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  • ‘Malhadinho’ revela sonho de lutar com Jon Jones pelo cinturão dos pesados do UFC

    ‘Malhadinho’ revela sonho de lutar com Jon Jones pelo cinturão dos pesados do UFC

    Jailton Almeida vive ótima fase no MMA, como recompensa por seu bom trabalho no octógono, vai atuar em casa em sua próxima luta e, confiante, já pensa adiante na carreira. No dia 21 de janeiro, ‘Malhadinho’ marca presença no UFC Rio contra Shamil Abdurakhimov pelo peso-pesado, e, como está invicto na empresa e impressionando a cada combate, vislumbra medir forças com os grandes nomes da categoria e cita um atleta como oponente dos sonhos.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui), ‘Malhadinho’ expressou sua admiração por Jon Jones e revelou que seria uma realização pessoal enfrentar seu ídolo. Vale destacar que, assim como o baiano, ‘Bones’ atuou nos meio-pesados (93 kg), no seu caso, marcou época na divisão e decidiu migrar para os pesados. Como se mostra imparável e intocável em ação com seu jogo de grappling e espera continuar crescendo até chegar ao topo do peso, Jailton já projeta um hipotético duelo com o americano, que deve disputar o cinturão da categoria em sua estreia nela. Empolgado, o atleta não descarta que a possível luta entre eles seja pelo título.

    “Jon Jones é um cara que sou fã, inclusive tenho uma tatuagem igual a dele no peito. Sou muito fã do Jon Jones, muito fã mesmo. Todos sabem disso. Para mim, ele é o número um. De brasileiro, estrangeiro, sou muito fã do Jon Jones. Seria um sonho meu. Quem sabe um dia não consiga realizar esse sonho de lutar com o Jon Jones? Uma disputa de cinturão aí, quem sabe”, declarou a promessa do MMA nacional.

    Jailton Almeida, de 31 anos, é uma espécie de ‘sensação’ do Brasil no MMA. ‘Malhadinho’ iniciou sua trajetória no esporte em 2012 e estreou no UFC em 2022. Pela organização, o atleta disputou três lutas e venceu todas de forma dominante, pela via rápida (duas finalizações e um nocaute). Revelado pelo reality show ‘Contender Series’, o baiano impressionou diante de Anton Turkalj, Danilo Marques e Parker Porter no Ultimate.

  • Ex-UFC substitui Vitor Belfort e encara filho de ex-campeão mundial de boxe

    Ex-UFC substitui Vitor Belfort e encara filho de ex-campeão mundial de boxe

    Nesta terça-feira (15), Vitor Belfort foi forçado a se retirar da luta de boxe contra Hasim Rahman Jr., mas a companhia ‘Misfits Boxing’ agiu rápido e definiu o substituto do brasileiro para o show programado para sábado (19), no Texas (EUA). A empresa anunciou através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui) que Greg Hardy, ex-UFC, foi o escolhido para assumir o lugar de ‘The Phenom’ diante do filho do ex-campeão mundial da nobre arte.

    Greg Hardy, de 34 anos, migrou do futebol americano para o MMA em 2018 e estreou no UFC um ano depois. No esporte, o atleta possui um cartel composto por sete vitórias, sendo seis por nocaute, cinco derrotas e um ‘no contest’ (luta sem resultado). Como não renovou o contrato com a organização, ‘Prince Of War’ decidiu tentar a sorte no boxe e, como profissional, venceu o único combate que disputou por nocaute, em outubro.

    Hasim Rahman Jr., de 31 anos, possui maior experiência no boxe. Em sua trajetória na nobre arte, o americano disputou 13 lutas, venceu 12, sendo seis por nocaute, e perdeu apenas uma vez na carreira. Inclusive, o único revés do atleta aconteceu em seu combate mais recente, realizado em abril.

  • PFL anuncia preço de seu primeiro card de PPV nos EUA

    PFL anuncia preço de seu primeiro card de PPV nos EUA

    Maior estrela do PFL, Kayla Harrison colocará sua invencibilidade e seu título dos pesos-leves (70 kg) em jogo no próximo dia 25 de novembro. O card, agendado para a cidade de Nova York (EUA), representa um marco importante para a organização: pela primeira vez, um show do Professional Fighters League será transmitido via PPV nos EUA.

    Nesta terça-feira (15), os promotores do PFL anunciaram o valor de 50 dólares (cerca de R$ 270) como preço para a transmissão de sete lutas, incluindo seis disputas de título da temporada 2022. Dentre os combates, Larissa Pacheco e Matheus Scheffel serão os representantes brasileiros que podem deixar o cage com um milhão de dólares.

