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  • Mike Tyson e Jake Paul fazem aposta milionária em trilogia do boxe feminino

    Mike Tyson e Jake Paul fazem aposta milionária em trilogia do boxe feminino

    Apesar de terem se enfrentado dentro do ringue de boxe, Jake Paul e Mike Tyson parecem nutrir uma amizade genuína. Prova disso é que o youtuber e o ex-campeão mundial concordaram em apostar valores milionários no resultado da trilogia entre Katie Taylor e Amanda Serrano, que acontece nesta sexta-feira (11), no Madison Square Garden, em Nova York (EUA).

    A aposta foi sugerida pelo youtuber, em uma descontraída conversa via ligação de vídeo com o ex-campeão mundial de boxe, compartilhada por ele nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui). Pelo acordo, Jake vai receber 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,4 milhões) em caso de vitória de Amanda Serrano, que é empresariada por ele. Já Tyson embolsaria a mesma quantia se Katie Taylor vencer a rival pela terceira vez.

    “Certo, vamos fazer uma aposta: se a Katie vencer, você ganha 1 milhão (de dólares), se Amanda vencer, aí eu ganho 1 milhão“, propôs Jake Paul.

    Katie Taylor vs Amanda Serrano 3

    Duas das maiores estrelas do boxe feminino na atualidade, Katie Taylor e Amanda Serrano já se enfrentaram no ringue em outras duas oportunidades anteriormente. Na primeira luta entre elas, disputada em abril de 2022, também no Madison Square Garden, em Nova York, a irlandesa derrotou a porto-riquenha na decisão dividida dos juízes, após uma equilibrada batalha de 10 rounds.

    Na revanche, realizada em novembro do ano passado, Taylor novamente levou a melhor sobre Serrano, desta vez na decisão unânime dos juízes, em evento promovido no Texas (EUA) e liderado pela disputa entre Jake Paul e Mike Tyson, vencida pelo youtuber. Em ambas ocasiões, ‘The Bray Bomber’ – como a irlandesa é conhecida – manteve os títulos mundiais – na primeira do peso-leve (59 kg) e na revanche do super-leve – do Conselho Mundial de Boxe (WBC), Associação Mundial de Boxe (WBA), Federação Internacional de Boxe (IBF), Organização Mundial de Boxe (WBO) e da revista ‘The Ring‘.


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  • Aspinall na mira? Jon Jones aumenta rumores de volta ao UFC: “Bom ser o caçador e não a caça”

    Aspinall na mira? Jon Jones aumenta rumores de volta ao UFC: “Bom ser o caçador e não a caça”

    Em junho, durante a coletiva de imprensa após o UFC Baku, no Azerbaijão, Dana White pegou a todos de surpresa com o anúncio da aposentadoria de Jon Jones. Entretanto, apenas duas semanas após a ‘bomba’, o cenário sofreu uma reviravolta. Depois que Donald Trump revelou seus planos de promover um evento do Ultimate na Casa Branca em 2026, ‘Bones’ parece ter voltado atrás e flertado com uma volta à ativa. Agora, através de uma mensagem enigmática em suas redes sociais, o ex-campeão americano aumentou ainda mais os rumores sobre um possível retorno ao octógono mais famoso do mundo.

    Anteriormente campeão linear peso-pesado, Jones abriu espaço com sua aposentadoria para que Tom Aspinall, então dono do cinturão interino, ocupasse seu espaço de soberano da categoria. Sendo assim, teoricamente, o principal alvo da divisão até 120 kg do UFC agora é o prospecto inglês. E tal cenário parece agradar Jon, que abandonou, após anos de domínio, o status de “caça” e, aparentemente, abraçou o posto de “caçador”.

    É bom ser o caçador e não a caça pela primeira vez”, escreveu ‘Bones’ (veja abaixo ou clique aqui), através de sua conta oficial no ‘X’ (antigo Twitter).

    Encaixe perfeito em card histórico

    Caso realmente saia do papel em meados de 2026, como parte da comemoração dos 250 anos da assinatura da Declaração da Independência dos EUA, de 1776, o card na Casa Branca teria Jon Jones como um protagonista ideal para um possível ‘main event’. Afinal de contas, além de ser americano e considerado o ‘GOAT’ do MMA, o agora ex-campeão é entusiasta do presidente Donald Trump. Não à toa, em seu último combate, contra Stipe Miocic, ‘Bones’ celebrou a vitória em grande estilo com uma ‘dancinha’ popularizada pelo líder de estado, que estava presente ‘in loco’ para acompanhar o UFC 309.

