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  • De olho em novos rivais, Covington critica campeões Adesanya e Charles ‘Do Bronx’

    De olho em novos rivais, Covington critica campeões Adesanya e Charles ‘Do Bronx’

    Colby Covington se prepara para realizar a maior luta de sua carreira, mas se engana quem pensa que o atleta foca apenas nos meio-médios (77 kg) do UFC. Na edição de número 268, que acontece neste sábado (6), em Nova York (EUA), o ‘bad boy’ vai disputar o título da categoria pela segunda vez contra o campeão Kamaru Usman e, além da conquista do cinturão, também tem como objetivo ampliar sua lista de rivais, já enorme.

    Em conversa com os jornalistas, Covington deu um tempo em seus ataques direcionados à Usman e mirou outros dois campeões do UFC. Agora, o ‘bad boy’ tratou de provocar Charles ‘Do Bronx’ e Israel Adesanya, donos do cinturão do peso-leve (70 kg) e do peso-médio (84 kg), respectivamente. Confiante em suas habilidades, ‘Chaos’ adotou tal postura com a clara intenção de criar uma narrativa para possibilitar a realização de embates futuros contra a dupla, ainda mais se conquistar o título dos meio-médios.

    Vale lembrar que, anteriormente, Covington expressou o interesse de se tornar campeão de mais de uma categoria do UFC e o fato de atacar os líderes do peso-leve e do peso-médio da companhia confirmou tal planejamento ousado. Com isso, Adesanya e Charles passaram a integrar a lista negra do americano, que já apresentava nomes como Dustin Poirier, Gilbert ‘Durinho’, Jorge Masvidal, Khamzat Chimaev, Leon Edwards, Usman, entre outros. No entanto, para os duelos se tornarem viáveis, ‘Chaos’ terá que destronar seu carrasco.

    “Absolutamente, eu vejo as duas categorias como muito abertas para mim. O cara dos médios (Adesanya) não sabe lutar wrestling. Ele foi derrubado por um cara que nunca lutou wrestling na vida (Jan Blachowicz). Na categoria mais baixa, aquele cara (Charles) é horrível também”, criticou o ex-campeão interino dos meio-médios do UFC.

    Colby Covington, de 33 anos, é um dos principais nomes dos meio-médios do UFC e se destaca no MMA por ser uma máquina de ‘trash talk’, além de ser um lutador completo e possuir condicionamento físico acima da média. Atualmente, ‘Chaos’, ex-campeão interino da categoria, se encontra em primeiro lugar no ranking dela, abaixo apenas de Kamaru Usman, rei da divisão. No esporte desde 2012, o ‘bad boy’ venceu 16 lutas, perdeu duas e seus principais triunfos foram sobre Demian Maia, Dong Hyun Kim, Rafael dos Anjos, Robbie Lawler e Tyron Woodley.

  • Algoz de Adesanya, ‘Poatan’ minimiza rivalidade e destaca foco no título do UFC

    Algoz de Adesanya, ‘Poatan’ minimiza rivalidade e destaca foco no título do UFC

    Neste sábado (6), Alex ‘Poatan’ Pereira faz sua estreia no UFC ao encarar o grego Andreas Michailidis, pelo card preliminar da edição de número 268, em Nova York (EUA). O ex-kickboxer – que chegou a ostentar dois títulos em divisões diferentes, simultaneamente, no ‘Glory’, evento de maior proeminência da modalidade – chega à principal organização de MMA cercado de expectativa, especialmente por ter em seu currículo duas vitórias sobre o nigeriano Israel Adesanya, atual soberano da categoria dos médios (84 kg) do Ultimate.

    Porém, apesar de boa parte da comunidade das lutas demonstrar interesse e especular sobre um possível novo confronto entre os craques da trocação, desta vez no MMA, ‘Poatan’ não parece compartilhar do mesmo sentimento. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight (veja acima ou clique aqui), o lutador paulista minimizou o clima de rivalidade com Adesanya e ressaltou que seu objetivo ao iniciar sua trajetória no UFC é chegar ao título da organização.

