Blog

  • Julianna Peña usa Deiveson vs Moreno para tentar trilogia com Amanda no UFC

    Julianna Peña usa Deiveson vs Moreno para tentar trilogia com Amanda no UFC

    Derrotada por Amanda Nunes na revanche que aconteceu em julho, no Texas (EUA), Julianna Peña não dá a rivalidade por encerrada. Pelo contrário, disposta a superar a inimiga no histórico de confrontos, a americana pede, de forma constante, a realização da trilogia e, consequentemente, a oportunidade de lutar pelo cinturão do peso-galo (61 kg) do UFC. Inclusive, ‘The Venezuelan Vixen’ manda um recado para parte da comunidade do MMA que é contra o terceiro encontro das tops da categoria no octógono.

    Na primeira luta, que aconteceu em 2021, Julianna chocou o mundo ao finalizar Amanda Nunes no segundo round. Com o feito, a americana se tornou campeã do peso-galo do UFC e colocou o cinturão da categoria em jogo pela primeira vez, em julho, na revanche imediata. Nela, a brasileira, com sede de vingança, motivada a provar sua superioridade e que o revés foi apenas um acidente de percurso, não desperdiçou a chance e castigou a rival, com direito a diversos knockdowns. Como a ‘Leoa’ foi soberana no confronto, uma parcela da comunidade do MMA questionou a necessidade do terceiro embate, mas a ex-detentora do título da divisão defendeu a realização do duelo.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Julianna, chateada por não ter o apoio de parte da comunidade do esporte, justifica que uma nova luta com Amanda faz sentido, pois estão empatadas, com uma vitória para cada lado. Além disso, a americana lembrou que se o UFC foi contra a vontade de uma parcela dos fãs e travou o peso-mosca (57 kg) ao oficializar o quarto combate entre Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno, válido pelo título da categoria, para desempatar a rivalidade, sua trilogia com Nunes também se tornou necessária.

    “A campeã Amanda não tem uma luta e a ex-campeã e em breve nova campeã não tem uma luta, então sinto que essa é a única luta a fazer. Essa é a única luta que faz sentido para mim e é a única luta que vejo no meu futuro. Não poderia haver outra resposta. Eles estão fazendo Deiveson vs Moreno 4, pelo amor de Deus! Eu a finalizei na primeira vez e na segunda vez dei para ela a oportunidade de fazer ajustes e mudar as coisas naquele camp. Absolutamente sinto que a coisa a fazer seria permitir que eu fizesse os mesmos ajustes. Foi a primeira vez que lutei por 25 minutos. Nunca fiz isso. Então, diria que foi apenas uma confusão, uma desorientação em termos de sentimento tipo, ‘Ela teve coragem de demitir todos, construir uma nova academia e começar do zero. Só quero a mesma oportunidade para poder mudar algumas coisas e solidificar meu nome e legado”, declarou a lutadora.

    Julianna Peña, de 33 anos, fez história no MMA. A americana venceu a 18ª edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’, em 2013, e se tornou campeã do peso-galo do UFC, em 2021. Agora, a atleta busca alcançar novamente o topo da divisão. ‘The Venezuelan Vixen’ iniciou sua trajetória no esporte em 2009, disputou 16 lutas, venceu 11 e perdeu cinco vezes. Seus triunfos mais importantes foram sobre Amanda Nunes, Cat Zingano, Jessica Eye e Sara McMann.

  • Campeão do UFC responde prodígio do MMA e relembra treino: “Não tem etiqueta”

    Campeão do UFC responde prodígio do MMA e relembra treino: “Não tem etiqueta”

    Tudo indica que Aljamain Sterling está incomodado com a estreia de Raul Rosas Jr. no UFC. No último sábado (10), em Las Vegas (EUA), o prodígio do MMA, de 18 anos, ignorou a pressão por atuar na maior organização de MMA do mundo, finalizou Jay Perrin logo no primeiro round, conquistou um dos bônus de ‘Performance da ‘Noite’ e virou a nova sensação do esporte. Em destaque, ‘El Nino Problema’ já atacou o campeão do peso-galo (61 kg) da companhia que, como não poderia ser diferente, respondeu.

    Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Raul esbanjou confiança e, mesmo com a pouca idade, ignorou o fato de ser um novato no esporte e no UFC, de não fazer parte do ranking do peso-galo, e garantiu estar pronto para não só enfrentar Sterling, campeão da categoria, como também vencê-lo. Não satisfeito, o mexicano cravou que iria finalizar ‘The Funk Master’ em um possível luta. Ciente do posicionamento do prodígio da modalidade, Aljamain, em seu podcast, não se mostrou surpreso com a postura do mesmo e relembrou um treino de grappling que fizeram.

    Inclusive, o americano explicou que já esperava tal comportamento, pois revelou que ‘El Nino Problema’ junto do pai não apresentaram uma conduta adequada nas artes marciais. Especialista em grappling, Sterling contou que avisou para Raul que não treinaria para valer por conta da diferença de experiência, força e habilidade, mas que ele ignorou e, incentivado pelo pai, que filmou a sessão, atuou como se estivesse em uma luta de verdade. Sendo assim, o campeão do UFC lamenta por Rosas Jr., em seu entendimento, não respeitar os demais profissionais.

    “Quero fazer grappling com ele de novo. Lutamos duas vezes, na segunda vez, fiz um drill e eles fizeram esse ‘Rei do Tatame’. Eu disse para ele que estava relaxando, apenas tentando suar e não ir com tudo. Ele estava tentando passar minha guarda e começou a agir como um DJ na minha cabeça. Eu meio que ri e pensei, ‘Ok, esse cara está sendo um pouco idiota agora’. Eu mal conhecia o garoto. Então, olho para a direita e lá está o pai dele com a p*** da gravação da câmera. Tipo, ‘Legal, vocês têm campeões aqui e são completamente desrespeitosos. Isso é apenas uma personalidade m***’. Você pensaria que alguém teria lhe ensinado alguma etiqueta, ir em academias, trabalhar com outras pessoas, mas acho que não. Foi estranho”, declarou o campeão do UFC.

    Aljamain Sterling, de 32 anos, vive grande fase no MMA, com oito vitórias seguidas, e prova que merece ser respeitado como campeão do peso-galo do UFC. Após conquistar o cinturão da categoria, em 2021, o americano realizou duas defesas de título e, nelas, superou oponentes renomados mostrando recursos como Q.I. de luta e um grappling de alto nível. No esporte desde 2011, ‘The Funk Master’ possui um cartel composto por 22 triunfos e três derrotas. Seus principais resultados positivos foram sobre Brett Johns, Cody Stamann, Cory Sandhagen, Jimmie Rivera, Pedro Munhoz, Petr Yan (duas vezes), Renan ‘Barão’, TJ Dillashaw.

  • Ex-campeão do UFC condena comparações entre Paddy Pimblett e Conor McGregor

    Ex-campeão do UFC condena comparações entre Paddy Pimblett e Conor McGregor

    Paddy Pimblett chegou ao UFC cercado de expectativas e com uma alcunha de respeito. Credenciado pelo título da companhia ‘Cage Warriors’, responsável por revelar alguns dos principais talentos europeus do MMA, o peso-leve (70 kg) foi rapidamente comparado ao astro Conor McGregor, pelo talento dentro e fora do octógono. Mas, apesar da invencibilidade no seu início de trajetória no Ultimate, o inglês ainda não parece ter convencido parte da comunidade das lutas sobre seu potencial.

    Ex-campeão e atual comentarista do UFC, Daniel Cormier é um dos que rejeitam a ousada comparação entre ‘The Baddy’ e ‘Notorious’. Para o veterano, os feitos do irlandês no seu início de trajetória na principal organização de MMA do planeta são muito mais expressivos do que o demonstrado por Pimblett até o momento no octógono do UFC, especialmente no âmbito esportivo.

    “Você sabe o que é loucura? Quando eles o comparam a McGregor. Na quarta luta do McGregor, ele venceu Dustin Poirier e depois ele venceu Max Holloway, e depois, Max Holloway após perder para Conor McGregor venceu 12 na sequência, se tornou campeão e fez o que fez. Nós realmente não podemos comparar as conquistas deles, especialmente nas suas quatro primeiras lutas”, ponderou Cormier, no programa ‘DC & RC’, da ‘ESPN’ americana.

    Na visão do americano, ainda que Pimblett se mostre uma aposta válida da organização em termos comerciais, por conta de sua popularidade com os fãs, assim como aconteceu com McGregor, o inglês não demonstra, ao menos neste momento, o mesmo nível de atuação dentro do cage que ‘Notorious’ no seu início de corrida rumo ao estrelato do UFC. Por isso, Cormier sugere que as comparações entre ambos sejam mais cuidadosas a partir de agora.

