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  • Rixa pessoal! Mayra Sheetara detona postura de Julianna Peña: “Franga barulhenta”

    Rixa pessoal! Mayra Sheetara detona postura de Julianna Peña: “Franga barulhenta”

    Mesmo sem nunca terem se enfrentado no MMA profissional no passado, Mayra Bueno Silva e Julianna Peña nutrem uma das rivalidades mais acaloradas do plantel feminino do UFC. E prova disso é que, mesmo com uma disputa de cinturão marcada contra Raquel Pennington para janeiro de 2024, a atleta brasileira faz questão de manter acesa a chama com a sua desafeta na categoria. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ‘Sheetara’ detonou a postura da ex-campeã peso-galo (61 kg) da organização.

    Em diversas oportunidades, Mayra deixou clara sua intenção de encarar Julianna no octógono. Por sua vez, ‘The Venezuelan Vixen’ apimentou ainda mais a interação entre as duas ao alfinetar a brasileira após o recente caso de doping. Ex-campeã até 61 kg, Peña tem um histórico de provocar suas adversárias – tática que utilizou, inclusive, contra Amanda Nunes, apontada como a ‘GOAT’ do MMA feminino. O comportamento da americana, porém, em nada agrada Sheetara, que não mede palavras para criticar sua rival.

    “A Julianna, ela correu da Amanda e vai continuar correndo de todo mundo que está na frente para o resto da vida. Ela não quer mais lutar, só quer ficar falando. Sabe aqueles franguinho que quando você aperta fazem (barulho). Aqueles franguinhos barulhentos. A Julianna, para mim, é igual a esses frangos barulhentos, ela só quer fazer barulho, não quer mais lutar. Ela correu da Amanda, correu de mim e da Raquel. Até porque, em tese, ela seria a próxima a disputar o cinturão. Essa lesão dela é perpétua. Ela sabe que não tem a menor chance contra mim. Está com essa lesão para sempre. Ela só é isso, nada além disso. Uma franga muito barulhenta”, disparou a mineira.

    Rivalidade pode alavancar a categoria

    Quando o embate entre Pennginton e Sheetara foi oficializado pelo Ultimate, Julianna utilizou suas redes sociais para criticar o combate que, em sua visão, não interessava o suficiente aos fãs de MMA. Por um lado, a brasileira concorda com a visão da ex-campeã, pois ratifica que Raquel não é a adversária ideal para promover uma luta. Porém, aproveitando sua rivalidade com Peña, Mayra projeta ‘virar a chave’ da divisão e torná-la mais atrativa para os torcedores durante seu possível reinado.

    “Realmente não é uma categoria muito vendável. Tenho que concordar com a Julianna, porque a Raquel é aquela que entra muda e sai calada. Não é uma pessoa que consegue fazer uma venda de luta. Tenho que concordar com a Julianna que a Raquel é muito fraca para vender. A gente vai ganhar dela e a próxima é a Julianna. E eu garanto que (essa luta) vai levantar a moral dessa categoria, porque (a categoria) não vai ficar morta assim comigo quando eu for campeã não”, projetou Mayra.

    Em duelo que coloca o título vago dos pesos-galos em jogo, Sheetara enfrenta Raquel Pennington no UFC 297, agendado para o dia 20 de janeiro e com sede no Canadá. O confronto com ‘Rocky’ deve servir como ‘co-main event’ do card numerado. A luta principal será disputada entre Sean Strickland e Dricus Du Plessis, pelo cinturão dos pesos-médios (84 kg).

  • UFC marca revanche entre Johnny Walker e Magomed Ankalaev para 13 de janeiro

    UFC marca revanche entre Johnny Walker e Magomed Ankalaev para 13 de janeiro

    Depois do frustrante e polêmico desfecho do combate entre Johnny Walker e Magomed Ankalaev no UFC 294, realizado em Abu Dhabi (EAU), em outubro, os meio-pesados (93 kg) já tem nova data para acertarem as contas. De acordo com John Kavanagh, treinador do brasileiro na ‘SBG Ireland’, em entrevista ao ‘The MMA Hour’, o atleta de Belfort Roxo (RJ) vai encarar o russo novamente no evento do dia 13 de janeiro.

