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  • UFC: Alvo de desafios, Volkov cede e abre as portas para luta contra Malhadinho no Brasil

    UFC: Alvo de desafios, Volkov cede e abre as portas para luta contra Malhadinho no Brasil

    Sem lutar desde dezembro do ano passado, Alexander Volkov se tornou alvo de inúmeros desafios de Jailton Almeida nos últimos meses. No último deles, inclusive, o brasileiro se colocou à disposição do gigante russo para enfrentá-lo em qualquer card numerado entre outubro e dezembro. Após ter seu nome citado tantas vezes, ‘Drago’, como é conhecido, parece ter, enfim, cedido e abriu as portas oficialmente para um confronto diante de Malhadinho no UFC.

    E para além do aceno positivo para a disputa, Volkov surpreendeu ao ventilar a possibilidade de competir em um ambiente hostil – em um eventual card sediado no Brasil. No momento, o Ultimate ainda não anunciou nenhum show na temporada em terras tupiniquins. Entretanto, segundo o site ‘MMA Fighting’, a empresa negocia um evento para o Rio de Janeiro em outubro.

    “Eu deveria ir lá e ter ao menos mais uma luta e depois disputar o título. Não sei contra quem deveria ser. Ouço bastante do Almeida. Talvez ele, ou outro lutador. Talvez faça sentido lutar com ele porque somos postulantes ao cinturão. Agora, me parece uma luta interessante para mim. Quanto ao local, já pensei em lutar no Brasil. Talvez seja uma sede boa para ele e para mim lutarmos”, destacou o russo, em recente entrevista ao site ‘MMA Junkie’.

    Mudança de postura

    Atual número 2 do ranking, Volkov gostaria de se testar pelo cinturão de forma direta. Mas mudou sua postura por conta de seu último e polêmico resultado no octógono. Vindo de, na época, quatro vitórias seguidas, o gigante russo enfrentou Ciryl Gane em uma revanche bastante contestada. Nas papeletas, o francês foi apontado o vencedor na decisão dividida dos juízes, mas para Dana White e boa parte dos fãs que acompanharam o combate, Alexander deveria ter seu braço erguido na oportunidade. Sendo assim, por conta do tropeço, mesmo que indigesto, ‘Drago’ abre as portas para um combate antes do almejado ‘title shot’.

    “Poderia lutar pelo título a hora que o UFC quiser que eu lute. Estou pronto, 100%. Mas essa decisão é tomada por outra pessoa, não por mim. Por isso não quero dizer que vou esperar ou algo assim, porque é uma posição ruim também. Depois da minha derrota, não estou em uma posição boa para dizer que quero lutar pelo título ou pelo cinturão. Eu entendo esse esporte. Tenho a última luta como uma derrota em meu cartel”, refletiu Volkov.

    Alvo antigo e luta cancelada

    O duelo entre os dois já havia sido marcado para ocorrer no passado, mais precisamente no UFC 302, em junho de 2024. Entretanto, foi cancelado de forma inesperada. À época, em entrevista à Ag Fight, Malhadinho revelou que o contrato já havia sido, inclusive, assinado – mas a organização alterou os planos sem fornecer explicações claras. Na oportunidade, o gigante russo foi realocado para enfrentar o compatriota Sergei Pavlovich.

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  • Derrick Lewis mira cinturão dos pesados e quer enfrentar Tom Aspinall

    Derrick Lewis mira cinturão dos pesados e quer enfrentar Tom Aspinall

    Veterano dos pesados e dono do recorde de nocautes na história da categoria, Derrick Lewis acredita que pode, desta vez, ter uma chance real de conquistar o cinturão do UFC. Às vésperas da luta principal contra o brasileiro Tallison Teixeira no UFC Nashville, neste sábado (12), o norte-americano afirmou enxergar um bom encaixe de estilos com o atual campeão linear, Tom Aspinall.

    Com a aposentadoria de Jon Jones e a promoção do britânico a campeão linear, Lewis aparece como um dos poucos nomes no top 10 que ainda não enfrentaram o novo dono do trono. O próprio Aspinall já expressou interesse em encarar todos os atletas ranqueados que ainda não cruzaram seu caminho — e o veterano se coloca à disposição.