    “Ninguém realmente pega o caminho do McGregor. Leva um longo tempo. Eu acho que, agora, nós precisamos relaxar quanto a essas comparações. Compare o estrelato, ao menos naquela época, mas não vamos compará-los em termos de habilidades como lutador, porque Conor McGregor estava em um nível muito mais alto, muito mais rápido”, concluiu o ex-campeão meio-pesado e peso-pesado do UFC.

    Aos 27 anos de idade, Paddy Pimblett desponta como uma das principais apostas de futura estrela do UFC no atual plantel da entidade. O inglês estreou pelo Ultimate em 2021 e, até o momento, venceu seus quatro compromissos dentro do octógono mais famoso do mundo, diante de Luigi Vendramini, Kazula Vargas, Jordan Leavitt e Jared Gordon. Seu mais recente triunfo, inclusive, veio cercado de polêmica, já que, para muitos, Gordon deveria ter levado a melhor na pontuação dos juízes.

  • Valentina Shevchenko abre as portas para superluta de campeãs com Zhang Weili no UFC

    Valentina Shevchenko abre as portas para superluta de campeãs com Zhang Weili no UFC

    Ao que parece, Valentina Shevchenko mudou sua forma de ver uma lutadora no MMA. Em junho, em Cingapura, a quirguistanesa, rainha dos moscas (57 kg) do UFC, defendeu o cinturão pela sétima vez ao superar Taila Santos por decisão dividida e, assim, diminuiu a concorrência na categoria. Como é dominante na divisão, ‘Bullet’ não esconde sua busca por desafios e passa a vislumbrar superlutas contra campeãs de pesos acima ou abaixo.

    Recentemente, Valentina revelou que, no peso-mosca do UFC, Alexa Grasso e Manon Fiorot podem ser suas adversárias e também expressou o interesse em medir forças com Amanda Nunes, campeã do peso-galo (61 kg) e do peso-pena (66 kg), pela terceira vez na carreira, em busca da primeira vitória contra a algoz. Além do trio, ‘Bullet’ abre as portas para encarar Zhang Weili, detentora do cinturão do peso-palha (52 kg).

    Vale pontuar que, no passado, a quirguistanesa minimizou os desafios respeitosos feitos por ‘Magnum’ e ressaltou que ela deveria ampliar seus feitos no MMA para ter a chance de enfrentá-la um dia. Agora, como Zhang conquistou o cinturão do peso-palha do UFC pela segunda vez, Valentina se mostrou flexível e tratou o encontro como uma possibilidade viável.

    “Definitivamente é uma das opções que podem acontecer. Vi as lutas recentes dela. Ela ficou mais forte, mais tática, mas se vai acontecer essa luta, não vai ajudá-la”, declarou a rainha do UFC, em entrevista ao site ‘MMA Junkie’.

    Valentina Shevchenko, de 34 anos, é um dos maiores nomes da história do MMA. Ao optar por descer do peso-galo (61 kg) do UFC para o peso-mosca, a atleta rapidamente se tornou campeã. ‘Bullet’ conquistou o título vago da divisão em 2018, e, desde então, defendeu o cinturão sete vezes. No MMA, a quirguistanesa disputou 26 lutas, venceu 23 e perdeu três vezes. Seus triunfos de maior destaque no esporte foram sobre Holly Holm, Jennifer Maia, Jéssica Andrade, Joanna Jedrzejczyk, Julianna Peña, Katlyn Chookagian, Lauren Murphy, Liz Carmouche, Sarah Kaufman e Taila Santos.

  • Glover Teixeira descarta aposentadoria após disputa de título no UFC Rio

    Glover Teixeira descarta aposentadoria após disputa de título no UFC Rio

    Em outubro do ano passado, Glover Teixeira fez história e se tornou o segundo campeão mais velho da história do UFC, atrás somente do lendário Randy Couture. No próximo dia 21 de janeiro, o mineiro terá a oportunidade de repetir o feito e reconquistar o cinturão dos meio-pesados (93 kg) aos 43 anos. Mas, apesar da idade avançada para a prática dos esportes de combate, o veterano descarta programar sua aposentadoria para uma data específica.