    O duelo entre Walker e Ankalaev deve liderar o card do show, que terá como palco o UFC Apex, em Las Vegas (EUA), e será responsável por abrir a temporada de eventos do Ultimate em 2024. O vencedor da luta, que coloca frente a frente o 3º (Magomed) e o 7º (Johnny) colocados no ranking meio-pesado da organização, deve se aproximar de uma possível disputa de título futura.

    Polêmica na 1ª luta

    O primeiro encontro dentro do octógono entre Johnny Walker e Magomed Ankalaev terminou sem resultado (no contest), após uma controversa interrupção médica, ainda no primeiro round. Depois do russo aplicar uma joelhada ilegal, o médico avaliou – na opinião de muitos, equivocadamente – que o brasileiro não tinha condições de prosseguir no combate. A decisão foi bastante criticada e o UFC optou por remarcar o duelo.

  • Alex Poatan ultrapassa Do Bronxs em atualização do ranking peso-por-peso do UFC

    Alex Poatan ultrapassa Do Bronxs em atualização do ranking peso-por-peso do UFC

    A conquista de Alex Pereira no último sábado (11), quando nocauteou Jiri Prochazka no ‘main event’ do UFC 295, em Nova York (EUA), e foi coroado como novo campeão dos meio-pesados (93 kg), rendeu uma vaga no top 5 do ranking peso-por-peso da organização ao brasileiro. Na mais nova atualização semanal da lista, ‘Poatan’ ultrapassou o  compatriota Charles Do Bronxs para assumir o 5º lugar na classificação, que independe da categoria de peso dos atletas.

    Anteriormente, Alex Poatan ocupava a 10ª colocação no ranking peso-por-peso do Ultimate. Com a subida de cinco posições do ex-campeão do peso-médio (84 kg), outro brasileiro também desceu um degrau: Alexandre Pantoja, detentor do título dos moscas (57 kg), que agora fecha o top 10 da lista. Por sua vez, o inglês Tom Aspinall, que conquistou o cinturão interino dos pesos-pesados no ‘co-main event’ do UFC 295, passou a figurar na classificação, em 14º lugar.

    Quem também se beneficiou de uma performance destacada na edição 295, realizada no sábado, foi o francês Benoit Saint-Denis, que nocauteou Matt Frevola no card principal do show. O peso-leve (70 kg), que não figurava entre os 15 principais atletas da categoria, agora ocupa a 11ª colocação.

    Baby Shark perde posições

    Já a brasileira Tabatha Ricci perdeu duas posições no ranking peso-palha (52 kg) na nova atualização, caindo para o 12º lugar na classificação. Baby Shark, como é conhecida, foi superada por Loopy Godinez no UFC 295. A mexicana subiu para a 11ª colocação.

  • Mackenzie Dern lamenta mais uma derrota em “teste” contra top do peso-palha do UFC

    Mackenzie Dern lamenta mais uma derrota em “teste” contra top do peso-palha do UFC

    Acompanhada pela comunidade do MMA com grande expectativa desde sua chegada no Ultimate, Mackenzie Dern desperdiçou mais uma chance de se aproximar de uma disputa de cinturão no peso-palha (52 kg) no último sábado (11), ao ser nocauteada pela ex-campeã Jéssica ‘Bate-Estaca’ no card principal do UFC 295, em Nova York (EUA). Através de sua conta oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), a faixa-preta de jiu-jitsu se pronunciou pela primeira vez após o revés e mostrou sobriedade para reconhecer suas falhas.

    Na legenda da publicação, Mackenzie admite que deixou suas emoções falarem mais alto durante o confronto contra Bate-Estaca e se colocou em posições de perigo, especialmente na trocação franca, onde a ex-campeã possui reconhecida vantagem sobre ela. A especialista no jogo de chão também lamentou mais uma oportunidade perdida de vencer uma das tops do peso-palha e se aproximar de um ‘title shot’ na divisão. Mesmo assim, Dern prometeu aprender com os erros e voltar mais forte no futuro, de olho em alcançar seu objetivo de conquistar o título do UFC.