    Este prêmio será dado para os campeões de cada categoria, e enquanto Larissa Pacheco encara Kayla pela terceira vez na luta principal do show, Matheus Scheffel mede forças com Ante Delija na disputa do cinturão dos pesos-pesados.

    Aos 32 anos, Kayla, bicampeã olímpica de judo, soma um cartel profissional no MMA com 15 vitórias. Em 2019, no início de sua carreira, a atleta superou Larissa por pontos em duas ocasiões. A brasileira, quatro anos mais jovem, soma cartel com 18 triunfos e quatro reveses, incluindo participações no UFC.

  • ‘Moicano’ comemora entrada no top-15 dos leves com desafio para Conor McGregor

    ‘Moicano’ comemora entrada no top-15 dos leves com desafio para Conor McGregor

    Renato Carneiro foi um dos destaques do UFC 281 e, depois de exigir respeito em entrevista para Joe Rogan, conseguiu o que tanto queria da organização, ou seja, mudar de patamar nela. No evento realizado no último sábado (12), em Nova York (EUA), ‘Moicano’ não teve trabalho ao lidar com Brad Riddell, finalizou o neozelandês no primeiro round e o resultado o colocou no top-15 do peso-leve (70 kg). Ao ver seu nome na elite da divisão no ranking divulgado pela empresa nesta terça-feira (15), o brasileiro aproveitou para desafiar um astro do MMA.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), ‘Moicano’ comemorou o atual momento no UFC, já que passou ocupar o 13º lugar no ranking do peso-leve, e, feliz, expressou o interesse em medir forças com Conor McGregor e até o provocou. Vale pontuar que o ex-campeão da companhia segue afastado por conta de uma grave lesão na perna sofrida em julho de 2021 e deve voltar à ação em 2023. Como realizou três duelos em 2022, o brasileiro sinalizou que pode adiar seu retorno à ação para encarar ‘Notorious’. E o desafio do atleta até faz sentido, pois também é dono de um estilo de luta empolgante e está uma posição na frente do astro irlandês na tabela de classificação da categoria.

    “Adivinha só.. Eu vou atrás do boca grande do McGregor em seguida”, escreveu o top-15 do peso-leve do UFC em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Renato ‘Moicano’, de 33 anos, é um dos principais lutadores brasileiros no peso-leve. Atualmente, o atleta ocupa a 13ª posição no ranking da categoria. No MMA desde 2010, o profissional possui um cartel composto por 17 vitórias, sendo dez por finalização, cinco derrotas e um empate. Seus principais triunfos foram sobre Alexander Hernandez, Brad Riddell, Calvin Kattar, Cub Swanson e Jeremy Stephens.

  • Vitor Belfort está fora de luta contra filho de ex-campeão mundial de boxe, diz site

    Vitor Belfort está fora de luta contra filho de ex-campeão mundial de boxe, diz site

    Veterano dos esportes de combate, Vitor Belfort vai ter que adiar seu retorno ao boxe. O ex-campeão do UFC estava programado para voltar aos ringues contra Hasim Rahman Jr., filho do ex-campeão mundial da nobre arte, neste sábado (19), no Texas (EUA), porém foi forçado a desistir da luta por razões ainda não reveladas. A informação foi divulgada pelo site ‘BoxingScene’.

    A luta de boxe contra Hasim Rahman Jr. seria a segunda aparição de Vitor Belfort como profissional no ringue. Em 2006, ‘The Phenom’ nocauteou o oponente no primeiro round. Já em seu último combate pela nobre arte, que teve caráter de exibição e foi realizado em setembro de 2021, o brasileiro nocauteou Evander Holyfield, de 60 anos e que não atuava desde 2011, em pouco mais de um minuto.

    Vitor Belfort, de 45 anos, é um grande nome dos esportes de combate. O veterano se destacou no MMA por sua qualidade no boxe e no jiu-jitsu. ‘The Phenom’ iniciou sua trajetória na modalidade em 1996 e realizou sua última luta nela em 2018. Pelo UFC, o brasileiro conquistou o torneio do peso-pesado e se tornou campeão dos meio-pesados (93 kg). Seus principais triunfos foram sobre Anthony Johnson, Dan Henderson (duas vezes), Luke Rockhold, Michael Bisping, Nate Marquardt, Randy Couture, Rich Franklin e Wanderlei Silva.