    “Eu não penso em Adesanya. Mesmo estando dentro da organização agora. Amanhã, de repente, ele nem está com o cinturão. Para mim, qual diferença faz lutar com o Adesanya ou não? Eu não tenho que provar nada para ele. Eu quando chego no jogo, eu quero o topo, eu quero o cinturão. E se amanhã ele não estiver com o cinturão, para mim não interessa lutar com ele”, afirmou ‘Poatan’.

    Ex-campeão peso-médio e meio-pesado do ‘Glory’, Alex ‘Poatan’ optou por deixar a carreira de sucesso no kickboxing e focar apenas no MMA, onde possui um cartel ainda tímido de três vitórias e uma derrota. O ‘striker’ inicia sua trajetória no Ultimate neste sábado, ao encarar o lutador grego Andreas Michailidis, no card preliminar do UFC 268, em Nova York.

    Como kickboxer, além dos títulos conquistados, ‘Poatan’ chamou a atenção por vencer o atual campeão peso-médio do UFC Israel Adesanya em duas ocasiões. Na primeira, em 2016, o brasileiro superou o nigeriano na decisão unânime dos juízes. Já na revanche, um ano depois, o paulista não deixou a peleja ser decidida na pontuação e aplicou um nocaute espetacular no rival, utilizando de seu conhecido gancho de esquerda, com o qual já fez diversas vítimas nos esportes de combate.

  • Dana White lista as lutadoras mais ‘malvadas’ do MMA e ignora lenda brasileira

    Dana White lista as lutadoras mais ‘malvadas’ do MMA e ignora lenda brasileira

    Quando Dana White entra em atrito com qualquer atleta, a tendência é que este sofra ataques e isso segue acontecendo com Cris ‘Cyborg’. Tanto que, ao ser questionado por um jornalista sobre as lutadoras mais ‘duronas’ do MMA na atualidade, o líder do UFC, simplesmente, ignorou a brasileira, lenda do esporte.

    Em entrevista ao site ‘Yahoo Sports’, Dana foi claro ao elencar Amanda Nunes, Rose Namajunas, Valentina Shevchenko e Zhang Weili. Vale destacar que as três primeiras são campeãs do UFC e a quarta é ex-detentora do cinturão e atual desafiante do peso-palha (52 kg). Por mais que a ausência de ‘Cyborg’ na lista de lutadoras mais ‘malvadas’ do esporte seja questionável, ela é justificada pelas constantes discussões que a atleta e o cartola travam.

    Tanto que, quando ‘Cyborg’ integrava o UFC e reinava no peso-pena (66 kg), reclamava do tratamento que recebia por parte de Dana e Joe Rogan. Além da brasileira, Kayla Harrison foi outra ausência sentida por parte da comunidade do MMA na lista elaborada pelo cartola. O motivo é simples, já que a americana, bicampeã olímpica de judô e invicta na nova modalidade, também brilha – até o momento – em uma organização concorrente ao Ultimate, o PFL, onde conquistou duas vezes o GP do peso-leve (70 kg) e passou a ser uma das profissionais de maior dominância. No entanto, o homem de negócios constantemente minimiza os feitos da atleta, sinalizando que a mesma enfrenta um nível de competição bem acessível.

    “Na minha opinião, agora e antes dessa luta, as quatro mulheres mais malvadas do planeta são Amanda Nunes, Valentina Shevchenko, Rose Namajunas e Zhang Weili. Portanto, tudo pode acontecer no sábado à noite. O interessante sobre Rose é que ela é tão modesta. Ela é tão quieta, tão doce, é uma coisinha minúscula. Ela vai te deixar mal com as mãos, com os pés, ela tem aquele poder de nocaute feminino e Zhang também”, avaliou o cartola.

    Cris ‘Cyborg’, de 36 anos, é uma das lutadoras mais condecoradas do esporte e, consequentemente, é considerada por parte da comunidade do MMA uma das melhores da história. A brasileira estreou na modalidade em 2005 e foi campeã no Bellator, Invicta FC, Strikeforce e UFC. Os triunfos de maior destaque da curitibana foram diante de Gina Carano, Holly Holm, Julia Budd e Marloes Coenen (duas vezes).

    Fora do UFC, Kayla Harrison, de 31 anos, é apontada por parte da comunidade do MMA como uma força a ser reconhecida. No esporte, a americana, oriunda do judô, disputou 12 combates, venceu todos, sendo dez pela via rápida. Além de ser bicampeã olímpica, a atleta também conquistou o GP do peso-leve (70 kg) do PFL na temporada 2019 e 2021.