    Me vejo no mesmo nível que ele. Seria ótimo enfrentá-lo antes do fim da minha carreira. Tenho algumas lutas restantes no contrato, e adoraria que uma delas fosse contra o Aspinall pelo cinturão”, declarou em entrevista ao portal ‘MMA Junkie’.

    Frustração

    Aos 40 anos, o peso-pesado acumula duas tentativas frustradas de título. Nas derrotas para Daniel Cormier (em 2018) e Ciryl Gane (em 2021), Lewis acredita que não pôde mostrar seu verdadeiro potencial. Segundo ele, ambas ocorreram com pouca preparação.

    “Na verdade, nunca tive uma disputa de título com o camp certo, com o tempo necessário para treinar física e mentalmente. Contra o DC foi de última hora, e contra o Gane também faltou preparação. Sinto que ainda não tive minha real chance pelo cinturão”, disse.

    Com um estilo de luta conhecido pela força bruta e busca incessante pelo nocaute, o americano foi direto ao falar sobre sua estratégia para um eventual duelo com o britânico. Sem rodeios, descartou qualquer mudança de perfil.

    “Você acha que vou tentar finalizar ele? Claro que não. Cada soco que eu dou é para tentar nocautear. Não estou ali para desperdiçar golpes”, exclamou.

    Resta saber se o UFC atenderá ao pedido e dará a ele mais uma chance de ouro — desta vez, com tempo e estrutura para entregar seu melhor. Antes disso, no entanto, o desafio é superar o invicto ‘Xicão’, prospecto brasileiro revelado pelo ‘Contender Series’, que busca seu espaço entre os gigantes da divisão.

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  • Gabriel Bonfim exalta luta contra Wonderboy no UFC Nashville: “Maior da minha carreira”

    Gabriel Bonfim exalta luta contra Wonderboy no UFC Nashville: “Maior da minha carreira”

    Neste sábado (12), Gabriel Bonfim, um dos atletas mais promissores do MMA nacional, terá pela frente o principal desafio de sua carreira até o momento, no card do UFC Nashville. Pelo menos é assim que ‘Marretinha’ – como o meio-médio (77 kg) brasileiro é conhecido – trata o combate contra o veterano Stephen ‘Wonderboy’ Thompson.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Gabriel Marretinha classificou o duelo de gerações contra Stephen Thompson como “a maior luta” de sua carreira. Satisfeito com a oportunidade de enfrentar o ex-desafiante ao título do UFC, o atleta da ‘Bonfim Brothers’ entende que uma vitória sobre o experiente lutador americano pode alavancar de vez sua carreira, inclusive com uma vaga no ranking top 15 da divisão, uma vez que o veterano ocupa o 12º lugar na lista.

    É a maior luta da minha carreira até agora. É uma honra lutar com o Thompson. Eu nem estava no UFC, estava bem longe, e o cara já disputava cinturão. O cara tem uma bela história no UFC. E vai ser uma honra lutar com ele, dividir o octógono com ele, vai ser massa. Eu fico mais empolgado com isso. Porque isso quer dizer que estou crescendo dentro do UFC, a minha carreira está decolando. Estou muito feliz com essa oportunidade que o UFC me deu – oportunidade de ouro“, afirmou Gabriel.

    Caminho para a vitória

    E para sair do octógono do UFC Nashville com um novo triunfo na organização e, de quebra, ascender ao ranking meio-médio, Gabriel acredita que possui o caminho para a vitória traçado. Membro da nova geração de lutadores de MMA, cada vez mais completos, o brasileiro vê brechas no grappling do rival, carateca de origem. Assim, mesmo considerando ser capaz de fazer frente à trocação de Thompson, Marretinha sabe que pode ter seu trabalho facilitado caso aposte na sua luta agarrada.

    “Ele tem 42 anos, é um cara que já tem o jogo traçado. Eu sou um garoto de 27 anos e cada dia estou aprendendo mais, melhorando a minha trocação, o meu chão. E tenho certeza que a minha parte de trocação não deixa a desejar com ele. Mas eu tenho muita vantagem no chão, no grappling, botar para baixo, fazer esse jogo amarrado. Mas quem pensar que vai ser uma luta chata (está enganado), não vai ser não”, analisou a jovem promessa do Brasil.