  • Campeão dos médios, ‘Poatan’ entra no top-10 do ranking peso-por-peso do UFC

    Campeão dos médios, ‘Poatan’ entra no top-10 do ranking peso-por-peso do UFC

    Como era de se esperar, a vitória de Alex Pereira sobre Israel Adesanya na luta principal do UFC 281, evento realizado no último sábado (12), em Nova York (EUA), causou mudanças nos rankings da organização. Na atualização semanal divulgada pela companhia nesta terça-feira (15), o nocaute de ‘Poatan’ sobre o nigeriano não só impactou a comunidade do MMA, como também mexeu com a tabela de classificação do peso-médio (84 kg) e com o top-15 peso-por-peso.

    Após nocautear Adesanya no quinto round e se tornar campeão do peso-médio do UFC, ‘Poatan’, naturalmente, assumiu o topo do ranking da categoria em sua quarta luta pela companhia, mas não parou por aí. Com o título até 84 kg, o brasileiro estreou no top-15 peso-por-peso da organização. Na tabela de classificação que reúne os melhores lutadores de todas as divisões da empresa, Alex se encontra na oitava colocação, superando outros detentores de cinturão como Aljamain Sterling, Jiri Prochazka, Deiveson Figueiredo e até mesmo Jon Jones, ícone do MMA.

    Se ‘Poatan’ foi o grande destaque da nova atualização dos rankings do UFC, Adesanya foi um dos principais prejudicados dela com a derrota no show de número 281. Agora, o nigeriano está em primeiro no top-15 do peso-médio, abaixo apenas do seu algoz. Já na tabela de classificação peso-por-peso da empresa, ‘The Last Stylebender’ despencou ao perder quatro posições e foi parar no sexto lugar, atrás de Alexander Volkanovski, Islam Makhachev, Leon Edwards, Kamaru Usman e Francis Ngannou.

    Um dos destaques do UFC 281, Renato ‘Moicano’ foi premiado. Depois de cobrar respeito tanto da parte da organização, quanto dos fãs, o brasileiro, que finalizou Brad Riddell no primeiro round, ganhou uma vaga no top-15 do peso-leve (70 kg). Agora, o atleta ocupa a posição de número 13 na categoria, deixando para trás Conor McGregor. Dan Hooker também subiu um degrau na divisão. Após nocautear Claudio Puelles no segundo assalto, o neozelandês se tornou o 11º colocado na tabela de classificação até 70 kg.

    Chris Gutierrez foi outro lutador que aproveitou o evento para se firmar em sua divisão. Com o impactante nocaute no primeiro round sobre Frankie Edgar, ‘El Guapo’ estreou no top-15 do peso-galo (61 kg) como número 13º. Já nos meio-pesados (93 kg), Ryan Spann impressionou ao nocautear Dominick Reyes em pouco mais de um minuto de luta, ganhou duas posições no ranking da categoria e assumiu o décimo posto nela. Por outro lado, ‘The Devastator’ perdeu cinco lugares e passou a ser o 12º colocado até 93 kg.

    Já no MMA feminino, Zhang Weili, que se tornou campeã do peso-palha (52 kg) pela segunda vez ao finalizar Carla Esparza no segundo round, assumiu o topo do ranking da categoria. Além disso, a chinesa subiu três degraus no top-15 peso-por-peso e alcançou o terceiro posto na tabela de classificação. Para finalizar, no peso-mosca (57 kg), Erin Blanchfield, promessa do esporte, subiu duas posições e alcançou o décimo lugar na divisão após finalizar Molly McCann no primeiro assalto.

  • ‘Durinho’ revela recusas de Masvidal para luta no UFC e questiona coragem do rival

    ‘Durinho’ revela recusas de Masvidal para luta no UFC e questiona coragem do rival

    Gilbert Burns não esconde a irritação com a indefinição de seu futuro no UFC e parece ter em mente o verdadeiro culpado. Sem atuar desde abril, na Flórida (EUA), quando foi derrotado por Khamzat Chimaev, ‘Durinho’, disposto a se recuperar no octógono, pediu frequentemente para voltar à ação o quanto antes, mencionou Jorge Masvidal como oponente ideal e o culpou pelo fato da luta entre eles não ser oficializada pela organização.

    No top-5 dos meio-médios (77 kg) do UFC, ‘Durinho’ busca combates importantes para disputar o cinturão novamente. Sendo assim, o brasileiro escancara seu desejo de encarar Masvidal, que, mesmo em má fase, segue popular. Vale destacar que o niteroiense desafiou e elogiou o veterano repetidas vezes e ‘Gamebred’ até aceitou enfrentá-lo por aprovar a postura respeitosa do atleta e seu estilo de luta. Mas Gilbert, através de suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), expôs o americano ao frisar que seu discurso não está alinhado com sua postura nos bastidores. Chateado, Burns informou que seu alvo negou o duelo em três oportunidades e o acusou de ter medo.