  • Usman e Covington passam tranquilos pela balança e confirmam disputa no UFC 268

    Usman e Covington passam tranquilos pela balança e confirmam disputa no UFC 268

    Realizada nesta sexta-feira (5), em Nova York (EUA), a pesagem oficial do UFC 268 transcorreu de forma tranquila para os grandes nomes, mas com três dos 29 atletas escalados para o evento falhando na balança. Liderado por duas disputas de título, o card principal demorou apenas cerca de 30 minutos para ser completamente confirmado pelos protagonistas da edição, com destaque para os meio-médios (77 kg) Kamaru Usman e Colby Covington, que se enfrentam em duelo válido pelo cinturão da categoria.

    Responsáveis pela luta principal do evento deste sábado (6), Kamaru Usman e Colby Covington não tiveram problemas em suas respectivas passagens pela balança. Primeiro a se apresentar no palco da pesagem, o nigeriano – que coloca mais uma vez seu cinturão dos meio-médios em jogo contra o americano – marcou 76,6 kg, cerca de 450 gramas abaixo do limite exigido pela divisão em disputas de título.

    Por sua vez, Covington subiu ao palco depois da primeira leva de atletas e cravou 76,8 kg na balança, também dentro do limite da categoria para lutas válidas pelo cinturão, confirmando, assim, o main event do UFC 268. Diferentemente do que foi visto nos demais eventos realizados na semana pré-luta, tanto o desafiante como o campeão se apresentaram com o semblante mais fechado, sem brincadeiras ou provocações para promover a disputa.

    Assim como a luta principal do UFC 268, o co-main event também foi confirmado rapidamente na pesagem desta sexta-feira. Terceira a se pesar, a campeã peso-palha (52 kg) Rose Namajunas cravou 52,1 kg – dentro do limite exigido em disputas de título na divisão -, mesma marca atingida pela desafiante Zhang Weili. A chinesa, no entanto, precisou contar com a ajuda do biombo para, na segunda tentativa, cravar o peso necessário.

    Os brasileiros presentes no card tiveram experiências diferentes. Ex-campeão do evento de kickboxing ‘Glory’, Alex ‘Poatan’ Pereira garantiu sua estreia no UFC ao pesar 84,2 kg, 300 gramas acima de seu adversário neste sábado, o grego Andreas Michailidis. Quem também passou tranquilo pelo palco foi o atleta da ‘Chute Boxe’ John Allan, que cravou 93 kg na balança, enquanto seu rival, Dustin Jacoby, marcou 92,3 kg já nos momentos finais da pesagem.

    Já o peso-pena (66 kg) Bruno Souza, que aceitou o combate contra Melsik Baghdasaryan com apenas uma semana de antecedência, não conseguiu atingir o limite exigido pela categoria (cerca de 1 kg acima). Ainda não há informação se o confronto seguirá de pé, com a aplicação de multa ao brasileiro, ou se a Comissão Atlética de Nova York irá impedir a realização da peleja**.

    Por fim, Vicente Luque, que foi escalado como suplente da luta principal do UFC 268, também falhou na balança. O meio-médio ficou cerca de 1 kg acima do limite exigido pela categoria em disputas de título e, caso tenha que substituir um dos protagonistas do evento de última hora, não poderá conquistar o cinturão mesmo que saia vencedor.

    Confira os resultados da pesagem oficial do UFC 268:

    Kamaru Usman (76,6 kg) vs Colby Covington (76,8 kg)
    Rose Namajunas (52,1 kg) vs Zhang Weili (52,1 kg)
    Frankie Edgar (61,4 kg) vs Marlon Vera (61,2 kg)
    Shane Burgos (66 kg) vs Billy Quarantillo (66 kg)
    Justin Gaethje (70,5 kg) vs Michael Chandler (70,4 kg)
    Alex ‘Poatan’ (84,2 kg) vs Andreas Michailidis (83,9 kg)
    Al Iaquinta (70,6 kg) vs Bobby Green (70,4 kg)
    Phil Hawes (84 kg) vs Chris Curtis (84,3 kg)
    Edmen Shahbazyan (84 kg) vs Nassourdine Imavov (83,7 kg)
    Ian Garry (76,9 kg) vs Jordan Williams (77,3 kg)
    Gian Villante (118,2 kg) vs Chris Barnett (119,6 kg)
    Dustin Jacoby (92,3 kg) vs John Allan (93 kg)
    Melsik Baghdasaryan (66 kg) vs Bruno Souza (67,3 kg)*
    CJ Vergara (57,7 kg)* vs Ode Osbourne (56,8 kg)