    “Tudo acontece na hora certa. Claro que eu queria minha melhor performance no MSG e não minha primeira derrota por TKO (nocaute técnico), mas eu confio nos planos de Deus! Tenho que controlar minhas emoções! Entrei na briga emocionada, o que não era o plano. Eu queria fazer muita coisa, mas não entrar na briga (franca), onde tem o risco. Tomei 4 knockdowns, essa foi a primeira (risos). Mais uma vez eu fui testada, tive a oportunidade e não passei. Esse é o risco quando nós entramos no octógono. Eu sabia que seria uma boa luta, porque nós duas vamos para finalizar. Mas eu aprendi muito e o foco é o cinturão! Obrigado a todos que acreditaram em mim, que me apoiam na vitória e na derrota, e que continuam a acreditar em mim. Desculpa qualquer decepção. Eu estou bem, meu coração está apertado, doendo, mas o resto está tudo certo. Voltar para a minha filha agora, aproveitar com minha família e treinar mais porque em breve estou de volta. O objetivo continua, só preciso trabalhar com mais calma. Essa guerreira é muito emocionada em tudo que faz! Cair 7 vezes e levantar 8″, declarou Dern.

    Pior momento da carreira

    Multicampeã no jiu-jitsu, Mackenzie Dern migrou para o MMA como uma grande promessa para o futuro da modalidade. A faixa-preta chegou ao UFC invicta e, depois de perder para Amanda Ribas em sua terceira luta na organização, engatou uma sequência de quatro triunfos que a deixaram em posição de sonhar com o topo do ranking peso-palha. Porém, nos últimos seis combates disputados, a lutadora brasileira nascida nos Estados Unidos intercalou vitórias e derrotas, seu pior momento da carreira.

  • Jamahal Hill alfineta Poatan e Prochazka após UFC 295: “Nenhum desses está no meu nível”

    Jamahal Hill alfineta Poatan e Prochazka após UFC 295: “Nenhum desses está no meu nível”

    Um dos principais interessados no confronto entre Alex Poatan e Jiri Prochazka, pelo então cinturão vago dos meio-pesados (93 kg), Jamahal Hill compareceu no ‘Madison Square Garden’ e acompanhou de perto o duelo entre os combatentes. E, aparentemente, o ex-campeão da categoria não se impressionou com o que viu do brasileiro e do tcheco dentro do octógono.

    Em entrevista à ‘ESPN’ americana após o evento, Jamahal aproveitou para alfinetar a dupla de rivais ao afirmar que se considera em um nível acima do que Poatan e Jiri. Apesar da provocação, o lutador americano reconheceu, sobretudo, o mérito do brasileiro, que conseguiu conquistar o cinturão de duas divisões de peso diferentes em apenas sete lutas e dois ‘anos de casa.’

    “Eu achei que (a luta) acabou um pouco cedo demais. Mas, no geral, fiquei apenas pensando, tipo, nenhum desses caras estão no meu nível. Nenhum deles – não acho que eles sejam (tão bons quanto eu) em nenhuma área do jogo. E mal posso esperar para voltar (a lutar) com saúde plena e ser capaz de mostrar isso. Acho que ele (Poatan) foi bem. Ele mostrou muitas coisas. Demonstrou que é capaz de fazer o que fez nos pesos-médios também nos meio-pesados. Então é emocionante. Ele me fez ficar ansioso para voltar (à ativa)”, declarou Hill.

    Próximo da fila

    Depois de nocautear Prochazka, Poatan surpreendeu ao desafiar Israel Adesanya na entrevista ainda no octógono. O desejo do brasileiro, porém, não deve se concretizar para a próxima rodada, já que, durante a coletiva de imprensa pós-show, Dana White, presidente da organização, indicou que o próximo da fila pelo título até 93 kg é justamente Jamahal Hill, que abdicou do cinturão após lesionar o Tendão de Aquiles.

  • Desafios entre celebridades e safra promissora ajudam a impulsionar boxe no Brasil

    Desafios entre celebridades e safra promissora ajudam a impulsionar boxe no Brasil

    Whindersson Nunes faz encarada com King Kenny antes de luta no High Stakes.
    Whindersson Nunes faz encarada com King Kenny antes de luta no High Stakes – Danilo Fernandes/ Px Images

    Ao longo dos últimos anos, diversos desafios de boxe envolvendo youtubers e celebridades têm atraído os olhos de milhões de pessoas. No Brasil, o principal expoente dessa nova modalidade é o humorista Whindersson Nunes. Com isso, a nobre arte tem angariado mais praticantes no país e movimentado as bets, como o site de apostas csgo.

    Mas, embora seja o principal nome, Whindersson Nunes não é o único influenciador que tem levado o boxe para o grande público. Nomes como Christian Figueiredo, Dynho Alves, entre muitos outros, como Kléber Bambam, que deve enfrentar Acelino “Popó” Freitas em breve, também têm promovido o esporte.

