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  • Lutador revela que pensou em “acabar com tudo” após ser dispensado pelo UFC

    Lutador revela que pensou em “acabar com tudo” após ser dispensado pelo UFC

    Programado para acontecer neste sábado (14), o UFC Atlanta marca o retorno de Kris Moutinho ao principal evento de MMA do mundo. A volta para uma segunda passagem no Ultimate representa uma superação não somente esportiva, mas também pessoal. Isso porque, de acordo com o próprio lutador americano de ascendência portuguesa, o tempo em que ficou afastado do octógono mais famoso do planeta coincidiu com um período sombrio na sua vida.

    Em conversa com a imprensa durante o media day do UFC Atlanta, Kris Moutinho revelou que chegou a pensar inclusive em dar um fim à própria vida depois que foi dispensado pelo Ultimate. Sem entrar em muitos detalhes, o lutador creditou a ajuda de sua nova namorada como fundamental na virada de chave para a sua volta por cima.

    “Eu passei por um momento muito ruim com relacionamentos, com todo o resto na minha vida, fiquei péssimo. Eu estive muito perto de acabar com isso, acabar com tudo. Não quero falar muito sobre isso, mas foi um momento ruim. Um dos piores da minha vida. Eu encontrei a garota com quem estou agora, minha linda namorada, e ela me salvou. Salvou a minha vida. Me ajudou a encontrar Deus e eu estou melhor agora”, contou Kris, de acordo com a transcrição do site ‘MMA Fighting’.

    Kris Moutinho no UFC

    A história de Kris Moutinho no UFC teve início em julho de 2021, quando aceitou encarar, de última hora, o então prospecto Sean O’Malley em um combate na edição 264, liderada pelo terceiro capítulo da trilogia entre Conor McGregor e Dustin Poirier. Apesar de ter sido derrotado por ‘Suga’, que viria a se tornar campeão peso-galo (61 kg) dois anos depois, o americano de ascendência portuguesa chamou a atenção da comunidade do MMA ao demonstrar enorme coração e poder de absorção de golpes.

    Mais do que elogios, a performance diante de O’Malley rendeu ao novato um bônus de 50 mil dólares pela ‘Luta da Noite’. Em sua segunda apresentação pelo Ultimate, oito meses depois da estreia, Moutinho foi novamente derrotado por nocaute técnico, desta vez por Guido Cannetti, no que marcou sua despedida do octógono mais famoso do mundo. Depois do segundo revés consecutivo, o atleta natural de Massachusetts (EUA) foi dispensado pelo UFC, para onde retorna neste sábado após engatar cinco triunfos seguidos em eventos menores.

    Assim como na sua primeira passagem pela entidade presidida por Dana White, Moutinho retorna para o Ultimate com um chamado de última hora. Desta vez, o americano de ascendência portuguesa foi reintegrado ao plantel de lutadores do UFC restando poucos dias para a realização da edição sediada em Atlanta (EUA), onde vai medir forças com o promissor Malcolm Wellmaker, ainda invicto no MMA profissional após nove lutas.

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  • Mokaev alerta Pantoja sobre possível superluta com Merab: “Não é grande o suficiente”

    Mokaev alerta Pantoja sobre possível superluta com Merab: “Não é grande o suficiente”

    No último sábado (7), na luta principal do UFC 316, Merab Dvalishvili defendeu o cinturão dos galos (61 kg) pela segunda vez. Com vitórias sobre boa parte dos membros do pelotão de elite da categoria, ‘The Machine’ ampliou seu leque de possibilidades e abriu as portas para uma eventual superluta entre campeões com Alexandre Pantoja. E, apesar de representar uma chance de bicampeonato para o brasileiro, um duelo contra o georgiano pode não ser uma boa ideia. Ao menos é dessa maneira que raciocina Muhammad Mokaev.