    Vicente Luque (78,1 kg)*

    *atletas não bateram o peso de suas respectivas divisões.
    **Bruno Souza e CJ Vergara foram multados em 20% de suas bolsas e poderão competir no UFC 268

  • Khamzat Chimaev zomba de Colby Covington após ser provocado pelo rival

    Khamzat Chimaev zomba de Colby Covington após ser provocado pelo rival

    Tudo indica que Colby Covington conseguiu mais um rival no esporte. Após vencer Li Jingliang com facilidade no UFC 267, evento realizado no último sábado (30), em Abu Dhabi (EAU), Khamzat Chimaev voltou a impressionar parte da comunidade do MMA e se consolidou na elite dos meio-médios (77 kg), porém ainda não convenceu o ‘bad boy’ americano, que fez pouco caso sobre a ascensão do atleta. Sendo assim, ‘Borz’ respondeu.

    De acordo com o ex-campeão interino dos meio-médios do UFC, Chimaev não é assustador como parte da comunidade do MMA prega. Além disso, ‘Chaos’ zombou do fato do lutador nunca ter enfrentado um oponente de respeito em sua trajetória na organização, lembrou que o mesmo quase se aposentou por apresentar problemas de saúde relacionados à COVID-19 e até o apelidou de forma pornográfica.

    Ao tomar conhecimento dos ataques feitos por Covington, Chimaev deu o troco. Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui, aqui, aqui e aqui), o sueco explorou a derrota que o rival sofreu para Usman em 2019, na disputa pelo título dos meio-médios do UFC. Na ocasião, ‘Chaos’ foi nocauteado pelo campeão da categoria no quinto round e teve sua mandíbula quebrada. Como está invicto no MMA e atua sem sofrer qualquer tipo de dano, ‘Borz’ se gabou e afirmou que jamais ficará tão mal no octógono como o ‘bad boy’.

    “Você nunca vai me ver assim”, escreveu a promessa do UFC em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    No UFC 267, Khamzat Chimaev roubou a cena com sua presença e, no octógono, proporcionou um momento único aos amantes do MMA. O sueco carregou Li Jingliang e conversou com Dana White ao mesmo tempo, cravou o adversário no chão e não demorou para finalizá-lo. Com a vitória, ‘Borz’ não só voltou a figurar na elite dos meio-médios do UFC, como também passou a integrar diretamente o top-10 da categoria.

  • Dana White responde críticas por sugerir luta entre Chimaev e Nate Diaz: “Idiotas”

    Dana White responde críticas por sugerir luta entre Chimaev e Nate Diaz: “Idiotas”

    Após a realização do UFC 267, evento que aconteceu no último sábado (30), em Abu Dhabi (EAU), Khamzat Chimaev, empolgado pela vitória sobre Li Jingliang, expressou o interesse em enfrentar Nate Diaz para definir quem é o ‘gangster’ de verdade, para alegria de Dana White. Imediatamente, o cartola informou que a companhia tentaria marcar o duelo entre os atletas, para surpresa de parte dos fãs, que criticou tal postura.

    De acordo com uma parcela dos amantes de MMA, o possível encontro entre Chimaev e Diaz é uma espécie de covardia, porque o primeiro é uma estrela em ascensão no UFC, invicto no esporte e dono de quatro vitórias na organização, e o segundo é um veterano derrotado nos dois últimos combates e que já dá claros sinais de desaceleração no octógono. Além disso, vale destacar que o ‘bad boy’ americano possui apenas mais uma luta em seu contrato com a companhia.

    Com esse quadro, parte dos fãs indicou que Nate deveria enfrentar um nome acessível em sua possível última luta pelo UFC, como prêmio pelo que fez durante sua trajetória na maior organização de MMA do mundo. No entanto, Dana, ao que parece, segue firme e entusiasmado com a possibilidade de colocar o veterano contra Chimaev. Tanto que, em entrevista ao canal do ‘YouTube’ ‘Barstool Sports’, o cartola defendeu sua ideia e afirmou que quem discorda não entende como o esporte funciona desde sempre.