    Além disso, o Brasil tem uma geração muito interessante de boxeadores profissionais, que estão fazendo lutas importantes, inclusive por cinturões mundiais.

     

    Boxe profissional busca protagonismo

    Em 2019, por exemplo, o catarinense Patrick Teixeira tornou-se o quinto brasileiro a se sagrar campeão mundial, após ter vencido o dominicano Carlos Adames. Com a vitória, ele faturou o cinturão dos super-meio-médios da Organização Mundial de Boxe (OMB) e colocou seu nome na história do esporte brasileiro.
    Outros pugilistas do Brasil que também vêm conseguindo destaque internacional são Robson Conceição e Esquiva Falcão.

    O primeiro já lutou duas vezes pelo título mundial, contra Oscar Valdez e Shakur Stevenson. O baiano, medalhista de ouro na Olimpíada de 2016, acabou perdendo ambas as lutas por pontos, mas a peleja contra Valdez foi muito contestada, com diversos analistas e boxeadores tendo enxergado vitória do brasileiro.

    Conceição, inclusive, terá uma nova oportunidade de ser campeão mundial. No dia 16 de novembro, ele encara o mexicano Emanuel Navarrete, em combate válido pelo cinturão da categoria leve júnior da OMB.

    Já Esquiva Facão também teve uma oportunidade recente de lutar pelo título mundial. O brasileiro encarou, em julho deste ano, o alemão Vincenzo Gualtieri, pelo cinturão dos médios da Federação Internacional de Boxe (FIB), mas foi derrotado por decisão unânime.

    E o boxe brasileiro masculino também tem sido bem representado por lutadores como Yamaguchi Falcão, irmão de Esquiva, e Hebert Conceição, que iniciou sua trajetória profissional após ter conquistado a medalha de ouro olímpica em 2020.

     

    Públicos diferentes

    Dessa forma, a simbiose entre desafios de celebridades e o bom momento do boxe profissional pode gerar frutos importantes à modalidade. Afinal, os influenciadores chegam a um público muito vasto e podem furar a bolha para atrair novos fãs, patrocinadores e criar eventos para a nobre arte.

    O boxe brasileiro, assim como outras modalidades, sempre teve atletas talentosos, mas sofre com a falta de incentivo, o que impede que jovens prospectos possam ser lapidados e tornem-se, efetivamente, lutadores do primeiro escalão.

    Desde 2012, porém, quando Esquiva e Yamaguchi Falcão, além de Adriana Araújo, conquistaram três medalhas olímpicas para o boxe brasileiro, a modalidade parece ter voltado a ganhar destaque. Desde então, o país vem conseguindo boas performances nos Jogos Olimpícos e tem visto muitos boxeadores fazerem a transição para o profissional, obtendo bons resultados.

    A expectativa é de que a nobre arte, alavancada pelos desafios que estão acontecendo pelo país, possa crescer e, assim como acontece no MMA, o boxe brasileiro ostente sempre atletas de ponta.

     

    Campeões mundiais do Brasil

    O último brasileiro a conquistar um título mundial de boxe foi Patrick Teixeira, em 2019. No entanto, outros quatro pugilistas do país já haviam conquistado essa glória. O primeiro deles foi, inclusive, um dos melhores a colocar os pés em um ringue: Éder Jofre.
    O “Galo de Ouro” foi eleito o melhor peso-galo da história pela revista especializada The Ring. Além disso, aparece como o 36º melhor boxeador de todos os tempos em publicação da ESPN.
    Jofre foi campeão no peso-galo de 1960 a 1965, e também conquistou o cinturão mundial no peso-pena em 1973.
    Completam a lista de brasileiros campeões mundiais o paulista Miguel de Oliveira e os baianos Valdemir “Sertão” Pereira e Acelino “Popó” Freitas.

  • Carisma diferenciado! Dana White exalta ‘aura’ de Poatan no UFC: “Assustador”

    Carisma diferenciado! Dana White exalta ‘aura’ de Poatan no UFC: “Assustador”

    Há quem pense que, para se tornar um astro no MMA, além do mérito desportivo, o lutador precisa ser ativo com o microfone em mãos. Alex Pereira é uma prova de que para toda regra, há uma exceção. Com uma personalidade discreta e sem dominar o idioma inglês, o striker brasileiro dribla as dificuldades de autopromoção com um ‘carisma natural’ que, a cada dia, aumenta sua legião de fãs ao redor do mundo. Atento ao ‘fenômeno Poatan’, Dana White exalta a aura que o agora campeão dos meio-pesados (93 kg) exala em sua organização.