    Ex-companheiro de treino de Pantoja na ‘American Top Team’ e peso-mosca invicto no MMA, Mokaev alertou o brasileiro sobre uma provável disparidade física. Atual campeão dos pesos-moscas (57 kg), o atleta de Arraial do Cabo (RJ) teria dificuldades de se impor na categoria de cima – sobretudo contra alguém com o estilo de luta de Merab. Desta forma, ‘The Punisher’, como é conhecido, aconselhou Alexandre a se manter em sua divisão de origem, onde atualmente reina de maneira soberana.

    Vejo matérias com pessoas (dizendo) que ele deveria lutar com o Merab e penso: ‘Não, ele não deveria lutar com o Merab’. Ele não é grande o suficiente para enfrentar o Merab, em questão de tamanho. Eu mesmo, não sou um peso-mosca grande (o suficiente) para encarar o Merab. Merab é forte nos galos, muito forte. Estou sendo realista, não querendo atacar o Pantoja, digo isso até de mim mesmo. Merab é um cara grande, até o (Deiveson) Figueiredo, o maior peso-mosca, teve dificuldade nos galos. Pantoja é menor que o Figueiredo. Diria que é melhor ele ficar nos moscas e construir um legado, ao invés de subir”, opinou Mokaev,  em entrevista ao site ‘MMA Fighting’,

    Pantoja com foco nos moscas

    Desde que Merab abriu as portas para o combate, Pantoja não se manifestou. Isso pode ser explicado por declarações prévias do brasileiro, que frisou que seu objetivo primário no momento é ampliar seu legado como um campeão dominante nos pesos-moscas. O único cenário que despertou certo interesse do carioca em subir aos galos foi para enfrentar Sean O’Malley, com quem possui uma rixa antiga. Mas como ‘Suga’ não é mais o detentor do título até 61 kg, a tendência é que Alexandre permaneça em sua categoria de origem.

    Com três defesas de título bem-sucedidas, Pantoja está prestes a enfrentar um novo desafio. No fim do mês, mais precisamente no dia 28 de junho, o brasileiro medirá forças contra Kai Kara-France no ‘co-main event’ do UFC 317, na tradicional ‘Semana Internacional da Luta’. Por já ter superado o neozelandês no passado, nos tempos de ‘TUF’, o atleta de Arraial do Cabo surge como favorito para a disputa, que coloca o cinturão peso-mosca em jogo.

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  • Norma Dumont mira ex-campeã de olho em disputa pelo cinturão

    Norma Dumont mira ex-campeã de olho em disputa pelo cinturão

    Em franca ascensão no UFC, Norma Dumont parece ter definido seu próximo desafio. Embalada por uma sequência consistente de cinco vitórias consecutivas, a brasileira deseja medir forças com ninguém menos que Raquel Pennington, ex-detentora do cinturão peso-galo (61 kg) da organização. O possível confronto, segundo a atleta, pode ser o passo decisivo rumo à tão almejada disputa pelo título.

    Em entrevista ao ‘MMA Junkie’, Dumont destacou que o duelo faz sentido tanto para ela quanto para a companhia. Apesar do respeito pela norte-americana, ela acredita ter os atributos necessários para sair vencedora.

    “Acho que essa é a luta que realmente me colocaria em posição de disputar o título. Com certeza ela é forte, é dura, mas acho que sou tecnicamente melhor. Sou mais rápida, mais forte. Vai ser uma luta franca, com trocação, do jeito que o UFC gosta de ver”, disse a lutadora, que superou Irene Aldana em sua última apresentação, no UFC 306.

    Pennington, por sua vez, vem de derrota para Julianna Peña em disputa de cinturão no UFC 307. Antes disso, no entanto, havia engatado uma sequência de seis triunfos, incluindo vitórias sobre nomes expressivos como Ketlen Vieira, Mayra Bueno Silva e Macy Chiasson — esta, inclusive, foi a última a vencer Dumont no octógono.

