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  • Amanda Nunes minimiza vitória de Kayla Harrison no UFC 316: “Não estou impressionada”

    Amanda Nunes minimiza vitória de Kayla Harrison no UFC 316: “Não estou impressionada”

    De volta ao cenário do MMA após dois anos afastada, Amanda Nunes não escondeu sua opinião sobre a atuação de Kayla Harrison na conquista do cinturão peso-galo (61 kg) feminino do UFC. Em entrevista recente ao canal ‘The Schmo’, a ex-campeã das categorias galo e pena (66 kg) afirmou que não ficou surpresa com o desempenho da rival diante de Julianna Peña no UFC 316.

    O reencontro da brasileira com o mundo das lutas acontece justamente no momento em que a bicampeã olímpica desponta como novo nome dominante da divisão. O contraste entre a veterana consagrada e a recém-coroada campeã tem despertado o interesse de fãs e analistas, que enxergam no possível duelo uma colisão de gerações e estilos.

    Não estou impressionada. Acho que ela fez o que deveria fazer. Viu que podia vencer a Julianna, viu o braço, pegou o braço e venceu. Estou feliz por ela”, declarou Amanda, de forma direta.

    Retorno por prazer

    Kayla finalizou Peña com uma kimura nos segundos finais do segundo round, em uma performance dominante que a consagrou como nova detentora do título. Apesar do resultado expressivo, a conquista não parece ter mexido com a ‘Leoa’, que garante estar mais empolgada com seu próprio retorno do que preocupada com eventuais adversárias.

    “Só quero lutar de novo. Voltei porque sinto prazer em fazer isso. Saí porque precisava descansar. Agora tive o tempo necessário. Então, por que não voltar?”, explicou.

    A expectativa por um confronto entre as duas é alta. Ambas possuem trajetórias marcantes no esporte e, agora, estão no centro de uma superluta que promete entrar para a história do MMA feminino. Mesmo com o histórico de rivalidade, Amanda mantém um tom sereno e evita alimentar um clima hostil, preferindo deixar que o octógono fale por si.

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  • Ultimate encaminha Norma Dumont vs Raquel Pennington para o Noche UFC, em setembro

    Ultimate encaminha Norma Dumont vs Raquel Pennington para o Noche UFC, em setembro

    Sem competir desde setembro de 2024, Norma Dumont, enfim, teve seu próximo desafio encaminhado no Ultimate. De olho em uma disputa de cinturão na categoria peso-galo (61 kg), a brasileira teve seu desejo atendido e foi escalada para enfrentar a ex-campeã Raquel Pennington no card do ‘Noche UFC’, programado para o dia 13 de setembro, em San Antonio (EUA). A informação do combate foi dada em primeira mão pela equipe de reportagem da Ag Fight.

    Um anúncio oficial por parte da empresa tende a ser realizado em breve, visto que tanto a brasileira quanto a americana aceitaram os termos e já assinaram o contrato para medirem forças no octógono mais famoso do mundo. Embalada por cinco triunfos consecutivos na liga, Norma Dumont pode se credenciar como a próxima desafiante ao título da categoria caso desbanque Pennington.

    Brasileira de olho no título

    Aos 34 anos, Dumont desponta na quarta posição do ranking dos galos. Do outro lado do octógono estará a ex-campeã Raquel, de 36 anos, atual segunda colocada da categoria. Em sua última aparição, em outubro de 2024, ‘Rocky’, como a americana é conhecida, perdeu o cinturão para Julianna Peña em uma disputa parelha, decidida na decisão dividida dos juízes. Antes do tropeço, Pennington ostentava uma sequência de seis vitórias consecutivas.

    Posteriormente, Peña foi quem acabou destronada do posto de campeã pela atual soberana, Kayla Harrison. Apesar de não oficial, a judoca americana deve protagonizar uma superluta com Amanda Nunes ainda em 2025. Sendo assim, quem vencer do confronto entre Norma Dumont e Raquel Pennington ganha forças para ser cotada como a ‘próxima da fila’ pelo cinturão – depois que as antigas companheiras de equipe na ‘American Top Team’ se enfrentarem.