    “Eu amo Nate, Nick Diaz tanto quanto qualquer outra pessoa. Você chega a um ponto, todos nós, na vida, na sua carreira profissional, nos esportes, onde você se questiona se pode continuar onde está. Estamos procurando lutas menos assustadoras no UFC? É isso que estamos procurando fazer? Isso é tudo besteira. O cara já fez quatro lutas no UFC! Desvalorizá-lo porque é a última luta em seu contrato? Todos sabem que ele acabou de perder sua última luta? Não sei se sabem disso. Como você vai desvalorizá-lo?”, declarou Dana, antes de completar.

    “E se ele perder para outro lutador que escolhermos? Ele seria desvalorizado? Como Chimaev o desvaloriza? Você sabe como essa luta é grande. O valor é estar em lutas grandiosas e que interessam ao público. Lutas que, quando você anuncia, repercutem e todos ficam loucos. Você acha que Nate vs Chimaev não é esse tipo de luta? Aqui está a moral da história: todas essas pessoas são totalmente idiotas e não têm ideia do que estão falando. Na verdade, eu dirijo o maior negócio de esportes de combate do planeta, então calem a boca e me deixem fazer meu trabalho”, concluiu.

    Invicto no MMA, Khamzat Chimaev, de 27 anos, já possui quatro lutas no UFC e, após o novo triunfo, deve voltar a ocupar um lugar no top-15 dos meio-médios. O sueco estreou pela organização em 2020 e, até o momento, suas vítimas nela foram John Phillips, Rhys McKee, Gerald Meerschaert e Li Jingliang em sequência. A curiosidade é que ‘Borz’ venceu os dez combates que disputou na carreira pela via rápida (seis por nocaute e quatro por finalização), estatística que prova sua dominância quando atua.

    Nate Diaz, de 36 anos, é um dos lutadores de maior popularidade no MMA atual, mas vive má fase. O atleta perdeu três das últimas quatro lutas que disputou, sendo a mais recente realizada em junho, contra Leon Edwards. Ao menos, o americano voltou a ficar ativo no UFC, já que não atuava desde 2019. Seus principais triunfos no esporte foram diante de Anthony Pettis, Conor McGregor, Donald Cerrone, Gray Maynard, Jim Miller, Melvin Guillard, Michael Johnson e Takanori Gomi.

  • Ex-campeão do UFC, Renan ‘Barão’ disputa título peso-pena de evento americano

    Ex-campeão do UFC, Renan ‘Barão’ disputa título peso-pena de evento americano

    Sem lutar desde novembro de 2019, data de sua última luta pelo UFC, Renan ‘Barão’ deve fazer seu retorno à ação em breve. De acordo com uma publicação compartilhada na página do evento americano ‘Premier Fighting Championship’ no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o ex-campeão peso-galo (61 kg) do UFC enfrentará o americano Tyson Duckworth no próximo dia 19 de novembro, em Springfield, Massachusetts (EUA).

    Ainda de acordo com a publicação, o duelo entre ‘Barão’ e Duckworth será válido pelo título peso-pena do ‘Premier Fighting Championship’. A disputa chega dois anos depois do brasileiro encerrar sua trajetória no UFC, onde brilhou como campeão dos galos entre 2012 e 2014.

    Apesar de ter se destacado no principal evento de MMA do mundo, chegando a ser considerado um dos melhores lutadores peso-por-peso do planeta, ‘Barão’ viveu nos últimos anos a pior fase de sua carreira. Depois de perder o cinturão peso-galo do Ultimate para TJ Dillashaw, o potiguar engatou uma sequência de sete derrotas em nove lutas disputadas, sendo cinco destes reveses consecutivos, o que provocou seu desligamento do UFC.

    Depois de sua saída do Ultimate, Renan Barão chegou a assinar com o ‘Taura MMA’, mas nunca estreou pela organização. Alguns meses depois, o ex-UFC foi anunciado como novo reforço de um evento alemão chamado ‘Elite MMA Championship’, mas também não chegou a competir pela entidade. Profissional do MMA desde 2005, o brasileiro soma 34 vitórias, nove derrotas e um ‘no contest’ (sem resultado) na carreira.