    De olho no cinturão

    Caso confirme o favoritismo em uma eventual luta contra Pennington, Norma passará a observar com atenção o resultado do aguardado embate entre Kayla Harrison e Amanda Nunes, possível duelo válido pelo título da categoria. Será a oportunidade de analisar de perto uma adversária em potencial.

    “Pode ir para qualquer lado. Depende muito de como a Amanda tem treinado. Não dá para saber. Vamos ter que descobrir na luta. Acho que ambas têm tendência a cansar após o terceiro round, então vai depender de quem conseguir finalizar”, avaliou.

    Sem confirmação oficial por parte do Ultimate, o possível encontro entre Dumont e Pennington já gera expectativa. Um confronto que pode balançar o cenário do peso-galo feminino e ter impacto direto na corrida pelo trono da divisão.

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  • Kamaru Usman e Joaquin Buckley batem o peso e confirmam duelo de gerações no UFC Atlanta

    Kamaru Usman e Joaquin Buckley batem o peso e confirmam duelo de gerações no UFC Atlanta

    Na manhã desta sexta-feira (13) foi realizada a pesagem oficial do UFC Atlanta. Sem grandes sustos, os 26 atletas escalados para disputarem os 13 combates do evento passaram pela balança e atingiram o limite estabelecido em suas respectivas categorias de peso. E não foi diferente com os protagonistas do show, Kamaru Usman e Joaquin Buckley, que bateram o peso e confirmaram o duelo de gerações na luta principal deste sábado.

    Primeiro a subir na balança durante a cerimônia, Usman surgiu com 77,5 kg. Ex-campeão dos meio-médios (77 kg), o nigeriano tem um audacioso plano de voltar ao topo da categoria e, em seguida, ir em busca de um bicampeonato. Mas para isso, Kamaru terá que frear a ascensão de Buckley. Embalado por seis vitórias consecutivas, o americano cravou a mesma marca que seu oponente na pesagem, com 77,5 kg.

    ‘Co-main event’

    Na segunda luta em ordem de importância da noite, outra ex-campeã entrará em ação. Rose Namajunas cravou 57,1 kg – mesma marca aferida por sua adversária, Miranda Maverick. O ‘co-main event’ coloca frente a frente duas atletas que já foram parceiras de treino durante anos. Compatriotas, ‘Thug’ e ‘Fear The’ trarão a rivalidade dos tatames para o octógono, em um verdadeiro ‘tira-teima’.

    Dupla brasileira no peso

    Como não poderia deixar de ser, o ‘Esquadrão Brasileiro’ estará representado no UFC Atlanta com dois competidores. O primeiro a subir ao palco foi Rodolfo Bellato, com a marca de 93,2 kg. Seu adversário, Paul Craig, despontou cerca de 200 gramas mais pesado, com 93,4 kg. Os dois foram realocados para o evento deste sábado após virem o confronto, originalmente marcado para o UFC Vegas 106, em maio, ser cancelado de última hora por conta de uma herpes labial identificada no rosto de ‘Trator’.

    Em seguida, foi a vez de Raoni Barcelos. Sorridente, o brasileiro cravou 61,6 kg e vibrou bastante em cima da balança. Seu adversário, Cody Garbrandt, surgiu no palco com a mesma marca, confirmando o combate. Aos 38 anos, o veterano carioca aposta na longevidade para emplacar sua terceira vitória seguida no evento e se aproximar do ranking dos galos (61 kg).