    Luta principal

    Além de Norma Dumont, que deve competir em posição de destaque no Noche UFC, o Brasil conta com ao menos outros dois representantes no posto de protagonistas do show. Afinal de contas, o ‘main event’ da noite em San Antonio, já anunciado, ficará por conta da disputa entre Jean Silva e Diego Lopes. Dois dos pesos-penas (66 kg) mais populares da empresa, os atletas também podem se aproximar de uma eventual disputa de cinturão em caso de vitória.

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  • Geração ruim? Tom Aspinall lamenta falta de estrelas nos pesos-pesados do UFC

    Geração ruim? Tom Aspinall lamenta falta de estrelas nos pesos-pesados do UFC

    Tradicionalmente, a categoria dos pesos-pesados é a que mais atrai atenção dos fãs dentro dos esportes de combate, por motivos óbvios. Entretanto, mesmo na teoria abrigando os homens ‘mais temidos’ do mundo, a atual divisão até 120 kg do UFC carece de grandes estrelas. E quem atesta isso é o atual campeão linear Tom Aspinall. Em fala, de certa forma, surpreendente, pois coloca em xeque a competitividade que o próprio enfrenta, o inglês questionou o peso dos nomes desta safra, se comparados com os das gerações passadas.

    Em recente entrevista ao canal ‘One on One’, Aspinall admitiu que a categoria dos pesados está em baixa no momento. Isso, na visão do próprio, não tem a ver com a falta de talentos, e sim com a ausência de grandes nomes que tragam holofotes para a divisão. Como não poderia deixar de ser, alguns fãs atrelaram a opinião de Tom à recente aposentadoria de Jon Jones, agora ex-campeão até 120 kg e apontado como o ‘GOAT’ do MMA. Sem ‘Bones’ no radar, ao menos por ora, o inglês terá que construir seu legado contra oponentes da mesma geração.

    A categoria dos pesos-pesados não está bombando no momento, do ponto de vista dos nomes. Acho que o talento está ali. Mas se você comparar com há mais de cinco anos atrás, o valor dos nomes do top 15 era insano. Estamos falando de caras como Fabrício Werdum, Cain Velasquez, Junior dos Santos, Mark Hunt, Alistair Overeem, Brock Lesnar, Stipe Miocic, a lista é infinita. Você olhava o top 15 e pensava: ‘Uau, isso é incrível’. Mas agora, até para mim, que sou um peso-pesado, eu observo o top 15 e fico tipo: ‘Eu nem vi (esses caras) lutarem antes”, admitiu Tom.

    Quem será o próximo desafiante?

    Com Jon Jones aparentemente fora da equação e Aspinall promovido a campeão linear, o grande enigma no ar agora gira em torno de quem será o próximo desafiante ao cinturão da categoria. O inglês revelou recentemente que já há um acordo para data, oponente e local de seu próximo desafio. No momento, o favorito ao ‘title shot’ parece ser Ciryl Gane, ex-campeão interino da categoria, atual número 2 do ranking e um desafio inédito para Tom. Também corre por fora o brasileiro Jailton Malhadinho, embalado por duas vitórias. Agora resta saber qual caminho a alta cúpula do Ultimate irá decidir para o futuro da divisão.

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  • Jon Jones volta a treinar semanas após aposentadoria e reacende rumores de retorno

    Jon Jones volta a treinar semanas após aposentadoria e reacende rumores de retorno

    Menos de um mês após anunciar sua aposentadoria do MMA, Jon Jones voltou aos treinos em sua academia particular e reacendeu as especulações sobre um possível retorno ao octógono. O ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e dos pesados publicou um vídeo retirando teias de aranha da porta de seu ginásio em casa, sinalizando que a inatividade pode estar com os dias contados (clique aqui ou assista o vídeo abaixo).

    A movimentação ocorre pouco tempo depois de ‘Bones’ sugerir, em sua conta no X (antigo Twitter), que estaria reconsiderando sua decisão de se afastar definitivamente do esporte. A possibilidade de um grande evento do UFC na Casa Branca, em 2026, anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, parece ter sido o estopim para essa reviravolta.