    Com uma proposta ousada de sediar o evento do UFC nos gramados da Casa Branca, Donald Trump seduziu outro astro do MMA: Conor McGregor. Antes mesmo de Jones levantar o braço e se interessar pelo show inédito, ‘Notorious’ já havia se disponibilizado para competir na residência oficial do presidente dos EUA. Entretanto, tanto o irlandês quanto o americano, já veteranos, surgem como grandes incógnitas para a ocasião.

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  • Amanda Nunes minimiza histórico de treinos e afasta rixa com Kayla Harrison: “Só negócios”

    Amanda Nunes minimiza histórico de treinos e afasta rixa com Kayla Harrison: “Só negócios”

    Por mais que acrescente um ingrediente a mais para a promoção da iminente superluta, sobretudo para os fãs de MMA, o passado de Amanda Nunes e Kayla Harrison na ‘American Top Team’ aparentemente não atrela nenhum tipo de rivalidade ou rixa pessoal entre as duas, muito pelo contrário. Após a bicampeã olímpica de judô ressaltar o respeito que tem perante à brasileira, a ‘Leoa’ foi na mesma direção e afastou qualquer tipo de motivação pessoal em enfrentar a americana, classificando o provável combate como “só negócios”.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Amanda afirmou que sua volta à ativa não tem relação direta com Harrison, e sim com sua fome de voltar ao posto de campeã. Após a americana revelar que “levou uma surra” da baiana em seu primeiro treino juntas na ‘ATT’, a ‘Leoa’ minimizou tal histórico, indicando que fez poucas atividades em conjunto com a judoca na época em que eram companheiras de equipe.

    Não (treinamos muito juntas). Talvez eu possa até contar (nas mãos). Se a gente deu cinco ou seis treinos nessa trajetória toda, foi muito. A gente tem uma relação muito boa na academia, de respeito, claro. Isso é o esporte, é assim mesmo. A minha saída da academia foi porque eu sabia que isso (luta) ia acontecer um dia. Mas não tenho raiva de ninguém. Fiz a minha escolha. Sou profissional e respeito ela como atleta. Estou voltando porque adoro lutar, amo isso. São só negócios. É vontade de pegar meu cinturão de volta. Ele é meu e acabou”, destacou Nunes.

    O que está em jogo?

    Apontada como a ‘GOAT’ do MMA feminino, Amanda é ex-campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) do UFC. Kayla, por sua vez, é uma espécie de heroína nos EUA, já que foi medalhista de ouro olímpica duas vezes, se tornou campeã da PFL e, agora, também do Ultimate. Sendo assim, a judoca agora busca o posto de melhor lutadora de todos os tempos nos esportes de combate caso vença a ‘Leoa’. Nunes, por sua vez, mesmo na condição de zebra para a eventual luta e voltando da aposentadoria, quer mostrar que ainda detém o domínio da modalidade contra um nome de grande apelo comercial e esportivo.

    A aguardada superluta entre as duas estrelas do MMA feminino ainda não tem data definida, já que a brasileira precisa cumprir o protocolo de seis meses de testes antidoping antes de retornar ao octógono. Mesmo assim, o confronto entre Amanda e Kayla já começa a ganhar status de um dos maiores da história da modalidade, dado as credenciais das atletas envolvidas. Em entrevistas recentes à Ag Fight, ambas admitiram que gostariam de se enfrentar ainda em 2025, provavelmente no fim da temporada.

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  • Mini Poatan? Diego Brandão adota shorts de Alex Pereira e aprova apelido

    Mini Poatan? Diego Brandão adota shorts de Alex Pereira e aprova apelido

    Veterano do MMA e primeiro brasileiro a vencer uma edição do The Ultimate Fighter, Diego Brandão voltou a chamar atenção no cenário internacional — desta vez, não apenas pelas vitórias, mas também pelo visual inusitado. Em suas últimas aparições no cage, onde conquistou e defendeu o cinturão peso-pena do Tuff-N-Uff, o cearense utilizou shorts personalizados de Alex ‘Poatan’ Pereira, ex-campeão de duas categorias do UFC. O motivo, segundo ele, foi uma coincidência que acabou virando marca registrada.