    Após perder o título da divisão para Jiri Prochazka em junho, em disputa que recentemente foi escolhida para receber o prêmio de ‘Luta do Ano’, Glover foi escalado para a revanche contra o tcheco, que aconteceria no último dia 10 de dezembro, em Las Vegas (EUA). Porém, uma lesão do europeu promoveu uma série de mudanças e o mineiro viu a organização presidida por Dana White definir o duelo entre Jan Blachowicz e Magomed Ankalaev valendo o cinturão até 93 kg, deixado vago por ‘Denisa’ após a grave contusão no ombro.

    Como o combate entre Blachowicz e Ankalaev, disputado no UFC 282, terminou empatado e o cinturão seguiu sem dono, a entidade imediatamente convocou Glover para uma nova disputa, desta vez contra Jamahal Hill, na edição que o Ultimate promoverá no Brasil, dia 21 de janeiro. Em entrevista ao podcast ‘Trocação Franca’, Teixeira, destacando as mudanças repentinas ocorridas nas últimas semanas, afirma que seus planos incluem apenas o presente e deixa o futuro em aberto.

    “Definitivamente não vai ter nenhuma aposentadoria agora. Alguém perguntou lá atrás: ‘Você pensa em mais uma luta, e defendendo seu cinturão no Madison Square Garden (e se aposentar)?’. Eu disse: ‘Quem sabe’. Se esse fim de semana, especialmente o que aconteceu comigo, não me ensinou nada… Eu nunca faço planos para o futuro. Eu vivo no presente. Não tenho esse tipo de planos: ‘Eu vou me aposentar nessa data’. O dia que eu me aposentar vai ser o dia que eu treinar mal, quando eu não quiser mais ir para a academia”, afirmou o ex-campeão.

    Profissional do MMA desde 2002, Glover Teixeira possui um cartel de 33 vitórias e oito derrotas. Antes de perder o cinturão dos meio-pesados do UFC para Jiri Prochazka, em junho, o mineiro vivia uma de suas melhores fases na carreira, mesmo com a idade avançada, tendo vencido seis adversários em sequência, cinco deles pela via rápida. Para retomar o trono da divisão até 93 kg do Ultimate, o veterano terá que passar pelo embalado Jamahal Hill, de 31 anos, que perdeu apenas uma luta em toda sua carreira, para o escocês Paul Craig, em junho do ano passado.

  • Cejudo detona Paddy Pimblett, critica juízes e sugere que o UFC apoie outra promessa

    Cejudo detona Paddy Pimblett, critica juízes e sugere que o UFC apoie outra promessa

    Assim como parte da comunidade do MMA, Henry Cejudo não se mostrou nada satisfeito com a resolução de uma das lutas do UFC 282. No evento realizado no último sábado (10), em Las Vegas (EUA), Paddy Pimblett venceu Jared Gordon por decisão unânime e tal combate gerou polêmica, uma vez que parte dos fãs, demais lutadores e personalidades do esporte, classificaram ‘Flash’ como superior no encontro. Irritado com o triunfo da estrela britânica, ‘Triple C’ desabafou.

    Em seu canal oficial no ‘YouTube’, Cejudo não só discordou veementemente do resultado a favor de Pimblett, como também afirmou com todas as letras que Gordon foi roubado em uma das piores decisões já vistas na história do MMA. Inconformado, o ex-campeão do UFC ataca Paddy e crava que o mesmo não tem o que é preciso para se tornar um grande lutador, muito menos conquistar o cinturão do peso-leve (70 kg) da empresa. De acordo com ‘Triple C’, o inglês tem apenas popularidade para se manter relevante no esporte e não as habilidades necessárias.

    “Paddy, o gordo. Eu simplesmente não sei o que dizer. Muitos desses caras estão apenas delirando, pensando que são melhores do que realmente são. Ele perdeu aquela luta. Acho que o mundo inteiro viu que essa é uma das piores decisões de todas. Fale sobre roubo completo. Não tem nada a ver com Paddy. Tem a ver com os juízes. Este não é um concurso de popularidade. Primeiro, eles fizeram isso com O’Malley contra Yan. É uma pena que o esporte tenha que lidar com um cara que nem é um lutador de alto nível e consegue o ‘co-main event’. É como se o UFC estivesse tentando empurrar alguém muito prematuro ou que não tem toda a capacidade, todo o talento”, declarou o veterano.