    Durante conversa com a imprensa após a pesagem cerimonial do UFC 295, que contou com a presença da Ag Fight, o presidente do Ultimate destacou que o que faz Poatan ser tão popular é justamente sua personalidade misteriosa, de poucas palavras. Com uma aparência intimidadora e performances emocionantes nos octógonos, o brasileiro não precisa fazer uso frequente, por exemplo, do tradicional ‘trash talk’.

    Eu acho que ele tem muito carisma. É diferente dos outros. Ele é um filho da p*** com aparência de malvado, ok? Ele é um cara assustador. Isso, em si, já é uma personalidade. Digo isso sempre, as pessoas falam: ‘Você deveria agir como Conor McGregor? Deveria ser isso ou aquilo?’. Não. Você deve ser você. Seja quem você é. Você pode ser um surdo-mudo nesse esporte. Se você for durão e puder ganhar um título mundial, não importa. É para isso que as pessoas comparecem. Elas não vêm para ver você falar, e sim para ver você lutar”, explicou o cartola.

    Mudança de patamar

    Com a vitória sobre Jiri Prochazka no último sábado (11), Poatan entrou para um seleto grupo de atletas que conquistaram cinturões em categorias diferentes dentro do UFC. Agora em outro patamar, o brasileiro também foi o lutador que alcançou tal façanha com mais rapidez dentro da liga – em apenas sete lutas e dois anos de casa.

  • Com apoio de campeão, Malhadinho reforça campanha por luta contra Gane

    Com apoio de campeão, Malhadinho reforça campanha por luta contra Gane

    No último dia 4 de novembro, Jailton Almeida conquistou a vitória mais importante de sua carreira até o momento, ao superar o ex-desafiante ao título dos pesados Derrick Lewis, na luta principal do UFC São Paulo. Após o triunfo, que o deixou próximo do top 5 da categoria, ‘Malhadinho’ desafiou o ex-campeão interino Ciryl Gane. Agora, o baiano ganhou um reforço de peso em sua campanha para conseguir um combate contra o francês, número 1 no ranking.

    Informado na coletiva de imprensa pós-UFC 295, no sábado (11), que Ciryl Gane havia manifestado interesse em enfrentá-lo, o inglês Tom Aspinall debochou de ‘Bon Gamin’ e sugeriu que o mesmo encarasse o lutador baiano. Ao tomar conhecimento da declaração do novo campeão interino do peso-pesado do Ultimate, Jailton Malhadinho utilizou suas redes sociais para reforçar seu desafio ao francês.

    “O campeão já falou, Bon Gamin. A hora é agora. Eu e você. Almeida vs Gane e o vencedor vai para o título! Vamos fazer isso! Pode ser na França, pode ser no Brasil, pode ser na Arábia Saudita, pode ser no UFC 300, em qualquer lugar, a qualquer hora”, desafiou Jailton Almeida.

    De olho no topo

    Ainda invicto desde que estreou no UFC, Jailton Malhadinho é uma das grandes esperanças do MMA brasileiro para o futuro próximo na liga. O peso-pesado baiano venceu todos os seis confrontos que disputou no octógono mais famoso do mundo até o momento e, agora, na 7ª posição do ranking da categoria já sonha com um duelo que o aproxime de vez de um ‘title shot’.

  • Quer revanche! Blachowicz detona desafio de Poatan a Adesanya no UFC 295: “Patético”

    Quer revanche! Blachowicz detona desafio de Poatan a Adesanya no UFC 295: “Patético”

    O icônico desafio feito por Alex Pereira a Israel Adesanya, no último sábado (11), durante o UFC 295, viralizou rapidamente entre os fãs de MMA. E, apesar do impacto que causou na comunidade das lutas, a postura do agora campeão meio-pesado (93 kg) do Ultimate dividiu opiniões. Primeiro rival do brasileiro na nova categoria de peso, Jan Blachowicz detonou a declaração de Poatan após ter nocauteado Jiri Prochazka na luta principal do card em Nova York (EUA).