    “Só para avisar a todos que o UFC me ofereceu o Masvidal três vezes. A primeira vez foi para o dia 12 de novembro, mas ele disse que precisava de mais tempo. A segunda vez para o dia 10 de dezembro e ele disse que ia ao Brasil lutar comigo. Agora, ele simplesmente disse não de novo! Acho que o B do cinturão BMF dele não é de ‘baddest’ (durão)”, escreveu o ex-desafiante ao título do UFC em sua conta oficial no ‘Twitter’.

    Gilbert Burns, de 36 anos, é um dos principais lutadores brasileiros em atividade no MMA. ‘Durinho’ iniciou sua caminhada no esporte em 2012 e estreou no UFC em 2014. Pela organização, o niteroiense disputou 18 lutas, venceu 13 e perdeu cinco vezes. Número cinco no ranking dos meio-médios, o atleta chegou a disputar o cinturão da categoria em 2021. Seus principais triunfos foram sobre Demian Maia, Gunnar Nelson, Stephen Thompson e Tyron Woodley.

  • Adesanya destaca estratégia de ‘Poatan’ e admite que foi surpreendido por rival no UFC

    Adesanya destaca estratégia de ‘Poatan’ e admite que foi surpreendido por rival no UFC

    Derrotado no UFC 281, Israel Adesanya ainda digere o ocorrido, mas não deixa o resultado negativo interferir em sua análise da luta. No último sábado (12), em Nova York (EUA), o nigeriano perdeu o confronto, o cinturão do peso-médio (84 kg) e a invencibilidade na categoria ao ser nocauteado por Alex Pereira no quinto e último round, porém aceitou o revés e reconheceu o mérito do brasileiro, seu carrasco nos esportes de combate.

    Adesanya elogiou ‘Poatan’ por executar uma estratégia perfeita para a tão aguardada terceira luta entre eles. É bem verdade que o nigeriano estava em vantagem no embate e liderava a pontuação dos juízes laterais até o último round, mas não resistiu ao poder do rival. De acordo com Israel, o nocaute aplicado pelo brasileiro foi fruto dos danos que o mesmo causou em suas pernas com os constantes chutes. Sincero, o astro do MMA admitiu que ficou surpreso com o plano de Alex e confessou que, logo no primeiro assalto, sentiu dores na região. Prejudicado de se movimentar como queria, o atleta virou alvo fixo e parabenizou o algoz pela tática elaborada, responsável pela virada ao final do duelo.

    “Eu fiz tudo ao meu alcance para ter certeza de que estava pronto para esta luta. Eu era o melhor que já senti. Literalmente o melhor que já senti. Mas fiquei comprometido. Foi uma jogada inteligente, porque um cara como eu, com ótima movimentação, o que você faz? Tira os pneus. Tão cedo ele fez, não achei que isso iria me afetar, mas paguei caro”, declarou o ex-campeão do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

    Israel Adesanya, de 33 anos, é um dos maiores e melhores lutadores de MMA da atualidade. O ex-campeão do peso-médio do UFC estreou pela companhia em 2018 e defendeu o título da categoria cinco vezes. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva, Brad Tavares, Derek Brunson, Jared Cannonier, Kelvin Gastelum, Marvin Vettori (duas vezes), Paulo ‘Borrachinha’, Robert Whittaker (duas vezes) e Yoel Romero.

  • Moreno elogia povo brasileiro e promete “ganhar o coração” do público no UFC Rio

    Moreno elogia povo brasileiro e promete “ganhar o coração” do público no UFC Rio

    No dia 21 de janeiro de 2023, Brandon Moreno enfrentará Deiveson Figueiredo pela quarta vez dentro do Ultimate – um feito inédito dentro da companhia. No entanto, o próximo embate entre os dois pesos-moscas (57 kg) contará com um fator inédito: sede fora dos Estados Unidos. Com a disputa marcada para o Brasil, mais precisamente na ‘Cidade Maravilhosa’, o mexicano espera um ambiente de apoio ao rival, mas parece disposto a reverter o cenário dento do octógono.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Moreno elogiou a receptividade do público brasileiro durante sua estadia no Rio de Janeiro na última semana, para promover o card da ‘Jeunesse Arena’. Apesar de estar ciente que pode encarar um ambiente hostil no dia do combate, o campeão interino até 57 kg planeja conquistar o coração do torcedor local com uma performance convincente.