    “Lutar na Casa Branca?”, escreveu o norte-americano, seguido de emojis sugestivos. Pouco tempo depois, revelou que havia retornado ao programa de testes antidoping da organização, encerrando uma breve pausa que durou apenas duas semanas.

    Polêmica

    Apesar da empolgação, o futuro de Jones ainda é cercado de incertezas. Antes de anunciar sua aposentadoria, o veterano protagonizava uma longa novela envolvendo um possível duelo contra Tom Aspinall, então campeão interino dos pesados. Após a desistência de Bones, o britânico foi promovido a campeão linear. O presidente do UFC, Dana White, chegou a afirmar publicamente que o confronto entre os dois estava encaminhado, mas que o americano voltou atrás na decisão e optou por pendurar as luvas.

    Aos 37 anos, o ex-campeão dá sinais de que deseja continuar no esporte sob seus próprios termos. Resta saber se a organização estará disposta a negociar essas condições e viabilizar mais um capítulo na carreira de um dos nomes mais emblemáticos da história do MMA, considerado o ‘GOAT’ do esporte.

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  • Diego Lopes critica recusa de Yair Rodriguez: “Sabia que ele não ia aceitar”

    Diego Lopes critica recusa de Yair Rodriguez: “Sabia que ele não ia aceitar”

    Diego Lopes não esconde que já previa a dificuldade em concretizar o aguardado duelo contra Yair Rodriguez. Após o confronto verbal acalorado entre ambos durante a coletiva do UFC 314, o brasileiro parecia próximo de encarar o mexicano na edição do Noche UFC, marcada para setembro. No entanto, o embate acabou não acontecendo — e o manauara não se mostrou surpreso com o desfecho.

    Em entrevista ao ‘Hablemos MMA’, o peso-pena (66 kg) criticou a postura do rival e destacou sua disposição constante em aceitar desafios, independentemente das circunstâncias. A tensão entre os dois, alimentada desde o encontro anterior, parecia ter criado o cenário ideal para um confronto de alto interesse tanto para os atletas quanto para o Ultimate.

    Eu sabia que a luta com o Yair seria difícil de acontecer, não preciso dizer nada, todos conhecemos o histórico dele. Sabemos como ele às vezes fica parado e quer que as coisas caiam no colo como um presente. O histórico dele fala por si só. Não preciso citar nomes, mas ele já recusou muitas lutas. Eu sou o oposto, não fico esperando nada. Se quiser lutar, aceite a luta e vamos nessa. Então, se o Jean Silva quer lutar, vamos lutar”, afirmou.

    De acordo com a imprensa especializada, o mexicano recusou o combate alegando lesões remanescentes da vitória sobre Patricio ‘Pitbull’ Freire no UFC 314. Com a saída do ex-campeão interino da jogada, Lopes foi oficializado como atração principal do Noche UFC, onde enfrentará o compatriota Jean Silva no dia 13 de setembro, em San Antonio (EUA). Ainda na conversa, o brasileiro explicou como se deu a definição do novo adversário:

    “Eu sabia que iria lutar no Noche UFC, independente do que acontecesse na minha última luta. Eu iria lutar lá. Depois que perdi a luta pelo título e o UFC mudou o evento para um Fight Night, eles me ofereceram… bem antes disso, me ofereceram uma luta contra o Aaron Pico. Eu disse, sem problema. Dois dias depois, me ofereceram o Jean Silva e eu aceitei, sem problema. Duas semanas depois, eles mudam o evento para Fight Night e dizem: você contra Yair na luta principal do Noche UFC. Mais uma vez, aceitei, sem problema. Então o UFC começou a trabalhar na luta, e depois voltaram oferecendo novamente o Jean Silva. Jean Silva no Noche UFC? Sem problema“, relembrou.

    Trajetória

    Com uma ascensão meteórica na divisão dos penas e já tendo disputado o cinturão da categoria, o lutador amazonense segue determinado a manter o ritmo e provar que merece nova oportunidade pelo título. Embora o embate com o mexicano tenha sido adiado, ele não descarta que o confronto possa ocorrer futuramente — e garante que, se depender dele, essa história ainda terá um capítulo dentro do octógono.

