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Louis Grasse/PxImages

UFC

Joanna Jedrzejczyk insinua que campeã do UFC recusou revanche

Geralmente, o final de cada temporada no MMA se transforma em um período para a realização de listas sobre os melhores do ano e uma das certezas é que o histórico duelo entre Zhang Weili e Joana Jedrzejczyk foi a melhor luta de 2020. No UFC 248, evento realizado em março, nos Estados Unidos, as atletas protagonizaram uma batalha que até mesmo mudou a percepção de Dana White sobre a modalidade feminina. O resultado foi favorável a chinesa, que venceu por decisão dividida e defendeu o cinturão do peso-palha (52 kg) pela primeira vez, mas, como o embate superou as expectativas, boa parte dos fãs pediu por uma revanche e o interesse foi partilhado pelo lado derrotado da história.

Em entrevista ao site ‘SCMP MMA’, a polonesa relembrou do quão acirrado foi o duelo com a rival e mostrou que um novo encontro faz parte de seus planos para o futuro. Sem fugir do assunto, a ex-campeã do peso-palha insinuou que Zhang recusou a revanche e também destacou que os danos à sua aparência assustaram os juízes e influenciaram no resultado do combate. Em relação ao futuro da divisão, Joanna não teve dúvida ao apontar Rose Namajunas como próxima adversária da chinesa pelo título da classe.

“Talvez ela não queira me enfrentar. Ela não quer lutar comigo? Mas me venceu. Vai haver pessoas dizendo, ‘Oh, você levou uma surra’, mas essa luta foi tão apertada. Se eu não tivesse o hematoma, poderia ser diferente, mas tudo bem. Ficarei mais do que feliz em ver Rose enfrentar Weili. Eu, realmente, acredito que Rose será a próxima desafiante ao cinturão. Talvez Rose ganhe. Serei paciente. Respeito Carla (Esparza), ela foi campeã, mas as quatro primeiras (no ranking) são diferentes”, declarou Joanna.

Apesar da derrota em sua última aparição, Joana Jedrzejczyk, de 33 anos, deixou uma boa impressão no octógono. A polonesa é uma das atletas mais condecoradas na história do MMA feminino e seu cartel no esporte é de 20 lutas, 16 vitórias e quatro derrotas. Vale lembrar que a atleta ganhou o apelido de ‘Rainha da Violência’, justamente, no período que foi campeã do peso-palha, no período entre 2015 e 2017 e defendeu o cinturão em cinco oportunidades.

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