    Em entrevista ao ‘MMA Fighting’, Brandão revelou que sua intenção original era vestir o tradicional modelo amarelo da bandeira brasileira, em homenagem a José Aldo, durante seu retorno aos Estados Unidos. No entanto, foi surpreendido ao chegar ao UFC Performance Institute.

    “Fui comprar os shorts do José Aldo, o do Brasil, amarelo. Quando cheguei lá para a luta contra o Jamie [Siraj], não tinha. Fiquei p***. Queria me vestir bem para o Dana White ver. Quando vi escrito ‘Pereira’, pensei: ‘Esses shorts são bons’. Me disseram: ‘É do Alex Poatan’. E meu nome é Diego Pereira Brandão. Falei: ‘Quer saber? Vou lutar com esse mesmo’”, disse o brasileiro.

    Versão mini?

    A escolha improvisada ganhou significado depois que o lutador nocauteou Siraj em tempo semelhante ao de Pereira contra Jamahal Hill no UFC 300 — com uma diferença de apenas 14 segundos. A semelhança rendeu comparações divertidas, ao passar a ser chamado de “Mini Poatan”, apelido que ele aceitou com bom humor.

    “Eu adoro isso. Raspei a cabeça e realmente fico meio parecido com o Mini Poatan, mas ele é melhor. Foi algo orgânico. Eu queria os amarelos do José Aldo, mas acabei pegando os do Poatan. Foi até melhor”, brincou.

    Aos 38 anos, o ex-TUF continua ativo no circuito independente e deve defender novamente o título do Tuff-N-Uff em novembro, contra Kai Kamaka III. Apesar do foco imediato, o objetivo maior permanece: retornar ao UFC.

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  • Ian Garry desafia Belal Muhammad para luta no UFC 319; ex-campeão debocha

    Ian Garry desafia Belal Muhammad para luta no UFC 319; ex-campeão debocha

    Reserva da última disputa pelo cinturão meio-médio (77 kg) do UFC, Ian Machado Garry seria um dos principais candidatos ao posto de próximo desafiante ao título da categoria. Porém, a chegada do russo Islam Makhachev à divisão deve atrapalhar os planos do irlandês, sexto colocado no ranking. Assim, ‘The Future’ – como é conhecido – foca suas atenções em outro alvo.

    Em um vídeo publicado no seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), Ian Garry desafiou o ex-campeão Belal Muhammad para um duelo no UFC 319. Vale destacar que o evento será disputado no dia 16 de agosto, em Chicago (EUA), cidade natal do lutador americano de ascendência palestina.

    Inclusive, de acordo com o irlandês, o confronto entre ele e Belal já estava previsto para acontecer mesmo se o ex-campeão tivesse defendido o título da divisão com sucesso diante de Jack Della Maddalena, em maio. Isso porque, neste cenário, Makhachev, amigo de ‘Remember The Name’ e ex-campeão dos leves (70 kg), não subiria para os meio-médios para lutar pelo cinturão da categoria.

    “Belal Muhammad continua a desafiar Kamaru Usman. O próprio Usman já falou que não vai lutar tão cedo. Então, por que ele continua o desafiando? Porque ele está fugindo de mim. Agora ele começou a mencionar o nome do Sean Brady de novo – um cara que ele já nocauteou. Imagine desafiar alguém que você já nocauteou. A verdade é essa: se Belal tivesse vencido JDM (Jack Della Maddalena), ele iria me enfrentar em Chicago, sua cidade natal. Então, faça a coisa certa. Não desaponte sua cidade natal e aceite a luta em Chicago. Vejo você em breve”, desafiou Garry.

    Deboche do ex-campeão

    Não demorou muito para que Belal Muhammad respondesse ao desafio proposto por Ian Machado Garry. Também através das redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), o ex-campeão peso-meio-médio do UFC debochou da tentativa do rival em provocá-lo e o comparou a uma versão ‘barata’ de Conor McGregor. Na legenda da publicação, porém, ‘Remember The Name’ parece ter aberto as portas para o confronto contra o atleta europeu e sugeriu a data: novembro.

    “Ian Garry está por aí fazendo cosplay de Conor (McGregor) com trash talk de loja de 1,99. Irmão, suas falas batem mais leve que seu jab. Você soa como um adolescente que acabou de descobrir os melhores momentos do McGregor. Você quer me superar no boxe? Tente me superar na conversa primeiro sem passar vergonha. Até lá, volte a ensaiar em frente ao espelho. Talvez um dia seu trash talk seja tão afiado quanto o corte do seu barbeiro”, rebateu Belal.