    Contratado pelo UFC via ‘Contender Series’, em 2022, Gabriel Bonfim venceu quatro dos cinco combates disputados por ele no octógono mais famoso do mundo – sendo três destes triunfos conquistados por finalização. Sua única derrota na organização veio diante do dinamarquês Nicolas Dalby, em novembro de 2023, no UFC São Paulo.

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  • Alexander Volkanovski admite arrependimento na carreira: “Eu estava errado”

    Alexander Volkanovski admite arrependimento na carreira: “Eu estava errado”

    Alexander Volkanovski abriu o jogo sobre os desafios físicos e mentais enfrentados nas duas derrotas mais impactantes de sua carreira recente. Em entrevista ao podcast ‘MightyCast’, do ex-campeão Demetrious Johnson, o australiano revelou que a concussão sofrida na derrota para Islam Makhachev, em outubro de 2023, foi mais severa do que o nocaute brutal aplicado por Ilia Topuria, em fevereiro de 2024 — mesmo que este último tenha encerrado seu reinado como campeão dos penas (66 kg) do UFC.

    Conhecido por sua resiliência e agressividade estratégica, o lutador aceitou enfrentar Makhachev em cima da hora, substituindo Charles ‘do Bronx’ Oliveira com apenas 11 dias de preparação. A decisão ousada, no entanto, teve um preço alto. Ele foi nocauteado ainda no primeiro round por um chute alto e, segundo o próprio, os danos foram mais profundos do que aparentavam.

    “Mesmo tendo ficado apagado por mais tempo contra o Ilia [Topuria], tive muito mais sintomas de concussão depois da luta com o Islam [Makhachev]. Foi algo que afetou meu camp, meu corpo e minha cabeça”, relatou.

    O retorno acelerado ao octógono para defender o cinturão contra Topuria, apenas quatro meses após o revés diante do russo, também gerou questionamentos sobre o tempo insuficiente de recuperação. O próprio atleta admite que ignorou os sinais de que precisava parar.

    “Eu deveria ter tirado um tempo. Comecei o camp tentando evitar contato na cabeça, treinando em posições mais seguras, mas isso já não era o ideal desde o início”, reconheceu.

    Arrependimento

    Na ocasião, o georgiano o nocauteou no segundo round, encerrando um reinado que durava cinco defesas de título. A decisão de seguir adiante, mesmo diante de alertas da equipe e de especialistas, hoje é encarada com autocrítica.

    “Todo mundo me dizia para descansar, que isso poderia afetar minha confiança, e eu só pensava: ‘Não, isso não vai me abalar’. Mas eu estava errado”, lamentou.

    Apesar dos tropeços, o veterano conseguiu dar a volta por cima. Recuperou o cinturão dos penas ao superar Diego Lopes no UFC 314, enquanto Topuria migrou para o peso-leve (70 kg) e também chegou ao topo, ao nocautear Charles do Bronx no UFC 317.

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  • Expansão global! UFC anuncia primeiro evento da história no Catar para novembro

    Expansão global! UFC anuncia primeiro evento da história no Catar para novembro

    A cada temporada que passa, o UFC expande suas fronteiras e amplia ainda mais sua marca ao promover eventos em diferentes cantos do mundo. E um dos mercados que parecem mais atrair a empresa no momento é o do Oriente Médio. Depois de ter experiências bem-sucedidas na região com eventos na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos, o Ultimate agora desbravará o terceiro país do território com um show confirmado para o Catar.

    Nesta quarta-feira (9), através de suas redes (veja abaixo ou clique aqui), a liga presidida por Dana White anunciou a novidade. O show, programado para o dia 22 de novembro, será realizado na capital do país, em Doha. A mais de quatro meses para sua realização, não há, entretanto, nenhum anúncio de lutas confirmadas para o evento.

    “Nós vamos para todos os lugares. Estivemos em Abu Dhabi por um bom tempo e agora estamos começando a expandir. Catar é uma sede que estávamos trabalhando há alguns anos, e finalmente conseguimos concretizar algo. Já queria ir para o Catar há muito tempo, e estou animado para isso”, declarou Dana White, em conversa com a imprensa, de acordo com o site ‘MMA Fighting’.