    Confira todos os pesos do UFC Atlanta abaixo:

    Peso meio-médio: Kamaru Usman (77,5 kg) x Joaquin Buckley (77,5 kg)

    Peso-mosca: Rose Namajunas (57,1 kg) x Miranda Maverick (57,1 kg)

    Peso-médio: Edmen Shahbazyan (83,9 kg) x Andre Petroski (84,3 kg)

    Peso-galo: Cody Garbrandt (61,6 kg) x Raoni Barcelos (61,6 kg)

    Peso-médio: Mansur Abdul-Malik (84,3 kg) x Cody Brundage (84,3 kg)

    Peso meio-pesado: Alonzo Menifield (93,4 kg) x Oumar Sy (93,4 kg)

    Peso meio-pesado: Paul Craig (93,4 kg) x Rodolfo Bellato (93,2 kg)

    Peso meio-médio: Michael Chiesa (77,5 kg) x Court McGee (77,1 kg)

    Peso-galo: Malcolm Wellmaker (61,6 kg) x Kris Moutinho (61,6 kg)

    Peso-mosca: Cody Durden (57,1 kg) x Jose Ochoa (56,7 kg)

    Peso-galo: Ricky Simon (61,6 kg) x Cameron Smotherman (61,6 kg)

    Peso meio-médio: Phil Rowe (77,5 kg) x Ange Loosa (77,5 kg)

    Peso-mosca: Jamey-Lyn Horth (57,1 kg) x Vanessa Demopoulous (57,1 kg)

     

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  • Hall da Fama do UFC é preso pela quarta vez em menos de duas semanas

    Hall da Fama do UFC é preso pela quarta vez em menos de duas semanas

    O ex-campeão e membro do Hall da Fama do UFC BJ Penn foi preso novamente nesta quinta-feira (12), no Havaí (EUA), somando sua quarta detenção em menos de duas semanas. De acordo com o portal ‘MMA Fighting’, um comunicado da Polícia de Hilo informa que o ex-lutador de 46 anos foi detido por violar uma ordem de restrição temporária, que o impedia de se aproximar de uma residência envolvida no processo.

    Segundo as autoridades, ele foi localizado nas proximidades da casa, infringindo os termos da medida judicial em vigor. A prisão ocorreu sem resistência. Em seguida, foi conduzido à delegacia local e liberado após o pagamento de fiança no valor de 3 mil dólares (cerca de R$ 16,6 mil). Uma nova audiência está marcada para esta sexta-feira, às 11h30 (horário local).

    A situação do havaiano se agravou nas últimas semanas. As medidas restritivas foram impostas após duas prisões anteriores por abuso contra um membro da família, seguidas de uma terceira detenção, motivada pelo não comparecimento a uma audiência — o que representou violação das condições de sua fiança.

    A mãe do ex-atleta, Lorraine Shin, foi a responsável por solicitar a ordem de restrição, alegando “abuso psicológico extremo”. Em depoimento à polícia, ela afirmou acreditar que o filho sofre da síndrome de Capgras — um distúrbio psiquiátrico raro em que o indivíduo acredita que pessoas próximas foram substituídas por impostores idênticos.

    Ícone do MMA e um dos nomes mais emblemáticos da história do UFC, BJ Penn tem acumulado episódios de instabilidade nos últimos anos. Casos envolvendo brigas, agressões e comportamentos preocupantes fora do octógono têm sido recorrentes.

    Entenda o caso

    Lorraine Shin entrou com o pedido de medida protetiva após um episódio ocorrido em maio, quando o ex-campeão foi preso por envolvimento em um incidente doméstico no qual teria feito contato físico ofensivo contra um familiar. Na ocasião, ele foi detido em casa e liberado após pagar fiança.

    Segundo o relato da mãe, o comportamento de Penn tem se tornado cada vez mais paranoico e agressivo — a ponto de ele alegar que ela teria sido assassinada e substituída por uma impostora. Além disso, o ex-lutador tem publicado vídeos nas redes sociais nos quais acusa familiares e figuras públicas de serem agentes do governo infiltrados, supostamente interessados em controlar sua herança.