    “Consigo sentir muitas similaridades entre o México e o Brasil. No final das contas, todos somos da América Latina. As pessoas daqui são muito humildes, generosas. O tratamento na cidade, no hotel, estou tendo um ótimo período aqui no Rio de Janeiro (…) Consigo sentir a mesma vibe do México, a felicidade, as pessoas sorriem, dançam. Eles te infectam com alegria”, elogiou Brandon, antes de falar sobre a atmosfera no dia do confronto.

    “Eu entendo isso, faz sentido (atmosfera hostil). Espero um apoio agressivo para o Deiveson. Porque, no final das contas, estou lutando com um cara local, um brasileiro. Então eles vão apoiar ele. Mas acredito que com o passar do tempo, dos rounds e minutos, eu possa ganhar o coração do povo brasileiro. Eu amo isso, enfrentar oponentes que também estão tentando fazer o melhor possível. Mas no final de tudo, o público estará comigo”, projetou ‘The Assassin Baby’.

    O quarto encontro entre Deiveson e Moreno promete colocar um ponto final na extensa rivalidade. Até então, cada atleta conta com uma vitória sobre o adversário, além de um empate. No Rio de Janeiro, o campeão linear e o campeão interino definirão quem tomará a frente no placar pessoal entre os dois.

  • Chandler lamenta postura de Poirier pós-luta e se defende: “Não sou trapaceiro”

    Chandler lamenta postura de Poirier pós-luta e se defende: “Não sou trapaceiro”

    Tudo indica que a rivalidade envolvendo Michael Chandler e Dustin Poirier está longe de terminar. No último sábado (12), em Nova York (EUA), ‘Iron’ disputou uma verdadeira batalha junto com ‘The Diamond’, esteve em vantagem em boa parte da luta, mas acabou derrotado no terceiro e último round por finalização e o encontro ampliou a animosidade entre a dupla. Após ser classificado como um lutador sujo pelo algoz, o veterano se defendeu na coletiva de imprensa pós-show.

    No duelo, Chandler protagonizou lances polêmicos, como colocar a mão no rosto e no nariz de Poirier durante uma tentativa de finalização, espirrar sangue nele, já que sofreu sérios danos no nariz no primeiro round, e até foi advertido pelo árbitro por dar socos ilegais na nuca do oponente. É bem verdade que ‘Iron’ reconheceu que, de fato, as ações ocorreram, mas garantiu que não tinha qualquer intenção de tirar proveito delas no octógono. O americano explicou que os movimentos aconteceram no calor do momento e ressaltou que, ao longo de sua carreira, nunca foi conhecido por trapacear e sim por suas lutas empolgantes, seja no UFC ou pelo Bellator.

    “Sim, admito que sua boca estava aberta, minha mão entrou lá, estava em seu protetor bucal e ele mordeu. Era apenas o ângulo. Quando o árbitro disse que eu estava batendo na nuca dele, pelo menos na minha mente, estava pegando sua orelha. Todos sabem que não sou um trapaceiro. Eu amo este jogo. Eu não trapaceio. Eu tenho um foguete no meu nariz para parar de sangrar. Se eu quisesse respirar, aquele sangue precisava sair. Então não era uma coisa maliciosa e estranha”, declarou o top-do peso-leve do UFC.

    E se Poirier ficou insatisfeito com a conduta do rival durante o confronto, Chandler também expressou todo seu repúdio ao comportamento do desafeto após sua vitória. De acordo com ‘Iron’, todo lutador precisa saber perder e vencer uma luta e, em seu entendimento, ‘The Diamond’ passou dos limites ao comemorar o importante triunfo e deu a entender que o mesmo lhe desrespeitou ao proferir termos pouco amigáveis em uma interação que tiveram após o duelo.

    “É entre eu e ele. Sou um homem de palavra. Eu disse que ganhar, perder ou empatar, eu apertaria a mão dele e seria respeitoso depois. Algo foi dito e eu realmente não gostei, então ainda somos amigos, inimigos, o que quer que seja. Não foi tão elegante na vitória quanto eu gostaria. Não tenha expectativas de outras pessoas, elas sempre o decepcionarão”, concluiu.

    Michael Chandler, de 36 anos, tem poucas lutas no UFC, mas é um dos grandes nomes da organização. Na companhia desde 2021, ‘Iron’ disputou cinco combates, venceu dois e perdeu três vezes. Atualmente, o americano ocupa o quinto lugar no ranking do peso-leve. Seu cartel profissional é composto por 23 triunfos, sendo os principais sobre Ben Henderson (duas vezes), Dan Hooker, Eddie Alvarez, Patricky ‘Pitbull’ (duas vezes) e Tony Ferguson, e oito derrotas.