    Brasil na rota?

    Enquanto o Ultimate diversifica cada vez mais as sedes de seus shows, o fã brasileiro anseia por saber se a organização fará ou não uma visita ao país nesta temporada. Os rumores iniciais apontavam para um card em Brasília no mês de novembro. Agora, porém, segundo o site ‘MMA Fighting’, a liga aparentemente negocia um evento para o Rio de Janeiro, em outubro. A ‘Cidade Maravilhosa’ foi o palco da última vinda do UFC em solo nacional. Na oportunidade, em maio de 2024, Alexandre Pantoja e José Aldo fizeram as lutas principais da noite contra, respectivamente, Steve Erceg e Jonathan Martinez.

     

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  • Charles Do Bronx admite que abandonou estratégia contra Topuria: “Mudaria tudo”

    Charles Do Bronx admite que abandonou estratégia contra Topuria: “Mudaria tudo”

    No dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), Charles Oliveira sofreu uma das derrotas mais duras de sua carreira como lutador profissional de MMA. E o revés para Ilia Topuria, que pode ter lhe custado a última chance de se tornar campeão peso-leve (70 kg) do UFC, deixou um gosto ainda mais amargo para o brasileiro por um motivo inusitado: o abandono da estratégia para o confronto. Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, ‘Do Bronx’ quebrou o silêncio e admitiu que não seguiu o plano montado por sua equipe para o duelo contra ‘El Matador’.

    Diante de um oponente invicto e com um grande poder de fogo nas mãos, Charles, na teoria, adotaria uma versão mais temperada e estratégica – misturando aspectos do MMA para levar vantagem. Mas na prática, desde o início do combate, ‘Do Bronx’ marchou para frente e trocou golpes com Topuria na curta distância – justamente onde o georgiano radicado na Espanha mais se destaca. O resultado foi brutal, com o brasileiro sofrendo pela primeira vez em 47 lutas disputadas em sua trajetória profissional, um nocaute em que perdeu totalmente a consciência.

    Eu mudaria tudo. Não de treinamento. Mas sim dentro da luta. Tudo aquilo que eu treinei, não coloquei em prática. Não fiz nada do que eu treinei, nada foi feito dentro da luta. Ele teve um momento feliz, fez o trampo melhor que eu, estava na estratégia dele e se tornou campeão. Na realidade, (a estratégia) era bater e sair, pisar nos joelhos, usar sequências de mão para poder chutar em cima na cabeça, manter a distância com os meus frontais. Tinha treinado muito chute na panturrilha, muito pisão no joelho, não ficar parado. E começou a luta, eu fiquei muito parado recebendo golpes. Coisas que era para ter feito e não fiz”, lamentou Do Bronx.

    Cenário poderia ser diferente?

    Apesar de ter sido nocauteado ainda no primeiro assalto, como o próprio Topuria já havia previsto, Charles acredita que a luta poderia ter outro resultado caso a estratégia montada para o confronto fosse seguida à risca. Com um camp de treinos sem lesões ou imprevistos, o brasileiro admite que o sentimento após a derrota foi de frustração por não ter colocado em prática o que seu treinadores da equipe ‘Chute Boxe Diego Lima’ planejaram originalmente.

    “Se eu tivesse mantido a distância, mexido as mãos, trabalhando o (chute) frontal, trabalhando os pisões, mantendo ele afastado, conectando mãos, batendo e saindo e, no ‘timing’ certo, tentar colocar para baixo, acho que seria uma luta completamente diferente. Não sei (o que levou eu a abandonar a estratégia). Na realidade, não (tinha acontecido isso antes). Mas estamos falando sobre MMA, é tudo muito imprevisível. Você monta a estratégia, mas chega lá em cima você acaba mudando e indo para outro lado, outro foco. Isso que mais me frustra. Ter treinado tanto uma coisa e não ter feito na luta”, lamentou o ex-campeão.

    No momento, com sua família e amigos para digerir o resultado, Do Bronx não quer permanecer muito tempo parado. Aos 35 anos, o brasileiro ressaltou que seu plano é voltar ao octógono mais famoso do mundo ainda nesta temporada – provavelmente em novembro ou dezembro. Agora resta saber contra quem o Ultimate irá escalar Charles, atual número 3 do ranking, na próxima rodada.