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  • Kayla Harrison ressalta respeito por Amanda Nunes e foge de treta à la ‘Covington vs Masvidal’

    Kayla Harrison ressalta respeito por Amanda Nunes e foge de treta à la ‘Covington vs Masvidal’

    Após conquistar o cinturão com uma vitória imponente sobre Julianna Peña no UFC 316, Kayla Harrison não escondeu sua surpresa ao saber que Amanda Nunes teria deixado a American Top Team (ATT) para evitar um possível conflito entre as duas. A ex-campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) afirmou recentemente que sua saída da academia foi motivada pela previsão de um futuro confronto com a atual detentora do título até 61 kg — algo que pegou americana desprevenida.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, a judoca reagiu às declarações com perplexidade e afirmou que nunca houve qualquer desrespeito de sua parte. Para ela, a saída de Nunes parece estar ligada a um mal-entendido sobre sua presença na luta entre a baiana e Julianna Peña.

    “Achei que ela saiu porque perdeu [para a Peña], mas por que ela diria isso se não fosse verdade? Pelo que ouvi e estou começando a entender, eu fui a essa luta. Estava na plateia na noite em que Julianna venceu Amanda, e acho que ela teve esse mal-entendido — achou que eu faria o que ela fez no sábado. Que eu entraria no octógono para desafiá-la”, explicou.

    A norte-americana, que permaneceu na PFL por mais tempo antes de migrar para o UFC, garantiu que sempre agiu com lealdade. Segundo ela, a relação entre ambas foi cordial, apesar de não serem parceiras próximas nos treinos. Ainda assim, fez questão de deixar claro que esteve sempre disponível para colaborar no que fosse necessário.

    Já a ‘Leoa’ afirmou não ter mágoas, mas justificou sua decisão de deixar a equipe pela inevitabilidade do confronto — o que, segundo ela, poderia gerar um clima de desconforto interno. Por esse motivo, optou por abrir sua própria academia.

    Clima de paz

    Apesar do desconforto gerado, Harrison demonstrou surpresa com o peso dado à situação, especialmente por considerar natural que atletas da mesma divisão treinem juntos em grandes equipes. A campeã destacou que espera que o possível duelo com Nunes ocorra dentro de uma atmosfera respeitosa e profissional. Mesmo com a tensão implícita, encerrou o assunto com serenidade.

    “Vejo vários atletas treinando juntos, mesmo competindo na mesma divisão. Para mim, isso eleva o nível de todos. Minha esperança é que possamos fazer isso com respeito, não quero uma situação Colby (Covington) vs (Jorge) Masvidal. Estou em paz com a situação. Sei quem sou e como me comportei. Sou ATT até o fim, mas estou pronta para o que vier”, declarou.

    A aguardada superluta entre as duas estrelas do MMA feminino ainda não tem data definida, já que a brasileira precisa cumprir o protocolo de seis meses de testes antidoping antes de retornar ao octógono. Mesmo assim, o confronto já começa a ganhar status de um dos maiores da história da modalidade.

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  • Filha do ex-campeão do UFC Frank Mir agenda volta ao MMA após hiato de três anos

    Filha do ex-campeão do UFC Frank Mir agenda volta ao MMA após hiato de três anos

    Vista como uma grande promessa do MMA Feminino, Bella Mir está de volta ao cage depois de um hiato de três anos na sua carreira na modalidade. Filha do ex-campeão do UFC Frank Mir, a jovem lutadora de 22 anos vai encarar Alivia Bierley no ‘Fury Challenger Series 14’, em Houston (EUA), no dia 27 de julho.

    O anúncio do combate foi feito pela própria organização, pelas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Este será o primeiro compromisso de Bella no MMA desde junho de 2022. Sete meses depois da sua última luta, a americana – estudante da North Central University – se tornou a primeira lutadora na história a assinar um contrato ‘NIL’ com o UFC – acordo que a transformou em uma espécie de embaixadora universitária da liga, através da cessão dos seus ‘direitos de imagem’.

    Menina-prodígio

    Filha do ex-campeão peso-pesado do UFC Frank Mir, Bella surgiu como uma menina-prodígio nos esportes de combate. Desde cedo ativa em competições de wrestling e grappling, a americana iniciou sua trajetória no MMA profissional com apenas 17 anos, em 2020. E até o momento, a jovem lutadora tem cumprido com a expectativa criada em torno dela.