    Cejudo foi além e, se Pimblett não o impressionou no UFC 282, o oposto pode se dizer sobre Ilia Topuria. No evento, o espanhol não tomou conhecimento de Bryce Mitchell, o finalizou no segundo round e conquistou um dos bônus de ‘Performance da Noite’. Como ‘El Matador’ constantemente discute a até briga com Paddy, o veterano o classifica como uma verdadeira promessa digna da liga apostar suas fichas, pois, a cada atuação, apresenta evolução e sobe no ranking do peso-pena (66 kg), enquanto o britânico, apesar de estar invicto nela, segue fora do top-15 do peso-leve.

    “Topuria iria absolutamente machucá-lo. Ele estaria em grandes, grandes problemas. Mas não acho que Paddy queira isso e não acho que o UFC queira fazer isso. Ou eles podem querer fazer isso depois de ver aquela maldita performance. Eles podem apenas dizer, ‘Ei, quer saber? Podemos simplesmente pegar nosso dinheiro e investir em Topuria’”, concluiu.

    Henry Cejudo, de 35 anos, marcou época no UFC. O americano foi um dos poucos lutadores que conseguiu alcançar o status de campeão duplo (peso-mosca e peso-galo) da maior organização de MMA do mundo. ‘Triple C’ estreou no esporte em 2013, saiu dele em 2020, mas decidiu retornar à ação. Seu cartel profissional é composto por 16 vitórias e duas derrotas. Seus triunfos de maior importância foram sobre Demetrious Johnson, Dominick Cruz, Jussier ‘Formiga’, Marlon Moraes, Sergio Pettis, TJ Dillashaw.

  • Lendário árbitro indica que reação dos fãs influenciou filho a dar vitória para Paddy Pimblett

    Lendário árbitro indica que reação dos fãs influenciou filho a dar vitória para Paddy Pimblett

    Realizada no último sábado (10), em Las Vegas (EUA), a polêmica luta entre Paddy Pimblett e Jared Gordon segue gerando discussão na comunidade do MMA. Na ocasião, os três juízes laterais deram a vitória para ‘The Baddy’ por decisão unânime, porém, parte dos fãs, demais lutadores e personalidades do esporte, classificaram o americano como superior. ‘Big’ John McCarthy, ex-árbitro, foi um dos profissionais que advogou a favor de ‘Flash’ e acabou indo contra seu filho.

    Em seu podcast ‘Weighing In’, a lendária figura do MMA revelou que seu filho Ron McCarthy era um dos profissionais encarregados de julgar a luta Pimblett vs Gordon e ignorou o laço familiar ao afirmar que o mesmo cometeu um erro no UFC 282. De acordo com ‘Big’ John, não tem como o astro britânico ser visto como vencedor do duelo, pelo fato de ser controlado por ‘Flash’ em boa parte do confronto e ter atacado pouco no octógono.

    Na tentativa de entender o que levou os juízes laterais a enxergarem ‘The Baddy’ como superior ao americano, o veterano sinalizou que a fama do lutador e o apoio do público presente nas arquibancadas da ‘T-Mobile Arena’ podem ter influenciado a visão do trio. Sendo assim, ‘Big’ John descarta a tese criada por parte dos fãs de que os profissionais estavam com má intenção e já tinham definido o vencedor do duelo antes mesmo do seu início.

    “De jeito nenhum Paddy venceu. Meu filho era um dos juízes, me perguntou e eu disse, ‘Você entendeu errado. Achei que Gordon venceu por 29 a 28’. Gordon bateu em Paddy várias vezes. Você podia ver isso. Bem, isso pode acontecer quando você é um juiz sentado lá. Você está recebendo a resposta da multidão toda vez que Paddy faz alguma coisa. Porque, sinceramente, Paddy não acertou tanto quanto Gordon e os ataques não foram tão bons. Mas, quando você percebe a reação do público e é isso que você está ouvindo, há momentos em que você não está vendo esse ângulo, mas percebe a reação do público e é influenciado. Acho que eles foram influenciados pelo que o público estava sentindo. Gordon venceu o primeiro e o terceiro round, dou a Paddy o segundo. Não acho que um cara atropelou o outro, mas está bem claro que Gordon deveria ter vencido”, declarou o veterano.