    Visto como uma promessa de futura estrela do esporte, assim como seu compatriota Conor McGregor, Ian Machado Garry soma 16 vitórias – a metade delas pela via rápida – e apenas uma derrota no seu currículo no MMA profissional. No UFC, o meio-médio irlandês – ex-campeão do evento ‘Cage Warriors’ – venceu nove oponentes, o último deles o brasileiro Carlos Prates, e só foi superado por Shavkat Rakhmonov, em uma luta que aceitou de última hora.


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  • Empresário de Ilia Topuria aponta Gaethje como favorito à disputa pelo cinturão

    Empresário de Ilia Topuria aponta Gaethje como favorito à disputa pelo cinturão

    Ainda sem definição oficial sobre quem será o próximo desafiante ao cinturão dos pesos-leves (70 kg) do UFC, Ilia Topuria já tem um possível oponente ganhando força nos bastidores. Segundo Lukasz Orzel, empresário do campeão georgiano radicado na Espanha, o nome mais próximo de garantir a disputa pelo título é o do ex-campeão interino Justin Gaethje.

    A declaração foi dada em entrevista ao canal polonês ‘Kanał Sportowy’. Na conversa, Orzel descartou qualquer mudança de categoria no curto prazo e reforçou que o foco segue na divisão até 70 kg.

    “O terceiro cinturão é uma questão de tempo. Por agora, demos nossa palavra ao UFC de que permaneceremos nos leves. Estamos esperando para ver quem surgirá como o desafiante natural. Gostaríamos de lutar ainda este ano. Gaethje é o mais próximo; o tempo dirá se será ele”, afirmou.

    Surpresa?

    Apesar de uma encarada recente entre Topuria e Paddy Pimblett ter alimentado rumores sobre um possível confronto, muitos questionam a viabilidade esportiva da luta, levando em conta o ranking e o nível de competição recente do inglês. Vindo de vitória sobre Michael Chandler, Pimblett ainda enfrenta ceticismo quanto à sua legitimidade como postulante ao título.

    Outro nome cotado era Arman Tsarukyan, atual número um da divisão e reserva oficial no UFC 317. No entanto, a recusa do armênio a disputar o cinturão em janeiro parece tê-lo tirado da linha de frente — ao menos por enquanto.

    Com mais experiência em alto nível e um histórico relevante na elite da categoria, Gaethje desponta como a opção mais concreta. Ainda que sua ameaça de aposentadoria, caso não fosse o próximo na fila, tenha sido criticada por Dana White, o norte-americano segue bem-posicionado para desafiar o campeão em sua primeira defesa de título, prevista para ainda este ano.

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  • Repouso e cinturão BMF! Durinho aconselha Do Bronx após derrota para Topuria

    Repouso e cinturão BMF! Durinho aconselha Do Bronx após derrota para Topuria

    No dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), Charles Oliveira sofreu uma das derrotas mais duras de sua carreira ao ser brutalmente nocauteado por Ilia Topuria. Para muitos fãs e especialistas, o brasileiro perdeu ali, no UFC 317, sua última chance de retornar ao posto de campeão peso-leve (70 kg) da organização. E, mesmo caso este cenário realmente se concretize, ‘Do Bronx’ ainda pode correr atrás de feitos consideráveis no octógono mais famoso do mundo. Ao menos é desta maneira que pensa seu compatriota Gilbert Burns.

    Em recente participação no podcast ‘Show Me The Money’, ‘Durinho’ atacou de empresário e matchmaker e projetou no que, em seu entendimento, seria o melhor caminho para Charles no curto prazo. Primeiramente, o meio-médio (77 kg) sugeriu que Do Bronx tire um período de repouso para se recuperar da derrota. Em seguida, o conselho é simples e direto: fazer campanha para um duelo contra Max Holloway valendo o cinturão ‘BMF’ (atleta mais durão) da liga.