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  • Tsarukyan acerta treinador com chute e “expulsa” técnico do cage; veja

    Tsarukyan acerta treinador com chute e “expulsa” técnico do cage; veja

    Atual número dois no ranking dos pesos-leves (70 kg) do UFC, Arman Tsarukyan protagonizou uma cena inusitada — e digna de replay — durante uma sessão de treinos nesta terça-feira (8). O armênio compartilhou em suas redes sociais um vídeo no qual aparece praticando manoplas com um de seus treinadores. O que parecia ser apenas mais uma rotina de preparação acabou viralizando por um detalhe curioso: a porta do cage estava aberta (clique aqui ou assista o vídeo abaixo).

    Ao executar um chute giratório, Tsarukyan acertou o técnico em cheio, lançando-o para fora da estrutura. O parceiro atravessou a abertura e caiu no chão do lado de fora do octógono improvisado. Surpreso, o lutador levou as mãos à cabeça e correu para verificar se o colega estava bem. Felizmente, tudo não passou de um susto — e de uma boa oportunidade para revisar os protocolos de segurança na academia.

    Alguém pode, por favor, manter a porta do cage fechada?”, brincou o peso-leve na legenda da publicação feita no Instagram.

    Fase turbulenta

    O bom humor do armênio nas redes sociais surge após um início de ano turbulento em sua trajetória no Ultimate. Inicialmente escalado para disputar o cinturão contra Islam Makhachev, em janeiro, Arman foi forçado a deixar o confronto devido a uma lesão nas costas. Como consequência, o presidente do UFC, Dana White, declarou que o atleta precisaria vencer mais uma luta antes de ter nova chance pelo título.

    Na tentativa de se manter próximo do topo da divisão, o peso-leve serviu como reserva oficial no UFC 317, evento que coroou Ilia Topuria como novo campeão da categoria após um nocaute sobre Charles ‘do Bronx’ Oliveira. Agora, enquanto aguarda a definição de seu próximo compromisso, Tsarukyan tem aproveitado para entreter os fãs — ainda que, ocasionalmente, às custas de seus treinadores.

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  • Nocaute do ano? Ex-campeão do UFC coloca Ruffy acima de Topuria em lista de destaques

    Nocaute do ano? Ex-campeão do UFC coloca Ruffy acima de Topuria em lista de destaques

    A temporada de 2025 ainda está em andamento, mas para Daniel Cormier o prêmio de ‘Nocaute do Ano’ já está bem encaminhado. E se engana quem pensa que o ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do UFC citou a recente vitória de Ilia Topuria sobre Charles ‘Do Bronx’ como a favorita para ganhar o prêmio. Apesar de exaltar o feito de ‘El Matador’, o atual comentarista do Ultimate colocou um brasileiro acima do georgiano: Maurício Ruffy.

    Em recente participação no programa ‘Good Guy/Bad Guy’, da ‘ESPN’ americana, Cormier exaltou o triunfo de Ruffy no UFC 313, em março deste ano. Na ocasião, o representante da ‘Fighting Nerds’ chocou o mundo ao aplicar um nocaute avassalador via chute giratório no adversário ‘King’ Green. O momento, na visão de ‘DC’, merece ser eleito, ao menos por ora, como o melhor nocaute de 2025.

    “Topuria nocauteou o Charles Oliveira, Malcolm Wellmaker nocauteou o Moutinho e o Maurício Ruffy acertou aquele chute rodado de calcanhar no King Green. Acho que essa é óbvia. O nocaute do Topuria foi o mais valioso por conta do palco e do que representou, mas em termos de nocaute (que chocam), foi o chute giratório do Maurício Ruffy. Aquilo foi uma loucura, porque sabemos o quão bom o Green é, que os olhos deles são bons. E mesmo assim ele não fazia ideia que aquele chute de calcanhar estava chegando. Ruffy acerta ele e ‘boom’, rosto no chão, acabou. Esse é o meu nocaute do ano até agora”, opinou ‘DC’.

    Ruffy vs Topuria?