    Ex-campeão do ‘Cage Warriors’, Paddy Pimblett, de 27 anos, chegou ao UFC cercado de grande expectativa. O britânico estreou pela organização em 2021, disputou quatro lutas, venceu todas, sendo três pela via rápida que lhe renderam o bônus de ‘Performance da Noite’. Pela companhia, ‘The Baddy’ nocauteou Luigi Vendramini, finalizou Kazula Vargas e Jordan Leavitt e superou Jared Gordon.

  • Jared Cannonier promete impedir falatório de Sean Strickland com ação no UFC

    Jared Cannonier promete impedir falatório de Sean Strickland com ação no UFC

    Derrotado por Israel Adesanya na disputa pelo cinturão do peso-médio (84 kg) do UFC, em julho, Jared Cannonier tem pela frente uma boa oportunidade de se recuperar na categoria. Neste sábado (17), em Las Vegas (EUA), ‘The Killa Gorilla’ enfrenta Sean Strickland na luta principal do último evento da organização em 2022 e visa provar que pertence ao topo da divisão. No duelo contra o astro do esporte, o americano foi criticado por parte da comunidade do MMA por ser passivo no octógono e, ciente de tal reação, garantiu mudar de postura.

    No ‘media day’ do evento, realizado na última quarta-feira (14), Cannonier prometeu fazer uso de sua força e poder para ser o lutador dominante no embate contra Strickland. Curiosamente, a luta principal do último evento do UFC na temporada coloca frente a frente dois atletas completamente diferentes. Se ‘Tarzan’ é bastante vocal e polêmico, ‘The Killa Gorilla’, por outro lado, é discreto. Inclusive, Jared revela que o constante ‘trash talk’ de Sean, até mesmo no octógono, vai lhe servir como um termômetro de como está o combate.

    De acordo com o veterano, se o ‘bad boy’ falar muito em ação, é sinal de que a luta está confortável para ele. Como não deseja que isso aconteça e visa vencer bem para voltar a sonhar com uma nova disputa de cinturão do peso-médio do UFC, Cannonier adianta que vai procurar o confronto e atacar Strickland para impedir seu jogo de provocações e não deixá-lo à vontade no octógono.

    “Se ele está fazendo isso, então não estou fazendo meu trabalho bem o suficiente. Não estou colocando pressão nele para fazê-lo focar mais na luta em vez de falar besteira e me tirar do sério. Acho que ele vai ter as mãos um pouco ocupadas para falar m*** e se ele está falando m***, bom para ele. Estou esperando por ele. Sei que ele quer me atacar. Ele diz que quer ir para o centro do octógono para brigar. Espero que ele seja o mesmo velho Strickland e tente me pressionar, colocar jabs na minha cara, dar alguns chutes. Isso é o que espero que ele tente fazer. Tenho respostas para essas tentativas. Se ele não quiser fazer nada disso, estou pronto para liderar a dança”, declarou o lutador.

    Jared Cannonier, de 38 anos, atuou como peso-pesado, meio-pesado (93 kg), mas encontrou destaque na carreira no peso-médio do UFC. Tanto que o americano disputou o cinturão da categoria. Atualmente, ‘The Killa Gorilla’ é o terceiro colocado no ranking da divisão. No MMA desde 2011, o atleta venceu 15 lutas, sendo 12 pela via rápida (dez por nocaute e duas por finalização) e perdeu seis vezes. Seus principais triunfos foram sobre Anderson Silva, Derek Brunson, Jack Hermansson e Kelvin Gastelum.

  • Shevchenko abre portas para trilogia com Amanda Nunes no UFC: “Estou pronta para isso”

    Shevchenko abre portas para trilogia com Amanda Nunes no UFC: “Estou pronta para isso”

    Valentina Shevchenko parece disposta a reacender a chama da principal rivalidade que já travou no MMA. Campeã soberana na divisão dos pesos-moscas (57 kg), ‘Bullet’ não esquece das duas derrotas sofridas para Amanda Nunes, tanto que, mesmo após mais de cinco anos do segundo duelo entre as duas, ainda vislumbra uma trilogia contra a brasileira dentro do UFC.

    As campeãs mediram forças pela primeira vez em 2016, com vitória unânime da ‘Leoa’. No ano seguinte, Valentina e Amanda voltaram a se encontrar, em confronto mais equilibrado – que também coroou a brasileira como vencedora, por decisão dividida dos juízes. Disposta a passar a rivalidade a limpo, a quirguistanesa avalia que um terceiro combate faz sentido neste momento.