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  • Visitante indigesto! Caio Borralho projeta vitória por nocaute contra Imavov no UFC Paris

    Visitante indigesto! Caio Borralho projeta vitória por nocaute contra Imavov no UFC Paris

    Invicto no Ultimate, Caio Borralho enfrentará, provavelmente, um ambiente hostil no UFC Paris, programado para o dia 6 de setembro. Afinal de contas, o brasileiro fará a luta principal do evento contra o ‘atleta da casa’, Nassourdine Imavov. As condições adversas, entretanto, não parecem incomodar ‘The Natural’. E prova disso é a confiança que o representante da ‘Fighting Nerds’ exala a dois meses do confronto. Ao melhor modo ‘visitante indigesto’, o peso-médio (84 kg) maranhense visa estragar a festa francesa em grande estilo.

    Verdadeiro estudioso do esporte, Borralho, ao que tudo indica, tem informações valiosas de seu próximo oponente. Atento aos detalhes, o brasileiro pretende tirar Imavov da zona de conforto durante o combate. Em entrevista ao canal ‘Submission Radio’, Caio admitiu que o adversário da vez oferece perigo. Porém, em sua visão, Nassourdine sofrerá sua primeira derrota da carreira via nocaute quando os dois colidirem no octógono.

    Vou pressionar esse cara, ele vai se cansar e vou nocauteá-lo. Isso que farei. Ele estará muito emotivo nessa luta, e eu vou nocauteá-lo com suas próprias emoções. Vou ser sincero, essa é uma luta em que vou levar soco na cara. Ele vai levar soco na cara. Mas todos já viram quem fica confortável nessa situação de ser atingido, e não é ele. Ele não gosta de receber socos, nem nos treinos. Já ouvi bastante sobre ele. Tenho treinado com caras que já treinaram com ele. Ele fica irritado quando é tocado no rosto. E é isso que vai acontecer na luta. Vou tocá-lo bastante, pressionar, defender a velocidade dele e, no momento certo, vou nocautear ele”, projetou o maranhense.

    De olho no cinturão

    Atual número 1 do ranking dos pesos-médios, Imavov foi cotado como reserva da disputa de título entre Dricus du Plessis e Khamzat Chimaev, prevista para meados de agosto. Posteriormente, os planos da empresa mudaram e o russo naturalizado francês foi alocado para liderar o UFC Paris contra Borralho – sexto colocado da categoria e invicto na empresa. Sendo assim, o vencedor do duelo entre Nassourdine e Caio provavelmente será agraciado com o próximo ‘title shot’ da divisão até 84 kg.

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  • Reforço de peso! Buchecha assina com o UFC e estreia contra rival ranqueado em Abu Dhabi

    Reforço de peso! Buchecha assina com o UFC e estreia contra rival ranqueado em Abu Dhabi

    No último final de semana, Marcus Almeida optou por não renovar com o ONE Championship e, consequentemente, ficou livre para negociar com outra organização. E não demorou muito para que o multicampeão mundial de jiu-jitsu conhecesse seu novo destino. Atento à oportunidade e ao talento do faixa-preta, o UFC assinou com ‘Buchecha’ e, inclusive, já definiu os detalhes de sua estreia no octógono mais famoso do mundo.

    E a alta cúpula do Ultimate não quer perder tempo com o peso-pesado. E prova disso é que Buchecha já fará sua estreia neste mês, mais precisamente no dia 26 de julho, contra Martin Buday, no card sediado em Abu Dhabi (EAU). Em caso de vitória, Marcus já pode entrar no ranking da categoria, visto que seu rival eslovaco é o atual número 14 da listagem. A notícia do duelo foi dada em primeira mão pela página ‘Bert MMA’ e confirmada pelo próprio brasileiro através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Motivo da mudança

    A relação entre Buchecha e o ONE já parecia ter sido abalada, principalmente depois que o lutador brasileiro veio a público reclamar da inatividade forçada a qual foi submetido. Depois de competir quatro vezes em apenas 11 meses no começo de sua trajetória na liga asiática, o faixa-preta viu as ofertas de lutas reduzirem drasticamente e só foi visto em ação mais duas vezes em 26 meses, a última delas em novembro, quando finalizou Amir Aliakbari, o que marcou sua despedida do ONE Championship.

