi campeão da categoria em 2017. Atualmente, ‘The Reaper’ é o segundo colocado no ranking do peso. Seus principais triunfos no esporte foram sobre Brad Tavares, Darren Till, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori, Ronaldo ‘Jacaré’, Uriah Hall e Yoel Romero (duas vezes).

  • Moreno admite “sabor especial” em defesa de título contra Pantoja no UFC 290

    Moreno admite “sabor especial” em defesa de título contra Pantoja no UFC 290

    Campeão peso-mosca (57 kg) do Ultimate, Brandon Moreno colocará seu cinturão em jogo neste sábado (8), pelo co-main event do UFC 290, em Las Vegas (EUA), contra o desafiante Alexandre Pantoja, que já o venceu em duas oportunidades no passado. A disputa, portanto, além de garantir a manutenção de seu reinado na divisão mais leve da organização, pode servir como uma espécie de ‘vingança’ para o mexicano contra o brasileiro.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (clique aqui), Brandon Moreno admitiu que a defesa de título diante de seu algoz possui um “sabor especial”. Ao mesmo tempo, o campeão prega inteligência emocional na hora de abordar o combate contra Pantoja, principalmente pela importância que uma grande apresentação no UFC 290, em plena Semana Internacional da Luta, pode ter em seu legado.

    “Essa luta, com certeza, tem um sabor especial por conta disso. Não posso apagar isso do meu passado, ele já me derrotou duas vezes antes, as coisas são como são. A única coisa que posso fazer e controlar, é trazer todos os aprendizados e experiências dessas lutas do passado. Sei que ele vai estar muito bem preparado, acho que ele está super motivado”, afirmou Moreno, antes de continuar.

    “Porque quando analiso a linguagem corporal dele, como ele está super confiante tipo: ‘Ah, já venci ele e posso vencê-lo novamente’. Tudo bem, eu entendo. Ele está tentando usar isso como motivação. Mas ao mesmo tempo eu estou apenas focado em vencer essa luta, em derrotar esse cara. Porque para o meu legado, essa luta será incrível. Semana Internacional da Luta, UFC 290, em frente de milhares e milhares de pessoas. Com grandes chances de termos bastante mexicanos por perto. Então essa luta será muito boa para o meu legado”, ponderou.

    Sem desculpas para as derrotas do passado

    Apesar de já ter afirmado em algumas ocasiões que o lutador que Alexandre Pantoja derrotou duas vezes não era o mesmo de hoje, graças a sua evolução, Brandon Moreno evita encontrar desculpas que justifiquem seus reveses do passado. O mexicano, na verdade, prefere focar no presente e apostar na premissa de que está na sua melhor versão, tendo feito, de acordo com o próprio, um camp de preparação “incrível” para conseguir seu primeiro triunfo diante do atleta natural de Arraial do Cabo (RJ).

    “Eu odeio dar desculpas, cara. Não gosto dessas coisas de dizer: ‘Ah, isso aconteceu comigo, e por isso eu perdi’. Não. No final de tudo, tento ser responsável pelas minhas decisões. Na verdade, a primeira luta contra ele foi melhor do que a segunda. Na segunda, ele me surrou de forma horrível. Foi uma performance dominante. A única coisa que posso dizer é que aquele camp de treinos, aquela luta em específico, foi péssima para mim. Obviamente, foi culpa minha, porque eu aceitei, mas não era o momento de lutar contra ele. Mas as coisas são como são. A única coisa que posso fazer agora é focar nessa luta. E como você disse, dessa vez eu tive um camp completo pensando nele. Tive uma preparação incrível para ele, e estou pronto. Estou pronto e esperando a melhor versão do Alexandre Pantoja”, finalizou.

    Histórico entre Brandon Moreno e Alexandre Pantoja

    Brandon Moreno e Alexandre Pantoja se enfrentaram pela primeira vez quando ambos participaram do reality show ‘The Ultimate Fighter 24’. Na ocasião, o mexicano foi eliminado do programa após ser derrotado pelo brasileiro, por finalização, ainda no primeiro combate dos dois pela atração, em agosto de 2016.

    Menos de dois anos depois, já com ambos como parte integrante do plantel de lutadores do UFC, Pantoja novamente levou a melhor sobre Moreno, desta vez por pontos. Curiosamente, a derrota provocou a demissão do atleta mexicano que, após breve passagem pelo LFA, retornou ao principal evento de MMA do planeta, mostrou uma evolução incrível a cada luta e chegou ao topo da divisão dos moscas, sendo hoje o dono do cinturão linear da categoria.