    O Charles, eu acho que ele tem que tirar seis meses (de molho), com certeza. E depois ligar para o Sean Shelby e dizer a ele que eu falei para ele que ele tem que lutar com o Max Holloway. Após a luta do Holloway com o Dustin, o Dustin está fora, aposentado. O Max pode descansar um pouco, porque (vai lutar em julho), talvez esse cara lute em dezembro, janeiro. Faça o cinturão ‘BMF’ para o Charles. Acho que o Charles (vence). Gosto dessa luta, duas lendas. Não acho que eles (Do Bronx e Holloway) vão fazer outra corrida até o título. Mas para o (cinturão) BMF, é uma boa luta”, opinou o brasileiro.

    Desejo antigo

    O cenário proposto por Durinho não chega a ser uma novidade para Do Bronx. Antes de ter sua luta contra Topuria anunciada, o atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ trabalhava com duas possibilidades: uma disputa direta pelo cinturão linear ou um eventual duelo pelo título ‘BMF’, justamente contra Max Holloway. Quando, à época, sugeriu o segundo panorama, o brasileiro chegou, inclusive, a receber um sinal verde do havaiano para oficializar a disputa.

    Com a subida de Islam Makhachev para os meio-médios (77 kg), entretanto, Do Bronx foi alocado diretamente na disputa pelo trono da categoria até 70 kg e Holloway foi escalado para uma trilogia que marcará a aposentadoria de Dustin Poirier. Caso seus caminhos realmente se cruzem, como Durinho aconselhou, Charles e Max fariam uma revanche. Afinal de contas, em 2015, quando o brasileiro ainda competia nos penas (66 kg), ‘Blessed’ o venceu após Oliveira sofrer uma lesão logo no princípio do combate.

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  • Pôster do UFC 319 destaca disputa entre Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev; veja

    Pôster do UFC 319 destaca disputa entre Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev; veja

    Restando pouco mais de um mês para sua realização, o UFC 319, que acontece no dia 16 de agosto, em Chicago (EUA), ganhou seu pôster oficial neste domingo (6). Com destaque total para os protagonistas da luta principal, Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev, a arte promocional foi divulgada pela própria organização nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Na imagem, Du Plessis e Chimaev aparecem frente a frente, com as feições fechadas, replicando o que seria uma encarada entre eles. A arte também é apresentada no estilo preto e branco, sem a adição de outras cores.

    Du Plessis vs Chiamev

    Atual campeão peso-médio (84 kg) do UFC, Dricus du Plessis colocará seu cinturão em jogo pela terceira vez. Anteriormente, o atleta sul-africano defendeu seu título contra Israel Adesanya e Sean Strickland. Diante do wrestler russo, no entanto, ‘DDP’ deve ter seu maior desafio da carreira.

    Por sua vez, Khamzat Chimaev chega para sua primeira disputa de título no Ultimate. Invicto após 14 lutas disputadas no MMA profissional, o ‘Lobo’, como o atleta russo é conhecido, conquistou 12 dos 14 triunfos pela via rápida, impressionando pela superioridade mostrada diante dos adversários, alguns deles de alto nível, como os ex-campeões do UFC Kamaru Usman e Robert Whittaker, seus últimos rivais.

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  • Joshua Van garante estar pronto para o chão de Alexandre Pantoja: “Tenho isso no bolso”

    Joshua Van garante estar pronto para o chão de Alexandre Pantoja: “Tenho isso no bolso”

    Com moral elevada após cinco vitórias consecutivas no UFC — incluindo um triunfo eletrizante sobre Brandon Royval —, Joshua Van se aproxima de uma possível disputa direta pelo cinturão dos pesos-moscas (57 kg). O adversário provável é ninguém menos que o atual campeão da divisão, Alexandre Pantoja, reconhecido pelo jogo de chão afiado e um histórico expressivo de finalizações. Ainda assim, o desafiante não demonstra qualquer receio e garante estar pronto para encarar o campeão, inclusive nas áreas onde o rival é mais perigoso.

    Em entrevista recente ao portal ‘MMA Fighting’, o jovem atleta foi direto ao comentar as dúvidas sobre seu desempenho no solo. Fiel ao seu estilo, o representante de Mianmar deixou claro que está preparado para qualquer cenário.

    “Sempre estou confiante. Eu só não gosto de abraçar outro homem durante uma luta. Por isso vocês não veem meu jogo de chão. Mas quando chega em algumas lutas em que me machuquei, eu derrubei os caras. Eu tenho isso no bolso. Quando for hora de usar, eu uso”, afirmou, em tom descontraído.