    Logo em sua estreia pela modalidade, Bella conquistou uma vitória sobre Danielle Wynn, por pontos, no evento ‘iFF 2’, em outubro de 2020. Na quarta edição do show, dois meses depois, a herdeira do ex-campeão do UFC alcançou seu segundo triunfo no MMA, ao finalizar Alma Cespedes. O método de vitória foi o mesmo na sua terceira apresentação nas artes marciais mistas, em junho de 2022, quando aplicou uma chave-de-braço para superar Jessica Link-Davis.

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  • Gabriel Braga é nocauteado na semifinal e dá adeus a prêmio milionário na PFL

    Gabriel Braga é nocauteado na semifinal e dá adeus a prêmio milionário na PFL

    A noite da última quinta-feira (12) não foi tão positiva para o MMA nacional. Em busca de uma vaga na final do torneio milionário da PFL, Gabriel Braga entrou em ação no card sediado em Nashville (EUA). Entretanto, diante do velho conhecido Jesus Pinedo, o brasileiro sucumbiu e acabou nocauteado – sendo eliminado do ‘GP’ peso-pena (66 kg) nas semifinais.

    O revés veio ainda no primeiro assalto, com pouco mais de um minuto de combate. Ao tentar se aproximar de Pinedo, Gabriel acabou exposto e recebeu um cruzado de direita do peruano. Grogue, o brasileiro recuou, mas um outro cruzado – este de esquerda -, o levou à lona. Indefeso, Braga ainda recebeu alguns golpes no ‘ground and pound’ antes do árbitro intervir e encerrar o confronto (veja abaixo ou clique aqui).

    Histórico entre Gabriel e Pinedo

    Com a derrota sofrida na última quinta, Gabriel deixou de avançar para a grande decisão do torneio e, de quebra, deu adeus à chance de embolsar o prêmio de 500 mil dólares (R$ 2,7 milhões). Mas essa não foi a primeira vez que o brasileiro passou por essa exata mesma situação. Na temporada 2023, já na final do ‘GP’, Braga também parou nas mãos do algoz peruano. Na oportunidade, o revés para Pinedo veio no terceiro round e frustrou o sonho do carioca se tornar campeão da liga.

    À época, Jesus havia empatado a rivalidade com Braga em 1 a 1. Isso porque, ainda na temporada regular do meio torneio, o brasileiro havia vencido o peruano na decisão dividida dos juízes. O ‘tira-teima’, então, ficou para 2025. Mas quem levou a melhor e tomou a dianteira na rivalidade acabou sendo Pinedo, que agora busca o bicampeonato na PFL.

    Final entre campeões

    Na outra semifinal até 66 kg, Movlid Khaybulaev, campeão na temporada 2021, dominou o sul-coreano Taekyun Kim e venceu por decisão unânime. Invicto no MMA profissional com um cartel de 23 vitórias, um empate e um ‘no contest’ (sem resultado), o russo agora fará um duelo de campeões na grande decisão desta temporada, visto que Pinedo, algoz de Gabriel Braga, conquistou o título em 2023.

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  • Jake Paul inclui Conor McGregor em lista de atletas mais supervalorizados do esporte

    Jake Paul inclui Conor McGregor em lista de atletas mais supervalorizados do esporte

    Ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do UFC, Conor McGregor conseguiu furar a bolha e alcançar um status de superestrela do esporte mundial – posição nunca antes alcançada por outro lutador de MMA. Apesar disso, há quem entenda que o prestígio do astro irlandês excede seu real valor como atleta. Este é o caso, por exemplo, de Jake Paul.

    Em uma publicação para as redes sociais do seu patrocinador (veja abaixo ou clique aqui), Jake elegeu McGregor como um dos dez atletas mais supervalorizados do esporte mundial na história. Mais do que a opinião pessoal do youtuber que virou boxeador, a inclusão do astro do UFC na lista pode ser vista como mais um capítulo da rixa entre os dois, que conta com inúmeros episódios de troca de provocações públicas.