    Coincidentemente, Ruffy colocou Topuria em seu radar após o UFC 317. Alegando pedidos dos fãs de Charles Do Bronx, o striker paulista abraçou a alcunha de ‘vingador brasileiro’ e prometeu colocar um ponto final na invencibilidade e reinado de Ilia na companhia. Representante da nova geração, Maurício é tratado nos bastidores como uma joia pela alta cúpula do Ultimate, mesmo hoje ainda fora do ranking da categoria dos leves.

    Próxima luta no radar

    Para transformar seu desejo de duelar contra Topuria em realidade, Ruffy precisa se aproximar do pelotão de elite da categoria. Ciente disso, o brasileiro parece já ter um duelo de destaque encaminhado pelo UFC. Não à toa, o atleta da ‘Fighting Nerds’ indicou, em entrevista exclusiva à Ag Fight, que o anúncio da liga será feito nos próximos dias e que o combate levará seus fãs à loucura. Agora resta saber em que patamar Maurício ficaria em caso de um novo triunfo no Ultimate.

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  • UFC negocia Daniel Willycat vs Doo Ho Choi para card na Austrália, em setembro

    UFC negocia Daniel Willycat vs Doo Ho Choi para card na Austrália, em setembro

    O UFC está próximo de oficializar mais um duelo promissor para seu evento marcado para o dia 27 de setembro, na Austrália. Segundo apurou a reportagem da Ag Fight, a organização negocia um confronto entre Daniel ‘Willycat’ Santos e Doo Ho Choi. Ambas as equipes já deram aceite verbal, restando apenas a assinatura dos contratos para que o combate seja confirmado oficialmente.

    O brasileiro vive uma fase positiva na companhia. Com três vitórias consecutivas, Willycat vem consolidando seu nome na divisão dos pesos-galos (61 kg) e busca mais um resultado expressivo que o aproxime do top 15. Desde sua estreia no Ultimate, tem demonstrado evolução constante e se destacado pelo estilo agressivo e versátil.

    Do outro lado, o sul-coreano também atravessa um bom momento. Choi, que já protagonizou lutas marcantes em sua primeira passagem pelo UFC, retomou o ritmo com triunfos consecutivos e agora mira uma nova sequência de impacto. Sua experiência e o conhecido poder de nocaute são vistos como armas importantes nesta nova fase.

    Tempo parado

    Apesar da boa sequência, Willycat enfrentou um longo período de inatividade. Após vencer Johnny Munhoz Jr. em junho de 2023, o mineiro ficou afastado do octógono por quase dois anos devido a lesões. O retorno aconteceu apenas em maio de 2025, quando superou Jeong Yeong Lee com uma atuação convincente, reafirmando seu potencial como promessa em ascensão na divisão.

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  • Prodígio! Brasileira de 19 anos deve quebrar recorde em estreia no Noche UFC

    Prodígio! Brasileira de 19 anos deve quebrar recorde em estreia no Noche UFC

    A brasileira Alice ‘Golden Girl’ Pereira está prestes a entrar para os livros da história do MMA. No dia 13 de setembro, durante o Noche UFC, em San Antonio (EUA), a jovem peso-galo (61 kg) fará sua estreia no maior evento de artes marciais mistas do mundo com apenas 19 anos, oito meses e 24 dias, tornando-se a atleta mais jovem a pisar no octógono do Ultimate.

    Na primeira apresentação, Alice enfrentará a mexicana Montserrat Rendon, que também busca se firmar na companhia e vem de derrota. Invicta no MMA profissional, a representante brasileira soma cinco vitórias consecutivas e chega ao UFC cercada de expectativa pelo seu potencial.

    Até então, o recorde de lutadora mais jovem a estrear na organização pertencia à sul-coreana Chan Mi Jeon, que fez sua primeira luta em junho de 2017, aos 19 anos, nove meses e 13 dias. Nascida em 20 de dezembro de 2005, Alice superará essa marca ao representar o país no evento.

    Duelo brasileiro no topo

    Além da estreia histórica da Golden Girl, o Noche UFC será palco de um confronto entre compatriotas na luta principal. Diego Lopes e Jean Silva, dois nomes em ascensão no peso-pena (66 kg), medem forças no octógono montado na Frost Bank Center, em um duelo que promete movimentar a divisão e consolidar o vencedor entre os principais atletas da categoria.

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