UFC

José Aldo revela bastidores de rivalidade com McGregor: “Ele ficava cheirando e bebendo”

Há pouco mais de uma década, em 2015, José Aldo e Conor McGregor protagonizaram uma das rivalidades mais emblemáticas e acaloradas da história do UFC. Quando foram escalados para competirem no UFC 194, em dezembro daquela temporada, o brasileiro e o irlandês viajaram o mundo para promover o duelo com status de superluta. A turnê pelos países gerou, consequentemente, um convívio entre os lutadores. E nos bastidores, quando as câmeras estavam desligadas, o ‘Campeão Do Povo’ revelou práticas, no mínimo, questionáveis de seu então desafeto no Ultimate.

Em recente participação no programa ‘Fut&Papo’, do canal ‘Lance!’, Aldo afirmou que, mesmo no auge de sua carreira, McGregor já lidava com vícios em bebidas alcoólicas e outros tipos de drogas ilícitas. Apesar de expor o seu desconforto à época com a personalidade extravagante e práticas questionáveis de Conor, o ex-campeão peso-pena (66 kg) da ‘Nova União’ frisou que, atualmente, a relação com ‘Notorious’, como o irlandês é conhecido, é amigável e de respeito mútuo.

“Ele (McGregor) é muito louco. No ‘PPV’, a gente estourou. Ele falava muito, discussão o tempo todo. Chato para caraca, pertubava (risos). Foi um mês (fazendo a promoção da luta). Quando ligava a câmera, f***. E (fora da câmera) ele ficava doido. É cheirando e bebendo o tempo todo. Foda… Em Vegas, teve uma gravação do TUF, com o Urijah (Faber). Ele só ia lá e nem treinava os alunos e falava: ‘Os alunos estão prontos’. Era só noitada o dia inteiro. Muito louco. O bicho é louco. Não tinha nada a ver (com a filosofia do esporte). Hoje em dia eu tenho uma boa relação com ele”, relatou o ícone do MMA brasileiro.

McGregor vs Aldo

José Aldo e Conor McGregor se enfrentaram em dezembro de 2015, em disputa válida pelo cinturão até 66 kg do UFC. O duelo, que foi bastante promovido pela organização e elevou o irlandês ao status de superestrela do esporte, foi vencido por ‘Notorious’, via nocaute, com apenas 13 segundos de luta, encerrando a era de domínio do manauara entre os pesos-penas que durava desde sua passagem pelo WEC.

Após o desfecho trágico para os fãs brasileiros, Aldo fez campanha por uma revanche imediata. No entanto, Conor posteriormente acabou migrando para os pesos-leves (70 kg) e a sonhada segunda chance do ‘Rei do Rio’ nunca foi tirada do papel. Hoje aposentado, aos 39 anos, o brasileiro admite que a revanche diante de McGregor talvez tenha sido a grande ausência em seu cartel como profissional de MMA.

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