    “Esse é o meu top 10 de atletas mais supervalorizados. Babe Ruth (baseball), supervalorizado. Trevor Lawrence (futebol americano), pago em excesso e supervalorizado. Esse vai irritar muitas pessoas: (Cristiano) Ronaldo (futebol). Ryan Garcia (boxe), Conor McGregor (MMA). Dak Prescott (futebol americano), absurdamente supervalorizado. Anthony Edwards (basquete), supervalorizado. Canelo Álvarez (boxe), supervalorizado. Tua Tagovailoa (futebol americano), supervalorizado. E por último, Anthony Joshua (boxe), supervalorizado. Aí está”, enumerou Paul.

    Boxeadores na lista

    E Conor McGregor não foi o único lutador a fazer parte da lista. Também estão no top 10 atletas mais superestimados, na opinião de Jake Paul, os boxeadores Ryan Garcia, Saúl ‘Canelo’ Álvarez e Anthony Joshua. Curiosamente, assim como o ex-campeão do UFC, todos os três pugilistas citados pelo youtuber também já se desentenderam em algum momento com ele.

     

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  • Kayla Harrison admite que cogitou se aposentar durante o corte de peso do UFC 316: “Inferno”

    Kayla Harrison admite que cogitou se aposentar durante o corte de peso do UFC 316: “Inferno”

    Desde que migrou da PFL para o UFC, no início de 2024, Kayla Harrison gerava incertezas nas rivais e também nos fãs de MMA, descrentes de que a americana conseguiria efetuar o corte de peso de maneira bem-sucedida. Os questionamentos foram respondidos em cima da balança, com a bicampeã olímpica de judô atingindo a marca dos pesos-galos (61 kg) nas três vezes em que competiu no Ultimate. Mas apesar do êxito, o processo ao qual a judoca submete o próprio corpo é tão extremo que já a fez, inclusive, cogitar encerrar sua carreira profissional.

    Nos tempos do judô, Kayla chegou a competir com 78 kg. Já no MMA, ainda sob a bandeira da PFL, a americana entrava em ação nos pesos-leves (70 kg). Sendo assim, cortar o peso até a marca de 61 kg é um processo classificado pela própria como um “inferno absoluto”. Não à toa, no último fim de semana, enquanto se desidratava para a pesagem oficial do UFC 316, Harrison admitiu, em entrevista ao canal ‘Luke Thomas’, no Youtube, que a possibilidade de pendurar as luvas foi contemplada.

    Não é um processo fácil, é um inferno absoluto (o corte de peso). Não vou romantizar. Acho que todos percebem como é quando me olham na balança. Não é bonito, nem fácil. Não é uma caminhada no parque. Por isso dou total crédito à minha equipe. Trouxe alguns especialistas para me ajudarem com o corte de peso, o processo de reidratação, nutrição (…) Não vou mentir, na sexta de manhã pensei em me aposentar no sábado à noite. Isso tira um pedaço da sua alma, mas também constrói um pedaço de você. Nunca serei capaz de fazer justiça ou explicar, não tenho palavras para descrever”, relatou Kayla.

    Sacrifício recompensado

    Se a balança tem sido a grande inimiga de Harrison desde sua chegada ao UFC, é justo afirmar que os sacrifícios e abdicações da americana geraram grandes feitos. Com apenas três lutas na companhia, a judoca se sagrou campeã peso-galo ao finalizar Julianna Peña, então detentora do cinturão. E como se não bastasse, Kayla ainda encaminhou uma superluta contra a ex-parceira de treinos e ‘GOAT’ do MMA feminino, Amanda Nunes. Já no topo da cadeia alimentar da principal liga de MMA do mundo, agora resta saber até quando a atleta de 34 anos será capaz de lidar com o severo corte de peso.

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