    “Sempre há interesse, e estou pronta para isso, na verdade, porque é uma luta que faz sentido (trilogia com Amanda Nunes). Mas sim, vamos ver como as coisas se desenrolam, porque penso que qualquer grande nome, qualquer superluta seria uma boa”, declarou, ao site ‘MMA Junkie’.

    Apesar de já ter defendido seu título dos moscas em sete oportunidades, Bullet ainda destaca que há desafios a desbravar na categoria. Ciente da evolução da divisão, a campeã também destacou dois nomes que podem se tornar desafiantes ao cinturão em um futuro breve.

    “Eu consideraria dois nomes: Alexa Grasso e Manon Fiorot. Essas são duas desafiantes que são extremamente boas e prontas para esse teste pelo título. Qualquer uma das duas”, elegeu Valentina.

    Aos 34 anos, Shevchenko se tornou uma das atletas mais dominantes da história do MMA feminino. Com 23 vitórias e apenas três reveses na carreira – dois deles justamente para Amanda Nunes -, a lutadora do Quirguistão reina soberana na categoria até 57 kg.

  • Dricus du Plessis desafia Paulo Borrachinha no UFC e provoca: “Vai ver quem é grande”

    Dricus du Plessis desafia Paulo Borrachinha no UFC e provoca: “Vai ver quem é grande”

    Em grande fase no UFC, Dricus du Plessis mudou de patamar no MMA. No último sábado (10), em Las Vegas (EUA), o sul-africano defendeu sua invencibilidade na organização ao finalizar Darren Till, faturou o bônus de ‘Luta da Noite’ e, de quebra, passou a integrar o top-10 do peso-médio (84 kg). Empolgado, ‘Stillknocks’ já traça planos para seu futuro na companhia e tem como alvo um lutador popular.

    Na coletiva de imprensa pós-evento, Du Plessis não escondeu a felicidade por cumprir a promessa que fez, porque, agora, se consolidou de vez na elite do peso-médio do UFC. Com a importante vitória sobre Till, o atleta saiu da 14ª posição no ranking da categoria direto para o décimo lugar nela. Confiante por vencer as quatro lutas que disputou na companhia e por estar em evidência na divisão, o sul-africano, em busca de combates ainda maiores, expressou o interesse em encarar Paulo Costa.

    Atualmente, ‘Borrachinha’ está na reta final de contrato com o UFC, vê seu nome ligado a um hipotético duelo com Robert Whittaker, em fevereiro, na Austrália, mas não confirma o embate. Ciente da atual situação do brasileiro na empresa, Du Plessis se coloca como opção, caso ele decida lutar com um atleta diferente. Apesar de não ter atrito com Paulo, ao menos por ora, o sul-africano, que também é conhecido no MMA por sua explosão, por seus músculos e poder, provoca o possível rival ao garantir que não se assusta com seu tamanho e frisa que o mineiro é quem vai se impressionar com sua força.

    “Acabei de conseguir um carimbo entre os dez primeiros da categoria. Eu disse na minha última luta que estaria no top-10 antes do final do ano. Aqui estou e estou dizendo a vocês agora: serei um candidato ao título até o final de 2023. Quero fazer três, quatro lutas em 2023 para garantir que eu consiga aquela vaga de contender. Adoraria lutar contra Borrachinha. Não sei se ele vai renovar o contrato. Não sei com o que ele está ocupado. É apenas uma luta que sempre vi. Ele é um cara grande e acho que ele floresce em ser o cara maior, mas ele vai ver um cara grande quando entrar no octógono comigo. Adoraria essa luta. Minhas lutas agora são limitadas ao top-10. Quem quer que seja, estarei pronto para lutar com quem o UFC me der nesse top-10, espero um top-5”, declarou o lutador.

    Dricus du Plessis, de 28 anos, é uma promessa do UFC, segue invicto na organização, com quatro vitórias, e se encontra na décima posição no ranking do peso-médio. No MMA desde 2013, o sul-africano foi campeão do KSW e possui um cartel composto por 18 vitórias, sendo 17 pela via rápida (dez por finalização e sete por nocaute), e duas derrotas. Seus resultados mais expressivos foram sobre Brad Tavares, Darren Till e Roberto Soldic.