    Futuro promissor

    Após fazer história nos tatames sendo o recordista de títulos mundiais de jiu-jitsu na faixa-preta (13x), Marcus Buchecha iniciou sua trajetória no MMA profissional no ONE, em setembro de 2021. Na organização asiática, o brasileiro venceu cinco dos seis confrontos disputados – todos eles pela via rápida, por finalização ou nocaute, no primeiro round. Seu único revés veio diante do senegalês Oumar Kane, conhecido pelo apelido de ‘Reug Reug’, em agosto de 2023, quando foi superado na decisão dos juízes.

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  • Daniel Cormier anuncia criação de equipe e inicia nova fase como treinador

    Daniel Cormier anuncia criação de equipe e inicia nova fase como treinador

    Veterano do esporte e membro do Hall da Fama do UFC, Daniel Cormier está oficialmente dando os primeiros passos rumo a uma nova fase na carreira: a de treinador. Após a experiência como técnico na mais recente edição do The Ultimate Fighter, o ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e dos pesados anunciou a criação de sua própria equipe de MMA.

    A novidade foi revelada pelo próprio ex-lutador em publicação nas redes sociais. ‘DC’ compartilhou que a participação no reality reacendeu sua paixão por treinar atletas.

    “Ei pessoal, tenho uma pergunta. The Ultimate Fighter realmente despertou minha paixão por treinar. Eu comecei uma equipe de luta! No time, eu quero que meu nome esteja associado? Ou prefiro que tenha identidade própria, sem meus logos?”, brincou.

    Mais detalhes sobre a estrutura e os primeiros integrantes do time devem ser divulgados nos próximos meses. Nomes como Luke Rockhold e Khabib Nurmagomedov, antigos companheiros de Cormier na American Kickboxing Academy (AKA), já são cogitados para integrar o projeto.

    Criatividade em alta

    O anúncio rapidamente movimentou os fãs nas redes sociais, que passaram a sugerir nomes criativos para a nova equipe. Entre as ideias mais populares estão “DC Fight Team”, “AC/DC (All Combat Daniel Cormier)” e “Kings of Cormier”. Apesar da interação bem-humorada, ainda não há definição oficial sobre o nome ou a identidade visual do time.

    Aos 45 anos, Cormier permanece ativo nos bastidores do Ultimate como comentarista e analista das transmissões oficiais — cargo que ocupa desde que pendurou as luvas em 2020. Agora, ao seguir o exemplo de outros ex-companheiros da AKA, como Khabib, ele dá um novo passo para continuar influente no mundo do MMA também fora do octógono.

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  • Diego Lopes minimiza surpresa com derrota de Do Bronx para Topuria

    Diego Lopes minimiza surpresa com derrota de Do Bronx para Topuria

    O nocaute de Ilia Topuria sobre Charles ‘do Bronx’ Oliveira, que lhe rendeu o cinturão vago dos pesos-leves (70 kg) no UFC 317, continua repercutindo no mundo do MMA — e não apenas pelo impacto técnico. O georgiano radicado na Espanha acertou um golpe preciso no rosto do brasileiro ainda no primeiro round e garantiu seu segundo título dentro do Ultimate.

    Em entrevista ao canal ‘Hablemos MMA’, o brasileiro Diego Lopes, um dos nomes em ascensão na organização, comentou o desfecho do confronto. Segundo ele, o resultado não foi exatamente uma surpresa.

    “Sabíamos que isso poderia acontecer por causa de seus estilos de luta. Obviamente, todo mundo que é fã do Charles não queria que fosse assim, mas precisamos estar cientes das coisas. Era preciso ser imparcial e reconhecer a qualidade da técnica de Ilia. Sabíamos que um golpe bem colocado o colocaria para dormir — e foi exatamente isso que aconteceu”, afirmou o peso-pena.