    O retrospecto no octógono reforça a confiança do lutador. Com 81% de defesa de queda e apenas uma finalização sofrida em toda a carreira — ainda em seus primeiros passos como profissional —, o peso-mosca acredita que as críticas ao seu grappling não se sustentam.

    “Quem você viu no UFC que conseguiu me manter no chão? Em todas as minhas lutas anteriores, me derrubaram — mas e aí, o que aconteceu? É tudo opinião no fim das contas. Eu sei que vão me perguntar isso várias vezes: ‘Você consegue defender as quedas dele?’. Sim — se eu achasse que não conseguiria, você acha mesmo que eu aceitaria lutar com ele? É claro que eu e minha equipe acreditamos em nós mesmos. Acreditamos no nosso trabalho, e acredito que meus treinadores vão encontrar um jeito de vencer o campeão”, disparou.

    Finalizador

    Do outro lado do possível confronto, Pantoja carrega um histórico respeitável quando o assunto é luta agarrada. Faixa-preta de jiu-jítsu e com wrestling afiado, o dono do cinturão venceu 12 de suas 30 vitórias como profissional por finalização — incluindo as duas mais recentes, contra Kai Asakura e Kai Kara-France.

    Ambos os duelos mostraram a capacidade do brasileiro de dominar seus adversários no solo e encerrar as lutas com precisão. Essas atuações reforçam sua reputação como um dos grapplers mais perigosos da categoria, fator que pode ser determinante caso o combate contra Van se concretize.

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  • Chandler, Gamrot e mais! Maurício Ruffy cita três possíveis opções de rivais ranqueados no UFC

    Chandler, Gamrot e mais! Maurício Ruffy cita três possíveis opções de rivais ranqueados no UFC

    Na última semana, Maurício Ruffy abraçou a alcunha de ‘vingador’ ao colocar Ilia Topuria em seu radar após o georgiano nocautear brutalmente Charles ‘’Do Bronx’ no UFC 317. Mas apesar de colocar o campeão como principal alvo, o brasileiro precisa, antes de mais nada, se tornar um nome mais relevante na categoria dos pesos-leves (70 kg). Ciente disso, o representante da ‘Fighting Nerds’ citou três nomes que hoje integram o top 15 da divisão como possibilidades de adversários já na próxima rodada.

    Em recente entrevista ao site ‘Spin Genie’, Ruffy listou Michael Chandler, 13º do ranking, Mateusz Gamrot, oitavo colocado e Benoit Saint Denis, 14º da categoria, como oponentes que podem cruzar seu caminho em breve. Nos últimos dias, inclusive, o brasileiro vem ‘hypando’ seu retorno aos octógonos, ao projetar que o anúncio de sua próxima luta levaria os fãs à loucura. Agora resta saber se os planos do Ultimate coincidem com um dos três nomes citados por Maurício.

    Realmente acredito que um nome assim (ranqueado) virá. Como Michael Chandler, Mateusz Gamrot, Saint Denis. Acho que um desses caras pode pintar. O UFC já me ofereceu o Gamrot, mas estávamos a quatro dias da luta e o Jean Silva estaria lá lutando, então nenhum dos meus treinadores estaria no meu corner. Isso nos colocou em uma situação difícil de aceitar a luta. Mesmo assim, estou confiante que um oponente importante como Michael Chandler, Mateusz Gamrot ou Saint Denis eventualmente cruzará meu caminho. Veremos como isso se desenrola”, projetou Ruffy.

    Futuro do Brasil até 70 kg?

    No momento, o Brasil conta com dois atletas no ranking dos pesos-leves: Do Bronx e Moicano. Com 35 e 36 anos, respectivamente, ambos curiosamente saíram derrotados do UFC 317, no último sábado, e, consequentemente, se afastaram de eventuais disputas de título – ao menos no curto prazo. Então é razoável pensar que um representante da nova geração tenha a maior chance de voltar a colocar o país no topo da categoria novamente.

    E, no momento, o nome que surge com o maior ‘hype’ é justamente o de Ruffy. Apesar de ainda não figurar no top 15, o brasileiro é tratado como uma joia pela alta cúpula do Ultimate. Aos 29 anos, o striker da ‘Fighting Nerds’ segue invicto no octógono mais famoso do mundo – são três vitórias em três lutas até aqui. Na última delas, Maurício brutalizou Bobby ‘King’ Green no UFC 313, em março deste ano.

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