    De olho em uma eventual revanche contra Poatan, Blachowicz deixou clara sua insatisfação com o desafio feito para um adversário que, atualmente, sequer compete com 93 kg. Através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o veterano polonês, que tradicionalmente é mais discreto em seus posicionamentos fora do octógono, criticou o brasileiro de forma acintosa.

    “Alex Pereira, eu sei que você é ardiloso. Desafiando o Izzy. Ótima performance e tudo mais, mas cale a p*** da boca. Eu e você temos negócios inacabados. Os juízes não vão te beneficiar da próxima vez. Patético. Preciso esclarecer, as pessoas me veem como um cara do bem o tempo todo. Mas às vezes eu fico irritado, como todos na vida. Ainda estou furioso que eles roubaram minha vitória contra o Pereira. E agora ele desafia o Adesanya de novo. Dê um tempo! Já vimos isso quatro vezes!”, escreveu Jan, em sua conta no ‘X’ (antigo Twitter).

    Decisão dividida engasgada

    Ex-campeão dos meio-pesados, Blachowicz foi o responsável por ‘dar as boas-vindas’ para Poatan em sua estreia com 93 kg no UFC. Em julho deste ano, a dupla travou um confronto parelho, que favoreceu o brasileiro na decisão dividida dos juízes. À época, o polonês manifestou sua revolta e chegou a afirmar que havia sido roubado pelos árbitros que analisaram o combate.

  • Alexandre Pantoja defende MMA feminino e rebate fala polêmica de Strickland: “Escroto”

    Alexandre Pantoja defende MMA feminino e rebate fala polêmica de Strickland: “Escroto”

    Na última semana, Sean Strickland dividiu opiniões após compartilhar uma opinião, no mínimo, polêmica sobre a participação de mulheres nas artes marciais mistas. Ao responder Paige VanZant, ex-lutadora do UFC que alegou ter embolsado mais com venda de conteúdo sensual do que com as suas lutas em si, o campeão peso-médio (84 kg) da liga ironizou as credenciais da atleta e aproveitou para atacar a relevância do MMA feminino no esporte. A fala viralizou rapidamente e foi prontamente rebatida por nomes de relevância da modalidade, como Valentina Shevchenko e Alexandre Pantoja.

    Para alfinetar Strickland, ‘Bullet’, ex-campeã peso-mosca (57 kg) do Ultimate, afirmou que o falastrão americano estaria, de certa forma, frustrado por receber salários menores do que algumas mulheres do plantel do UFC e, por isso, adotou tal postura provocativa em suas declarações. Atual campeão da categoria até 57 kg entre os homens, Pantoja também rebateu o posicionamento do ‘Tarzan’, como é conhecido.

    Em resposta ao post no perfil da Ag Fight no Instagram (veja abaixo clique aqui), o atleta de Arraial do Cabo (RJ) manifestou seu ponto de vista e condenou a declaração de Strickland. Pantoja defendeu a importância do MMA feminino e apontou Amanda Nunes como a maior atleta da modalidade – independentemente de gênero. Pregando o respeito entre as ‘classes’ acima de tudo, Alexandre foi bastante elogiado pelos fãs depois de se posicionar sobre o assunto.

    “Acho que todos iriam ficar ofendidos se alguém falasse mal da sua categoria, do seu trabalho, da sua religião. Ele como campeão falando isso, abre a discussão para outros se manifestarem da mesma forma, como vemos nesse post. Eu sou muito fã do MMA feminino, sou fã da Joanna e sempre gostei de ver suas lutas. Para mim também o maior lutador de todos é uma mulher que se chama Amanda Nunes. Como lutador peso mosca sofremos muito com pessoas dizerem que nossa categoria não é boa… Porém toda luta que faço eu dou a vida. Eu tenho minha família para sustentar, tenho meus sonhos para viver. E acho muito escroto alguém dizer que o trabalho que as mulheres fazem no UFC não seja necessário. Devemos respeitar o próximo e não tacar pedras”, opinou o campeão brasileiro.

    Histórico de declarações ‘polêmicas’

    Não foi a primeira vez que Strickland compartilhou uma opinião polêmica em público. E provavelmente não será a última. Conhecido por seu estilo sem ‘papas na língua’, o campeão americano já, inclusive, havia atacado o MMA feminino anteriormente, questionando sua existência. Por conta de sua personalidade e humor ácido, Sean coleciona desafetos no mundo das lutas.