  • ‘Durinho’ admite viver ‘teste de paciência’ e opina sobre possível luta com Chimaev

    ‘Durinho’ admite viver ‘teste de paciência’ e opina sobre possível luta com Chimaev

    Apesar de ocupar a segunda colocação do ranking dos meio-médios (77 kg) do Ultimate, Gilbert ‘Durinho’ vive uma situação inusitada. Sem lutar desde junho deste ano, o brasileiro ainda não tem previsão de quando vai retornar ao octógono mais famoso do mundo. A explicação para esse cenário é a falta de rivais do topo da divisão disponíveis.

    Por isso, ‘Durinho’ chegou a fazer uma série de desafios nas redes sociais e, inclusive, cogitou até atuar no peso-médio (84 kg) para se manter ativo. Depois de não ter sucesso com nenhuma de suas investidas, o brasileiro abriu o jogo. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, o faixa-preta de jiu-jitsu destacou sua parte mental para superar esse período de inatividade, mas revelou sua esperança na mudança deste cenário.

    Neste sábado (6), Kamaru Usman e Colby Covington lutam pelo cinturão da categoria, o que pode mexer as peças do topo da classificação. Além deste combate, no dia 11 de dezembro, Leon Edwards encara Jorge Masvidal, outro duelo importante nos meio-médios. De acordo com ‘Durinho’, seu próximo adversário deve sair destes dois embates.

    “Estou em uma fase que estou testando a minha paciência. Sigo meus treinamentos para continuar a minha evolução, mas não sei o que fazer. Então vou treinar, esperando alguma resposta do UFC. Deu até vontade de fazer macumba para o pessoal se machucar e pegar uma luta (risos). Até essa opção eu tinha na minha cabeça. Mas é um teste de paciência, a categoria ficou meio travada. A luta que faria sentido era eu e Vicente (Luque), mas como não vamos lutar, travamos a divisão. Mas depois da luta do Kamaru e a do Leon Edwards vão abrir as possibilidades para lutar de novo”, disse, emendando.

    “Se o Edwards ganhar, vai ser o próximo (pelo cinturão). Se o Masvidal ganhar vai dar uma embaralhada. Se o Colby ganha mexe com a categoria toda, mas ele é um pela saco, não dá para torcer para ele. Minha torcida é para o Kamaru, até porque quero enfrentá-lo de novo. Acho que na próxima semana teremos respostas. Estou no topo da categoria, não dá para escolher luta. (…) Tenho que esperar essas lutas acontecerem”, completou.

    Por estar sem oponente, o nome de ‘Durinho’ surgiu após o UFC 267, realizado no último sábado (30). Após a vitória dominante de Khamzat Chimev, o brasileiro apareceu como um possível rival para o sueco. Apesar de estar disposto a encarar o desafio, o atleta natural de Niterói (RJ) admitiu que não acredita que esse duelo vai acontecer agora.

    “Eu estava chegando ao ponto de lutar contra qualquer um, mas o UFC não vai me dar qualquer um. Eu pedi o Neil Magny e o UFC não quis. Seria um pulo muito grande para o Chimaev e não sei se o UFC me daria. Eu lutaria. Ele tem um ‘hype’ gigantesco e ganhar dele seria bom para mim, mas não sei se o UFC daria essa chance”, justificou.

    No UFC desde 2014, Gilbert ‘Durinho’ atravessou seu melhor momento na organização entre 2018 e 2020, quando emplacou uma sequência de seis vitórias. Atualmente, o faixa-preta de jiu-jitsu se encontra na segunda posição no ranking dos meio-médios e possui triunfos marcantes sobre Demian Maia, Gunnar Nelson, Stephen Thompson e Tyron Woodley. No MMA, o atleta levou a melhor em 20 lutas e perdeu quatro vezes.

  • Marina explica porque não seria reserva de Rose vs Zhang e revela torcida por campeã

    Marina explica porque não seria reserva de Rose vs Zhang e revela torcida por campeã

    Atualmente na terceira colocação do ranking do peso-palha (52 kg) do Ultimate, Marina Rodriguez vai estar com sua atenção voltada para este sábado (6), quando Rose Namajunas e Zhang Weili disputam o cinturão da categoria, no UFC 268, que acontece em Nova York (EUA). Pela importância do confronto, era de se esperar que a franquia pensasse em uma reserva e o nome da brasileira ganhasse força.