    Lopes destacou ainda que o campeão tem evoluído de forma notável em suas últimas atuações, e que o triunfo sobre Do Bronx apenas consolidou essa trajetória. Antes de superar o brasileiro, o georgiano já havia nocauteado os ex-campeões Max Holloway e Alexander Volkanovski em apresentações dominantes e conquistado o título do peso-pena (66 kg).

    Equilíbrio

    A forma como Topuria neutralizou as tentativas de queda do paulista também chamou atenção de Diego. Apesar de colocá-lo atualmente acima de Islam Makhachev no ranking peso-por-peso, o lutador acredita que um eventual duelo entre os dois seria bastante parelho.

    “Quando ele [Do Bronx] entrou bem posicionado para derrubar e mesmo assim não conseguiu, eu olhei para o lado e falei: ‘Ok, ele é um problema’. Ele não é só boxe. Sabe lutar agarrado também, e isso pode dar trabalho até para o Islam no futuro. É uma luta 50-50. Muita coisa pode acontecer. Um pode surpreender o outro, em qualquer área”, avaliou.

    Encontro marcado

    Diego Lopes retorna ao octógono no dia 13 de setembro, quando encara Jean Silva na terceira edição do UFC Noche, marcada para o Texas (EUA). O embate promete movimentar a divisão dos penas, especialmente pelo clima quente que já se formou nos bastidores. Os dois brasileiros vêm trocando provocações nas redes sociais e entrevistas, o que tem aumentado a expectativa dos fãs para o confronto.

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  • Jon Jones, McGregor e mais! Ex-campeão sugere card ideal para evento do UFC na Casa Branca

    Jon Jones, McGregor e mais! Ex-campeão sugere card ideal para evento do UFC na Casa Branca

    O plano do presidente Donald Trump de promover um evento do UFC no jardim da Casa Branca em comemoração pelo 250º aniversário da Independência dos Estados Unidos em 2026 se tornou um dos assuntos mais comentados pela comunidade do MMA. Empolgado com a possibilidade, o ex-campeão e Hall da Fama do Ultimate Michael Bisping decidiu dar o seu pitaco sobre a hipotética cerimônia e aproveitou para sugerir alguns combates que poderiam fazer parte do card.

    Em um vídeo publicado no seu canal do ‘Youtube’, Bisping propôs seis lutas para o hipotético evento, denominado por ele como UFC Casa Branca. Para o veterano, que atualmente trabalha como comentarista da organização, o card ideal para a ocasião teria que incluir o retorno dos dois maiores astros da companhia, Conor McGregor e Jon Jones, além da presença de outras estrelas da primeira prateleira do esporte, de preferência americanas.

    Volta de Jon Jones

    A luta principal, na opinião de Michael Bisping, envolveria o ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do UFC Jon Jones, que pendurou as luvas recentemente. O adversário de ‘Bones’, no card idealizado pelo inglês, seria seu compatriota Tom Aspinall, que assumiu o trono da divisão dos pesados após a aposentadoria de Jones.

    O combate ainda teria como atrativo o duelo entre EUA e Inglaterra, para simbolizar a batalha de Independência do país norte-americano. Mesmo aposentado, Jones se mostrou disposto a voltar ao octógono do UFC caso a proposta de Donald Trump se concretize.

    McGregor no ‘co-main event’

    Sem lutar desde julho de 2021, Conor McGregor também poderia voltar à ação para um show do UFC na Casa Branca, como o próprio já adiantou. E no card ideal montado por Michael Bisping, o ex-campeão peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg) do Ultimate protagonizaria o ‘co-main event’, ao lado do rival Michael Chandler, contra quem o irlandês lutaria na última vez que a organização marcou um combate para ele.

    Adesanya, Strickland, O’Malley e mais

    Os outros combates estrelados que fariam parte do evento comemorativo no card ideal de Michael Bisping incluiriam Israel Adesanya vs Sean Strickland, Valentina Shevchenko vs Erin Blanchfield, Sean O’Malley vs Cory Sandhagen e Justin Gaethje vs qualquer rival do plantel. Resta saber se, caso o show saia do papel, os confrontos propostos pelo veterano inglês estarão no cronograma da cerimônia.

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