    Entretanto, mesmo que Marina fosse convocada para ficar de suplente do duelo pelo título, ela negaria. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, a lutadora destacou que seu foco já está para o próximo ano, para se aproximar de uma chance de brigar pelo cinturão e, por isso, não toparia encarar um desafio deste tamanho dessa maneira, sem tempo hábil para se preparar adequadamente.

    “Vamos iniciar 2022 já em camp aguardando a próxima luta! Faltam poucos dias para Rose vs Zhang não teria como chegar no peso para essa luta, e para disputar um cinturão. Então, nada melhor do que um camp completo pra entregar uma luta alucinante para os fãs de MMA”, explicou a atleta que assinou com o UFC pelo Contender Series.

    Mas Marina não escondeu que vai estar de olho no confronto entre Namajunas e Zhang e já adiantou a sua torcida. De acordo com a lutadora, seria interessante que a americana vencesse novamente a adversária para que a divisão tenha continuidade e, por consequência, diminua o tempo de espera para ter sua chance pela coroa.

    “Quero que a Rose vença novamente para não gerar uma possível trilogia, pois isso irá travar mais ainda a categoria”, completou a atleta de 34 anos.

    No MMA profissional desde 2015, Marina Rodriguez possui 14 vitórias, uma derrota e dois empates em seu cartel. No UFC desde 2018, a lutadora disputou oito combates, venceu cinco, empatou dois e perdeu apenas um. A última apresentação da competidora aconteceu em outubro deste ano, quando venceu Mackenzie Dern, por decisão unânime.

  • Usman e Covington esquentam clima em coletiva e encarada termina em confusão

    Usman e Covington esquentam clima em coletiva e encarada termina em confusão

    Como não poderia ser diferente, a coletiva do UFC 268 pegou fogo e os protagonistas do evento foram os principais destaques. Kamau Usman e Colby Covington, que fazem uma revanche pelo cinturão dos meio-médios (77 kg), tiveram algumas discussões acaloradas no show que aconteceu nesta quinta-feira (4), em Nova York (EUA).

    Logo no começo da coletiva, Colby Covington partiu para o ataque e começou a alfinetar adversário sobre seu pai já ter sido preso. O atual campeão da categoria não se intimidou com a provocação e rebateu, ironizando o fato de ter quebrado a mandíbula do americano no primeiro combate entre eles, que aconteceu em 2019.

    Na sequência, Covington exaltou a questão de poder fazer um duelo em Nova York e no emblemático Madison Square Garden, um dos principais palcos do entretenimento no mundo. Usman seguiu a mesma linha do oponente e apontou este evento como um dos maiores da sua carreira. Vale destacar que é a primeira vez de ambos na cidade americana pelo UFC.

    No fim da coletiva, após diversas provocações, Usman se ‘vingou’ de Covington ao falar do pai do adversário. O nigeriano sugeriu que o pai do americano deveria estar com vergonha da maneira como seu filho se comporta perante ao público, porque ele parece ser uma pessoa educada e respeitosa.

    Na tradicional encarada após a coletiva, o clima novamente esquentou. Mesmo com Dana White, presidente da franquia, entre eles, Usman começou a provocar, chamou Colby mais para perto e lhe deu um empurrão. O americano ficou revoltado e fechou o semblante.

    Outros astros ficam ofuscados em coletiva

    Além de Usman e Covington, a coletiva também teve a presença de Rose Namajunas e Zhang Weili, que fazem a co-luta principal da noite e que vale o cinturão do peso-palha (52 kg), e Justin Gaethje e Michael Chandler. Os astros dessas duas lutas não entraram em nenhuma polêmica.

    As estrelas femininas, que se reencontram após sete meses do primeiro embate entre elas, preferiam adotar declarações protocolares. Já Gaethje e Chandler tiveram com lidar com questionamentos sobre Islam Makhachev e se o russo já merecia lutar pelo título do peso-leve (70 kg). Foi nessa hora que o ex-lutador do Bellator destacou o confronto diante do compatriota e colocou essa luta como eliminatória até o cinturão.